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Iniciando seus Investimentos - Parte XII.1.b
22 de Dezembro - 08:15
Bom dia amigos,
Um outro assunto apresentado em nosso "primeiro" post sobre ações: Como funcionam os lotes de negociação ?
De quanto em quanto eu posso comprar ?
Qual o mínimo a ser comprado ?
O que é fracionário, o que é lote ?
Vamos ver se consigo tirar as dúvidas que restaram sobre o tema. =)
Estas dúvidas são bem frequentes, principalmente para quem está iniciando, se você é um dos que têm essa dúvida, nada de sentir vergonha: TODOS já as tiveram. ;)
Vamos lá.
Para operar ações, você tem duas opções:
- Negociar em lotes,
- Negociar em frações
Para tanto, existem dois "mercados" o normal ( de lotes ) e o fracionário ( que como o próprio nome já diz, opera em frações ). O mercado normal é o que estamos acostumados a ver as cotações em TV, Jornais, Internet ...
Usando o exemplo passado, as ações da empresa Telemar Participações, têm o código TNLP4 para o mercado normal, e o código TNLP4f para o mercado fracionário. Elas se comportam como se fossem duas ações diferentes, com ordens de compra e venda diferentes, com cotações diferentes, com volumes bemmm diferentes.
Por exemplo, no dia de ontem, 21/12, a TNLP4 fechou cotada a R$ 31,74. Já a TNLP4f, fechou cotada também a R$ 31,74.
- "Mas espere ai ... você não falou que elas tinham cotações diferentes ?"
Sim, o que acontece, é que durante o pregão, as ordens acontecem indenpendentemente uma da outra, causando preços diferentes entre as duas ações.
Bom, a diferença em operar a TNLP4 e a TNLP4f está no capital mínimo necessário para investir. Por exemplo, na TNLP4 você terá que operar no mínimo R$ 3.174,00. Enquanto que na TNLP4f, você poderá operar um mínimo de R$ 31,74.
Por que isso acontece ?
Já que a TNLP4 opera em lotes, você terá que comprar, ou vender, um mínimo de 100 ações para "entrar nesse mercado". Já na TNLP4f, você poderá comprar, ou vender, uma única ação de cada vez. Isso ajuda bastante para quem deseja montar uma carteira de longo prazo, e conta com pouco capital disponível. ( só um detalhe ... no caso do fracionário, as corretoras de custo fixo acabam ficando muito caras, praticamente eliminando esta possibilidade de investimento )
- "Hmmmm, legal. Posso comprar aos poucos ..."
Isso. Pode ir comprando aos poucos, existem várias pessoas que costumam fazer isso, vão comprando 20, 30 ações todos os meses, e com o passar do tempo acabam tendo uma carteira de ações considerável.
Agora uma coisa legal.
A TNLP4f pode ser comprada de 1 em uma, correto ? E a TNLP4 precisa ser negociada de 100 em 100, certo ? Então ... com o passar do tempo, você vai formando a sua carteira através das compras de TNLP4, após alguns meses, você acumulou 316 ações. Aconteceu um fato relevante, e você precisa vender as suas 316 ações TNLP4f, de imediato ... não vai ser tão fácil, ainda mais pelo preço "certo". Então o que fazer ?
Que tal pegar 300 das TNLP4f e vender no mercado das TNLP4 ? =)
Isso mesmo, você estava adquirindo as TNLP4f, mas na sua carteira, você tem na verdade ações TNLP4 ! Sempre que tiver lotes, poderá negociar no mercado normal, onde o volume negociado é bem maior, facilitando a liquidação de sua carteira.
Lembrando que eram 316, só que 300 você negociou na forma de TNLP4, o que fazer com as 16 que sobraram ? Negociar na forma de TNLP4f. ;)
Conseguiu entender as diferenças entre o mercado de lotes e o fracionário ?
Espero que sim. Caso tenha ficado alguma dúvida, é só entrar em contato. Terei o maior prazer em responder suas perguntas.
Abraços !
Iniciando seus Investimentos: ( Recapitulando ... )
Dia 19 de Dezembro de 2006 : Saída de R$ 125,490 Milhões
Acumulado do mês de Dezembro de 2006 ( até o dia 19 ) : + R$ 742,555 Milhões
No ano de 2006, o saldo está positivo em de R$ 1,434 Bilhão.
(Fonte: Broadcast)
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Capital Externo na Bolsa
21 de Dezembro - 08:30
Dia 18 de Dezembro de 2006 : Entrada de R$ 157,059 Milhões
Acumulado do mês de Dezembro de 2006 ( até o dia 18 ) : + R$ 868,045 Milhões
No ano de 2006, o saldo está positivo em de R$ 1,560 Bilhão.
(Fonte: Broadcast)
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ESPECIAL: 2007 pode ser o quinto ano seguido de alta para a Bovespa
20 de Dezembro - 08:30
São Paulo, 20 - A Bovespa ainda deve ter fôlego para subir cerca de 20% no próximo ano, na avaliação de analistas consultados pela Agência Estado. Caso essa nova alta realmente aconteça, 2007 será o quinto ano seguido de ganhos para o mercado de ações. A última vez em que a Bolsa fechou em baixa foi em 2002, com perda de 17,01%. Depois disso, apenas valorizações: +97,34% em 2003, +17,81% em 2004, +27,71% em 2005 e quase 30% neste ano.
Os especialistas citam resultados melhores das empresas e um cenário global relativamente tranqüilo como motores para os novos ganhos projetados. De acordo com eles, o principal risco é um desaquecimento mais forte do que o esperado para a economia norte-americana, o que restringiria a liquidez internacional de capitais.
Segundo a média sete instituições, o Ibovespa deve atingir quase 53 mil pontos ao final de 2007. As estimativas variam de 48 mil pontos (Planner Corretora) a 55.451 pontos (ABN AMRO Real).
O espaço de alta previsto, de 20%, é idêntico às estimativas feitas para os últimos dois anos. Nas previsões para 2006, levantamento com nove instituições indicava alta também de 20%, para uma média de 41 mil pontos. Na opinião dos analistas, os fundamentos melhores da economia brasileira e os lucros das empresas dariam o tom do mercado em 2006. O Ibovespa já passou essa previsão, e ontem fechou a 43.589 pontos.
Vale lembrar que a alta da Bolsa foi forte no começo deste ano, o que provocou uma revisão para cima das estimativas. Com isso, a maioria das corretoras consultadas refez suas projeções, o que elevou a expectativa a uma média de 44 mil pontos, mais próxima do provável fechamento de fato da Bolsa.
“O ano de 2006 superou as projeções, impulsionado pelos bons fundamentos do Brasil e das empresas. Além disso, o apetite por risco aumentou no mundo, o que levou a Bovespa a um novo patamar. O volume da Bolsa também subiu bastante”, comenta o estrategista do Unibanco Research, Carlos Macedo.
O Unibanco projeta 49.500 pontos para o Ibovespa no fim do próximo ano. Carlos Macedo trabalha com crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) entre 3% e 3,5% para 2007, mas alerta que, se esse porcentual subir, as previsões de lucros para as empresas também serão elevadas. “A base da economia não deve trazer muitas mudanças. Pode haver uma melhora na percepção de risco do País, como ocorreu em 2006. De qualquer maneira, trabalhamos com 200 pontos-base.”
Os números da área macroeconômica estimados pelo Unibanco estão em linha com as previsões das demais instituições. Em geral, as casas consultadas esperam risco Brasil em torno de 200 pontos, em linha com o fechamento deste ano, e crescimento do PIB de cerca de 3,5%.
Apesar de os últimos dois anos já terem sido fortíssimos em lançamento de novas ações na Bovespa, o estrategista do Unibanco espera uma nova rodada de ofertas. “As emissões de ações devem continuar fortes no ano que vem, e muitos dos recursos que virão para a Bolsa também serão destinados a esse fim.”
Na Fator Corretora, a estrategista e coordenadora de análise de investimento, Lika Takahashi, espera alta em torno do CDI para a Bolsa, ou seja, cerca de 51 mil pontos. “O dinheiro ainda está barato e a liquidez no mundo continua grande”, afirma a especialista, que também vê um 2007 com mais empresas entrando no mercado de ações.
O estrategista da Corretora Santander, Ricardo Cavalheiro, estima o Ibovespa a 54 mil pontos no próximo ano. “O aumento de resultado das empresas será menor que a alta da Bolsa, o que se traduzirá na expansão dos múltiplos”, afirma. Segundo ele, um dos principais motivos para a valorização do mercado de ações é a perspectiva de queda do risco associada à economia brasileira como um todo, puxada pela expectativa de que o Brasil consiga chegar a investment grade (nível de investimento) por volta de 2009.
“O cenário internacional é de crescimento robusto das economias, apesar de uma previsão de queda nas margens. O maior risco é de uma desaceleração mais forte na economia dos Estados Unidos, o que afeta o sistema de commodities, que é o grande ponto vulnerável para o Brasil.”
No cenário local, ele vê a possibilidade de novas quedas de juros como muito forte, o que sempre é positivo para a Bolsa. Cavalheiro acredita em fluxo de capital ainda positivo para a América Latina, e diz que há espaço a indústria de fundos alocar mais recursos em ações.
A Ágora projeta Ibovespa a 55.300 pontos no fim de 2007. O diretor de pesquisa da corretora, Marco Melo, conta que a casa cobre 94% das empresas que compõem o índice. Nesse universo, a expectativa é de aumento de 16% no lucro líquido sobre 2006, de 12% na geração livre de caixa e de 22% no Ebitda. “Os números são muito competitivos, se levarmos em conta o fato de serem comparados com uma base já fortíssima.”
Ele também comenta que o desempenho das empresas listadas na Bolsa será superior ao do PIB brasileiro. “Uma Vale crescerá mais que o PIB, bem como uma Petrobras. O Produto Interno Bruto é contaminado pelo baixo investimento do governo na melhoria da infra-estrutura. Em nossa lista de cobertura, 17% das empresas têm caixa líquido, o que indica capacidade de reinvestimento e de pagamento de bons dividendos.”
A ABN AMRO Real estima 55.451 mil pontos para o principal índice da Bolsa. Em relatório, a casa diz esperar um cenário externo benigno, com crescimento mundial robusto e relativamente disseminado entre os países, mas com sinais de desaceleração. Os fluxos para emergentes tendem a ser comparativamente mais tímidos, com investidores mais seletivos entre classes de ativos e mercados. A aposta também é de maior volatilidade.
No ambiente político local, a expectativa é de ambiente mais favorável, com retomada de uma agenda política positiva, mas sem avanços estruturais na questão da Previdência Social e no Sistema Tributário.
Segundo a ABN, para que a Bovespa siga evoluindo positivamente no próximo ano, será preciso que não ocorram alterações substanciais nas premissas do mercado internacional, sobretudo a de crescimento global. A casa não trabalha com expectativa de que a desaceleração das economias americana e mundial provoque uma reversão do atual cenário positivo para o Brasil.
O diretor da Planner Corretora, Luiz Antonio Vaz das Neves, tem a projeção mais conservadora do levantamento da Agência Estado. Ele espera que a Bolsa atinja um nível máximo de 48 mil pontos no ano, mas isso não significa que o patamar será alcançado no final do período. “No fim do ano acredito que a Bovespa perca para a renda fixa.”
Para ele, a economia mundial crescerá menos, o que afetará o lucro das empresas. O especialista também questiona se o Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, fará nova redução dos juros em 2007. Uma queda sempre provoca reações positivas em mercados emergentes, pois torna essas aplicações mais rentáveis na comparação com os EUA. O movimento contrário, no entanto, gera o chamado “flight to quality” (vôo para a qualidade), em que o capital volta para o mercado mais seguro, movido por ganhos maiores por lá.
Neves também lembra que a taxa de juros básica no Brasil, a Selic, já caiu bastante até 2006 e pode se estabilizar num novo patamar. Com isso, a Bovespa perde um de seus gatilhos, que é a contínua atratividade do mercado de renda variável em detrimento da renda fixa.
(Aline Cury Zampieri)
(Fonte: Broadcast)
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ESPECIAL: Investidor precisará de escolha criteriosa entre ações
20 de Dezembro - 08:25
São Paulo, 20 - Após quatro anos de altas na Bovespa, os especialistas acreditam que a busca por ganhos mais expressivos em 2007 dependerá de uma cuidadosa avaliação de papéis e opções. Em geral, os setores preferidos estão ligados à economia local, mas não há tendências fortemente definidas. A construção civil aparece como uma promessa de ampliação de cobertura por parte dos analistas mas, ao mesmo tempo, blue chips como Petrobras e Vale do Rio Doce não foram esquecidas.
A estatal de petróleo foi citada por Fator, Ágora e Santander, que apostam em aumento de produção com preços sustentados de petróleo e riscos menores. “Petrobras merece uma reavaliação de risco para melhor. A companhia tem boas perspectivas de crescimento em seu próprio território, o que é positivo”, diz a estrategista e coordenadora de análise de investimento da Fator, Lika Takahashi. Ela trabalha com um barril de petróleo em torno de US$ 60 no próximo ano. A projeção da Ágora é de US$ 57 o barril médio.
A nova realidade da Bolsa, com variedade maior de setores após seguidas aberturas de capital, também está fazendo com que segmentos tradicionais, como o de siderurgia, percam representatividade na distribuição das carteiras recomendadas. Um setor que praticamente não foi citado, apesar de seu peso na Bolsa, foi o de telecomunicações. Ele faz parte dos portfólios, mas sem gatilhos de destaque.
“Não será um mercado fácil, amigável, no qual qualquer ação comprada sobe. O analista de investimentos vai ser necessário”, acredita o diretor da Planner Corretora, Luiz Antonio Vaz das Neves. Ele cita áreas voltadas ao mercado interno como apostas para 2007: varejo, energia, saneamento, concessões e serviços públicos, além dos bancos.
“Boa parte do crescimento do PIB brasileiro virá do consumo interno”, comenta o estrategista do Unibanco Research, Carlos Macedo. Com isso, ações como Lojas Americanas e Renner tendem a se beneficiar. Ele também aposta em mineração, siderurgia e na construção civil, que deve aumentar a representatividade na Bovespa, com a entrada de mais empresas.
Na Fator, Lika cita o potencial do segmento de rodovias. “O governo federal deve manter o cronograma de concessões, o que torna CCR, OHL e ALL as grandes favoritas”, disse. “Essas ações estão bem valorizadas mas, se saírem novas licitações, pulam novamente de patamar.”
Na construção civil, ainda não coberta pela casa, a especialista cita os benefícios para o setor anunciados recentemente pelo governo, como desoneração de PIS/Cofins e a criação de um fundo com FGTS. “Se vier um programa de mais incentivo ao crédito imobiliário, as empresas melhor posicionadas são Duratex, Eternit e Gerdau, que vendem material para construção.”
O agronegócio mais positivo, com expectativas de recuperação do setor, pode impulsionar papéis como os de Randon, Fosfértil e Iochpe-Maxion. Weg e Natura entram num time definido por Lika como o de “empresas de valor”, que não possuem gatilhos específicos, mas são boas histórias de investimento.
Ela também destaca boas pagadoras de dividendos, como Telesp, AES Tietê, Comgás, Copesul, CPFL, Eletropaulo e Coelce. Papel e celulose, com preços em ascensão, e telefonia fixa, com perspectivas de consolidação e melhoria de governança corporativa, também entram na lista.
Entre os setores não recomendados, a especialista se diz cética em relação a apostas guiadas por expectativas de tag along em trocas de controle, bem como em histórias de crescimento muito acelerado de empresas, o que pode destruir valor também rapidamente. Lika está neutra em bancos, energia elétrica e gás.
No Santander a visão é positiva para commodities de petróleo e minério, diz o estrategista Ricardo Cavalheiro. “São os preferidos, em detrimento de papel e celulose e siderurgia”, disse. "Para Vale, a perspectiva é de reajuste de 5% para o minério, com relação ainda apertada entre oferta e demanda em razão da China.”
Para ele, os segmentos preferidos entre os ligados à economia local são os de varejo e de bancos, puxados pela retomada da renda e pela continuidade da expansão do crédito. A siderurgia, no entanto, pode mostrar uma dinâmica um pouco pior de preços, em função de um ciclo melhor para a mineração.
Na Ágora, o diretor de pesquisa da corretora, Marco Melo, faz uma lista de opções: uma delas é mineração, com expectativa de demanda aquecida puxada por Índia e China e possibilidade de elevação de preços entre 5% e 10%. No consumo, Lojas Americanas é a preferida em função dos negócios virtuais em expansão, após a fusão com o Submarino. Ele também acredita na possibilidade de venda dessa unidade para um sócio estrangeiro.
No segmento financeiro, as preferidas são Itaú e Bradesco. “O setor oferece hedge natural. Além disso, o crédito imobiliário terá impacto importante sobre os negócios.”
Entre as elétricas, as escolhidas são Eletrobrás, com a possibilidade de que a empresa financie melhor o setor, e Copel, considerada um ativo de qualidade. “Houve redução da ingerência política nos projetos da empresa.”
Ele também está iniciando a cobertura em construção civil, com expectativa de elevação no PIB do setor, e aposta em Gerdau, nos aços longos. ALL é considerada “o grande veículo catalisador dos projetos de infra-estrutura do País”. A ação também deve se beneficiar da recuperação do setor agrícola.
No ABN, quedas significativas nos preços das commodities são consideradas pouco prováveis, “o que nos leva a estimar um período ainda favorável para setores importantes da economia brasileira, como siderurgia e minério de ferro”. Considerando a visão de investimentos para 2007, a casa já recomenda a partir de dezembro o seguinte portfólio: telecomunicações 10%, energia elétrica 20%, alimentos 5%, bancos 20%, petróleo 10%, bebidas 5%, construção civil 5%, siderurgia 20% e outros 5%.
(Aline Cury Zampieri)
(Fonte: Broadcast)
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Capital Externo na Bolsa
20 de Dezembro - 08:15
Dia 15 de Dezembro de 2006 : Entrada de R$ 286,727 Milhões
Acumulado do mês de Dezembro de 2006 ( até o dia 15 ) : + R$ 710,986 Milhões
No ano de 2006, o saldo está positivo em de R$ 1,403 Bilhão.
(Fonte: Broadcast)
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Um assunto que ainda não falei ...
19 de Dezembro - 08:20
Um assunto que ainda não falei: A prorrogação da CPMF. Só que teremos uma diminuição gradual: 0,28% a partir de 2008 e 0,08% a partir de 2010.
Antes de qualquer coisa, você acha que sou a favor ou contra a nova forma de cobrança da CPMF ?
Quem disse a favor acertou.
Sou totalmente a favor. Pense, 0,38% é coisa pacas ( as aplicações de RF vêm dando algo próximo de 0,8% ao mês ), agora ... 0,08% é "praticamente nada", ao menos para a realidade brasileira.
Por que sou a favor ?
Esta "títica" ( que deve dar algo próximo de R$ 8 Bilhões ao ano ), servirá para rastrear muitas operações, no mínimo estranhas. Com os dados da CPMF, eles podem fazer o cruzamento das movimentações de cada pessoa, com os dados do IR.
É mais uma ferramenta a ser usada pela Receita contra a sonegação.
Vamos só ver se eles não resolvem mudar isso de uma hora para outra, hehehe.
Abraços !
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Descontos ... muiiitos descontos para você !
19 de Dezembro - 08:05
Isso mesmo. Juntamente com a negociação para a prorrogação da promoção de 10% de Desconto na compra de livros ( leia aqui ), através do www.ClubedoPaiRico.com.br, consegui uma série de descontos para outras lojas do Submarino. Mas corra ... a promoção vai só até amanhã ... :(
Vamos à lista:
5% de desconto
10% de desconto
10% de desconto
5% de desconto
5% de desconto
10% de desconto
5% de desconto
5% de desconto
10% de desconto
15% de desconto
10% de desconto
5% de desconto
10% de desconto
5% de desconto
10% de desconto
10% de desconto
Para utilizar o desconto é simples:
Basta clicar no selo da loja que deseja realizar suas compras e pronto. :)
Bem simples, bem rápido.
Não deixe de indicar esta promoção para seus amigos. Convide-os a acessar o www.ClubedoPaiRico.com.br, e diga-lhes para darem uma "olhadinha" no Diário do Pai Rico. =)
Se preferir, o link direto para este post é http://www.clubedopairico.com.br/diario.html#000307, indicando este link, a pessoa virá diretamente para este texto.
Abraços ! E boas compras !!
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Capital Externo na Bolsa
19 de Dezembro - 08:05
Dia 14 de Dezembro de 2006 : Entrada de R$ 163,505 Milhões
Acumulado do mês de Dezembro de 2006 ( até o dia 14 ) : + R$ 424,259 Milhões
No ano de 2006, o saldo está positivo em de R$ 1,116 Bilhão.
(Fonte: Broadcast)
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Boletim Tendências
18 de Dezembro - 13:55
Bom dia amigos,
Com exclusividade aqui no www.ClubedoPaiRico.com.br: O Tendências, um boletim de Análise Gráfica, produzido por André Hahn da Leme Investimentos.
É um boletim diário, onde são apresentados os destaques para o pregão do dia, além da indicação de níveis de Suporte e Resistência para a Bovespa.
Aconselho a leitura do material. Muito interessante para nos auxiliar no dia a dia do mercado.
Então, com exclusividade para o www.ClubedoPaiRico.com.br, faça o download do boletim Tendências.
Abraços !
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Capital Externo na Bolsa
18 de Dezembro - 09:45
Dia 13 de Dezembro de 2006 : Saída de R$ 489,246 Milhões
Acumulado do mês de Dezembro de 2006 ( até o dia 13 ) : + R$ 260,754 Milhões
No ano de 2006, o saldo está positivo em de R$ 953 Milhões.
(Fonte: Broadcast)
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Editora Campus/Elsevier: Descontos Exclusivos !!
18 de Dezembro - 08:00
Bom dia pessoal,
É com imensa satisfação que venho lhes comunicar o mais recente benefício trazido ao Clube do Pai Rico por um de seus parceiros.
Desta vez, a novidade vem da nossa parceria com a Editora Campus/Elsevier.
E o que poderia ser ?!??
DESCONTOS !!
Sim !! Descontos !!
A partir de hoje, sempre que você realizar uma compra no site da Campus/Elsevier, através do links existentes aqui no site ( ou o botão de compra, existente nas páginas dos livros, ou através do banner ), você, membro do Clube do Pai Rico, irá ganhar de 15 a 25% de desconto em suas compras !!
Ótima notícia, não é mesmo ?
Isto é que é parceiro. =)
Além de estar presente no site, divulgando os seus mais novos lançamentos, eles também nos oferecem este ótimo desconto.
Lembrando: Para ter direito ao desconto, você deve realizar suas compras no site da Campus/Elsevier através dos links existentes no site do Clube do Pai Rico. E no momento em que for fazer o fechamento do pedido, deverá colocar o código "club06" no campo "Desconto" ( onde existem os dizeres: "Se você recebeu um código para desconto de Convênio Empresa, digite-o ao lado" ).
A regra é a seguinte:
- Na compra de 1 ( um ) livro, você ganhará 15% de desconto,
- Na compra de 2 ( dois ) ou mais livros, você terá 25% de desconto
Este é um presente da Editora Campus/Elsevier para nós, membros do Clube do Pai Rico.
Obs: Lembrem-se. Prestigiando nossos parceiros você estará ajudando na manutenção do site. Ajudando desta forma a difundirmos a cultura da Educação Financeira.
E o melhor: Economizando. =)
Compre seus produtos no Submarino, através do Clube do Pai Rico. Assim você economiza, e nos ajuda ao mesmo tempo !!