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Sugestão de artigos que devem ser lidos no site do Clube:

- Como o Zé ganha na Bolsa ?
- Iniciando seus investimentos
- Por que o problema é dos mais ricos ?
- Você está preparado para a velhice ?
- O texto definitivo: Saiba como ganhar MUITO dinheiro na bolsa !
- Fez errado … ? Então pague o preço !!
- O Controle do Fluxo de Caixa e suas barreiras
- Você está no vermelho ? O que tem feito para mudar isto ?
- Formando o seu colchão de segurança



Além disso, indico duas séries especiais:

- Iniciando seus Investimentos: a série
- O que o Zé faz para ganhar dinheiro na Bolsa de Valores ? (Índice)


MMXM3 - MMX Mineração e Metálicos S.A.
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Gsus



Registrado em: Domingo, 14 de Outubro de 2007
Mensagens: 28

MensagemEnviada: Seg Mai 19, 2008 6:17 pm    Assunto: MMXM3 - MMX Mineração e Metálicos S.A. Responder com Citação



Bom... Não encontrei nenhum tópico sobre essa ação.

Alguém acompanhando essa empresa?

[]'s
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Diogof
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Registrado em: Quarta-Feira, 21 de Dezembro de 2005
Mensagens: 776
Localização: Rio de Janeiro

MensagemEnviada: Dom Jun 29, 2008 2:14 pm    Assunto: Responder com Citação

Nope!
Very Happy

E você?
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paulopaixao
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Registrado em: Quinta-Feira, 20 de Setembro de 2007
Mensagens: 91

MensagemEnviada: Sex Jul 11, 2008 3:59 pm    Assunto: Responder com Citação

Citação:
As buscas da Operação Toque de Midas da Polícia Federal têm efeito direto sobre as ações das empresas do grupo de Eike Batista negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Pouco antes das 14h, as ações da MMX - que foi alvo de buscas da PF nesta sexta-feira (11) - caíam 13,57%.



No gráfico do comportamento da empresa no dia, é possível notar o efeito do anúncio da operação da Polícia Federal. O papel, que registrava alta no fim da manhã, passou a ter forte queda por volta das 13h, logo após o anúncio da Operação Toque de Midas.



Os papéis da OGX, empresa de área de petróleo e gás de Eike Batista, que estreou há pouco menos de um mês na Bovespa, arrecadando R$ 6,7 bilhões, registravam queda de 20,55% às 13h58 sexta-feira (11), sendo negociadas a R$ 720.



Os papéis da OGX, empresa criada por Batista em setembro de 2007, ainda não fazem parte do Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista. No dia de seu lançamento, 13 de junho, o preço do papel foi estabelecido em R$ 1.131. Isso quer dizer que, em pouco menos de um mês, já registraram baixa de 36,3%.


Operação

Nesta sexta, dentro da operação Toque de Midas, a PF fez buscas na casa do empresário Eike Batista e também na MMX, braço de mineração do grupo de Batista. Segundo a PF, no total há 12 mandados de busca e apreensão em razão da operação, concentrada no Amapá.



Em janeiro, Eike Batista vendeu os projetos MMX Minas/Rio e MMX Amapá para a mineradora Anglo American. De acordo com a assessoria da MMX, estão sob controle do empresário a MMX em Corumbá e outro projeto da empresa em Minas Gerais.



A operação resultou de uma investigação no processo de licitação de concessão da estrada de ferro do Amapá, com 193 quilômetros de extensão, que liga as cidades Serra do Navio e Santana, onde há um porto para escoamento de minério.



Segundo nota divulgada pela PF, foram encontrados indícios de que as licitações foram direcionadas para que empresas do mesmo grupo fossem beneficiadas.

A PF informou que a investigação também apura um suposto desvio de ouro em minas do interior do estado. Há indícios, segundo a PF, de que o minério não fosse declarado perante a Receita Federal.
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andrecantonio




Registrado em: Sábado, 24 de Mai de 2008
Mensagens: 2

MensagemEnviada: Qua Ago 20, 2008 9:35 pm    Assunto: Responder com Citação

Alguem sabe o motivo para que ela tenha subido 33,43% ?
Surprised Surprised Surprised
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Tenshi
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Registrado em: Sexta-Feira, 16 de Março de 2007
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MensagemEnviada: Qui Ago 21, 2008 12:02 pm    Assunto: Responder com Citação

andrecantonio escreveu:
Alguem sabe o motivo para que ela tenha subido 33,43% ?
Surprised Surprised Surprised


Citação:

Credit Suisse vê MMX como "potencial alvo de compra" e ações disparam na sessão

Por: Gabriel Ignatti Casonato
20/08/08 - 20h08
InfoMoney

SÃO PAULO - Em meio à forte desvalorização recente dos ativos ligados ao setor de mineração, os analistas continuam reforçando sugestões favoráveis aos papéis do segmento. Nesta quarta-feira (20), foi a vez do Credit Suisse dar seu palpite.

Otimista com a possibilidade de recuperação, o banco de investimento suíço reiterou sua recomendação outperform - acima da média do mercado - para as ações ordinárias da MMX (MMXM3).

Com um preço-alvo de R$ 33,00 por ação, o potencial de valorização de 136% projetado para os próximos doze meses impressiona. Os analistas da instituição citam quatro fatores para subsidiar as boas perspectivas para a mineradora.

Papéis em patamar atrativo, com fundamentos
A primeira razão que sustenta a recomendação de compra para a MMX, na visão do Credit Suisse, é a forte queda recente de suas ações, vista pelos analistas como uma boa oportunidade de investimento no mercado brasileiro.

Apesar da forte alta nesta sessão, os papéis da companhia ainda acumulam expressiva baixa de 19,63% no mês, considerada exagerada pelo banco suíço. No mesmo período o Ibovespa apresenta variação negativa de "apenas" 6,94%.

Outro ponto citado pela instituição é o desequilíbrio entre oferta e demanda de minério de ferro no mercado internacional que, entre outros fatores, deve ser mantido pela expectativa de uma nova fase de expansão da China e contribuir para expressivos reajustes no preço da commodity ao longo dos próximos anos.

Companhia de valor
O terceiro fator diz respeito ao agitado cenário de fusões e aquisições para o setor brasileiro de mineração. Para o Credit Suisse, que vê com bons olhos o processo de reestruturação interna da MMX, os ativos de mineração da companhia podem aparecer na mira de potenciais compradores, o que deve refletir de forma favorável nas ações.

Por fim, o perfil empreendedor da mineradora também chama a atenção dos analistas, que afirmam que a alta qualidade dos projetos deve fazer com que a empresa continue se expandindo e apresentando bons resultados nos próximos trimestres.

Ações disparam na sessão
Com teor bastante favorável, o relatório do banco suíço foi bem recebido pelo mercado e, juntamente com a notícia sobre possível expansão da produção de minério de ferro em 800 mil toneladas anuais, exerceram forte influência nas ações da MMX nesta quarta-feira.

Os papéis encerraram o pregão com expressiva alta de 30,84%, cotados a R$ 14,00. Na máxima do dia, os ativos atingiram o patamar de R$ 14,40, com valorização de quase 35%.

_________________
Abraços,
Tenshi.

-----
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ceifador



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Mensagens: 7
Localização: SP

MensagemEnviada: Qua Jan 14, 2009 12:19 pm    Assunto: Eu estou comprado Responder com Citação

Acho q ninguém respondeu a pergunta do andrecantonio.

Ela subiu mais de 33% semana passada pq a Brascan (corretora) recomendou compra desse papel e deu como preço justo 17,47, sendo que no dia da noticia ela estava na faixa dos 2,80. Com a noticia ela chegou a batr os 4,00 mas em poucos dias caiu um pouco e agora esta na casa dos 3,60.

Respondendo a pergunta do Gsus, eu estou comprado nela. Em agosto de 2008 eu fiz alguns negocios com ela na faixa dos 14,00 e por isso eu acho q ela tem potencial pra chegar ao 10 em poucos meses. Meu PM esta na casa dos 7,00 e eu pretendo continuar baixando ele.


Citação:

Ações da MMX disparam 34,5% com recomendação da Brascan
08/01/2009 18h54
Corretora ainda vê potencial de alta de mais de 335% para papéis da mineradora de Eike Batista

Portal EXAME

As ações da MMX, empresa de mineração de Eike Batista, são um investimento atrativo e têm um preço justo de 17,47 reais para o final do ano, segundo estimativa da corretora Brascan. A divulgação do relatório, assinado pelo analista Rodrigo Ferraz, levou as ações da empresa a terem uma valorização de 34,5% nesta quinta-feira na Bovespa e fecharem cotadas a 4,01 reais. Mesmo após a forte valorização no pregão, os papéis ainda teriam um potencial de alta de 335% neste ano, segundo a projeção da Brascan.

A corretora diz que o processo desinflacionário em curso no mundo deve ajudar a reduzir o capital necessário para que a empresa ponha em prática seu plano de investimentos. Além disso, o aumento da capacidade de produção em Serra Azul (MG), unidade com custos menores, deve elevar as margens de lucro da empresa.

Entre os riscos do investimento, a Brascan cita a queda da demanda mundial por minério de ferro. A empresa já cortou sua produção no Sistema Corumbá e também no Sistema Sudeste devido à crise. Ainda não está claro quando a empresa voltará a utilizar melhor sua capacidade de produção.

Além disso, a Brascan prevê uma queda de 10% nos preços de minério de ferro neste ano e estabilidade em 2010 e 2011. A previsão é otimista quando comparada às de outras corretoras e também é bem menor do que a redução de preços que vem sendo defendida por siderúrgicas chinesas.

Outro risco do negócio é o alto endividamento da MMX. A dívida bruta fechou o terceiro trimestre em 1,467 bilhões de reais. Todos os débitos estão em moeda estrangeira - o que é perigoso em um momento de volatilidade do câmbio. Neste ano, os vencimentos somam 385 milhões de dólares. Parte dos débitos já foram reestruturas, mas a empresa planeja investir 197 milhões de dólares neste ano. Como há apenas 240 milhões de reais em caixa e o ebitda (geração de caixa) previsto para este ano é de 312 milhões de reais, a Brascan acredita que será necessário um novo financiamento de grande porte para que a empresa feche as contas.


Fonte: http://portalexame.abril.com.br/financas/acoes-mmx-disparam-34-5-recomendacao-brascan-413180.html
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marcosvinicius
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MensagemEnviada: Qui Dez 03, 2009 10:18 am    Assunto: MMX Responder com Citação

Um colega do forum me fez uma pergunta, e irei responder a todos.

A pergunta se vale ou não vale a pena investir e sobre o que é subscrição.

Resposta:

Para entender melhor o que é uma subscrição, irei explicar em breve palavras:
Garante ao acionista o direito de comprar ações desta mesma empresa dentro de um prazo estabelecido, por um preço pré-determinado.
Qual a vantagem da subscrição?
Comprar ações por um preço menor que o mercado.
Porque a empresa faz isso?
Captar fundos junto no mercado de capitais, para financiamento de projetos.
Vale à pena?
Olhando apenas para o deságio, sim. Mas olhando para os fundamentos não.
Porque não vale a pena olhando os fundamentos?
P/L: -5,77 (A empresa está no prejuízo, o - representa que está devendo).
ROIC: -16,0% (Neste caso de retorno do acionista, você estará perdendo de cada um real investidor 16 centavos).
VPA :-0,72 (O valor no mínio aqui teria que ser igual ou um pouco menor que a ação negociada, mas como vemos está negativa).
Lucro Líquido:-656.142.000 (A empresa teve este prejuízo este ano).
Resumo:
Não investiria pois procuro, empresas que possam me dar de cada 1 real, no mínio retornar no final do ano 1,20.
Para aqueles que buscam Venture Capital, fale com os advogados, visite a empresa, veja seus projetos analise, e compre as ações ordinárias.
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Att,
Marcos Vinicius Goulart.
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MensagemEnviada: Qui Dez 03, 2009 9:26 pm    Assunto: Responder com Citação

Bem..eu concordo com as colocações com o Marcus Vinicius...

Porem eu sou um "defensor" deste ativo, pois estou olhando o outro lado da moeda....nao estou olhando os fundamentos presentes, PL negativo, lucro negativo e ae vai.....estou de olho nos fundamentos futuros, no que pode se tornar essa empresa...

Eike Batista("dono"), tem muito credito no mercado, é o maior empreendedor brasileiro da atualialidade, nao entra para perder...isso acho que todos ja sambem...

A empresa vinha enfrentando problemas de caixa após sucessivos prejuizos, mas o negocio feito com os chineses, trouxe um ótimo alivio para o caixa da empresa.....

É um negocio arriscado sim, com certeza......mas ainda penso que olhando o outro lado da moeda, temos aqui uma das ações que mais podem se valorizar na bolsa.....
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MensagemEnviada: Qui Dez 03, 2009 9:59 pm    Assunto: Responder com Citação

Segue abaixo a materia sobre o negocio com a empresa chinesa!!


Parceria MMX-Wisco abre autopista com China, diz Eike

A companhia mineradora MMX anunciou nesta segunda-feira que fechou acordo com a chinesa Wuhan Iron & Steel (Wisco) para venda de 21,52% de seu capital social por US$ 400 milhões.

Segundo o presidente do grupo EBX, controlador da MMX, empresário Eike Batista, o acordo "cria uma autopista entre o Brasil e a China", já que a Wisco também investirá no Brasil, e a tendência é aumentar a produção da MMX para atender a crescente demanda chinesa.

"É o maior investimento de uma empresa chinesa no País...foi quase um ano de negociações e cinco viagens minhas à China, mas se criou um relacionamento com o eterno consumidor de grandes volumes de minério no mundo", disse Batista nesta segunda-feira.

"O importante é saber que tem o mercado na mão", complementou o executivo que recentemente tentou comprar uma fatia da Vale, empresa que será uma das suas concorrentes no país asiático, maior consumidor de minério de ferro do mundo.

Batista lembrou que a China produz atualmente 600 milhões de t de aço por ano e caminha para os 900 milhões.

"Tem espaço para todo mundo", disse o empresário.

Ele informou que a capacidade portuária do grupo será de 150 milhões de t de minério de ferro - 100 milhões no Porto Sudeste e 50 milhões no Porto Açu - quando todos os projetos forem finalizados.

Atualmente a MMX produz 10,8 milhões de t por ano.

"Podemos chegar a 150 milhões (de produção) comprando mais ativos em MG", disse Batista, ressaltando que a MMX está em plena revisão do seu plano estratégico, que vai incluir expansão de produção, segundo o empresário, que não deu mais detalhes.

Batista repete com a China a mesma estratégia feita pelo pai do executivo, Eliezer Batista, que na década de 1970 fez uma ponte com o Japão, atraindo companhias japonesas para o Brasil.

"Eu e nossa equipe conquistamos a confiança dos chineses, tivemos que mostrar resultados, se estabeleceu um relacionamento extraordinário de consfiança, e isso foi o que meu pai fez naquela época, só ele fez 170 viagens", avaliou.

Wisco na MMX

A companhia chinesa vai comprar novas ações emitidas pela MMX, que usará os recursos no desenvolvimento das operações da empresa em Minas Gerais, reunidas no "sistema Sudeste". A MMX também tem operações em Mato Grosso do Sul e no Chile, este último também alvo da China.

"O Chile faz todo o sentido logístico para a China e lá tem magnetita, que os chineses adoram", explicou Batista.

Se todos os acionistas minoritários exercerem o direito de preferência na emissão, mais US$ 250 milhões entrarão no caixa da empresa, informou o diretor-presidente e de relações com investidores da MMX, Roger Downey.

"Esperamos que todos os acionistas exerçam, o que ia significar um reforço de US$ 650 milhões no caixa", disse na teleconferência, explicando que US$ 400 milhões seriam da Wisco e US$ 250 milhões dos minoritários.

Em comunicado enviado ao mercado, a MMX afirmou que vai emitir 167.849.906 novas ações ordinárias ao preço equivalente em reais de US$ 3,93. Aos acionistas minoritários haverá direito de preferência à razão de 0,550104921470471 ação por ação detida.

As ações da MMX encerraram a sexta-feira cotadas a R$ 12,01 e operavam por volta das 16h desta segunda-feira a R$ 12,5, com valorização de 4,1%.

O acordo também inclui um contrato de 20 anos relativo a fornecimento de minério de ferro à empresa chinesa e a construção de uma usina siderúrgica integrada no Porto de Açu, da LLX, outra empresa de Batista, da área de logística.

Pelos termos, a MMX garante oferta de 50% do minério de ferro a ser produzido na unidade de Serra Azul do sistema MMX Sudeste, com a possibilidade de aumento do fornecimento em pelo menos 50% do minério de ferro a ser produzido na unidade de Bom Sucesso.

Isso "poderá resultar na exportação de pelo menos 16 milhões de t de minério de ferro por ano pelo sistema MMX Sudeste, tão logo este tenha atingido capacidade de produção total", comenta a MMX.

Os dois grupos querem ter até o final de maio de 2010 todas as licenças e condições para o início da construção da siderúrgica que terá capacidade mínima de 5 milhões de t anuais. A usina será controlada em 70% pela Wuhan Iron com o restante ficando com a EBX, holding de empresas de Batista.

Segundo Batista, o banco de fomento da China está interessado em financiar a siderúrgica e outras empresas que devem se instalar no Porto do Açu.
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MensagemEnviada: Sex Dez 04, 2009 11:00 am    Assunto: MMX Responder com Citação

Então para aqueles que vão se arriscar neste Venture Capital, compre ações ordinárias, e fiquem no mínimo 5 anos com esta ações.

Uma dica pessoal, visite o RI no site deles, leiam bastante, não fiquem apenas em noticias, o mercado é especulativo.
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MensagemEnviada: Sex Dez 04, 2009 3:01 pm    Assunto: Responder com Citação

Essa é uma compra para longo prazo realmente!!!

Mas creio que no proximo ano, a enconomia continuando neste bom ritmo de crescimento ja teremos uma otima valorização desta ação....10, 20, 50%??? quem sabe!!

Como tenho falado, embora ha muito risco envolvido neste papel, numa carteira que mescle bem ativos de segurança(Petr, Vale, Pcar, Usim, BBDC...) com ativos de risco maior(ECOD, OGXP, MMXM...) acho que esses ativos de risco sao uma boa pedida!!!
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MensagemEnviada: Dom Dez 06, 2009 12:04 pm    Assunto: Responder com Citação

Ja coloquei essa materia no tópico da minha carteira virtual, mas como tem um tópico especifico para esta ação vou colar aqui tb...


Matéria da MMXM3 na Istó é dinheiro desta semana, demonstrando que se há o lado bom do negocio com os chineses, há tambem o lado ruim da empresa, altamente endividada...como semrpe a MMXM3 causando muita repercussão...vamos esperar para ver...segue matéria:

Eike Batista, o homem mais rico do Brasil, ficou um pouco mais milionário na semana passada. Depois de um ano de negociações, ele vendeu 21% do capital da MMX Mineração e Metálicos para a chinesa Wuhan Iron and Steel Group, conhecida como Wisco. O valor da fatura chegou a US$ 400 milhões, mas o empresário poderá embolsar outros US$ 250 milhões que deverão vir dos aportes feitos por acionistas minoritários. O acordo prevê a construção, pelos chineses, de uma usina siderúrgica no Porto de Açu, no Rio de Janeiro, e um contrato de venda de minério de ferro por 20 anos.

"Criamos uma autopista com a China", disse Eike em teleconferência. Segundo ele, os recursos obtidos com o investimento da Wisco também serão direcionados ao desenvolvimento do sistema MMX Sudeste, empresa que controla as minas de Serra Azul e Bom Sucesso, em Minas Gerais. Em Serra Azul, a ideia é quadruplicar, até 2013, a produção de minério de ferro, hoje na casa dos 8,7 milhões de toneladas anuais.

Numa análise fria, pode-se dizer que a Wisco fez, de fato, um negócio da China. O montante que ela pagou por ação corresponde quase à metade do preço dos papéis da MMX cotados em Bolsa. "O valor foi definido numa rodada de negociações realizada em junho, quando a crise financeira ainda assustava", diz Marcos Assunção, analista do setor de siderurgia e mineração da Itaú Corretora. "Por isso está bem abaixo do real valor de mercado das ações." Os analistas concordam que Eike vai precisar recorrer a novos financiamentos para dar continuidade aos projetos previstos para a MMX.

"A conta não fecha", diz Assunção. "A companhia vai precisar de um total de US$ 1 bilhão para realizar os investimentos previstos e o dinheiro dos chineses não cobre tudo isso." Pior ainda: de janeiro a setembro, segundo números do balanço da MMX, sua dívida líquida somou R$ 1,4 bilhão. Eike precisa ficar de olhos bem abertos. Very Happy Very Happy
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MensagemEnviada: Ter Dez 15, 2009 10:06 pm    Assunto: Responder com Citação

noticiario da empresa no dia de hoje!!!

MMX planeja quitar sua dívida com aporte da Wisco e de minoritários

Por: Equipe InfoMoney
15/12/09 - 13h22
InfoMoney

SÃO PAULO - A mineradora MMX (MMXM3) anunciou através de seu presidente, Roger Downey, que pretende quitar sua dívida atual, cujo valor é de aproximadamente US$ 600 milhões, com a entrada da Wisco (Wuhan Iron & Steel Corp) como sócia da companhia.

Aumento de Capital
Com a operação, a MMX aumentará seu capital com o aporte da mineradora chinesa de US$ 400 milhões e mais US$ 260 milhões que devem provir de seus acionistas minoritários

A empresa controlada por Eike Batista prevê que, após esses aportes, sua dívida esteja “perto de zero” para que seja possível “buscar novas alternativas de funding, como o banco chinês de fomento”, salientou Downey.

Operação
A venda da MMX à Wisco foi divulgada no dia 30 de novembro. Pelo acordo, a chinesa comprou uma fatia de 21,5% no capital da brasileira, por um montante de US$ 400 milhões.

Continuo de olhos na MMXM3, nao consigo ver o Eike fracassando, muito tambem porque o governo gosta dele...rsrsrsrs....tambem nao me entra na cabeça que esses chineses possam estar colocando grana num barco que pode naufragar.....e lembremos....trata-se de negocio de minerio de ferro.......o poderoso negocio do minerio!!! Very Happy
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MensagemEnviada: Dom Dez 20, 2009 11:19 pm    Assunto: Responder com Citação

Segue uma matéria com as empresas EBX....é aquele negócio....a coisa ainda nao foi pra frente...mas o dia que for o papel vai pras nunves.....ha risco? sim....bem razoavel até!!! Mas pra quem tem um dinheiro que possa arriscar um pouco mais é uma grande pedida.....

Se eu fosse muito rico e tivesse 100 mil reais para arriscar(tipo, se perder nao faria falta), dividiria este dinheiro entre as açoes das empresas EBX....em dois ou tres anos esses 100 mil poderiam virar 1, 2 ,3 milhoes...

Mas como sou pobre....continuo comprando Petro, Vale, Itub....rsrsrsrsrs....e quando sobra algum arrisco na MMX..... Very Happy segue a materia:

EBX avança na Bolsa, apesar da operação tímida

Empresas do grupo passaram de um valor de mercado de R$ 17,6 bi no final de 2008 para R$ 63,7 bi agora

Débora Thomé, RIO


Nos últimos 12 meses, o valor de mercado das empresas do grupo EBX, do empresário Eike Batista, mais do que triplicou. Somadas, MMX (mineração), OGX (petróleo), MPX (energia) e LLX (logística) passaram de R$ 17,63 bilhões para R$ 63,78 bilhões. No mesmo período, a valorização do Ibovespa foi de 79%. O bilionário empresário prepara agora mais uma oferta de ações no mercado: no próximo ano, a OSX, sua empresa de estaleiros, pretende fazer seu IPO (oferta pública inicial de ações). Também para 2010 é esperada a licença de instalação para o estaleiro em Biguaçu (SC), o primeiro projeto.

A trajetória ascendente das empresas na Bolsa contrasta com o escasso resultado operacional. Até o momento, apenas quatro operações não financeiras dão receita: 51% de uma termelétrica no Amapá, que gera tímidos 23 megawatts (o equivalente ao consumo de Boituva, no interior de São Paulo); uma pedreira no Rio de Janeiro, com receita de R$ 300 mil em todo o terceiro trimestre; e duas unidades de mineração: em Corumbá (MS) e Serra Azul (MG), com produção de 8,7 milhões de toneladas de minério de ferro por ano (menos de 4% da produção da gigante Vale projetada para este ano).

Os resultados ainda tímidos afetaram, de certa forma, até mesmo a unidade entre os grandes nomes da diretoria, que deu credibilidade aos IPOs das empresas do grupo. Há alguns meses, Rodolfo Landim, na época na OGX, desentendeu-se com Eike Batista. A empresa não confirma a história, mas o Estado apurou que o empresário teria pedido aos diretores que devolvessem parte dos lucros com os resultados para a empresa, como forma de atravessar melhor a crise. Landim não concordou e, apesar de continuar no grupo, acabou mudando de companhia - está hoje na OSX.

Entre as empresas do grupo EBX, a mineradora MMX foi a primeira a fazer acender a luz amarela entre os analistas, com uma dívida líquida de R$ 1,4 bilhão e capacidade ainda muito aquém dos 40 milhões de toneladas de minério inicialmente previstos. A história pode mudar com a compra de 21,52% da companhia pelos chineses da Wuhan, anunciada recentemente.

De qualquer forma, por enquanto, a receita vem mesmo de Serra Azul - e residualmente de Corumbá. Faltam entrar em operação a unidade de Bom Sucesso (MG) e os negócios no Chile, que ainda não andaram. Até pouco, a empresa previa que seria possível extrair minério de Bom Sucesso em 2013; a conta do mercado, porém, já estava em 2014. Com o aporte da Wuhan, a MMX diz que "todo o plano de investimentos está em revisão".

"Quem investe nos papéis das empresas de Eike Batista não está aplicando no resultado dos negócios, até porque eles não existem ainda. Está investindo no resultado que ele pode obter diante da venda do negócio; esse é o modelo", comenta um empresário que acompanha o assunto. Os negócios de Eike Batista são questionados por muitos, não por sua lisura, mas pela alta expectativa. E foi assim desde o início, nos IPOs. Quando tinha pouco mais a oferecer que projetos, a MMX captou R$ 1,1 bilhão; a MPX, R$ 2 bilhões; e a OGX, incríveis R$ 6,7 bilhões.

No Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) já foram aprovados empréstimos de mais de R$ 3,7 bilhões para as empresas do grupo, sendo que R$ 1 bilhão na última semana, para uma termelétrica a carvão no Maranhão. Outros R$ 1,4 bilhão foram destinados à termelétrica de Pecém; R$ 1,3 bilhão para a LLX Minas e R$ 13,4 milhões para a MMX. Além disso, o BNDESPar tem participação de 6% na LLX e de 2,61% na MPX.

A primeira das novas térmicas da MPX deve começar a funcionar em 2011. Na melhor das hipóteses, portanto, começa a gerar receita daqui a dois anos. A empresa já está com contrato de fornecimento de energia que lhe garante R$ 700 milhões anuais. Porém, sendo tudo a carvão, pode enfrentar problemas de restrição ambiental. Feitas as contas, são 1.440 MW ainda em obras e 1,5% disso, 23 MW, de energia gerada a diesel no Amapá. Em 2007, a empresa falava em gerar 10 mil MW até 2011.

Os projetos de construção de dois portos no Rio de Janeiro pela LLX - Açu e Sudeste -, que já consumiram R$ 1,2 bilhão e muitas declarações de Eike Batista, estão envolvidos em um contencioso: a questão do uso dos portos no País. A lei determina que portos privados, que não passam por licitação pública, podem ter, no máximo, uso misto, ou seja, transportar carga da própria empresa, fazendo eventualmente - e em um total menor que 50% - o transporte de cargas de terceiros.

Neste momento, no STF, está sendo julgada a constitucionalidade do funcionamento de portos que atuam sem licitação. O modelo do Porto do Açu - que já vem sendo contestado por outras empresas de operação portuária - pretende contornar essa exigência, fazendo com que as geradoras de carga sejam todas ligadas à LLX, detentora da licença.

Dos 66 entendimentos para a instalação no porto, quatro estão mais avançados, mas nenhum fechado. Mesmo assim, sem operar, o valor de mercado da LLX é hoje muito maior que o valor somado das outras três grandes empresas de logística portuária presentes na Bolsa.



TEORIA E PRÁTICA

MPX (energia): Por enquanto, ainda estão no projeto as usinas Pecém I (previsão de conclusão 2011), Pecém II (previsão para 2012) e Itaqui (previsão para 2011). Em operação, apenas a termelétrica da Serra do Navio, no Amapá, com capacidade de geração de 23 megawatts

MMX (mineração): Ainda estão sem produção a Minera MMX de Chile, adquirida recentemente, e a Unidade Bom Sucesso da MMX Sudeste. Em operação, apenas a MMX Corumbá, em Mato Grosso do Sul, e a Unidade Serra Azul da MMX Sudeste, com produção de 8,7 milhões de toneladas de minério de ferros

LLX (logística): Ainda estão no papel o Porto do Açu (com previsão de conclusão em 2012) e o Porto Sudeste (que tem previsão de início das obras em 2010). Em operação, apenas a Pedreira Sepetiba



fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091218/not_imp483991,0.php
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Pelicano
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MensagemEnviada: Seg Dez 21, 2009 9:35 pm    Assunto: Responder com Citação

Hoje tivemos mais fatos relevantes sobre a MMX.....como sempre digo...aqui é coisa de gente grande, e nao café pequeno!!

MMX anuncia assinatura de contrato comercial e de uso de serviços portuários com a CSN





A MMX Mineração e Metálicos S.A. ("MMX" ou "Companhia") (MMXM3: Bovespa) vem, em atendimento ao disposto no art. 157, §4º da Lei nº 6.404/76 e na Instrução CVM nº 358/02, comunicar aos seus acionistas e ao mercado em geral a assinatura de contrato comercial e de uso de serviços portuários com a Companhia Siderúrgica Nacional ("CSN").



A MMX e a CSN entraram em acordo e promoveram algumas alterações nas condições a serem implementadas no ano de 2010. O novo contrato prevê que a MMX terá espaço para exportar 1 milhão de toneladas de minério de ferro em 2010 pelo Terminal de Cargas do Porto de Itaguaí no Rio de Janeiro e em contrapartida, a CSN se compromete a adquirir no mínimo 1,5 milhão de toneladas de minério de ferro da MMX. Desta forma, a MMX garante o acesso ao mercado internacional de minério de ferro e o fornecimento aos seus clientes fora do Brasil, bem como consolida a sua posição no mercado doméstico.



Em 22 de dezembro de 2008, a MMX anunciou que havia vencido a concorrência privada promovida pela CSN para uso de serviços portuários do Terminal de Cargas do Porto de Itaguaí, no Rio de Janeiro. O contrato previa embarques de 1,2 milhão de toneladas de minério de ferro em 2009 e 2 milhões de toneladas em cada um dos dois anos subseqüentes, 2010 e 2011.
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