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	<title>www.ClubedoPaiRico.com.br &#124;&#124;&#124; Educação Financeira - Série Pai Rico Pai Pobre &#187; Colunistas</title>
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		<title>Colunistas &#124;&#124;&#124; 2012: O fim do mundo está próximo – e isso é bom</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 10:32:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>

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		<description><![CDATA[A não ser que você tenha passado o último ano morando em uma caverna, deve ter escutado ao menos uma vez sobre como o fim do mundo estava próximo.
Primeiro, ouvimos algum blábláblá sobre calendários maias e profetas do apocalipse. Depois, veio o fim do domínio americano sobre a economia mundial. Os problemas de crescimento da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><img class="alignleft size-full wp-image-10054" style="margin-left: 0px; margin-right: 10px;" title="poster 2012" src="http://www.clubedopairico.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/12/poster-2012-pq.jpg" alt="" width="200" height="125" />A não ser que você tenha passado o último ano morando em uma caverna, deve ter escutado ao menos uma vez sobre como o fim do mundo estava próximo.</p>
<p>Primeiro, ouvimos algum blábláblá sobre calendários maias e profetas do apocalipse. Depois, veio o fim do domínio americano sobre a economia mundial. Os problemas de crescimento da China, a crise na Europa. Agora ouvimos sobre uma estacionada do PIB brasileiro enquanto alguns analistas já falam seriamente sobre o fim do EURO como moeda comum a toda Europa.</p>
<p>Em uma ocasião que entrou para a história do mundo dos investimentos, Warren Buffett, tido como um dos melhores investidores que já passou pelo mundo, resolveu contar seu segredo a alguns alunos que assistiam a uma palestra sua: “<strong>Tenha medo quando os outros forem gananciosos, seja ganancioso quando os outros tiverem medo</strong>”.</p>
<p>Ao escrever para um site voltado à independência financeira, lhe pergunto, caro leitor, que ocasião melhor para seguir esse conselho do que um ano que inclui até receitas para o fim do mundo e tudo que conhecemos?</p>
<p>Deixando de lado o julgamento final, cabe lembrar que do ponto de vista de boa parte das empresas, as coisas estão andando bem. As pessoas continuam indo aos mercados para fazer suas compras, pagando suas contas de água, luz e telefone e seguindo com suas vidas.</p>
<p>Apesar de algumas atitudes do nosso governo terem complicado a confiança dos investidores globais (principalmente as intervenções mais diretas na Petrobras e Vale, que ainda são as duas maiores empresas em nossa bolsa de valores), hoje é possível encontrar boas empresas a preços historicamente baixos. Com o banco central abaixando os juros e tomando outras medidas para aquecer nossa economia, não só algumas empresas aumentarão seus lucros, como muitas boas pagadoras de dividendos devem se tornar tão ou mais atrativas que a renda fixa, tradicional refúgio dos investimentos do brasileiro.</p>
<p>No exterior, o foco da crise passou da iniciativa privada para a política. O passo das decisões políticas costuma ser mais demorado que no mundo empresarial, mas eventualmente a coisa toda será resolvida, e as empresas voltarão a investir.</p>
<p>Longe de mim querer soar otimista em meio a tantos profetas do apocalipse. Pelo contrário, quanto mais aterrorizadas as pessoas ficarem, mais baixos os preços dos ativos ficarão e mais oportunidades aparecerão para quem tiver tempo e paciência para, aos poucos, ir comprando e garimpando boas oportunidades.</p>
<p><span id="more-10049"></span>Espero, realmente, que nesse fim de ano e início do próximo, que vejamos notícias medonhas sobre a economia, que mais e mais pessoas deixem seu dinheiro na poupança com medo de qualquer ativo mais arriscado, e que a grande maioria das pessoas leve um bom tempo para se dar conta que, afinal, a coisa não era tão ruim assim.</p>
<p>A você, caro leitor, desejo que se lembre do conselho de alguém mais velho, sábio e com um sucesso muito maior que o meu: “<strong>Tenha medo quando os outros forem gananciosos, seja ganancioso quando os outros tiverem medo</strong>”.</p>
<p>Um grande abraço, boas festas e feliz ano novo.</p>
<p><strong>Fábio Zugman</strong> é autor de 6 livros, entre eles “<strong>Empreendedores Esquecidos</strong>”</p>
<table border="0" width="590">
<tbody>
<tr>
<td width="250"><a href="http://www.elsevier.com.br/site/produtos/Detalhe-Produto.aspx?tid=82476&amp;seg=6&amp;convenio=clubepai2011" target="_blank"><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img3/23817413.jpg" alt="" width="180" height="180" /></a></td>
<td valign="top"><strong>Empreendedores Esquecidos</strong><br />
Fábio Zugman</p>
<p>Editora: Campus Elsevier<br />
Ano: 2011<br />
Edição: 1<br />
Número de páginas: 120<br />
Acabamento:  Brochura<br />
Formato: Médio</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/23817413/?franq=128860" target="_blank"><img src="../../imagens/clicktobuy.gif" border="0" alt="" width="115" height="53" /></a><a href="http://www.elsevier.com.br/site/produtos/Detalhe-Produto.aspx?tid=82476&amp;seg=6&amp;convenio=clubepai2011" target="_blank"><img class="alignright" title="comprenacampus" src="http://www.clubedopairico.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/08/comprenacampus.jpg" alt="" width="120" height="60" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Aproveite !!</strong> Comprando através do site da editora Campus/Elsevier você ganha <strong>10% de desconto</strong> e seu <strong>frete é de graça</strong> !</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Colunistas &#124;&#124;&#124; À Espera de 2012</title>
		<link>http://www.clubedopairico.com.br/colunistas-a-espera-de-2012/9988</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 20:03:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Caro amigo, mais um ano chega ao seu fim e para que tenhamos um novo ano, repleto de vida e novas esperanças, deixo para os amigos leitores as últimas dicas de finanças do ano de 2011 e também as primeiras dicas do ano de 2012.
Caro leitor arrume as gavetas, armários e cômodos. Jogue fora o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Caro amigo, mais um ano chega ao seu fim e para que tenhamos um novo ano, repleto de vida e novas esperanças, deixo para os amigos leitores as últimas dicas de finanças do ano de 2011 e também as primeiras dicas do ano de 2012.</p>
<p>Caro leitor arrume as gavetas, armários e cômodos. Jogue fora o que não tem utilidade, doe as coisas que não lhe são mais úteis e não deixe as pendências de 2011 invadirem 2012. Comece sua limpeza espiritual, emocional e econômica. Tome para si, as seguintes atitudes para um feliz 2012:</p>
<p>- Quite as dívidas referentes aos cartões de crédito, pois elas têm os juros elevados. Sempre pague o valor total da fatura. Os juros dos cartões e o IOF se aproximam da casa dos 197% ao ano, ou seja, o dobro do valor histórico.</p>
<p>- Livre-se do cheque especial, faça o possível e o impossível para não entrar no cheque especial, os juros do cheque especial variam de 6,75% a 13% ao mês.</p>
<p>- Troque as dívidas caras por outra de menor custo. Grandes empresas usam esta estratégia para diminuir seu índice de endividamento. Tome um empréstimo consignado no banco onde os juros estão na casa dos 3%, devido ao menor risco de inadimplência e pague os cartões de crédito ou quite o cheque especial, mas logo em seguida cancele os cartões e o cheque especial para não cair novamente em tentações.</p>
<p>- Dívidas em lojas comercias, inferiores a 5 anos, procure o CDL para intermediar junto a loja credora uma negociação amigável.</p>
<p>- Tente um empréstimo familiar, mas lembre-se que este deve ser o seu compromisso número um de quitação. Afinal este familiar é um batalhador como você.</p>
<p>Para o amigo leitor, que seguiu os artigos durante o ano de 2011, e já está com as contas equilibradas, seguem algumas dicas de como utilizar o 13º salário, a comissão de vendas ou a caixinha de Natal:</p>
<p>- Lembre-se que o governo é o seu maior sócio, e logo no início do ano, ele virá apropriar-se de parte de sua receita e o pior antecipadamente. Então guarde parte de seu suado “din-din” para este sócio esbanjador. Gosto sempre de ter em mente para que servem os tributos e para onde deveriam ser aplicados, por exemplo: O Imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana (IPTU). O IPTU é tipicamente fiscal, ou seja sua finalidade principal é a obtenção de recursos financeiros para os municípios. Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) é um tributo devido anualmente pelos proprietários de automóveis. O valor a pagar é calculado com base no valor venal do veículo, que pode variar de 1% a 4 %. O valor arrecadado deverá ser aplicado na prestação de serviços públicos como saúde, educação e segurança. Junto ao IPVA é cobrada também a Taxa de Licenciamento e ainda temos  o  Seguro DPVAT (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre), que cobre vidas no trânsito, como o próprio nome diz. A lei determina que o DPVAT deva ser pago todos os anos, juntamente com a cota única ou primeira parcela do IPVA.</p>
<p><span id="more-9988"></span>- Ainda temos o material escolar para os pais, mas este eu considero como o melhor investimento que se pode fazer, tanto a curto como a longo prazo.</p>
<p>Prepare-se para correr do Leão do Imposto de Renda, pois como já dissemos em artigos anteriores, “o leão é manso, mas não é bobo”, temos que nos preparar no final de 2011, para em abril de 2012 diminuirmos a bocada do leão, vão alguns pontos de oportunidades:</p>
<p>- Caso você faça doações para instituições de caridade ou ONG’s, somente as doações ao Estatuto da Criança e do Adolescente e de incentivo à cultura e à atividade audiovisual são aceitas como dedução. Limitados a 6% do valor de imposto devido.</p>
<p>- Faça um plano de previdência privada ou faça um depósito maior no final do ano, pois 12% de sua receita poderá ser aplicada neste investimento, sem que o governo pegue sua fatia no momento da aplicação.</p>
<p>- Aos fiéis pagadores de pensão, faça um pagamento extra de pensão via juiz, pois antes pagar para um ente querido, do que deixar para o leão.</p>
<p>Aos amigos investidores iniciantes temos boas novas para 2012, é que para comemorar os 10 anos do programa Tesouro Direto de vendas de títulos públicos pela internet, o governo e a BM&amp;FBovespa vão lançar medidas de estímulo ao aumento do número de investidores e do volume de aplicações. A principal novidade é a redução do preço mínimo para a compra de um título, que cairá de R$ 100,00 para R$ 30,00.</p>
<p>Espero que no ano de 2012 tenhamos domado o monstro do saldo devedor e o dragão da inflação e que possamos navegar em águas tranquilas e límpidas.</p>
<p>Saúde, sucesso e prospero ano novo, a todos que me leem.</p>
<p><a href="http://casrenato.blogspot.com" target="_blank">Carlos Renato</a> é Contador</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Colunistas &#124;&#124;&#124; As Peneiras das Finanças</title>
		<link>http://www.clubedopairico.com.br/colunistas-as-peneiras-das-financas/9253</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 17:13:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>

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		<description><![CDATA[O pai da Filosofia grega, o grande Sócrates, que viveu nos anos de 469 a 399 A.C, homem de grande sabedoria e enorme simplicidade. Era um filosofo prático, pois o mesmo filosofava durante os seus passeios na Ágora e nas feiras populares da Grécia.
Em um desses passeios filosóficos, foi abordado por um mercador, que tinha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>O pai da Filosofia grega, o grande Sócrates, que viveu nos anos de 469 a 399 A.C, homem de grande sabedoria e enorme simplicidade. Era um filosofo prático, pois o mesmo filosofava durante os seus passeios na Ágora e nas feiras populares da Grécia.</p>
<p>Em um desses passeios filosóficos, foi abordado por um mercador, que tinha algo a falar-lhe sobre um amigo em comum.  Sócrates pediu um momento e questionou-o: &#8211; você passou a informação no crivo das 3 (três) peneiras? As três peneiras socráticas são a <strong>Verdade</strong>, a <strong>Bondade </strong>e a <strong>Utilidade</strong>. Continuou o sábio dizendo: &#8211; O que tens a dizer-me é <strong>verdade</strong>? Com certeza, deve ter passado a informação pela peneira da <strong>bondade</strong>, ou não? Pensaste bem, se é <strong>útil</strong>? Então, disse-lhe o sábio, se o que queres contar-me não é <strong>verdadeiro</strong>, <strong>bom </strong>e nem <strong>útil</strong>, então é melhor que o guardes apenas para ti. O homem retirou-se em silêncio e envergonhado da presença do filósofo.</p>
<p>A história acima se passou há mais de dois mil anos, más é extremamente moderna e útil para os nossos dias, pois quando falamos de Educação financeira, podemos facilmente adapta-lá para o nosso cotidiano.</p>
<p>Consideremos o texto citado na seguinte cena do dia-a-dia. Uma família passeando pelo shopping, que podemos considerar o mercado moderno, o centro de consumo e de desequilíbrio financeiro, para muitas pessoas de nossa convivência diária.</p>
<p>Durante este passeio várias falsas necessidades são criadas. O Marketing e suas diversas ferramentas de vendas nos remetem as necessidades irreais, pois ao adquirirmos um bem, não necessariamente, tem que ser da etiqueta X ou Y. A etiqueta por si só, não agregam nada ao bem em si, mas com certeza acrescentaram alguns zeros ao valor do bem. Existem certas aquisições que fazemos em que o plano básico ou o simples já nos atenderiam perfeitamente, mas não, somos impelidos a adquirir um “Plus-Mega-Power”. Entretanto não sabemos utilizá-lo ou necessitamos somente do básico.</p>
<p><span id="more-9253"></span>Diante disso, convido ao meu amigo leitor a utilizar as peneiras Socráticas diante desta rede desvairada de consumo, que a cada dia está mais agressiva e compulsiva. Sugiro que nas próximas aquisições, você lembre-se deste texto e se faça algumas perguntas, antes de fechar um negócio. As perguntas que você deve fazer-se são:</p>
<p>•	Eu realmente necessito deste bem? Qual a minha real necessidade para desembolsar várias semanas ou meses de trabalho árduo, para adquirir este produto. – <strong>Peneira da Verdade</strong>.</p>
<p>•	A aquisição deste bem trará alguma bondade, ou seja, quais os verdadeiros benefícios deste produto? Está aquisição é o melhor para as pessoas que dependem de mim ou é apenas um luxo para satisfazer o meu ego. – <strong>Peneira da Bondade</strong>.</p>
<p>•	Este produto realmente me será útil? Ou será mais um produto para se acumular nas garagens e armários de minha casa. – <strong>Peneira da Utilidade</strong>.</p>
<p>Além das três peneiras Socrática, sugiro que você acrescente mais duas peneiras, que são as peneiras do <strong>Tempo </strong>e a de <strong>Prometheu</strong>. A peneira de <strong>Prometheu</strong>, nome grego que significa pensar antes, o princípio desta peneira é o de pensar bem, antes de comprar um produto, para não ser um Epimetheu, que significa pensar depois, e aí o arrependimento é certo. A última peneira é a do <strong>Tempo</strong>, pois nada melhor que o Tempo para encontrarmos uma boa promoção. As mudanças de estações, novas tecnologias ou até mesmo um crise de mercado. Estes eventos fazem com que os preços de bens, produtos e ações de empresas fiquem muito atrativos e interessantes. Nestes casos teremos orgulho de nós mesmo, e não sairemos em silêncio ou envergonhado de termos feito um mau negócio.</p>
<p>Saúde e sucesso a todos que me leem.</p>
<p><a href="http://casrenato.blogspot.com" target="_blank">Carlos Renato</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Colunistas &#124;&#124;&#124; De Empregado a Acionista</title>
		<link>http://www.clubedopairico.com.br/colunistas-de-empregado-a-acionista/9002</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Aug 2011 19:21:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bolsa de valores]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Há vinte anos trabalho em uma empresa de capital aberto, as empresas de capital aberto são as que têm suas ações listadas em bolsa de valores, no caso das empresas brasileiras as ações são negociadas na Bovespa, que é a bolsa de mercado e valores de São Paulo.
Sempre tive certo temor de aplicações em bolsa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Há vinte anos trabalho em uma empresa de capital aberto, as empresas de capital aberto são as que têm suas ações listadas em bolsa de valores, no caso das empresas brasileiras as ações são negociadas na Bovespa, que é a bolsa de mercado e valores de São Paulo.</p>
<p>Sempre tive certo temor de aplicações em bolsa de valores, pois mesmo tendo formação acadêmica em Ciências Contábeis, muitos professores conservadores, pintavam o investimento em ações como uma verdadeira roleta russa.</p>
<p>Para agravar um pouco mais a resistência ao mundo do investimento de renda variável (como são chamadas as ações, devido a sua característica de variação constante) trago comigo uma posição política mais à esquerda, por influência familiar, de uma irmã mais velha, que sempre foi simpatizante do PCB, fazendo parte por muitos anos da Associação de Professores Públicos de Minas Gerais &#8211; APPMG, do qual organizou e participou de várias passeatas nos anos de chumbo da ditadura. Tenho muito orgulho de minha irmã, de saber que ela ajudou a construir um país melhor para os meus filhos.</p>
<p>Somado a estes fatos, o discurso do sindicato, do qual fui afiliado durante grande parte de meu tempo de empresa, sempre acusava os acionistas ou o governo como culpado de todos o problemas profissionais. No caso  específico da minha empresa, o governo é o maior acionista da empresa, ou seja, o grande culpado era um só.</p>
<p>Este modo de pensar e ver o mundo me acompanhou durante um longo tempo. Até que em um belo dia, recebi um e-mail sobre uma feira de investimentos denominada ExpoMoney, na qual a empresa em que trabalho iria participar, e o melhor: os ingressos eram gratuitos. Solicitei um par de ingressos e fomos a ExpoMoney, eu e minha esposa.</p>
<p>Assisti a várias palestras, mas uma em especial mudou minha forma de ver o mundo dos investimentos. A palestra da economista e jornalista Rita Mundim, que abordou o assunto de renda variável, mais especificamente ações como investimento de longo prazo, não sei se foi o acaso ou algo assim, mas a empresa que ela utilizou como exemplo foi justamente a empresa em que trabalho. Ela citou alguns clientes e amigos, que acumularam seu primeiro milhão graças à empresa na qual trabalho.</p>
<p>Aquela noite de sexta-feira para sábado foi uma noite turbulenta e transformadora, pois a palestra levou-me a refletir sobre os meus conceitos sobre investimentos. Vários questionamentos em assombraram naquela noite. Seria mesmo um bom caminho financeiro a  seguir ? Os meus professores estavam equivocados ? Minha ideologia era uma falácia ?</p>
<p><span id="more-9002"></span>Ao amanhecer fui para a sala de estudos e comecei a rever alguns fatos e momentos, que alteraram meu relacionamento com o mundo das finanças, o qual vinha praticando até então, cito alguns dos pontos de reflexão:</p>
<p>•	Os professores na década de 90 estavam acostumados com inflação galopante e falta de seriedade nas políticas econômicas;</p>
<p>•	O Socialismo já não era mais uma alternativa, pois a União Soviética e a China já haviam se entregado a força do capitalismo;</p>
<p>•	O sindicato sempre discursava que quem ficava com os lucros da empresa eram os acionistas. Porque não se tornar um deles ?</p>
<p>•	O discurso da empresa era sempre o de remunerar bem os acionistas, pois o capital era deles e deveriam ter o retorno do seu capital. Porque não se tornar um deles ?</p>
<p>•	No estatuto da empresa é garantido uma remuneração mínima, mesmo que haja prejuízo;</p>
<p>•	O plano Collor confiscou todos os valores depositados na poupança acima de NCz$50mil (Cruzado novo). Logo a poupança que é o investimento mais seguro dos riscos de mercado, entretanto não confiscou as ações.</p>
<p>Diante de todas estas ponderações na segunda-feira procurei uma corretora de valores e adquiri todo o meu 13º salário em ações da empresa em que trabalho. Agora, além de meu salário mensal, ainda recebo dividendos, juros sobre o capital próprio e a valorização de mercado das ações.</p>
<p>Por último, mas não menos importante, no mínimo uma vez ao ano participo da Assembleia Geral Ordinária – AGO, da qual participam também os diretores e acionistas, conforme previsto na lei 6.404/76 em seu Art. 132.” Anualmente, nos 4 (quatro) primeiros meses seguintes ao término do exercício social, deverá haver 1 (uma) assembléia-geral para:  I &#8211; tomar as contas dos administradores, examinar, discutir e votar as demonstrações financeiras; II &#8211; deliberar sobre a destinação do lucro líquido do exercício e a distribuição de dividendos; III &#8211; eleger os administradores e os membros do conselho fiscal, quando for o caso; IV &#8211; aprovar a correção da expressão monetária do capital.”</p>
<p>Espero que esta história possa leva-los a refletir sobre o mercado de ações e sobre o investimento em suas próprias empresas, pois ninguém melhor do que o empregado da empresa para saber se a empresa tem futuro promissor ou não.</p>
<p>Saúde e sucesso a todos que me leem.</p>
<p><strong><a href="http://casrenato.blogspot.com" target="_blank">Carlos Renato</a></strong> é Contador</p>
</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Só perde dinheiro quem vende&#8221;</title>
		<link>http://www.clubedopairico.com.br/so-perde-dinheiro-quem-vende/8817</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Aug 2011 12:36:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje vou falar sobre uma das maiores besteiras que ouvimos no mercado financeiro, especialmente em momentos como o atual, onde tudo cai e o fundo parece não chegar nunca: A pessoa só perde dinheiro num investimento quando vende/zera sua posição.
Antes de qualquer coisa, você concorda com esse pensamento ? Pergunto isso pois você pode estar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Hoje vou falar sobre uma das maiores besteiras que ouvimos no mercado financeiro, especialmente em momentos como o atual, onde tudo cai e o fundo parece não chegar nunca: <strong>A pessoa só perde dinheiro num investimento quando vende/zera sua posição</strong>.</p>
<p>Antes de qualquer coisa, <strong><span style="text-decoration: underline;">você</span> concorda com esse pensamento ?</strong> Pergunto isso pois você pode estar pensando dessa forma mais por &#8220;condicionamento&#8221; do que por qualquer outro motivo &#8230;</p>
<p>Ok, em <strong>termos contábeis </strong>a frase é verdadeira, você somente terá um prejuízo <strong>contábil</strong> a partir do momento em que realizar a venda, em que zerar a posição. Para a Receita Federal você não tem nem lucro nem prejuízo enquanto não zerar posição. Mas e em termos reais, será que a história é assim mesmo ?</p>
<p>Nos últimos dias temos visto muitos investidores (desde sardinhas até TOP 10 da Fortune) alegando estarem &#8220;tranquilos&#8221; com a queda apresentada até o momento em 2011. (já caiu mais de 26% &#8230;)</p>
<p>Alegam estarem tranquilos, pois continuam com as ações em suas carteiras, continuam sendo sócios de empresas reais, que não tiveram prejuízo já que as ações não foram vendidas, que as empresas continuarão gerando dividendos e blá blá blá. Será que é bem assim mesmo ?</p>
<p>Será que alguém que via o extrato de sua carteira de ações apresentando R$ 1.000.000,00 não fica nem um pouco &#8230; &#8220;afetado&#8221; ao ver que ela hoje vale algo próximo a R$ 500.00,00 hoje ? E olha que isso aconteceu com várias ações esse ano &#8230; Será que ele não considera a hipótese de ter perdido dinheiro ?</p>
<p>Certo, ele não chegou a ter o R$ 1.000.000,00, afinal de contas ele não vendeu as ações naquele momento. Ou a lógica só vale para quando cai ? &#8220;Quando cai eu tenho ações, quando sobe eu tenho dinheiro.&#8221; É assim que você pensa ? Ou a coisa vale para os dois casos ou não vale para nenhum deles &#8230;</p>
<p>Percebeu como tentamos contornar os problemas criando cenários que nos favoreçam, sempre ? É &#8230; essa é a natureza humana, sempre tentando encontrar conforto. <strong>Mas &#8230; não seria melhor encara-los de frente ?</strong></p>
<p><span id="more-8817"></span>Quer ver um exemplo de como isso é uma besteira enorme ? Vou dar dois exemplos, que vivi &#8211; não exatamente como mostrado no exemplo, ok ? -, quando tive em carteira ações da NET e da VIVO, na época com os códigos PLIM4 e TSPP4. Quem viveu o topo da bolha da internet se lembrará disso.</p>
<p>Hoje a PLIM4 é a NETC4 e a TSPP4 é a VIVO4. Imagine a alegria, e a &#8220;fortuna&#8221; de quem comprou estas ações no topo &#8211; ou próximo dele &#8211; e as mantém em carteira até hoje, pensando &#8220;Ah, sem problemas, ainda não perdi dinheiro, afinal não vendi as ações.&#8221;. Está sentado ? Prepare-se &#8230;</p>
<p>O topo da NETC4 foi <strong>R$ 464,12</strong> &#8230; hoje vale <strong>R$ 14,15</strong>.</p>
<p>O topo da VIVO4 foi <strong>R$ 340,59</strong> &#8230; hoje vale <strong>R$ 71,80</strong>.</p>
<p>Como disse, foram somente dois exemplos que &#8220;vivi&#8221;, por isso tenho na memória, mas certamente esses não são casos isolados &#8230; Será que quem segurou estas ações consegue pensar que &#8220;não perdeu dinheiro por não ter vendido&#8221; ?</p>
<p>Portanto amigo, assuma: você &#8220;perdeu dinheiro&#8221; (se preferir amenizar o termo) se o valor da ação no mercado está abaixo do seu preço médio de compra. Não tente se conformar com algo que está conceitualmente errado. Pode até não contar para a Receita, mas o seu bolso sentirá a perda.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Você usa seu cartão de crédito para pagar suas contas ?</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2011 12:27:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Acho melhor repensar essa &#8220;estratégia&#8221; &#8230;
O governo anunciou essa semana que cobrará IOF das operações de crédito do tipo &#8220;pagamento de contas/boletos com o cartão de crédito&#8221;. Não, não é um valor tããão grande que chegue a ameaçar um orçamento, mas é um custo extra. Será cobrado o já tradicional 0,38% pela &#8220;operação&#8221; + 0,0082% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Acho melhor repensar essa &#8220;estratégia&#8221; &#8230;</p>
<p>O governo anunciou essa semana que cobrará IOF das operações de crédito do tipo &#8220;pagamento de contas/boletos com o cartão de crédito&#8221;. Não, não é um valor tããão grande que chegue a ameaçar um orçamento, mas é um custo extra. Será cobrado o já tradicional 0,38% pela &#8220;operação&#8221; + 0,0082% ao dia em que o crédito tiver sido usado. Digamos que você tenha usado por 30 dias, pagará algo próximo a 0,65% ao mês.</p>
<p>E sabe como é &#8230; juro é juro. Custo extra é custo extra. <img src='http://www.clubedopairico.com.br/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Claro, além disso continuarão sendo cobradas as taxas atualmente cobradas. (que não tenho ideia de quais sejam &#8230;)</p>
<p>Muitos justificam que fazer isso é interessante, por causa das milhas ganhas através desse pagamento extra (o valor das contas pagas também gera bônus para os programas de milhagem dos cartões), a ponto de muitos usarem um cartão para pagar as contas &#8230; de outro cartão. Alegam que dessa forma acabam duplicando a pontuação. Se vale realmente a pena ? Tenho minhas dúvidas &#8230; Já as tinha antes da cobrança do IOF, agora então &#8230;</p>
<p>Ok, você ganhará algumas milhas extras por isso, mas será que realmente vale a pena ? Você já parou para fazer as contas, pegou papel e lápis e detalhou a vantagem real dessa &#8220;estratégia&#8221; ? O custo da taxa + IOF justificam continuar usando-a ? Afinal a cada R$ 1.000,00 você acumula aproximadamente 630 pontos e só de IOF terá um gasto de R$ 6,50. (mais a taxa, aquela que não imagino de quanto seja &#8230;)</p>
<p>Para expandir o assunto, convido os amigos que adotam essa estratégia a deixar um comentário aqui no post. Quem sabe não vale realmente a pena ? <img src='http://www.clubedopairico.com.br/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Colunistas &#124;&#124;&#124; Devedor, Gastador, Poupador ou Investidor?</title>
		<link>http://www.clubedopairico.com.br/colunistas-devedor-gastador-poupador-ou-investidor/8252</link>
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		<pubDate>Mon, 23 May 2011 12:03:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Silvia Soares]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre houve um questionamento se as escolas devem ou não incluir no currículo escolar a disciplina Educação Financeira. Dever da instituição de ensino ou não, o fato é que as pesquisas apontam para um endividamento cada vez maior por parte dos brasileiros. Cada vez mais podemos presenciar os “estragos” que a falta de uma Educação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Sempre houve um questionamento se as escolas devem ou não incluir no currículo escolar a disciplina Educação Financeira. Dever da instituição de ensino ou não, o fato é que as pesquisas apontam para um endividamento cada vez maior por parte dos brasileiros. Cada vez mais podemos presenciar os “estragos” que a falta de uma Educação Financeira faz na vida de muitas pessoas de diferentes classes sociais, o que nos remete a importantes questões: Devemos realmente esperar que o Governo decida se essa disciplina é realmente necessária? Enquanto isso, devemos deixar as nossas finanças nas mãos de instituições financeiras? Certamente não, mas para que isso não aconteça, ou não torne a acontecer, uma série de medidas se fazem necessárias.</p>
<p>Como qualquer outra disciplina, a Educação Financeira não é um conceito que se aprende da noite para o dia. Assim como o aprendizado de Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia e outras disciplinas, requer paciência e dedicação. Contudo, pode ser uma disciplina para se aprender sozinho, por etapas. No inicio parecerá difícil, mas com o tempo, ao se familiarizar com a linguagem financeira, perceberá o quanto é prazeroso ver seu pequeno patrimônio crescer gradativamente.</p>
<p>A Educação Financeira é um conjunto de orientações, métodos e conhecimentos sobre como utilizar os recursos financeiros de forma adequada para atender às necessidades e aos desejos. Assim como administramos tempo, casa, família, trabalho, a Educação Financeira pode ser entendida como uma boa administração das finanças pessoais para se atingir os objetivos.</p>
<p>Para isso, primeiramente é necessário saber em qual estágio você se encontra:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Devedor                          -&gt; Gastador                          -&gt; Poupador                        -&gt; Investidor</strong></p>
<p>Cada estágio tem suas particularidades e migrar para um estágio mais avançado requer sempre mais esforço e dedicação. Qualquer que seja o estágio, acredite ou não, todos querem as mesmas coisas: ganhar mais para saciar suas necessidades ou desejos, ou melhor, ganhar para gastar. É claro que as necessidades são diferentes e isso mostra a própria evolução em cada estágio, mas a forma como isso acontece e a maneira como lidam com as finanças pessoais será fator determinante.</p>
<p>Uma característica básica do estágio Devedor é que ele está sempre devendo alguém. Mal termina uma prestação e já está planejando a outra, em alguns casos o planejamento é tão “bem feito” que uma dívida começa no mês posterior ao término da outra, porque é a única forma que ele consegue obter algum bem. É muito comum frases como:  “Eu não consigo guardar o dinheiro”, “Se eu não fizer uma prestação eu não consigo nada”, “Eu não iria comprar, mas estava em promoção”. Sempre há uma justificativa para que ele não admita o óbvio: não sei lidar com o meu dinheiro.</p>
<p>Se você se encontra no estágio do Devedor, significa que você está utilizando recursos de terceiros (cartão de crédito, cheque especial, empréstimos) em demasia, ou seja, você está entre os 60% dos brasileiros que se encontram endividados. A característica básica do devedor é que  ele não consegue quitar suas dívidas em dia, muitas vezes, por ocorrer fatos alheios a dívida comprometida.</p>
<p><span id="more-8252"></span>Em via de regra, ele não se preocupa com as influências externas (inflação, juros, taxas e impostos), pois ele pensa que isso não o afeta, então ele compromete boa parte de sua renda com uma prestação que, a princípio, pode pagar, mas como não estava atento ao ambiente externo e, como ele não se preparou para isso, a inflação aumentou o valor dos bens de consumo essenciais, os impostos e taxas aumentaram as contas do lar e os juros aumentou um pequeno empréstimo que ele possuía.</p>
<p>Conclusão: aquela parcela que se encaixava perfeitamente no orçamento familiar, representa agora motivos de insônia, pois como agora ele gasta muito mais com moradia, alimentação, saúde e transporte, já não consegue honrar com a prestação mensal. Os juros, antes ignorado, agora representa o vilão da dívida aumentado-a em até 100%.</p>
<p>Já no estágio do Gastador, ele não deve ninguém, mas também não sobra dinheiro para mais nada, a não ser as necessidades e desejos imediatos. Em geral, gasta todo o dinheiro do mês, sempre pensa que um aumento de salário resolveria seus problemas, mas esquece-se que suas necessidades aumentam proporcionalmente à sua renda, o que não seria um problema se houvesse um controle. A linha entre o Gastador e o Devedor é tênue, porque ele trabalha sempre com o orçamento ajustado.</p>
<p>Como não há grandes dívidas que comprometam o orçamento, o Gastador sempre está com suas dívidas em dia, mas muitas vezes, por não haver um planejamento em seus desejos, nada sobra para um imprevisto. Com um pouco de esforço e controle, ele migraria facilmente para o próximo estágio: o Poupador.</p>
<p>O Poupador está dois passos a frente dos seus antecessores pois possui duas características determinantes: <strong>controle e disciplina</strong>. Significa que ele gasta menos do que ganha, então consegue poupar.  Administra bem suas finanças, possui sua reserva financeira, mas ao contrário do que muitos pensam, Educação Financeira não se resume em corte de gastos, ou seja, poupar não necessariamente significa investir. O equilibrio das finanças é fundamental para o próximo estágio, mas para aqueles que querem sair da condição de Poupador para Investidor será necessário mais do que um equilibrio financeiro, é necessário <strong>conhecimento</strong>.</p>
<p>O Investidor transcende ao Poupador, pois neste estágio ele utiliza todo o conhecimento financeiro à seu favor para que os próprios investimentos rendam o suficiente para ele saciar seus desejos e necessidades sem que necessite utilizar a renda própria. Nesta fase, a meta do Investidor é a independência financeira, o que não significa que ele irá deixar de trabalhar, ao contrário, ele irá trabalhar com o que gosta, com o que lhe dá prazer, sem estresse.</p>
<p>Quando se compara a atitude face ao cuidado com as finanças daqueles que são os dois estágios mais opostos – Devedor e Investidor -, verifica-se que existe por parte do Devedor uma maior dependência de recursos de terceiros aonde os juros compostos é o seu principal vilão, ao passo que o Investidor utiliza os juros compostos ao seu favor, usando seu conhecimento para investir em diversas áreas que lhe traga o retorno esperado.</p>
<p>É importante ressaltar que independente do estágio, os objetivos são os mesmos: utilizar a renda para saciar suas necessidades e desejos. É claro que as necessidades e os desejos também são variados e pessoais, mas engana-se quem pensa que o estágio do Poupador e do Investidor é um estágio de privações, ao contrário, isso ocorre sim, no início, mas devido ao controle, tanto o  Poupador quanto o Investidor conseguem realizar seus desejos em uma escala bem maior do que o Gastador e o Devedor, porém, com recursos próprios, sem ônus, o que traz mais tranquilidade e um maior universo de satisfações.</p>
<p>A transição entre os estágios não é nada fácil. Contudo, não dá para pular os estágios, ou seja, você não pode passar de Devedor à Investidor, pois terá vários insucessos na vida financeira.  Investir quando ainda se está devendo é o pior dos cenários, os juros do capital investido, em geral, são menores do que os juros de uma dívida. É necessário sair da condição de devedor, controlar os gastos, começar a poupar para então investir.</p>
<p>Da mesma maneira, entrar no mercado financeiro sem o mínimo de conhecimento, poderá trazer mais ônus do que bônus. Quanto maior o conhecimento, maior será o entendimento da dinâmica do mercado financeiro.</p>
<p><a href="http://www.dividasemduvidas.com/" target="_blank"><strong>Silvia Soares</strong></a> é graduando no curso de MBA em Gestão Empresarial, Pós Graduada em    Controladoria e Finanças e Graduada em Ciências Contábeis. Atua como    Analista de Gestão na maior empresa de saneamento da América Latina. Com    experiência prática e acadêmica em finanças de negócios, finanças    corporativas, controladoria, empreendedorismo e economia doméstica;    utiliza suas experiências empresariais no ramo de Administração e    Contabilidade para auxiliar a melhor maneira de dispor os recursos    financeiros com a proposta de promover novas perspectivas e alternativas    financeiras.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Colunistas &#124;&#124;&#124; Aproveitem as compras coletivas !</title>
		<link>http://www.clubedopairico.com.br/colunistas-aproveitem-as-compras-coletivas/7979</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 18:02:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Saulo Venâncio]]></category>

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		<description><![CDATA[Há um bom tempo não escrevo aqui pro Clube. Mas com essa febre de compras coletivas assolando a internet brasileira, não pude deixar de escrever mais um post para comentar sobre elas.
Maravilhosos descontos vêm em nossas caixas postais quando nos cadastramos, ou não. Aquele irresistível 50% de desconto. Isso sim é educação financeira. Posso consumir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Há um bom tempo não escrevo aqui pro Clube. Mas com essa febre de compras coletivas assolando a internet brasileira, não pude deixar de escrever mais um post para comentar sobre elas.</p>
<p>Maravilhosos descontos vêm em nossas caixas postais quando nos cadastramos, ou não. Aquele irresistível 50% de desconto. Isso sim é educação financeira. Posso consumir e ainda economizar.</p>
<p>Temos que aproveitar as compras coletivas. Aproveitar. Quantas vezes você já não sentiu o irresistível apelo do desconto para obter aquilo que sempre sonhava. Nossa, uma massagem com isso e aquilo mais isso. Nossa, uma viagem pro Bahamas com clube de golfe incluído com 60% de desconto.</p>
<p>Façamos um raio-X. Você como um bom leitor do Clube já deve ter ouvido falar da noção de que quando pedimos o desconto à vista e ele aparece, é porque a margem de lucro da empresa já contava com “acréscimo adicional”. Então, pensando bem, teria isso alguma coisa a ver com a compra coletiva?</p>
<p>Ah, tá, você pode me dizer. Mas poxa, aquela viagem de transatlântico com 50% de desconto é imperdível, e é algo que eu queria mesmo fazer! E vem aquela sensação de que temos que aproveitar senão não vamos nunca encontrar uma oportunidade igual, e você claro aproveita e compra. Acaba que você, na “vida real”, está atolado de trabalho para fazer nos próximos 8 meses de validade da compra e acaba não tendo o tempo de usufruir da chance imperdível que você, esperto, não perdeu.</p>
<p>São casos e mais casos de pessoas que compram massagens, serviços em especial e deixam expirar. No caso dos produtos, pessoas compram produtos que não necessitam realmente somente porque está abaixo do preço esperado. É o caso daquele Xbox novo pra seu sobrinho que tem um Playstation 3 recém-ganho.</p>
<p>Qual a diferença do acima para você passar numa vitrina, ver aquela bicicleta ergométrica cheia de tecnologia com uma plaquinha de “Últimas Unidades, de 1.099,00 por 699,00”. Hum, últimas unidades. Hum, o máximo, finalmente queimarei uns quilinhos extras.  Hum, que descontão, imperdível mesmo.</p>
<p><span id="more-7979"></span>Diferença nenhuma. Chama-se comportamento por impulso. Compra-se o que não necessita porque tem condições interessantes. Quase certeza que sua barata bicicleta vai se tornar um cabide depois de uns meses, se tudo isso.</p>
<p>Bom, você já deve ter percebido qual o ponto que quero chegar. O ponto é que a compra coletiva e seu conceito é maravilhoso. Mas é apenas especialmente uma jogada de marketing para aumentar a compra por impulso. Desgastados que estão os métodos de merchandising no ponto de venda, e estando aí as maravilhas que a tecnologia pode proporcionar, nossos amigos marketeiros inventaram mais uma ferramenta para vender seus produtos.</p>
<p>Você pode ser uma pessoa letrada financeiramente, ter controle de contas e tal. Mas uma ferramenta tão nova passa despercebida por ser apenas “mais do mesmo”.  E por essa razão que comecei esse post incitando você a aproveitar a compra coletiva.</p>
<p>Aproveite essa nova onda para recapitular seu controle emocional para esse novo instrumento de marketing. Com isso você vai desperdiçar muito menos do seu dinheirinho comprando coisas inúteis e vai poder aplicar no seu futuro e no da sua família, fazendo investimento em ações a longo prazo, contribuindo mais com sua aposentadoria, ou até mesmo investindo mais em seu bem estar (quem sabe uma academia?) do que naquela famigerada, “barata” e inutilizada bicicleta.</p>
<p><strong>Saulo Venâncio</strong> é empresário, investidor, formado em   Tecnologia em Administração de Empresas, graduando em Engenharia de   Controle e Automação e amante das finanças pessoais e comportamentais.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Colunistas &#124;&#124;&#124; Como acompanhar os preços de imóveis ?</title>
		<link>http://www.clubedopairico.com.br/colunistas-como-acompanhar-os-precos-de-imoveis/7606</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 12:14:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Fábio Portela]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das maiores dificuldades de investir no mercado imobiliário diz respeito à inexistência de informações confiáveis a respeito da evolução do mercado. As construtoras de Brasília, por exemplo, anunciam que os investimentos imobiliários deram, nos últimos anos, rentabilidade média de 25% ao ano. Mas como podemos verificar se esta informação é verídica?
Não há como. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Uma das maiores dificuldades de investir no mercado imobiliário diz respeito à inexistência de informações confiáveis a respeito da evolução do mercado. As construtoras de Brasília, por exemplo, anunciam que os investimentos imobiliários deram, nos últimos anos, rentabilidade média de 25% ao ano. Mas como podemos verificar se esta informação é verídica?</p>
<p>Não há como. A Fundação Getúlio Vargas lançou, recentemente, um índice de acompanhamento do setor (o IGMI-C &#8211; Índice Geral do Mercado Imobiliário Comercial), mas falta ainda um índice confiável para acompanhar a evolução dos preços residenciais. Há alguns meses, a FIPE lançou, em conjunto com o site ZAP Imóveis, um índice baseado nos anúncios de venda de imóveis do site.</p>
<p>Evidentemente, a base de cálculo do índice FIPE &#8211; ZAP Imóveis é viciada desde o início, já que é baseada nos anúncios de um site cujos maiores clientes são aqueles que desejam vender imóveis e, por isso, têm interesse em alardear que os preços estão subindo ininterruptamente. Deixar a responsabilidade pela elaboração de um índice importante como esse nas mãos de quem tem interesses particulares em um determinado resultado é como deixar as raposas tomando conta do galinheiro. Se em algum momento os dados começarem a mostrar uma realidade não desejada, não há nada que garanta que os dados não serão manipulados.</p>
<p>Obviamente, eu não estou dizendo que os elaboradores do índice têm má-fé ou que os dados não são verídicos. Não se trata de uma acusação, mas de uma reflexão a respeito do melhor modo de elaborar um índice como este.</p>
<p>Mas há, também, outras dificuldades. Como os dados são elaborados a partir dos anúncios, é possível que haja outras distorções. Por exemplo, digamos que um imóvel esteja sendo anunciado por R$ 500.000,00, mas o dono não tope diminuir o valor por nada nesse mundo, e esteja recebendo apenas propostas inferiores a este valor. Para o índice, os imóveis com aquele perfil valem R$ 500.000,00, mas a verdade é que o mercado não aceita pagar por aquele valor. Por depender dos anúncios de venda (e não do valor efetivo de compra), o índice não reflete necessariamente a realidade. Se muitos anunciantes resolverem elevar artificialmente os preços, mas os imóveis não alcançarem o valor desejado por falta de oferta, e os vendedores se recusarem a baixar o preço, pode acontecer de o índice indicar uma elevação nos preços, mas os negócios não estarem se concretizando. Em outras palavras, um descolamento entre a realidade e os preços indicados no índice.</p>
<p>Mas existe um modo muito fácil de contornar essas dificuldades. Bastaria que alguma instituição de pesquisa coletasse os dados de negociação a partir dos próprios cartórios de registro de imóveis, que têm os registros de todas as transações imobiliárias lícitas, pelo preço real de aquisição (nos casos em que não há fraude, evidentemente). Essa, a meu ver, é a melhor fonte de informação para quem deseja formular um índice como esse.</p>
<p><span id="more-7606"></span>Enquanto um índice decente não é elaborado, ficamos à mercê das propagandas das próprias construtoras e imobiliárias, que continuam divulgando um crescimento no setor que não condiz com a realidade. Em Brasília, por exemplo, em todo lugar se vê anúncios de empreendimentos (ou mesmo de venda de imóveis já velhos) com rentabilidade de 20% ao ano &#8211; e, apesar disso, a realidade tem sido bem mais modesta. Com umas contas que fiz a partir dos dados divulgados pelo SINCOVI-DF (que também não deixa de ter interesse na valorização), de julho até agora a rentabilidade média tem estado bem em linha com a renda fixa, bem distante da casa dos 20%.</p>
<p>Espero sinceramente que a fiscalização do setor imobiliário fique mais atenta e divulgue informações mais precisas. Todos só terão a ganhar no longo prazo se o mercado tiver como acompanhar, de maneira confiável, a evolução do mercado imobiliário.</p>
<p><strong>Fábio Portela L. Almeida </strong>é mestre em direito       constitucional e mestrando em filosofia pela Universidade de Brasília e é       um investidor desde 2006. Desde então, tem estudado sobre temas       relacionados ao mercado como autodidata. As dificuldades encontradas       para obter informações simplificadas e corretas sobre investimentos  o      levou a escrever o blog “<a href="http://www.opequenoinvestidor.com.br/" target="_blank">O pequeno investidor</a>“,       que tem por objetivo ensinar a pequenos investidores, com uma      linguagem  clara e descomplicada, como funciona o mundo dos      investimentos.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Colunistas &#124;&#124;&#124; Iniciante na Educação Financeira</title>
		<link>http://www.clubedopairico.com.br/colunistas-iniciante-na-educacao-financeira/7420</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 17:24:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma coisa que me incomoda profundamente é quando algo óbvio se mostra para as pessoas e essas pessoas não conseguem enxergar e aceitar isso, falo isso pois há algumas semanas tenho conversado com amigos e colegas da faculdade sobre minha introdução à educação financeira. Sempre comento sobre o Clube do Pai Rico, os livros do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Uma coisa que me incomoda profundamente é quando algo óbvio se mostra para as pessoas e essas pessoas não conseguem enxergar e aceitar isso, falo isso pois há algumas semanas tenho conversado com amigos e colegas da faculdade sobre minha introdução à educação financeira. Sempre comento sobre o <strong>Clube do Pai Rico</strong>, os livros do Pai Rico, bolsa, poupança e etc, infelizmente parece que ninguém quer escutar e entender isso, quando toco no assunto com meu pai ele logo se tranca no quarto para ver qualquer jogo de futebol que esteja passando em qualquer país que seja e meus amigos começam a falar de mulher pra poder sair do foco ou argumentam que é impossível guardar dinheiro.</p>
<p>Tento mostrar às pessoas como é simples guardar dinheiro e que é tudo uma questão de disciplina e nada mais do que isso, meu salário serve quase que exclusivamente para pagar a faculdade e o restante para aplicações pequenas, mas logo se tornarão grandes. Tenho amigos que com minha idade ganham cerca de seis vezes mais e mesmo assim nunca têm dinheiro para tomar uma coca na cantina da faculdade, mas tem um carro zero que nunca sai da garagem!</p>
<p>O primeiro passo que tomei para a educação financeira foi quando encontrei o Clube em uma pesquisa no Google, isso foi no início de 2010 e após esse dia fui à minha agência bancária procurar saber mais de investimentos, a maior besteira que já fiz, pois logo o gerente tentou me empurrar previdência privada, <a href="http://www.clubedopairico.com.br/o-golpe-dos-titulos-de-capitalizacao/1069" target="_blank">capitalização</a> e por fim sugeriu a poupança, por sorte eu estava blindado contra esses truques e meu primeiro investimento (por ser iniciante e ter cabeça de conservador) foi uma aplicação mensal em CDB DI, indicado pelo meu tio que tem uma empresa de contabilidade e é conservador, mas logo comecei a me interessar mais por investimentos e pesquisar muito, participar do fórum e me preparar para um dia investir em ações. Meu outro tio que também tem uma empresa de contabilidade tem um perfil arrojado e quando comentei com ele que estava investindo logo me perguntou sobre ações, disse para telefonar no seu escritório que falaríamos disso e foi isso que fiz, liguei durante alguns meses sempre tirando dúvidas (mas nem sempre o encontrando porque ele está sempre em reuniões) e me recomendou iniciar com empresas mais conservadoras como Petrobrás e Vale, indicou algumas corretoras também, mas optei pela corretora do meu banco que apesar de ter uma corretagem cara me permitia tirar dinheiro direto da conta e isso me fazia economizar com transferências.</p>
<p><span id="more-7420"></span>Aprendi que nessa vida temos que definir prioridades e que muitas vezes nos levam a sacrifícios, quem quer curtir agora beleza pode curtir gastar tudo só que no futuro não adianta ficar reclamando que não tem dinheiro nem pra levar os filhos no cinema porque o combustível ficou mais caro ou a aposentadoria é uma merreca. Assim como em uma empresa nossa vida é feita de planejamento e para quem está iniciando nos investimentos assim como eu, fica essa dica!</p>
<p>Abraços<br />
Bruno Andrade Papi<br />
(General)</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Colunistas &#124;&#124;&#124; Criar bons hábitos financeiros leva tempo, mas a recompensa é grande</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Mar 2011 12:34:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Silvia Soares]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você quer tomar as rédeas de sua vida financeira, saiba que apesar de toda a informação disponível, criar bons hábitos financeiros leva tempo. Para aquele que está engatinhando na área de poupar e investir, os termos estranhos, a quantidade de taxas, os imprevistos e até a decisão entre investir neste ou naquele fundo pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Se você quer tomar as rédeas de sua vida financeira, saiba que apesar de toda a informação disponível, criar bons hábitos financeiros leva tempo. Para aquele que está engatinhando na área de poupar e investir, os termos estranhos, a quantidade de taxas, os imprevistos e até a decisão entre investir neste ou naquele fundo pode ser o fator decisivo entre ganhar e perder dinheiro.</p>
<p>É importante ressaltar sempre que não há fórmula mágica no mundo financeiro. Se alguém souber como dobrar o capital investido em curtíssimo prazo, essa pessoa, com certeza, guardará a informação para si mesma e, mesmo assim, não será uma receita. A máxima “se você fizer as coisas do mesmo jeito, obterá sempre os mesmos resultados” não funciona no mundo das finanças. Se eu indicar passo a passo, os meus investimentos dos últimos 5 anos e você os seguir a risca, não terá os mesmos resultados, você poderá ganhar bem mais ou até muito menos.</p>
<p>Contudo, mesmo não havendo receitas ou fórmulas mágicas, alguns hábitos ajudam muito e, se você não tiver paciência para segui-los, com certeza não terá para entrar no mundo financeiro, pois os pilares do mundo das finanças são: controle, disciplina e conhecimento.</p>
<p>Se você realmente está disposto a mudar de vida, um importante passo é controlar os gastos. Por mais chato e simples que pareça, não conheço uma fórmula melhor e mais fácil do que anotar gasto a gasto, seja em uma planilha, dessas disponíveis em qualquer site de finanças, ou até uma mais simples feita por você mesmo. Anotar os seus gastos funciona como ir a um psicólogo. Uma das máximas da psicologia diz que se você ouvir a si mesmo em voz alta, você estimula e aprimora a capacidade de se abstrair da situação. Não se vendo na situação você conseguirá tomar decisões imparciais. Da mesma maneira, anotar os gastos fará você visualizá-los, analisá-los e pontuá-los. Isso levará a uma reflexão do que poderá ser reduzido e até excluído, mesmo que temporariamente. Não se iluda com a ideia de que você pode ter o que quiser a todo o momento, muitas vezes quando você escolher uma situação abrirá mão de outra. Anotando todas as dívidas, você saberá exatamente de quanto poderá dispor. Essa parte chama-se <strong><em>controle</em></strong>.</p>
<p>Conseguindo equilibrar os gastos e verificando que eles são menores do que o rendimento mensal haverá um bom fluxo de caixa, ou seja, as suas entradas (salários e/ou rendimentos) serão maiores do que a sua saída (despesas diversas). E se você conseguir que este cenário permaneça estará no caminho da <strong><em>disciplina</em></strong>. Excluir um gasto exagerado pode até parecer fácil, contudo, manter o orçamento equilibrado é o grande desafio, pois você terá que fazer o mais difícil: dizer não; “esse mês não dá”; “esse mês não posso”. Esse será o seu ônus e, ao mesmo tempo, o grande avanço para a disciplina. Não significa que você irá se privar de várias coisas, mas significa que você precisará programar várias delas. Acredite, depois de alguns “não” virão vários “sim”. Essa disciplina te proporcionará uma sobra que poderá ser investida em reserva de emergência que, como já foi mencionado no <a href="http://www.clubedopairico.com.br/a-lei-de-murphy-e-as-financas/7321" target="_blank">post anterior</a>, não é um investimento, é apenas uma folga para pensar com calma frente aos imprevistos.</p>
<p><span id="more-7411"></span>Constituída a reserva, você poderá pensar em uma renda passiva, ou seja, fazer o dinheiro trabalhar para você. Contudo, haverá muitos investimentos possíveis e por mais simples que a forma de investir possa parecer, não consigo imaginá-la sem o mínimo de <strong><em>conhecimento</em></strong>. Seja ações ou fundo de renda fixa, seja previdência ou títulos do tesouro, seja em curto ou em longo prazo. Não espere que as instituições financeiras indiquem o melhor para você, pois o que é melhor para você pode não ser o melhor para elas. Se você não pode ter um bom consultor financeiro, se informe. Caso já tenha decidido por um tipo de investimento, tente obter o máximo de informação sobre ele. Saber somente o rendimento não é suficiente. Taxas administrativas, tributações, taxas de custódia, etc., podem corroer o capital investido se for feita a escolha errada. Lembro-me de uma amiga que fez um investimento em renda fixa por dois anos e depositava religiosamente a quantia de R$ 300,00 mensais. Após exatamente um ano de investimento, um imprevisto a fez interromper o acordado e resgatar o saldo acumulado. Descontada todas as taxas e tributações, ela resgatou a quantia de R$ 2.700,00. Lembro-me perfeitamente da frase dita: “era melhor ter deixado o dinheiro embaixo do colchão, literalmente. Pelo menos, assim eu teria R$ 3.600,00”.</p>
<p>A verdade é que nunca se saberá o valor do imprevisto, mas é possível mensurar o custo de um imprevisto. Há vários sites e consultores que se disponibilizam a fornecer explicações de investimentos de forma simples e prática. Em fóruns, como este, de discussões financeiras, você encontrará várias opiniões diferentes, mas acima de tudo, encontrará várias experiências. Pessoas que antes de ganharem dinheiro perderam muito dinheiro, pessoas que ainda não conseguiram ganhar dinheiro, pessoas dispostas a dividirem os conhecimentos adquiridos, não com suas teorias, mas com a prática vivenciada.</p>
<p>E finalmente, e talvez muitos discordem, mas assuma o seu perfil de investidor definido por você e não por instituições financeiras. Algumas questões definirão se você é um investidor agressivo, modesto ou conservador, mas você pode ter um perfil conservador e estar disposto a perder R$ 5.000,00 no mercado de ações. Ou, você pode ter um perfil agressivo e estar passando por uma situação delicada que requer cautela. A avaliação deve ir além de simples questões em um formulário. É preciso analisar o recurso financeiro disponível, o objetivo do investimento, personalidade, afinal, um investimento não deve ser motivo de preocupação constante. O perfil pode não ser definitivo e sim momentâneo, mas o importante é saber que quanto mais informação referente ao investimento, maior será a segurança e você poderá assumir um risco calculado.</p>
<p>Em suma, criar bons hábitos financeiros leva tempo, mas a recompensa é grande. Controle-se, discipline-se, informe-se. As instituições financeiras sobrevivem da falta de controle, disciplina e conhecimento. Há muitos investimentos disponíveis no mercado para todos os tipos de investidores e você poderá ter bons resultados se tiver muita paciência e disponibilidade para estudá-los.</p>
<p><a href="http://www.dividasemduvidas.com/" target="_blank">Silvia Soares</a> é graduando no curso de MBA em Gestão Empresarial, Pós Graduada em  Controladoria e Finanças e Graduada em Ciências Contábeis. Atua como  Analista de Gestão na maior empresa de saneamento da América Latina. Com  experiência prática e acadêmica em finanças de negócios, finanças  corporativas, controladoria, empreendedorismo e economia doméstica;  utiliza suas experiências empresariais no ramo de Administração e  Contabilidade para auxiliar a melhor maneira de dispor os recursos  financeiros com a proposta de promover novas perspectivas e alternativas  financeiras.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Colunistas &#124;&#124;&#124; Ideias brilhantes &#8211; coisa de gênio ?</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 11:41:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem nunca pensou &#8220;Por que eu não tive essa ideia antes ?&#8221; que atire a primeira pedra. Mas o que será que faz com que algumas pessoas tenham ideias antes da maioria ?
Como todos nós sabemos, ainda que haja divergências de opiniões sobre o seu começo, hoje vivemos na &#8220;Era da Informação&#8221;. Não é de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Quem nunca pensou &#8220;Por que eu não tive essa ideia antes ?&#8221; que atire a primeira pedra. Mas o que será que faz com que algumas pessoas tenham ideias antes da maioria ?</p>
<p>Como todos nós sabemos, ainda que haja divergências de opiniões sobre o seu começo, hoje vivemos na &#8220;Era da Informação&#8221;. Não é de hoje que vemos boas ideias transformando simples estudantes em donos de empresas gigantes. Mas o que a maioria de nós não sabe é que ter uma boa ideia não é um dom ou algo para gênios. Embora ela, sozinha, não seja garantia de sucesso, existem maneiras de ajudar nesse processo criativo. Eis algumas:</p>
<p>1 &#8211; Esteja em constante contato com o assunto &#8211; embora algumas ideias pareçam vir &#8220;do nada&#8221;, elas têm forte ligação com o que você costuma ver, fazer e pensar (afinal, muita coisa fica no subconsciente). Se você tem forte contato com tecnologia, é natural que suas ideias tenham relação com a área. Independentemente da área, leia, pense e converse sobre o assunto.</p>
<p>2 &#8211; Anote tudo &#8211; não é porque o subconsciente pode nos ajudar que devemos deixar tudo nas mãos dele. As vezes, podemos combinar algumas ideias &#8220;esquecidas&#8221; para criar uma realmente boa.</p>
<p>3 &#8211; Faça coisas diferentes &#8211; desde mudar o trajeto de casa até sentar em um lugar diferente no trabalho podem ajudar no processo criativo.</p>
<p>4 &#8211; Converse com quem entende do assunto &#8211; nada melhor do que ouvir alguém que já trilhou o caminho pelo qual queremos passar.</p>
<p>5 &#8211; Inspire-se nos melhores &#8211; não faz sentido querer ter uma empresa do tamanho do Facebook e pesquisar a história da empresa da esquina.</p>
<p>Ainda que as dicas acima não possam garantir êxito (na realidade, nada pode), optar por segui-las pode ser o diferencial para a tão esperada &#8220;grande ideia&#8221;. E você, já leu sobre o assunto hoje ?</p>
<p><strong>João Selarim</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Colunistas &#124;&#124;&#124; A Lei de Murphy e as Finanças</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Feb 2011 12:24:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Você deve estar se perguntando: qual a relação entre a Lei de Murphy e as finanças. Primeiramente, Edward Alvar Murphy Jr. (1918 &#8211; 1990) merece todo crédito e respeito pela sua lei visto que foi “sua primeira vítima”. Murphy, engenheiro aeroespacial norte-americano, em 1949 participou de um projeto no qual os oficiais conduziram os testes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Você deve estar se perguntando: qual a relação entre a Lei de Murphy e as finanças. Primeiramente, Edward Alvar Murphy Jr. (1918 &#8211; 1990) merece todo crédito e respeito pela sua lei visto que foi “sua primeira vítima”. Murphy, engenheiro aeroespacial norte-americano, em 1949 participou de um projeto no qual os oficiais conduziram os testes para determinar o quanto um ser humano poderia resistir à força da gravidade. Para isso, Murphy levou um conjunto de sensores capazes de medir a quantidade exata de força, tornando os dados mais confiáveis. Na hora dos testes ocorreu uma “pane” e o aparelho não funcionou. Ao inspecioná-lo, Murphy descobriu que seu assistente havia invertido a conexão de todos os sensores. Foi então que ele exclamou: &#8220;se alguma coisa pode dar errado, com certeza dará&#8221;.</p>
<p>Da mesma forma, a Lei de Murphy atua continuamente em nossas finanças. “<em><strong>Se alguma dívida (inesperada) pode aparecer, ela aparecerá da pior forma possível e no pior momento</strong></em>”. Você, com certeza, já passou por uma situação semelhante a esta. Uma multa que apareceu quando a “grana” do mês já tinha acabado; o carro que chegou da revisão e, de uma hora para outra, parou de funcionar; um acidente de trânsito não grave o suficiente para acionar o seguro, e nem leve o suficiente para não precisar de um reparo; um problema na parte elétrica da casa que fez você chamar urgentemente um eletricista; uma enfermidade que você pensava ser passageira deixou um rombo no seu orçamento com a quantidade de remédios que teve de comprar; e tantas outras situações. Enfim, ninguém está livre desses “casos e acasos”, o que remete a importância do meu primeiro post e o tema deste artigo: <strong>Reserva de Emergência</strong>.</p>
<p>O tema é tão relevante e tão extenso que seria possível escrever um livro. Fazer uma reserva de emergência não só é sinal de inteligência como também de prudência. Como o próprio nome já diz a emergência não manda recados, é algo inesperado, imprevisto ao qual você não se preparou e não conseguiu evitar. Contudo, constituindo uma reserva de emergência, você poderá minimizar o impacto que este incidente, ou acidente, poderá causar.</p>
<p>Quando qualquer imprevisto acontece, a primeira atitude, de uma forma geral, é recorrer ao cheque especial. É fácil, prático e rápido, certo? Errado. Este dinheiro não é seu, e esta falta de planejamento financeiro terá um alto preço. Não há milagres no mundo financeiro, quanto mais fácil o crédito, mais caro será o débito, ou seja, quanto mais fácil e rápido este dinheiro estiver disponível a você, maior será a carga de juros que você pagará. As instituições financeiras torcem para que isso aconteça no pior momento e na pior hora possível. A urgência nos faz aceitar qualquer proposta, desde que o valor das parcelas, independente de suas quantidades, seja condizente com nosso orçamento. A reserva de emergência é o primeiro passo para quem quer tomar as rédeas de sua vida financeira.</p>
<p>Constituir uma reserva de emergência é bem mais fácil do que se parece. Independe da renda mensal, a reserva de emergência sempre deve existir, pois uma verdade é universal: “não importa qual será o acontecido, a emergência sempre será maior do que o valor que você tem na carteira”.</p>
<p><span id="more-7321"></span>O primeiro passo para esta decisão será definir o montante a ser constituído. Alguns especialistas defendem a ideia de constituição equivalente ao salário de 2 meses. Outros, mais conservadores, defendem um valor equivalente a 6 meses de salário. Pessoalmente, pequenas metas em curto prazo são bem mais fáceis de conquistar, especialmente para iniciantes. Comece com uma meta de reservar um mês de salário, sem pressa e sem grandes sacrifícios. Se for muito difícil para você, poderá ir até a sua instituição financeira e solicitar que o valor seja debitado diretamente da sua conta-corrente, ou conta salário, para uma conta de investimento. Você se surpreenderá quando o dinheiro aparecer mês a mês.</p>
<p>Segundo passo: uma reserva de emergência não deve significar privações. A renda a ser reservada deve ser significativa, porém não deverá quebrar a rotina financeira, ou seja, deixar de comprar algo, privar-se de um lazer ou até atrasar dívidas em prol da reserva de emergência poderá trazer frustrações, seguido de uma desistência por ter o dinheiro e não realizar um desejo. A reserva de emergência geralmente é constituída por aquele valor financeiro que saiu do seu bolso sem você saber como, quando e onde o valor foi gasto. Comece com pequenos valores, 5% ou 10% de sua renda é suficiente para os iniciantes. Estabeleça um percentual fixo sobre a renda, e não um valor, assim o seu depósito mensal ira aumentar de acordo com seu desenvolvimento profissional.</p>
<p>Terceiro passo: reserva de emergência não é investimento. O valor depositado mensalmente pode estar em alguma aplicação, mas deve estar disponível para saque de uma forma facilitada, tanto quanto foi para depositá-lo. A poupança, apesar de baixos rendimentos, possui uma enorme facilidade para saque. Há rendimentos de renda fixa que também proporcionam uma carência de poucos dias para saque, entretanto a sua emergência poderá ser em dias, ou em horas, por isso, escolha sempre o mais fácil. Você já terá um fato imprevisto para se preocupar, o saque da reserva de emergência não deverá ser outro problema.</p>
<p>Quarto e último passo: reserva de emergência é para emergências. Apesar da redundância, é importante ressaltar que liquidações, promoções, lazer, churrasco no final de semana ou comemoração de uma data especial, não são emergências. Fatos como estes já são conhecidos e rotineiros. A reserva deve ser utilizada em um ocorrido que você não tem controle e não pode evitar. Será como um plano de saúde ou seguro de um carro. Você faz para se prevenir, mas devido à origem da necessidade, espera nunca precisar usar.</p>
<p>Iniciar uma reserva de emergência é o primeiro passo para administrar suas finanças. A reserva te proporcionará um fôlego, certa calmaria mediante a tempestade e, com certeza, a frase que virá a sua cabeça quando necessitar será: “ainda bem que tive o bom senso de estar preparado”.</p>
<p>Quando você constituir uma reserva de emergência, saiba que estará a vários passos de muita gente. A maioria não se prepara para um imprevisto, e isso é visível quando vemos os dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, divulgado no início de 2010, mencionando que em cada 10 famílias entrevistadas, 06 estão endividadas. Na pesquisa 22% afirmaram que possuem contas atrasadas e 8% disseram que não terão como quitar suas dívidas. Não faça parte desta estatística. Quando você constituir uma reserva de emergência, estará pronto para o próximo passo: constituir uma reserva para investimentos.</p>
<p><a href="http://www.dividasemduvidas.com" target="_blank">Silvia Soares</a> é graduando no curso de MBA em Gestão Empresarial, Pós Graduada em Controladoria e Finanças e Graduada em Ciências Contábeis. Atua como Analista de Gestão na maior empresa de saneamento da América Latina. Com experiência prática e acadêmica em finanças de negócios, finanças corporativas, controladoria, empreendedorismo e economia doméstica; utiliza suas experiências empresariais no ramo de Administração e Contabilidade para auxiliar a melhor maneira de dispor os recursos financeiros com a proposta de promover novas perspectivas e alternativas financeiras.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Colunistas &#124;&#124;&#124; Quer ganhar dinheiro com ações? Aprenda a perder dinheiro!</title>
		<link>http://www.clubedopairico.com.br/colunistas-quer-ganhar-dinheiro-com-acoes-aprenda-a-perder-dinheiro/7028</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 10:53:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bolsa de valores]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Fábio Portela]]></category>

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		<description><![CDATA[Para ganhar dinheiro no mercado de ações, é preciso aprender a perdê-lo antes. É preciso ver R$ 10.000,00 investidos se transformarem em R$ 8.000,00 e não fazer nada &#8212; e, se possível, comprar ainda um pouquinho mais. Se você tem R$ 100.000,00 investidos, tem que ter sangue frio para ver R$ 30.000,00, R$ 40.000,00 irem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Para ganhar dinheiro no mercado de ações, é preciso aprender a perdê-lo antes. É preciso ver R$ 10.000,00 investidos se transformarem em R$ 8.000,00 e não fazer nada &#8212; e, se possível, comprar ainda um pouquinho mais. Se você tem R$ 100.000,00 investidos, tem que ter sangue frio para ver R$ 30.000,00, R$ 40.000,00 irem embora rapidamente, em questão de semanas.</p>
<p>Vimos como isso pode acontecer em 2008. Naquela época, eu estava começando a investir em ações, e decidi apostar no longo prazo, adotando, desde o início, a estratégia Buy and Hold &#8211; comprar empresas boas a preços módicos, e mantê-las em minha carteira de investimentos pelo maior prazo possível.  Comecei a comprar, todo mês, faça chuva ou faça sol, um pouquinho de ações. Nesse processo, acabei me saindo bem na crise: fiz um preço médio baixíssimo e, quando as ações começaram a se recuperar no final daquele ano e em 2009, tive um bom lucro. Não vendi uma única ação na pior crise das últimas décadas e ainda tive lucro muito superior à renda fixa, no fim das contas! Me saí melhor do que muitos investidores que se assustaram com a crise e saíram do mercado. Descobri que pior do que ficar no mercado no meio de uma crise, é sair dele por causa da crise.</p>
<p>Aprendi a perder dinheiro e só por isso comecei a ganhá-lo. Enfrentei a crise de 2008 com muita serenidade, e hoje me sinto como um monge japonês: mesmo que a crise atual leve a alguns anos de recessão em todo mundo, estou absolutamente tranquilo. Continuo sem vender nenhuma ação e compro um pouquinho todo mês. O objetivo é me tornar sócio de algumas das melhores empresas do Brasil, com a certeza de que elas me darão retorno no futuro, porque confio na sua administração. Confio no futuro da economia, por mais bobagem que os governantes, bancos centrais e economistas possam fazer.</p>
<p>Essa tranquilidade me fez projetar meu futuro financeiro a longo prazo: não importa o que aconteça no curto prazo (1, 2, 5, 10 anos). Quero retorno daqui a 30 anos! Se os preços de ações de boas empresas for ao chão, tanto melhor, pois as comprarei, aos poucos, e a preços baixos &#8212; e isso fará toda a diferença no futuro.</p>
<p>Acompanhe meu raciocínio: vamos projetar o que aconteceria com alguém que investe em uma empresa cujos preços estão sempre caindo, apesar de seus lucros estarem sempre em crescimento pequeno, por conta da conjuntura econômica pessimista.  Digamos que R$ 10.000,00 são investidos por ano, mas por 10 anos os preços caem. Digamos que as cotações caiam a uma taxa de 10% ao ano, e que os lucros cresçam a uma taxa modesta, de 8% ao ano. Se considerarmos que no primeiro ano a cotação média da ação é de R$ 10,00 e o lucro por ação é de R$ 1,00, teríamos a seguinte projeção:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-7031 aligncenter" title="7028_1" src="http://www.clubedopairico.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/01/7028_1.png" alt="" width="401" height="164" /></p>
<p><span id="more-7028"></span>Como você pode observar, a cada ano, o investidor adquire mais ações do que no ano anterior porque os preços são decrescentes. Além disso, como os lucros são crescentes e os preços decrescentes, o índice P/L cai a cada ano. Ou seja, a cada ano a ação está mais barata do que no ano anterior, seja porque o preço cai, seja porque a empresa, no décimo ano, é uma empresa melhor do que no primeiro porque lucra mais. Nessa situação, o investidor teria adquirido, investindo R$ 10.000,00 por ano, um total de 16.811 ações, com um preço médio de R$ 5,94 por ação.</p>
<p>Agora, vamos imaginar que, a partir do décimo ano, o apocalipse financeiro chegue ao fim e o mundo comece a crescer. Se a empresa mantiver o crescimento de seu lucro (o que é uma pressuposição modesta, já que provavelmente ela aumentaria esse crescimento durante a fase de recuperação), em pouco tempo o investidor reverteria o prejuízo.</p>
<p>Suponha que a cotação da ação, num mundo em recuperação, passe a ter um crescimento por ano de 2o% (razoável para um panorama de crescimento posterior a eventos cataclísmicos) e que o lucro por ação continue a crescer à taxa de 8% ao ano. Vamos ver como o investimento se comportaria:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-7032 aligncenter" title="7028_2" src="http://www.clubedopairico.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/01/7028_2.png" alt="" width="399" height="147" /></p>
<p>A dinâmica dos próximos 10 anos foi invertida. Como os preços agora são crescentes, a cada ano o investidor, com os mesmos R$ 10.000,00 investidos anualmente, compra menos ações.</p>
<p>Mas qual foi a rentabilidade obtida ao final dos vinte anos? Em vinte anos, aplicados R$ 10.000,00 por ano, ele teria investido R$ 200.000,00 no período. No total, foram adquiridas 27.633 ações que, no ano 20, valeriam R$ 662.861,00. A rentabilidade total foi de 231,43% &#8211; uma média de 6,71%.</p>
<p>Antes que você julgue a rentabilidade baixa (e não nego), lembre-se de que o exemplo desconsiderou premissas importantes.</p>
<p>A primeira delas é que a empresa não pagou dividendos. Vamos imaginar um cenário diferente, em que ela pagasse 25% de seus lucros em dividendos. Esse é o mínimo que a legislação brasileira exige das empresas. Isso significaria que o investidor teria recebido, ao final de 20 anos, R$ 90.740,79 em dividendos. Somado ao lucro inicial, de R$ 662.861,00, o investidor teria R$ 753.601,00. A rentabilidade total seria de 276%, ou 45% a mais que os 231% obtidos na primeira hipótese. Uma rentabilidade anual de 6,85%.</p>
<p>Mas a mágica começa a acontecer quando consideramos nos cálculos que o investidor reaplique os dividendos recebidos, comprando mais ações. Nessa hipótese, ao final dos 20 anos, ele teria adquirido 37.427,46 ações, muito mais que as 27.633,25 adquiridas no primeiro exemplo. E seu patrimônio seria de R$ 897.873,00 no vigésimo ano, 348% de rentabilidade no total, ou 7,79% ao ano.</p>
<p>Você percebe como, em razão de pequenos detalhes, o rendimento aumenta um pouquinho, mas no final há uma diferença enorme? No primeiro exemplo, a rentabilidade anual foi de 6,71% e, no segundo caso, 7,79%; mas essa diferença de pouco mais de 1% ao ano foi responsável por um acréscimo de quase R$ 150.000,00 no final de 20 anos.</p>
<p>Ah, eu quase ia me esquecendo de um detalhe importante! Em um mercado otimista, que sobrevaloriza a cotação das ações, não é incomum encontrarmos índices P/L superiores a 20. Nos cálculos que utilizamos, o P/L do ano 20 é de 5,56; se o mercado avaliasse a ação, naquele ano, com um índice P/L de 20, a cotação daquele ano seria de R$ 86,40. Nesse patamar, o patrimônio do investidor que reaplicasse os dividendos diligentemente seria de &#8230; <strong>R$ 3.233.692,80</strong>. Uma rentabilidade total de <strong>1516,85% </strong>e anual de <strong>14,93%</strong>.</p>
<p>Essa rentabilidade não é fantástica, mas as premissas assumidas são muito conservadoras. A empresa manteve um ritmo de crescimento igual durante a crise e após ela, e eu considerei um evento quase cataclísmico que derrubaria a economia por 10 anos, e após ocorreria  uma recuperação em ritmos modestos demais para uma recessão desse tamanho. E mesmo assim o investidor poderia ter um patrimônio em algum lugar entre R$ 890.000 e R$ 3.000.000,00, tendo investido R$ 200.000,00.</p>
<p>Aprendi a ficar tranquilo com as oscilações do mercado acionário em razão de cálculos parecidos com estes. Mesmo que enfrentemos crises que durem 5 ou 10 anos, provavelmente quem comprar ações de boas empresas se sairá bem. Afinal, mesmo durante uma recessão as pessoas precisam comer, beber, usar serviços básicos, ou seja, dificilmente deixarão de adquirir a maioria dos produtos que são fornecidos por empresas que têm capital aberto. A economia americana foi ao chão, a Europa está indo pelo ralo agora e você não deixou de fazer nada do que fazia antes. Bebe sua cervejinha, usa energia elétrica, contrata tevê a cabo, usa desodorante &#8211; tudo como fazia antes.</p>
<p><strong>Se você aprender a perder dinheiro, terá dado um grande passo para ganhá-lo!</strong></p>
<p><strong>Fábio Portela L. Almeida </strong>é mestre em direito      constitucional e mestrando em filosofia pela Universidade de Brasília e é      um investidor desde 2006. Desde então, tem estudado sobre temas      relacionados ao mercado como autodidata. As dificuldades encontradas      para obter informações simplificadas e corretas sobre investimentos o      levou a escrever o blog “<a href="http://www.opequenoinvestidor.com.br/" target="_blank">O pequeno investidor</a>“,      que tem por objetivo ensinar a pequenos investidores, com uma     linguagem  clara e descomplicada, como funciona o mundo dos     investimentos.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Colunistas &#124;&#124;&#124; Poder de Compra e o Longo Prazo – Verdades Reveladas (parte 2)</title>
		<link>http://www.clubedopairico.com.br/colunistas-poder-de-compra-e-o-longo-prazo-%e2%80%93-verdades-reveladas-parte-2/6895</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Jan 2011 11:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Mazzei]]></category>

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		<description><![CDATA[Certo dia, li em algum lugar uma história que foi muito difundida e não me lembro onde li. Esquecimento maior por razões éticas. Essa história dizia mais ou menos assim:
&#8220;O investidor Arnaldo arrumou o primeiro emprego&#8230;. aplicou 300 reais em 1996, que era 20 % do seu salário pois ele ganhava R$ 1500,00. Aplicou os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Certo dia, li em algum lugar uma história que foi muito difundida e não me lembro onde li. <em>Esquecimento maior por razões éticas</em>. Essa história dizia mais ou menos assim:</p>
<p>&#8220;<em>O investidor Arnaldo arrumou o primeiro emprego&#8230;. aplicou 300 reais em 1996, que era 20 % do seu salário pois ele ganhava R$ 1500,00. Aplicou os R$ 300,00 na ação Vale do Rio Doce e começou a fazer aportes mensais nesse valor&#8230;</em>”</p>
<p>A história era linda, cheia de detalhes e vários investidores adoraram lê-la. Todos que a leram comentam até hoje e alguns investidores se iludiram com esse método achando que iam ficar milionários. Ficou famosa e quem a escreveu também.</p>
<h3>Onde está o erro?</h3>
<p><strong>Simples: a deficiência da Matemática e o poder de compra.</strong></p>
<p>Na história dizia que Arnaldo tinha 22 anos e conseguiu o primeiro emprego de Engenheiro. O piso salarial de um Engenheiro na época era de oito salários mínimos em 1996. O equivaleria a R$ 800,00. Para você ter uma ideia como os “R$ 1500,00” dele era um salário alto, neste ano, o salário seria maior que o do <strong>Deputado Estadual </strong>da época.</p>
<p>É como você tivesse 22 anos de idade e recebesse hoje <strong>15 salários mínimos </strong>no seu primeiro emprego. Ou seja, você receberia mais que 7 mil e seiscentos reais no primeiro emprego.</p>
<p>Mesmo assim, considerando como real esse caso, ele aplicou mensalmente 20%. O que equivale aos dias de hoje, Mil e quinhentos reais mensalmente. Para provar isso verifico que o salário mínimo era 100 reais. Vamos calcular:</p>
<p>100 &#8212;510 (salario atual)</p>
<p>300 – X</p>
<p>100x = 510 ● 300</p>
<p>x= 153000/100</p>
<p>x = 1530 (Mil quinhentos e trinta reais)</p>
<p>Legal, verificamos nesse “conto de fadas” que ele, Arnaldo, no “primeiro emprego”, com 22 anos, teria que colocar na Vale5 o equivalente a 1 mil e quinhentos reais mensalmente. <strong>E que ele recebia quase o dobro do piso de Engenheiro no primeiro emprego. Que sorte não?</strong> <img src='http://www.clubedopairico.com.br/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><span id="more-6895"></span>Ainda no meio de sua trajetória, contada mês a mês, o investidor aplicou em 2002 doze mil reais que recebeu de bônus da empresa que trabalhava&#8230; Legal&#8230;em 2002, doze mil&#8230; &#8230;humm&#8230; VAMOS AOS CÁLCULOS&#8230;..</p>
<p><strong>Doze mil reais em 2002 seria como se fosse <span style="text-decoration: underline;"> sessenta e seis salários mínimos</span></strong>. Ou seja, como se ele recebesse da empresa que trabalhava 33 mil reais de participação hoje&#8230; Empresa boazinha essa né? <img src='http://www.clubedopairico.com.br/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Ainda no mesmo capítulo da história de <em>algum lugar que li</em>, foi dito que “Arnaldo” aplicou um dinheiro, pois a empresa em que trabalhava deu outro bônus de 30 Mil em 2004 e ainda frisou que eram 12 salários mínimos&#8230;.Note que 12 salários mínimos eram na época R$2880,00 e não 30 Mil. <strong>Trinta mil Reais eram mais que 120 salários mínimos&#8230;</strong></p>
<p><strong>Não é nenhuma surpresa, esperar que ficasse milionário assim, não é mesmo?</strong></p>
<p>Recentemente uma revista de investimentos utilizou como “<span style="text-decoration: underline;">excelência</span>” a história, o livro e o capítulo citado. Não tiveram nem o trabalho de calcular os valores para ver se era verídica essa “<em><span style="text-decoration: underline;">história real</span></em>”. (vide nota)</p>
<p>O restante do livro é muito bom. Mas não acredite nesse conto de fadas. Pois o sapo é seu bolso e não vai virar príncipe.<br />
 <img src='http://www.clubedopairico.com.br/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>Outros exemplos em sites diversos</strong>:</p>
<p>“<em>Se você tivesse investido 300  reais desde</em>”&#8230; e por aí vai&#8230;</p>
<p>Parece pouco para investir mensalmente, mas se você analisar novamente a tabela, no poder de compra da época, o salário mínimo era equivalente a 100 reais. Ou seja, 3 salários mínimos.</p>
<p>É mais ou menos como você investisse todo mês 1 Mil e quinhentos Reais a partir de hoje e tentar recolher os frutos daqui a 20 anos.</p>
<h3>Conclusão:</h3>
<p>Se você está pobre ou com poucos recursos para fazer aportes mensais, e pretende ficar rico, de nada vai adiantar investir no longo prazo. Não é um investimento que te fará rico com pouco dinheiro.</p>
<p><strong>É sempre &#8220;a deficiência da matemática&#8221; iludindo a massa.</strong></p>
<p>Mas se você está com recursos em abundância essa é a hora para investir no longo prazo.</p>
<p>Considero o método de longo prazo como um investimento excelente. Mas não te deixará rico se você não possui recursos suficientes para tal. É um dos melhores investimentos e não é considerado como especulação.</p>
<p>Invista consciente e aproveite os juros compostos.</p>
<p><strong>Nota do autor</strong>: <em>Foi citada uma história contada em um livro, pois temos o dever moral de não disseminar mentiras e coisas que trarão prejuízo ao investidor. Não coloquei o nome do livro, não citei que ele existiu realmente e nem tenho interesse comercial nisso. Como autor de livros não seria ético de minha parte citá-lo expressamente. Peço para o moderador que não cite o nome do mesmo e nem da revista que publicou tal matéria. Peço que não libere as mensagens de respostas com esta citação, para preservar o autor. Não entrei em detalhes que farão a pessoa que não leu o livro identificá-lo. Quis com isso fazer apenas com que a pessoa, que já leu o mesmo e outros textos do gênero, não se iluda, não tenha prejuízos através dos tempos e aprenda mais com a “deficiência matemática”.</em></p>
<p><strong>Para saber mais:</strong></p>
<p>Fontes de pesquisa:</p>
<p>Índices de custo de vida DIEESE</p>
<p>http://www.dieese.org.br/rel/rac/salminMenu09-05.xml</p>
<p>Sites citados:</p>
<p>http://www.hardmob.com.br/showthread.php?p=7635883</p>
<p>http://www.portalbrasil.net/2009/colunas/editorial/agosto_16.htm</p>
<p><strong>Alexandre Mazzei</strong> é consultor da <a href="http://www.moraisdeandrade.com.br/moraisdeandrade/consultores.htm" target="_blank">Moraes de Andrade</a>,   Professor de Finanças, Matemática, Física e atualmente leciona   Eletrônica pela Rede Faetec, com experiência de mais de 12 anos no   ensino. Engenheiro e Licenciado em Matemática e Física  pela Fundação   Souza Marques.</p>
<p>Autor do livro: “Memórias de Um Operador de Home Broker”.</p>
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<tbody>
<tr>
<td width="175"><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21421795/?franq=128860" target="_blank"><img title="Memórias de Um Operador de Home Broker: Ações e Opções" src="../wordpress/wp-content/uploads/2009/09/memorias-de-um-operador-de-home-broker.jpg" alt="Memórias de Um Operador de Home Broker: Ações e Opções" width="180" height="180" /></a><br />
<strong>Nota do Site:</strong><br />
<strong><img src="../../imagens/notas/3.jpg" alt="3 Moedas" width="130" height="26" /></strong></td>
<td valign="top"><strong>Memórias de Um Operador de Home Broker: Ações e Opções</strong></p>
<p>Alexandre Luiz Mazzei<br />
Ano: 2008<br />
Edição: 1<br />
Número de páginas: 104<br />
Acabamento:  Brochura<br />
Formato: Médio</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21421795/?franq=128860" target="_blank"><img src="../../imagens/clicktobuy.gif" border="0" alt="Compre seu livro no Submarino" width="115" height="53" align="left" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>]]></content:encoded>
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