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Networking: desenvolva sua carreira criando bons relacionamentos

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Você já se perguntou como fazem determinadas pessoas, que parecem ter sucesso em tudo o que fazem ? Parecem o Rei Midas, aquele que transformava em ouro tudo o que tocava. Serão elas pessoas extremamente inteligentes ? Dedicadas ? Conhecem algum segredo restrito a poucas pessoas ?

Olha … provavelmente seja algo mais simples do que você imagina e que, felizmente, está acessível a todos nós. É quase certo que elas usem um conhecimento abandonado por muitos há gerações: uma ótima rede de contatos. Sim, muitas das pessoas que parecem ter sucesso em tudo que fazem têm em mãos um poder “secreto“, e que lhes auxilia, e muito, a conquistar tudo aquilo que querem.

Conhecer a pessoa certa, é uma ferramenta muito poderosa que pode lhe ajudar a chegar em determinados lugares, atingir certos grupos de pessoas, saber a resposta certa, conhecer o caminho mais curto entre o seu desejo e a conquista do objetivo. Sim, é uma “vantagem injusta” se analisarmos por um determinado ponto de vista. Mas é algo que está disponível para todos, basta você fazer uma coisa que deveria ser natural a todo ser humano: se socializar … 😉

Sim, conhecer pessoas, tanto novas quanto as já conhecidas (essas no sentido de conhecer suas histórias, seus hobbies, etc). Mas, já reparou como temos nos fechado em uma redoma invisível a cada dia que passa ? Cada vez olhamos mais para o nosso próprio umbigo, e a tecnologia teve certa parcela de “culpa” nessa história. Quantas vezes olhamos para a mesa ao lado, em um restaurante, e vemos as pessoas compenetradas em seus celulares, deixando a companhia “de carne e osso” de lado ? Sim, sei que o poder de comunicação que o celular pode oferecer é enorme. Se bem usado ele tem como potencializar (e muito) o relacionamento com a sua rede de contatos.

Claro que você dificilmente terá a oportunidade de ser amigo íntimo do Buffett … Mas vai que você conhece alguém que conhece alguém que conhece alguém que poderia lhe colocar em contato com ele ? Essa é a ideia de uma rede de contatos: você ter acesso a pessoas que podem lhe ajudar em determinadas ocasiões/situações, através da apresentação de uma pessoa que você conheça.

Pense por exemplo em alguém que está lançando um novo projeto. Conhecer alguém que tenho o poder de lhe apresentar a um grupo de clientes, ou que a como ter acesso a uma linha de crédito com condições especiais, ou a um profissional que está lhe fazendo falta para a conclusão deste projeto, pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso. Ou você não concorda com isso e acha que pode dar conta de tudo, que pode ir atrás de tudo. Que basta “força de vontade” e pronto: você terá acesso a tudo e a todos.

Não … a coisa não funciona deste jeito …

Mas como conseguir praticar um networking eficaz ?

–  “Como posso criar a minha rede de contatos ? Sou extremamente tímido, não consigo iniciar uma conversa com um estranho para iniciar um relacionamento com ele …

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O líder Samurai

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Não é de hoje que os livros tentam traçar ligações entre determinados grupos e os gerentes e líderes de empresas. Quanto mais apelo emocional tiver, melhor. Quanto mais rica for a mitologia por trás destes grupos, mais interessante ficam as (possíveis) relações entre o alvo de estudo e o grupo a se beneficiar com isso.

Como não fazer isso com os Samurais ? Grupo de guerreiros que protegeram/governaram o Japão por tantos séculos, com um estilo de vida peculiar, que desperta o encanto de muitas pessoas. Eu sou um exemplo disso. Adoro histórias que envolvam estes guerreiros, suas batalhas, seu estilo de vida, seu comportamento, sua tranquilidade para suportar tudo o que pudesse acontecer. (se bem que sou apaixonado pela cultura japonesa como um todo, hehehe)

O que poderia fazer com que os Samurais pudessem existir por tanto tempo, seguindo seu estilo de vida por quase toda a sua existência ? Teoricamente deveria existir alguma coisa que os mantivesse “na linha”, tão fieis a uma cultura tão única quanto a deles.  E existia: o código Samurai.

O código Samurai

Era justamente ele que guiava as ações destes guerreiros. O que deveria ser feito ?

Agir de forma honrada. A honra não é negociável. Ela é uma exigência básica

Agir com coragem e espírito de guerreiro. Quando souber o que precisa ser feito, entre em ação.

Agir com retidão. Faça a coisa certa.

Ser leal. Sem lealdade, não há confiança.

Ser compassivo. Para ser um líder, a pessoa precisa se interessar pelos outros.

Apreciar as artes. A arte é a porta de entrada para compreender e apreciar a vida.

Ser honesto. Sem honestidade, não há credibilidade.

Ser polido. Isso mostra respeito e facilita o relacionamento com todos.

Agir com autocontrole. Para gerenciar os outros, primeiro a pessoa precisa conseguir gerenciar bem a si mesma.

Nos primeiros capítulos do livro, o autor faz questão de ilustrar cada uma destas “regras” do código através de histórias de famosos Samurais, que ao realizarem seu trabalho, precisaram fazer uso de algum destes pontos. Além disso, usa também eventos vividos por empresas, e seus gerentes, onde a mesma regra foi adotada.

Uma forma interessante de olharmos o código sendo “colocado” em prática. 😉

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Livros ||| Aprenda a se comunicar com habilidade e clareza

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Mais um ótimo livro da coleção Você s/a, com conselhos e orientações que visam melhorar seu desenvolvimento profissional. 🙂

Desta vez, o assunto abordado é um de fundamental importância: comunicação. Algo que muitos simplesmente ignoram, acreditando não ter função para a vida de um profissional. Normalmente são aqueles “bons” profissionais que pensam desta forma … 😉

Uma boa comunicação é a base para qualquer pessoa que almeje o sucesso. E olha que agora não estou falando somente do lado profissional de nossas vidas. Seja por um tom de voz “errado”, ou o uso de termos não adequados àquele momento. Ou então aquela pessoa que adora falar tudo nos míííínimos detalhes, ocultando a informação que realmente importa. Sabe ? Se fazer entender, claramente, sem deixar a menor sombra de dúvidas sobre o que está sendo falado, em uma conversa agradável (tanto em relação ao assunto quanto à forma com que a conversa flui) é muitas vezes um diferencial em um mercado cada vez mais competitivo.

Não custa lembrar que uma boa comunicação vai muito além da conversa propriamente dita. Os gestos, a postura, tudo isso conta. Entendeu o motivo para aquele rolo todo que se criou por causa daquele e-mail que você mandou para aquele amigo/cliente/pessoa que trabalha com você ? Ali constavam apenas as palavras que faziam parte do diálogo. O tom de voz, indicando a importância de um ponto específico, ou diferenciando aquele sarcasmo que você usou, estava ausente.

O conteúdo do livro

Como dito, o autor focou em temas mais relacionados ao lado profissional da coisa. Como se portar em uma reunião, como fazer uma apresentação, como lidar com os diferentes tipos de perfis de interlocutores. Tudo de forma clara e objetiva, sem enrolação. Do jeito que eu gosto. 🙂

Leitura agradável, com 75 páginas de orientações realmente eficazes.

Uma parte interessante: é completamente “generalista” do ponto de vista da função do leitor. Os pontos abordados são facilmente adotados por funcionários do alto escalão e do chão da fábrica. Não há diferenciação nem discriminação neste ponto. 😉

Mas além de tudo isso há um ponto muito interessante em relação a esse livro … o preço dele. Apenas R$7,28 !! Se preferir, a coleção com 5 títulos – mais detalhes aqui, também ligados ao tema crescimento profissional, está em promoção por apenas R$16,90 !!

Sim, eu indico que você faça essa leitura. 😀

 

Aprenda a se comunicar com habilidade e clareza

Nota do Site:
5 Moedas

Aprenda a se comunicar com habilidade e clareza
Lani Arredondo

Ano: 2007
Edição: 1
Número de páginas: 80
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

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Livros ||| Mara Luquet: o meu guia de finanças pessoais

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O livro começa falando de viagens de compras … Um livro sobre Educação Financeira falando sobre isso ? Mas como ?! 😯

É … confesso que me assustei com as primeiras páginas. Mas com o passar do tempo, conforme a leitura foi fluindo, vi que este era apenas um dos aspectos deste livro. Mara Luquet fez um livro, onde apresenta um guia de finanças pessoais que foca em uma questão: Por que você quer investir ? Qual é o motivo disso ? Por que você abrirá mão de seus confortos e desejos o presente, para ter uma quantia maior no futuro ?

Ela gosta de viajar e de fazer compras, portanto é nisso que ela usa seu dinheiro. Mas e você, qual será o destino do dinheiro acumulado/conquistado ?

Uma viagem para o Butão

Meio “estranho” uma viagem ao Butão, com todos os seus templos e monges, servir como cenário para o desenvolvimento da história que faz o background do conteúdo em si. Ainda mais para uma pessoa que confessa sua paixão por compras. 🙂

Ou não ? Não seria interessante justamente este contraste entre os paraísos das compras (Nova York, Londres, Paris …) e a vida simples encontrada em uma região como essa ? Sem cartão de crédito … Sem shoppings … Mal e mal sem internet. 😉

Não seria interessante usar um cenário onde o dinheiro “não tem valor algum” para demonstrar justamente o quão importante é o dinheiro que você ganha, o dinheiro que você investe, o dinheiro que você acumula ? Não seria interessante usar a realidade de um povo que não precisa do dinheiro, para que você reflita sobre a forma com que usa o seu ?

Como disse, no começo estranhei … Depois fui refletindo (e possivelmente digerindo as informações) e passei a encarar desta forma.

Se foi este o propósito, parabéns Mara, ótima sacada ! 😀

Um pequeno guia sobre finanças

Sim, um pequeno guia. Muitos aspectos relacionados ao mundo das finanças são abordados no livro. Alguns de forma muito superficial. Outros dentro do necessário. Algo como “olha, existe isso … funciona mais ou menos desse jeito … se te interessou, aprofunde-se em seus estudos”. Sabe ?

Algo que muitas vezes é interessante, principalmente quando o púbico alvo é formado por pessoas sem qualquer intimidade com o assunto. Pessoas que muitas vezes têm verdadeiro pavor sobre o tema. Pessoas que quando veem alguém falando sobre finanças trocam de calçada e vão para o outra lado da rua.

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Livros ||| O poder dos modelos replicáveis

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Confesso que esta foi uma das leituras mais complicadas dos últimos tempos … Acredito que o principal motivo para tal situação tenha surgido de uma conclusão precipitada, de minha parte, sobre o real conteúdo deste livro. Sabe quando você vai pronto para uma leitura, esperando aprender sobre uma coisa, e na verdade não é exatamente aquilo … ? Pois bem, foi exatamente isso que aconteceu.

Como criar uma franquia ?

Quando comecei esta leitura, tinha em mente que tinha em mãos um livro que ajudasse a criar um negócio facilmente copiado. Algo que permitisse a criação de um empreendimento facilmente transformável em franquia, sabe ? Sim … na minha cabeça era esse o conteúdo do livro: um manual de como se criar uma franquia.

Já nas primeiras páginas eu vi que a coisa não iria nesta direção. Ao invés de ser um manual de como criar um pequeno negócio, que permitisse a expansão da rede através da replicação do modelo (que é o que uma franquia faz), vi que o universo contido no livro era um pouco maior …

O livro abordava empreendimentos “um pouco” maiores. Coisa pouca … na casa dos bilhões de dólares. Empresas como Apple, Louis Vuitton, NIKE, LEGO, Procter & Gamble, entre outras, eram os modelos que iríamos replicar. 😯

O que estava em discussão não era o lado “ctrl + C/ctrl + V” dos empreendimentos, mas sim uma profunda análise dos principais motivos que faziam com que as empresas fossem o sucesso que são. O que estaríamos copiando não seria o negócio em si, mas sim os fundamentos que moviam estas empresas gigantescas.

Que tipo de fundamentos ?

Coisas como “se ater ao negócio central da empresa” (vimos no livro “Peça por peça“, onde conhecemos a história da LEGO, que o desvio do foco acabou fazendo com que a empresa entrasse em parafuso e se passasse a gerar prejuízos, só voltando ao normal quando voltou às origens), “ter regras não negociáveis” (algo do tipo: é isso que fazemos e não abrimos mão por nada neste mundo), “feedback” (usando, de verdade, as informações obtidas junto aos clientes, ouvindo-os e trazendo para os produtos, e para a empresa, o que eles realmente precisam, o que realmente querem).

Parece que são coisas básicas ? Se parecem porque são realmente ! Mas, no decorrer dos anos, as empresas acabam abrindo mão de um ou outro destes fundamentos, por acreditar que já são “donas” daquele nicho de mercado, pelo desejo de inovar por inovar, ou apenas por discussões entre os membros da direção da empresa, onde um tenta impor sua visão em determinados aspectos do negócio.

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