Clube do Pai Rico
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Como sair da pobreza absoluta e se tornar um milionário da noite para o dia ?

 

Sabe aquela velha briga de classes, onde os mais “abonados” têm injustas vantagens em relação às pessoas mais simples ? E os que formam a base da pirâmide enfrentam barreiras que os do topo nem cogitam sua existência ?

Preste atenção na imagem abaixo. Ela contém um dos ensinamentos mais importantes que você deve aprender em sua jornada rumo a uma vida financeiramente saudável. Observe-a com atenção e tente extrair os principais conceitos contidos nela. Já aviso que provavelmente gerará alguma discussão e “revolta” em determinados grupos de pessoas … Mas o conteúdo dela é fundamental para que você possa seguir adiante.

 

banco imobiliário da vida real com mudança de níveis

 

Conseguiu compreender a lição ? Consegue enxergar que as coisas são um pouco diferentes do que a propaganda “vermelha” tenta nos vender ?

Sim, quem está nos níveis mais elevados da pirâmide social tem inúmeras vantagens em relação aos que estão mais próximos da base. “Tem dinheiro de sobra“, diriam alguns. Em alguns casos isso até é mesmo uma verdade, mas a principal vantagem competitiva que eles têm é a disponibilidade de tempo para dedicar-se à Educação. Está lembrado que há alguns dias falamos sobre a relação direta em o tempo na escola e o tamanho da renda ?

Pois então … as pessoas mais abonadas têm a vantagem de poder se dedicar, exclusivamente, aos estudos. Durante o tempo que “quiserem”. Podem completar o ensino básico, o ensino médio, concluir o ensino superior, provavelmente na universidade (e no curso) que quiserem, fazer cursos de especialização (pós, MBA, etc), sem a pressão de ter que colocar comida na mesa. Sem precisarem se preocupar com as contas … Eles têm o dinheiro (dos pais) que permitem que isso aconteça.

Já na classes mais próximas da base a história é justamente a contrária. Graças à situação financeira da família, muitas crianças se vêm obrigadas a largar os estudos para poder ajudar a complementar a renda familiar. Precisam abrir mão do ensino médio (algumas até mesmo da conclusão do básico), arranjar um emprego e ajudar a pagar as contas. Essa é uma história comum entre as famílias mais simples. Alguns até conseguem levar o trabalho em conjunto à escola, porém neste momento o aprendizado acaba não sendo completo.

Vantagem “injusta”

Lembra que o filho do “rico” pode se dedicar somente à escola ? (que provavelmente será particular) Graças a isso ele tem mais tempo livre para estudar em casa, bem como para descansar, e absorver aquilo que foi aprendido. Enquanto isso, no outro lado da balança, o jovem mais simples que ainda pode ir à escola (trabalhando e estudando ao mesmo tempo) tem pouco tempo livre para complementar o que foi visto em sala de aula e ainda menos para recuperar as energias.

A vantagem competitiva dos mais ricos, muitas vezes, não é o dinheiro em si. O que lhes dá uma vantagem “injusta” é esta possibilidade de dedicar-se exclusivamente aos estudos. O dinheiro em si, pode ser um catalizador para a perda do status social de alguns jovens. Quantas histórias já ouvimos de pessoas que tinham de tudo, das famosas dinastias (famílias que tinham fortuna e destacavam-se perante a sociedade), e que do nada passaram a viver uma vida mais simples ? Normalmente na troca de uma geração pela seguinte …

Sim, foram crianças que tiveram acesso a toda a educação que precisavam e que se podia imaginar. Mas que por alguma razão acabaram não aproveitando. Filhos que só queriam saber de festa e “aproveitar a vida” …

É uma vantagem “injusta” do ponto de vista que a oportunidade de dedicar-se inteiramente aos estudos deveria ser oferecida aos dois grupos. Porém esta não acaba sendo a realidade …

Outro exemplo de que a vantagem “injusta” não é o dinheiro puro e simples ? Quantas e quantas histórias de pessoas que ganharam prêmios milionários (loteria ou em programas de TV) e que em pouco tempo acabaram perdendo tudo ? Mais exemplos ? Esportistas que ganham verdadeiras fortunas, ao largarem a carreira veem-se em problema em pouco tempo. Ambos, muitas vezes, não tiveram a oportunidade real de se dedicar aos estudos enquanto jovens. “Do nada” surge uma bolada e aquilo acaba desaparecendo na mesma velocidade …

Sim, o dinheiro faz MUITA diferença

Não sou louco para negar a linha de pensamento que diz que o dinheiro (puro e simples) faz MUITA diferença. Ele é capaz de permitir que um jovem mais abonado possa tentar diversas vezes, diversos tipos de empreendimento, quebrando de vez em quando, até encontrar um que lhes traga o sucesso. Já para quem tenta empreender, sem esta segurança por trás …

O dinheiro te permite ter as mais diversas experiências. Te permite conhecer diversas culturas, diversos tipos de serviços (em diversos países), possibilitando que você encontre algo que outros não pensariam em criar. Mas dificilmente acontecerá sem ter a base educacional que já falamos.

Dizer que o dinheiro não faz diferença alguma ? Impossível …

Dizer que o dinheiro sozinho é quem faz a diferença ? É errado também …

No frigir dos ovos, quem se atém a esse ponto, que só usa o argumento do “ah, mas ele só se deu bem porque a família dele já tinha dinheiro blá blá blá” acaba perdendo uma ótima oportunidade de aprender com quem teve a oportunidade e que, acima de tudo, a aproveitou.

Não seria muito mais interessante descobrir o que deu tão certo na vida de alguém bem sucedido, para tentar replicar na sua própria vida ? Não dá mais tempo ? Que tal aprender para permitir que seus filhos tenham esta oportunidade ?

O problema é que a discussão acaba sempre chegando da pergunta que incomoda muita gente: Quantas famílias miseráveis conseguiram subir na vida a ponto de se tornarem milionárias ? Não seria muito mais interessante estas mesmas pessoas se perguntarem: O que é preciso para que uma família de miseráveis se torne uma família de classe média ? (e não vale usar a definição que o PT tentou emplacar, abaixando os valores para incluir mais gente nela) O que é preciso para que esta família agora possa ascender à alta ? E agora, o que fazer para formarem uma dinastia ?

Não … querem que, num passe de mágica, seja tudo automático e instantâneo. Não querem enxergar que o crescimento financeiro se dá aos poucos. Um degrau de cada vez.

Depois disso tudo …

… retorne à imagem que deu início a esse texto. Tente enxergar o que está nela sob esta ótica.

O que você me diz ?

Todo começo de ano é a mesma coisa …

Já virou hábito do brasileiro, chega janeiro e o povo tasca a reclamar da concentração de contas pesadas justamente no começo do ano. Justamente quando “… estamos sem dinheiro …”, mas precisa mesmo ser assim ?

Claro … não vou nem comentar o fato de estarem “sem dinheiro“, pois o 13º acabou de ser dado. (farei de conta que não sei que ele ou foi usado para gastar e gastar e gastar nas festas de final de ano, ou foi para a quitação de dívidas que surgiram durante o ano que passou)

Mas então, de que forma proceder para não sermos “pegos de surpresa” (mesmo todos sendo sabedores que no começo do ano temos IPTU, IPVA, material escolar, etc) pelos gastos do começo do ano ? Simples !! Planejamento é a resposta. 🙂

Não é nenhuma surpresa

Antes de mais nada: vamos acabar com essa história de que é uma conta inesperada, que nos pegou de surpresa. Todos sabem, e estão mais do que acostumados, que o mês de janeiro é caracterizado por estes gastos padrão, normalmente altos – eu sei -, que tanto incomodam a população.

E o pior é que esta é uma tarefa simples ! Não será preciso nenhum cálculo matemático complexo, somente uma folha de papel, uma caneta e o seu comprometimento. Só !

Coloque nesta folha quais são as contas que deverão ser pagas no início do ano, normalmente temos o IPTU, IPVA e o material escolar. Coloque do lado de cada uma delas o valor que “te pegou de surpresa este ano”, afinal você não tem como saber o valor a ser pago em 2013, a única informação que temos é a dos anos já pagos.

Com o valor em mãos a coisa fica fácil, muito fácil ! Pegue-o e divida por 12, coincidentemente o número de meses do ano. Pronto, agora você já sabe o valor que precisará separar mensalmente de seu orçamento para que não seja pego de “surpresa” todos os anos. Pegue o valor (x/12) e deposite todos os meses em uma caderneta de poupança. (sim, o mais simples de todos para não criar dificuldade alguma …)

“Tá, mas esse não será o valor que pagarei no ano que vem !!”

Exato ! Lembra que falei que realmente não temos como saber o valor exato dos pagamentos a serem efetuados no próximo ano ? Mas quer ver como chegaremos bem próximos disso ?

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Devo quitar minhas dívidas ou formar meu colchão de segurança ?

A bola foi levantada pelos amigos Rodrigo Alcimar nos comentários do excelente artigo de Silvia Soares: tendo alguma dívida, devo quitá-la ou formar meu colchão de segurança ?

Dê uma olhada nos comentários em questão:

Olá,

O texto está excelente, porém uma dúvida apareceu: Tempos atrás fiz um curso de finanças/investimentos onde uma das regras do palestrante era a de guardar os 10% do salário independente da minha situação atual, ou seja, mesmo que eu estivesse devendo cheque especial por exemplo, deveria guardar o dinheiro antes de pagar as contas, pois ele serviria mais tarde para me livrar das dívidas.

Só que sempre ficou a dúvida, se eu guardar na poupança(até se ter suficiente para outra aplicação) 10% de meu rendimento, mesmo que isto signifique ficar devendo cheque especial, no final das contas, o meu rendimento será muito menor do que os juros do cheque. Então, qual é o método mais recomendado?

Abraços e parabéns!
Rodrigo

Não concordo com a ideia de que não se poder guardar ou investir nada enquanto se está endividado, em uma fase ruim, guardei 10% de tudo que ganhava, mesmo deixando de pagar alguma conta no mês, e isso me salvou, quando tive um problema de saúde e precisei de grana, ao invés de me enrolar mais ainda com minhas dividas pude utilizar o dinheiro que estava guardado. Além do mais com dinheiro faltando você consegue diminuir gastos, porque só te resta isso.

As dividas devem ser negociadas, nunca enroladas. Acredito no pagamento das dividas o mais rápido possível, mas sem nunca esquecer de guardar pelo menos 10% para que em caso de emergência não ter que voltar com dividas que já foram pagas ficando num eterno endividamento.

Alcimar

E ai, concorda, discorda ? Ou dá corda ? 🙂

Será que ao destinar 10% para o colchão a pessoa está agindo da melhor maneira ? Está agindo de uma maneira financeiramente inteligente ou apenas criando um escudo “moral” contra problemas de grana futuros ?

Vamos às contas !

Uma pessoa ganha R$ 2.000,00 – portanto “deve” separar R$ 200,00 todos os meses. O dinheiro que é separado vai para um fundo de renda fixa que rende algo perto de 1% ao mês (sim, é um valor alto e raro, mas é um exemplo … ok ?) para formar o colchão de segurança dela. Mas de outro lado ela tem uma dívida de R$ 1.000,00 que cresce numa proporção de 10% ao mês. Vale a pena destinar os R$ 200,00 para o colchão deixando a dívida de lado ? Claro que não ! A dívida crescerá ~R$ 100/mês enquanto o colchão cresce apenas R$ 2,00. A dívida crescerá numa velocidade muito superior ao colchão …

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As lições sobre dinheiro que só uma mesada nos traz

Muitos de nossos problemas financeiros começam já na infância. Seja por falta de conhecimento dos pais, ou por causa da realidade em que a criança está inserida. Mas se os pais soubessem como uma pequena atitude poderia ajudar seus filhos … 🙁

São muitas as famílias onde não existe o uso da ferramenta, popularmente conhecida como mesada, que poderia ajudar bastante nos primeiros – e fundamentais – passos de uma Educação Financeira de qualidade. Algumas por não ter a condição financeira ideal para fornecer uma quantia mensal a seus filhos. Outras por não ter a mínima noção do dinheiro e da importância que um orçamento (controlado e “restrito”) tem nesta etapa de crescimento e aprendizado das crianças.

Não ter uma mesada …

Sim, é “errado” você não criar uma mesada para seus filhos, dando preferência por dar o dinheiro necessário a cada nova necessidade deles. No momento em que você cria um valor mensal, definido e recorrente, você estará proporcionando ao seu filho um pouco da realidade que encontrará na vida adulta. Lá existirá o salário, que deverá ser usado (da melhor forma possível) para viabilizar o orçamento da pessoa.

A partir do momento que você não cria a “instituição” mesada, e entrega dinheiro à criança a cada solicitação, a cada nova necessidade dela, você passa uma imagem errada do que ela (provavelmente) encontrará na vida adulta: a de que o dinheiro é infinito e que basta você querer que ele estará lá. (podendo até mesmo ser prolongado o assistencialismo dos pais)

Mas o mais provável é que veremos a criança substituir os pais pela figura do banco, através do cheque especial e do cartão de crédito. Lembre-se: ela não teve acesso a um treinamento muito importante que toda a criança deveria ter desde pequena. Não ter que lidar com um orçamento limitado faz com que conceitos básicos de Educação Financeira sejam desconhecidos para ela. As chances de vermos um adulto que não tem controle algum sobre seus gastos, parecendo que ganha pouco (por maior que seja seu salário), são grandes.

Uma situação diferente é vivida pelo adulto que não teve mesada quando criança, mas por falta de condições financeiras da família. Ela provavelmente tenha tido uma infância com acesso restrito a determinados produtos e serviços. Não ganhava a mesada, mas também não ganhava o dinheiro que “precisava” (ou queria) quando pedia. Ela não terá a experiência (real, pois quem precisava se virar nos 30 eram os pais) de um orçamento limitado. Um adulto com este tipo de experiência corre o risco de se perder nos gastos a partir do momento que passa a receber um salário.

E isso é muito comum !! Por não ter tido acesso às coisas que tinha vontade quando mais jovem, a partir do momento que passa a ganhar o seu próprio dinheiro, através do trabalho, a pessoa gasta “à vontade”. Porém as chances de que o erro seja repetido por um prazo mais longo são menores do que as da pessoa que foi criada ganhando tudo que queria ao pedir.

Mas como calcular o valor da mesada ?

Uma pergunta importante e que terá uma resposta: varia de criança para criança. 🙂

As crianças têm necessidades diferentes, elas têm interesses diferentes. Portanto cada criança apresentará um “orçamento” diferente. É com base neste orçamento que você deverá calcular o quanto deve ser pago mensalmente à criança. Não existe uma fórmula mágica que indique um valor único para uma criança só ao sabermos a idade dela, por exemplo. Dependerá do meio em que ela vive, das condições financeiras dos pais, da idade dela, etc etc etc.

Alguns pais acham que os gastos com educação também devem fazer parte do orçamento, da mesada. Outros não … Por exemplo, gastos com fotocópias, material de apoio – lápis, caneta, caderno, borracha – e merenda. Ao incluir estes itens no valor da mesada, você estará passando o recado que todo e qualquer gasto que ela venha a ter é de responsabilidade dela, e que o dinheiro que ela tem atende a essa necessidade. Ao deixar de fora, talvez passe o recado de que “ah, algumas coisas você pode deixar que o pai te ajuda“, sabe ?

Acredito que o ideal seja incluir realmente todos os gastos que fazem parte do orçamento da criança nas contas que apontarão o valor da mesada. Afinal de contas é você que vai pagar mesmo … 😉

Uma coisa é importante: um acompanhamento de como a criança vem gastando o dinheiro. Ver se ela está direcionando os valores que você lhe entregou para as devidas finalidades. Ou você nunca deixou de comprar algo que precisava para ir num bar com os amigos, ou para comprar uma roupa nova ?

Vou dar um exemplo: nas contas da mesada existiam os gastos com merenda, um misto-quente e um refrigerante. Esse valor se repetiria os 5 dias da semana, as 4 semanas do mês. Certo ? Mas e se a criança deixasse de comer o lanche durante alguns dias … O valor deve ser “apreendido” ou deve ser mantido pela criança ? Ela deixou de comer porque não tinha fome, ou porque queria economizar ? Ela aprendeu a economizar, ou forçou uma economia para acumular um trocado extra ?

O assunto te interessa ?

Se sim – e tenho a certeza de que a sua resposta foi sim – lhe indico a leitura do livro “Mesada não é só dinheiro” de Reinaldo Domingos. Nele o tema é amplamente discutido, apresentando diversas formas de mesada que uma criança pode receber, com importantes lições em cada uma delas.

Uma leitura tranquila e agradável, obrigatória para todo e qualquer pai que se preocupa com o futuro financeiro de seus filhos.

 

Mesada não é só dinheiro

Nota do Site:
5 Moedas

Mesada não é só dinheiro
Reinaldo Domingos

Editora: DSOP
Ano: 2015
Edição: 1
Número de páginas: 150
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

Compre seu livro no Submarino

 

Mas me diga … como você lida com este tema em sua casa ? Como funciona a mesada de seus filhos ?

ISI – Iniciando seus Investimentos

Cansado de precisar pedir orientação de investimento ao gerente do banco e ele te indicar um título de capitalização ?

 

Opa, tudo certo ? Aqui é o Zé da Silva do Clube do Pai Rico e a partir de hoje você não precisará mais enfrentar esse problema. 🙂

As inscrições para o ISI – Iniciando seus Investimentos, o curso onde irei lhe apresentar tudo o que você precisa para começar a investir, sabendo como investir, estão liberadas ! Um curso voltado a quem deseja começar a investir, mas que nunca teve contato com este “mundo das finanças”, que não entende o linguajar que muitos insistem em usar, e que está cansado de precisar recorrer ao gerente do banco na hora de investir e receber a indicação de um excelente título de capitalização … Isso já aconteceu com você ?

Como você já sabe, sou Carlos Augusto Lippel, vulgo Zé da Silva, proprietário do Clube do Pai Rico, site que mantenho há 16 anos e onde compartilho o conhecimento financeiro que adquiri em toda a minha jornada.

Me perguntaram por qual motivo decidi criar o curso agora, afinal sempre publiquei tudo no site …

Simples: para facilitar a transmissão do conhecimento necessário para todos os que desejam começar a investir, ou melhorar seu desempenho em seus investimentos atuais. Através do formato curso, posso fazer uso das mais diversas mídias para levar a informação da forma mais simples possível até você. Tudo concentrado em um só lugar. Tudo organizado de forma que venha a facilitar ainda mais a compreensão de todo o conteúdo compartilhado. 🙂

Como defini o conteúdo do curso ? Já são mais de 20 anos envolvido neste universo dos investimentos. Aprendi muita coisa … Vi coisas boas e outras muito ruins sendo oferecidas. A minha história começa da pior forma possível. (ao menos é assim que enxergo hoje, com mais experiência)

Já possuía algum dinheiro investido na caderneta de poupança, dinheiro que meu vô havia me dado em algum momento da minha infância. Ele tinha aproveitado uma promoção realizada pelo Banco Meridional, onde um cofrinho no formato de globo terrestre era dado para quem abrisse uma conta com eles. Ele criou uma poupança para minha irmã e outra para mim, mas o cofrinho nunca veio … Já a minha primeira aplicação financeira estava lá. 😉

Um pouco mais velho, na faixa dos 18 anos, abri minha conta em outro banco e fui fazer minha primeira aplicação. Por ainda não entender praticamente nada sobre os investimentos por eles ofertados, recorri à minha gerente de conta: “Oi, tudo bom ? Gostaria de aplicar esse dinheiro em algo, que não seja a poupança. Qual seria o melhor investimento pra mim ?” Não, ela não me ofereceu um título de capitalização. Mas foi quase isso … Ela me empurrou um fundo de renda fixa que tinha taxa de administração de 5% ao ano !! 😯

Ah, mas tem resgate automático !(para mim, que não mexeria naquela grana, não fazia a menor diferença …)

Eu, sem saber de nada, aceitei a oferta e lá coloquei meu dinheiro. Me pergunta se hoje, sabendo o que eu sei, faria a mesma coisa ? 😉

Claro que não !! Depois de ter estudado muito, de ter aprendido sobre os diversos tipos de investimentos disponíveis, de ter ajudado muitos e muitos leitores do Clube, sei que esse é de longe um dos piores tipos de investimento que existe ! E sim … ainda encontramos coisas parecidas. 🙁

É justamente para evitar que você caia neste tipo de armadilha, que eu acredito que precisa aprender a investir. E precisa aprender a fazer isso por conta própria. Conhecer as características dos investimentos, saber diferenciar o que é bom, do que é ruim. Saber o que é indicado para o seu perfil, para aquilo que você está precisando naquele momento. Cada investimento tem suas próprias características e se destinam a objetivos diferentes. 🙂

O ISI – Iniciando seus Investimentos foi criado pensando em como te ajudar a compreender melhor tudo aquilo que realmente importa e é necessário para começar a investir direito, com o pé direito. Tudo de forma simples, sem economês, sem falar difícil. Para facilitar a sua compreensão e permitir que você evolua.

O curso foi separado em 3 módulos:

I – Planejamento
II – Conhecimento
III – Investimento

Afinal de contas, é assim que as decisões sobre investimentos devem ser tomadas. 😉

As aulas ocorrerão semanalmente, em um encontro nas noites de quarta-feira. Nelas teremos tempo para a exposição do conteúdo e para que você possa tirar suas dúvidas. Além disso as aulas ficarão gravadas e poderão ser consultadas quando você desejar. Serão 3 encontros, um para cada módulo.

Mas eu sei que você gostaria de ter um momento a sós, onde pudesse conversar comigo, apresentar seus objetivos e metas, rever seu planejamento e tirar alguma dúvida que porventura pudesse existir. Fique tranquilo ! Além dos 3 encontros coletivos, teremos ao final do curso um novo encontro, individual, com duração de 1h, para que possamos fazer tudo isso. 🙂

Teremos também um grupo no Telegram onde os alunos poderão conversar e trocar experiências entre si, tirar dúvidas e compartilhar suas vitórias.

Está pronto para começar ? Então vamos lá !!! Clique no link abaixo e faça agora mesmo a sua inscrição ! São apenas 30 vagas disponíveis, justamente para permitir que cada participante possa aproveitar ao máximo a experiência.

Por apenas 12xR$27 (ou à vista, com desconto, por R$297) você terá acesso ao curso e a todo o conhecimento necessário para começar a investir com sucesso e tranquilidade ! 🙂

Viu ? Falei desde o início que seria um valor acessível, permitindo que todos os interessados possam participar. 😉

Caso tenha ficado com alguma dúvida, fique à vontade para entrar em contatoSerá um prazer lhe ajudar ! 🙂

O processo de vendas será todo realizado através do Hotmart, plataforma líder no segmento de vendas de produtos digitais. Eles permitem diversas formas de pagamento, você certamente encontrará a mais adequada à sua necessidade.

Abaixo listo algumas dúvidas que acredito serem as mais comuns:

– Existe um limite no número de alunos ?

Sim, temos um limite de 30 alunos. Limitando o tamanho da turma posso dedicar toda a atenção possível (e necessária) a cada um dos alunos, sanando todas suas dúvidas, orientando cada um deles no decorrer do curso e na hora de colocar os investimentos em prática.

– O curso é 100% online ? As aulas são ao vivo ou gravadas ?

Sim, e as aulas são ao vivo. Elas ficarão gravadas, você poderá assisti-las quando for melhor para você.

– Elas ficarão disponíveis por quanto tempo ?

Não existe um prazo final. Você poderá ver e rever quando quiser.

– E se eu não ficar satisfeito com o conteúdo … ?

Caso isso ocorra (e acredito que não vai ser o seu caso, hehehe), você tem um prazo de até 15 dias para solicitar a devolução do valor investido na compra do curso. É uma garantia de que você não estará perdendo o seu dinheiro.

É uma garantia oferecida para mostrar que o seu investimento é sólido ! 😉

Lembre-se: se ficar com alguma dúvida, não deixe de entrar em contato !! 🙂

E para finalizar, já lhe aviso de antemão: se você está aqui na esperança de encontrar um método milagroso, que lhe proporcionará rendimentos mensais estratosféricos, que lhe permitirão transformar centenas de reais em milhões em poucos meses … lamento lhe informar, mas não é essa a nossa proposta. Você aprenderá a investir e justamente por isso, saberá que esse tipo de promessa precisa ser encarada com bastante cuidado … 😉

 

 

Abraços !
Carlos Augusto Lippel – www.ClubedoPaiRico.com.br
Educação Financeira ao alcance de todos, há 16 anos, de forma prática e objetiva.