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	<title>www.ClubedoPaiRico.com.br &#124;&#124;&#124; Educação Financeira - Série Pai Rico Pai Pobre &#187; Notícias</title>
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		<title>Quando eu falo que tem alguma coisa de errado &#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 12:36:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230;a maioria me ataca com umas 3 pedras na mão. A bolha imobiliária não estourou em 3 meses, mas&#8230;
&#8220;Minha Casa Minha Vida&#8221; está inviável, alertam empresários 
Brasília, 30 &#8211; O programa &#8220;Minha Casa, Minha Vida&#8221; praticamente não existiu em 2011 para as famílias de baixa renda e seguirá o mesmo destino em 2012 se o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>&#8230;a maioria me ataca com umas <strong>3 pedras</strong> na mão. A <a href="http://www.clubedopairico.com.br/colunistas-a-bolha-imobiliaria-estoura-em-3-meses/6319" target="_blank">bolha imobiliária não estourou em 3 meses</a>, mas&#8230;</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;Minha Casa Minha Vida&#8221; está inviável, alertam empresários </strong></p>
<p>Brasília, 30 &#8211; O programa &#8220;Minha Casa, Minha Vida&#8221; praticamente não existiu em 2011 para as famílias de baixa renda e seguirá o mesmo destino em 2012 se o governo não elevar os valores das unidades atendidas. A avaliação é do empresário Eduardo Aroeira Almeida, sócio-diretor da Apex Engenharia, que atua no segmento popular no Distrito Federal. &#8220;Acho que essa é a avaliação geral, pelo que tenho conversado com empresários de outros Estados.&#8221;</p>
<p>Para empresários da construção civil, a alta dos preços dos imóveis, associada ao aumento das exigências como adequações para idosos e deficientes físicos inviabiliza a construção de unidades. Paradoxalmente, segundo Almeida, o próprio lançamento do Minha Casa Minha Vida provocou a especulação imobiliária. &#8220;<span style="text-decoration: underline;"><strong>Apartamento que eu vendia por R$ 90 mil no início hoje está por R$ 170 mil</strong></span>.&#8221; O preço médio da moradia destinada a esse público subiu de R$ 42 mil para R$ 55,2 mil. Nos municípios da região metropolitana do Estado de São Paulo e Distrito Federal, o limite é de R$ 65 mil.</p>
<p>No caso da capital federal, em particular, o preço dos terrenos é tão elevado que não foi construída nenhuma unidade destinada às famílias com renda de até três salários mínimos. &#8220;O Distrito Federal é limitado na oferta de terrenos, pois há grande dificuldade na legalização de terras&#8221;, explica o vice-presidente do Sinduscon-DF, Paulo Muniz.</p>
<p>Um microempresário que não quis ser identificado conta que construiu três unidades na periferia de Formosa, já fora dos limites do DF, em Goiás, com o intuito de vendê-las por meio do programa. Não teve sucesso porque a rua não era asfaltada, como exige a Caixa Econômica Federal. Depois disso, desistiu da carreira de empreiteiro. &#8220;Hoje, um lote em área não muito boa aqui em Formosa não sai por menos de R$ 80 mil, então não dá para enquadrar&#8221;, explica.</p>
<p>O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, concorda que construir para o Minha Casa Minha Vida tornou-se inviável em alguns locais. &#8220;Mas depende da região&#8221;, diz. &#8220;Em algumas cidades, os limites do Minha Casa Minha Vida são suficientes.&#8221; Ele informa que o aumento do valor das unidades está em discussão com o Ministério das Cidades, responsável pelo programa.</p>
<p>&#8220;Mas não dá para ficar 100% em cima do governo federal&#8221;, defende. &#8220;Os Estados e as prefeituras têm de entrar.&#8221; Isso já ocorreu em São Paulo, onde o governador Geraldo Alckmin e a presidente Dilma Rousseff assinaram este mês um convênio no valor de R$ 8 bilhões para construir em parceria 97 mil casas e apartamentos para famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil.</p>
<p>O governo paulista vai doar R$ 20 mil por unidade, em adição aos R$ 65 mil alocados pela União, de forma a viabilizar a construção dessas habitações. Segundo Simão, processo semelhante ocorre em Belo Horizonte (MG), onde a prefeitura vai entrar com os terrenos.</p>
<p><span id="more-10702"></span>A secretária Nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, informa que não há, no momento, discussão para novo reajuste no preço de imóvel ou redução de tributo para a indústria da construção. &#8220;Não dá para o valor final mudar sempre. O município pode estabelecer zonas especiais para assegurar um melhor preço do terreno e as empresas melhorarem o processo industrial para ganharem eficiência&#8221;, frisa.</p>
<p>Crescimento</p>
<p>Em meados do ano, Dilma poderá elevar a meta de construção do Minha Casa Minha Vida, dos atuais 2 milhões de unidades para 2,6 milhões até o fim de 2014. O programa é uma das principais apostas para manter a economia aquecida em ano de crise internacional. A presidente quer uma taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) entre 4% e 5%. O Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta 3% e o mercado financeiro estima 3,27%. &#8220;Neste ano, o programa será um dos grandes instrumentos para aumento do investimento e para geração de empregos&#8221;, diz Inês Magalhães.</p>
<p>É justamente por causa da importância do programa para a estratégia de crescimento econômico que o empresário Almeida acredita em um reajuste nos valores das habitações. &#8220;Eles contam com a construção civil para atravessar a crise, mas para isso o Ministério das Cidades vai ter de ser mais ousado na definição das faixas&#8221;, aposta. &#8220;Se ficar como está, o Minha Casa Minha Vida vai parar no DF.&#8221;</p></blockquote>
<p>Sério &#8230; isso não pode ser considerado normal, isso não tem como ser considerada &#8220;demanda reprimida&#8221; &#8230; </p>
<p>Mas &#8230; vou fazer o quê ?</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Para Soros, investidor deve se proteger</title>
		<link>http://www.clubedopairico.com.br/para-soros-investidor-deve-se-proteger/10679</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 10:52:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Se tem um cara que eu respeito no mundo dos investimentos é o Soros. (pela sua história no mercado e na vida real)
Tudo o que ele fala merece (ao menos a minha) atenção. Veja o que ele falou em uma entrevista à Newsweek:
O veterano investidor George Soros não parece nada impressionado com a recuperação dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Se tem um cara que eu respeito no mundo dos investimentos é o Soros. (pela sua história no mercado e na vida real)</p>
<p>Tudo o que ele fala merece (ao menos a minha) atenção. Veja o que ele falou em uma entrevista à <strong>Newsweek</strong>:</p>
<blockquote><p>O veterano investidor George Soros não parece nada impressionado com a recuperação dos mercados acionários em todo o mundo nas últimas semanas. Em entrevista à revista Newsweek, concedida pouco antes de sua viagem para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial, Soros afirmou: “<strong>A situação é a mais séria e difícil que já experimentei em minha carreira</strong>. (&#8230;) <strong>Estamos observando uma retração generalizada no mundo desenvolvido, que ameaça gerar uma década de estagnação, ou algo pior. O melhor cenário é haver um ambiente deflacionário. O pior é um colapso do sistema financeiro</strong>.”</p>
<p>Um dos motivos para tanto pessimismo é que o bilionário ainda acha que é mais provável que a Grécia formalmente declare a moratória da dívida do que consiga renegociá-la amigavelmente com os credores. Para ele, os líderes europeus parecem “fazer apenas o suficiente para acalmar a situação ao invés de resolverem os problemas”. As expectativas alimentadas por líderes como Angela Merkel (Alemanha) e Nicolas Sarkozy de que outras nações ajudarão a Europa a sair do buraco também não seriam razoáveis. “Fiz uma viagem recente à China, e vi que a China não irá resgatar a Europa.”</p>
<p><strong>Com 81 anos de idade e 60 de mercado financeiro, Soros admite que não sabe exatamente o que fazer no atual momento. “<span style="text-decoration: underline;">Agora sobreviver é a coisa mais importante</span>”.</strong></p>
<p>O bilionário não fala diretamente sobre seu próprio portfólio de investimentos. O que se sabe é que <strong>ele tem evitado o ouro </strong>(“a última bolha”), investido apenas em ações de empresas sólidas e <strong>mantido muito dinheiro em caixa</strong>.</p>
<p>Famoso por ter lucrado 1 bilhão de dólares em um único dia em 1992, com uma aposta na desvalorização da libra esterlina, Soros não parece agora ter a mesma certeza sobre a ruína do euro. O bilionário recentemente comprou 2 bilhões de dólares em títulos europeus, principalmente italianos.</p>
<p>O homem que fez fortuna encontrando as brechas da falta de regulamentação dos mercados também tem dedicado boa parte de seu tempo para defender reformas no sistema financeiro mundial. “O colapso da União Soviética foi um evento extraordinário, e nós estamos experimentando algo similar no mundo desenvolvido, sem perceber o que realmente está acontecendo.” Para ele, a crença de que os mercados são eficientes e racionais e podem se autorregular para evitar desastres “é comparável ao colapso do marxismo como sistema político.”</p>
<p>No livro que lançará em fevereiro, “Financial Turmoil in Europe and the United States” (Confusão Financeira na Europa e nos Estados Unidos, na tradução literal), ele também prevê que o descontentamento social nos EUA continuará a crescer. As pessoas “têm razão ao se sentir frustradas e bravas” com o custo do resgate do sistema financeiro em 2008. É por isso que movimentos como <em>Occupy Wall Street </em>devem continuar a crescer, diz ele.</p></blockquote>
<p>Não custa nada lembrar que Soros encerrou as atividades de sua empresa de gestão de fundos hedge no final de julho/11 &#8230;</p>
<blockquote><p><strong>Soros encerra carreira de 40 anos e devolve dinheiro a clientes</strong></p>
<p>George Soros, bilionário mais conhecido por quebrar o Banco da Inglaterra, está devolvendo o investimento aos clientes externos de sua empresa de US$ 25,5 bilhões, encerrando a carreira como gestor de fundos de hedge que durou mais de quatro décadas.</p>
<p><span id="more-10679"></span>Soros, que completa 81 anos no próximo mês, vai devolver as aplicações, menos de US$ 1 bilhão, até o final do ano, segundo duas pessoas familiarizadas com a transação. Sua empresa vai passar a gerir apenas os ativos de Soros e sua família, segundo carta enviada a investidores. O diretor de investimentos Keith Anderson, que ocupa o cargo desde fevereiro de 2008, está saindo da empresa, segundo a carta assinada pelos filhos de Soros, Jonathan e Robert, que são os vice-presidentes.</p>
<p>“Queremos expressar a nossa gratidão àqueles que escolheram investir seu capital na Soros Fund Management LLC nos últimos quase 40 anos”, disseram eles na carta. “Acreditamos que vocês se sentiram recompensados pela decisão durante esses anos.”</p>
<p>A decisão completa a transformação de Soros de um especulador, que em 1992 ganhou US$ 1 bilhão na aposta que o BOE seria forçado a desvalorizar a libra, para um filantropo, papel que ele imaginou cumprir quando era um emigrante húngaro estudante da London School of Economics após a Segunda Guerra Mundial, segundo relatos do próprio Soros. Nos últimos 30 anos, ele doou mais de US$ 8 bilhões para promover a democracia, a liberdade de expressão, melhorar a educação e combater a pobreza ao redor do mundo, disse ele em um artigo recente.</p>
<p>Ativos da família</p>
<p>Os filhos de Soros disseram que tomaram a decisão porque a nova regulamentação do sistema financeiro tornaria obrigatório o registro da empresa junto a Securities and Exchange Commission, órgão regulador do mercado de capitais americano, até marco de 2012, caso ela continuasse a gerenciar investimentos de clientes externos. Como a empresa vem administrando principalmente ativos da família desde 2000, quando as aplicações externas somavam cerca de US$ 4 bilhões, eles decidiram que faria mais sentido transformar a Soros Fund Management em um family office, segundo a carta.</p>
<p>Soros, que gerencia mais de US$ 24,5 bilhões em investimentos próprios, de sua família e capital de suas fundações, não quis comentar sobre a carta. No ano passado, Stanley Druckenmiller, o diretor de estratégia da Soros do final de 1988 a 2000, fechou sua gestora de recursos, a Duquesne Capital Management LLC, e abriu seu próprio family office.</p></blockquote>
<p>E ai ? Preocupa ou não ? <img src='http://www.clubedopairico.com.br/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_eek.gif' alt='8O' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Duas notícias para ficarmos, no mínimo, preocupados &#8230;</title>
		<link>http://www.clubedopairico.com.br/duas-noticias-para-ficarmos-no-minimo-preocupados/10449</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 19:15:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Leia as duas notícias abaixo e tire suas próprias conclusões. Depois use o espaço para comentários para iniciarmos a discussão.
Aversão ao risco leva Alemanha a pagar yield negativo pela 1ª vez
Frankfurt, 9 &#8211; A Alemanha pagou hoje, pela primeira vez na história, um yield negativo aos investidores num leilão primário de dívida, ressaltando o apelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Leia as duas notícias abaixo e tire suas próprias conclusões. Depois use o espaço para comentários para iniciarmos a discussão.</p>
<blockquote><p><strong>Aversão ao risco leva Alemanha a pagar yield negativo pela 1ª vez</strong></p>
<p>Frankfurt, 9 &#8211; A Alemanha pagou hoje, pela primeira vez na história, um yield negativo aos investidores num leilão primário de dívida, ressaltando o apelo da dívida alemã como porto seguro em meio à crise de dívida na Europa.</p>
<p>Em contraste, os yields pagos pelas notas do Tesouro da França no leilão de hoje subiram em relação ao leilão anterior, indicando que os investidores estão mais desconfortáveis com a dívida francesa diante dos temores crescentes de que a segunda maior economia da zona do euro possa perder seu rating AAA em breve.</p>
<p>Enquanto isso, os yields dos bônus da Itália e Espanha registravam queda após o recente sell-off dos títulos desses países, mas traders ainda manifestavam cautela antes da venda de bônus prevista para o fim desta semana e que poderá ser um teste para o apetite dos investidores pela dívida das economias da periferia.</p>
<p>A Alemanha se juntou hoje à Suíça e à Holanda ao registrar yields negativos no seu leilão de dívida. A lista de ativos considerados seguros está encolhendo e os investidores estão tão nervosos com a perda potencial de capital que estão dispostos a pagar uma taxa de juro apenas para proteger seus recursos nos poucos ativos ainda percebidos como seguros, como os Bunds do Tesouro alemão.</p>
<p>O Bundesbank, que é responsável pela condução dos leilões de dívida federal da Alemanha, vendeu 3,9 bilhões de euros em T-Bills com prazo de seis meses a um yield médio de -0,0122%, abaixo da taxa de 0,0005% paga no leilão anterior com prazo semelhante, em 5 de dezembro passado. A oferta de 4 bilhões de euros em T-Bills de seis meses teve demanda total de 7,08 bilhões de euros pelos investidores.</p>
<p>&#8220;O yield negativo reflete a precificação no mercado secundário, indicando forte demanda pelos títulos alemães, que são considerados os ativos mais seguros na atual situação de elevada incerteza&#8221;, disse o estrategista Giuseppe Maraffino, do Barclays Capital. No mercado secundário, os yields dos Bunds com prazo de um ano tornaram-se negativos hoje pela primeira vez desde 30 de novembro de 2011, com a aversão ao risco alimentando a compra de dívida alemã pelos investidores.</p>
<p>Desde um desastroso leilão de Bunds de 10 anos, em novembro de 2011, quando a dívida alemã refletiu os temores na Europa pagando yields mais elevados, os bônus da Alemanha vêm registrando uma boa performance, com os yields em alguns vencimentos sendo negociados perto dos menores níveis já registrados.</p></blockquote>
<blockquote><p><strong>Serasa Experian: Inadimplência do consumidor cresceu 21,5% em 2011</strong></p>
<p>São Paulo, 10 &#8211; A inadimplência do consumidor brasileiro cresceu 21,5% em 2011 na comparação com 2010, informou hoje a Serasa Experian. Esse é o maior nível de aumento da inadimplência desde 2002, quando o Indicador de Inadimplência do Consumidor cresceu 24,7% em relação a 2001.</p>
<p>Considerando-se apenas o desempenho em dezembro, a alta da inadimplência foi de 13,1% em relação a um ano antes, mas houve queda de 2,5% na comparação com novembro.</p>
<p>Em nota divulgada à imprensa, a Serasa Experian atribui a ampliação da inadimplência em 2011 ao aumento da inflação, que reduziu o rendimento do trabalhador, e aos juros elevados mantidos durante a maior parte do ano passado e que reduziram a capacidade de pagamento das dívidas pelo consumidor. &#8220;Cabe destacar que o acúmulo de dívidas, de médio e longo prazos, vem desde 2010, ano em que as condições de crédito e do orçamento do consumidor foram mais favoráveis do que em 2011&#8243;, afirma a entidade.</p>
<p>No resultado de dezembro ante novembro, a maior contribuição para a queda de 2,5% veio das dívidas com bancos, que caíram 2% &#8211; esse tipo de dívida corresponde a 49,3% do peso do indicador. O valor médio das dívidas com bancos nos 12 meses de 2011 foi de R$ 1.302,12, redução de 0,7% ante o mesmo período de 2010.</p>
<p>A maior queda em dezembro ante novembro foi verificada nos protestos, que encolheram 11,5%. O valor médio dos títulos protestados, no entanto, cresceu 16% em 2011 na comparação com 2010 e atingiu o valor de R$ 1.372,86.</p>
<p>O valor médio das dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços) em 2011 ficou em R$ 320,63, queda de 17,3% na comparação com 2010. Os cheques sem fundo, por sua vez, apresentaram aumento de 8,4% sobre 2010, atingindo o valor médio de R$ 1.359,19. Na comparação de dezembro ante novembro, dívidas não bancárias e cheques sem fundo tiveram queda de, respectivamente, 1,2% e 8,3%.</p></blockquote>
<p>E então, foi bom para você ? <img src='http://www.clubedopairico.com.br/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_eek.gif' alt='8O' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Notícias &#124;&#124;&#124; Estudo aponta que endividamento do brasileiro é recorde</title>
		<link>http://www.clubedopairico.com.br/noticias-estudo-aponta-que-endividamento-do-brasileiro-e-recorde/8543</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 12:59:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[É incrível &#8230; mas parece que não tem muita gente dando bola pra isso &#8230;
Já imaginaram se surgir qualquer &#8220;obstáculo&#8221; ali na frente &#8230; ?  
Estudo aponta que endividamento do brasileiro é recorde 
São Paulo, 27 &#8211; O endividamento do brasileiro atingiu nível recorde. A dívida total das famílias no cartão de crédito, cheque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>É incrível &#8230; mas parece que não tem muita gente dando bola pra isso &#8230;</p>
<p>Já imaginaram se surgir qualquer &#8220;obstáculo&#8221; ali na frente &#8230; ? <img src='http://www.clubedopairico.com.br/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_eek.gif' alt='8O' class='wp-smiley' /> </p>
<blockquote><p><strong>Estudo aponta que endividamento do brasileiro é recorde </strong></p>
<p>São Paulo, 27 &#8211; O endividamento do brasileiro atingiu nível recorde. A dívida total das famílias no cartão de crédito, cheque especial, financiamento bancário, crédito consignado, crédito para compra de veículos e imóveis, incluindo recursos do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), corresponde a 40% da massa anual de rendimentos do trabalho e dos benefícios pagos pela Previdência Social no País, aponta um estudo da LCA Consultores ao qual o jornal O Estado de S. Paulo teve acesso.</p>
<p>Se, do dia para noite, os bancos e as financeiras decidissem cobrar a dívida total das pessoas físicas, isto é, juros e o empréstimo principal, que chegou a R$ 653 bilhões em abril, cada brasileiro teria de entregar o equivalente a 4,8 meses de rendimento para zerar as pendências. Os cálculos levam em conta a estimativa da massa de rendimentos nacional, não apenas nas seis regiões metropolitanas.</p>
<p>Em dezembro de 2009, a dívida das famílias estava em R$ 485 bilhões, subiu para R$ 524 bilhões em abril do ano passado e, em abril deste ano atingiu R$ 653 bilhões. Apesar dos ganhos de renda registrados nesse período, as dívidas abocanharam uma parcela cada vez maior dos rendimentos da população. Quase um ano e meio atrás, a dívida equivalia a 35% da renda anual ou 4,2 meses de rendimento. Em abril deste ano, subiu para 40% da renda ou 4,8 meses de rendimento.</p>
<p>“Houve uma forte aceleração do endividamento”, afirma o economista Wermeson França, responsável pelo estudo. Ele observa que uma conjugação favorável de fatores levou à disparada do endividamento do consumidor. O pano de fundo foi o crescimento econômico registrado no ano passado, quando o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 7,5%. Além disso, bancos e financeiras abriram as torneiras do crédito, com juros menores e prazos a perder de vista.</p>
<p>Dados de outro estudo intitulado “Radiografia do Endividamento das Famílias nas Capitais Brasileiras”, da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), confirmam o avanço do endividamento do consumidor. De janeiro a maio deste ano, 64%, em média, das famílias que vivem nas 27 capitais do País tinham dívidas, ante 61% em igual período de 2010. O valor médio da dívida aumentou quase 18%, de R$ 1.298 mensais, entre janeiro e maio do ano passado, para R$ 1.527 mensais em igual período deste ano. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Obama precisa de acordo com o congresso para evitar moratória</title>
		<link>http://www.clubedopairico.com.br/obama-precisa-de-acordo-com-o-congresso-para-evitar-moratoria/8484</link>
		<comments>http://www.clubedopairico.com.br/obama-precisa-de-acordo-com-o-congresso-para-evitar-moratoria/8484#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 14:23:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já havia imaginado ler algo do gênero vindo da maior economia do mundo ? (e o que a China deve estar pensando sobre isso ?)
Obama precisa de acordo com o congresso para evitar moratória
Washington, 16 &#8211; Os Estados Unidos estão, a rigor, em risco de default (não pagamento da dívida pública. O governo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Você já havia imaginado ler algo do gênero vindo da maior economia do mundo ? (e o que a China deve estar pensando sobre isso ?)</p>
<blockquote><p><strong>Obama precisa de acordo com o congresso para evitar moratória</strong></p>
<p>Washington, 16 &#8211; Os Estados Unidos estão, a rigor, em risco de default (não pagamento da dívida pública. O governo de Barack Obama poderá ser obrigado a declarar moratória no início de agosto se o Congresso não aprovar até lá o aumento do teto da dívida pública e, com isso, permitir que o Tesouro Nacional pague as despesas federais. Embora boa parte dos economistas e analistas políticos considere muito provável um acordo entre a Casa Branca e o Congresso, o risco de fracasso das negociações ainda está presente.</p>
<p>Na melhor das hipóteses, o acordo não será uma panaceia &#8211; apenas suavizará, mas não dará uma solução imediata para a grave crise fiscal vivida pelo país. Os EUA têm uma dívida pública de US$ 14,3 trilhões, o equivalente a quase 100% do Produto Interno Bruto (PIB) do país e ao teto fixado pelo Legislativo. O Escritório de Orçamento do Congresso projeta para este ano um déficit nominal &#8211; receitas menos despesas federais, incluídos os pagamento de juros &#8211; de US$ 1,480 trilhão ou 8,9% do PIB.</p>
<p>Com um crescimento econômico lento demais (apenas 1,8% no primeiro trimestre deste ano), a taxa de desemprego subindo (9,1% em maio) e a aversão da sociedade a aumentos de impostos, o governo Obama não tem alternativas para aumentar as receitas. A discussão entre a Casa Branca e o Congresso sobre o corte de cerca de US$ 4 trilhões nos gastos públicos nos próximos dez anos, assim como o aumento do teto para a dívida pública, se mostra contaminada pelo início antecipado da campanha presidencial de 2012.</p>
<p>Ambos os temas transformaram-se em queda de braço entre os democratas de Obama e a oposição republicana, mais vulnerável aos ultraconservadores do Tea Party. Obama quer preservar gastos sociais e programas de incentivo aos setores de energia e de infraestrutura. Para os republicanos, é melhor cortá-los.</p>
<p><span id="more-8484"></span>Nesse ambiente de incertezas sobre o orçamento e o teto para a dívida, os EUA sofreram queda em sua classificação de risco medida pela Standard &amp; Poor’s, em abril. Outra agência do setor, a Moody’s, advertiu o governo americano neste mês de que seguirá no mesmo caminho da S&amp;P se não houver acordo sobre a redução de despesas públicas nem aumento do teto da dívida. A maioria dos 70 economistas ouvidos pela Reuters nos últimos cinco dias acredita ser muito pequeno o risco de um “default potencialmente devastador da dívida soberana dos EUA”. A própria Constituição americana, em sua emenda 14, determina que “a validade da dívida pública dos EUA não venha a ser questionada”.</p>
<p>Fora do ambiente de apostas, o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Ben Bernanke, alertou para o potencial desastroso da perda de confiança na capacidade de pagamento dos EUA. “Entendo o desejo de usar o teto da dívida para forçar a adoção de uma política fiscal difícil e necessária. Mas o teto para a dívida é o instrumento errado para essa tarefa”, defendeu. “Não aprovar o aumento do teto da dívida será uma atitude autodestrutiva, ainda mais se o objetivo é traçar um curso melhor para a situação fiscal da nossa Nação.”</p>
<p>Para o economista Michael Barr, do Brookings Institution, o default dos EUA “seria inaceitável”. Mudaria a lógica da busca da moeda americana em situações de incerteza no mundo, como foi observado desde a metade do século 20, e uma nova e mais poderosa crise cairia sobre o país. “Nós veríamos uma onda de falências de bancos e de empresas, uma corrida aos saques de depósitos bancários e de fundos de investimento e um contágio muito maior do que a crise financeira da qual, finalmente, conseguimos sair”, disse Barr, em artigo publicado pelo Brookings. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p></blockquote>
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		<title>Notícias &#124;&#124;&#124; BCs temem risco de estouro de nova bolha</title>
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		<pubDate>Wed, 11 May 2011 14:55:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa é uma bolha que me preocupa a muito tempo. Muita gente justifica o aumento dos preços somente por causa do crescimento da economia de países como Índia e China, que por terem uma população gigantesca aumentaria a demanda por tudo.
Sempre tive minhas dúvidas &#8230; Sim, houve um aumento na demanda &#8230; mas não sei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Essa é uma bolha que me preocupa a <strong>muito </strong>tempo. Muita gente <em>justifica </em>o aumento dos preços somente por causa do crescimento da economia de países como Índia e China, que por terem uma população gigantesca aumentaria a demanda por tudo.</p>
<p>Sempre tive minhas dúvidas &#8230; Sim, houve um aumento na demanda &#8230; mas não sei se na mesma proporção que vimos o aumento nas cotações das commodities. Sim, cotações e não preços &#8230; Sempre defendi que o aumento que vimos até agora se deveu mais ao uso de operações em &#8220;bolsa&#8221; do que ao consumo do produto propriamente dito. A alavancagem que estes mercados oferecem é fantástica, a liquidez então &#8230; sem comentários.</p>
<p>Reparou como os preços dos metais e dos combustíveis subiu muito antes do que a &#8220;plena&#8221; recuperação dos mercados ? Dinheiro grátis do FED americano serve para muito coisa, sabia ? <img src='http://www.clubedopairico.com.br/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Essa semana &#8211; por conta desse medo &#8211; o CME elevou a chamada de margem para negociação com contratos de petróleo, de U$ 5.000,00 para U$ 6.500,00 o contrato. E isso é um grande aumento.</p>
<p>Leia a notícia abaixo e torça, com toda sua força e fé, para que isso não aconteça &#8230; Pois se vier a acontecer será o gatilho ideal para o tão temido &#8220;Doble Deep&#8221; &#8230;</p>
<blockquote><p><strong>BCs temem risco de estouro de nova bolha </strong></p>
<p>Basileia, Suíça, 09 &#8211; Xerifes das finanças internacionais temem que a correção nos preços de matérias-primas possa ser um primeiro e perigoso sinal de possível estouro de uma bolha de commodities, o que representaria risco para a recuperação da economia mundial, além de escancarar a atuação de especuladores nos mercados de energia e alimentos. Essa é a avaliação de alguns dos principais bancos centrais do mundo, que começaram ontem na Basileia avaliação da situação da economia mundial.</p>
<p>No fim da semana passada, uma correção no mercado de commodities afetou os preços de uma gama de produtos, do cobre ao algodão. O petróleo registrou a maior queda em termos absolutos da história. Em apenas um dia, o barril perdeu US$ 12. Na semana, a prata perdeu 30% de seu valor, na maior queda em quase 30 anos. O Financial Times chegou a classificar a queda de “épica” e, entre alguns representantes de bancos centrais, a ordem é manter vigilância total em relação aos acontecimentos, diante do que poderia ser mais uma bolha.</p>
<p>Para alguns, a ameaça de “pouso forçado” existe em relação ao comportamento do mercado de commodities. O impacto seria sentido, acima de tudo, em economias exportadoras de matérias-primas. Segundo dados do Instituto de Finanças Internacionais, foram os altos preços de commodities que promoveram uma recuperação rápida na América Latina após a crise de 2009. A entidade, que representa os bancos privados, aponta que as commodities representam hoje 50% das exportações da região.</p>
<p><span id="more-8137"></span><br />
<h3>Fechada</h3>
<p>A reunião na Basileia ocorre a portas fechadas e os presidentes das instituições são orientados a não revelar o conteúdo das conversas. “Não posso falar nada”, disse o presidente do BC chileno, José de Gregório. O Chile vinha sustentando parte de sua expansão na alta dos preços de cobre. A reunião ainda conta com representantes do BC americano, do presidente do BC brasileiro, Alexandre Tombini, e de Jean Claude Trichet, do Banco Central Europeu (BCE).</p>
<p>Apesar do caráter sigiloso do encontro, um dos presidentes de BCs sinalizou que a volatilidade dos preços de commodities e os primeiros sinais de que haveria uma bolha é uma das maiores preocupações de todos. A volatilidade dos preços seria uma incerteza considerada como “alarmante” para a economia mundial em 2011.</p>
<p>“Há um temor muito grande de que podemos estar vivendo o início da explosão de uma bolha”, diz dirigente de país exportador de petróleo. “O que vimos na semana passada é que o preço de commodities é, em grande parte, fruto de especuladores e não só da demanda da China e da Índia”.</p>
<p>Alguns dos BCs não acreditam no argumento do mercado de que a correção ocorreu por conta da expectativa de dados menos otimista de recuperação da economia americana. “Nenhum dado nos EUA justificaria correção do tamanho que vimos”, relatou representante de um BC latino-americano. A previsão pessimista não faz parte nem dos cenários do BC brasileiro e nem de empresas como a Goldman Sachs. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Notícia &#124;&#124;&#124; CMN cria novas regras para emissão de cheques</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 13:40:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Me parece uma boa ! Tudo que for feito para ajudar no combate aos &#8220;golpes&#8221; com cheques será bem vindo.  
BRASÍLIA &#8211; O Conselho Monetário Nacional (CMN) criou nesta quinta-feira, 28, novas regras para emissão de talão de cheques e a sua compensação. O objetivo é tornar mais seguro o recebimento desse instrumento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Me parece uma boa ! Tudo que for feito para ajudar no combate aos &#8220;golpes&#8221; com cheques será bem vindo. <img src='http://www.clubedopairico.com.br/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<blockquote><p>BRASÍLIA &#8211; O Conselho Monetário Nacional (CMN) criou nesta quinta-feira, 28, novas regras para emissão de talão de cheques e a sua compensação. O objetivo é tornar mais seguro o recebimento desse instrumento de pagamento. Os bancos terão de refazer os contratos com os clientes para estabelecer claramente os critérios para concessão de talões de cheque, entre outros pontos. Precisarão, ainda, criar um cadastro no qual o comerciante terá informações sobre o cheque que estiver recebendo. Além disso, as folhas de cheques terão que ter a data de confecção do talão.</p>
<p>As instituições financeiras terão o prazo de um ano para se adequar às novas normas. &#8220;É preciso dar mais robustez às regras, para que a pessoa que está recebendo o cheque tenha mais segurança e transparência&#8221;, afirmou o chefe do Departamento de Normas do Banco Central, Sergio Odilon dos Anjos. &#8220;O foco no aspecto comercial é muito grande. As pessoas que recebem o cheque precisam ser protegidas&#8221;, destacou. Os cheques correspondem atualmente a 15% do volume de pagamentos feito no País.</p>
<p>Hoje, os bancos arbitram sobre a concessão de talão de cheques para os clientes. No entanto, não estão obrigados a explicar os critérios da decisão. A partir de agora, os critérios para emitir ou não o talão terão de estar expressos no contrato. &#8220;Estamos tornando esta norma mais clara. As condições terão de ser feitas contratualmente&#8221;, disse Odilon dos Anjos. No prazo de um ano, todos os contratos terão de ser refeitos. Nos novos contratos, a regra entra em vigor imediatamente.</p>
<p>Para o BC, a medida pode ajudar a reduzir a emissão de cheques sem fundo. Segundo os dados da instituição, dos 1,12 bilhão de documentos compensados em 2010, no valor de R$ 1,029 trilhão, 71 milhões de cheques foram devolvidos, no valor de R$ 83 bilhões. Do total de devolução, 63 milhões foram por falta de fundos, somando R$ 70 bilhões.</p>
<p>Outra obrigatoriedade aprovada nesta quinta pelo CMN é a impressão na folha do cheque da data de confecção do talão. Cheques com datas antigas poderão ser recusados pelo comerciante.</p>
<p><strong>BO e consulta</strong></p>
<p>Além disso, os bancos terão de ser mais rigorosos na exigência do boletim de ocorrência policial para sustar cheques em caso de furto e extravio. &#8220;O boletim policial se torna obrigatório para que a sustação seja definitiva&#8221;, disse Odilon dos Anjos. O emissor do cheque terá dois úteis, após o pedido de sustação, para entregar o boletim de ocorrência. Caso contrário, o banco pode compensar o cheque.</p>
<p><span id="more-7994"></span>As instituições financeiras terão, ainda, de criar um sistema que consolide em um único lugar a consulta de informações sobre o cheque. O comerciante, por exemplo, poderá receber informações se o cheque foi sustado ou está bloqueado, se é de conta com bloqueio judicial ou de conta encerrada.</p>
<p>Os atuais mecanismos de consulta, como o Serasa, informam se o emissor do cheque tem histórico de cheques sem fundo, mas não prestam informações sobre o cheque em si. Odilon dos Anjos disse que a tendência é que os bancos se reúnam para formar um único serviço. Eles poderão cobrar uma taxa pelo serviço. &#8220;Não entramos no custo. Os bancos podem cobrar, porque evidentemente há um custo da operação&#8221;, explicou.</p>
<p>Outra decisão do CMN obriga as instituições financeiras a informarem ao cliente que teve o cheque devolvido o nome e a agência bancária da pessoa que depositou o cheque. O BC entende que este mecanismo vai possibilitar ao proprietário do cheque sem fundo acertar a dívida e limpar o nome no mercado. Como os cheques muitas vezes passam de mão em mão antes de serem depositados, o emissor tem dificuldade para resgatar o cheque devolvido. Se inscrito no Serasa, tinha que esperar o prazo de cinco anos para ver o nome limpo. Esta medida entra em vigor imediatamente porque não necessita de prazo para implementação.</p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Quem quer dinheiro !!!?!?!? Bom &#8230; a Receita Federal quer &#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 11:30:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Claro, como uma das únicas certezas da vida (dentre elas a morte &#8230;), a Receita Federal quer a sua fatia do bolo. Quer cobrar de Sílvio Santos o que lhes cabe, na forma de imposto, do lucro obtido na venda de sua participação no Panamericano. Mas &#8230; calma &#8230; não havia sido noticiado que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Claro, como uma das únicas certezas da vida (dentre elas a morte &#8230;), a Receita Federal quer a sua fatia do bolo. Quer cobrar de Sílvio Santos o que lhes cabe, na forma de imposto, do lucro obtido na venda de sua participação no Panamericano. Mas &#8230; calma &#8230; não havia sido noticiado que o Sr Abravanel havia saído com lucro zero da operação ? Não foi noticiado que ele havia vendido sua participação por R$ 450 milhões ao BTG  Pactual e que &#8220;em seguida&#8221; foi entregar o valor obtido ao FGC, onde devia quase R$ 4 bilhões &#8230; ?</p>
<p>Sim, e é justamente por essa matemática que a Receita está atrás do que &#8220;é seu&#8221;.</p>
<p>A dívida de SS era de quase R$ 4 bi, foi sanada por apenas R$ 450 milhões &#8230; notaram um buraco de quase R$ 3,5 bi ? Para a Receita isso foi o lucro obtido por Sílvio Santos na operação. Se devia x, e pagou apenas 10% disso e com isso quitou a dívida, quer dizer que ele &#8220;embolsou&#8221; R$ 3,5 bi. Meio estranha essa conta não ?</p>
<p>Dê uma olhada no infográfico abaixo para ajudar no entendimento do caso:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-7189" title="infografico IR silvio santos" src="http://www.clubedopairico.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2011/02/infografico-IR-silvio-santos.jpg" alt="" width="635" height="415" /></p>
<p>Agora o que mais me deixou com a pulga atrás da orelha com toda essa história: Isso não poderia vir a criar um belo precedente ?</p>
<p><span id="more-7188"></span>Por exemplo, se você tem uma dívida no cartão de crédito, ou com o banco, por causa do cheque especial, ou em qualquer outra fonte de crédito, e a dívida vai crescendo &#8230; crescendo &#8230; crescendo &#8230; e lááá na frente se torna &#8220;impagável&#8221;. O que a instituição financeira normalmente faz ? Te oferece um desconto &#8230; um abatimento na dívida. Correto ?</p>
<p>E se a dívida é grande, sei lá, na ordem dos R$ 50.000,00 &#8230; e o desconto oferecido é na ordem de 80% &#8230; (sim, algumas vezes isso acontece &#8230;) e você acaba pagando apenas R$ 10.000,00. Terá que pagar o IR sobre estes R$ 40.000,00 que &#8220;sumiram&#8221;, que se tornaram &#8220;ganho de capital&#8221; &#8211; ao menos na visão do fisco e dos técnicos &#8211; dessa operação ?</p>
<p>E pior, mas só para o Sílvio: Ele imaginava que essa cobrança poderia existir !? <img src='http://www.clubedopairico.com.br/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_eek.gif' alt='8O' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Vou dizer para vocês &#8230; essa operação está mais estranha do que qualquer outra coisa que eu já tenha visto &#8230; A começar pela compra de 49% do banco pela Caixa no final de 2009 &#8230;</p>
<p><strong>&#8220;É com você Lombardi !&#8221;</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Gigantes do setor de petróleo prometem retirar negócios do Irã</title>
		<link>http://www.clubedopairico.com.br/gigantes-do-setor-de-petroleo-prometem-retirar-negocios-do-ira/6023</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Oct 2010 12:12:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Leia atentamente a notícia abaixo:
Gigantes do setor de petróleo prometem retirar negócios do Irã 
Washington, 30 &#8211; As gigantes do setor de petróleo Total, Royal Dutch Shell, Statoil e Eni prometeram retirar seus investimentos do Irã, afirmou o vice-secretário de Estado americano, James Steinberg.
As promessas estão em linha com as novas medidas financeiras e de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Leia atentamente a notícia abaixo:</p>
<blockquote><p><strong>Gigantes do setor de petróleo prometem retirar negócios do Irã </strong></p>
<p>Washington, 30 &#8211; As gigantes do setor de petróleo Total, Royal Dutch Shell, Statoil e Eni prometeram retirar seus investimentos do Irã, afirmou o vice-secretário de Estado americano, James Steinberg.</p>
<p>As promessas estão em linha com as novas medidas financeiras e de energia impostas pelo Congresso dos EUA ao Irã em junho, após a ONU também impor sanções ao país no início do mesmo mês a fim de frear as ambições nucleares iranianas.</p>
<p>&#8220;Tenho o prazer de anunciar que nós recebemos a promessa de quatro empresas internacionais de energia para encerrar seus investimentos e evitar qualquer nova atividade no setor energético iraniano&#8221;, afirmou Steinberg, chamando o movimento de &#8220;um revés significativo para o Irã&#8221;.</p>
<p>Steinberg disse que o movimento evita que as empresas sofram sanções dos EUA. As empresas nos garantiram que vão interromper ou tomar medidas para impedir seus negócios com o Irã, disse o vice-secretário.</p>
<p>&#8220;No entanto, algumas companhias internacionais de petróleo ainda não se comprometeram com qualquer nova atividade no setor de petróleo iraniano. E por este motivo, o Departamento de Estado está iniciando investigações sobre essas empresas&#8221;, disse ele. As informações são da Dow Jones.</p></blockquote>
<p>Bom &#8230; será mesmo um revés significativo para o Irã, ou para o <strong>mundo </strong>?</p>
<p>Não custa nada lembrar que:</p>
<p>- O Irã é o <span style="text-decoration: underline;">4º maior</span> produtor e exportador de petróleo;</p>
<p>- O Irã tem a <span style="text-decoration: underline;">2ª maior</span> reserva de petróleo do mundo &#8230;</p>
<p>Me preocupo muito com o que vêm fazendo com esse país. Sim, os direitos humanos por lá &#8220;não é aquela coisa&#8221;, mas essa guerra contra ele não soa meio forçada ? Lembram do Iraque &#8230; ? Inventaram mil justificativas para invadir, e quando chegaram lá &#8220;viram&#8221; que não era bem o que estavam falando. Quanto ao lado nuclear da coisa, eu tenho muito mais medo do armamento americano do que o Irã com uma ou duas bombas. Além do fato de existir &#8220;dois pesos e duas medidas&#8221;. Por que o Irã não pode se o vizinho &#8211; e amigo &#8211; Israel pode ?</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>STJ julga que construtoras não podem cobrar juros antes das chaves</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 13:16:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa é das importantes !!
STJ julga que construtoras não podem cobrar juros antes das chaves 
São Paulo, 21 &#8211; As construtoras que vendem imóveis na planta não podem cobrar juros sobre as parcelas pagas pelo comprador antes da entrega das chaves. Esta foi a decisão tomada pela Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Essa é das importantes !!</p>
<blockquote><p><strong>STJ julga que construtoras não podem cobrar juros antes das chaves </strong></p>
<p>São Paulo, 21 &#8211; As construtoras que vendem imóveis na planta não podem cobrar juros sobre as parcelas pagas pelo comprador antes da entrega das chaves. Esta foi a decisão tomada pela Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ao julgar recurso da construtora Queiroz Galvão contra deliberação que a obrigava a devolver em dobro os juros pagos por uma cliente, na Paraíba.</p>
<p>Segundo o STJ, a cobrança dos juros antes da entrega do imóvel era prática comum entre as construtoras, mas começou a ser limitada após o surgimento do Código de Defesa do Consumidor, em 1990, que considera nulas as cláusulas de contrato tidas por abusivas. Em 2001, a Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça editou portaria declarando abusiva qualquer cláusula &#8220;que estabeleça, no contrato de venda e compra de imóvel, a incidência de juros antes da entrega das chaves&#8221;. Em 1997, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios firmou com 27 construtoras um termo de ajuste que proibia esses juros.</p>
<p>No caso julgado pela Quarta Turma, a compradora havia sido obrigada em contrato a pagar correção monetária pelo INCC e juros de 1% ao mês sobre as parcelas anteriores ao recebimento do imóvel, a chamada “poupança”. Ela entrou na Justiça com pedido de revisão do contrato e devolução em dobro dos valores pagos indevidamente e teve ganho de causa em primeira e segunda instâncias. A construtora então recorreu ao STJ.</p>
<p>“Não impressiona a alegação de que a construtora capta recursos no mercado financeiro para a construção do empreendimento, pagando juros que devem ser repassados ao comprador do imóvel”, afirmou o relator do recurso, ministro Luis Felipe Salomão, ressaltando que “todos os custos da obra &#8211; inclusive os decorrentes de financiamento realizado pela construtora &#8211; estão embutidos no preço do imóvel oferecido ao público”.</p>
<p><span id="more-5888"></span>De acordo com o relator, a cobrança de juros durante a obra, antes da entrega das chaves, é descabida porque, nesse período, a construtora é quem usa o capital do comprador, que nem sequer tem o gozo do imóvel. “O que há é uma verdadeira antecipação de pagamento, parcial e gradual, pelo comprador, para um imóvel cuja entrega foi contratualmente diferida no tempo”, disse o ministro. O seu voto contra o recurso da construtora foi acompanhado por todos os outros ministros da Quarta Turma.</p></blockquote>
<p>Eu só fiquei com uma dúvida: No caso da ação, ela estaria isenta tanto da correção pelo INCC e dos juros, ou somente dos juros ? ( há uns dias tinha lido sobre o uso do INCC para essa finalidade )</p>
<p>Posso pedir a ajuda dos universitários ? <img src='http://www.clubedopairico.com.br/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Bolsa cria proteção contra grandes variações</title>
		<link>http://www.clubedopairico.com.br/bolsa-cria-protecao-contra-grandes-variacoes/5786</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 18:28:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bolsa de valores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Notícia importante, principalmente para não ser pego de surpresa:
BM&#38;FBovespa cria limite adicional de variação de preços de ativos 
São Paulo, 13 &#8211; A BM&#38;FBovespa informa que implantará, a partir de 27 de setembro, novo limite de variação de preços para a negociação de ações, cotas de fundos de índices (ETFs) e demais ativos no mercado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Notícia importante, principalmente para não ser pego de surpresa:</p>
<blockquote><p><strong>BM&amp;FBovespa cria limite adicional de variação de preços de ativos </strong></p>
<p>São Paulo, 13 &#8211; A BM&amp;FBovespa informa que implantará, <strong>a partir de 27 de setembro</strong>, novo limite de variação de preços para a negociação de ações, cotas de fundos de índices (ETFs) e demais ativos no mercado à vista. Será o limite intradiário, um controle adicional e não substituto do atual limite de oscilação em relação ao preço do último negócio fechado, já implantado no sistema Mega Bolsa.</p>
<p>A nova ferramenta estabelecerá para cada ativo limites mínimo e máximo de preço em relação ao preço-base do ativo negociado. Segundo a Bolsa, o <strong>preço-base é o preço de fechamento do dia anterior</strong>, se for considerar o ativo no início do dia e antes de ocorrer o primeiro negócio, ou o preço do primeiro negócio do dia. Em comunicado, a BM&amp;FBovespa explica que, ao longo do dia, o preço-base do ativo será alterado sempre que houver leilão acionado pelo limite intradiário. Nesse caso, assume o preço que resultar do leilão.</p>
<p>Segundo a Bolsa, o limite intradiário funcionará da seguinte forma: caso um novo negócio gere preço que viole, para baixo ou para cima, o limite intradiário &#8211; que é estabelecido como <strong>15% positivo ou negativo </strong>- o fechamento do negócio não será permitido e o ativo entrará na modalidade leilão. O limite intradiário não incidirá sobre os leilões, ou seja, o preço resultante de um leilão poderá apresentar variação em relação ao preço-base superior ao limite intradiário.</p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Notícia para ajudar a entender o rolo final da capitalização da Petrobras</title>
		<link>http://www.clubedopairico.com.br/noticia-para-ajudar-a-entender-o-rolo-final-da-capitalizacao-da-petrobras/5677</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 12:17:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bolsa de valores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Que esta capitalização está trazendo muita dor de cabeça para os acionistas minoritários não é novidade alguma. No ano a ação já perdeu quase 25% do seu valor. ( enquanto o índice apenas 2% )
A reta final do processo de capitalização começa a se aproximar, está praticamente tudo certo para que ocorra no próxima dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Que esta capitalização está trazendo <strong>muita </strong>dor de cabeça para os acionistas minoritários não é novidade alguma. No ano a ação já perdeu quase 25% do seu valor. ( enquanto o índice apenas 2% )</p>
<p>A reta final do processo de capitalização começa a se aproximar, está praticamente tudo certo para que ocorra no próxima dia 30. Um dos itens faltantes era o preço do barril da cessão onerosa, e ele foi anunciado ontem: U$ 8,5<span style="text-decoration: underline;">1</span>. O consenso era de que o barril sairia por U$ 8,5. <img src='http://www.clubedopairico.com.br/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Bom, leia a notícia abaixo e veja o que nos aguarda neste mês de setembro. Ainda tem muita água para rolar &#8230;</p>
<p>Ah ! E se você já viu o <a href="http://www.clubedopairico.com.br/posicao-do-aluguel-de-acoes-120/5674" target="_blank">post do aluguel de hoje</a> &#8230; sabe que o &#8220;povo&#8221; da venda tem ainda mais munição em mãos &#8230; <img src='http://www.clubedopairico.com.br/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_eek.gif' alt='8O' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Vamos lá !</p>
<blockquote><p><strong>Analistas consideram caro preço de us$ 8,51/barril da cessão onerosa </strong><br />
(Wellington Bahnemann e Nicola Pamplona)</p>
<p>São Paulo e Rio, 01 &#8211; O preço de US$ 8,51/barril para a cessão onerosa de petróleo da União à Petrobras foi considerado elevado por analistas de mercado consultados pela Agência Estado. Esse valor irá implicar em um pagamento de US$ 42,5 bilhões da estatal à União pela transferência de 4,999 bilhões de óleo equivalente, sinalizando que a capitalização também será elevada para que a empresa faça frente a esse compromisso. &#8220;A expectativa é de que ocorra uma diluição da participação dos minoritários&#8221;, explica o analista de petróleo da SLW Corretora, Erick Scott.</p>
<p>Na última quinta-feira a Agência Estado antecipou que governo havia batido o martelo do preço da cessão onerosa em US$ 8,5 por barril e que valor ficou exatamente no meio entre o mínimo e o máximo sugerido nos laudos das consultorias contratadas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) e Petrobrás.</p>
<p>Recentemente, Petrobras recebeu aval dos acionistas para aumentar o capital em até R$ 150 bilhões. Para manter a sua participação de 29,6% na estatal, caso a capitalização ocorra pelo valor máximo, a União precisaria entrar com R$ 47,829 bilhões. Os demais acionistas, para não serem diluídos, precisariam aportar R$ 89 bilhões. &#8220;Fatalmente, os investidores pessoa física não terão condições de acompanhar a União na capitalização. Por isso a expectativa é de que os minoritários serão diluídos na futura emissão de ações&#8221;, explica o analista da SLW.</p>
<p><span id="more-5677"></span>Em reais, a Petrobras precisará pagar à União R$ 74,8 bilhões, o que permite que o governo participe com folga do processo de capitalização. Caso os minoritários optem por ficar de fora da operação, a União teria condições de subscrever as sobras. &#8220;É muito provável que a União use os créditos da cessão onerosa para adquirir as sobras dos minoritários&#8221;, afirmou o analista de um grande banco que preferiu não ser identificado. O mesmo raciocínio tem o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires. Na visão do consultor, os termos da cessão onerosa garantirão a União uma fatia de cerca de 50% das novas ações.</p>
<p>&#8220;O valor de R$ 74,8 bilhões é quase a metade exata do limite estipulado para a capitalização&#8221;, afirma Pires. Por conta da perspectiva de diluição dos acionistas, o analista que falou sob a condição de anonimato comentou sobre a possibilidade de os minoritários questionarem a Petrobras por ter aceitado um valor de barril mais alto. &#8220;Por se tratar de transação entre partes relacionadas, os minoritários podem, eventualmente, questionar a empresa por ter aceitado pagar um valor mais alto. Isso porque pode ficar a impressão de que isso ocorreu por pressão da União, acionista controlador&#8221;, disse. Nas últimas semanas, informações veiculadas pela imprensa davam conta de que o laudo encomendado pela Petrobras apontava para um valor de US$ 5 a U$ 6.</p>
<p>Apesar de consenso, a primeira vista, de preço do barril caro, a visão dos analistas é de que ainda faltam dados para determinar como foi calculado o valor de US$ 8,51. &#8220;Não sabemos quais foram as premissas utilizadas para chegar a este preço, para determinamos se foi justo ou não&#8221;, afirmou o analista que preferiu não se identificar. Conforme o fato relevante divulgado pela empresa, o valor de US$ 8,51 é uma média do preço do barril das áreas: Tupi Sul, Florim, Tupi NE, Peroba, Guara East, Franco e Iara, que totalizam os 4,999 bilhões de barris de óleo.</p>
<p>Definido o preço do barril, Scott afirmou que a atenção dos investidores voltará para o preço da ação no processo de capitalização. &#8220;Ainda que o barril seja caro, o que vai definir o apetite do minoritário será o valor da ação&#8221;, avaliou o analista que preferiu não se identificar. Esse mesmo profissional acredita em uma pressão baixista em torno dos papéis da Petrobras até o fechamento do bookbuilding. &#8220;A expectativa é de que a operação tenha um preço do mercado&#8221;, disse.</p>
<p>Segundo Pires, a evolução do preço das ações nos próximos dias deve ser negativa, diante de avaliações de que o preço estipulado é alto. &#8220;O barril mais caro é ruim porque afasta investidor minoritário, mas o governo resolveu esse problema ao editar a Medida Provisória (MP) nº 500, permitindo a entrada de outras estatais, com dinheiro, no processo&#8221;, disse. Publicada ontem, a MP foi encarada pelo mercado como uma solução para o risco de baixa participação de minoritários, que reduziria a arrecadação da empresa no processo.</p></blockquote>
<p>E então &#8230; concorda ? Ou acha que esse valor já estava no preço ? Rolo &#8230; muito rolo &#8230; <img src='http://www.clubedopairico.com.br/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Notícias para alegrar o seu dia: Investimento estrangeiro tem pior mês de junho em sete anos</title>
		<link>http://www.clubedopairico.com.br/noticias-para-alegrar-o-seu-dia-investimento-estrangeiro-tem-pior-resultado-para-junho-em-sete-anos/5258</link>
		<comments>http://www.clubedopairico.com.br/noticias-para-alegrar-o-seu-dia-investimento-estrangeiro-tem-pior-resultado-para-junho-em-sete-anos/5258#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 14:46:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Viu como o &#8220;pior já passou&#8221; e agora tudo é motivo de alegria &#8230; ?
Pessoal &#8230; todo cuidado é pouco &#8230; e o oba oba generalizado não está nada agradável &#8230;
Investimento estrangeiro tem pior resultado para junho em sete anos
EDUARDO CUCOLO
DE BRASÍLIA
Os investimentos estrangeiros diretos no Brasil registraram o pior resultado para meses de junho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Viu como o &#8220;pior já passou&#8221; e agora tudo é motivo de alegria &#8230; ?</p>
<p>Pessoal &#8230; todo cuidado é pouco &#8230; e o oba oba generalizado não está nada agradável &#8230;</p>
<blockquote><p><strong>Investimento estrangeiro tem pior resultado para junho em sete anos</strong><br />
EDUARDO CUCOLO<br />
DE BRASÍLIA</p>
<p>Os investimentos estrangeiros diretos no Brasil registraram o pior resultado para meses de junho em sete anos. Segundo dados do Banco Central, entraram no país US$ 708 milhões.</p>
<p>No semestre, os investimentos no setor produtivo somam US$ 12 bilhões, <strong>menos de um terço da meta </strong>do BC para esse ano (US$ 38 bilhões).</p>
<p>No mercado financeiro, os resultados foram melhores. Entraram US$ 1,9 bilhão em ações e US$ 1,4 bilhão em renda fixa (títulos públicos) no mês passado.</p>
<p>Os investimentos estrangeiros são a principal fonte de financiamento das transações correntes do país com o exterior, que fecharam o mês passado com deficit de US$ 5,2 bilhões.</p>
<p>No acumulado do ano, o deficit mais que triplicou, de US$ 7,2 bilhões em 2009 para US$ 23,8 bilhões.</p>
<p>Nessa comparação, <strong>o resultado da balança comercial caiu 43%</strong>, enquanto <strong>os gastos com serviços e remessas de rendas aumentaram 46%</strong>.</p></blockquote>
<p>Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/772678-investimento-estrangeiro-tem-pior-resultado-para-junho-em-sete-anos.shtml" target="_blank">Folha.com</a></p>
<p>E agora &#8220;<span style="text-decoration: underline;">companheiros</span>&#8221; ?</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Notícias para alegrar o seu dia: Dinheiro velho vai virar adubo na Amazônia</title>
		<link>http://www.clubedopairico.com.br/noticias-para-alegrar-o-seu-dia-dinheiro-velho-vai-virar-adubo-na-amazonia/5232</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 13:15:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Poxa, finalmente !! Nunca tinha pensado em usar nessa finalidade, mas pensava que algum uso tinha que ser dado &#8230;
Agora &#8230; se contém metais pesados, pode ser usado assim &#8230; como adubo ?  
Dinheiro velho vai virar adubo na Amazônia
JOÃO CARLOS MAGALHÃES
DE BELÉM
Antes deixada em lixões, parte das cédulas de dinheiro que o Banco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Poxa, finalmente !! Nunca tinha pensado em usar nessa finalidade, mas pensava que algum uso tinha que ser dado &#8230;</p>
<p>Agora &#8230; se contém metais pesados, pode ser usado assim &#8230; como adubo ? <img src='http://www.clubedopairico.com.br/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_eek.gif' alt='8O' class='wp-smiley' /> </p>
<blockquote><p><strong>Dinheiro velho vai virar adubo na Amazônia</strong><br />
JOÃO CARLOS MAGALHÃES<br />
DE BELÉM</p>
<p>Antes deixada em lixões, parte das cédulas de dinheiro que o Banco Central joga fora terão agora um novo destino: serão adubo na Amazônia.</p>
<p>A proposta partiu de um funcionário do banco em Belém (PA), que por acaso cursa também agronomia na UFRA (Universidade Federal Rural da Amazônia).</p>
<p>Depois de mais de três anos de testes e negociações, o banco, a universidade, o governo do Pará e o sindicato de servidores do banco assinaram na semana passada um convênio de R$ 100 mil para desenvolver o projeto.</p>
<p>Inicialmente, serão usadas 11 toneladas de notas que o banco tritura todo mês na região Norte. Elas equivalem a aproximadamente R$ 17 mil.</p>
<p>Com isso, as cédulas, que contêm metais pesados, deixarão de ir para aterros sanitários ou ser queimadas, como já foi feito.</p>
<p><span id="more-5232"></span>O adubo terá, além de dinheiro, restos de grama seca (chamada de palhada) e de outros vegetais, que se tornam lixo no Ceasa de Belém.</p>
<p>A potência do composto, disse Carlos Costa, professor de ecologia da UFRA que coordena o projeto, é comparável à das fezes da galinha, e superior à do esterco bovino.</p>
<p>&#8220;Isso é inédito no mundo. Acho que deve incentivar outros bancos centrais a fazer&#8221;, afirmou Costa sobre a ideia, que será patenteada.</p>
<p>O adubo deve, dentro de um ano, começar a ser distribuído para pequenos produtores rurais de cidades próximas a Belém.</p></blockquote>
<p>Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/771301-dinheiro-velho-vai-virar-adubo-na-amazonia.shtml" target="_blank">Folha.com</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Notícias para alegrar o seu dia: Índice Big Mac da &#8216;Economist&#8217; indica sobrevalorização do real</title>
		<link>http://www.clubedopairico.com.br/noticias-para-alegrar-o-seu-dia-indice-big-mac-da-economist-indica-sobrevalorizacao-do-real/5225</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 13:07:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zé da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Nossa &#8230; a Argentina tá cada vez pior &#8230; me lembro que até pouco tempo atrás eles vinham para Floripa e &#8220;passavam o rodo&#8221; nas lojas, a moeda deles valia o dobro da nossa. A frase que mais usavam era: &#8220;Dá-me dos !&#8221; ( compravam tudo em dobro, literalmente &#8230; )
Índice Big Mac da &#8216;Economist&#8217; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Nossa &#8230; a Argentina tá cada vez pior &#8230; me lembro que até pouco tempo atrás eles vinham para Floripa e &#8220;<em>passavam o rodo</em>&#8221; nas lojas, <strong>a moeda deles valia o dobro da nossa</strong>. A frase que mais usavam era: &#8220;<em>Dá-me dos !</em>&#8221; ( compravam tudo em dobro, literalmente &#8230; )</p>
<blockquote><p><strong>Índice Big Mac da &#8216;Economist&#8217; indica sobrevalorização do real</strong><br />
da BBC Brasil</p>
<p>A revista britânica &#8220;The Economist&#8221; publica nesta semana mais uma edição de seu tradicional Índice Big Mac, que compara os preços do sanduíche em diversos países para detectar pistas sobre a situação do câmbio em relação ao dólar nas economias pesquisadas.</p>
<p>Na edição que chega às bancas nesta semana, a publicação aponta que o Brasil é um dos poucos países emergentes onde o câmbio aparece sobrevalorizado no índice.</p>
<p>O Brasil aparece na lista da &#8220;Economist&#8221; como o quarto país com Big Mac mais caro do mundo, atrás apenas da Noruega, da Suécia e da Suíça. Comer o sanduíche no Brasil custa o equivalente a US$ 4,91 (ou R$ 8,71), mais caro que o preço nos Estados Unidos, onde ele custa US$ 3,73 (R$ 6,57). A partir daí, a revista conclui que o real está sobrevalorizado em 31% em relação ao dólar.</p>
<p>Ou seja, levando-se em conta o índice utilizado pela &#8220;Economist&#8221;, o dólar deveria atualmente estar cotado em R$ 2,33. A revista considera que o ideal é que o sanduíche custe o mesmo que nos Estados Unidos.</p>
<p>&#8220;O real do Brasil é uma das poucas moedas de mercados emergentes que são negociadas bem acima do ponto de referência do índice Big Mac. Com os juros altos, o Brasil tem atraído a atenção de investidores famintos por lucros. A economia do hambúrguer sugere que o real está sobrevalorizado em 31%&#8221;, diz a revista.</p>
<p><span id="more-5225"></span>Lembrando que câmbios mais baixos tornam as exportações mais baratas, a revista afirma que a Ásia continua sendo o lugar mais barato para comer o sanduíche.</p>
<p>Na China, o Big Mac custa US$ 1,95, o que indicaria que o yuan, apesar da &#8220;flexibilização&#8221; prometida pelo governo chinês, está desvalorizado em 48%.</p>
<p>Entre os países pesquisados, o Big Mac mais barato pode ser comprado na Argentina, onde o sanduíche custa US$ 1,78, o que aponta uma desvalorização de 52% do peso em relação ao dólar.</p>
<p>A &#8220;Economist&#8221;, no entanto, admite que o Índice Big Mac não é uma ferramenta precisa para analisar o câmbio, e outros fatores, como preço de aluguéis e salários, influenciam no valor do sanduíche.</p></blockquote>
<p>Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/bbc/771370-indice-big-mac-da-economist-indica-sobrevalorizacao-do-real.shtml" target="_blank">Folha.com</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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