Clube do Pai Rico
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O sentimento de culpa que uma segunda nos traz

Vi uma reportagem na TV durante o final de semana que falava sobre academias. Nela um proprietário de uma academia no Rio ou SP falava sobre um fato interessante: a segunda-feira era o dia em que a academia ficava mais cheia. De todos os dias da semana o dia que mais ficava lotada era na segunda. Por quê ? Provavelmente pelo complexo de culpa que foi criado durante as aventuras alimentares do final de semana e que culminaram numa ida em massa dos clientes arrependidos. Nesta hora “desliguei” e comecei a refletir/comparar: “Poxa … algo parecido ocorre no site, será que tem causa semelhante ?”

Sim, é realmente parecido. A segunda feira é o dia em que mais recebemos visitas aqui no Clube. Aproximadamente 20%~25% acima da média diária. Sempre me perguntava o porquê, mas nunca havia feito uma analogia ao caso ocorrido nas academias. Mas será que é realmente um complexo de culpa, por ter gastado mais do que devia durante a folga ? Ou será que existe uma esperança de que a onda de visitas seja decorrência de algo bom … de uma troca de ideias ?

Sentimento de culpa

Se formos por essa linha, as pessoas buscariam – acima da média – informações sobre dinheiro na segunda-feira, novas formas de ganha-lo, como diminuir os gastos, como rentabilizar o que já tem; porque gastaram demais. Ou de menos.

Ligando diretamente a ideia da academia, as pessoas partiriam em busca de informação sobre dinheiro na segunda por terem gastado muito mais do que “podiam” durante o final de semana. Afinal são tantas provocações … sexta, sábado e domingo clamam por seu dinheiro. É balada, são shows, cinema, bons restaurantes, compras no shopping … a lista é grande e o resultado normalmente é um só: gastos além da conta para muitas pessoas.

Entenderam o porquê da analogia com a academia ? Enquanto os que vão correndo para os exercícios o vão porque comeram mais do que deviam, muitos dos que partem em busca de material sobre finanças o fazem porque gastaram demais.

Mas também podem existir os que gastaram de menos. Como ?

Continue lendo …

A poupança não é tão ruim quanto lhe vendem por aí …

Fuja da poupança !” ou “Não invista na caderneta de poupança, você vai perder dinheiro se fizer isso …

Quantas e quantas vezes você já ouviu algo do tipo ?

Saiba que essa não é história completa sobre o investimento em poupança. Veja o vídeo e confirme !!

Mas antes de assistir ao vídeo, eu lhe peço um favor: veja-o na íntegra ! Pode parecer meio estranho eu pedir algo tão “natural” quanto assistir por inteiro o conteúdo de um vídeo … Muitas vezes desistimos no meio do caminho, e ao fazermos isso perdemos uma parte importante do mesmo, algo que seria o “principal conceito“, ou o “” do que foi falado.

E já que a porteira dos favores foi aberta … Vou lhe pedir somente mais um: espalhe ao máximo este vídeo. Faça com que ele atinja o máximo possível de pessoas. Compartilhe-o em seus grupos de whatsapp, entre seus amigos no facebook, no twitter, por e-mail …

O conceito abordado nele é tão importante … é tão … “renegado”, e a quantidade de pessoas que precisam entender, de uma vez por todas, aquilo que foi dito é tão grande … mas tão grande … que seria um pecado ficar com ele só para você. 😉

Veja e depois me diga se eu não tenho razão. 😀

 

 

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ps: alguém perceberá o easter egg existente no vídeo ? 🙄

Como sair da pobreza absoluta e se tornar um milionário da noite para o dia ?

 

Sabe aquela velha briga de classes, onde os mais “abonados” têm injustas vantagens em relação às pessoas mais simples ? E os que formam a base da pirâmide enfrentam barreiras que os do topo nem cogitam sua existência ?

Preste atenção na imagem abaixo. Ela contém um dos ensinamentos mais importantes que você deve aprender em sua jornada rumo a uma vida financeiramente saudável. Observe-a com atenção e tente extrair os principais conceitos contidos nela. Já aviso que provavelmente gerará alguma discussão e “revolta” em determinados grupos de pessoas … Mas o conteúdo dela é fundamental para que você possa seguir adiante.

 

banco imobiliário da vida real com mudança de níveis

 

Conseguiu compreender a lição ? Consegue enxergar que as coisas são um pouco diferentes do que a propaganda “vermelha” tenta nos vender ?

Sim, quem está nos níveis mais elevados da pirâmide social tem inúmeras vantagens em relação aos que estão mais próximos da base. “Tem dinheiro de sobra“, diriam alguns. Em alguns casos isso até é mesmo uma verdade, mas a principal vantagem competitiva que eles têm é a disponibilidade de tempo para dedicar-se à Educação. Está lembrado que há alguns dias falamos sobre a relação direta em o tempo na escola e o tamanho da renda ?

Pois então … as pessoas mais abonadas têm a vantagem de poder se dedicar, exclusivamente, aos estudos. Durante o tempo que “quiserem”. Podem completar o ensino básico, o ensino médio, concluir o ensino superior, provavelmente na universidade (e no curso) que quiserem, fazer cursos de especialização (pós, MBA, etc), sem a pressão de ter que colocar comida na mesa. Sem precisarem se preocupar com as contas … Eles têm o dinheiro (dos pais) que permitem que isso aconteça.

Já na classes mais próximas da base a história é justamente a contrária. Graças à situação financeira da família, muitas crianças se vêm obrigadas a largar os estudos para poder ajudar a complementar a renda familiar. Precisam abrir mão do ensino médio (algumas até mesmo da conclusão do básico), arranjar um emprego e ajudar a pagar as contas. Essa é uma história comum entre as famílias mais simples. Alguns até conseguem levar o trabalho em conjunto à escola, porém neste momento o aprendizado acaba não sendo completo.

Vantagem “injusta”

Lembra que o filho do “rico” pode se dedicar somente à escola ? (que provavelmente será particular) Graças a isso ele tem mais tempo livre para estudar em casa, bem como para descansar, e absorver aquilo que foi aprendido. Enquanto isso, no outro lado da balança, o jovem mais simples que ainda pode ir à escola (trabalhando e estudando ao mesmo tempo) tem pouco tempo livre para complementar o que foi visto em sala de aula e ainda menos para recuperar as energias.

A vantagem competitiva dos mais ricos, muitas vezes, não é o dinheiro em si. O que lhes dá uma vantagem “injusta” é esta possibilidade de dedicar-se exclusivamente aos estudos. O dinheiro em si, pode ser um catalizador para a perda do status social de alguns jovens. Quantas histórias já ouvimos de pessoas que tinham de tudo, das famosas dinastias (famílias que tinham fortuna e destacavam-se perante a sociedade), e que do nada passaram a viver uma vida mais simples ? Normalmente na troca de uma geração pela seguinte …

Sim, foram crianças que tiveram acesso a toda a educação que precisavam e que se podia imaginar. Mas que por alguma razão acabaram não aproveitando. Filhos que só queriam saber de festa e “aproveitar a vida” …

É uma vantagem “injusta” do ponto de vista que a oportunidade de dedicar-se inteiramente aos estudos deveria ser oferecida aos dois grupos. Porém esta não acaba sendo a realidade …

Outro exemplo de que a vantagem “injusta” não é o dinheiro puro e simples ? Quantas e quantas histórias de pessoas que ganharam prêmios milionários (loteria ou em programas de TV) e que em pouco tempo acabaram perdendo tudo ? Mais exemplos ? Esportistas que ganham verdadeiras fortunas, ao largarem a carreira veem-se em problema em pouco tempo. Ambos, muitas vezes, não tiveram a oportunidade real de se dedicar aos estudos enquanto jovens. “Do nada” surge uma bolada e aquilo acaba desaparecendo na mesma velocidade …

Sim, o dinheiro faz MUITA diferença

Não sou louco para negar a linha de pensamento que diz que o dinheiro (puro e simples) faz MUITA diferença. Ele é capaz de permitir que um jovem mais abonado possa tentar diversas vezes, diversos tipos de empreendimento, quebrando de vez em quando, até encontrar um que lhes traga o sucesso. Já para quem tenta empreender, sem esta segurança por trás …

O dinheiro te permite ter as mais diversas experiências. Te permite conhecer diversas culturas, diversos tipos de serviços (em diversos países), possibilitando que você encontre algo que outros não pensariam em criar. Mas dificilmente acontecerá sem ter a base educacional que já falamos.

Dizer que o dinheiro não faz diferença alguma ? Impossível …

Dizer que o dinheiro sozinho é quem faz a diferença ? É errado também …

No frigir dos ovos, quem se atém a esse ponto, que só usa o argumento do “ah, mas ele só se deu bem porque a família dele já tinha dinheiro blá blá blá” acaba perdendo uma ótima oportunidade de aprender com quem teve a oportunidade e que, acima de tudo, a aproveitou.

Não seria muito mais interessante descobrir o que deu tão certo na vida de alguém bem sucedido, para tentar replicar na sua própria vida ? Não dá mais tempo ? Que tal aprender para permitir que seus filhos tenham esta oportunidade ?

O problema é que a discussão acaba sempre chegando da pergunta que incomoda muita gente: Quantas famílias miseráveis conseguiram subir na vida a ponto de se tornarem milionárias ? Não seria muito mais interessante estas mesmas pessoas se perguntarem: O que é preciso para que uma família de miseráveis se torne uma família de classe média ? (e não vale usar a definição que o PT tentou emplacar, abaixando os valores para incluir mais gente nela) O que é preciso para que esta família agora possa ascender à alta ? E agora, o que fazer para formarem uma dinastia ?

Não … querem que, num passe de mágica, seja tudo automático e instantâneo. Não querem enxergar que o crescimento financeiro se dá aos poucos. Um degrau de cada vez.

Depois disso tudo …

… retorne à imagem que deu início a esse texto. Tente enxergar o que está nela sob esta ótica.

O que você me diz ?

As barreiras que a Educação Financeira nos impõe

Muitos querem largar uma vida de “pecados” financeiros, querem deixar o passado para trás, querem uma nova chance de ter uma vida plena e tranquila junto ao Pai (rico). 🙂

Todos sabem que a salvação está presente nas palavras sagradas que guiam a doutrina da Educação Financeira. Saber … sabem … Mas, colocar em prática o que por ela é sugerido é tão difícil … 🙁

São tantas barreiras, tantas restrições, tantas imposições …

É preciso abrir mão de coisas até então normais, evitar situações que são corriqueiras, que “fazem bem”. Como ?

É … muitos querem vir para o lado certo, porém o tinhoso nos tenta a todo momento.

Deixar de ir naquele restaurante que tanto gosto ? Abrir mão das comodidades oferecidas por aquela academia tão badalada ? Não ir no cinema hoje, por quê ? Não aproveitar esta incrível promoção, onde roupas que eu não preciso – mas “quero” – estão sendo oferecidas com inacreditáveis 50% de desconto do preço dobrado ?? Como ??

Abrir mão é tão difícil …

É inevitável: você precisará abrir mão de algumas coisas que dá muita importância. Muitas vezes, mais do que deveria …

Você precisará deixar de fazer algumas coisas que já está acostumado. Precisará fazer outras que nunca nem cogitou … E é justamente neste ponto em que muitas pessoas largam mão, desistem de tudo. Se esquecem das promessas de uma vida mais tranquila por causa de algum “contratempo” momentâneo … 🙁

Todos nós passamos por isso. Uns mais … Uns menos …

Alguns sentiram mais … Outros menos … Mas tenho certeza de que você encontrou algum ponto em que precisou pensar antes de mudar. Você certamente encontrou alguma pedra no seu caminho, que fez com que você refletisse se deveria, ou não, continuar na trilha, na sua jornada.

Talvez você nem se lembre mais dessa “barreira”. (para você ver quão importante era este “problema”)

Tente fazer um esforço … Tente se lembrar o que fez você pensar … Tente se lembrar do quase te fez desistir de realizar a melhor mudança que poderia ter feito em toda a sua vida.

Exagero ? …

Pergunte para alguém que já passou por problemas financeiros. Que sentia a pressão das contas vencendo, sem ter dinheiro para pagá-las. Pergunte para alguém que se entupiu de dívidas … Pergunte para esta pessoa se a vida depois destes problemas não é completamente diferente.

Muitos de nós não dão a devida atenção à Educação Financeira que ela merece. Provavelmente por ela já ter vindo de “berço”. Muitos nunca enfrentaram um problema financeiro de verdade, e justamente por isso não sabem como é o “outro lado”.

Quer ver então se for alguém que tem um salário muito alto, a ponto de nem precisar olhar o extrato bancário. (como vimos há algum tempo um servidor público alardeando) 🙄

ps: não estou atacando os servidores desta vez, só estou usando o exemplo, pois aquilo realmente me marcou … me chamou a atenção.

Ou então alguém que se casa com um açougueiro, que em aproximadamente 10 anos deixa de ter um negócio de esquina e passa a ter um dos maiores conglomerados de “proteína animal” do mundo … (viu ?)

Exercício de reflexão

Sim, a proposta de hoje é essa: reflita sobre qual foi a principal barreira que você enfrentou no seu início, nos seus primeiros passos rumo à Educação Financeira.

O que foi que quase fez você desistir de tudo ?

Vamos falar sobre o economês ?

Você, leitor assíduo do Clube do Pai Rico, sabe que nestes 18 anos de história abordamos os mais diversos assuntos. Finanças pessoais, Educação Financeira, Investimentos, Ações, Opções, Tesouro Direto … etc etc etc.

Praticamente tudo o que aqui foi apresentado veio do conhecimento que adquiri em minha jornada. Foram anos e anos de experiência sendo compartilhados aqui com vocês. Experiências passadas, novas e até mesmo expectativas em relação a novidades tão novas que ainda não geravam nenhuma opinião formada sobre o assunto.

Foram pouquíssimas as vezes em que algo foi publicado apenas por “necessidade de atender uma demanda específica” de alguém. Arrisco a dizer que 99% do que publiquei surgiu de uma (ou mais) experiência pessoal. Senti na pele o que compartilhei. Aprendi. Ganhei. Perdi. Sofri. Comemorei.

Mas sempre priorizei dividir o que de melhor eu tinha: aquilo que eu “sabia que sabia”. (por mais que às vezes não soubesse tanto assim)

SEMPRE !

E para facilitar esse compartilhamento de conhecimento assumi o compromisso de fazer isso da forma mais simples possível. Da forma que viesse a facilitar ao máximo a compreensão daquilo que estivesse apresentando. Afinal de contas, se eu “sei” do que estou falando, e estou disposto a dividir com outras pessoas, nada mais justo do que ajuda-las, de todas as maneiras possíveis, a compreender aquilo que estava sendo dito.

Sempre ouvi que a melhor forma de se ensinar algo era adotando a seguinte postura: uma criança de 10 anos conseguirá entender aquilo que estava sendo dito ? Se não, você precisaria simplificar ainda mais as coisas.

E se tem uma coisa que complica a vida de quem está lendo/ouvindo/vendo o conteúdo que se propõe a compartilhar um conhecimento é o linguajar. É o uso de um “idioma” específico da área. Em suma …

… o economês

Vai dizer que não é verdade ?

Me diga se uma conversa onde são usados somente termos técnicos, ou “dialetos” específicos da área, não dificulta a compreensão daquilo que está sendo dito ? Por que alguém prefere usar termos bonitos (leia-se técnicos), ao invés de palavras práticas e do dia a dia, na hora de fazer uma apresentação, na hora de explicar alguma coisa para alguém.

É para mostrar que sabe mais do que a pessoa que está lhe “ouvindo” ? É para demonstrar autoridade em relação ao assunto abordado ? Ou é pura e simplesmente para deixar a pessoa sem entender direito aquilo que está sendo debatido, mantendo-se a necessidade de um “interlocutor”, de um “tradutor”, para que ela continue seguindo o seu caminho ?

Continue lendo …