Que esta capitalização está trazendo muita dor de cabeça para os acionistas minoritários não é novidade alguma. No ano a ação já perdeu quase 25% do seu valor. ( enquanto o índice apenas 2% )
A reta final do processo de capitalização começa a se aproximar, está praticamente tudo certo para que ocorra no próxima dia 30. Um dos itens faltantes era o preço do barril da cessão onerosa, e ele foi anunciado ontem: U$ 8,51. O consenso era de que o barril sairia por U$ 8,5.
Bom, leia a notícia abaixo e veja o que nos aguarda neste mês de setembro. Ainda tem muita água para rolar …
Ah ! E se você já viu o post do aluguel de hoje … sabe que o “povo” da venda tem ainda mais munição em mãos …
Vamos lá !
Analistas consideram caro preço de us$ 8,51/barril da cessão onerosa
(Wellington Bahnemann e Nicola Pamplona)São Paulo e Rio, 01 – O preço de US$ 8,51/barril para a cessão onerosa de petróleo da União à Petrobras foi considerado elevado por analistas de mercado consultados pela Agência Estado. Esse valor irá implicar em um pagamento de US$ 42,5 bilhões da estatal à União pela transferência de 4,999 bilhões de óleo equivalente, sinalizando que a capitalização também será elevada para que a empresa faça frente a esse compromisso. “A expectativa é de que ocorra uma diluição da participação dos minoritários”, explica o analista de petróleo da SLW Corretora, Erick Scott.
Na última quinta-feira a Agência Estado antecipou que governo havia batido o martelo do preço da cessão onerosa em US$ 8,5 por barril e que valor ficou exatamente no meio entre o mínimo e o máximo sugerido nos laudos das consultorias contratadas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) e Petrobrás.
Recentemente, Petrobras recebeu aval dos acionistas para aumentar o capital em até R$ 150 bilhões. Para manter a sua participação de 29,6% na estatal, caso a capitalização ocorra pelo valor máximo, a União precisaria entrar com R$ 47,829 bilhões. Os demais acionistas, para não serem diluídos, precisariam aportar R$ 89 bilhões. “Fatalmente, os investidores pessoa física não terão condições de acompanhar a União na capitalização. Por isso a expectativa é de que os minoritários serão diluídos na futura emissão de ações”, explica o analista da SLW.









