Arquivo da Categoria ‘Imóveis’

Pergunte ao Pai Rico – 114

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Pergunta:

Olá. Tenho acompanhado o Clube do Pai Rico no Twitter e estudado muito sobre o assunto “investimentos”.

Sou uma pessoa que nunca se preocupou com a educação financeira, mas tenho me empenhado a me familiarizar com o tema.
Este post da bolha imobiliária me fez refletir profundamente sobre a minha situação atual…

Moro num apto na região da Paulista que estou financiando em 180 meses…comprei na planta e na época o valor da compra era de R$105k, valor de avaliação R$120k.
Conversando com um corretor da administradora do prédio fico sabendo que hoje está valendo em torno de R$350k!!!
Se não estou fazendo as contas erradas…291% de valorização em 5 anos! 58,2%/ano!
Definitivamente…tem algo de estranho…

Ai iniciou-se um grande pensamento…”Por que não aproveitar o momento e vender o apto?”
Acalmando um pouco a euforia repentina…
350k (valor do apto) – 21k (o absurdo dos 6% de comissão corretora) – 60k (o que falta do financiamento)…
Ainda fico com 269k (bruto).
Agora o raciocínio inverso…Se eu for vender..onde irei morar? Boa pergunta…

Para viabilizar a venda, tenho que tornar o apto o mais desejável possível…pintura, faxina, manutenção…
E mais…permanecer no apto durante o processo de venda? Receber visitação no meu cantinho? Expor minha privacidade?
Se eu conseguir vender…compro outro? Compro um menor para investimento e outro financiado para morar?
Ou será que alugo e começo a investir em ações?

O post causou um tsunami de pensamentos…
E a certa ganância de querer aproveitar esta bolha antes que estoure e o medo de que certamente estoure me faz pensar…”tenho a sensação de que moro dentro de uma bomba relógio”. rs

Essa euforia de consumo da massa, facilidade de crédito, aumento do salário mínimo para R$560, retorno do CPMF, movimentação estranha da bolsa me fazem sentir náuseas estomacais…
Sinal de alta de inflação? Bolha imobiliária estourando em 3 meses?
É muito interessante ver os comentários de todos aqui…

Vou pensar um pouco mais nas possibilidades…
Quem sabe ainda pego a bolha intacta! hihihi

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Colunistas ||| A bolha imobiliária estoura em 3 meses

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Com a frase acima Elvis Pfutzenreuter, autor de Ganhando Dinheiro com Opções e Investindo no Mercado de Opções, dá um ultimato para o oba oba que tomou conta do mercado de imóveis. A minha posição vocês já conhecem, levanto a bandeira da existência da bolha já faz um bom tempo, mas quando vai estourar ? Mistério. :)

A frase “A bolha imobiliária estoura em 3 meses” foi título de um post direto e objetivo, onde as únicas palavras postadas foram: “Quem avisa, amigo é.

Na semana seguinte ele publica outro post com as “explicações”, e que agora será publicado aqui no Clube para sua leitura. Concordo com tudo o que ele disse, e você ?

O estouro da bolha imobiliária, explicado

Como bem disse um dos que comentaram no post anterior: bolha se chama bolha porque ninguém sabe quando vai estourar. Então, concordo com quem acha minha “previsão” um tanto arrogante, furada, ou as duas coisas.

Devo também esclarecer aos neolulistas de plantão, que se ofendem com a menor sugestão de que há algo de errado no Brasil: o “estouro” que estou “prevendo” não será uma hecatombe, não será nada parecido com 1991, ou com 1998 onde estivemos perto de ter um novo calote na dívida interna, no estilo Plano Collor (ééé, faltou pouco pra acontecer, o boato na época correu forte). Será simplesmente um ajuste, deprimente para alguns mas bem-vindo e necessário no geral.

Nem tampouco é medo da Dilma, ou do Serra (porque há motivos para temer um e outro). O ajuste virá, e a minha curiosidade é saber a) quem estará no leme; e b) como reagirá.

Devo ainda declarar, para ser honesto, que odeio imóveis. Eu e o Robert Kiyosaki (autor do livro “Pai Rico, Pai Pobre”) somos simetricamente suspeitos quando emitimos opiniões sobre imóveis…

Dito isto, devo dar minhas razões pelas quais acredito que um forte ajuste, no mercado imobiliário e talvez em outros, se avizinha:

 
1. A coisa óbvia: os imóveis no Brasil estão muito caros

Quando um imóvel custa mais caro no Brasil que nos EUA, há definitivamente alguma coisa errada.

Por mais que os neolulistas argumentem da pujança brasileira e crise estadunidense, convenhamos em termos absolutos eles ainda constituem uma economia muito mais forte, com muito mais poder de compra. E pra completar, vamos enxergar o óbvio ululante, eles têm quase o dobro de população com um território do mesmo tamanho!

Não confundam isso com “síndrome de vira-lata”, é perfeitamente possível ao Brasil chegar a estar melhor que os EUA. Basta continuarmos a crescer e eles continuarem a decair. É como disse um amigo meu que meteu-se a técnico de futebol society: “um pega um, outro pega o outro e o outro faz o gol”.

Parece fácil, mas enquanto nós temos Petrobras e Vale, eles têm Google e Apple. Vai demorar um pouco (na minha opinião, vai demorar praticamente pra sempre :) e no ínterim diversas bolhas hão de formar-se e estourar. Não é este processo que vai salvar-nos do estouro da bolha presente.

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Colunistas ||| Preço de imóvel não cai ?

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Muitos corretores de imóveis angariam clientes com a promessa de que esse investimento é seguro, isento de riscos, e tem a rentabilidade garantida. Com a crescente oferta de crédito a juros mais baixos que tem ocorrido no país desde 2003, o preço dos imóveis disparou a taxas “chinesas”, como é costume dizer hoje em dia. Com o aumento do crédito, as pessoas têm a disposição mais dinheiro para adquirir a tão sonhada casa própria. Com mais dinheiro no mercado, a demanda cresce mais forte do que a oferta, o que leva a uma escalada de preços. Esse panorama levou a uma valorização expressiva em várias cidades do país, cujos imóveis chegaram a ter uma rentabilidade de 20% ou 25% ao ano durante 4 ou 5 anos seguidos. À taxa de 25% ao ano, um imóvel que custasse R$ 100.000,00 em 2006 estaria valendo, hoje, aproximadamente R$ 244.000,00.

Essa valorização, contudo, não é sustentável eternamente. Os corretores e as construtoras, obviamente, não dirão isso a seus clientes. Muitos continuam alardeando que nos próximos anos teremos lucros idênticos ou maiores ainda ao longo dos próximos anos. A proposta é tentadora: afinal, o melhor da renda fixa, hoje, oferece uma rentabilidade próxima aos 11% (alguns títulos do tesouro direto), com sacrifício. A poupança, meros 6% ao ano, pouco além da inflação. Investir em imóveis, com uma rentabilidade superior a 20%, parece fantástico!

Mas nem tudo são flores. Assim como ocorre nas ações (e mesmo em determinados produtos de renda fixa), há flutuação de preços e o valor dos imóveis pode cair bruscamente, levando seu proprietário a ter rentabilidade negativa. Isso as construtoras não dizem. Pior ainda, como o investimento em um imóvel exige um capital volumoso, os prejuízos podem ser colossais. Imagine ter um apartamento de R$ 900.000,00 que perde 10% de seu valor em um ano. Isso significa um prejuízo de R$ 90.000,00! No mercado de ações, o impacto de uma queda dessas pode ser minorado pela desnecessidade de alocação maciça de capital. Se você tem R$ 10.000,00 em ações de uma empresa e elas sofrem uma queda de 50%, você só perdeu R$ 5.000,00. Se você tem um apê de R$ 900.000,00, a mesma queda equivaleria a R$ 450.000,00. São muitos ovos na mesma cesta!

Há aproximadamente um ano, escrevi no meu site, O pequeno investidor, sobre os riscos de que uma queda pudesse acontecer no mercado imobiliário, justamente pela situação a que me referi acima. O ritmo de crescimento era insustentável e, para demonstrar meu ponto, escrevi um artigo no qual demonstrei que o preço dos imóveis na minha cidade (Brasília), que é uma das que tem sofrido maior valorização em seus imóveis, estava totalmente descolado da realidade. Para provar este ponto, mostrei que a relação entre o preço dos imóveis e o aluguel cobrado neles estava muito abaixo da relação histórica de 6% ao ano. Essa média é importante porque, quando o valor dos aluguéis pagos em um ano é muito inferior a 6%, há uma indicação clara de que ou o valor do aluguel está muito baixo ou o preço dos imóveis está caro demais.

Para demonstrar que isso estava acontecendo em Brasília, selecionei, aleatoriamente, alguns imóveis do Plano Piloto (o “centro” da cidade) e calculei a relação entre o preço anunciado do aluguel e o valor anunciado de apartamentos similares na mesma localização. Como essa relação estava muito abaixo de 6%, conclui que estávamos diante de uma indicação bastante razoável de que vivíamos uma bolha. Seguem os dados colhidos naquele estudo:

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STJ julga que construtoras não podem cobrar juros antes das chaves

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Essa é das importantes !!

STJ julga que construtoras não podem cobrar juros antes das chaves

São Paulo, 21 – As construtoras que vendem imóveis na planta não podem cobrar juros sobre as parcelas pagas pelo comprador antes da entrega das chaves. Esta foi a decisão tomada pela Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ao julgar recurso da construtora Queiroz Galvão contra deliberação que a obrigava a devolver em dobro os juros pagos por uma cliente, na Paraíba.

Segundo o STJ, a cobrança dos juros antes da entrega do imóvel era prática comum entre as construtoras, mas começou a ser limitada após o surgimento do Código de Defesa do Consumidor, em 1990, que considera nulas as cláusulas de contrato tidas por abusivas. Em 2001, a Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça editou portaria declarando abusiva qualquer cláusula “que estabeleça, no contrato de venda e compra de imóvel, a incidência de juros antes da entrega das chaves”. Em 1997, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios firmou com 27 construtoras um termo de ajuste que proibia esses juros.

No caso julgado pela Quarta Turma, a compradora havia sido obrigada em contrato a pagar correção monetária pelo INCC e juros de 1% ao mês sobre as parcelas anteriores ao recebimento do imóvel, a chamada “poupança”. Ela entrou na Justiça com pedido de revisão do contrato e devolução em dobro dos valores pagos indevidamente e teve ganho de causa em primeira e segunda instâncias. A construtora então recorreu ao STJ.

“Não impressiona a alegação de que a construtora capta recursos no mercado financeiro para a construção do empreendimento, pagando juros que devem ser repassados ao comprador do imóvel”, afirmou o relator do recurso, ministro Luis Felipe Salomão, ressaltando que “todos os custos da obra – inclusive os decorrentes de financiamento realizado pela construtora – estão embutidos no preço do imóvel oferecido ao público”.

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Pergunte ao Pai Rico – 104

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Pergunta:

Olá…
Tenho muita vontade de investir em imóveis, porém não tenho muito dinheiro para começar. Pensei em fazer um consorcio e sendo contemplado (por sorte ou lance), comprar um terreno e construir algo. Na sua opinião, isto é viável? Quanto geralmente custa para construir?
Obrigado

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Imóveis ||| Cuidado … podem estar preparando uma armadilha …

terça-feira, 24 de agosto de 2010

… e das GRANDES !

Como você costuma acompanhar o Clube ( se não, está esperando o que ? ;) ), já deve saber da minha opinião sobre o mercado imobiliário brasileiro. Sim, acho que está numa bolha, e ficando cada vez maior … As vezes não sei se torço para estar enganado ou não, mas tudo bem.

O que me motivou a escrever o post de hoje foi um e-mail enviado por uma amiga que trabalha como corretora de imóveis. Nele uma matéria publicada no Terra falava sobre a aparente vantagem de se financiar um imóvel em relação a criação de poupança para compra-lo à vista. Leia-a:

Com valorização, financiar imóvel fica mais vantajoso que poupar
Peter Fussy
Direto de São Paulo

Com imóveis registrando valorizações de mais de 100% em cinco anos e juros mais baixos, o financiamento imobiliário se tornou uma alternativa mais interessante que a tradicional poupança para adquirir o bem no futuro. Mesmo aplicando em investimentos de maior risco e maior potencial de ganhos, a rentabilidade pode não superar a valorização do imóvel – quando você achar que já tem o suficiente para negociar um bom desconto à vista, pode descobrir que a casa custa muito mais do que você juntou.

Segundo levantamento do Secovi-Rio para o Terra, o valor médio de um imóvel de um quarto ofertado no bairro de classe média São Cristovão, na zona norte do Rio de Janeiro, era de R$ 44.277 em julho de 2005. O mesmo tipo de apartamento em julho deste ano é encontrado por R$ 88.400 em média – uma alta de 99,7%.

Pegando como exemplo o apartamento em São Cristovão, uma simulação de crédito na Caixa Econômica Federal exige R$ 14.527 de entrada (com a possibilidade de uso do FGTS) e o restante pode ser financiado em 60 meses com juros de 8,55% ao ano – o custo total da operação (CET) seria de 10,69% ao ano. A primeira parcela do financiamento seria de R$ 1.799 e a última de R$ 1.265,25, pelo Sistema de Amortização Constante (SAC). O valor total gasto na compra do apartamento após cinco anos seria de R$ 121.242.

Caso a valorização mantenha o mesmo ritmo, o mesmo imóvel pode valer R$ 176.800 ao final do mesmo prazo usado acima. Para “poupar” a quantia certa visando o pagamento à vista, partindo do zero, o interessado teria que aplicar R$ 2.342 por mês na poupança ou R$ 1.748 na Bovespa – considerando também que estes investimentos mantenham um rendimento similar dos últimos cinco anos (44,24% para a poupança e 159,25% para Ibovespa, sem contabilizar taxas de negociação de ações e Imposto de Renda).

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INCC como índice de correção nos financiamentos

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Uma notícia muito interessante – e importante – que foi publicada agora de manhã no Broascast.

Imóvel na planta: INCC só vale até a entrega da chave

São Paulo, 16 – Quem pretende assinar contrato para adquirir um apartamento na planta deve se preparar para os reajustes do Índice Nacional de Construção Civil (INCC). O indicador mais do que dobrou desde a metade de 2009: saltou de 2,42%, no primeiro semestre de 2009, para 5,62%, no mesmo período desde ano. Além disso, precisam estar atentos: na entrega das chaves, o índice de correção das parcelas tem de mudar: sai o INCC, que só vale durante a construção, e entra outro, geralmente o Índice Geral de Preços (IGP) da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Muitos consumidores que consideraram bom o preço inicial do imóvel agora temem a possibilidade de não conseguirem arcar com os gastos mensais das prestações e reclamam da falta de informação no momento da contratação a respeito da adoção do INCC.

Na coluna e blog Advogado de Defesa, do JT, leitores também reclamam de que continuam tendo reajustes pelo INCC mesmo depois de receber as chaves, o que não é legal.“Ao assinar o contrato, confiei na explicação da vendedora, mas ela não ressaltou que a correção do INCC é feita sobre todo o saldo devedor e não só sobre a mensalidade”, reclama a corretora de seguros Giovanna Mussi. Por causa do índice, o valor de seu apartamento, que era de 169 mil, foi para 174 mil em dois meses. “O aumento me assustou. Tenho medo de não conseguir pagar até o final.”

O INCC é uma das três variações que compõem o e reflete o aquecimento do setor de construção civil. A cobrança pode ser feita até a entrega das chaves do apartamento. “Esse índice, apesar de justo, é perigoso, pois sua variação depende de vários fatores. Por isso, o consumidor deve ficar atento e estar preparado para alterações”, orienta o advogado especializado na área imobiliária Ricardo Nemes de Mattos.

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Pergunte ao Pai Rico – 91

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Pergunta:

No livro do Pai Rico, o Robert ensina que é interessante comprar uma casa financiada e pagar o empréstimo com o valor do aluguel. Isso é viável no Brasil? Uma casa ou apto de R$ 120.000 poderia ser financiada por qual valor mensal (na minha cidade o valor do aluguel é por volta de 0,5 a 0,7% do valor do imóvel)?

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Pergunte ao Pai Rico – 90

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Pergunta:

Bom dia,

Gostaria de saber se o PAI RICO pode me responder uma dúvida sobre imóveis.Já tenho um financiamento habitacional do meu apartamento, o que compromete apenas 10% da minha renda. Gostaria de saber se pelo Sistema Habitacional Brasileiro posso fazer outros empréstimos visando a compra de imóvel para investimento, mesmo que isto ultrapasse 30% de minha renda.Aguardo sua posição. Grato.

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Livros ||| Pai Rico: Imóveis: Como Gerenciar e Ganhar (mais) Dinheiro

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Pai Rico: Imóveis: Como Gerenciar e Ganhar (mais) Dinheiro Vou iniciar meus comentários sobre este livro respondendo a pergunta que ronda 99% das cabeças dos leitores que me perguntaram se ele servia para a realidade brasileira. Sim, serve para a brasileira e para a de qualquer país no mundo !

Uma das maiores reclamações dos leitores da série Pai Rico é justamente o fato de que “o seu conteúdo não serve para o mercado brasileiro” – pensamento que discordo profundamente … ele precisa ser adaptado, ok, porém é perfeitamente possível – e neste livro isto não ocorre. Não espere encontrar explicações de como se compra um imóvel, qual o tipo de imóvel comprar, quando comprar, porque comprar … não é este o assunto do livro. O assunto focado nele é a administração dos imóveis já adquiridos, é falado sobre como gerenciar um imóvel de aluguel.

E como faço isso então !?

Você tem duas opções: ou faz por conta própria ou contrata um profissional.

Mas claro que ele não fala somente isso, ele apresenta todo o processo que um administrador de imóveis precisa seguir, todas as dificuldades que ele precisa passar, para que você tenha as ferramentas necessárias para tomar essa difícil decisão. Ok, ele deixa claro – na minha opinião – que o ideal é contratar alguém para fazer isso por você. No caso o profissional é representado pelas imobiliárias que se encarregam da administração do imóvel, que tem entre os itens a parte de cobrança, manutenção e a parte legal da coisa.

E claro, como não poderia faltar num livro da série, é mostrada a importância de um belo controle de fluxo de caixa do negócio para que se tenha as rédeas dele. ;)

Mas dá tanto trabalho para que eu tenha que contratar alguém ?

Sim, tenho certeza que dá. Pense comigo: cobrança do aluguel; confecção de um contrato que te proteja de possíveis problemas; cuidar para que o valor cobrado seja sempre o dentro da realidade do imóvel – e se possível um pouco acima dela, hehehe; se responsabilizar pela manutenção do imóvel ( chamando os profissionais necessários para cada tipo de problema, conhecendo os bons e os maus profissionais, os que cobram o preço certo … e por ai vai ); e em caso de problemas maiores retirar o inquilino do imóvel.

Já pensou no trabalhão que tudo isso te daria ? Você tem o perfil necessário para chegar no imóvel e despejar o inquilino que está em atraso com você ? Estaria pronto para resolver rapidamente – colocando a mão na massa ou chamando alguém – um problema de esgoto no imóvel num final de semana ? Isso tudo faz parte …

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