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Sugestão de artigos que devem ser lidos no site do Clube:

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- Iniciando seus investimentos
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- Você está preparado para a velhice ?
- O texto definitivo: Saiba como ganhar MUITO dinheiro na bolsa !
- Fez errado … ? Então pague o preço !!
- O Controle do Fluxo de Caixa e suas barreiras
- Você está no vermelho ? O que tem feito para mudar isto ?
- Formando o seu colchão de segurança



Além disso, indico duas séries especiais:

- Iniciando seus Investimentos: a série
- O que o Zé faz para ganhar dinheiro na Bolsa de Valores ? (Índice)


Como ficam ações da BMFBovespa c/ possível fim do monopólio?

 
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Rolando Lero
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Registrado em: Quinta-Feira, 1 de Janeiro de 2009
Mensagens: 354
Localização: Porto Alegre, RS - Brasil

MensagemEnviada: Sex Mai 01, 2009 3:29 pm    Assunto: Como ficam ações da BMFBovespa c/ possível fim do monopólio? Responder com Citação

Alguém sabe mais detalhes? Não em relação as BVMF3, que podem ser discutidas em seu respectivo tópico, mas como isto afetaria as negociações?

As empresas teriam que escolher em qual bolsa operar? Ou poderiam operar nas duas, com cotações "compartilhadas"?

Lembro que alguns anos atrás, existia a Bolsa de Valores do Extremo Sul, e a do Rio de Janeiro http://www.bvrj.com.br , cujas cotações eram divulgadas em alguns jornais/rádios/TVs. Alguém daqui operava naquela época e poderia nos passar sua experiência?

Lembrando: isto é uma possibilidade, nada está definido ainda.

Citação:
http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=1564248&path=/investimentos

Como ficam as ações da BMF Bovespa com possível fim do monopólio?

Por: Marcelo Olsen Saad
30/04/09 - 21h20
InfoMoney

SÃO PAULO - Visivelmente influenciadas pela notícia de que a CVM (Comissão de Valores Imobiliários) colocou em audiência pública uma minuta que pode levar à quebra do monopólio atualmente detido pela empresa, as ações da BM&F Bovespa (BVMF3) mantiveram-se no terreno negativo desde o pregão da última terça-feira [28] e por boa parte do pregão da última sessão.

Frente à novidade e às incertezas naturais em situações como esta, a tendência dos investidores foi ordenar a venda das ações, explicam os analistas da Ágora Corretora.

No meio da tarde do último pregão, porém, a empresa promoveu uma teleconferência com investidores e analistas, na qual afirmou sua condição competitiva e favorável e, com isso, deu certo fôlego aos papéis, que terminaram no campo positivo.

Médio e longo prazo
A corretora é da opinião de que a empresa tem de fato condições de manter-se predominante no mercado acionário brasileiro, assim como no mercado de derivativos e futuros, dada sua forte expertise.

"A propósito, coincidentemente nessa semana decidimos colocar em revisão nosso preço-alvo para BVMF3, justamente por ter cumprido expectativas depois da alta citada".

Apesar disto, os analistas continuam acreditando na viabilidade do investimento em suas ações, só que agora mais ainda com um enfoque de médio e longo prazo, motivo pelo qual fora reduzido o peso dos ativos na carteira sugerida com perfil arrojado.

Falta clareza
Por sua vez, os analistas da Itaú Corretora acreditam que a iniciativa da CVM ainda está em estágio de iniciação e o formato final não está nada claro. Desta forma, não há um player que seria suficientemente apto para competir neste mercado.

Frente ao fato, os analistas mantiveram a recomendação sector-perform - desempenho em linha com média do mercado, com valor justo projetado em R$ 11,7.

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Mensagens: 9215
Localização: Florianópolis - SC

MensagemEnviada: Seg Mai 11, 2009 12:54 pm    Assunto: Re: Como ficam ações da BMFBovespa c/ possível fim do monopó Responder com Citação

Rolando Lero escreveu:
Alguém sabe mais detalhes? Não em relação as BVMF3, que podem ser discutidas em seu respectivo tópico, mas como isto afetaria as negociações?

As empresas teriam que escolher em qual bolsa operar? Ou poderiam operar nas duas, com cotações "compartilhadas"?

Lembro que alguns anos atrás, existia a Bolsa de Valores do Extremo Sul, e a do Rio de Janeiro http://www.bvrj.com.br , cujas cotações eram divulgadas em alguns jornais/rádios/TVs. Alguém daqui operava naquela época e poderia nos passar sua experiência?

Lembrando: isto é uma possibilidade, nada está definido ainda.

Citação:
http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=1564248&path=/investimentos

Como ficam as ações da BMF Bovespa com possível fim do monopólio?

Por: Marcelo Olsen Saad
30/04/09 - 21h20
InfoMoney

SÃO PAULO - Visivelmente influenciadas pela notícia de que a CVM (Comissão de Valores Imobiliários) colocou em audiência pública uma minuta que pode levar à quebra do monopólio atualmente detido pela empresa, as ações da BM&F Bovespa (BVMF3) mantiveram-se no terreno negativo desde o pregão da última terça-feira [28] e por boa parte do pregão da última sessão.

Frente à novidade e às incertezas naturais em situações como esta, a tendência dos investidores foi ordenar a venda das ações, explicam os analistas da Ágora Corretora.

No meio da tarde do último pregão, porém, a empresa promoveu uma teleconferência com investidores e analistas, na qual afirmou sua condição competitiva e favorável e, com isso, deu certo fôlego aos papéis, que terminaram no campo positivo.

Médio e longo prazo
A corretora é da opinião de que a empresa tem de fato condições de manter-se predominante no mercado acionário brasileiro, assim como no mercado de derivativos e futuros, dada sua forte expertise.

"A propósito, coincidentemente nessa semana decidimos colocar em revisão nosso preço-alvo para BVMF3, justamente por ter cumprido expectativas depois da alta citada".

Apesar disto, os analistas continuam acreditando na viabilidade do investimento em suas ações, só que agora mais ainda com um enfoque de médio e longo prazo, motivo pelo qual fora reduzido o peso dos ativos na carteira sugerida com perfil arrojado.

Falta clareza
Por sua vez, os analistas da Itaú Corretora acreditam que a iniciativa da CVM ainda está em estágio de iniciação e o formato final não está nada claro. Desta forma, não há um player que seria suficientemente apto para competir neste mercado.

Frente ao fato, os analistas mantiveram a recomendação sector-perform - desempenho em linha com média do mercado, com valor justo projetado em R$ 11,7.


Por enquanto vimos só o lançamento da ideia neh ...
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andremaranello



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MensagemEnviada: Seg Jul 13, 2009 10:20 pm    Assunto: Responder com Citação

interessante saber disso, pois so conheço de dois anos pra cá....
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Rolando Lero
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MensagemEnviada: Qua Fev 02, 2011 7:13 pm    Assunto: Como ficam ações da BMFBovespa c/ possível fim do monopólio? Responder com Citação

Atualização do tópico (apesar da notícia ser de quase 1 mês atrás) Embarassed

Citação:
http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=2018979&path=/investimentos/noticias/

Nova bolsa no País não é impossível, mas com atual liquidez, é improvável

Por: Julia Ramos M. Leite
06/01/11 - 16h50
InfoMoney

SÃO PAULO – Apesar de não ser algo impossível, a abertura de uma bolsa concorrente à BM&F Bovespa no mercado brasileiro também não é tão simples como pode parecer – e definitivamente não é algo para o curto prazo. Essa é, de modo geral, a avaliação dos analistas sobre a notícia de que investidores internacionais, como o Deutsche Bank, estariam se articulando para montar uma nova bolsa no País.

Pedro Galdi, da SLW, e Salomão Santos, da iCash, ressaltam diversos problemas e perguntas no caminho de uma nova bolsa. Primeiramente, ambos lembram que a abertura de uma nova bolsa no Brasil não se daria da noite para o dia. “Não é bem como abrir uma sorveteria”, brinca Santos.

Uma bolsa de valores tem que ter não somente uma pesada plataforma de tecnologia por trás, mas também uma estrutura muito forte de atendimento aos clientes. Caso contrário, a possibilidade de problemas é enorme, diz Galdi. A questão da regulamentação também é complicada, segundo o analista.

“Seria necessário um volume muito grande de tecnologia e investimentos para montar uma bolsa por aqui”, avalia Santos. Para ele, simplesmente oferecer custos melhores do que os da atual operadora não justificam um novo player nesse mercado. “Tem que oferecer uma tecnologia melhor, plataformas melhores do que a BM&F Bovespa oferece hoje para conseguir atrair empresas, corretoras e investidores”, aponta.

No mesmo sentido, a Fator Corretora destacou, em relatório, que os investimentos da própria BM&F Bovespa já são bastante elevados. "O capex estimado em 2010 para a BM&F Bovespa pode chegar a R$ 272 milhões, e para 2011, o investimento projetado está entre R$ 235 milhões e R$ 255 milhões".

Barreiras
Um analista que não quis se identificar também falou sobre o assunto à InfoMoney, destacando que no Brasil, mais do que só operações da bolsa, um novo entrante teria que lidar também com toda a parte de custódia e liquidação dos ativos.

“Ela pode fazer toda a estrutura, incluindo uma clearing, ou pode comprar o serviço da própria bolsa. Nos EUA há diversas bolsas, mas com uma regulamentação diferente, voce pode ter uma bolsa que faz só a negociação, e não o clearing. Aqui não é bem assim que funciona em termos de legislação”, diz o analista.

Em relatório, a Fator também mencionou a questão da diferença dos mercados internacionais, indicando que, se forem considerados os custos de toda a cadeia, o argumento de que as operações na BM&F Bovespa são caras não é tão válido assim.

Segundo a Fator, a bolsa brasileira atua sob o modelo de negócios integrado, incluindo as negociações, as clearings, a contra parte central, a central depositária e os empréstimos de ações. “Cabe às corretoras brasileiras apenas a atividade de intermediação, enquanto nos EUA, por exemplo, apenas a negociação ocorre no ambiente da bolsa de valores e ficam a cargo das corretoras as outras atribuições”, completa a corretora.

“Se forem somados os custos totais das operações, nota-se um valor menos elevado no Brasil do que em outros países”, escreve a Fator, destacando ainda que em abril de 2009 a bolsa brasileira revisou sua política de tarifas de seus serviços e produtos e em novembro de 2010 implementou tarifas diferenciadas para investidores de alta frequência – ou seja, já se tornando mais competitiva.

“Sob a regulação em vigor, potenciais competidores seriam obrigados a prover solução integrada, com o mesmo nível de regras e transparência. A nova bolsa teria que estar disposta a fazer elevados investimentos para se adaptar aos requisitos da Instrução 461 da CVM”, afirma a Fator em relatório.

Além disso, a transparência e a credibilidade da nova instituição também teriam que competir com a atual operadora da bolsa, que já conquistou seu espaço no mercado depois de anos de operação. “As empresas listadas na Bovespa estariam interessadas nessa nova bolsa? E a credibilidade delas se algo desse errado?”, frisa Santos.

Santos aponta que uma bolsa segmentada, aos moldes da Nasdaq, por exemplo, até seria possível – mas a pergunta sobre o interesse das empresas em sair da BM&F Bovespa ou ter seus papéis negociados em duas bolsas paralelas, e mesmo de qual setor seria grande o suficiente para justificar uma nova bolsa, permanece.

O tamanho do mercado
Ainda mais importante do que o interesse dos investidores, corretoras e empresas, é saber se o mercado brasileiro comportaria a criação de uma segunda bolsa de valores. Em outras palavras, há tamanho – e liquidez – para uma bolsa paralela?

Na visão de Galdi e Santos, não. Para eles, o atual tamanho do mercado acionário brasileiro não abre espaço para um concorrente à BM&F Bovespa. “O mercado interno não parece demonstrar mais espaço para uma nova bolsa, não neste momento, pois a Bovespa já nos supre muito bem e ainda com folga”, ressalta Santos.

Ele estima que seria necessário que a atual liquidez da BM&F Bovespa dobrasse de tamanho para que fosse criada uma concorrente. O diretor de operações da iCash lembra ainda que bolsas em outros estados e acabaram fechando pela diminuição de liquidez e a falta de propósito – caso, por exemplo, da bolsa de valores carioca.

“Uma bolsa nova não entraria roubando 50% de mercado, mas supondo que isso acontecesse, seria um giro financeiro de cerca de R$ 3 bilhões. Em termos de volume, é pouco, então às vezes não vale a pena o investimento”, exemplificou um analista que pediu para não ser identificado.

Não é impossível
Apesar disso, o potencial de crescimento do mercado de capitais brasileiro é um dos fatores que poderiam justificar, no futuro, a criação de uma nova bolsa de valores no País. A visão geral é que isso deve realmente acontecer em algum momento, como algo natural do amadurecimento do mercado. Galdi, por exemplo, estima que o prazo possível para isso seja entre cinco e oito anos – período semelhante ao projetado por Santos, de seis a dez.

“Mas é realmente preciso mais do que dinheiro, é necessário montar algo que surpreenda o mercado, com tudo o que a Bovespa tem e muito mais, capaz de atrair grandes investidores tanto no exterior quanto aqui no País.”, explica Salomão Santos.

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F.I.
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MensagemEnviada: Qui Fev 03, 2011 3:33 pm    Assunto: Responder com Citação

Se não me engano isso já vem desde o ano passado. Não sei não, mas acho que é mais boato do que fato.

Mas se pensar bem já ví muito boato virando fato no mercado rsrs
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Conheça o meu livro "Muito prazer, Sr. Mercado": http://www.financasinteligentes.com/p/muito-prazer-sr-mercado.html
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