Clube do Pai Rico
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Livros ||| Manual de Análise Técnica

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Você opera no “jeitão” ou segue as orientações do Clube e tem métodos e estratégias operacionais quando o assunto é investir em ações ? Qualquer que seja a sua forma de operar, o livro “Manual de Análise Técnica“, de Marcos Abe, é uma excelente opção de aprendizado. E no meu caso uma ótima opção de refinamento. 🙂

Enganam-se os que pensam que já sabem tudo sobre análise técnica. Sendo mais específico, enganam-se aqueles que acham que conhecem uma ferramenta operacional por completo. Você pode ter certeza, sempre existe um detalhe, ou uma nova interpretação para aquilo que você vem usando.

O “Manual de Análise Técnica” é sem dúvida alguma um dos mais completos sobre o assunto. Falando, entre outras coisas, sobre:

– Ferramentas Operacionais;
– Estratégias Operacionais;
– Conceitos básicos sobre a bolsa;
– Candlesticks

Continue lendo …

Agora já posso comprar um carro !! Posso ?

Um dos maiores símbolos de status e “maioridade” da cultura nacional é o nosso querido amigo carro. Quantas e quantas pessoas você conhece que sonham em ter um desde jovem ? Quantas são as pessoas que você conhece que ao atingir 18 anos já traçavam seus planos em relação à aquisição de um automóvel ?

Não temos como negar: para muitos, um carro é o símbolo de que conseguiu chegar lá, que a partir do momento em que possui um, já manda no próprio nariz, é sinal de liberdade, de que atingiu a vida adulta. De que agora nada mais pode nos segurar. 🙂

Sim … eu até posso (aparentemente) ter exagerado um pouco … Mas saiba que para muitos a coisa funciona exatamente assim. Deus no céu e um carro na garagem. Amém !

Você pode observar: a pessoa consegue o primeiro emprego, as coisas começam a melhorar um pouco (em relação ao $$$) e os planos de compra de um possante já entram em ação. Planos e contas, claro. 😉

Para alguns, um sonho distante. Para outros impossível. Para alguns … um pesadelo. 🙁

Mas o desejo está lá. Eu quero um carro. Eu terei um carro ! Eu posso ter um carro !! 😀

Posso ?

Como disse, basta conseguir o primeiro emprego, bastam as contas começarem a entrar nos eixos, basta começar a sobrar um troco para que os cálculos comecem.

“Quanto sobra mensalmente do meu salário ?”, “Com R$500 mensais eu já posso comprar um carrinho legal !”, “Novo ou usado ?”, etc etc etc … São as perguntas que mais vemos serem feitas por quem está pensando em comprar um carro. Os números estão favoráveis. Ele já pode comprar um !! 🙂

Claro que pode ! Basta fazer um financiamento … 4 ou 5 anos e o carro já estará quitado ! “Tenho uma sobra de R$500 no meu orçamento, isso é suficiente para pagar a parcela do mês.” Show !!

Não é assim que a coisa funciona ? Basta que você tenha a disponibilidade de caixa para pagar a parcela do mês e pronto: o carro é seu ! 😀

Não ?

… e o combustível ?

É verdade … E o combustível ? A sua sobra de caixa de R$500 é suficiente apenas para pagar a parcela mensal do financiamento … 🙁

Pensa daqui … Pensa dali … Pronto, a solução aparece: o dinheiro que é ganho de vale transporte é suficiente para arcar com os gastos mensais com o combustível !! Fantástico !

Pronto ! Tenho dinheiro para pagar o financiamento e o combustível. Mais nada pode me impedir de comprar o meu tão sonhado carrinho …

Não ?

… onde vai estacionar ?

É verdade … Onde estacionarei o carro ? A dúvida é válida tanto para o estacionamento residencial, quanto para o local de trabalho …

Não são todas as residências que “permitem” que você estacione na rua, em frente à sua casa. O mesmo pode ser dito para o seu local de trabalho. Existem locais que simplesmente não oferecem esta possibilidade. Seja por motivos de segurança ou pela indisponibilidade de estacionamento propriamente dito.

Portanto … você terá mais um gasto: o estacionamento. Que tal uns R$250 mensais para isso ? É … esse é o valor médio de uma vaga de garagem (aluguel, mensalista em estacionamento rotativo, etc) aqui em Floripa. Tem como arcar com esse custo extra ? Não precisa ? Que bom ! 🙂

Agora já está liberada a compra do carro !

Não ?

… e o IPVA ?

É verdade … E o IPVA ? A sua grana está contada … Lembra ? Só tem o suficiente para a parcela do financiamento e o da gasolina … De onde vai arranjar para o IPVA ? Ao menos uns R$600, por ano, serão necessários para isso …

Sim, você precisará de pelo menos R$50 mensais para ficar em dia com as taxas e impostos do seu carro …

Você pensa … Lembra da necessidade e do desejo de se ter um carro … R$50 … Pensa … e enxerga a possibilidade de cortar em algum lugar, liberando os R$50 necessários. Vai ficar super apertado … Mas é o seu desejo ! É a sua necessidade !!

Pronto ! Já tem o dinheiro para a parcela mensal, para o combustível, não precisará arcar com o custo de uma vaga de estacionamento, e já desenterrou o necessário para pagar o IPVA. Já está pronto para comprar o carro !?

Não ?

… e a manutenção ?

É verdade … E a manutenção ? Putz … 🙁

Em uma pesquisa rápida, realizada no Twitter do Clube, levantamos o quanto foi gasto no ano passado com a manutenção do carro. Confesso que o resultado me assustou … Os valores gastos estão bem acima do que eu havia imaginado ! 😯

Talvez por terem sido bem acima do que eu gasto anualmente (em média) com o meu. R$2000 (adotei esse valor como sendo a “média”) gastos anualmente com a manutenção ?! Caramba !!!

Você está preparado para destinar R$170 mensais para uma poupança manutenção ? É perto disso que precisará para ficar em dia com o possante …

A coisa está ficando complicada, a compra começa a ficar cada vez mais distante …

… e o seguro ?

É verdade … E o seguro ?!

Caramba, mais isso ? Mais uns R$1200 anuais ? Mais cenzão por mês ? De onde arranjar isso ?

Não tem ? Não vai ter seguro ? E se acabar se envolvendo em um acidente ? E se for assaltado ? E se … ? Infelizmente é o tipo de gasto que torcemos para não ter utilidade, que não precise ser usado. Mas … como diz o nome, é um seguro. É para se proteger …

Não vai contratar ? Vai assumir o risco de se meter em uma bela encrenca ? Ou pior … correr o risco de perder o carro, caso se envolva em um acidente maior, ou até mesmo de roubarem ele … 🙁

É … não é só o financiamento !

Esse é o problema ! A maioria das pessoas que pensa em comprar um carro, e que enxerga apenas a parcela mensal do financiamento como a barreira para se comprar um carro, deixa de ver que a compra de um automóvel envolve uma gama de variáveis, uma lista de gastos extras e que são obrigatórios …

Enxerga a parcela pura e simples, e se esquece de todo o resto …

Somou os “extras” ? Viu que o valor deles é quase igual (se não superior …) ao que será gasto com a parcela do financiamento ?

Entendeu o “pesadelo” que falei lá no começo ? 🙁

A compra de um carro é algo que precisa ser muito bem analisada. Muito bem pensada. Muita reflexão … Infelizmente não é uma conta simples, e muito menos barata.

Mas me diga: você pensou em tudo isso na hora que comprou o seu carro ? Os valores apresentados combinam com o que você costuma desembolsar mensalmente ?

Todo começo de ano é a mesma coisa …

Já virou hábito do brasileiro, chega janeiro e o povo tasca a reclamar da concentração de contas pesadas justamente no começo do ano. Justamente quando “… estamos sem dinheiro …”, mas precisa mesmo ser assim ?

Claro … não vou nem comentar o fato de estarem “sem dinheiro“, pois o 13º acabou de ser dado. (farei de conta que não sei que ele ou foi usado para gastar e gastar e gastar nas festas de final de ano, ou foi para a quitação de dívidas que surgiram durante o ano que passou)

Mas então, de que forma proceder para não sermos “pegos de surpresa” (mesmo todos sendo sabedores que no começo do ano temos IPTU, IPVA, material escolar, etc) pelos gastos do começo do ano ? Simples !! Planejamento é a resposta. 🙂

Não é nenhuma surpresa

Antes de mais nada: vamos acabar com essa história de que é uma conta inesperada, que nos pegou de surpresa. Todos sabem, e estão mais do que acostumados, que o mês de janeiro é caracterizado por estes gastos padrão, normalmente altos – eu sei -, que tanto incomodam a população.

E o pior é que esta é uma tarefa simples ! Não será preciso nenhum cálculo matemático complexo, somente uma folha de papel, uma caneta e o seu comprometimento. Só !

Coloque nesta folha quais são as contas que deverão ser pagas no início do ano, normalmente temos o IPTU, IPVA e o material escolar. Coloque do lado de cada uma delas o valor que “te pegou de surpresa este ano”, afinal você não tem como saber o valor a ser pago em 2013, a única informação que temos é a dos anos já pagos.

Com o valor em mãos a coisa fica fácil, muito fácil ! Pegue-o e divida por 12, coincidentemente o número de meses do ano. Pronto, agora você já sabe o valor que precisará separar mensalmente de seu orçamento para que não seja pego de “surpresa” todos os anos. Pegue o valor (x/12) e deposite todos os meses em uma caderneta de poupança. (sim, o mais simples de todos para não criar dificuldade alguma …)

“Tá, mas esse não será o valor que pagarei no ano que vem !!”

Exato ! Lembra que falei que realmente não temos como saber o valor exato dos pagamentos a serem efetuados no próximo ano ? Mas quer ver como chegaremos bem próximos disso ?

Continue lendo …

Como sair da pobreza absoluta e se tornar um milionário da noite para o dia ?

 

Sabe aquela velha briga de classes, onde os mais “abonados” têm injustas vantagens em relação às pessoas mais simples ? E os que formam a base da pirâmide enfrentam barreiras que os do topo nem cogitam sua existência ?

Preste atenção na imagem abaixo. Ela contém um dos ensinamentos mais importantes que você deve aprender em sua jornada rumo a uma vida financeiramente saudável. Observe-a com atenção e tente extrair os principais conceitos contidos nela. Já aviso que provavelmente gerará alguma discussão e “revolta” em determinados grupos de pessoas … Mas o conteúdo dela é fundamental para que você possa seguir adiante.

 

banco imobiliário da vida real com mudança de níveis

 

Conseguiu compreender a lição ? Consegue enxergar que as coisas são um pouco diferentes do que a propaganda “vermelha” tenta nos vender ?

Sim, quem está nos níveis mais elevados da pirâmide social tem inúmeras vantagens em relação aos que estão mais próximos da base. “Tem dinheiro de sobra“, diriam alguns. Em alguns casos isso até é mesmo uma verdade, mas a principal vantagem competitiva que eles têm é a disponibilidade de tempo para dedicar-se à Educação. Está lembrado que há alguns dias falamos sobre a relação direta em o tempo na escola e o tamanho da renda ?

Pois então … as pessoas mais abonadas têm a vantagem de poder se dedicar, exclusivamente, aos estudos. Durante o tempo que “quiserem”. Podem completar o ensino básico, o ensino médio, concluir o ensino superior, provavelmente na universidade (e no curso) que quiserem, fazer cursos de especialização (pós, MBA, etc), sem a pressão de ter que colocar comida na mesa. Sem precisarem se preocupar com as contas … Eles têm o dinheiro (dos pais) que permitem que isso aconteça.

Já na classes mais próximas da base a história é justamente a contrária. Graças à situação financeira da família, muitas crianças se vêm obrigadas a largar os estudos para poder ajudar a complementar a renda familiar. Precisam abrir mão do ensino médio (algumas até mesmo da conclusão do básico), arranjar um emprego e ajudar a pagar as contas. Essa é uma história comum entre as famílias mais simples. Alguns até conseguem levar o trabalho em conjunto à escola, porém neste momento o aprendizado acaba não sendo completo.

Vantagem “injusta”

Lembra que o filho do “rico” pode se dedicar somente à escola ? (que provavelmente será particular) Graças a isso ele tem mais tempo livre para estudar em casa, bem como para descansar, e absorver aquilo que foi aprendido. Enquanto isso, no outro lado da balança, o jovem mais simples que ainda pode ir à escola (trabalhando e estudando ao mesmo tempo) tem pouco tempo livre para complementar o que foi visto em sala de aula e ainda menos para recuperar as energias.

A vantagem competitiva dos mais ricos, muitas vezes, não é o dinheiro em si. O que lhes dá uma vantagem “injusta” é esta possibilidade de dedicar-se exclusivamente aos estudos. O dinheiro em si, pode ser um catalizador para a perda do status social de alguns jovens. Quantas histórias já ouvimos de pessoas que tinham de tudo, das famosas dinastias (famílias que tinham fortuna e destacavam-se perante a sociedade), e que do nada passaram a viver uma vida mais simples ? Normalmente na troca de uma geração pela seguinte …

Sim, foram crianças que tiveram acesso a toda a educação que precisavam e que se podia imaginar. Mas que por alguma razão acabaram não aproveitando. Filhos que só queriam saber de festa e “aproveitar a vida” …

É uma vantagem “injusta” do ponto de vista que a oportunidade de dedicar-se inteiramente aos estudos deveria ser oferecida aos dois grupos. Porém esta não acaba sendo a realidade …

Outro exemplo de que a vantagem “injusta” não é o dinheiro puro e simples ? Quantas e quantas histórias de pessoas que ganharam prêmios milionários (loteria ou em programas de TV) e que em pouco tempo acabaram perdendo tudo ? Mais exemplos ? Esportistas que ganham verdadeiras fortunas, ao largarem a carreira veem-se em problema em pouco tempo. Ambos, muitas vezes, não tiveram a oportunidade real de se dedicar aos estudos enquanto jovens. “Do nada” surge uma bolada e aquilo acaba desaparecendo na mesma velocidade …

Sim, o dinheiro faz MUITA diferença

Não sou louco para negar a linha de pensamento que diz que o dinheiro (puro e simples) faz MUITA diferença. Ele é capaz de permitir que um jovem mais abonado possa tentar diversas vezes, diversos tipos de empreendimento, quebrando de vez em quando, até encontrar um que lhes traga o sucesso. Já para quem tenta empreender, sem esta segurança por trás …

O dinheiro te permite ter as mais diversas experiências. Te permite conhecer diversas culturas, diversos tipos de serviços (em diversos países), possibilitando que você encontre algo que outros não pensariam em criar. Mas dificilmente acontecerá sem ter a base educacional que já falamos.

Dizer que o dinheiro não faz diferença alguma ? Impossível …

Dizer que o dinheiro sozinho é quem faz a diferença ? É errado também …

No frigir dos ovos, quem se atém a esse ponto, que só usa o argumento do “ah, mas ele só se deu bem porque a família dele já tinha dinheiro blá blá blá” acaba perdendo uma ótima oportunidade de aprender com quem teve a oportunidade e que, acima de tudo, a aproveitou.

Não seria muito mais interessante descobrir o que deu tão certo na vida de alguém bem sucedido, para tentar replicar na sua própria vida ? Não dá mais tempo ? Que tal aprender para permitir que seus filhos tenham esta oportunidade ?

O problema é que a discussão acaba sempre chegando da pergunta que incomoda muita gente: Quantas famílias miseráveis conseguiram subir na vida a ponto de se tornarem milionárias ? Não seria muito mais interessante estas mesmas pessoas se perguntarem: O que é preciso para que uma família de miseráveis se torne uma família de classe média ? (e não vale usar a definição que o PT tentou emplacar, abaixando os valores para incluir mais gente nela) O que é preciso para que esta família agora possa ascender à alta ? E agora, o que fazer para formarem uma dinastia ?

Não … querem que, num passe de mágica, seja tudo automático e instantâneo. Não querem enxergar que o crescimento financeiro se dá aos poucos. Um degrau de cada vez.

Depois disso tudo …

… retorne à imagem que deu início a esse texto. Tente enxergar o que está nela sob esta ótica.

O que você me diz ?

Problemas com o uso do STOP ?

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Antes de qualquer coisa, me responda: Você já teve problemas com o uso do STOP em suas operações bolsa ?

Que tipo de problema ? Colocar no lugar errado, seja muito perto do lugar “certo”, ou muito longe dele. Ou o pior caso: Não ter usado …

Você pode ter certeza, não foi o único que já enfrentou esse problema. Sim, generalizei a resposta, contando com 100% de respostas positivas à pergunta anterior. Por quê ? Porque 100% dos investidores já tiveram problemas ao usar o STOP. Se disser que nunca teve esse problema, me desculpe, você está mentindo. 🙂

O STOP é uma das ferramentas mais úteis para o investidor em bolsa, uma das mais úteis e ao mesmo tempo mais controversas. Útil pois salva seu capital e controversa pois não existe uma forma única de usa-la, existem tantas variações quanto for possível imaginar. Alguns colocam x% abaixo do valor de compra, outros um mesmo tanto em R$ … Outros colocam este percentual ou valor abaixo (ou acima) de um suporte/resistência. Ainda existem os que usam ferramentas de análise técnica para melhor posicionar. São tantas maneiras que é melhor eu não começar a tentar relaciona-las.

Um STOP mal colocado …

Sim, um STOP mal colocado pode trazer muita dor de cabeça. Seja por ter sido colocado muito abaixo de um suporte (ou acima de uma resistência), ou por ter sido usado de maneira precipitada …

Colocado muito longe do ponto “certo” é um prejuízo maior do que era para ter sido … Colocado antes da hora, é um prejuízo que poderia ser um lucro. Qual dos dois é pior ? Difícil de responder … perder dinheiro é sempre ruim.

O pior erro do STOP …

é não ter sido usado. Sim, sem dúvida alguma esta é a pior forma de usar esta ferramenta: Não usando-a. É a pior, a que traz mais prejuízo, a que mais dá raiva – mas rivaliza com o STOP antes da hora, a que mais dói.

Quer ver “dor de corno” maior do que aquela que dá depois de o mercado ter realmente ido contra a sua expectativa e você pensa: “Ah se eu tivesse usado o STOP naquele momento …”

Normalmente ele é mais indicado para quem usa a análise gráfica … mas tenho minhas dúvidas se não é indicado para todos os tipos de analistas. Cada um no seu tempo gráfico, mas com possibilidades de uso bem claras.

Mas quem é o culpado ?

Agora, você quer saber quem é o verdadeiro culpado pelos erros e problemas causados por um STOP mal (ou não) acionado ? VOCÊ ! Única e exclusivamente você !! (tá tá … pode ter dado erro na hora de passar a ordem ou qualquer coisa parecida … mas a priori a culpa é sua !)

Sabe aquele STOP que havia sido pré definido e não foi acionado ?
– “Rompendo tal ponto eu stopo essa operação”

??!!??

Ele já havia sido cadastrado na hora em que a operação foi montada ou você ficou de aciona-lo na hora que viesse a acontecer ? Se ele não foi acionado na hora planejada tenho quase certeza que foi porque você ficou com a segunda opção … estou certo ?

Sabe o que aconteceu ? Seu emocional falou mais alto nessa hora. Foi ele quem disse: “Espera mais um pouco … o mercado vai virar e a sua posição vai se tornar vencedora.” Não foi ?

O emocional é o seu maior inimigo na hora de operar. Na grande maioria das vezes é ele quem te dá uma rasteira … não são nem os tubas nem qualquer outra pessoa … é você mesmo.

Ele é quem te faz achar que está sempre certo. É ele que sempre te dá esperança para achar que todo o resto está errado, e você, como sempre, certo. É ele que te faz achar que mesmo contra sua posição, mostrar que tende a continuar contra, o mercado mudará de rumo e te trará lucro.

Como fugir desse erro ?

Se esse é o seu caso – e digo que é o meu … – a melhor alternativa talvez seja o uso de um STOP automático. Para quem usa Home Broker isso é mais fácil, pois já pode definir logo no início da operação. Para quem opera via telefone … já é um pouco mais complicado. Deixando o acionamento do STOP em modo automático você não será sabotado pela emoção, pois ela normalmente está pouco presente na hora em que tomamos a decisão de iniciar um trade. Normalmente ela aparece quando o negócio já está “dando errado”.

Lembre-se: Quanto menos emocional, e mais racional, for o seu método operacional, maior a chance de lucros.

Pode ter certeza. 😉