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Diário do Pai Rico

Os Passos de um Milionário

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Capital Externo na Bolsa23 de Março - 10:00

Dia 20 de Março de 2007 : Saída de R$ 38,377 Milhões

Acumulado do mês de Março de 2007 ( até o dia 20 ) : - R$ 455,124 Milhões


No ano de 2007, o saldo está negativo em de R$ 1,076 Bilhão.


(Fonte: Broadcast)



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Capital Externo na Bolsa22 de Março - 09:00

Dia 19 de Março de 2007 : Entrada de R$ 264,506 Milhões

Acumulado do mês de Março de 2007 ( até o dia 19 ) : - R$ 416,747 Milhões


No ano de 2007, o saldo está negativo em de R$ 1,037 Bilhão.


(Fonte: Broadcast)



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Capital Externo na Bolsa21 de Março - 09:00

Dia 16 de Março de 2007 : Saída de R$ 35,832 Milhões

Acumulado do mês de Março de 2007 ( até o dia 16 ) : - R$ 681,253 Milhões


No ano de 2007, o saldo está negativo em de R$ 1,302 Bilhão.


(Fonte: Broadcast)



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Iniciando seus Investimentos - Parte XVI20 de Março - 17:30

O assunto do post de hoje do "Iniciando seus Investimentos" foi escolhido após esta dúvida ter surgido em nosso Fórum. ( você já costuma frequenta-lo ? )

Ele foi postado pelo usuário "punisher_br":

" Seguinte galera:

Bati de carro semana passada e o orçamento mais barato q eu achei foi de R$2.500,00.

Tenho R$ 2.000,00 em fundos da vale e R$ 1.300,00 em fundos da petro.
Total: 3.300

Eu consigo um empréstimo consginado com juros de 2% ao mês

Considerando que as ações da vale tem renderam nos ultimos 3 meses 10% e, apesar da Petrobras ter rendido -7% (valores aproximados), a perspecitva para o proximo trimestre é de alta considerável.

Vcs acham que vale mais a pena eu arriscar e pegar um empréstimo? Eu pagaria o valor de R$ 2.500 em 4x de 625.

Já agradeço a opinião.
"



O que você acha que eu faria ?

Quem disse "tirava o dinheiro dos fundos para pagar" acertou. =)

Por que eu faria isso ? Porque o dinheiro dos fundos tem uma rentabilidade variável, eu não tenho a mínima idéia de como ele estará se comportando amanhã. Agora ... se fosse um rendimento acima dos 2% cobrados pelo empréstimo, e fosse um retorno garantido, ao estilo da Renda Fixa ... ai seriam outros 500.

Outro caso que eu ainda pensaria em usar o empréstimo, se ao invés dos fundos de ações, fosse investimento direto em ações, e o histórico de investimento da pessoa, mostrasse que 2% era bem inferior ao rendimento médio que ela vem obtendo nos últimos 12 meses. Ah ! E o rendimento que eu consideraria seria só o que já está no bolso, não vale uma ação que comprou há 12 meses, e que ela hoje tenha valorizado mais de 50%, mas ainda não tenha sido vendida para realizar lucro. Me refiro ao operador de bolsa, que costuma fazer alguns trades por mês, e a média de lucro que entra todo mês no bolso dele é superior ao juro cobrado pelo empréstimo.

Por que para ações sim, e para fundos não ? Porque considero que se a pessoa opera diretamente, e já tem um histórico bom, na teoria ela manterá este histórico. Já o fundo não temos como saber ... a ação, por exemplo petro, pode começar a cair, e o fundo se desvalorizar.

Mas o investimento direto em ações, também não pode acontecer o mesmo ? Poder pode, mas se o histórico mostrou ser bom, quer dizer que a pessoa já está acostumada a momentos de alta e de baixa, mostra que ela consegue "se virar" nos dois casos.

Isto é o que eu faria. Tiraria dos fundos para pagar o conserto, mas não tiraria dos meus investimentos diretos em ações, caso meu histórico fosse realmente favorável.

Eu correria o risco de meus investimentos diretos não valorizarem o suficiente ... Mas neste caso é um risco que "depende diretamente de mim", enquanto os fundos não. =)

Neste caso, fazendo o empréstimo, você estaria adquirindo uma dívida boa, já que o dinheiro do empréstimo estaria te gerando dinheiro. ( faça de conta que o dinheiro que está pagando o conserto é o seu, e o que está aplicado é o do empréstimo, hehehe )

E você, o que faria ? Publique seu ponto de vista nos nossos comentários.

Abraços !



Iniciando seus Investimentos:
( Recapitulando ... )


I - Ganhar mais do que Gasta

II - Encontar novas Fontes de Renda

III - Dinheiro é Dinheiro e PRONTO !!

IV - Aprenda a gastar com responsabilidade

V - Pra que pagar juros ?

VI - O lucro é diretamente proporcional ao risco

VII - Renda Fixa ou Variável ?

VIII - Aprenda a gostar de matemática

IX - Capital disponível Vs O investimento ideal

X.a - A Poupança

X.b - Os Fundos de Renda Fixa

X.c - O Tesouro Direto

X.d - O CDB

XI - A Conta Investimento

XII - A Bolsa de Valores

XII.1 - O que é ?

XII.1.a - As formas de bonificação

XII.1.b - Os lotes de negociação

XII.2 - O que é preciso para começar ?

XII.3 - Quais ações devo negociar/acompanhar ?

XII.4 - Análise Técnica Vs Análise Fundamentalista

XII.4.a - Análise Técnica para o longo prazo ?

XII.5 - Prazos de investimento

XII.6 - O que é preciso ?

XII.7 - Onde operar ?

XIII - Cuidado com os conselheiros de plantão ...

XIV - Outras alternativas de investimento

XV - Seria hora de rever seu nível de risco ?

XVI - Pagar dívidas ou investir ...



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Entenda o "be-a-ba" do problema imobiliário dos EUA20 de Março - 09:15

Texto publicado no "O Estado de São Paulo", explicando "tim tim por tim" sobre a crise das hipotecas imobiliárias dos EUA. Lembrem, esse é um tema que vez ou outra falo por aqui ... um assunto que me dá medo ...

O texto é grandinho, mas sua leitura é obrigatória !

Abraços !


Calote em mercado de US$ 1,3 tri põe à prova saúde da economia dos EUA
Inadimplência em hipotecas de alto risco dispara e faz crescer o temor de uma desaceleração brusca do país

As hipotecas de alto risco saíram do anonimato na semana passada e se transformaram no vilão financeiro da vez. Esses empréstimos, conhecidos como subprime, estão no epicentro da crise imobiliária que se desenrola nos Estados Unidos.

Após anos financiando imóveis para pessoas com histórico de crédito capenga, o país começa a sentir os efeitos da inadimplência. Cerca de 1,7 milhão de americanos devem perder suas casas ou apartamentos por execução de hipoteca e milhares de imóveis voltarão para o mercado, deprimindo os preços.

O mercado de hipotecas de alto risco é de US$ 1,3 trilhão e calcula-se que cerca de 15% disso não será pago. Uma das companhias que concediam empréstimos subprime, a New Century, anunciou no início da semana que não tinha recursos para continuar emprestando e que precisava de financiamento de emergência para sobreviver.

A New Century ganhou destaque na imprensa, mas mais de 20 empresas de hipoteca já fecharam as portas desde o ano passado. Ressaltando o cenário sombrio, a Associação de Banqueiros de Hipotecas divulgou uma pesquisa mostrando que, no quarto trimestre do ano passado, a taxa de execução de hipotecas chegou a 0,54% - o maior índice em 37 anos - e a taxa de inadimplência subiu de 4,67% para 4,95%. Nas hipotecas de alto risco, a inadimplência subiu de 12,56% para 13,33%.

Os mercados despencaram. Para completar, o oráculo soou o alarme: o ex-presidente do Fed Alan Greenspan afirmou que a alta dos calotes nas hipotecas de alto risco pode ter conseqüências em outros setores.

Os Estados Unidos vivem a ressaca de três anos de excessos no setor de crédito imobiliário. Os critérios de concessão de empréstimos se deterioraram muito. Chegaram ao ponto de ganhar o apelido de “hipotecas ninja” (no Income, no Job, no Assets, ou seja, sem renda, sem emprego, sem bens).

Outros financiamentos “não tradicionais” ofereciam prazos de 50 anos , não exigiam nenhuma entrada, tinham juros iniciais baixíssimos que eram reajustados após dois anos. As hipotecas que não exigiam nenhuma comprovação de renda ficaram conhecidas como “hipotecas dos mentirosos”. Segundo o Instituto de Pesquisas de Bens Hipotecários, que analisou dados de abril de 2006, em 90% dos empréstimos sem necessidade de documentação os tomadores mentiam sobre a renda.

Segundo o Deutsche Bank, essas “hipotecas dos mentirosos” respondem por 40% de todas as hipotecas de alto risco emitidas no ano passado, diante de 25% em 2001.

A bolha foi alimentada por bancos de investimento como Merrill Lynch, Goldman Sachs, Lehman Brothers e Morgan Stanley. Esses bancos “compram” os financiamentos das empresas de hipoteca e os transformam em títulos, na chamada securitização de recebíveis. Aí, vendem esses títulos para fundos de pensão e de hedge (investimento onde o risco é elevado).

Como as taxas de juros mundiais estão em níveis baixos há alguns anos, investidores com apetite por risco começaram a aumentar muito a demanda por esses papéis lastreados em hipotecas subprime, que dão rendimento de 1 a 2 pontos porcentuais acima de papéis lastreados em empréstimos tradicionais. Portanto, quando o mercado imobiliário começou a esfriar, em 2005, eles “incentivaram” as empresas de hipoteca a emprestar para tomadores mais arriscados, para continuar gerando fluxo de papéis.

Como as empresas de hipoteca ganham dinheiro ao “vender” seus empréstimos para bancos, elas tinham incentivo de fazer o maior número possível de financiamentos, muitas vezes negligenciando os riscos dos tomadores. É o que economistas chamam de risco moral.

A propriedade de imóveis nos EUA subiu de 65% em 1996 para 69% desde 2005, turbinada por essa “democratização” de hipotecas. Em quatro anos, o endividamento imobiliário aumentou US$ 9,5 trilhões. Os órgãos regulatórios, sob pressão de lobbies, só baixaram regras para coibir abusos na concessão de empréstimos imobiliários em setembro do ano passado. Já tem analista comparando a bolha das hipotecas de alto risco com os escândalos que cercaram a quebra da Enron.

O caso é grave porque envolve o mastodôntico mercado de hipotecas dos Estados Unidos, que movimenta US$ 6,5 trilhões, mais até que o mercado de títulos do Tesouro. As hipotecas de risco são apenas 20% do total, mas o temor é que os calotes reverberem pelo resto do mercado de crédito.

Isso porque o mercado imobiliário tem sido a bóia de salvação do consumidor americano, o grande responsável pelo prolongado ciclo de prosperidade do país. Refinanciando seus imóveis ou otimista com a sensação de riqueza proporcionada pela alta dos preços imobiliários, o consumidor americano continuou comprando, e não deixou que a economia americana entrasse em recessão.

Agora, se algumas empresas de hipoteca quebram, haverá menos oferta de empréstimos e refinanciamento. Com todas essas casas e apartamentos no mercado, o preço dos imóveis vai baixar mais ainda. Como, nos últimos tempos, o poder do consumidor americano vem do valor de sua propriedade e possibilidade de refinanciá-la, isso pode afetar a demanda nos EUA. Ao mesmo tempo, os bancos, que vão arcar com prejuízos dos calotes não segurados, vão reduzir a concessão de crédito na economia em geral. Esses dois fenômenos podem desacelerar a economia americana.

“A situação é muito grave dentro do setor de hipotecas de alto risco, a inadimplência atingiu níveis alarmantes”, diz Juan Licari, economista sênior da Moody’s Economy.com. “Não acredito que teremos grandes conseqüências no mercado, mas o consumidor americano pode ser afetado, já que será mais difícil refinanciar seus imóveis e extrair daí riqueza, uma vez que os financiadores estarão mais cautelosos.”

Alguns analistas acham que a quebradeira está apenas começando e vai se espalhar por outros setores da economia. Outros estão mais serenos, acham que se trata de uma crise localizada no mercado de hipotecas de alto risco e não haverá contaminação no resto da economia americana e tampouco fará marola em países emergentes. Só o tempo dirá quem tem razão.

(Fonte: O Estado de São Paulo)



Como funciona

Início: Empresas concedem financiamento imobiliário a pessoas com problemas de crédito

Revenda: A carteira de crédito é revendida a outras empresas em operações conhecidas como securitização de recebíveis. Dinheiro é usado para novos empréstimos

Hedge: Bancos vendem papéis lastreados em hipotecas para fundos de pensão e fundos hedge (que fazem investimentos de risco)

Bolha: Com os baixos juros no mercado mundial, aumentou a demanda por papéis de maior risco, como os lastreados em hipotecas. Os bancos ampliaram a oferta de empréstimos lastreados em empresas de hipoteca que, por sua vez, afrouxaram os critérios de aprovação de crédito

Retração: O mercado imobiliário se retraiu. Aumentaram os calotes, e os bancos ficaram mais conservadores. Com o dinheiro dos bancos secando, as empresas de hipoteca começaram a quebrar

Próximo capítulo: 1,7 milhão de pessoas podem ter a dívida executada e perder seus imóveis nos EUA. O aumento da oferta de imóveis derruba os preços e dificulta o refinanciamento de dívidas. Os bancos apertam o crédito e a economia começa a desacelerar

Desdobramentos: A turbulência nos EUA afeta o risco dos países emergentes, como o Brasil


Tipos de financiamentos

Hipoteca do mentiroso: O tomador só precisa declarar sua renda, sem comprová-la com nenhuma documentação. Estatísticas mostram que mais de 80% das pessoas mentem nessa modalidade

Hipoteca balão: O tomador só paga juros durante 10 anos, e depois precisa fazer uma enorme amortização do principal

Hipoteca “escolha sua prestação”: O tomador pode pagar menos do que a taxa de juros prevista e as amortizações, e adicionar ao valor remanescente de pagamentos

Hipoteca carona: Um financiamento pega carona em uma segunda hipoteca, e a combinação dos dois empréstimos elimina a necessidade de pagamento de sinal

Hipoteca sedutora: Empréstimo com juros baixos para que a prestação caiba dentro da renda do tomador, mas juros mudam após dois anos, ficando bem acima da capacidade de o tomador pagar

Hipoteca corda esticada: O tomador compromete mais de 50% de sua renda com as parcelas

(Fonte: Desconhecida)



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Capital Externo na Bolsa20 de Março - 09:15

Dia 15 de Março de 2007 : Entrada de R$ 164,482 Milhões

Acumulado do mês de Março de 2007 ( até o dia 15 ) : - R$ 645,421 Milhões


No ano de 2007, o saldo está negativo em de R$ 1,266 Bilhão.


(Fonte: Broadcast)



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Endividamento atinge 62% dos consumidores em São Paulo19 de Março - 09:35

Sei que eu já publiquei algumas notícias hoje aqui no Diário, mas esta eu não podia deixar passar ...


Endividamento atinge 62% dos consumidores em São Paulo

O número de consumidores endividados na cidade de São Paulo atingiu 62% dos entrevistados em março, segundo pesquisa da Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo). O índice representa alta de um ponto percentual sobre fevereiro e queda de 2 pontos percentuais em relação a março de 2006.

Para o presidente da Fecomercio, Abram Szajman, o aumento no total de endividados é fruto novos empréstimos --contraídos para quitar as dívidas de início do ano, como IPTU, IPVA e material escolar.

Entre os que ganham de três a 10 salários mínimos o índice é de 67%. Dos mais pobres, com renda de até três salários, 65% afirmam possuir dívidas voluntárias. Na faixa acima de 10 salários, 55% encontram-se nessa situação.

"Se não tivermos um crescimento significativo de renda e emprego, essa situação contribuirá para o aumento da inadimplência e inibirá a contratação de novos empréstimos, o que a longo prazo poderá afetar o comércio", afirmou Szajman.

A situação dos inadimplentes --endividados com contas em atraso-- também apresentou piora, passando de 40% em fevereiro para 41% neste mês. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, houve queda de um ponto percentual. Já o comprometimento da renda, indicador do percentual de rendimentos empenhados com o pagamento de dívidas, ficou estável no mês, mantendo-se em 33%.

Em março, os consumidores que declararam intenção de pagarem, total ou parcialmente, suas dívidas em atraso atingiu 66%, alta de um ponto percentual em relação ao mês anterior. A parcela dos que informaram que não poderão pagar os compromissos, atingiu 34%, contra 33% em fevereiro.

Quanto ao prazo médio de endividamento, predomina o intervalo de três meses a um ano, atingindo 43%, contra 46% no período anterior. Para 22% dos entrevistados, as dívidas vencem em até três meses e, para 34%, o período é superior a um ano.

(Fonte: Folha Online)


Infelizmente a notícia não está tão detalhada como eu gostaria que fosse, hehehe. Não temos como saber qual é o perfil da dívida. Boa ou Ruim ? Parcelamento sem juros ou com ? Juros normais ou abusivos ? Mas o número 62% de pessoas com dívidas ... é alto demais ...

Até imagino o que seja ... mas pergunto a você: Você acredita que a maioria destas dívidas é do tipo Boa ? Ou é do tipo Ruim ? :(

Abraços !



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Duas notícias interessantes19 de Março - 09:35

China consumiu 15% da energia produzida no planeta em 2006

A China consumiu no ano passado 15% da energia produzida no planeta para produzir 5,5% do PIB (Produto Interno Bruto) global, uma situação "insustentável" na opinião do vice-primeiro-ministro chinês Zeng Peiyan, como deixou claro em entrevista ao jornal "China Daily" divulgada hoje.

"É imprescindível acelerar a mudança do modelo de crescimento para conseguir um desenvolvimento sustentável", recomendou Zeng, referindo-se às "graves restrições ambientais e de recursos, à irracional estrutura industrial e ao desenvolvimento diferente entre campo e cidade" na China.

O atual modelo de crescimento chinês é baseado em um alto consumo de energia e recursos. Se este modelo não for alterado a quarta economia do mundo pode começar a desacelerar o crescimento, mantido acima dos dois dígitos nos últimos anos.

Zeng prometeu mais reformas nos mecanismos de preço e nos incentivos tributários e um reforço das medidas de poupança de energia e proteção do ambiente.

O vice-primeiro-ministro participou neste fim de semana de um fórum sobre o novo desenvolvimento chinês no qual também estava presente Ma Kai, o ministro da Comissão Nacional de Reforma e Desenvolvimento (principal órgão de planejamento econômico da China).

"A média de crescimento da economia chinesa é inspiradora, mas uma das maiores preocupações é que pagamos um preço muito alto em ambiente e recursos para obtê-la", afirmou Kai.

A economia chinesa cresceu 10,7% no ano passado, enquanto as receitas também aumentaram e a inflação se manteve baixa. No entanto, a ineficácia no uso da energia é um problema grave em um dos países que mais polui no planeta.

O PIB chinês chegou a US$ 2,16 trilhões em 2006, o que representa 5,5% do mundial, mas o consumo energético da China responde por 15% do total, com porcentagens mais altas em aço (30%) e cimento (54%), dois dos setores industriais mais poluentes e de maior consumo energético.

Os motivos desta baixa eficiência são a rapidez da urbanização e da industrialização, produção com alto consumo energético e o caráter extensivo do crescimento chinês.


Boom do álcool dobra valor de terra e usina

A explosão no interesse pelo álcool nos últimos anos provocou uma valorização geral em tudo que se relaciona ao setor sucroalcooleiro: terras, o valor das próprias usinas e os equipamentos para novas unidades.

Há três anos, o investidor interessado em comprar uma usina pronta pagaria o correspondente ao faturamento anual da empresa. Hoje, a negociação não sai por menos de dois faturamentos.

Esses valores estão elevados porque a entrada em operação de uma usina nova demora de três a quatro anos, e muitos investidores querem aproveitar as oportunidades do momento. Por isso, pagam caro.

Esses holofotes voltados sobre o álcool fizeram crescer as empresas nacionais, atrair capital estrangeiro e despertar até o interesse de outros setores da economia para a cana-de-açúcar.

Essa recuperação, que vem ocorrendo nos últimos anos, devolveu vida ao setor, que passou por maus momentos na virada da década, quando muitas empresas apresentaram sérios problemas financeiros.

Investimento externo

A forte demanda mundial pelo álcool está trazendo o capital estrangeiro, que detém o controle de 18 usinas, com capacidade de moagem de 28 milhões de toneladas por safra. Esse volume representa 6,3% do total do país.

Com esse apetite dos investidores externos, "daqui a cinco anos 9,6% da moagem estará nas mãos de estrangeiros, o que vai corresponder ao processamento de 70 milhões de toneladas", diz Antônio de Pádua Rodrigues, diretor técnico da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar). Eles vão ter 27 unidades.

Além do capital estrangeiro, o setor atrai também grupos nacionais. Esses investimentos vêm das próprias empresas já pertencentes ao setor, de distribuidoras independentes de combustíveis, da construção civil e da pecuária.

No caso das distribuidoras, as independentes já dominam dez unidades de produção. Já a pecuária entra no setor fornecendo terras para o plantio de cana.

Inflação da terra

O imenso canavial que se tornou São Paulo --o Estado detém 62% da produção de cana-de-açúcar do país-- inflacionou o valor das terras, principalmente as próximas às usinas.

Essa pressão da cana está elevando o custo de produção de outros setores, como o de grãos e até da pecuária. Os dois últimos passaram a disputar as terras com o setor sucroalcooleiro, bastante capitalizado.

Em algumas áreas do Estado, as terras apropriadas para o plantio de cana-de-açúcar custam hoje duas vezes o valor que custavam em 2002.

Jacqueline Dettmann Bierhals, do Instituto FNP, diz que "a cana avança sobre as áreas de grãos, laranja e pastagem". Citando dados do "Relatório Bimestral do Mercado de Terras", do IFNP, ela diz que, "em algumas regiões paulistas, a terra para cana já atinge R$ 21 mil por hectare".

A demanda por terra para cana ocorreu em um momento em que tanto o setor de grãos como o de pecuária perderam força. As terras para grãos subiram 244% do início de 2002 a agosto de 2004 em Presidente Prudente (SP), por exemplo, mas, com a queda das commodities, recuaram 29% daquela época até fevereiro, conforme dados do Instituto FNP.

A área de pastagem, que já havia perdido espaço para a soja até 2004, agora perde para a cana. A valorização nos últimos cinco anos foi de 66%.

Arrendamento

Pádua Rodrigues diz que realmente há aumento nos preços da terra, mas que as compras são poucas. As usinas preferem montar sociedades com proprietários de terra ou fazer arrendamentos.

José Urbano Cavalini, produtor de Riolândia, noroeste de São Paulo, desistiu do plantio de grãos e arrendou parte de suas terras para uma usina de açúcar e álcool.

"Estava cansado de chegar ao final do ano e apenas ver o acúmulo de dívidas. Agora, com o arrendamento da terra, consigo remuneração melhor." Por um contrato inicial de seis anos, o produtor recebe o correspondente a 45 toneladas de cana-de-açúcar por alqueire.

A demanda por área de cana é tão grande que os contratos mais recentes, como os de Cavalini, já são feitos em patamares bem mais elevados do que os de há dois ou três anos.

Dos 3,67 milhões de hectares de cana cultivados em São Paulo, 1 milhão pertence às próprias usinas. Outro 1 milhão é de fundos de produtores agrícolas (pessoas físicas) e 1,6 milhão refere-se a parcerias ou arrendamentos (fornecedores de cana e usinas).

(Fonte: Folha Online)



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Capital Externo na Bolsa19 de Março - 09:15

Dia 14 de Março de 2007 : Entrada de R$ 4,662 Milhões

Acumulado do mês de Março de 2007 ( até o dia 14 ) : - R$ 809,903 Milhões


No ano de 2007, o saldo está negativo em de R$ 1,430 Bilhão.


(Fonte: Broadcast)



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Editora Campus/Elsevier: Descontos Exclusivos !!Fixo

Bom dia pessoal,

É com imensa satisfação que venho lhes comunicar o mais recente benefício trazido ao Clube do Pai Rico por um de seus parceiros.

Desta vez, a novidade vem da nossa parceria com a Editora Campus/Elsevier.
E o que poderia ser ?!??

DESCONTOS !!
Sim !! Descontos !!

A partir de hoje, sempre que você realizar uma compra no site da Campus/Elsevier, através do links existentes aqui no site ( ou o botão de compra, existente nas páginas dos livros, ou através do banner ), você, membro do Clube do Pai Rico, irá ganhar de 15 a 25% de desconto em suas compras !!

Ótima notícia, não é mesmo ?

Isto é que é parceiro. =)
Além de estar presente no site, divulgando os seus mais novos lançamentos, eles também nos oferecem este ótimo desconto.

Lembrando: Para ter direito ao desconto, você deve realizar suas compras no site da Campus/Elsevier através dos links existentes no site do Clube do Pai Rico. E no momento em que for fazer o fechamento do pedido, deverá colocar o código "club06" no campo "Desconto" ( onde existem os dizeres: "Se você recebeu um código para desconto de Convênio Empresa, digite-o ao lado" ).

A regra é a seguinte:

- Na compra de 1 ( um ) livro, você ganhará 15% de desconto,
- Na compra de 2 ( dois ) ou mais livros, você terá 25% de desconto

Este é um presente da Editora Campus/Elsevier para nós, membros do Clube do Pai Rico.

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E o melhor: Economizando. =)





























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