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Diário do Pai Rico

Os Passos de um Milionário

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Borboleta de Petrobras: Dia 0926 de Outubro - 08:05

E mais uma vez fomos para um valor abaixo do prejuízo máximo, a operação ontem fechou com um prejuízo de R$ 441,00. Conforme o tempo vai passando, a tendência era disso acontecer. ( porque não está tão perto da região alvo, que são é o valor de R$ 62,00 )

A operação será acompanhada até o final do exercício, mas para uma decisão final, minha, não serve para mim. =)

Foram várias as vezes que pensei em faze-la, com dinheiro, mas sempre desisti. Desta vez resolvi simula-la, e estou vendo que realmente é "furada". ( me desculpem os que a fazem, mas eu não consigo aceitar que só porque o retorno pode ser alto justifique o fato de que a probabilidade de que dê certo seja mínima ... )

Mas como eu disse, até o final deste exercício iremos acompanha-la.



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Capital Externo na Bolsa26 de Outubro - 08:00

Dia 23 de Outubro de 2007 : Saída de R$ 2,757 Milhões

Acumulado do mês de Outubro de 2007 ( até o dia 23 ) : - R$ 3,069 Bilhões


No ano de 2007, o saldo está negativo em de R$ 3,250 Bilhões.


(Fonte: Broadcast)



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IPO da Bovespa: É hoje !26 de Outubro - 07:55

E ai, estão preparados ? A IPO da Bovespa, que fará sua estréia hoje promete muito.

Vocês viram que só foram atendidos os interessados que se classificaram como prioritários ? E mesmo assim "só" com R$ 12k ? Isso ... os que se classificaram como não prioritários não levaram uma única ação, nadinha ...

A procura foi gigantesca. Tanto, que as entidades envolvidas com a distribuição resolveram aumentar de última hora a faixa de valor. E saiu no topo. Só nisso, quem comprou "deixou de ganhar" mais de 20% ...

Como eu disse, fiquei de fora. Foram muitas mudanças de últimas hora, muita regrinha tola ... provavelmente deixarei de embolsar um boa grana ( baseado unicamente na elevada procura pelo papel ), mas respeitarei a minha filosofia de trabalho.

Esta IPO será a maior IPO da história, e ainda prometia ter um volume gigantesco no seu dia de lançamento. Mas agora eu pergunto ... teremos negócios com ela nestes primeiros dias ? Por quê ?

Não receberam ações somente aqueles que disseram que iriam ficar com ela por algum tempo ? ( para este caso o algum tempo será de 4 dias, só podendo vender no 5º )

A única forma de haver negócios nestes primeiros 4 dias é com a utilização de ações alugadas ... que até onde eu saiba ainda será permmitido ...

Bom, estou curioso para ver o que acontecerá, afinal o modelo também será adotado para a IPO da BM&F ... e possivelmente para outras ... infelizmente. Veremos. =)

Boa sorte a todos que entraram nesta, que os lucros (ainda) sejam elevados.



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Capital Externo na Bolsa25 de Outubro - 15:00

Dia 22 de Outubro de 2007 : Saída de R$ 232,768 Milhões

Acumulado do mês de Outubro de 2007 ( até o dia 22 ) : - R$ 3,066 Bilhões


No ano de 2007, o saldo está negativo em de R$ 3,248 Bilhões.


(Fonte: Broadcast)



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Borboleta de Petrobras: Dia 0825 de Outubro - 09:00

E diminuiu mais um pouco o prejuízo, foi para R$ 580,00. Está indo cada vez mais em direção do valor máximo da operação. ( R$ 447,00 )

Abraços !



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Capital Externo na Bolsa24 de Outubro - 08:45

Dia 19 de Outubro de 2007 : Saída de R$ 425,747 Milhões

Acumulado do mês de Outubro de 2007 ( até o dia 19 ) : - R$ 2,833 Bilhões


No ano de 2007, o saldo está negativo em de R$ 3,015 Bilhões.


(Fonte: Broadcast)



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Borboleta de Petrobras: Dia 0724 de Outubro - 08:40

O prejuízo ontem diminuiu um pouco, foi para R$ 629,00, mas ainda num valor superior ao máximo.

Mas quer ver uma coisa ... a operação ainda tem quase 4 semanas antes de acabar ! É muito tempo, hehehe.

Tudo pode acontecer nesse período. Mas cada dia que passa tenho mais certeza de que não é pra mim ...



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IPO da Bovespa: E da-lhe notícia !23 de Outubro - 08:55

ESPECIAL:OFERTA DA BOVESPA GERA POLÊMICA SOBRE QUEBRA DO QUIET PERIOD



São Paulo, 23 - O período de silêncio estabelecido pela Instrução nº 400 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para as ofertas de ações é sempre tema polêmico e, na grande maioria das vezes, envolto em grande subjetividade. Em meio ao turbilhão de operações anunciadas este ano, a mais aguardada, da Bovespa Holding, é também a que mais têm gerado dúvidas entre os especialistas sobre os critérios da autarquia em relação ao quiet period. Isso porque, mesmo diante de informações veiculadas na imprensa sobre o apetite dos investidores e riscos da operação, e sem um normativo específico sobre as bolsas, a colocação pública de papéis segue normalmente.

No último dia 17, blog do colunista da Veja Lauro Jardim, hospedado no site da revista, informou que a colocação inicial de ações da Bolsa paulista (IPO, na sigla em inglês) poderia chegar a quase US$ 5,5 bilhões. A nota dizia que "só o Goldman Sachs, um dos bancos coordenadores do processo, garante que já tem quase 3 bilhões de dólares em reservas, para uma operação que fecha apenas daqui a uma semana". No dia seguinte, 18 de outubro, a redação do texto foi alterada para: "Segundo informações de mercado, só o Goldman Sachs, um dos bancos coordenadores do processo, já teria quase 3 bilhões de dólares em reservas, para uma operação que fecha apenas daqui a uma semana." No último final de semana, nova alteração foi feita, embora tênue. A expressão “segundo informações do mercado” foi retirada, mas o verbo na condicional (“teria”) foi mantido como na segunda nota.

Para o professor do Ibmec São Paulo Ricardo Almeida, trata-se de um caso que pode ser interpretado como violação da Instrução nº 400, pois direciona expectativas em relação à oferta. "A própria CVM sempre deixou muito claro a importância do período de silêncio e, na minha opinião, ela deveria tomar alguma medida", afirmou. Conforme o regulamento da autarquia, é "dever do emissor, do ofertante, das instituições intermediárias e das demais pessoas que estejam participando da oferta de abster-se de se manifestar na mídia sobre a oferta ou o ofertante até a publicação do anúncio de encerramento da distribuição".

Procurada pela Agência Estado, a CVM não concedeu entrevista. A Bovespa e o Goldman Sachs argumentaram o próprio período de silêncio para não se manifestarem sobre a questão. Contudo, embora sem se referir especificamente a qualquer notícia em especial, a bolsa e os bancos coordenadores publicaram nos jornais esclarecimento, onde afirmam que “as notícias sobre a oferta pública recentemente divulgadas pela imprensa, relativas ao valor das ordens recebidas, não foram provenientes dos coordenadores nem da Bovespa holding”. A nota afirma, ainda, que “as notícias são inverídicas e não refletem a posição real das ordens no dia em que foram divulgadas”.

O caso chama atenção sobretudo se confrontado com o histórico de procedimentos da autarquia diante de situações semelhantes - considerado extremamente rigoroso. No currículo, o órgão regulador tem pelo menos cinco suspensões de ofertas por violação do quiet period, além de advertências formais, mesmo antes do pedido para distribuição pública de papéis ser formalizado. O tema, porém, é complexo e normalmente exige várias etapas de análise dentro da CVM, podendo exigir a abertura de processos. Enquanto se discute tais questões, tudo transcorre em sigilo. Quando há alguma decisão sobre assuntos como este, ela é tradicionalmente é divulgada por meio do site da autarquia (www.cvm.gov.br).

No caso específico da oferta de ações da Bovespa Holding, outros elementos alimentam a polêmica e a dúvida dos especialistas.

No dia 3 de outubro deste ano, o megainvestidor Naji Nahas deu entrada na 2ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro com uma ação de perdas e danos morais e materiais contra a Bovespa e a Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) - que também fará oferta. A indenização calculada por Nahas chega a R$ 10 bilhões. Naquela mesma quarta-feira, o portal da revista Exame, ao noticiar o assunto, trouxe declaração do advogado Paulo Aragão, "que cuida do IPO da Bovespa", conforme o texto: "O momento que ele escolheu para fazer isso, após quase 20 anos, mostra que o objetivo é pouco legítimo." O mesmo texto foi repetido na publicação impressa da Exame.

Naquela mesma data, o diretor da Bovespa João Batista Fraga, durante o seminário "A Importância do RI na Abertura de Capital", deu declarações com expectativas para o Bovespa Mais. Trata-se do mercado de acesso planejado pela Bolsa paulista e que, segundo o prospecto do IPO, é uma das prioridades daqui por diante. Na ocasião, ele comentou que o segmento começa a chamar a atenção de instituições financeiras de porte médio e que, "logo, logo", até três companhias começariam a negociar no Bovespa Mais.

Na opinião de Almeida, do Ibmec, estes dois outros exemplos reforçam a percepção de infração do período de silêncio, pois a Instrução nº 400 da autarquia deixa claro o desejo de assegurar "adequada divulgação de informações" aos investidores.

"Ou seja, o entendimento é que a CVM avalia o que será divulgado pela oferta e, a partir desse bloco de informações, o investidor terá a liberdade de tomar sua decisão", destacou. "A proibição de declarações de pessoas envolvidas na oferta é definida porque, se elas vierem a público interpretando essas informações, estarão direcionando expectativas. Se forem positivas, como tenderiam a ser, podem levar, por exemplo, quem não estava interessado a ficar empolgado com a colocação."

Na avaliação do professor do Ibmec São Paulo, a violação mais grave do período de silêncio está na informação sobre a demanda, inicialmente atribuída ao Goldman Sachs. "Com essa informação, um dos temores que sempre existem em qualquer oferta, que é se haverá ou não demanda, fica dissipado. E da forma como foi divulgada, acredito que pouquíssimas pessoas tomaram conhecimento da informação", comentou.

Ainda segundo Almeida, outra dúvida apontada com freqüência nos prospectos e que pode ser anulada pela informação sobre a demanda é com relação à liquidez das ações. "A Bovespa cita no documento que não tem como garantir a liquidez dos papéis quando eles chegarem ao mercado. Mas se o coordenador informa que a demanda, a uma semana da colocação, está nesse nível, acredito que essa preocupação deixa de existir", afirmou. "Pelo menos no curto prazo, com este dado, os investidores ficam estimulados a entrar na oferta, com uma perspectiva, inclusive, de alta forte na estréia das ações."

Sobre a declaração do advogado Paulo Aragão, o especialista do Ibmec São Paulo avalia que ela embute muita subjetividade e, pelo fato de ele defender a Bovespa, há um conflito de interesses. "Ele faz um juízo e, de novo, impacta diretamente a formação do preço dos papéis. Está direcionando o investidor, mais uma vez. Trata-se de uma avaliação unilateral e que fere o período de silêncio."

Conforme Almeida, as declarações de Fraga também atingem as normas da CVM, mas em termos de direcionamento de expectativas têm menos peso do que os dados sobre demanda e o processo de Nahas.

Sobre casos semelhantes no passado, especialistas consultados pela AE lembraram que a autarquia agiu com rapidez, com em um episódio envolvendo a Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F). Em 3 de maio passado, a Superintendência de Registro de Valores Mobiliários do órgão regulador pediu esclarecimentos ao presidente da BM&F, Manuel Felix Cintra Neto, sobre declarações dadas à imprensa no dia anterior, o que poderia representar violação da Instrução nº 400. No comunicado, a CVM afirmava ainda que, quando o pedido de registro de oferta da BM&F viesse a ser apresentado, "poderia considerar suspender a análise da documentação relativa ao pedido pelo prazo de até 30 dias". A autarquia ainda tornou público, no dia seguinte à reportagem, que havia solicitado esclarecimentos à BM&F.

Vale destacar que, no momento em que a decisão foi tomada, o pedido de oferta da BM&F sequer havia sido protocolado na autarquia, o que ocorreu apenas em 1º de outubro. No caso da Bovespa, o regulador ainda não declarou, publicamente, se pediu esclarecimentos ou não sobre manifestações que possam de alguma maneira interferir na colocação pública de papéis.

Em outro caso, ocorrido em novembro de 2005, a oferta da Cosan foi suspensa por 15 dias, depois que a CVM verificou que representantes da companhia e do Morgan Stanley, coordenador da operação, fizeram declarações à Revista Dinheiro Rural sobre questões que não estavam refletidas no prospecto. Entre elas estão as seguintes frases: "45 reais é o valor unitário estimado de venda dos papéis da Cosan"; "2,8 bilhões de reais será o valor de mercado da companhia depois do lançamento de ações".

Dias depois, a suspensão foi reduzida de 15 para 10 dias. A condição era que a empresa fizesse uma "ampla divulgação" de um anúncio com as mesmas informações de reportagem que provocou a paralisação da oferta. A CVM também informou ter recebido carta do jornalista responsável pela matéria publicada na revista, na qual teria desmentido que a declaração otimista sobre a oferta partiu do representante da instituição líder.

Em relação à Bovespa, se eventualmente a CVM optar por suspender a oferta da Bovespa por um prazo curto, solicitando a divulgação das informações para todo o mercado, o impacto pode ser maior: O IPO da Bolsa deverá ficar só para o ano que vem, uma vez que o terceiro trimestre já encerrou e a empresa teria de reapresentar toda a documentação entregue, com os novos valores referentes ao exercício.

De acordo com especialistas, a subjetividade e a diferença de critérios também aparecem quando a CVM informou que, mesmo que a instrução que regulará as bolsas desmutualizadas ainda não tenha sido divulgada, os papéis da Bovespa poderão começar a ser negociados - com estréia prevista para o próximo dia 26. Em situação semelhante, no entanto, em junho de 2006, a GP Investments deve de adiar a estréia de seus BDRs porque a autarquia ainda não havia publicado o regulamento sobre o registro deste tipo de papel. O argumento foi de que, sem o anúncio das normas, o lançamento de BDRs não poderia ser concretizado.

Em alguns casos, a suspensão de ofertas por parte da CVM se deu por conta de declarações off-the-record que feriam a Instrução nº 400. Em janeiro de 2005, a colocação da Company foi suspensa por 30 dias depois de identificadas pessoas da empresa divulgando informações.

Em novembro daquele ano, a colocação da Guararapes foi paralisada por dez dias, depois que um representante da Fama Investimentos declarou ao Jornal Valor Econômico, na edição de 24/10/2005, segundo a CVM: "(...) com as boas perspectivas do setor de varejo, crédito e bens de consumo, ao vender uma parte do que tenho, o estoque pode valer mais".

Em outubro de 2006, a oferta da Perdigão foi suspensa por 15 dias. A autarquia identificou declarações de membros da Fator Corretora sobre perspectivas de valorização dos papéis da companhia em uma matéria divulgada no Jornal do Commercio, contrariando a Instrução nº 400.

Em outro episódio, ocorrido em abril de 2006, a CVM chegou a suspender a distribuição de ações da Submarino, e depois concordou que a empresa cancelasse apenas a venda aos investidores de varejo. O motivo foram declarações veiculadas na imprensa sobre a operação, atribuídas a três analistas de investimentos não identificados, mas que trabalhavam "para instituições envolvidas na oferta". O entendimento da autarquia, o texto trazia avaliações diferentes entre si, e também em relação aos dados disponíveis no prospecto da operação da companhia.

(Ana Paula Ragazzi)





BOVESPA CONFIRMA NOVO RANGE DA OFERTA; ESTRÉIA É MANTIDA PARA 26/10



São Paulo, 23 - Em razão do excesso de demanda, a faixa de preço sugerida para as ações da Bovespa foi ampliada para R$ 20,00 a R$ 23,00, conforme antecipou a editora-assistente, Ana Paula Ragazzi. O range anterior era de R$ 15,50 a R$ 18,50.

Os investidores não-institucionais que já tiverem aderido à oferta por meio de pedido de reserva terão até o dia 24 para manifestar seu interesse em manter a decisão, sendo possível alterar as condições de seu pedido. As ordens realizadas por investidores que sejam pessoas vinculadas serão canceladas.

O cronograma para fechamento do book, estréia, liquidação da operação e demais eventos foi mantido. Assim, o bookbuinding fecha em 24 de outubro e os papéis começam a ser negociados no Novo Mercado da Bolsa no dia 26, com liquidação em 30 de outubro. Em 26 de novembro será encerrado o prazo para o exercício do lote suplementar e a publicação do encerramento está prevista para 30 de novembro.

A operação envolve a colocação, inicialmente, de 250.492.283 ações ON. A distribuição poderá ser acrescida em até 15% a título de lote suplementar.

O líder é o Credit Suisse, tendo como demais coordenadores Goldman Sachs, UBS Pactual, Itaú BBA, Bradesco BBI, BB Investimentos, Deutsche Bank, HSBC e Santander.

(Silvia Araujo)



(Fonte: Broadcast)




É ... estão complicando cada vez mais uma das IPO´s que tinha tudo para ser sensacional !

Eu botava fé nela ... mas ontem ao meio dia decidi ficar de fora. ( a forma como ela será feita não é boa para mim )

Lembre-se, para mim. Pode ser que para você tenha ficado melhor ...

Posso estar errado ? Claro que posso ... mas não posso operar contra o meu "modelo".

Abraços !



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Borboleta de Petrobras: Dia 0623 de Outubro - 08:45

E lá foi o prejuízo aumentar de novo ...

Ele agora é de R$ 673,00

Cada dia que passa eu "tenho mais certeza", que ao menos por enquanto, essa operação não é para mim. É como eu disse: eu tenho que acertar para onde vai ( se sobe ou desce ), para quanto vai e mais especificamente quanto vai estar no dia do exercício ... É muita coisa, a chance de errar é bem maior.

O lucro que pode ser obtido é gigante, mas a probabilidade que isso ocorra ... é muito baixa.

O que posso dizer até agora ? "Ainda bem que estou só simulando essa operação !" =)



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Capital Externo na Bolsa23 de Outubro - 08:00

Dia 18 de Outubro de 2007 : Saída de R$ 205,266 Milhões

Acumulado do mês de Outubro de 2007 ( até o dia 18 ) : - R$ 2,407 Bilhões


No ano de 2007, o saldo está negativo em de R$ 2,589 Bilhões.


(Fonte: Broadcast)



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É a hora certa de se fazer um seguro de vida ?22 de Outubro - 16:00

Para quem "tenta" encontrar maneiras de enxugar o orçamento doméstico qualquer economia é bem vinda. Não sei se o que falarei aqui terá alguma utilidade para você, mas sei que será para muitos outros. Se não servir "diretamente", servirá indiretamente, pois você provavelmente fará alguma analogia a sua atual realidade.

Você já parou para pensar se você realmente precisa de um seguro de vida ?

Sim, você acha que realmente precisa gastar com este "item" de seu orçamento doméstico ?

O assunto foi levantado no livro Os Mitos que você deve evitar se quiser administrar corretamente o seu dinheiro, portanto não fui eu quem "pensou nisso", mas garanto que após ver no livro pensei um bocado, hehehe.

No livro é levantada a dúvida: Quem precisa de um seguro de vida ? Você ?

Vamos lá:

- Tem família ( esposa, filhos ) que dependem do que você ganha ?

- Tem algum dependente ( mãe, pai ... ) que é sustentado por você ?

Se a resposta foi sim para algum destes itens: Sim, você precisa "investir" num seguro de vida. Mas caso a resposta tenha sido não para ambas as perguntas: Não, você não precisa gastar seu dinheiro com um seguro de vida. Está "jogando dinheiro fora".

A primeira vista pode parecer meio exagerado ... mas pense bem, não é verdade ? O seguro de vida é feito para que você possa garantir a tranquilidade de alguém, que seja seu dependente. Fora isso é quase como "um prêmio".

- "Eeeee !!! Meu irmão morreu, me deixou o Seguro de Vida dele de herança. Ooo irmão bom !"

Claro que a idéia não é ruim, mas ... existe a necessidade de verdade ?

Não seria muito mais interessante usar o dinheiro gasto com o seguro em seus investimentos ? Não estou dizendo que quem faz isso, pensando justamente em deixar "um presente" quando morrer, esteja fazendo errado. Mas tenha certeza que essa não é a forma mais inteligente de investir o seu dinheiro.

Pensando bem racionalmente, um seguro de vida só é mesmo necessário para um dos dois exemplos acima. Concorda ?

- "Ah ! Mas eu não pago seguro de vida, ele vem de brinde com o meu/minha cartão/mmn/previdência privada/título de capitalização" ... brinde ?

Se é dado como brinde, alguma "coisa" você está perdendo. Sempre há uma troca, nunca se esqueça disso.

Pois então, agora que esta "visão", esta forma de interpretação do seguro de vida foi apresentada: Você acha que é a hora certa de se fazer um seguro de vida ?



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Capital Externo na Bolsa22 de Outubro - 14:00

Dia 17 de Outubro de 2007 : Saída de R$ 594,172 Milhões

Acumulado do mês de Outubro de 2007 ( até o dia 17 ) : - R$ 2,202 Bilhões


No ano de 2007, o saldo está negativo em de R$ 2,384 Bilhões.


(Fonte: Broadcast)



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Borboleta de Petrobras: Dia 0522 de Outubro - 14:00

Opa, o prejuízo caiu bastante, agora foi para R$ 263,00. O que é menos do que o prejuízo máximo.

Digamos que "começou a dar lucro". :P

Ainda não me convencia dessa operação. Vejam que ela está melhorando porque o mercado está indo na direção que eu "previ", pois na época em que foi montada a Petro estava R$ 66 ...

Então até agora tive que acertar duas coisas: Que a ação cairia e que chegaria na faixa dos R$ 62,00.

Roleta ? =)



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