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Tenho um grave problema: gasto demais e tenho dívidas !!

Não, esse não é um problema grave … este é um problema bom ! 😀

– “Mas como Zé ? Você tá doido ?!!?

Não, não estou doido e reforço: isso não é um problema, é uma solução !!

Claro que vou explicar melhor. Fique tranquilo. 😉

Somente quem enfrenta as consequências de se ter uma dívida para saber, de verdade, o quanto isso é prejudicial. Como já disse em outra oportunidade, “As dívidas afetam mais do que o seu bolso. Elas destroem a sua alma …“. Elas vão te correndo, de dentro para fora. Derrubando sua moral, enfraquecendo seu sistema de defesa, tirando sua esperança.

Só quem sente na pele o problema de ter uma dívida em seu nome para saber do que estou falando.

É muito comum vermos pessoas que têm algum tipo de dívida compartilharem sua dor somente no momento limite. Só na hora em que as luzes já estão quase se apagando, numa aparente tentativa de encontrar uma mão amiga que possa lhes dar o apoio necessário para seguir em frente. Por que, muito provavelmente, elas já não têm mais forças para isso.

Mas quando ouço alguém falar a respeito de suas dívidas, e vejo que a história começa desta forma, com a pessoa me dizendo que o motivo para ela ter entrado no “mundo das dívidas” é o seu alto nível de gastos, sinto um sorriso surgir em meu rosto. Nem que seja um de canto de boca, para não parecer que estou desdenhando da pessoa que está ali, compartilhando sua dor comigo.

Por quê ? Muito simples … Se a pessoa me diz que as dívidas surgiram por ela gastar demais, ela está me relatando um problema e me apresentando a solução ao mesmo tempo !!

Se gasta demais …

… basta cortar os gastos desnecessários.

Simples e direto.

Você mesmo admitiu que gasta demais, e para que admitamos que gastamos demais, é porque a coisa é “feia”. 🙂

Sempre assumimos que gastamos menos do que realmente gastamos. Esse é um dos pontos fortes de quem usa algum tipo de orçamento doméstico, a pessoa enxerga a realidade dos gastos e vê que alguns pontos drenam mais do que ela imaginava.

Agora, se a pessoa já sabe que gasta demais, ela sabe que tem uma folga no orçamento que pode ser destinada ao abatimento da dívida ! 😉

É um trabalho de formiguinha, onde será feito o levantamento real dos gastos (se já não for feito), a identificação dos gastos prioritários, dos supérfluos, dos literalmente desnecessários, e com isso é possível de se escolher onde e o que cortar.

De novo: é um problema bom, pois exige apenas que você identifique onde realizar os cortes.

Isso é bom ?!

Quer ver como é ? O que você prefere: ter dívidas por gastar demais, ou porque o seu orçamento – enxuto – está no limite do limite, e mesmo assim sobra mês no final do salário ? 🙁

Quem gasta demais, basta cortar. Quem já anda no limite do “aceitável”, não tem mais de onde tirar …

Conseguiu enxergar quão bom é o seu problema ?

Sim, você precisará enfrentar o dilema de cortar gastos exagerados em coisas que considera “necessárias”. Mas que você mesmo já admite serem exageradas. Poderá não ser tarefa fácil … Mas você tem onde cortar.

E ter onde cortar lhe abre uma série de portas de oportunidade.

De novo: e se não tivesse onde cortar ? O que você faria ?

Pense sobre isso. Reflita. Enxergue um lado bom de sua realidade. 😉