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Sugestão de artigos que devem ser lidos no site do Clube:

- Como o Zé ganha na Bolsa ?
- Iniciando seus investimentos
- Por que o problema é dos mais ricos ?
- Você está preparado para a velhice ?
- O texto definitivo: Saiba como ganhar MUITO dinheiro na bolsa !
- Fez errado … ? Então pague o preço !!
- O Controle do Fluxo de Caixa e suas barreiras
- Você está no vermelho ? O que tem feito para mudar isto ?
- Formando o seu colchão de segurança



Além disso, indico duas séries especiais:

- Iniciando seus Investimentos: a série
- O que o Zé faz para ganhar dinheiro na Bolsa de Valores ? (Índice)


Fundos Imobiliários ?
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Autor Mensagem
Mirian Leandro de Lima



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MensagemEnviada: Seg Set 06, 2010 1:23 pm    Assunto: Carteira aplicará em recebíveis e terá formador de mercado Responder com Citação

De São Paulo
31/08/2010
Texto: A- A+

O fundo BTG Pactual Recebíveis Imobiliários é a única das cinco carteiras que o grupo ofertará que já tem prospecto no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A operação prevê a emissão de 1 milhão de cotas, cada uma com valor de R$ 1 mil, o que totaliza uma oferta de R$ 1 bilhão. Cada investidor deverá comprar pelo menos 50 cotas, ou R$ 50 mil.

Segundo informações do prospecto, o fundo espera atingir um patrimônio de R$ 500 milhões, mas o mínimo que a oferta pretendem captar é o valor de R$ 10 milhões. A taxa de administração é de 1% ao ano.

O fundo investirá principalmente em certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) lastreados em ativos diversos, como imóveis comerciais, residenciais, industriais e shoppings. Poderá também aplicar em cotas de outros fundos imobiliários, letras de crédito imobiliário (LCIs) e letras hipotecárias.

O fundo contará também com formador de mercado. O chamado "market maker" é um agente contratado para garantir um mínimo de negócios. O próprio BTG Pactual atuará como formador.

De acordo com o prospecto, a meta é superar a rentabilidade dos títulos públicos indexados à inflação com prazo de duração equivalente à carteira do fundo em pelo menos 1 ponto percentual ao ano. Na simulação feita pelo BTG, considerando-se uma taxa nominal de de 12,5% ao ano (inflação mais juro) e imposto de renda de 15%, o fundo espera rentabilidade nominal líquida de aproximadamente 2,7 pontos percentuais acima do que seria a taxa de referência. Isso já levando em conta o fato de a aplicação ser isenta de imposto de renda para as pessoas físicas. (LM)
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Mirian Leandro de Lima



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MensagemEnviada: Seg Set 06, 2010 1:25 pm    Assunto: Overdose de fundos imobiliários? Responder com Citação

Pessoal....para conhecimento...

BTG Pactual estrutura cinco emissões com volumes de R$ 1 bilhão cada uma e mercado se pergunta se há demanda para tanto.

Overdose de fundos imobiliários?

Por Alessandra Bellotto e Luciana Monteiro, de São Paulo
31/08/2010
Texto: A- A+

O BTG Pactual está deixando seus concorrentes com a pulga atrás da orelha. Só na última semana, o banco entrou com pedido de análise na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) de quatro fundos imobiliários, cada um com volume de R$ 1 bilhão. São R$ 5 bilhões se somada uma outra carteira de R$ 1 bilhão, em análise desde junho. E tem mais BTG Pactual vindo por aí. Segundo fontes do mercado, a série contempla cerca de 15 fundos.

Por se tratar da estreia do banco, o tamanho das operações chama a atenção e chega a causar um certo desconforto no mercado. A grande questão é se há demanda para tudo isso, mas os especialistas apostam que sim. Hoje, o patrimônio dos fundos em operação soma R$ 5,9 bilhões. Em fase de registro ou captação, há cerca de R$ 9 bilhões, volume bem acima dos R$ 3,445 bilhões registrados em 2009.

"Chegar ao mercado com volumes grandes acaba causando um certo espanto", afirma Alexandre Tadeu Navarro, da Navarro Advogados. Mas não é só isso. A investida do BTG Pactual está provocando uma corrida dos concorrentes para colocar operações no mercado antes que a demanda do investidor seja totalmente atendida. "Tem muita instituição querendo antecipar avisos ao mercado para marcar posição e convencer o investidor a esperar pela sua oferta", afirma Alexandre Assolini, do PMK Advogados.

"Tudo isso é reflexo do mercado imobiliário bastante aquecido, o que não falta é ativo", afirma Sergio Manoel Correia, economista-chefe da LLA Investimentos. Do lado da demanda, as instituições perceberam que há um interesse forte do investidor. "Para a pessoa física, além de ser uma alternativa de diversificação, o fundo imobiliário oferece uma renda interessante, sem o risco de bolsa pura", diz o advogado Navarro. Nos fundos com cotas negociadas em bolsa, a pessoa física tem isenção de imposto sobre o rendimento pago, em geral originado de receitas de aluguel.

Correia, que na LLA lida especialmente com clientes pessoas físicas, diz que é crescente a disposição do investidor em experimentar ativos diferenciados como fundos imobiliários. "A cada dia a pessoa física vem respondendo por uma parcela maior das colocações de fundos e a restrição de liquidez e o prazo têm sido menos importantes para esse investidor", diz o executivo.

Outra fatia importante de interessados é a de investidores institucionais. O fundo imobiliário, segundo Correia, faz todo sentido para as fundações, que têm um horizonte de investimentos de longo prazo e buscam indexadores ligadas à inflação.

Os estrangeiros também tendem a absorver boa parte das ofertas em andamento. A demanda de investidores internacionais por ativos imobiliários no país ou mesmo por imóveis ou terrenos está para lá de aquecida, conta Marcelo Pereira, sócio da TAG Investimentos. "Tem muito banco americano comprando terrenos diretamente, estruturando operações para que sua área de private banking lá fora ofereça aos clientes, ou entrando via fundo imobiliário", diz. Segundo ele, mesmo as pessoas físicas têm se mostrado mais abertas a aplicar em ativos ligados ao segmento imobiliário, dada a isenção de imposto de renda.

Só para se ter ideia, neste ano, estrearam no segmento o Itaú por meio de uma oferta da Kinea, braço de investimentos alternativos do banco, Morgan Stanley, Fator e outros gestores menores, como a Empírica. No ano passado, o Bradesco voltou a dar as caras dividindo a coordenação de emissões com o BB Investimentos e Santander. A Caixa retomou operações e o Citibank ingressou nesse mercado. "Tem um efeito manada, muita gente que nem pensava em fundo imobiliário acabou sendo forçada a olhar para isso", diz Navarro.

Vale uma ressalva. O fato de os fundos do BTG Pactual terem sido registrados com volumes na casa do bilhão não significa que eles tenham necessariamente de captar tudo já - há um volume mínimo para que a carteira entre em operação. A estratégia apenas facilita a realização de novas emissões, uma vez que libera o administrador do fundo da convocação de assembleia de cotistas para aprovação.

No mercado externo, é bem comum haver um fundo grande, de alguns bilhões de dólares, apenas com uma política de investimentos definida, não necessariamente com os empreendimentos ou ativos pré-selecionados. Por aqui, o comum sempre foi ter fundos de um determinado shopping, hospital ou mesmo de uma torre específica de escritórios. "O mercado nasceu torto, com cara do empreendimento, mas isso começa a mudar, num sinal de maturidade", afirma Navarro, lembrando que criar uma estrutura grande para carregar um único ativo não é nada eficiente.

Os fundos do BTG Pactual, conforme as ofertas em análise, tendem a explorar, cada um, nichos diversos, de empreendimentos prontos em busca da renda do aluguel a incorporação imobiliária, passando por papéis como certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) e letras de crédito imobiliário (LCIs). "O investidor que entrar em uma carteira apenas com a política de investimentos definida estará comprando a capacidade do gestor", diz Navarro.

O advogado diz ainda que esperava há anos por um salto no segmento de fundos imobiliários, e que isso mal começou. Só o escritório dele, por exemplo, tem nove fundos em fase de estruturação, com um volume total de R$ 2 bilhões, para o lançamento ainda este ano.

Já o PMK Advogados está trabalhando na elaboração de 31 fundos imobiliários. Sobre o volume, Assolini conta que nem teve tempo de parar para contar. "Nossa tradição sempre foi trabalhar na estruturação de CRIs; hoje, estou fazendo mais fundo imobiliário", conta o advogado.
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zippo57



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MensagemEnviada: Qua Out 20, 2010 9:33 am    Assunto: DEcepção com Ofertas Publicas de FIIs Responder com Citação

Gostaria de compartilhar com outros "forumreiros" minha péssima impressão que tive na tentativa de aplicação em lançamento (oferta publica) de FII.

Eu opero pela Banif e por duas vezes aloquei recursos para reservar cotas em Oferta Publica de 2 FIIs: Largo 13 e RB Capital. Para fazer a reserva das cotas, o sistema da Banif exige disponibilidade de recursos, acredito que isso ocorra com qq corretora. No meu caso transferi dinheiro para minha c/c na corretora. Segundo o cronograma oficialmente divulgado no site da corretora, é estipulada uma data (data X) para o prazo de reservas e a data de liquidação (débito em c/c do cliente que efetua a reserva) ocorrerá na data Y. A liquidação normalmente é uns 2/3 dias após o término da data de reserva.

Pois bem nas 2 frustradas tentativas que fiz, o dinheiro ficou parado, esperando a liquidação e nada aconteceu na data prevista. Dois dias depois, por minha iniciativa, gasto meu tempo para fazer um chat com a Banif e descobrir que o cronograma foi alterado e postergaram a data limite para reserva e de liquidação por mais 3/4 semanas.

E meu dinheiro lá paradinho na conta!!!

Na hora de garantir que haja dinheiro na c/c para fazer a reserva, o sistema da Banif é bem eficiente, ou seja, sem dindim na c/c necas de reserva. Mas na hora de avisar aos correntistas Banif que houve mudança no cronograma, aí dane-se o cliente. Evil or Very Mad

O que fiz na duas vezes ? Mandei email pedindo cancelamento da minha participação no lançamento desses FIIs.

Fiz questão de me registrar no forúm para poder passar minha experiência pessoal com esse tipo de produto e a forma como a Banif agiu com os correntistas que acreditaram no cronograma.

Em tempo, dinheiro resgatado e aplicado em LCIs de 90 dias que até o limite de R$60k tem garantia emelhante ao fundo Garantidor e liquidez garantida Wink
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Mirian Leandro de Lima



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MensagemEnviada: Qua Out 20, 2010 12:29 pm    Assunto: Responder com Citação

Zippo57,

Puxa, que chato o que aconteceu.

Mas não desanime, os FII´s são otimas opções de investimentos.
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MensagemEnviada: Sex Out 22, 2010 9:30 am    Assunto: Re: DEcepção com Ofertas Publicas de FIIs Responder com Citação

zippo57 escreveu:
Gostaria de compartilhar com outros "forumreiros" minha péssima impressão que tive na tentativa de aplicação em lançamento (oferta publica) de FII.

Eu opero pela Banif e por duas vezes aloquei recursos para reservar cotas em Oferta Publica de 2 FIIs: Largo 13 e RB Capital. Para fazer a reserva das cotas, o sistema da Banif exige disponibilidade de recursos, acredito que isso ocorra com qq corretora. No meu caso transferi dinheiro para minha c/c na corretora. Segundo o cronograma oficialmente divulgado no site da corretora, é estipulada uma data (data X) para o prazo de reservas e a data de liquidação (débito em c/c do cliente que efetua a reserva) ocorrerá na data Y. A liquidação normalmente é uns 2/3 dias após o término da data de reserva.

Pois bem nas 2 frustradas tentativas que fiz, o dinheiro ficou parado, esperando a liquidação e nada aconteceu na data prevista. Dois dias depois, por minha iniciativa, gasto meu tempo para fazer um chat com a Banif e descobrir que o cronograma foi alterado e postergaram a data limite para reserva e de liquidação por mais 3/4 semanas.

E meu dinheiro lá paradinho na conta!!!

Na hora de garantir que haja dinheiro na c/c para fazer a reserva, o sistema da Banif é bem eficiente, ou seja, sem dindim na c/c necas de reserva. Mas na hora de avisar aos correntistas Banif que houve mudança no cronograma, aí dane-se o cliente. Evil or Very Mad

O que fiz na duas vezes ? Mandei email pedindo cancelamento da minha participação no lançamento desses FIIs.

Fiz questão de me registrar no forúm para poder passar minha experiência pessoal com esse tipo de produto e a forma como a Banif agiu com os correntistas que acreditaram no cronograma.

Em tempo, dinheiro resgatado e aplicado em LCIs de 90 dias que até o limite de R$60k tem garantia emelhante ao fundo Garantidor e liquidez garantida Wink


Cara, na boa, pelo jeito você nem leu os fatores de risco do prospecto. De outra forma saberia que o dinheiro pode ficar bloqueado por até SEIS MESES e ainda assim o fundo não sair no final.

Se não quer correr esses riscos/problemas, invista em FII no secundário. Pegar no lançamento é legal e tal, mas é negócio "de gente grande", sujeito ajustes e, não raro, renegociações completas.
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MensagemEnviada: Dom Out 31, 2010 12:12 pm    Assunto: Responder com Citação

Pessoal,

Quem está posicionado em FIIs já analisou o mercado para 2011, se um possível esfriamento no mercado imobiliário iria impactar nos rendimentos dos fundos? Eu sei que existem fundos de diversos tipos, comerciais, residenciais, etc... mas acho que o impacto seria geral, é claro que alguns com intensidade maior outros nem tanto.
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MensagemEnviada: Dom Out 31, 2010 12:59 pm    Assunto: Responder com Citação

F.I. escreveu:
Pessoal,

Quem está posicionado em FIIs já analisou o mercado para 2011, se um possível esfriamento no mercado imobiliário iria impactar nos rendimentos dos fundos? Eu sei que existem fundos de diversos tipos, comerciais, residenciais, etc... mas acho que o impacto seria geral, é claro que alguns com intensidade maior outros nem tanto.


Um possível esfriamento do mercado imobiliário é benéfico a maioria dos fundos, que depende da demanda de locatários. Apenas fundos de investimento em construção e incorporação, e talvez aqueles com rotação de carteira, seriam impactados.

Fundos indiretos (que investem em LH, CRI) são sensíveis a inadimplência, e portanto a um esfriamento geral dos mercados.
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MensagemEnviada: Qua Nov 10, 2010 2:53 pm    Assunto: BRAZILIAN CAPITAL REAL ESTATE FUND Responder com Citação

Boa tarde,

Foi publicado no dia 08, o aviso ao Mercado da Oferta Pública de Cotas do " Fundo de Investimento Imobiliário Brazilian Capital Real Estate Fund 1 " publicado nos jornais Estado de São Paulo e Valor Econômico.

Abaixo link para acesso ao Prospecto Preliminar da Oferta e Regulamento:

http://www.ourinvest.com.br/imagens/topequity/20101009_Prospecto_Preliminar_BCFUND.pdf

http://www.ourinvest.com.br/imagens/topequity/FII%20BC%20Fund%20I_Regulamento_2010.pdf
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MensagemEnviada: Sex Dez 03, 2010 11:45 am    Assunto: ARTIGO VALOR ECONÔMICO - " FUNDO IMOBILIÁRIO: A MELHOR Responder com Citação

Fundo Imobiliário: a melhor alternativa para investir em imóveis.Mauro Calil

02/12/2010 - Valor Econômico

Comprar um imóvel com o objetivo de alugar ou diversificar os investimentos ainda é uma alternativa comum entre muitos investidores. A certeza de investir em algo concreto, de poder entrar e conferir onde o dinheiro esta aplicado é algo que traz tranquilidade e segurança e que leva muitos brasileiros a investirem em imóveis.

Porém, se avaliarmos os resultados, hoje, o mercado disponibiliza ao investidor outras formas mais rentáveis de se investir em imóveis. A alternativa mais comum e que, aos poucos, começa a ganhar espaço é o investimento em fundos imobiliários.

Antes de comprar um imóvel para investir - seja para alugar, seja para esperar a valorização futura do empreendimento -, é preciso fazer uma série de análises. O problema de inadimplência de inquilinos é algo real que também precisa fazer parte dessa conta. Há problemas de infraestrutura, além do fato de que, entre um inquilino e outro, o imóvel vai ficar vazio e, consequentemente, permanecer meses com rentabilidade igual a zero.

Em média, estima-se que os aluguéis garantam ao investidor uma rentabilidade bruta entre 0,5% a 0,7% do valor investido - isso sem contar o tempo despendido para a realização e solução de todos os problemas que podem surgir.

Outro ponto que precisa ser considerado previamente pelos investidores é a questão da liquidez. Se precisar, por algum motivo, se desfazer o imóvel de forma rápida, certamente o investidor terá de reduzir o preço e pode até amargar algum prejuízo. Os processos de venda geralmente são demorados e, para conseguir a rentabilidade com a valorização do imóvel, é preciso paciência.

Optar pelo investimento em um fundo imobiliário apresenta uma série de vantagens. Apesar de o investidor não ser o proprietário de todo o imóvel, ele é cotista do fundo e é proprietário de uma parte do empreendimento, que pode ser um grande complexo comercial, seja um edifício com inúmeros escritórios ou um grande shopping center.

Se por um lado o investidor não pode dizer com todas as letras "este imóvel é meu", por outro, ele tem uma série de vantagens. A primeira é a facilidade de investimento e a ausência de negociação e problemas com os inquilinos. Em um fundo de investimento imobiliário, o gestor do empreendimento assume a responsabilidade pelas negociações e todos os problemas que possam acontecer.

Em um fundo, é possível investir em imóveis com pequenos valores. Ou seja, o investidor não precisa despender centenas de milhares de reais na aquisição de um único imóvel. Ele pode comprar cotas de diferentes imóveis localizados em regiões diferentes. A rentabilidade também é mais elevada, ficando na casa de 0,8% ao mês. Além disso, o problema de liquidez é mais fácil de ser solucionado.

Apesar de não ser tão simples como sair de um fundo de renda fixa, a liquidez dos fundos imobiliários tem aumentado. Para sair do investimento, é necessário que a cota seja vendida para outro investidor.

Outro ponto que precisa ser considerado e que afeta diretamente a rentabilidade da aplicação são os impostos. Ao receber o pagamento dos alugueis, o investidor sofre alta tributação de Imposto de Renda (IR).

A alíquota segue a tabela progressiva e, de acordo com o valor, pode chegar à casa de 27,5%. No fundo, não há uma tributação direta do investidor, mas sim da rentabilidade como acontece em toda a indústria de fundos.

Como se trata de uma operação financeira, no entanto, é preciso ficar atento às taxas cobradas pelos gestores e à política do fundo. Também é preciso conhecer o perfil dos inquilinos desses empreendimentos.

A rentabilidade também está atrelada ao pagamento dos aluguéis. A diferença é que o risco de inadimplência está distribuído entre todos os inquilinos e não concentrado em apenas um ou dois.

Como em todo tipo de investimento, é preciso considerar a necessidade e as vantagens da diversificação. Os fundos imobiliários garantem esta diversificação para investimentos em imóveis.

Mauro Calil é professor e educador financeiro, fundador do Centro de Estudos e Formação de Patrimônio Calil&Calil

E-mail mauro@calilecalil.com.br

Este artigo reflete as opiniões do autor, e não do jornal Valor Econômico. O jornal não se responsabiliza e nem pode ser responsabilizado pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso destas informações.
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MensagemEnviada: Qui Jan 13, 2011 1:13 pm    Assunto: Rentabilidade dos Fundos Imobiliários em 2010 Responder com Citação

Queridos Amigos,

A rentabilidade média dos Fundos Imobiliários em 2010 foi de 26,87%.



Estes dados são baseados nos 25 FII que acompanhamos na Consultoria Fundo Imobiliário, na qual trabalho com o consultor Sérgio Belleza.

2010 foi um ano excelente para os Fundos Imobiliários. Apenas 4 dos 25 fundos listados tiveram desempenho abaixo do CDI no ano, que fechou em 9,75%.

O destaque positivo no período foi o Square Faria Lima (FLMA11), com uma rentabilidade de 59,61%. O único destaque negativo em 2010 foi o ABC Plaza Shopping, com uma rentabilidade de -7,71%. Coincidência ou não, este fundo foi o campeão de rentabilidade em 2009, quando apresentou ganhos superiores a 70%.

E em 2011? Como será que os Fundos Imobiliários irão se comportar?
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MensagemEnviada: Seg Jan 17, 2011 9:35 am    Assunto: Responder com Citação

Fiz a compra de alguns lotes FFCI11 fim do ano passado e agora, pouco mais de 1 mês depois, só as ações já valorizaram 5%. Mas como não comprei pela valorização e sim dividendos, vamos ver o que esse ano nos espera. Pretendo comprar mais alguns lotes.
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MensagemEnviada: Qui Jan 20, 2011 3:50 pm    Assunto: Tabela Dezembro de FII Responder com Citação

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MensagemEnviada: Qui Jan 20, 2011 4:04 pm    Assunto: Tabela Dezembro de FII Responder com Citação

Srs. para acompanhamento....


Shot at 2011-01-20


Shot at 2011-01-20A disposição

Fonte Brazilian Mortgages
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MensagemEnviada: Sex Jan 21, 2011 1:33 pm    Assunto: Responder com Citação

Alguém sabe quando a FFCI11 paga os dividendos mensais? Pois comprei em dezembro e ainda não recebi nada.
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MensagemEnviada: Sex Jan 21, 2011 2:29 pm    Assunto: Rentabilidade FFCI11 Responder com Citação

Playbr, segue informação retirada do site da bovespa....


FII RIOB RC (FFCI)
DR: Luiz Eugênio Junqueira Figueiredo

Cotas ex-rendimento

A Rio Bravo Investimentos S.A DTVM, na qualidade de administrador do Fundo de Investimento Imobiliário Rio Bravo Renda Corporativa, informou que fará em 14/01/2011 a distribuição de rendimentos, referente ao período de dezembro/2010, no valor de R$ 0,010639827 por cota, aos cotistas registrados em 06/01/2011.
Informamos que o Fundo de Investimento Imobiliário Rio Bravo Renda Corporativa se enquadra no inciso III do art. 3º da Lei 11.033 (alterada), não havendo quotista Pessoa Física que detenha mais de 10% das quotas ou receba mais de 10% do rendimento distribuído.
Norma: a partir de 07/01/2011 cotas ex-rendimento.

http://www.bmfbovespa.com.br/renda-variavel/download/cfcenter_060111.pdf
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