Esse é o tipo de economia que espero que nenhum de vocês venha precisar a fazer, pois espero que ninguém precise tomar remédio.
Mas como isso é quase que utópico … vamos lá !
Sempre que um médico receitar um remédio, confira a receita para ver se ele indicou um remédio ( nome fantasia ) ou o seu princípio ativo. Por quê ? Porque se ele indicou o nome do remédio, a farmácia venderá somente este remédio. Se ele tivesse receitado o princípio ativo ( ou nome da base, sei lá como chama isso … ) você poderia escolher entre marcas e ainda teria a oportunidade de comprar um genérico por exemplo.
Isto aconteceu comigo ontem. Não tinha me tocado disso na hora da consulta, fui comprar o remédio e BAM ! R$ 140,00 … o similar ? R$ 80,00 … mas como na receita constava o nome do remédio, a farmácia poderia me vender somente aquele remédio …
Hoje voltei ao médico para pedir para que ele fizesse uma nova receita que me desse a oportunidade de escolher qual remédio comprar.
Mas acabou nem precisando, eu não havia me “acostumado” com o que estava tomando e ele mudou de remédio. Nova amostra grátis para ver se com esse me adapto.
Eu até acho que é obrigatório, por parte do médico, colocar na receita o princípio ativo ( se quiser colocar o nome do remédio até pode, desde que tenha o nome geral … ), mas não tenho certeza disso.
Mas como disse, espero que ninguém precise fazer uso dessa dica !
Junte-se a nós e cresça financeiramente. Eduque-se Financeiramente !!
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Zé na prática os simalares vão ser sempre mais baratos que o medicamento referência (o mais famoso, que provavelmente veio primeiro) e o genérico, pois não possuem tantos custos com testes que são muito rigorosos no caso dos genéricos, o que demanda custos e encarece o medicamento.
Olá.
Em um post vc falou algo sobre um livro de como ganhar dinheiro na internet.
minha esposa desligou o micro e perdi o link.
Vc poderia me enviar, prq estou montando uma loja virtual, quanto mais informação menor o índice de erro.
Att
Alex
Ótima dica, Zé!
Vou contar uma situação q aconteceu comigo: fui na farmácia comprar o remédio q havia sido escrito na receita. O valor era, salvo engano, uns R$ 14. Cheguei na farmácia, pedi o remédio, e o funcionário falou se eu não queria comprar o genérico dele, q custava metade!!! :shocked:
É claro q comprei o genérico, q foi eficiente e ajudou na cura do problema de saúde.
O q eu mais gostei de tudo isso foi da honestidade do funcionário, q, de livre e espontânea vontade, me ajudou a economizar um belo $$$. Atendimento ao cliente é isso: sempre q eu preciso de um remédio, adivinha pra qual farmácia eu vou? Na q ele trabalha.
É isso aí!
Um grande abraço, e que Deus lhes abençoe!
É só que muito cuidado ao tomar os famosos “similares”. Muitas vezes não funcionam tão bem quanto o de laboratórios renomados. Querem economizar? Peça pro médico receitar o GENÉRICO, que tem um controle de qualidade muito maior em cima e é muito mais barato que o tradicional.
Zé da Silva,
Muito bom o seu post. O objetivo do lançamento de medicamentos genéricos, em 1999, foi exatamente essa que você descreveu. Reduzir o preço pago pelos medicamentos por meio do aumento na competição. Na mesma época, houve a CPI dos medicamentos que apurou diversas irregularidades neste mercado. Essas irregularidades motivaram a criação de um órgão que fizesse a regulação do mercado de medicamentos no Brasil. Em 2003, o governo Lula rebatizou esse órgão com o nome de CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), que é responsável, entre outras coisas, de estabelecer o preço máximo pelo qual todos os medicamentos podem ser comercializados, antes do seu lançamento, e por definir qual será o reajuste anual nos preços dos medicamentos.
Com relação ao debate entre similares e genéricos, desde 2003 não há diferença na exigência de testes entre os dois tipos de medicamentos. Isso não quer dizer que foram exigidos os testes de todos os medicamentos similares. A previsão é de que em 2014 todos os similares tenham sido testados.
Quando precisar de alguma informação sobre esse mercado, envie-me um e-mail.
Abraço
Na verdade o medico sabe qe pode indicar o principio ativo, mas ele indica o nome do remédio pq a fabricante(farmacêutica) enche os médicos de presentes, regalias e etc. Falo isso pq na minha família tem médicos e representantes farmacêuticos tb. Eles dão brindes como “participar de um congresso em outra cidade com tudo pago” e coisas afins.
devia ser proibido mas acho que não é.
É importante lembrar, caso você ainda não saiba, que o remédio SIMILAR que são vendidos normalmente, apesar de regulamentado pela ANVISA, NÃO garantem a mesma eficácia e não asseguram os mesmos efeitos do remédio “Original” ou o Genérico.
Isso porque o medicamento SIMILAR pode possuir alguns princípios ativos diferentes do que compõem o medicamento Genérico ou “Original”.
É importante nos atentarmos para este detalhe, poucos médicos informam e alguns deles nem sabem. Eu só soube disso depois que vim trabalhar em uma farmacêutica.
* O genérico é obrigatório possuir a mesma composição do medicamento “Original”.
Espero ajudar a todos! Abraços.
Zé, não é regra, mas não precisava ter voltado ao médico. O nome do remédio “original” é só indicativo para o genérico. Quer dizer, a grande maioria das farmácias não cria problemas com isso, só se o remédio exigir a retenção da receita.
.
Eu sempre pesso o similar e eles sempre me dão, com ou sem receita.