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Diário do Pai Rico

Os Passos de um Milionário

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Capital Externo na Bolsa20 de Julho - 08:45

Dia 16 de Julho de 2007 : Saída de R$ 25,438 Milhões

Acumulado do mês de Julho de 2008 ( até o dia 16 ) : - R$ 730,242 Milhões


No ano de 2007, o saldo está negativo em de R$ 868,871 Milhões.


(Fonte: Broadcast)



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Notícia: Copom mantém ritmo e corta Selic em 50 pontos-base, para 11,50% ao ano19 de Julho - 09:05

Em linha com as expectativas da maior parte do mercado, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) manteve o ritmo de afrouxamento monetário e cortou a taxa Selic em 0,50 ponto percentual na noite desta quarta-feira (18), para 11,50% ao ano.

Esta foi a décima sétima redução consecutiva do juro, totalizando um recuo de 8,25 pontos-percentuais e o segundo corte desta magnitude desde a reunião de novembro de 2006. A expectativa praticamente consensual de que o corte seria de 50 pontos-base era acompanhada do consenso de que a decisão não seria unânime. Três votos foram favoráveis a uma redução de 25 pontos-base, frente a quatro partidários de 50 pontos.

Expectativas ainda sob controle e taxa de câmbio

O cenário favorável ao corte de 0,50 ponto percentual teria por base, segundo a Tendências Consultoria Integrada, expectativas inflacionárias para 2008 ainda em torno de 4,0%, ou seja, abaixo da meta estipulada pelo Conselho Monetário Nacional, somado à expectativas para a evolução da taxa de câmbio e notícias positivas em relação a reajustes de preços administrados, destaca a Tendências.

Acrescenta-se também ao cenário favorável ao corte mais robusto da Selic o fato de que a composição do crescimento econômico doméstico é claramente liderado por investimentos, fato que prediz uma expansão da capacidade produtiva capaz de atender a uma aceleração da demanda agregada, destacam analistas da consultoria econômica LCA.

Apostas no conservadorismo

Muito embora a maior expectativa fosse de manutenção no ritmo de corte, havia alguma divergência entre os analistas quanto às decisões tomadas posteriormente à reunião desta quarta-feira. Estas expectativas, porém, devem se ajustar ao "placar" de votos da reunião.

De acordo com a consultoria LCA, há uma dispersão relevante das expectativas para a Selic ao final de 2007, mas ainda assim a maior parte dos analistas acredita que o Copom retomará postura mais cautelosa a partir de setembro. A consultoria, porém, apostava em mais dois cortes de 50 pontos base na taxa.

Ao contrário da LCA, a Tendências Consultoria Integrada e o Citigroup acreditam que os riscos ao cenário prospectivo para a inflação aumentaram e oferecem subsídios para que o comitê retome, já a partir de setembro, cortes de 25 pontos base, até fim do ano.

(Fonte: Infomoney)



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Notícia: Idéia da bolsa para barrar flipper em IPO é duramente criticada19 de Julho - 08:25

A intenção declarada da Bovespa de identificar investidores pessoas físicas que atuam com freqüência como flippers em IPOs (comprando e vendendo num curtíssimo prazo), para barrá-los em operações futuras, surpreendeu negativamente boa parte do mercado. A idéia foi classificada como despropositada e até mesmo ilegal. A menos que, ponderam fontes, o real objetivo seja conseguir atender à demanda antiga do mercado de elevar a fatia atualmente destinada ao pequeno aplicador nas ofertas.

Procurada pela Agência Estado, a Bovespa não concedeu entrevista.

Segundo informou a própria Bolsa, no final do mês passado, a medida passou a ser estudada a pedido de bancos coordenadores e empresas que abrem o capital. A entidade pretende criar um histórico do comportamento dos investidores nas últimas operações para diferenciar os que são de longo prazo dos que atuam como flippers - para poder excluí-los de futuras operações. O argumento é que a atuação desse tipo de player reduz a fatia de papéis no rateio da pessoa física e prejudica aqueles que desejam montar posições de prazo maior. Além disso, a pressão vendedora da pessoa física contribuiria para desvalorizações dos papéis na estréia.

O vice-presidente da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid), Luiz Fernando Resende, afirmou que a tentativa de barrar flippers em ofertas deverá se revelar inócua, até mesmo porque quem enxergar essa oportunidade de ganho no curto prazo achará outro caminho para se posicionar desta forma. Ele lembrou ainda que, na alocação dos papéis objetos de oferta, é importante haver tanto investidores de longo quanto os de curtíssimo prazo. “É assim que se confere liquidez aos papéis. Não faz sentido você distribuí-los apenas para quem não deseja vendê-los. Este tipo de player é também necessário ao mercado”, afirmou.

"Nunca ouvi nada parecido com este tipo de proibição desejada pela Bovespa", afirmou Ricardo Almeida, professor do Ibmec São Paulo. Ele lembra que, no mercado, tudo é uma questão de preço e o problema não estaria na venda imediata de papéis, mas, sim, na precificação. "Se o valor fosse bem fixado na estruturação da oferta, não haveria necessidade de proibir a venda, uma vez que o flipper não seria atraído para essas operações, que não teriam forte oscilação", diz. A venda imediata, diz, é estimulada por uma suposição, a de achar que o preço vai subir. Ele lembra que muitos coordenadores vendem as ações com desconto no lançamento para garantir uma alta logo nos primeiros dias.

Almeida avalia que a pessoa física não deveria ser penalizada desta forma pelas instituições até mesmo porque é a mais desprovida de informação quando o assunto são as ofertas. "Não existe uma reunião com os bancos coordenadores ou a empresa para este pequeno investidor. Ele participa porque acredita que o preço é adequado em função da avaliação do institucional", afirma.

A outra questão levantada pelo profissional do Ibmec é que, claramente, não é apenas a pessoa física que vende ações. Essa atuação também é feita pelo investidor qualificado - o argumento dos bancos é que esses grandes investidores já são conhecidos e recebem pouca quantidade nas colocações de papéis, quando recebem.

Ricardo Binelli, diretor da Petra Corretora de Valores, afirma que, no pregão de estréia, em média, as novatas têm mostrado volumes de pelo menos 25% das operações. Para o varejo, a fatia, em muitos casos, não chega a 10%. "Logo, não é possível afirmar que é só a pessoa física que atua na venda, tampouco que tenha tido força para definir as estréias em queda verificadas no primeiro semestre deste ano", diz. "Vender no primeiro momento não é privilégio dos investidores individuais", conclui.

"A sensação que dá é que estão à procura de um culpado para o fato de que colocações recentes na Bolsa não alcançarem as altas de outros momentos", afirma Almeida, do Ibmec São Paulo. "Estão mudando o foco para alguém que não tem tanto peso nessas operações. Acredito que se essa proibição vingar, a demanda se reduzirá e sobrará mais papel para os institucionais, que venderão mais caro para a própria pessoa física, O tratamento deveria ser igualitário." Para o especialista, o plano da Bolsa prejudica a estabilidade das regras do jogo. "Agora querem barrar os flippers no varejo e no futuro podem querer criar impedimentos parecidos em outras operações."

Alexandre Póvoa, diretor do banco Modal, questiona, em primeiro lugar, a legalidade da medida e acredita que todo o investidor deveria ser tratado da mesma forma. "Se houver um carimbo para a pessoa física, tem de haver também para o qualificado, nacional e estrangeiro", afirmou. A proposta da Bovespa está em análise na área técnica da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a autarquia já declarou que um ponto principal a ser observado é se a medida quebra ou não o sigilo bancário do aplicador. "Se quebrar, nem iremos avaliar o resto", afirmou o então presidente da CVM, Marcelo Trindade.

O superintendente de Operações da Bolsa, Ricardo Pinto Nogueira, disse durante evento em São Paulo, no mês passado, que os bancos coordenadores e as empresas não terão acesso à relação dos investidores. A própria Bolsa é que fará a seleção dos investidores para as empresas que quiserem usar o critério de perfil dos aplicadores para fazer a distribuição das ações. A companhia terá de deixar claro no prospecto da operação que usará esse critério. Dessa forma, na avaliação dele, o sigilo bancário dos investidores será mantido.

Povoa avalia, entretanto, que a existência de flippers entre as pessoas físicas é um problema menor dos IPOs. Para ele, problema pode ser considerado a grande fatia das ofertas destinadas ao investidor estrangeiro. "Tradicionalmente, 70% dos papéis ficaram com o investidor externo, 20% com o institucional doméstico e os 10% restantes para a pessoa física. Acho que a Bovespa tinha de se preocupar primeiro com isso, em elevar o pedaço do pequeno investidor nas distribuições." Na avaliação dele, este seria um fator a mais para fortalecer o mercado. "Quando o mercado está em desenvolvimento, como o nosso, precisa de regras que incentivem o segmento local e de maneira nenhuma. Se a Bovespa deseja essa penalização para o pequeno investidor, que ao menos consiga também alguma compensação, como mais papéis nas distribuições", afirmou.

De acordo com uma fonte, há anos a Bolsa, por conta também de pressão das corretoras, desejaria fatia maior dos IPOs para a pessoa física. No entanto, quando argumenta com os bancos, recebe negativas com a justificativa de que este investidor se desfaz das posições recebidas imediatamente. Se a Bovespa pudesse afirmar quem são os flippers e garantir sua exclusão, conseguiria mais força em sua tentativa de elevação da fatia. Cabe a ressalva, no entanto, que a preparação da lista não garante que quem não tem tradição de atuar como flipper não possa vir a experimentar tais operações.

É consenso no mercado, também, que a atuação como flipper é do jogo dos negócios e ninguém deveria ser proibido de agir desta forma.

"Vimos IPOs com preços fora de uma explicação razoável. Estamos na verdade discutindo preço. Até o ano passado, IPO era sinônimo de ganhar dinheiro rápido, o que incentivou a atuação de flippers. Isso já está mudando e, naturalmente, sem a necessidade de uma intervenção. Essa onda vai acabar", acredita Póvoa, do Modal.

(Fonte: Broadcast)



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Capital Externo na Bolsa19 de Julho - 08:17

Dia 16 de Julho de 2007 : Saída de R$ 25,438 Milhões

Acumulado do mês de Julho de 2008 ( até o dia 16 ) : - R$ 730,242 Milhões


No ano de 2007, o saldo está negativo em de R$ 868,871 Milhões.


(Fonte: Broadcast)



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Capital Externo na Bolsa18 de Julho - 09:17

Dia 13 de Julho de 2007 : Saída de R$ 935,381 Milhões

Acumulado do mês de Julho de 2008 ( até o dia 13 ) : - R$ 705,804 Milhões


No ano de 2007, o saldo está negativo em de R$ 843,433 Milhões.


(Fonte: Broadcast)



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Não existe censura no Brasil ?17 de Julho - 09:45



Eu não sou de falar sobre política aqui no site ... mas esta eu não poderia deixar passar.

Primeiro foi a tentativa de se criar um orgão regulamentador para a mídia no Brasil, que felizmente não passou da tentativa ( ao menos por enquanto ... ). Agora temos essa censura em uma campanha publicitária, como forma de "proteger a imagem da ministra" ...

Sério, estou cada vez mais decepcionado com este governo, ou seria desgoverno ?

As vaias foram merecidas Sr Presidente, para minha infelicidade meu presidente ...

Caso queira ler a notícia que detalha um pouco melhor o assunto dê uma olhada no site do O Globo, mas corra ... vai que mandam tirar essa notícia do ar também ...



(Via Kibeloco)



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Capital Externo na Bolsa17 de Julho - 09:12

Dia 12 de Julho de 2007 : Entrada de R$ 467,473 Milhões

Acumulado do mês de Julho de 2008 ( até o dia 12 ) : + R$ 230,577 Milhões


No ano de 2007, o saldo está positivo em de R$ 91,948 Milhões.


(Fonte: Broadcast)



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Dica: Assista ao Happy Hour de hoje !16 de Julho - 10:19

Se você possui tv a cabo, assista hoje às 19h o programa "Happy Hour" da GNT. Por que ? Direi o título, e você dirá se vale ou não a pena ...

" Sobrou dinheiro, e agora ? "

E então, vai ver ou não ? =)

Vocês teriam mais um motivo para assisti-lo ... mas por eu morar em Floripa não deu ... :(

Eu fui convidado para participar deste programa !!! Dá para acreditar ?!?!?!!!

O www.ClubedoPaiRico.com.br está crescendo de verdade ! Por muiiito pouco não tive a minha primeira participação em um programa de tv, e um programa nacional !!!

Uma pena ... teria sido super legal ! O grande azar foi o de ser hoje ... porque se fosse qualquer outro dia desta semana ... eu poderia ter ido. =)

Mas só pelo convite, mostrando o reconhecimento ... já valeu a pena.

Abraços !



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Você pode participar de uma enquete ?16 de Julho - 09:09

É super rápido pessoal. :)

A pergunta é: Você já viu o filme "Wall Street - Poder e Cobiça" ?

Para participar basta clicar aqui, não precisa estar registrado, nem emitir opinião alguma ( se não quiser, é claro, hehehe ), é só escolher a opção SIM ou NÃO e pronto. =)

O motivo ? Ao menos por enquanto é surpresa ... hehehe

Abraços !



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Capital Externo na Bolsa16 de Julho - 08:37

Dia 11 de Julho de 2007 : Saída de R$ 92,254 Milhões

Acumulado do mês de Julho de 2008 ( até o dia 11 ) : - R$ 236,896 Milhões


No ano de 2007, o saldo está negativo em de R$ 375,525 Milhões.


(Fonte: Broadcast)



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Editora Campus/Elsevier: Descontos Exclusivos !!Fixo

Bom dia pessoal,

É com imensa satisfação que venho lhes comunicar o mais recente benefício trazido ao Clube do Pai Rico por um de seus parceiros.

Desta vez, a novidade vem da nossa parceria com a Editora Campus/Elsevier.
E o que poderia ser ?!??

DESCONTOS !!
Sim !! Descontos !!

A partir de hoje, sempre que você realizar uma compra no site da Campus/Elsevier, através do links existentes aqui no site ( ou o botão de compra, existente nas páginas dos livros, ou através do banner ), você, membro do Clube do Pai Rico, irá ganhar de 15 a 25% de desconto em suas compras !!

Ótima notícia, não é mesmo ?

Isto é que é parceiro. =)
Além de estar presente no site, divulgando os seus mais novos lançamentos, eles também nos oferecem este ótimo desconto.

Lembrando: Para ter direito ao desconto, você deve realizar suas compras no site da Campus/Elsevier através dos links existentes no site do Clube do Pai Rico. E no momento em que for fazer o fechamento do pedido, deverá colocar o código "club06" no campo "Desconto" ( onde existem os dizeres: "Se você recebeu um código para desconto de Convênio Empresa, digite-o ao lado" ).

A regra é a seguinte:

- Na compra de 1 ( um ) livro, você ganhará 15% de desconto,
- Na compra de 2 ( dois ) ou mais livros, você terá 25% de desconto

Este é um presente da Editora Campus/Elsevier para nós, membros do Clube do Pai Rico.

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