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Sugestão de artigos que devem ser lidos no site do Clube:

- Como o Zé ganha na Bolsa ?
- Iniciando seus investimentos
- Por que o problema é dos mais ricos ?
- Você está preparado para a velhice ?
- O texto definitivo: Saiba como ganhar MUITO dinheiro na bolsa !
- Fez errado … ? Então pague o preço !!
- O Controle do Fluxo de Caixa e suas barreiras
- Você está no vermelho ? O que tem feito para mudar isto ?
- Formando o seu colchão de segurança



Além disso, indico duas séries especiais:

- Iniciando seus Investimentos: a série
- O que o Zé faz para ganhar dinheiro na Bolsa de Valores ? (Índice)


Lançamento recomendado: "À procura da felicidade"
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Autor Mensagem
kikitsune
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Registrado em: Segunda-Feira, 21 de Mai de 2007
Mensagens: 83

MensagemEnviada: Seg Fev 04, 2008 3:13 pm    Assunto: Responder com Citação

mauriciokatayama escreveu:
Acabo de ouvir um comentário imbecil. Duas pessoas conversando:

_Eu assisti aquele filme, "A procura da felicidade".
_É bom?
_A história é comovente, mas muito irreal. Imagina se um cara preto, pobre e sem estudo (sic) naquela situação ia ficar rico nos Estados Unidos. Só na ficção mesmo...

Cara do Maurício -> Confused


Isso foi muito cuttie. Eu ficaria com esta cara Twisted Evil

Vou fazer um questionamento: ou só eu, ou vocês também acham que a esposa dele (que o abandonou com o filho) é o equivalente da vaquinha da fábula a seguir?

Não consigo deixar de pensar que se ela continuasse com ele nada daquilo teria acontecido.

Citação:
A Vaquinha

Um mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita... Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos, também com as pessoas que mal conhecemos.

Chegando ao sítio, constatou a pobreza do lugar: sem calçamento, casa de madeira, os moradores, um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas... Então se aproximou do senhor, aparentemente o pai daquela família, e perguntou: "Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Como o senhor e a sua família sobrevivem aqui?" E o senhor calmamente respondeu: "Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros alimentícios e a outra parte nós produzimos queijo e coalhada para o nosso consumo e assim vamos sobrevivendo."

O sábio agradeceu pela informação, contemplou o lugar por uns momentos, depois se despediu e foi embora. No meio do caminho, voltou ao seu fiel discípulo e ordenou: "Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali à frente e empurre-a, jogue-a lá embaixo." O jovem arregalou os olhos espantado e questionou o mestre sobre o fato de a vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família, mas, como percebeu o silêncio absoluto do seu mestre, foi cumprir a ordem. Assim, empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer.

Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos, até que, um belo dia, ele resolveu largar tudo o que havia aprendido e voltar àquele mesmo lugar e contar tudo àquela família, pedir perdão e ajudá-los. E assim o fez. Quando se aproximava do local, avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, com carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou triste e desesperado, imaginando que aquela humilde família tivera que vender o sítio para sobreviver. Apertou o passo e, chegando lá, foi logo recebido por um caseiro muito simpático e perguntou sobre a família que ali morava há uns quatro anos. O caseiro respondeu: "Continuam morando aqui." Espantado, o discípulo entrou correndo na casa e viu que era mesmo a família que visitara antes com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao senhor (o dono da vaquinha): "Como o senhor melhorou este sítio e está tão bem de vida?" E o senhor, entusiasmado, respondeu: "Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Daí em diante, tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que podíamos, assim alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora!"
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Registrado em: Quarta-Feira, 23 de Novembro de 2005
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MensagemEnviada: Ter Fev 26, 2008 3:41 pm    Assunto: verdadeira historia Responder com Citação

Segue ai um resumo em espanhol

Christopher Gardner nació el 9 de febrero de 1954, en Wisconsin. En su infancia casi no tuvo modelos masculinos positivos. Desde la ausencia de su padre Thomas Turner quien vivía en Louisiana, hasta su violento padrastro Freddie Triplett. A pesar de ser un matrimonio infeliz; la madre de Gardner, Betty Jean, fue fuente de inspiración y fortaleza para él. Ella animó a Gardner a creer en sí mismo y tener confianza en sí mismo. El propio Christopher la cita: “Sólo puedes depender de ti mismo, la caballería no va a venir a rescatarte”.

Fue el segundo de una familia de cuatro, su hermana Ophelia (la mayor e hija de un matrimonio previo), Sharon y Kim (hijas del tercer matrimonio con Freddie Tripplett). Su padrastro golpeaba a su madre constantemente dejándola casi noqueada y sus hijos tenían miedo de intervenir. Incluso en una ocasión la acusó de trabajar al mismo tiempo que recibía dinero de Servicios Sociales, lo que provocó que la metieran a la cárcel y sus hijos tuvieran que ir a un centro de menores temporal hasta su salida. Para colmo, tiempo después, fue encarcelada de nuevo al tratar de quemar la casa con Tripplett adentro. De esta experiencia, Gardner determinó que el alcoholismo, la violencia doméstica, el abuso a menores y el analfabetismo eran contra lo que lucharía el resto de su vida.

Cuando Gardner entró de nuevo al centro de menores, tenía apenas ocho años, fue violado en una ocasión por un desconocido. En este período conoció a sus tres tíos maternos: Archie, Willie y Henry. Siendo éste último la más importante influencia de Gardner justo cuando más necesitaba la figura de un padre. Lamentablemente, su tío Henry murió ahogado en el Río Mississippi mientras su madre seguía en prisión.

Entre los años 60s y 70s, Chris sintió un profundo orgullo hacia la cultura afroamericana influenciado por Martin Luther King Jr., Malcom X y Eldridge Cleaver, así como un profundo interés en temas de racismo y discriminación en África y EEUU. También desarrolló un gusto por la música oyendo a James Brown y Miles Davis, lo que le llevó a aprender a tocar la trompeta.

Después de acabar el instituto e inspirado en su tío Henry, se enlistó como miembro del cuerpo médico en la Marina Estadounidense. Ahí conoció al Dr. Robert Ellis, quién le ofreció trabajo como asistente en la clínica de investigación en el Centro Médico de la Universidad de California y el Hospital de veteranos en San Francisco. Gardner aceptó el trabajo y se mudó a San Francisco en 1974. Durante dos años, aprendió como manejar el laboratorio e incluso colaboró en artículos de investigación con el Dr. Ellis.

El 18 de Junio de 1977, Chris Gardner se casó con Sherry Dyson, experta educativa en matemáticas. Con 10 años de entrenamiento médico, lo más seguro era que Chris eligiera en el futuro una carrera médica. Sin embargo, debido a la larga duración de los estudios y los notables cambios tecnológicos que se producirían para cuando acabara, ya no podría servirle todo lo aprendido. De esta manera, le aconsejaron buscar otra carrera, por lo que al cumplir 26 años anunció a su esposa que ya no quería ser doctor. Esto provoco un enfriamiento en la relación con Sherry, agravado por otras diferencias ideológicas.

Tres años después Jackie Medina, una estudiante de odontología, quedaría embarazada por él. Gardner dejó a su esposa para cuidar de Jackie y su hijo. No sería hasta 9 años después que se consumaría el divorcio con Sherry.

Christopher Jarrett Medina Gardner, hijo de Chris, nació el 28 de enero de 1981. Cuando apenas cumplió un año, Gardner para poder mantenerse económicamente tuvo que tomar otros trabajos. Entre ellos como representante de ventas de CMS, compañía de equipo médico con un sueldo menor de $30,000 dólares al año. Después se cambiaría para Van Waters & Rogers, compañía más estable.

Motivado por las preguntas de su hijo, Gardner decidió localizar a su padre biológico, a quién conocía sólo por teléfono. Gracias a su nuevo trabajo en el que ganaba más dinero, pudo viajar a Louisiana para conocerlo por primera vez. Al final de ese viaje decidió que él sí lograría ser un hombre de éxito.

Después de ir a una de sus ventas, la vida de Gardner cambió. Conoció a un hombre impecablemente vestido con un Ferrari rojo. Curioso, Gardner le preguntó que hacía para vivir, a lo que respondió que era corredor de bolsa. A partir de ahí Gardner decidió a lo que quería dedicarse en el futuro. Este hombre de traje era Bob Bridges, quién lo introdujo en el mundo de las finanzas. Inmediatamente le presentó al director de la firma para hablarle de programas de capacitación. Durante los siguientes dos meses, Gardner canceló todas sus citas de ventas y pospuso sus multas de estacionamiento acumuladas, incluida la que le pusieron cuando estaba hablando con ellos.

Gardner consiguió una oportunidad al ser aceptado en un programa de capacitación en E. F. Hutton. De golpe renunció a su trabajo para dedicarse a tiempo completo a la preparación para ser corredor de bolsa. Cuando por fin se presentó en la oficina el primer día, se encontró con la sorpresa de que habían despedido una semana antes al director que lo contrató.

Sin experiencia ni licenciatura ni conexiones, consiguió que le hicieran una entrevista en la bolsa de valores Dean Witter Reynolds, pero una semana antes fue detenido por no pagar 1.200 dólares en multas de coche y pasó 10 días en la cárcel. Cuando salió, descubrió que su novia se había ido con su hijo y todas sus pertenencias, incluida su ropa. Al día siguiente, con la misma ropa con que entró a la cárcel se decidió a presentarse. La táctica surtió efecto y consiguió un empleo como aprendiz por 1.000 dólares al mes, que apenas le alcanzarían para vivir. Cuatro meses después de que Jackie desapareciera, regresó para dejarle de nuevo a su hijo para que él se hiciera cargo del niño. En las pensiones no se aceptaban niños, pero aun así aceptó su custodia. A pesar de tener trabajo, su hijo y él vivían desamparados sin hogar mientras ahorraban para alquilar una casa en Berkeley, California. Ninguno de sus compañeros de trabajo sabía que él y su hijo estuvieron un año viviendo sin casa.

Todo su sueldo se iba en los pañales, el jardín infantil y la comida. Usaba dos trajes, uno gris y uno azul, que cargaba en su bolsa. Al principio dormían en moteles baratos, pero no se podían dar ese lujo durante todo el mes. Más adelante dormían en donde pudieran, como en su oficina, albergues, parques y hasta baños públicos. Chris recibió ayuda de las personas que menos esperaba, las prostitutas al verlo empujando el destartalado caminador de su hijo, le regalaban al pequeño billetes de cinco dólares. Pero fue el reverendo Cecil Williams quien al ver la dedicación de Gardner a su hijo, les permitió quedarse por unos cuantos meses en el refugio de madres indigentes. Hoy en día cuando se le pregunta a Christopher Gardner, Jr. como fue vivir sin techo, él responde: "No podría decirte que fuéramos sin-techo, yo sólo sabía que siempre teníamos que irnos. Así que, si me acuerdo de algo, es nosotros moviéndonos, siempre moviéndonos".

Gardner siempre fue el primero en llegar a la oficina y el último en irse, haciendo persistentes llamadas a los clientes prospecto. En 1982, por fin pasó su examen para obtener la licencia y obtuvo empleo en Dean Witter Reynolds.

Cinco años después, Chris Gardner estableció su propia firma de bolsa de valores Gardner Rich & Co, en Chicago, Illinois. Escogió este nombre debido a que consideraba a Marc Rich, como uno de los hombres y empresarios más exitosos del mundo. Consistía en una bolsa de valores institucional especializada en deudas, las transacciones de algunas de las instituciones más grandes del país y planes para pensiones públicas. Su nueva compañía empezó en su pequeño piso con una inversión inicial de $10,000 dólares y una mesa de madera que servía para la hora de la comida en familia.

En el 2006 vendió Gardner Rich & Co. en un trato multimillonario, y se convirtió en fundador de Christopher Gardner International Holdings, con oficinas en Nueva York, Chicago, y San Francisco. Ahora está haciendo inversiones en Sudáfrica que crearán cientos de trabajos e introducirán millones en inversiones extranjeras para la nación.

En la actualidad también coopera en varias organizaciones filantrópicas como Cara Program y la Iglesia Metodista de San Francisco quiénes más le ayudaron cuando lo necesitaron él y su hijo. También fundó un proyecto millonario en San Francisco que crea casas de renta baja y oportunidades de empleo. En Chicago da asistencias para vacantes de empleo, orientación laboral y capacitación a gente sin hogar ni recursos. También coopera con el National Fatherhood Initiative para enseñanza de los niños.

Ha recibido el premio al Padre del Año en 2002, el 25 Premio Anual Humanitario y en 2006 el Premio a Amigos de África. Su historia pasó inadvertida hasta aparecer en una parte del programa 20/20, en 2003. Una editorial se interesó e hizo un libro basado en su vida, que fue adaptado para la pantalla grande en la película “The Pursuit of Happynes” producida por Columbia Pictures y protagonizada por Will Smith, quien fue nominado al Oscar por la misma película. Gardner faltó al estreno para asistir a un evento de caridad el día de Navidad
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SuperGeo
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Registrado em: Domingo, 25 de Janeiro de 2009
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MensagemEnviada: Dom Jan 17, 2010 2:58 pm    Assunto: Responder com Citação

Mas que coincidência...

Navegando em alguns sites, de repente me deparo com essa imagem:



Sim! Security Analysis de Benjamin Graham e David Dodd!

Parece que era um dos livros que os corretores na época eram obrigados a ler, a bíblia como chamavam.
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hotmar
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Registrado em: Domingo, 15 de Julho de 2007
Mensagens: 2729

MensagemEnviada: Dom Jan 17, 2010 7:00 pm    Assunto: Responder com Citação

O filme foi bem feito até nesses pequenos detalhes!




É isso aí!
Um grande abraço, e que Deus lhes abençoe!
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Dom Cielo
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Registrado em: Segunda-Feira, 8 de Dezembro de 2008
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MensagemEnviada: Seg Ago 22, 2011 10:53 pm    Assunto: Responder com Citação

Já pensei até em tornar obrigatório na minha empresa assistir este filme (é sério, rsrs!), pois a mensagem dele é muito profunda. Um cara que nem dinheiro para comer tinha, com um filho pequeno debaixo do braço, que foi largado pela mulher, mas que em momento algum desiste do sonho. Marcante o momento em que ele vê um corretor estacionando uma Ferrari e pegunta "o que você faz e como faz?" Ele decidiu que iria conseguir aquilo, mas não ficou de braços cruzados. Foi à luta, fez, se mexeu! Um dos melhores filmes que já assisti, e com uma das mensagens mais fortes em termos de idealizar e realizar sonhos.
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Francisco Puller



Registrado em: Segunda-Feira, 21 de Novembro de 2011
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MensagemEnviada: Qua Nov 23, 2011 1:38 pm    Assunto: Responder com Citação

A história desse filme é muito boa, eu adorei. É um filme comovente! Todos deveriam ver como é a corrida pelo sucesso.
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