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Sugestão de artigos que devem ser lidos no site do Clube:

- Como o Zé ganha na Bolsa ?
- Iniciando seus investimentos
- Por que o problema é dos mais ricos ?
- Você está preparado para a velhice ?
- O texto definitivo: Saiba como ganhar MUITO dinheiro na bolsa !
- Fez errado … ? Então pague o preço !!
- O Controle do Fluxo de Caixa e suas barreiras
- Você está no vermelho ? O que tem feito para mudar isto ?
- Formando o seu colchão de segurança



Além disso, indico duas séries especiais:

- Iniciando seus Investimentos: a série
- O que o Zé faz para ganhar dinheiro na Bolsa de Valores ? (Índice)


Consórcio como investimento: furada
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Novo Tópico   Responder Mensagem    Clube do Pai Rico - Fórum - Índice do Fórum -> Investindo em Consórcios
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Autor Mensagem
Fabricio



Registrado em: Domingo, 19 de Julho de 2009
Mensagens: 16

MensagemEnviada: Ter Jul 06, 2010 8:09 pm    Assunto: Responder com Citação

O consórcio, visto como um investimento onde deixar o crédito rendendo sobre um valor maior pode ser ótimo quando a disparidade entre os índices for muito grande pró-consórcio, mas será péssimo quando esta disparidade for grande pró-INCC, que é o que corrige o saldo devedor.

Como a função da correção é manter o valor, ao vermos os índices todos no longo prazo, há uma incrível equivalência entre eles.

O investimento em consórcios é fenomenal desde que ao sermos contemplados, façamos um investimento decente com o crédito, ou seja, aproveitemos ao máximo a alavancagem sobre o dinheiro que não saiu do nosso bolso. Isso é otimizado ao máximo quando investimos o crédito de maneira a fazer terceiros pagarem o restante da nossa conta. Pode ser comprando um imóvel cujo aluguel pague o restante das prestações, ou construindo um imóvel para vender com lucro ou para alugar, recebendo ainda mais aluguel percentualmente devido ao menor custo comparado ao de comprar já construído.

O uso que damos ao consórcio é que definirá se é um bom investimento ou não. Na prática, visto nos detalhes mais precisos, o consórcio não é investimento, é uma ferramenta de alavancagem que permite fazer investimentos imobiliários muito mais lucrativos.

Por isso que existe a empresa que descrevo no site http://www.investimentoemimovel.com.br para ajudar quem não sabe como investir o consórcio após a contemplação.

Abraços.
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Eko



Registrado em: Terça-Feira, 6 de Novembro de 2007
Mensagens: 38

MensagemEnviada: Ter Jan 25, 2011 10:34 pm    Assunto: Responder com Citação

A muito tempo acompanho esse tópico, a discução entre Fabricio vs Lem0n.
E depois que o Lem0n postou aquela planilia de consórcio não é investimento, a discução morreu, convenceu e me convenceu que que ele estava certo.

Pois hoje, estava a ler sobre o assunto e percebo que ele cometeu um erro gravissimo.
Infelizmente a tabela que ele postou não está mais disponivel, mas me lembro bem que ela fazia a simulação ignorando a inflação.
Como ignorava dos dois lados, achei justo.

Mas hoje, ao ver que a correção dos consorcios, no caso de imóveis, acontece pelo indice INCC. Com um detalhe que faz TODA a diferença.
As parcelas são ajustadas pelo indice, assim como o valor TOTAL da carta de crédito.
E é isso que cria a alavancagem.

Fiz uma simulação aqui:
Consorcio de 50k
150 parcelas
1ª: 429,02
INCC de 7,5%

Ao final dos 150 meses, você teria pago um total de R$: 100.387,95
Sua carta de crédito corrigida(se você fosse contemplado no final do plano) estaria no valor de: R$: 119.088,98

Aplicando as mesmas parcelas numa RF que renda 0,85% a.m, depois de 150 meses vc teria: R$: 183.391,97

Tá, RF ganha e qual a novidade nisso? nenhuma.

MAS o detalhe é que ela leva muito mais tempo que o previsto pelo Lem0n para ultrapassar o consórcio.
Na minha simulação, isso só aconteceria no 104º mês, ou seja, depois de ~70% do prazo total do consócio.
Assim vc teria que ter muito azar pra ficar dentro dos 30% que tem "prejuízo".

A planilha que usei está aqui: http://www.2shared.com/document/IoWtVPJB/consorcio.html
p.s: Nunca fiz um consórcio pra saber se a teoria aplicada a tabela se aplica realmente, fiz ela baseado em informações que encontrei pela net.
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danivf2000



Registrado em: Quinta-Feira, 18 de Junho de 2009
Mensagens: 37

MensagemEnviada: Qui Jan 27, 2011 2:33 pm    Assunto: Responder com Citação

só vou acresentar uma informação galera, média de lance nos 3 primeiros anos é de 65%, se alguem falar que tira com 20% eu não vou falar que é mentira pq acho errado, mas a chance é quase 0.
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Fabricio



Registrado em: Domingo, 19 de Julho de 2009
Mensagens: 16

MensagemEnviada: Qui Jan 27, 2011 2:55 pm    Assunto: Investindo em Consórcios Responder com Citação

Tinha respondido a mensagem anterior, não sei porque não apareceu aqui. Infelizmente escrevi direto na caixa de texto e não guardei cópia da resposta.

Resumidamente respondi ao Eko que a planilha dele mostra meu resultado prático. Mais que isso, as probabilidades de contemplação antes da metade do consórcio são de 68% e as de contemplar depois da metade do periodo de apenas 32%. Desta maneira, fazendo várias cartas de menor valor, temos a maioria das nossas cartas contemplando no período mais lucrativo do investimento.

Em relação a não responder mais aqui, já havia escrito anteriormente. Não estou aqui para convencer ninguém de nada. Apenas exponho meus resultados pessoais, versos discussões teóricas. Desculpem a franqueza, mas enquanto alguns fazem seus cálculos baseados em achismo, eu obtenho lucros e mais lucros na pratica diária dos investimentos.

Sobre os lances necessários para contemplação, são de aproximadamente 50%, não 65% do valor do crédito. Mesmo assim, muito maiores que os 20% que alguns picaretas prometem por aí. Porém, isto é irrelevante. Como já escrevi em dezenas de artigos, dar lance para contemplar a carta não é lucrativo, é pagar caro por uma alavancagem baixa, é "pseudo investimento" de quem tem pressa. Os melhores investimentos levam tempo para maturar e girar, mas são os que geram o maior aumento de patrimônio.
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octavio




Registrado em: Quinta-Feira, 12 de Agosto de 2010
Mensagens: 41

MensagemEnviada: Sáb Jan 29, 2011 3:28 am    Assunto: Responder com Citação

Eko escreveu:
MAS o detalhe é que ela leva muito mais tempo que o previsto pelo Lem0n para ultrapassar o consórcio.
Na minha simulação, isso só aconteceria no 104º mês, ou seja, depois de ~70% do prazo total do consócio.
Assim vc teria que ter muito azar pra ficar dentro dos 30% que tem "prejuízo".


Na verdade, seu raciocínio está errado. Vc sempre terá prejuízo, não importa o prazo de contemplação. Baseado em seu cálculo até o 121º mês seria para igualar o consórcio quitado, os 29 meses seguintes seriam de lucro no caso de poupar. Já no consórcio, seria no máximo para igualar ou perder um pouco menos comparado ao valor total poupado no final de 150 meses. Aí sim, o tempo de contemplação seria importante, para definir o quanto vc perderia para a poupança. Mas ganhar da poupança nunca.

Claro, existe a hipótese de usar o valor contemplado para alavancagem, aplicando o crédito em algum negócio de alta rentabilidade, mas neste caso não seria muito diferente do que um empréstimo financiado no banco. Eventualmente poderia ser mais barato que o financiamento, mas ainda assim a mesma coisa.
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Fabricio



Registrado em: Domingo, 19 de Julho de 2009
Mensagens: 16

MensagemEnviada: Sáb Jan 29, 2011 7:37 am    Assunto: Responder com Citação

Octavio,

Fazer um consórcio sempre envolve USAR este consórcio após a contemplação, seja vendendo a carta com lucro, seja comprando um imóvel, seja construindo. É a alavancagem proporcionada pelo consórcio que gera lucro.

Já um financiamento, devido aos altos juros envolvidos, não chega nem perto da alavancagem proporcionada pelos consórcios.

Eko, viste agora porque eu havia parado de perder tempo respondendo?

Abraços e sucesso em seus investimentos.
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octavio




Registrado em: Quinta-Feira, 12 de Agosto de 2010
Mensagens: 41

MensagemEnviada: Sáb Jan 29, 2011 1:25 pm    Assunto: Responder com Citação

Fabricio escreveu:
Fazer um consórcio sempre envolve USAR este consórcio após a contemplação, seja vendendo a carta com lucro, seja comprando um imóvel, seja construindo. É a alavancagem proporcionada pelo consórcio que gera lucro.


Sim, meu exemplo foi partindo da hipótese que o crédito será aplicado em Títulos do Tesouro até ser quitado.

Os exemplos que você deu, são bem diferentes do que simplesmente aplicar o crédito em RF. Vender a carta ou investir em imóveis, envolve riscos e trabalho, no caso de imóveis você estaria usando o consórcio como meio de compra para alavancar seu capital. Situação bem diferente de tratar consórcio como investimento comparando com a simples estratégia de poupar. São conceitos bem diferentes.

No seu caso, eu volto a dizer, seria como um financiamento de capital de giro. Se é mais vantajoso que financiamento bancário, pode até ser, dependendo de quando você será contemplado. Mas não se esqueça que o consórcio não está livre de juros, a correção pelo INCC é alta e a txa. de admin. é em média de 30% sobre o valor do crédito.

Se você vai ganhar muito dinheiro construindo imóveis, poderia ser insignificante essa vantagem sobre o financiamento, sem contar a probabilidade de você não ser contemplado no prazo que queria (ou seja, nada prático para quem realmente sabe que vai lucrar com imóveis). De qualquer forma, neste caso o investimento é em IMÓVEIS e não em consórcio, mais uma vez, são conceitos diferentes.

Além disso, se você vai ganhar dinheiro vendendo crédito contemplado, isso não é mais investimento (passivo), é trabalho. E duvido da liquidez e lucratividade dessa prática.
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savio.wr



Registrado em: Sexta-Feira, 11 de Fevereiro de 2011
Mensagens: 1
Localização: brasilia

MensagemEnviada: Sáb Fev 19, 2011 2:38 am    Assunto: Responder com Citação

Depois de ler no ano passado o livro do Robert Kiyosaki e começar minha educação financeira, nos últimos meses me concentrei em leituras sobre consórcios. Naturalmente encontrei na rede os famosos posts do Sr. Fabricio Peruzzo, (os quais admiro a clareza e motivação) e ando acompanhando este forum há algum tempo também.

Detalhes a parte, resolvi escrever este comentário pelo mesmo motivo que o Fabricio escreve: a discussão abre os horizontes do nosso pensamento, nos levando a novas formas de pensar que talvez não alcançassemos tão depressa quanto na troca coletiva de idéias.

Comentários a parte, semana passada resolvi partir logo para a ação (investimento) a fim de sair da teoria e motivar meus estudos também por meio da prática: comprei um consórcio nacional Honda da moto e modelo mais vendido no Brasil: a Honda CG fan 125 ks!! (ai ai, isso vai apimentar a discussão aqui...hehe)

O primeiro comentário que gostaria de tecer é que considero sim o consórcio um tipo de investimento e com várias vantagens.

1o- permite que se possa investir em diferentes ramos mesmo não sendo um expert no tema, tais como imóveis, motos, carros, caminhões, etc, pois a base de criação e venda de um ágio é basicamente a mesma.
2o- permite que se transfira para a administradora a responsabilidade de cobrar do meu "cliente" o restante das parcelas da carta contemplada vendida. OU seja, se eu comprasse uma moto à vista para vender para alguém parcelado, cobrando juros, como o financiamento faz, existe mais de 50% de chance dessa pessoa não me pagar a moto até o final. Então, a administradora me "empresta" o sistema de boletos e cobrança dela, me dando a segurança que eu possa vender o ágio para me preocupar somente com a próxima carta.
3º- na visão mais simplista dos investidores, se alguém consegue fazer dinheiro de algum tipo de investimento, é possível aprender tal caminho, e nisso dou os parabéns aos posts do professor Peruzzo, que tanto me esclareceram sobre como tirar proveito dos consórcios.

É claro que fui me informar em outras fontes também como leitura de diferentes sites e conversa com vendedores de Bancorbrás, Rodobens, Honda, entre outros.

Comentários a parte, gostaria de colocar algumas situações que estou vislumbrando neste início com as motos. Participo de um grupo de 72 meses de R$99,83, com 936 participantes. (Plano Mega Facil da Honda). E a vendedora me disse que serão contempladas 13 motos por assembléia: 2 por sorteio, 2 por lance fixo (que são meu foco) e 9 por lances livres. Fiquei em dúvida com tantas contemplações e fiz a seguinte conta:
936 participantes x R$ 99,83 = R$ 93.440,88 / R$ 5.605,00 (valor da contemplação) = 16 motos por assembléia. Então apesar de ser um grupo grande de 936 pessoas, estou apostando na maior chance de ser sorteado ou sair no lance que no consórcio do imóvel.

Agora vem a tarefa de casa para os companheiros colaborarem...

Pergunta 1: Fabrício (e todos), qual o tamanho dos grupos da Rodobens? a chance de sair no sorteio é muito diferente da Honda e da Rodobens?
Pergunta 2: Se o lance fixo da moto é de 15%, qual o percentual que posso cobrar no ágio? Existe um cálculo para isso, ou tenho que “sentir o mercado”?
Pergunta 3: A vendedora me disse que me ajudaria a vender a carta contemplada na loja que ela me atendeu. Isso é legal?
Pergunta 4: ela disse que cobraria 5% pelo serviço. Mas será que é do total da moto assim como os corretores de imóveis, ou do total do ágio?
Pergunta 5: Queria já começar com os consórcios de imóveis, mas ainda não posso separar o valor da parcela mais baixa dos meus ganhos, dado minha situação familiar. Mas pelo número de contemplações, será que consórcio de motos não poderia ser um bom começo?

Bom galera, espero que seja uma discussão saudável que se siga depois do meu post, mas desde já, obrigado aos que leram e aos que vão reponder... (e que Deus já me providencie um capacete..haha) []´s
_________________
Atenciosamente,

Savio Rocha
(61) 8168-8186
savio.wr@gmail.com
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Fabricio



Registrado em: Domingo, 19 de Julho de 2009
Mensagens: 16

MensagemEnviada: Dom Fev 20, 2011 12:55 pm    Assunto: Responder com Citação

Oi Savio,

Quem me acompanha pelo http://www.peruzzo.org já sabe que amanhã parto para o Japão, onde irei auxiliar centenas de brasileiros que estão lá trabalhando em busca da formação de patrimônio e independência financeira para voltar ao Brasil "aposentados", então, não farei análises detalhadas dos casos particulares. Cada um que faça seus calculos Smile

Indo direto às perguntas:

1. os grupos da Rodobens são bem menores. Ser sorteado é pelo menos três vezes mais fácil. Nota que no plano Honda, se dividires os 936 participantes pelos 72 meses, tens exatamente as 13 entregas mensais. Ao receber lances fixos ou livres por 11 destas, os grupos recebem um fluxo extra de recursos que poderia reverter em mais entregas mensais do que as programadas.

Isso tudo é bom por um lado, mas ruim por outro. Se eu fosse comprar uma moto, entraria em um grupo destes (depois de verificar a qualidade do mesmo, pois se o grupo opera com menos de 70% da capacidade pode não ser tão interessante como parece.

A propósito, teu cálculo está errado, não há 16 motos por assembléia, pois estás considerando no saldo do grupo os valores de taxa de administração. Por outro lado, pode haver as 16 motos por assembléia, como expliquei anteriormente, devido aos lances.

2. não cobra ágio. É muito fácil contemplar neste grupos e o valor dos bens é muito baixo para obter lucros relevantes. Claro, para quem investe R$ 2000, ganhar R$ 200 de ágio implica em 10% de lucro, mas a questão não é esta, isto não é escalável a ponto de poder ser considerado um negócio. As pessoas não compram "cartas contempladas de moto". Praticamente não existe este mercado. As pessoas compram motos.

3. a resposta acima responde parte desta pergunta. A vendedora vai vender motos, tua carta será "o financiamento" que ela embutirá. E certamente vai comer parte do teu ágio. Isso é legal, se devidamente explicado ao comprador. Normalmente é, pode ficar tranquilo.

4. pergunta para ela. Se for do total da moto, inviabiliza teus lucros, pode calcular.

5. tenho um cliente que fez 10 cartas de motos. Expliquei para ele que não conseguiria lucros relevantes desta forma. Ele me respondeu: "tenho uma loja de motos, posso até ter algum prejuízo nas cartas, que recupero com o lucro da venda das motos. Preciso de prestações que caibam no bolso dos meus clientes". Ou seja, o consórcio de motos, como ferramenta de financiamento barato para um negócio de venda de motos, é ótimo. Fora isso, não perderia meu tempo.

Sobre não poder ainda começar com os consórcios de imóveis, antes de mais nada, separa o que conseguir dos teus ganhos para formar uma reserva de emergência. Não adianta nada querer sair correndo antes de aprender a engatinhar e a caminhar. Os tombos serão certos e serão muito maiores. Há uma estrada, não chegamos ao fim dela por mágica, mas caminhando o caminho.
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