Capital Externo na Bolsa
Dia 7 de julho de 2016:
Entrada de R$ 73,127 milhões
Acumulado do mês de julho de 2016 (até o dia 7):
+ R$ 696,765 milhões
No ano de 2016, o saldo está positivo em de R$ 13,338 bilhões.
Dia 7 de julho de 2016:
Entrada de R$ 73,127 milhões
Acumulado do mês de julho de 2016 (até o dia 7):
+ R$ 696,765 milhões
No ano de 2016, o saldo está positivo em de R$ 13,338 bilhões.
Dica: Ela voltou ! Por tempo limitado, LCI a 93% do CDI rendimento equivalente a uma taxa bruta de 120% do CDI.
ATENÇÃO: essa taxa ficará disponível somente enquanto houver estoque, depois disso a taxa voltará a ser 87% do CDI.
Ainda dando continuidade ao tema “Como me proteger da inflação ?”, surgiu uma questão interessante: Por que não usar imóveis como proteção contra a inflação ?
Você consegue enxergar o motivo para que isto seja válido ? Não ? Então vamos lá ! 🙂
Antes de mais nada, existem duas formas de encararmos o investimento em imóveis com a finalidade de proteção do capital: 1) o capital alocado na compra do imóvel estaria se valorizando/corrigindo com o passar dos anos, tendo em vista que o mercado de imóveis normalmente trabalha na tentativa de seguir a inflação; 2) a rentabilidade do investimento, para quem visa a compra do imóvel para locação, é automaticamente corrigida pelo IGP-M.
Sem muita maquiagem, estas seriam as principais razões para alguém pensar no uso de imóveis como forma de proteção do capital contra a corrosão da inflação. Será que é um método “realmente” eficaz ? Será que não haveriam melhores alternativas ?
Uma das partes mais importantes para quem adota este investimento é também uma das mais subjetivas de todas.
Acreditar que os imóveis, de uma forma geral, devem seguir uma regra mágica, que impõe uma valorização infinita, repondo ao menos a inflação, é quase um conto de fadas … é querer tapar o sol com a peneira … é querer encontrar conforto em algo que alguém te disse, que, infelizmente, não é a realidade plena.
Por exemplo, depois de 2008 ficou muito claro para o mundo inteiro que a “regra” de que os imóveis sempre sobem, que não há perdas neste mercado, foi pro beleléu … Imóveis sendo vendidos a 50% do valor que eram vendidos pouco tempo antes, passaram a ser vistos aos montes. Virou um mercado de leilões, para baixo, onde a queda nos preços era uma tentativa de garantir a venda do imóvel, não importando o preço.
De lá para cá os preços já reagiram, mas em muitos casos ainda estão longe do preço que eram praticados antes da crise. Se os preços estavam errados, muito esticados, e isso foi só uma correção ? Ai já é outra discussão. Afinal de contas teve gente que comprou acreditando que aquele era o preço “justo”.
No mercado nacional tivemos evento similar, em se tratando de valorização dos imóveis. Muito mais do que repondo a inflação, os imóveis subiram a níveis nunca antes vistos. 20% ao ano ? Isso era visto como “atrasado”. 😯
Nosso mercado se valorizou muito, surfando a onda do crédito “fácil e barato”. Algo nunca antes experimentado por nós brasileiros. E o setor tirou proveito disso. O valor da maioria dos imóveis foi para a lua. Pensar no preço dos imóveis de 10 anos atrás … virou saudosismo.
Quem conseguiu aproveitar a valorização, parabéns. Conseguiu proteger seu capital da inflação e ainda ganhou muito dinheiro. Mas isso só para quem comprou o imóvel a mais tempo. Já quem fez a compra há uns 2 ou 3 anos … dificilmente conseguiu aproveitar da mesma forma. Na verdade, quem comprou neste período já começa a ver perda do capital investido. E não é só por causa da inflação não ! O valor de muitos imóveis já apresenta desconto no “valor de face”. Comprou por R$300 mil ? Se quiser vender agora só se for por R$250 mil …
O estudo acompanhará o desempenho da ITUB4, BBDC4, PETR4 e da VALE5 – carros chefe do Ibovespa. Esta informação poderá ser usada tanto por quem opera na ponta de compra quanto para quem opera na ponta de venda … 😉
Este é um dado que acompanho diariamente, serve para que eu veja o “peso” extra que existe sobre estas ações. Normalmente – veja bem, normalmente … – um aumento na posição alugada pode significar um movimento de queda no papel. E o contrário também é verdadeiro, uma cobertura pode significar um movimento de alta.
Vamos lá !




Comentário: E lá fomos nós ! Confirmamos a superação dos 52.000 pontos e fomos em linha reta até os 53k. Forte, forte mesmo.

Ao que tudo vem indicando, há dias, o destino é o topo. Ao menos um teste dos 54.000 …
Lá fora estamos vendo um dia mais calmo. Japão subiu 4%, após vitória governista na eleição parlamentar de ontem. Junto a isso volta a esperança de novos pacotes de estímulo para o mercado. A mesma história … de novo.

Só mudam os personagens, mas a expectativa é a mesma … Dinheiro barato no mercado. “Para a economia” … (que só fica na mão dos bancos, mas tudo bem)
A única coisa contrária à subida do mercado vem sendo a escorregada apresentada pelo petróleo. Em novo dia de queda, superior a 1% até o momento. Vai afetar a cotação da PETR4 ? Não sei … na semana passada ela parece não ter dado muita bola para isso não. E olha que a queda do petróleo foi MUITO grande.
Atenção redobrada nos próximos dias. Ok ?
Algo não vem me soando muito bem nesta “revolta” do papel … Ou é 8, ou 80. 😯
Dia 6 de julho de 2016:
Saída de R$ 96,809 milhões
Acumulado do mês de julho de 2016 (até o dia 6):
+ R$ 623,638 milhões
No ano de 2016, o saldo está positivo em de R$ 13,265 bilhões.