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Sugestão de artigos que devem ser lidos no site do Clube:

- Como o Zé ganha na Bolsa ?
- Iniciando seus investimentos
- Por que o problema é dos mais ricos ?
- Você está preparado para a velhice ?
- O texto definitivo: Saiba como ganhar MUITO dinheiro na bolsa !
- Fez errado … ? Então pague o preço !!
- O Controle do Fluxo de Caixa e suas barreiras
- Você está no vermelho ? O que tem feito para mudar isto ?
- Formando o seu colchão de segurança



Além disso, indico duas séries especiais:

- Iniciando seus Investimentos: a série
- O que o Zé faz para ganhar dinheiro na Bolsa de Valores ? (Índice)


Consórcio imobiliário
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beisss



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MensagemEnviada: Sáb Jan 16, 2010 7:44 am    Assunto: Consórcio imobiliário Responder com Citação

Alguém já fez? Alguem aconselha?
Estou querendo comprar um segundo imóvel mas não sei se tento um financiamento normal ou entro num consórcio.

Encontrei este texto sobre o assunto: Consórcio Imobiliário

Também fiz sumulações em sites de bancos. Estou pensando em ir pessoalmente a alguma corretora / banco para conversar com um administrador.

Alguem opina?
Grato!
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MensagemEnviada: Seg Fev 22, 2010 4:01 pm    Assunto: Responder com Citação

Eu tenho um consórcio de imóvel.
Vale a pena em algumas situações, como por exemplo você tem já uns 50% do valor e pode dar o lance, com isso as altas taxas de juros são reduzidas a apenas taxa de administração.
Agora o consórcio como meio de "poupar" não vale a pena com certeza.

Só fique de olho, se você já tem um financiamento, para conseguir tirar a carta de um consórcio, 30% do seu salário deve ser capaz de pagar tanto o financiamento como a carta de crédito, senão a empresa não libera a carta, mesmo que for contemplado.
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Aroldo



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MensagemEnviada: Qua Nov 24, 2010 8:48 am    Assunto: Responder com Citação

O setor de consórcios crescem a cada ano e por ser uma boa alternativa ao financiamento, pretendo entrar em um consórcio para aquisição de um imóvel.
O infomoney disponibiliza uma CALCULADORA onde é possível fazer uma comparação entre um consórcio imobiliário e um financiamento bancário, o primeiro se mostrou mais vantajoso.
Convém lembrar que em um financiamento é necessário uma entrada de 20% do valor do crédito pretendido. Esse valor pode muito bem ser oferecido como lance, observando que as primeiras propostas são mais elevadas, em um consórcio e antecipar o crédito.
Também fiz simulações em várias administradoras de consórcios e por isso mesmo surgiu a dúvida: Qual a melhor empresa de consórcios?
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Zé da Silva
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MensagemEnviada: Qua Nov 24, 2010 9:57 am    Assunto: Responder com Citação

Só não custa nada lembrar de uma coisa: Os reajustes mensais.

Para quem ainda não foi contemplado é uma beleza, mas para quem já foi ... acaba pesando no final.

Não ? Smile
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Aroldo



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Mensagens: 11

MensagemEnviada: Qui Nov 25, 2010 9:47 am    Assunto: Responder com Citação

O Crédito do Consórcio Imobiliário

Quando se adere a um consórcio imobiliário e não tem um valor elevado para o lance o consorciado pode ser contemplado logo no início ou, se não der muita sorte, depender de algum tempo do sorteio. Agora, veja bem, quem for contemplado tem duas opções, comprar o imóvel e seguir pagando as parcelas ou adiar a compra para o futuro.

As prestações do consórcio são reajustadas pela INCC (Índice Nacional da Construção Civil), que por sinal foi maior que a inflação nos últimos meses que, por isso mesmo, tende a ser menor nos próximos, coso se confirme o estouro da bolha imobiliária.

A TR (taxa referencial), utilizada para a correção da caderneta de poupança, é o índice de reajuste dos financiamentos imobiliários, registrou valor bem abaixo da inflação nos últimos meses, que tem animado muito quem busca o crédito imobiliário. Mas, isso nem sempre foi assim, outrora já foi dor de cabeça para muitos mutuários, veja que está baixa porque tem por fim fazer com que a caderneta de poupança seja menos atrativa que os fundos bancários, que em geral, tem taxa de administração muito alta.

Convém lembrar que os bancos não foram feito para perder dinheiro e como agora é o momento do financiamento bancário, nada mais oportuno que deixar a TR bem baixinha para não assustar os incautos compradores que se prendem a financiamentos bancários de trinta anos, na maioria dos casos.

Agora veja o perigo, com tanto dinheiro emprestado e quando estourar a bolha pode ficar muito vantajoso para os bancos “valorizarem” a caderneta de poupança e aumentar o valor da TR, pois assim ganharia na outra ponta com a elevação do valor das prestações da casa própria.

Comprar o imóvel neste momento, para o felizardo que foi contemplado, não é a melhor alternativa, haja vista que, como foi muito discutido aqui, estamos a esperar o estouro da bolha imobiliária e os preços despencarem. Assim, estaria comprando um imóvel com valor acima do preço e com tendência de queda ou congelamento do preço.

Caso opte por adiar a compra do imóvel, o dinheiro fica aplicado em um fundo de renda fixa e assim, há a possibilidade de o rendimento ficar bem próximo da parcela mensal e enquanto o valor do crédito aumenta, com um reajuste acima da inflação (renda fixa), o valor do imóvel desejado diminui (estão do valor real).

Outro ponto que merece destaque, é o pagamento do imóvel a vista, como é bastante recomendado para se fugir dos caros financiamentos. Agora pense na hipótese de se deixar seu dinheiro aplicado e com o próprio rendimento pagar a parcela do consórcio imobiliário.

Portanto, entre fazer um financiamento, comprar a vista ou consórcio, é possível que observar que esta última modalidade pode se tornar bastante vantajosa. O único problema é ser sorteado no final, mas para isso seria interessante antecipar o pagamento de pelo menos umas cinco prestações que funcionaria como lance, observando que os primeiros lances são sempre bastante elevado.

Aroldo Batista
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MensagemEnviada: Sex Nov 26, 2010 12:06 pm    Assunto: Responder com Citação

Matéria do InfoMoney aponta crescimento do consórcio imobiliário.


Consórcios de imóveis crescem 7,8% e somam 568 mil participantes

Recomendar!
Por: Evelin Ribeiro
08/11/10 - 15h01
InfoMoney


SÃO PAULO – O número de participantes no consórcio imobiliário cresceu 7,8% em setembro, na comparação com o mesmo mês do ano passado, atingindo 568,0 mil pessoas.

De acordo com dados da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), nos nove primeiros meses do ano, as contemplações aumentaram 4,2%, na comparação com o mesmo período de 2009, chegando a 50,0 mil.

De janeiro a setembro deste ano, a comercialização de novas cotas atingiu 169,6 mil, o que representa uma alta de 10,6%, em relação a igual período do ano passado.

FGTS

Segundo a Abac, de março a outubro de 2010, 2.659 participantes utilizaram o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de serviço) para quitação ou amortização de parcelas de consórcio, num total de R$ 45,2 milhões.

Geral

Considerando todos os grupos - veículos, imóveis, bens móveis duráveis e serviços -, o número de participantes ativos no sistema de consórcio chega a mais de 3,95 milhões em 2010, o que representa uma alta de 5,9% em comparação com o ano passado.

As vendas de novas cotas cresceram 6,2%, no acumulado do ano, chegando a 1,55 milhão, enquanto as cotas contempladas somaram 731,9 mil no mesmo período.
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Aroldo Batista
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MensagemEnviada: Sáb Nov 27, 2010 11:35 am    Assunto: Responder com Citação

Com já afirmei aqui tenho a pretensão de comprar um imóvel para moradia e, como este não é o melhor momento, optei por adiar esse sonho e entre as formas de conseguir o dinheiro para a compra, entre as formas analisadas por mim, e que se enquadra ao meu é perfil, é o consórcio imobiliário.

Este texto foi publicado em 2003, mas trás um ponto muito interessante sobre o uso do fundo de garantia no consórcio imobiliário, que apesar de poder usá-lo como lance, o mais recomendado é usar o crédito do FGTS para complementar o crédito.



Por: Equipe InfoMoney
17/05/03 - 18h23
InfoMoney

SÃO PAULO - Com a regulamentação do uso do FGTS nos consórcios imobiliários nesta última quinta-feira, o participante de consórcio pode usar os recursos do fundo não só para complementar a carta de crédito em caso de sorteio ou lance, mas para efetuar os próprios lances. Contudo, antes de optar por esta alternativa, é preciso analisar com cuidado se realmente vale a pena.

FGTS deve ser usado na hora da compra
A grande diferença de usar os recursos do FGTS nos consórcios imobiliários é que estes recursos acabam sendo sujeitos ao pagamento de taxa de administração, ao contrário do que acontece no uso do FGTS nos financiamentos imobiliários, onde os recursos são usados integralmente para reduzir o saldo devedor.

De acordo com informações do Banco Central, as taxas de administração dos consórcios ficam em torno de 15%, mas podem chegar até 22%. Desta forma, de cada R$ 100 que você paga em mensalidade do consórcio, apenas R$ 78 são usados para financiar a compra do seu imóvel, os R$ 22 restantes servem para cobrir os custos da administradora de consórcio.

Como as taxas são cobradas também dos valores dos lances, isto significa que parte dos recursos do FGTS acaba sendo perdida, pois ao invés de financiar a compra do imóvel, acaba sendo usada para arcar com os custos da administração. Exatamente por isso, a presidente da Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio (Abac), Consuelo Amorim, recomenda que os recursos do FGTS devem ser usados na hora da compra e não para fazer lance.

Fazendo as contas na ponta do lápis
Para ilustrar melhor esta situação, vamos imaginar um consórcio de 120 meses para comprar um imóvel de R$ 120 mil, cuja taxa de administração seja de 15%. Neste caso, cada prestação seria de R$ 1.150, de forma que no final do consórcio o participante pagaria o equivalente a R$ 138 mil, dos quais R$ 18 mil a título de taxas para a administradora do consórcio.

Por sua vez, se o indivíduo conta com R$ 60 mil em recursos do FGTS, outra opção seria entrar em um consórcio cujo valor da carta de crédito é de R$ 60 mil. Assumindo a mesma taxa de administração de 15%, isto implicaria em prestações de R$ 575, o que equivale a um gasto de R$ 9 mil em taxas. Ao receber sua carta de crédito de R$ 60 mil do consórcio, o indivíduo pode complementar com os R$ 60 mil que tem no FGTS. Contudo, nesta situação gasta apenas R$ 9mil em taxas ao invés dos R$ 18mil no caso anterior.

Por último, vale lembrar que o fato de você usar os recursos do FGTS para efetuar um lance não necessariamente significa que você será sorteado, pois alguém pode vir a fazer um lance ainda maior. Portanto, o melhor antes de fazer um lance é analisar os últimos lances, de forma a tentar estimar qual o lance necessário para ganhar a carta de crédito. Nos casos de desistência, nada muda e o participante tem direito à devolução dos recursos, mas terá que esperar o final do grupo do consórcio que pode durar até 120 meses
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MensagemEnviada: Sex Dez 03, 2010 6:14 pm    Assunto: Responder com Citação

Texto interessante publicado na revista exame:



Quando o consórcio vale mais a pena que o crédito imobiliário

Saiba para qual perfil de comprador o consórcio é a forma de pagamento mais interessante para comprar um imóvel

Talita Abrantes, de EXAME.com
Imóveis | 03/04/2010 16:29

Existem três maneiras básicas de comprar um imóvel residencial. A primeira é por meio de um financiamento. O sujeito não tem o dinheiro necessário para a aquisição. Então toma um empréstimo no banco e paga juros, mas, se comprar uma casa ou apartamento pronto, já poderá desfrutar do bem. A segunda forma é com um pagamento à vista. A pessoa passa algum tempo economizando o dinheiro para a compra. Enquanto isso, terá de pagar aluguel caso não tenha um imóvel próprio. Por outro lado, ao invés de pagar juros ao banco, poderá manter o dinheiro aplicado e receber a remuneração do investimento.

Terceira forma de comprar um imóvel, os consórcios são uma espécie de meio termo entre a primeira e a segunda alternativa. O comprador não poderá desfrutar do imóvel imediatamente pois vai precisar ser sorteado antes de comprá-lo. Mesmo que decida dar um lance, pagando por uma bela parcela do imóvel antes dos demais, não há garantia de que outro consorciado seja ainda mais agressivo em seu lance e o obrigue a esperar mais pela carta de crédito. Ao mesmo tempo, no consórcio não há a cobrança de juros como nos financiamentos imobiliário, mas tampouco o consorciado recebe um retorno pela poupança que está constituindo.

"Eu só recomendo o consórcio para quem pode esperar ser sorteado porque já tem um lugar para morar", afirma Gustavo Cerbasi, o especialista em finanças pessoais que mais vende livros no Brasil. Os consórcios imobiliários têm prazo de até 180 meses. Isso significa que o azarado que for sorteado por último no consórcio terá de esperar nada menos do que 15 anos para adquirir o imóvel.

Para quem tiver sorte ou então dinheiro para dar um lance e antecipar o recebimento do bem, no entanto, pode valer muito a pena optar por essa modalidade de aquisição. "Nesses casos, o consórcio será uma alternativa mais barata que o financiamento." Nos consórcios, não há a cobrança de juros. Os consorciados arcam apenas com uma taxa de administração, que varia de 1,5% a 2,4% por ano, e com a correção monetária. O percentual é muito inferior ao das linhas de crédito imobiliário disponíveis no mercado, que cobram juros de cerca de 12% ao ano. "No financiamento imobiliário, o valor total com juros alcança até 2,7 vezes o valor financiado. No consórcio, esse custo equivale a 1,5 vez o capital do consorciado", calcula o consultor financeiro Mauro Calil.

Para quem tem uma boa reserva em dinheiro, uma alternativa é tentar antecipar o aquisição do imóvel dando um lance. Geralmente, as administradoras convocam reuniões mensais para o sorteio e leilão das cartas de crédito. Nessas ocasiões, é possível fazer propostas financeiras para a retirada do valor. Quem fizer o melhor lance, leva a carta de crédito. "Mesmo se você não oferecer o maior valor, pode direcionar este dinheiro para quitar parte de suas parcelas e diminuir o tempo de espera pela carta", diz o advogado Nelson Lacerda, especialista em tributação e pioneiro nas ações revisionais bancárias.

Cada plano estabelece um valor mínimo para as propostas. No Bradesco, maior administrador de consórcios do país, o lance mínimo para imóveis equivale a 20% da carta de crédito. Mas não adianta dar um lance de 30% do valor do imóvel se outro consorciado oferecer 40%. Nesse caso, ele será o contemplado. Ainda restará ao consorciado tentar a contemplação no mês seguinte, quantos vezes eles quiser.

"Se você pagou a primeira parcela, já pode propor um lance no próximo mês", diz Lacerda. No entanto, os consorciados que são contemplados com a carta de crédito logo no início das prestações acabam pagando mais com o tempo. "As parcelas são reajustadas pelo Custo Unitário Básico da Construção Civil (CUB) ou Índice Nacional de Custo da Construção (INCC). Mas essa diferença é bem menor do que o total resultante dos juros do financiamento", diz Lacerda.

Lado B

"Nos últimos anos, as taxas de juro de algumas linhas de crédito imobiliário foram reduzidas e os prazos das prestações, estendidos. Com isso, os consórcios se tornaram menos competitivos", afirma Miguel de Oliveira, vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Assim, em alguns casos, o financiamento pode, sim, ser mais vantajoso. Lúcio Delfino, diretor administrativo da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABNH), recomenda uma meticulosa comparação entre as duas modalidades de crédito.

Ele lembra, por exemplo, que, dependendo do sistema de amortização, as taxas de juros do financiamento sempre estarão vinculadas ao saldo devedor. Como consequência, ao longo dos anos o valor das prestações irá diminuir. O mesmo não acontece com os consórcios. "A correção monetária segue o mesmo raciocínio dos juros do financiamento. Mas a taxa de administração sempre será calculada sobre o valor da carta de crédito”, afirma Delfino.

Dessa forma, se você for contemplado no início do plano de consórcio, sua carta de crédito terá um valor estagnado, mas as parcelas continuarão sendo reajustadas segundo essa lógica. Outro ponto a ser pesado é a idoneidade das administradoras. Enquanto no financiamento você é o devedor, no consórcio você se torna credor da instituição. Assim, se a empresa falir, é quase certo que você fique a ver navios, sem a carta de crédito na mão. Por isso, recomendam os especialistas, escolha sempre administradoras que tenham parceria com alguma instituição regulada pelo sistema financeiro.

Lacerda alerta para os consórcios privados, organizados, geralmente, por empreiteiras. Nesta modalidade, o ritmo de construção da obra é determinado pela quantidade de dinheiro que entra em caixa. Se há inadimplência, por exemplo, há risco de a obra parar e da construtora quebrar. Não foram poucos casos de administradoras de consórcios que quebraram nas décadas de 80 e 90, quando a legislação ainda não era tão rígida.

Mesmo hoje em dia, especialistas afirmam que o ideal é contratar uma administradora de consórcio ligada a um banco pois o negócio estará sob supervisão do Banco Central. Se alguma administradora não entregar a carta de crédito prometida, perde o direito de prestar o serviço. "No passado, tivemos um grande trauma com estas empresas. Mas, hoje, as garantias são outras. Há uma maior solidez", afirma Calil.

No entanto, segundo Oliveira, nada como poupar o dinheiro sem precisar recorrer a uma administradora de consórcios. "Se você fizer seu pé de meia, você ganha juros. Se entra num consórcio, paga os juros", afirma. O único problema é ter que esperar anos para juntar o dinheiro e, ao mesmo tempo, aprender a ser fiel às próprias metas pessoais.

Como funciona?

Entender a lógica interna do consórcio é o primeiro passo para decidir se ele é adequado ao seu perfil financeiro ou não. Assim, na composição das prestações do consórcio inclui-se também um valor que se destina à formação de um fundo de reserva. Esse fundo tem por objetivo garantir as cartas de crédito em caso de qualquer eventualidade. Se não utilizado, ao final do plano o dinheiro é devolvido aos participantes.

Para saber quanto terá de pagar por mês, o consorciado pode fazer uma conta simples. Basta somar o percentual da taxa de administração ao do fundo de reserva, aplicar o percentual resultante sobre o valor da carta de crédito e, então, dividir o total pela quantidade de prestações.

Durante o plano, as prestações são corrigidas pelo valor do bem, seguindo a tabela de preços do fabricante. No caso de imóveis, o indicador mais utilizado é o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC). Para imóveis na planta, as parcelas são reajustas pelo Custo Unitário Básico da Construção Civil (CUB).

No caso de inadimplência, as administradoras tomam duas atitudes diferentes. Se isso ocorrer após a contemplação, o bem é tomado e levado a leilão para pagamento da dívida. Já se a falta de pagamento se der antes da contemplação, o participante terá três meses para regularizar sua situação. Caso isso não seja feito, o consorciado continuará participando dos sorteios mensais e poderá receber de volta o dinheiro aplicado quando for contemplado.

Quem tiver dívidas também poderá se beneficiar da nova regulamentação. Ao ser contemplado, o consorciado poderá optar por utilizar a carta de crédito na quitação do atual financiamento ao invés de comprar um novo bem. Mas haverá uma restrição: um consórcio imobiliário só poderá ser usado para quitar uma dívida também imobiliária. O consorciado também não poderá utilizar a carta de crédito para abater prestações. O dinheiro será liberado para o pagamento de dívidas somente se for suficiente para quitar totalmente o financiamento. Como o bem é a garantia do consórcio, precisa estar em nome do consorciado. E, sem a quitação completa, isso não é possível pois o bem permanecerá em nome do banco.

A partir de março de 2010, tornou-se possível utilizar os recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço para o pagamento de parte das prestações de consórcios. O benefício é destinado a trabalhadores consorciados que já tenham sido contemplados com a carta de crédito e também já tenham adquirido o imóvel. Para sacar o recurso, o imóvel e o consórcio devem necessariamente estar no nome do beneficiado e o valor de compra do imóvel também não pode ser superior a 500.000 reais. As outras regras para a retirada do FGTS também se aplicam nesse caso.
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MensagemEnviada: Qui Dez 09, 2010 12:39 pm    Assunto: Responder com Citação

A ABAC-SINAC – Associação Brasileira de Administradores de Comsórcios e o Sindicato Nacional dos Administradores de Consórcios – divulgam confirmam o crescimento constante do sistema de consórcios no Brasil que atingiu quatro milhões de participantes em outubro deste ano.

O consórcio imobiliário teve crescimento de 8,7% no número de participantes. Veja o texto abaixo:



CONSÓRCIOS ATINGEM QUATRO MILHÕES DE PARTICIPANTES

Com vendas em alta, as perspectivas para 2011 apontam para
crescimento do Sistema de Consórcios

O Sistema de Consórcios atingiu a marca de quatro milhões de participantes ativos em outubro. Segundo estudos feitos pela assessoria econômica da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, o constante aumento nas vendas de cotas foi o principal responsável. Ainda faltando dois meses para o encerramento do ano, o mecanismo segue registrando crescimento mês após mês. “Nossa expectativa é fechar 2010 acima dos dois milhões em adesões e superar os quatro milhões de consorciados”, explica Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da entidade. “O aumento é resultado do comportamento do brasileiro, que vem, nas diversas classes sociais, analisando a relação custo/benefício, comparando taxas ou juros cobrados, verificando o comprometimento mensal no orçamento pessoal ou familiar, a necessidade ou não imediata do bem e planejando-se financeiramente para decidir o mecanismo a ser utilizado”, complementa.

Ao considerar a poupança e ao praticar a relação gastos menores do que os ganhos mensais, “o consumidor tem constatado que a partir do consórcio é possível ter a casa própria, o veículo novo ou usado, o eletroeletrônico ou contratar o serviço desejado”, esclarece Rossi. A inexistência de juros e o parcelamento integral do valor do bem, características únicas do Sistema, são diferenciais que propiciam a análise detalhada e a tomada de decisão para um compromisso mensal.

Nos dez primeiros meses do ano, foram comercializadas 1,74 milhão de novas cotas, 6,7% mais que as 1,63 milhão relativas ao mesmo período no ano passado. Paralelamente, foram acumuladas 822,2 mil contemplações, de janeiro a outubro deste ano, 5,8% mais que as 777 mil, nos mesmos meses de 2009.

PERSPECTIVAS 2011

Com resultados superiores em 2010 em relação a 2009, as perspectivas para o próximo ano apontam os consórcios como alternativa importante na viabilização de vários setores, em razão do crescimento dos seus mercados.

Entre os veículos automotores, a expectativa maior está nos leves (automóveis, camionetas e utilitários) pela entrada de novas marcas e por fatores como a estabilidade dos preços e na oportunidade de utilização da contemplação nas promoções periódicas, já tradicionais nesse mercado. Os apelos na mídia para troca por um novo ou por um mais novo deverão continuar a contribuir para o crescimento das compras, levando muitos consumidores a optar pelo Sistema de Consórcios, planejando e programando suas aquisições.

No setor de veículos pesados (caminhões, ônibus, tratores, semirreboques, implementos, entre outros), entre os vários fatores que impactarão as vendas de cotas estão as grandes obras necessárias para realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas, o aumento nas exportações de commodities e a substituição dos caminhões pesados por leves e semileves quando da circulação nas principais regiões metropolitanas, além do início da renovação dos veículos já se enquadrando no EURO IV.

Para o deslocamento rápido e fácil, o brasileiro continuará utilizando a motocicleta, que seguirá substituindo as deficiências do transporte urbano de passageiros. Sua aquisição, principalmente pelo maior poder aquisitivo da classe C, aliada a preços acessíveis desses produtos provocarão um maior número de adesões aos consórcios. Paralelamente, esse mecanismo, que já respondeu por mais de 50% das vendas de motos, e apresentou uma redução na participação nos últimos três anos, vem compartilhando a viabilização das vendas com os financiamentos, cuja expectativa para 2011 é de retração. Conseqüentemente, a comercialização de novas cotas deverá retomar a tendência de alta.

O setor de construção civil vem apresentando crescimento contínuo na última década pela grande presença de crédito, oriundos da caderneta de poupança, do FGTS e dos consórcios. Contudo, ao se considerar o mesmo ritmo de investimentos nos próximos dois anos, projeta-se escassez de recursos com elevação do custo do dinheiro, o que redirecionará mais interessados compradores para o consórcio, especialmente provenientes das classes C e D.

A mudança de comportamento do consorciado no setor de eletroeletrônicos e outros bens duráveis, passando a adquirir cota com valor maior para aquisição de vários bens em substituição à adesão a uma cota por bem, elevou o seu valor médio e, conseqüentemente, reduziu o número de participantes. Essa tendência, observada principalmente no segundo semestre deste ano, deve continuar no próximo ano, ampliando a possibilidade de atualização de eletrodomésticos.

Enquanto em outros setores observa-se uma maturidade nas atitudes do consumidor, no de serviços, que ainda não completou dois anos, é vivida a diversificação e a multiplicidade de aplicações. Assim, o consórcio de serviços deverá vivenciar momento de crescimento em busca da consolidação, presente em nichos e mercados específicos.

Esses indicativos, considerando os mercados de veículos automotores, imóveis, eletroeletrônicos e serviços, levam a ABAC projetar um crescimento de sete a dez por cento nas vendas globais, atingindo a marca de 2,15 milhões de novas cotas em 2011.

CONGRESSO FOCARÁ COMPORTAMENTO E NICHOS

De 6 a 8 de abril de 2011, a ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios realizará o Congresso Nacional das Administradoras de Consórcios – CONAC, em Foz do Iguaçu, no Paraná. Entre os principais temas estão a Mulher, a Melhor Idade e a ascensão das classes C e D.

Para Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC, “o foco do próximo CONAC estará nas mudanças de comportamento de consumidores, especialmente daqueles que estão migrando de classe social ou estão em nichos, sinalizando a necessidade de uma nova estratégia de ações”.

O evento, que está em sua 33ª edição, reunirá representantes de empresas de consórcio de todo o país que administram grupos de veículos automotores, imóveis, eletroeletrônicos e serviços.

RESUMO DO SISTEMA DE CONSÓRCIOS

PATRIMÔNIO LÍQUIDO DAS ADMINISTRADORAS E VOLUME DE NEGÓCIOS REFLETEM CREDIBILIDADE E SOLIDEZ FINANCEIRA DO SISTEMA DE CONSÓRCIOS

PATRIMÔNIO LÍQUIDO
- R$ 3,6 BILHÕES (JUNHO/2010)

VOLUME DE NEGÓCIOS
- R$ 50,7 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2010)
- R$ 39,4 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2009)
CRESCIMENTO: 28,7%

ATIVOS ADMINISTRADOS
- R$ 85,0 BILHÕES (JUNHO/2010)
- R$ 72,0 BILHÕES (JUNHO/2009)
CRESCIMENTO: 18,0%

TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES ARRECADADOS
- R$ 446,0 MILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2010)
- R$ 396,0 MILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2009)
CRESCIMENTO: 12,6%

EMPREGOS GERADOS
- 50 MIL EMPREGOS DIRETOS E INDIRETOS (ESTIMATIVA)


NÚMEROS DO SISTEMA DE CONSÓRCIOS
SEGUNDO A ASSESSORIA ECONÔMICA DA ABAC


[...]

IMÓVEIS
AUMENTO NAS ADESÕES COM AUMENTO NO VALOR MÉDIO DO TICKET

- PARTICIPANTES (CONSORCIADOS)
- 575,0 MIL (EM OUTUBRO/2010)
- 531,4 MIL (EM OUTUBRO/2009)
CRESCIMENTO: 8,2%


- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
- 188,9 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2010)
- 169,8 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2009)
CRESCIMENTO: 11,2%


- CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 55,7 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2010)
- 53,2 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2009)
CRESCIMENTO: 4,7%

- TICKET MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 102.276,00 (OUTUBRO/2010)
- R$ 87.345,00 (OUTUBRO/2009)
CRESCIMENTO: 17,1%

- UTILIZAÇÃO DO FGTS (VALOR UTILIZADO PARA AMORTIZAÇÃO OU QUITAÇÃO DE PARCELAS NO PERÍODO DE MARÇO A OUTUBRO/2010)
- 2.659 PARTICIPANTES
- R$ 45,2 MILHÕES

[...]

Em setembro, pesquisa feita pela assessoria econômica da ABAC junto a 20 empresas, de 25 apontadas pelo Banco Central do Brasil até agosto, apontou faixas de crédito variando entre R$ 1.250,00 e R$ 38.000,00, tendo o IGPM como índice.
Do total de consorciados contemplados, que já utilizaram seus créditos, 30% foram em Saúde e Estética, 10% em Eventos e Festas, 5% em Viagens e Turismo, 2% em Educação e 53% em outros tipos de serviços.

OUTRAS INFORMAÇÕES SOBRE O SISTEMA DE CONSÓRCIOS PODEM SER ENCONTRADAS NO SITE www.abac.org.br.
Clique em Conheça o Consórcio – Consórcio Passo-a-Passo.
Também clique em Consumidores, acesse Publicações.
Leia as Cartilhas - Consórcio: FGTS + Consórcio = Casa Própria e Consórcio: Uma Poupança Programada


Mais informações:
Jornais e Emissoras de Televisão
Claudio Licciardi
Fone: (11) 4413-0155 - Celular: (11) 8258-0444
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Fone: (11) 3031-2388
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Fonte: Assessoria de Imprensa
Data de Publicação: 8/12/2010
Estado: São Paulo
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marcola



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Mensagens: 2
Localização: São Paulo

MensagemEnviada: Seg Jan 17, 2011 3:06 pm    Assunto: Responder com Citação

olá pessoal,

espero que possam me ajudar. Tenho interesse em entrar em grupos em andamento e gostaria de saber o histórico dos lances do grupo....
alguém que está em consórcio poderia postar aqui o valor dos lances ao longo dos meses?

Obrigado pela ajuda!!!
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Registrado em: Sábado, 29 de Agosto de 2009
Mensagens: 1064
Localização: Porto Alegre - RS

MensagemEnviada: Ter Jan 18, 2011 8:13 am    Assunto: Responder com Citação

marcola escreveu:
olá pessoal,

espero que possam me ajudar. Tenho interesse em entrar em grupos em andamento e gostaria de saber o histórico dos lances do grupo....
alguém que está em consórcio poderia postar aqui o valor dos lances ao longo dos meses?

Obrigado pela ajuda!!!


Isso varia muito, não tem como te afirmar com certeza qual o valor necessário para ganhar por lance. Depende do consórcio, de quantos meses já foram, da vontade dos participantes em tirar antes, se possui lance fixo, enfim, são muitas variáveis. Por experiência própria, nos primeiros 2 anos os lances tendem a ser bem altos, mais de 50%, porém ao longo do tempo vai diminuindo. O meu consórcio está no 3o. ano e agora muitas pessoas ganham no lance fixo de 67 parcelas, ou seja, cerca de 45%. Enfim, se você quiser garantir o ganho nos primeiros 2 ou 3 anos, recomendo dar lance de pelo menos 60% do saldo devedor.
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léo Muhlen



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MensagemEnviada: Ter Fev 08, 2011 9:49 pm    Assunto: Responder com Citação

olá pessoal, a solução para contemplar em pouco tempo e´: entrar em grupos em andamento, tenho grupos que contemplam fácilmente com lance embutido. grupos que faltam 60 meses para o final, os custos são muito baixos, chega ser a metade do financiamento tradicional de bancos...quer saber mais...leo.vm55@gmail.com.br.......
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Luis Otávio
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MensagemEnviada: Ter Fev 08, 2011 9:55 pm    Assunto: Responder com Citação

Olá pessoal,
Trabalhamos com Consórcio e Financiamento na corretora! Caso tenham interesse em comprar, não deixe de cotar conosco.

Contato via MP ou por e-mail citado abaixo. Caso seja por e-mail, favor citar que veio do clube, ok ?

Ficarei feliz se vocês me prestigiassem cotando comigo!

Obrigado.

Abraços.
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Luis Otávio
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Registrado em: Quinta-Feira, 3 de Janeiro de 2008
Mensagens: 637

MensagemEnviada: Ter Fev 08, 2011 10:00 pm    Assunto: Responder com Citação

Caso achem mais fácil, me mandem o e-mail via MP que já mando a tabela com os valores do crédito e as parcelas mensais, ok?

Abração!
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Ollie Pexugo




Registrado em: Sexta-Feira, 25 de Janeiro de 2008
Mensagens: 16

MensagemEnviada: Sáb Fev 26, 2011 1:29 pm    Assunto: Responder com Citação

Olá colegas,
Primeiramente, depois de um longo tempo ausente, volto a postar.
Então, estou numa sinuca de bico também. Venho analisando a questão consórcio e financiamento imobiliário a fim de conseguir realizar um bom negócio.
A questão é a seguinte.
Atualmente, pago aluguel. Em torno de R$ 1.200 reais.
Pretendo adquirir um imóvel para morar daqui há um ano, um ano e meio. Estou crente também numa espécie de bolha (menor que americana, claro) que tornará um pouco mais atrativo o preço de compra de imóvel, devido à inadimplência que deve crescer substancialmente (achismo...rsrs).
Enfim, pensei em pegar uma carta de crédito no valor de uns 200k. Vi no HSBC, por R$ 1.755,00 (a partir do 5º mês) a parcela. As primeiras quatro no valor de R$ 2.250,00 aprox., num grupo para 144 prestações.
Eu tenho um salário razoável, em torno de 11k líquido, estabilidade, e uma perspectiva concreta de aumento até o final do ano (mas não conto com isso enquanto não tiver no meu bolso).
Então pensei em dar o lance que for para tirar essa carta daqui uns 12-15 meses, comprar um terreno com a carta e construir (essa é a intenção inicial). Para a construção, não vou financiar nada. Já tenho uma pequena reserva. O resto vou juntando e pagando ao longo de 1 ano/1 ano e meio.
Tentei analisar ao máximo os prós e contras. Como tem muita gente experiente aqui, gostaria de saber a opinião, partindo das seguintes premissas:
- Só juntando, não tenho condições de comprar um imóvel agora, nem nos próximos 2 anos;
- Num financiamento, pagarei bem mais, sendo que não quero a carta agora;
- Os imóveis valorizam sempre, absorvendo boa parte de juros (taxa de administração) que vou pagar;
- O risco é muito baixo (mas existe, claro) pois faria um consórcio de banco;
- Sou estável no trabalho;
- Economizarei o dinheiro do aluguel;
- Minha noiva está montando um consultório (ela é dentista protesista), irá começar a trabalhar, o que ajudará na renda (apesar de eu nem contar com isso).
Desde já, agradeço a todos!!!
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