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Sugestão de artigos que devem ser lidos no site do Clube:

- Como o Zé ganha na Bolsa ?
- Iniciando seus investimentos
- Por que o problema é dos mais ricos ?
- Você está preparado para a velhice ?
- O texto definitivo: Saiba como ganhar MUITO dinheiro na bolsa !
- Fez errado … ? Então pague o preço !!
- O Controle do Fluxo de Caixa e suas barreiras
- Você está no vermelho ? O que tem feito para mudar isto ?
- Formando o seu colchão de segurança



Além disso, indico duas séries especiais:

- Iniciando seus Investimentos: a série
- O que o Zé faz para ganhar dinheiro na Bolsa de Valores ? (Índice)


Investimento de longo prazo
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sioux
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MensagemEnviada: Qui Mar 01, 2007 10:02 am    Assunto: Investimento de longo prazo Responder com Citação

Rentabilidade do Guanandi

Receita Liquida para modulo de 5 hectares = R$ 6.352.128,00. As despesas totais no valor de R$ 47.872,00, divididas pelos 18,5 anos, representam um investimento anual de R$ 2.587,68 / 5 hectares.


DESPESAS:

Plantio (0 a 1 ano):

A) Mão de obra

1 - Plantio das 7.500 mudas 760,00
2 - Capinas 240,00
3 - Aplicação herbicidas 120,00
4 - Aplicação formicidas 100,00
5 - Aplicação adubação 120,00

Insumos:

1 - Mudas-7.500 18.750,00
2 - Adubação plantio 2.250,00
3 - Isca formicida 1.125,00
4 - Adubação de cobertura 1.200,00
5 - Herbicida ( Roundup) 300,00
6 - Seguro contra sinistros 212,00


Total do plantio ( 0 a 1 ano ) 25.177,00

Manutenção ( 2 ao 5 anos ):

A) Mão de obra

1 - Capinas 960,00
2 - Herbicida 480,00
3 - Aplicação adubação 480,00
4 - Desrama 1.000,00

B) Insumos:

1 - Herbicida ( Roundup ) 1.200,00
2 - Adubação de cobertura 4.800,00

Total da manutenção ( 1 ao 5 anos ) 8.920,0


Manutenção ( 6 aos 10 anos ):

A) Mão de obra

2 - Desrama 1.250,00
3 - Desbaste de 2.500 plantas em torno do 6 º ano 2.000,00
4 - Manutenção de aceiros contra fogo 1.200,00
5 - Coleta de sementes 2.000,00
Total da manutenção ( 5 ao 10 anos ) 6.450,00

Manutenção ( 10 aos 18,5 anos ):

A) Mão de obra
2 - Desrama ( poda de eliminação de galhos ) 2.125,00

- Corte final ( por conta do comprador)

4 - Manutenção de aceiros contra fogo 1.200,00
5 - Coleta de sementes 4.000,00

Total da manutenção (10 ao 18,5 anos ): 7.325,00

Total das Despesas: R$ 25.177,00 +R$ 8.920,00 + R$ 6.450,00 ++ R$ 7.325,00 = R$ 47.872,00

Obs: Essa despesa de R$ 47.872,00 dividida pelos 18,5 anos, representa um investimento anual de R$ 2.587,68 / 5 hectares.

RECEITA BRUTA:

De Sementes :

Do 6º ao 10º ano : 16.000.000 sementes x R$ 0,05 / semente R$ 0,05 / semente = R$ 800.000,00
Do 11º ao 18º ano: 32.000.000 sementes x R$ 0,05 / semente= R$ 1.600.000,00

Total de renda com as sementes até os 18 anos:R$ 2.400.000,00

Da Madeira
No 6º ano Só para lenha

No 10º ano (desbaste 2.500 plantas = 1000 m3 x R$ 500,00/ m3)= R$ 500.000,00

No 18,5 anos (2.500 plantas x 0,7m3/planta = 1.750 m3 x R$ 2.000,00 / m3)= R$ 3.500.000,00


Total das Receitas: R$ 2.400.000,00 (sementes) + R$ 4.000.000,00 (madeira) = R$ 6.400.000,00.

RECEITA LIQUIDA: = R$ 6.400.000,00 - R$ 47.872,00 = R$ 6.352.128,00

OBS.: Os cálculos acima foram efetuados a valores presentes .Para efeito de projeções futuras para o ciclo dos 18.5 anos da cultura, pode-se considerar aumento médio anual de 5%/ano, tanto nas despesas como nas receitas.

Com este topico busco mostrar as opotunidades de investimento especialmente para quem já possui propriedade.

GUANANDI, EUCALIPTO E MOGNO AFRICANO, acredito que formam uma excelente poupança no longo prazo e despendem pouca terra para o plantio 5 alqueirres ou aproximadamente 15 hectares éo projeto que estou implantando... em outro post falo das despesas e receitas do eucalipto e do mogno africano.
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MensagemEnviada: Sex Mar 02, 2007 1:14 pm    Assunto: Re: Investimento de longo prazo Responder com Citação

Legal, eu também tinha lido a respeito deste investimento é muito bom.!!!
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deno
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MensagemEnviada: Sáb Mar 03, 2007 10:55 am    Assunto: Responder com Citação

Muito interessante, eu to querendo investir em eucalipto, oque vc acha?
Tem levantamento sobre ele?
Acha qual o melhor iinvestimento, e qual vc faz?
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larocca
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MensagemEnviada: Sex Mar 09, 2007 12:50 pm    Assunto: Responder com Citação

É impressão minha ou eu já tiro o custo de investimento no 6º ano com a venda de sementes?

Outra pergunta...
Não existe um período de poda das árvores? ouvi dizer que com a poda já é possível retirar o valor aplicado.
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sioux
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MensagemEnviada: Sex Mar 09, 2007 6:43 pm    Assunto: Responder com Citação

No 10º ano (desbaste 2.500 plantas = 1000 m3 x R$ 500,00/ m3)= R$ 500.000,00
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MensagemEnviada: Seg Mar 12, 2007 10:14 am    Assunto: Responder com Citação

Legal, porém tive dando uma olhada e acho que aqui no Rio Grande do Sul não vinga... o pessoal aqui ta plantando muita acácia negra... a rentabilidade é menor, porém o tempo de retorno também.

Abraços
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MensagemEnviada: Seg Mar 12, 2007 2:33 pm    Assunto: Responder com Citação

A quem interessar possa:

http://www.cnpf.embrapa.br/prodserv.htm

Planilhas e PDFs demonstrando despesas e receitas no cultivo de mudas, eucalipto e pinus...

ótimo para quem quer informações a respeito desse investimento.
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MensagemEnviada: Seg Abr 09, 2007 10:40 am    Assunto: Responder com Citação

Aqui vc pode obter boa orientação ...

http://www.showsite.com.br/silviminas/html/index.asp?Metodo=ExibirLista&Grupo=3%20&SubGrupo=3
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MensagemEnviada: Sex Out 19, 2007 8:43 pm    Assunto: Responder com Citação

Bem aqui esotu eu , Tocando o plantio de reflorestamento.

Este ano estamos plantando, 50 mil pés de eucalipto camaldulensis e 20 mil pés de cedro australiano, fizemos as mudas apartir de sementes, o maior trabalho é a mão de obra, mas de acordo com minha planilha de custos vamos conseguir colocar cada mudinha no solo com preço inferior a 20 centavos. agora em novembro plantamos estas e ja estamos preparando o plantio de mais 50.000 em janeiro(eucaliptus) estou tentando conseguir mais sementes de cedro australiano mas desapareceram do mercado, outra arvores que desejo plantar é o mogno africano... mas tb tenho esbarrado na escassez de sementes.

cordialmente
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Editado pela última vez por sioux em Sex Out 19, 2007 9:04 pm, num total de 1 vez
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MensagemEnviada: Sex Out 19, 2007 8:57 pm    Assunto: Responder com Citação

Cedro Australiano



Espécie O cedro-australiano pertence à família da Miliaceae. Originário das regiões tropicais da Austrália adaptou-se muito bem no Brasil, onde encontrou ótimas condições para o seu desenvolvimento vegetativo e para a produção de madeira, sobretudo na área do sul da Bahia e em toda a região sudeste. A finalidade do projeto prevê a produção de madeira de excelente qualidade para serrarias e para o setor moveleiro, até então sobrevivendo da extração de matas nativas (madeira de lei).

Descrição da Espécie: - Porte da Árvore: apresenta-se de grande porte podendo alcançar cerca de 50 m de altura e 2,0 m de diâmetro. Tronco: é retilíneo, às vezes bifurcado, apresentando sapopemas baixas, assimétricas e pouco desenvolvidas. Casca: apresenta-se grossa, dura, com deiscência em placas retangulares e escamiformes, de coloração cinza a marrom, com manchas de liquens, placas com 7,0 a 25,0 mm de largura e 10,0 a 30,0 mm de comprimento por 10,0 mm de espessura. Folhas: são alternadas, pecioladas, paripenadas e um pouco pendentes. Flores: estão reunidas em panículas terminais pendentes, menores que as folhas com pedúnculo levemente ciliado, actinomorfas, unissexuais, heteroclamídeas, pentâmeras, com 3 a 4 mm de comprimento. Frutos: são cápsulas de 15 a 20 mm de comprimento por 10 mm de diâmetro, abrindo-se do ápice em direção a base, de cor castanha escuro. Sementes: apresenta-se com 10 a 20 mm de comprimento por 3 mm de largura, aladas, presas nas cinco cavidades da columela, de coloração castanho clara e apresentando no lado maior uma faixa castanha escura diagonal, contornando a semente e prolongando-se por quase todo o bordo, brilhante, exlabuminada e bitegminada. Copa: verde, densifoliada, com tendência a forma apitata esférica e às vezes umbeliformes. Dados Fenológicos: esta espécie floresce de setembro a novembro, frutifica entre janeiro e março e perde toda a folhagem entre junho e julho, aproximadamente.

Exigências Climáticas: De acordo Toona ciliata M.Roem. cresce em área com precipitação anual entre 800 e 1.800 mm com 2 a 6 meses, apresentando um bom desenvolvimento em plantios de regiões com 4.000 mm de precipitação anual. A temperatura para o seu desenvolvimento fica em torno de 20 a 26ºC, no entanto a espécie sobrevive a temperaturas mínimas absolutas pouco abaixo de 0ºC.

Exigência de Solo: A espécie não suporta solos argilosos compactados e nem solos arenosos pobres. Na região da Zona da Mata de Minas Gerias, essa espécie (Toona ciliata) tem-se desenvolvido muito bem em solos mais planos e também em solos com declividade acentuada, sobretudo quando plantada em consórcio com a cultura do café arábica. É uma espécie semi-esciófila, apta a suportar leve sombreamento na fase juvenil. Por isso possui abundante regeneração natural, mesmo onde foi introduzida como uma espécie exótica. Devido a estas características e considerada uma espécie pantropical, ou seja, cultivada em todos os trópicos.

Regeneração Natural: Toona ciliata tem boa regeneração natural próximo às arvores produtoras de sementes, mesmo em áreas onde foi introduzida como espécie exótica. Estudos desenvolvidos por OTÁROLA et al (1976), na Costa Rica, foi observado que essa espécie tem capacidade de rebrotar após o primeiro corte. Observou-se que 98% das cepas rebrotaram e, após o segundo corte a rebrota atingiu 53%, apresentando-se vigorosa. Estes dados foram coletados em plantios de quatro a sete anos.

Considerações Gerais: Toona ciliata var.australis apresenta madeira similar à madeira do cedro ( Cedrela adorata e Cedrela fissilis ), tendo as mesmas qualidades e sendo utilizadas para os mesmos fins. Apresentam coloração avermelhada brilhante, com bonitas figuras, são fáceis de trabalhar e apresentam moderada resistência a cupins com durabilidade mediana. Experimentos conduzidos no Havaí indicam que a durabilidade natural de postes sem tratamentos está em torno de quatro ( 4 ) ano e o peso específico varia entre 0,46 a 0,64 g/cm³.

Características Anatômicas da Madeira: Segundo , a madeira de Toona ciliata var. australis apresenta as seguintes características anatômicas: poros solitários e em seqüências Radiais (dois a cinco poros por seqüência); freqüentemente encontram-se anéis concêntricos de poros grandes, desconectados no início de cada zona de crescimento. O parênquima axial é umbicado na confluência das zonas de crescimento, em forma de linhas concêntricas de poros largos. A figura da madeira e formada pela seqüência concêntrica de poros e é proeminente quando a madeira é laminar. As fibras da madeira do lenho inicial do Toona ciliata var. australis tem um comprimento médio de 0,75 mm e do lenho de verão, 1,37 mm.

Utilização da Espécie: A madeira de Toona ciliata var. australis é considerada uma das melhores da Austrália. Apresenta coloração marrom avermelhada e é de boa durabilidade, de fácil secagem e armazenagem. E também de fácil desdobro. Possui odor agradável. Embora macia e de textura grossa é de fácil processamento. A madeira produzida e de uso bastante generalizado em virtude de suas ótimas e múltiplas propriedades. É largamente empregada na indústria de contraplacados, compensados e móveis; nas obras de entalhe e esculturas, em portas, janelas e especialmente na fabricação de portas grandes de garagens e de porteiras de pastagens e fazendas por tornarem-se extremamente leves. E empregada ainda na construção naval e aeronáutica; para confecção de lápis; na produção de caixas de charutos e muitas outras aplicações artísticas como confecção de instrumentos musicais, fundos de fórmica, e outras finalidades especiais.

Generalidades Atribuídas a Espécie: Em alguns lugares as flores dessa espécie são usadas como corantes. Na índia, as folhas são usadas como forragem para o gado bovino. A casca e adstringente e energética, outrora muito recomendada no tratamento de desinterias. Ainda hoje a sua decocção serve para lavar feridas e úlceras e também para combater a febre. E ainda muito útil.

Produtor fatura alto com o cedro australiano

O cedro australiano, uma espécie exótica, originária da Austrália, desponta como opção para os produtores que buscam diversificar suas atividades para ampliar as fontes de renda, e destinam parte da propriedade para o reflorestamento.

Os técnicos evitam falar a respeito do preço das toras do cedro australiano. Mas, considerando a demanda por madeira de usos nobres, principalmente por conta das restrições legais ao corte das árvores nativas, pode-se afirmar que a boa remuneração é garantida.

Ele destaca que o cedro australiano é muito parecido com o cedro nativo e as perspectivas são muito boas, porque o mercado tem um grande potencial de consumo de madeira. Mesmo com boas perspectivas para o produtor faz algumas recomendações aos que pensam em plantar a espécie com objetivos comerciais.

Cuidados. O cedro australiano, é uma espécie florestal que se apresenta como opção ao eucalipto e não pode, nunca, ser comparada a ele.

O cedro australiano é uma opção, mas diferente do eucalipto, que pode ser plantado em qualquer tipo de solo, inclusive as áreas degradadas. A espécie só apresenta bom desenvolvimento, se for plantada em solos férteis. "É uma planta que precisa de solos de alta fertilidade",

A recomendação do engenheiro agrônomo para o produtor é reservar para o cedro australiano uma área que represente entre 5% e 10% da propriedade. Isso porque, além da exigência de solo fértil, a rotação é longa. O eucalipto se for utilizado para a produção de móveis, precisa do mesmo tempo para o corte. Entretanto, a árvore pode ser cortada aos sete anos, se a destinação for para a produção de celulose. Ou antes, mesmo deste período, para uso de caixotaria, ou para a construção civil.

Além de escolher terras férteis para o plantio de cedro australiano, o produtor deve buscar orientação técnica para não cometer erros que possam comprometer seu investimento


O plantio , deve ser adensado para permitir o desbaste. A recomendação é o plantio de 2,5 mil mudas por hectare. De quatro em quatro anos deve ser feito o desbaste (retirada de galhos e algumas plantas) para que o crescimento não seja prejudicado.

O plantio adensado é necessário porque a árvore que cresce isolada fica com o tronco cônico (a base mais larga) e perde o valor comercial. Se as mudas são plantadas mais juntas, há redução no número de galhos e o tronco não fica com a base alargada.

Com os desbastes, as 2,5 mil mudas do início do plantio serão reduzidas para 300 árvores 20 anos após. Nesta idade as árvores terão tamanho entre 15 e 20 m (equivalente a um prédio de cinco andares). A tora que será vendida para as serrarias medirá 8m de altura e 70cm de diâmetros, resultando em mais de 1m3 de madeira.


O cedro australiano (Toona ciliata australis) é uma espécie exótica, proveniente de várias regiões da Austrália.

Sua madeira é idêntica à do cedro brasileiro (Cedrela fissilis), nativo do Brasil.

A madeira, de uso nobre, é indicada para a fabricação de móveis finos e acabamentos em construção civil.

O cedro australiano apresenta bom crescimento em regiões de 500 a 1.500 m de altitude e com regime pluviométrico de 800 a 1.800 mm/ano, com dois a seis meses de estiagem.

Tolera geadas leves de curta duração. As plantas não suportam solos mal drenados, que acarretam morte por encharca mento das raízes.

No Brasil, o cedro australiano encontrou condições favoráveis ao seu desenvolvimento, que é comparável ao do eucalipto.

Entretanto, diferente do eucalipto, que pode ser plantado em áreas degradadas, o cedro australiano, para ter bom desenvolvimento, precisa ser plantado em solos férteis.

Em municípios da região de montanha, como Venda Nova do Imigrante, Marechal Floriano e Domingos Martins, há produtores que cultivam cedro australiano.

Os técnicos sugerem o plantio de cedro australiano como opção ao eucalipto. Mas, o produtor não deve ocupar mais que 10% de sua propriedade com a espécie

O custo médio da lavoura é de R$ 5 mil por ha.
Os técnicos evitam falar em preço. Mas, considerando a demanda por madeiras de uso nobre, pode-se afirmar que é uma cultura com retorno garantido.

PRODUÇÃO DE MUDAS:

Pode ser adotados dois sistemas de produção de mudas, a saber:

SEMENTEIRAS:


Para plantio no campo, pois elas têm sistema radicial perfeito e podem permanecer mais tempo no viveiro, sem Geralmente o produtor faz a opção por este sistema de produção de mudas, por ser de menor custo e de proporcionar uma melhor manejo de acordo com as condições de mão de obra da propriedade rural.
O semeio e feito a lanço e em seguida, as sementes devem ser cobertas por uma fina camada de areia ou de areia e cinza, aproximadamente com 2 cm de espessura.


Após a germinação as mudas devem ser sombreadas, principalmente nas horas mais quentes do dia.


As plantas podem ser repicadas após duas semanas de semeadura ou quando as mesmas atingirem 5 cm de altura , em sacos de polietileno de 30 cm de altura por 18 cm de diâmetro.
Hoje é viável a produção de mudas em tubetes apresentar defeitos que venham a comprometer o sistema radicular, o desenvolvimento e a produção final da planta.

Produção em Tubetes: a produção de mudas em tubetes, recomenda-se uma mistura de composto orgânico (90%) e terra de subsolo areno-argilosa (10%). Colocando de 2 sementes por tubetes ou por meie transplantes de mudas da sementeira. Produzindo mudas de Cedro Australiano em tubetes de 120cm3, para que apresentem maior porte no momento de irem para o campo.

1- Espaçamento:

Por apresentar sistema radical superficial, as plantas desta espécie necessitam de espaçamentos mais amplo par o caso de plantios em consórcio com outras espécies e para enriquecimento de áreas de capoeiras para suprir-se bem de água e nutrientes.
Em plantios adotado o espaçamento de 2,0 x 2,0 m efetuando-se um desbaste após dois anos, deixando espaçamento final de 4,0 x 4,0 m e 6,0 x 6,0 m.
Neste caso as plantas desenvolvem-se bem em altura nos dois primeiros anos e com o desbaste, irão crescer mais em diâmetro e conseqüentemente em volume. Com idade entre 8 e 10 anos no máximo, as árvores já estarão prontas para a exploração sustentável e comercialização.No Brasil o Cedro Australiano encontrou condições favoráveis ao seu desenvolvimento, que é comparável ao do eucalipto. Isso não significa um rendimento igual ao do eucalipto, uma vez que a tecnologia brasileira é a melhor do mundo na produção específica no espaçamento 3 x 3 m. Assim tem-se 1111 plantas por hectare. São necessários um desbaste aos 4 anos, quando são removidas de forma sistemática 450 plantas, e outro aos 8 anos, quando são removidas de forma seletiva 300 plantas, as 350 melhores são poupadas para o corte raso a partir dos 12 anos. A madeira do segundo desbaste é aproveitada para usos nobres como fabricação de móveis. As árvores remanescentes, mais espaçadas, apresentarão ganho em diâmetro. Sua madeira é idêntica à do cedro brasileiro (Cedrela fissilis), nativo do Brasil, indicada para a fabricação de móveis finos e acabamentos em construção civil. A madeira de ambos está cotada em R$ 1400,00/m3 (Junho/2004). O crescimento rápido da planta permite o consórcio com outras atividades: agrícola, já no primeiro ano, ou pecuária, a partir do segundo ano, o que barateia a manutenção da floresta e gera renda antecipada. Para a implantação de consórcios, ou é recomendado o espaçamento 8 x 2 m, que permite a mecanização e aumenta a insolação na área.Já foi comprovado que a broca da gema apical (Hypssipyla grandella) broca da gema apical que causa grandes danos ao cedro e mogno brasileiros, não ataca a Toona
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MensagemEnviada: Sex Out 19, 2007 9:02 pm    Assunto: Indicações para escolha de espécies de Eucalyptus Responder com Citação

A madeira de eucalipto é utilizada para o abastecimento da maior parte da indústria de base florestal no Brasil. Em 2004, de acordo com relatório da Bracelpa, foram consumidos pelo setor de celulose e papel 34.113.000 m³ de madeira proveniente de reflorestamento com eucalipto, 2.475.000 m³ pelo setor de geração de energia e 340.000 m³ pelo setor de serraria.

Além dos setores industriais, existe grande consumo de madeira, em pequena escala, que não é devidamente quantificado, mas que quando somado representa significativa parcela do consumo total. Trata-se do consumo doméstico de madeira, principalmente como lenha. Segundo Mata (2000), a crise de oferta de lenha no meio rural é resultado da falta de estudos sobre regulação da produção em função do manejo dos estoques remanescentes e a implantação de florestas para produção de madeira para lenha nas pequenas propriedades. Acrescenta-se, ainda, que a floresta implantada em pequenas propriedades pode ser utilizada para outros fins, como obtenção de moirões para cerca, estacas, cabos de ferramentas etc.

A escolha do eucalipto para suprir o consumo de madeira, tanto em escala industrial como para pequenos consumidores, está relacionada a algumas vantagens da espécie, tais como rápido crescimento; características silviculturais desejáveis (incremento, forma, desrama etc.); grande diversidade de espécies, possibilitando a adaptação da cultura às diversas condições de clima e solo; facilidades de propagação, tanto por sementes como por via vegetativa; e possibilidades de utilização para os mais diversos fins, o que justifica sua aceitação no mercado. Às características desejáveis citadas, somam-se o conhecimento acumulado sobre silvicultura e manejo do eucalipto e ao melhoramento genético, que favorecem ainda mais a utilização do gênero para os mais diversos fins.

Apesar de serem descritas cerca de 700 espécies do gênero Eucalyptus, os plantios são restritos a poucas espécies, podendo-se citar, principalmente, Eucalyptus grandis, E. urophylla, E. saligna, E. camaldulensis, E. tereticornis, E. globulus, E. viminalis, E. deglupta, E. citriodora, E. exserta, E. paniculata e E. robusta. Ressalta-se que, no Brasil, as espécies E. cloezina e E. dunnii são consideradas promissoras para as regiões central e sul, respectivamente.

A possibilidade de uso da madeira de eucalipto para diversos fins tem estimulado a implantação de florestas de uso múltiplo. Dessa forma, muitos estudos estão sendo realizados para melhor se aproveitar o potencial econômico da floresta, destacando-se melhoramento de material genético e manejo silvicultural (teste de espaçamentos, idade de corte e técnicas silviculturais). De modo geral, com o uso múltiplo, pretendem-se obter de uma área implantada variados tipos de produtos, ou seja, diferentes finalidades para uma mesma floresta. Maiores esclarecimentos sobre o uso múltiplo de eucalipto podem ser obtidas no endereço http://www.tume.esalq.usp.br/.

Escolha da espécie

A definição da espécie a ser plantada é a primeira etapa de um projeto de reflorestamento, levando-se em consideração o objetivo da produção (uso da madeira) e as condições edafoclimáticas (solo e clima) da região. Cada espécie se desenvolve em um ambiente adequado e por isso é indicado, sempre que possível, realizar testes para averiguar a adaptação do material ao ambiente, tanto para sementes quanto para clones. Entretanto, se não for possível a realização de testes, e tampouco houver dados experimentais da região, sugere-se que a escolha do material genético seja feita a partir de procedências cujas condições de origem sejam semelhantes ao local do plantio, sobretudo latitude, altitude, temperatura média anual, precipitação média anual, déficit hídrico e tipos de solos.

O mercado consumidor é um aspecto fundamental durante o planejamento do projeto de reflorestamento. É importante conhecer as exigências do mercado quanto à característica do produto, assim como as técnicas que otimizam a relação custo/benefício. A obtenção de maior retorno econômico depende da escolha adequada da espécie. Ainda sobre mercado consumidor, sugere-se que sejam avaliadas as distâncias entre a área de plantio e as unidades de beneficiamento ou utilização, pois o custo de transporte é um dos componentes mais caros do preço da madeira.

Abaixo segue uma relação de espécies de eucalipto indicadas em função dos usos, do solo e do clima.

Espécies de eucalipto indicadas em função do uso:

• Celulose: E. alba, E. dunnii, E. globulus, E. grandis, E. saligna, E. urophylla e E. grandis x E. urophylla (híbrido).

• Lenha e carvão: E. brassiana, E. camaldulensis, E. citriodora, E. cloeziana, E. crebra, E. deglupta, E. exserta, E. globulus, E. grandis, E. maculata, E. paniculata, E. pellita, E. pilularis, E. saligna, E. tereticornis, E. tesselaris e E. urophylla.

• Serraria: E. camaldulensis, E. citriodora, E. cloeziana, E. dunnii, E. globulus, E. grandis, E. maculata, E. maidenii, E. microcorys, E. paniculata, E. pilularis, E. propinqua, E. punctata, E. resinifera, E. robusta, E. saligna, E. tereticornis e E. urophylla.

• Móveis: E. camaldulensis, E. citriodora, E. deglupta, E. dunnii, E. exserta, E. grandis, E. maculata, E. microcorys, E. paniculata, E. pilularis, E. resinifera, E. saligna e E. tereticornis.

• Laminação: E. botryoides, E. dunnii, E. grandis, E. maculata, E. microcorys, E. pilularis, E. robusta, E. saligna e E. tereticornis.

• Caixotaria: E. dunnii, E. grandis, E. pilularis e E. resinifera.

• Construções: E. alba, E. botryoides, E. camaldulensis, E. citriodora, E. cloeziana, E. deglupta, E. maculata, E. microcorys, E. paniculata, E. pilularis, E. resinifera, E. robusta, E. tereticornis e E. tesselaris.

• Dormentes: E. botryoides, E. camaldulensis, E. citriodora, E. cloeziana, E. crebra, E. deglupta, E. exserta, E. maculata, E. maidenii, E. microcorys, E. paniculata, E. pilularis, E. propinqua, E. punctata, E. robusta e E. tereticornis.

• Postes: E. camaldulensis, E. citriodora, E. cloeziana, E. maculata, E. maidenii, E. microcorys, E. paniculata, E. pilularis, E. punctata, E. propinqua, E. tereticornis e E. resinifera.

• Estacas e moirões: E. citriodora, E. maculata e E. paniculata.

• Óleos essenciais: E. camaldulensis, E. citriodora, E. exserta, E. globulus, E. smithii e E. tereticornis.

• Taninos: E. camaldulensis, E. citriodora, E. maculata, E. paniculata e E. smithii.

Espécies de eucalipto indicadas em função do clima:

• Úmido e quente: E. camaldulensis, E. deglupta, E. robusta, E. tereticornis e E. urophylla.

• Úmido e frio: E. botryoides, E. deanei, E. dunnii, E. globulus, E. grandis, E. maidenii, E. paniculata, E. pilularis, E. propinqua, E. resinifera, E. robusta, E. saligna e E. viminalis.

• Subúmido úmido: E. citriodora, E. grandis, E. saligna, E. tereticornis e E. urophylla.

• Subúmido seco: E. camaldulensis, E. citriodora, E. cloeziana, E. maculata, E. pellita, E. pilularis, E. pyrocarpa, E. tereticornis e E. urophylla.

• Semiárido: E. brassiana, E. camaldulensis, E. crebra, E. exserta, E. tereticornis e E. tessalaris.

Espécies de eucalipto indicadas em função do solo:

• Argilosos: E. citriodora, E. cloeziana, E. dunnii, E. grandis, E. maculata, E. paniculata E. pellita, E. pilularis, E. pyrocarpa, E. saligna, e E. urophylla.

• Textura média: E. citriodora, E. cloeziana, E. crebra, E. exserta, E. grandis, E. maculata, E. paniculata, E. pellita, E. pilularis, E. pyrocarpa, E. saligna, E. tereticornis e E. urophylla.

• Arenosos: E. brassiana, E. camaldulensis, E. deanei, E. dunnii, E. grandis, E. robusta E. saligna, E. tereticornis e E. urophylla.

• Hidromórficos: E. robusta.

• Distróficos: E. alba, E. camaldulensis, E. grandis, E. maculata, E. paniculata, E. pyrocarpa e E. propinqua.
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MensagemEnviada: Sex Out 19, 2007 9:21 pm    Assunto: Responder com Citação

Uma duvida que me acompanha a algum tempo desde que me interessei por esta area de reflorestamento comercial. é a seguinte.

O objetivo é plantar algo proximo a 300.000 arvores nos proximos 3 anos.

em sua grande maioria eucaliptus (70%),

Se eu considerar que daqui a 10 anos cada arvore vale 20 reais(estimativa bastante realista ) pois a finalidade é serraria, entao digamos que 50% das arvores não sirvam pra serraria, mas concerteza serviram para lenha, entao coloquemos 10 reais por arvore pra lenha.

assim temos: 150.000 x 20( arvores para serraria)= a 3.000.000 e
mais 150.000 x 10(arvores) para lenha= a 1.500.000.

Onde esta o erro? ja que estas estimativas estão muito abaixo da cotação da madeira hoje .... esta estimativa é realamente valida ?
300.000 ARVORES EM 10 ANOS (eucaliptus , cedro ) o mogno só com 20 anos... garantir a aposentadoria é simples assim, ou estou sendo muito ingenuo ?

agradeço desde já atenção e colaboração
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MensagemEnviada: Sáb Out 20, 2007 1:32 pm    Assunto: Responder com Citação

rapaz...eu não entendo muito disso...mas me interesso bastante pelo plantio de eucalipto...mas eu acho que é dificil arranjar uma terra boa e barata...o q me diz?
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MensagemEnviada: Sáb Out 20, 2007 5:27 pm    Assunto: Responder com Citação

Aqui no triangulo mineiro onde temos propriedade.. esta em torno de 30 mil reais o alqueire mineiro (48.000 metros quadrados).. no tocantins vc encontra muito mais barato ...
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MensagemEnviada: Sáb Out 20, 2007 8:08 pm    Assunto: Responder com Citação

entao pera aí, vc ta dizendo que alem dos 47 mil de investimento seria necessario mais 150 mil reais para o terreno?
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