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Notícia para ajudar a entender o rolo final da capitalização da Petrobras

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Que esta capitalização está trazendo muita dor de cabeça para os acionistas minoritários não é novidade alguma. No ano a ação já perdeu quase 25% do seu valor. ( enquanto o índice apenas 2% )

A reta final do processo de capitalização começa a se aproximar, está praticamente tudo certo para que ocorra no próxima dia 30. Um dos itens faltantes era o preço do barril da cessão onerosa, e ele foi anunciado ontem: U$ 8,51. O consenso era de que o barril sairia por U$ 8,5. :)

Bom, leia a notícia abaixo e veja o que nos aguarda neste mês de setembro. Ainda tem muita água para rolar …

Ah ! E se você já viu o post do aluguel de hoje … sabe que o “povo” da venda tem ainda mais munição em mãos … 8O

Vamos lá !

Analistas consideram caro preço de us$ 8,51/barril da cessão onerosa
(Wellington Bahnemann e Nicola Pamplona)

São Paulo e Rio, 01 – O preço de US$ 8,51/barril para a cessão onerosa de petróleo da União à Petrobras foi considerado elevado por analistas de mercado consultados pela Agência Estado. Esse valor irá implicar em um pagamento de US$ 42,5 bilhões da estatal à União pela transferência de 4,999 bilhões de óleo equivalente, sinalizando que a capitalização também será elevada para que a empresa faça frente a esse compromisso. “A expectativa é de que ocorra uma diluição da participação dos minoritários”, explica o analista de petróleo da SLW Corretora, Erick Scott.

Na última quinta-feira a Agência Estado antecipou que governo havia batido o martelo do preço da cessão onerosa em US$ 8,5 por barril e que valor ficou exatamente no meio entre o mínimo e o máximo sugerido nos laudos das consultorias contratadas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) e Petrobrás.

Recentemente, Petrobras recebeu aval dos acionistas para aumentar o capital em até R$ 150 bilhões. Para manter a sua participação de 29,6% na estatal, caso a capitalização ocorra pelo valor máximo, a União precisaria entrar com R$ 47,829 bilhões. Os demais acionistas, para não serem diluídos, precisariam aportar R$ 89 bilhões. “Fatalmente, os investidores pessoa física não terão condições de acompanhar a União na capitalização. Por isso a expectativa é de que os minoritários serão diluídos na futura emissão de ações”, explica o analista da SLW.

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Notícias para alegrar o seu dia: Investimento estrangeiro tem pior mês de junho em sete anos

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Viu como o “pior já passou” e agora tudo é motivo de alegria … ?

Pessoal … todo cuidado é pouco … e o oba oba generalizado não está nada agradável …

Investimento estrangeiro tem pior resultado para junho em sete anos
EDUARDO CUCOLO
DE BRASÍLIA

Os investimentos estrangeiros diretos no Brasil registraram o pior resultado para meses de junho em sete anos. Segundo dados do Banco Central, entraram no país US$ 708 milhões.

No semestre, os investimentos no setor produtivo somam US$ 12 bilhões, menos de um terço da meta do BC para esse ano (US$ 38 bilhões).

No mercado financeiro, os resultados foram melhores. Entraram US$ 1,9 bilhão em ações e US$ 1,4 bilhão em renda fixa (títulos públicos) no mês passado.

Os investimentos estrangeiros são a principal fonte de financiamento das transações correntes do país com o exterior, que fecharam o mês passado com deficit de US$ 5,2 bilhões.

No acumulado do ano, o deficit mais que triplicou, de US$ 7,2 bilhões em 2009 para US$ 23,8 bilhões.

Nessa comparação, o resultado da balança comercial caiu 43%, enquanto os gastos com serviços e remessas de rendas aumentaram 46%.

Fonte: Folha.com

E agora “companheiros” ?

Notícias para alegrar o seu dia: Dinheiro velho vai virar adubo na Amazônia

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Poxa, finalmente !! Nunca tinha pensado em usar nessa finalidade, mas pensava que algum uso tinha que ser dado …

Agora … se contém metais pesados, pode ser usado assim … como adubo ? 8O

Dinheiro velho vai virar adubo na Amazônia
JOÃO CARLOS MAGALHÃES
DE BELÉM

Antes deixada em lixões, parte das cédulas de dinheiro que o Banco Central joga fora terão agora um novo destino: serão adubo na Amazônia.

A proposta partiu de um funcionário do banco em Belém (PA), que por acaso cursa também agronomia na UFRA (Universidade Federal Rural da Amazônia).

Depois de mais de três anos de testes e negociações, o banco, a universidade, o governo do Pará e o sindicato de servidores do banco assinaram na semana passada um convênio de R$ 100 mil para desenvolver o projeto.

Inicialmente, serão usadas 11 toneladas de notas que o banco tritura todo mês na região Norte. Elas equivalem a aproximadamente R$ 17 mil.

Com isso, as cédulas, que contêm metais pesados, deixarão de ir para aterros sanitários ou ser queimadas, como já foi feito.

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Notícias para alegrar o seu dia: Índice Big Mac da ‘Economist’ indica sobrevalorização do real

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Nossa … a Argentina tá cada vez pior … me lembro que até pouco tempo atrás eles vinham para Floripa e “passavam o rodo” nas lojas, a moeda deles valia o dobro da nossa. A frase que mais usavam era: “Dá-me dos !” ( compravam tudo em dobro, literalmente … )

Índice Big Mac da ‘Economist’ indica sobrevalorização do real
da BBC Brasil

A revista britânica “The Economist” publica nesta semana mais uma edição de seu tradicional Índice Big Mac, que compara os preços do sanduíche em diversos países para detectar pistas sobre a situação do câmbio em relação ao dólar nas economias pesquisadas.

Na edição que chega às bancas nesta semana, a publicação aponta que o Brasil é um dos poucos países emergentes onde o câmbio aparece sobrevalorizado no índice.

O Brasil aparece na lista da “Economist” como o quarto país com Big Mac mais caro do mundo, atrás apenas da Noruega, da Suécia e da Suíça. Comer o sanduíche no Brasil custa o equivalente a US$ 4,91 (ou R$ 8,71), mais caro que o preço nos Estados Unidos, onde ele custa US$ 3,73 (R$ 6,57). A partir daí, a revista conclui que o real está sobrevalorizado em 31% em relação ao dólar.

Ou seja, levando-se em conta o índice utilizado pela “Economist”, o dólar deveria atualmente estar cotado em R$ 2,33. A revista considera que o ideal é que o sanduíche custe o mesmo que nos Estados Unidos.

“O real do Brasil é uma das poucas moedas de mercados emergentes que são negociadas bem acima do ponto de referência do índice Big Mac. Com os juros altos, o Brasil tem atraído a atenção de investidores famintos por lucros. A economia do hambúrguer sugere que o real está sobrevalorizado em 31%”, diz a revista.

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Notícias para alegrar o seu dia: Abrir empresa no Brasil custa o triplo da média dos demais Brics

sexta-feira, 23 de julho de 2010

É … depois não entendem porque a maioria dos negócios aqui no Brasil quebra logo no início … :(

Justamente quando o capital é curto o gasto para começar pesa tanto …

Abrir empresa no Brasil custa o triplo da média dos demais Brics, diz Firjan
JANAINA LAGE
DO RIO

O custo de abertura de uma empresa no Brasil chega a R$ 2.038, de acordo com estudo divulgado hoje pela Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro). O montante representa o triplo do valor cobrado na média de Rússia, China e Índia, de R$ 672.

Junto com o Brasil, estes países compõem a sigla Brics, criada pelo economista Jim O’Neill em referência a economias em desenvolvimento que se destacaram pelo rápido crescimento.

Na América do Sul, o custo mais baixo foi verificado na Colômbia, onde a abertura de um negócio sai por R$ 1.213.

Na prática, para abrir uma empresa no Brasil é necessário pagar de 12 a 16 taxas e obter 43 documentos.

Em todo o país, Sergipe é o local mais caro para abrir um negócio, com custo estimado de R$ 3.597. O mais barato é a Paraíba, com custo de R$ 963. São Paulo é o sétimo local mais em conta para abrir uma empresa.

De acordo com a pesquisa, os gastos com advogados representam em média 35% dos custos, seguido pelo alvará do Corpo de Bombeiros (25%) e do alvará de funcionamento (11%).

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Mudança no limite das TEDs

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Essa é uma boa notícia ! :)

Por quê ? Porque a TED é transferência “online, não precisa esperar um dia para ter o dinheiro na conta. ;)

Transferência acima de R$ 3.000 será em tempo real a partir de hoje
da Reportagem Local

O limite mínimo para as chamadas TEDs (Transferências Eletrônicas Disponíveis), que permitem a transferência de valores praticamente em tempo real, foi reduzido a partir de hoje, de R$ 5.000 para R$ 3.000, possibilitando transferências bancárias de valores menores em apenas um dia. A decisão foi tomada pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) em abril e passou a valer nesta sexta-feira.

Para fazer transferências entre contas de dois bancos diferentes os clientes têm, atualmente, duas opções: DOCs (Documentos de ordem de crédito) ou TEDs. Os DOCs são utilizados para repassar valores de até R$ 4.999,99 e esses recursos aparecem na conta do beneficiado no dia útil seguinte à operação.

Já os recursos transferidos através das TEDs caem na conta do destinatário no momento da operação. Essas transferências, porém, têm um limite mínimo diário, que hoje é de R$ 5.000. O limite máximo por dia deste tipo de transação é, normalmente, de R$ 30 mil, podendo variar de acordo com a instituição financeira.

Em abril, a Câmara Interbancária de Pagamentos, responsável, no Sistema de Pagamentos Brasileiro, pelo processamento desse tipo de operação, realizou uma média de 309 mil TEDs por dia. Com o novo limite de R$ 3.000, a partir do dia 21 de maio, estima-se que processará aproximadamente 335 mil TEDs diariamente, segundo a Febraban.

Agora a dúvida: Certo, o limite inferior da TED caiu de R$ 5k para R$ 3k, mas o DOC, continua tudo igual … ? Acho que sim … não ?

Capitalização da Petrobras: Quem entrou com FGTS poderá participar !

quinta-feira, 4 de março de 2010

Esta é uma boa notícia para quem entrou há alguns anos na distribuição de ações da petro com o dinheiro do FGTS. Tudo bem que não será exatamente “justo”, pois criaram um limite para o quanto se pode comprar … mas “qualquer coisa é melhor” do que o rendimento que o FGTS apresenta

PRÉ-SAL: CÂMARA APROVA EMENDA QUE PREVÊ USO DO FGTS NA CAPITALIZAÇÃO

Brasília, 03 – A Câmara aprovou há pouco o uso do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para a capitalização da Petrobras. A proposta foi incluída no projeto de capitalização da Petrobras, uma das propostas do marco regulatório do pré-sal, aprovada há pouco pela Câmara. Poderão comprar novas ações os cotistas que usaram o FGTS no passado para comprar ações da estatal, no limite de 30% do saldo que possuem atualmente no fundo.

A estimativa do governo é que essa operação representará menos de 0,5% da capitalização da Petrobras, em torno de R$ 1 bilhão. Cerca de 300 mil trabalhadores usaram o FGTS para comprar ações da Petrobras, mas, no entanto, os deputados consideram que muitos já venderam suas ações e não são mais cotistas e outros poderão não ter saldo no FGTS para adquirir mais cotas.

A alteração no projeto de capitalização da Petrobras foi aprovada depois de um acordo entre governo e oposição na Câmara. O governo buscou a negociação ao reconhecer que seria derrotado na votação, se insistisse na vedação do uso do FGTS. “É insignificante, não vale a pena para o governo brigar”, afirmou o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP). A votação foi simbólica, sem o registro de votos no painel eletrônico. Todos os partidos orientaram o voto favorável.

Mas como nem tudo são flores, e o Leão precisa ser constantemente alimentado … :)
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