Clube do Pai Rico
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Como saber se tenho direito a um dividendo ou JCP ?

A empresa XYZ vai distribuir os seus dividendos, ficando ex no dia 31 de fevereiro, e seus acionistas receberão 35 centavos por ação“.

Quantas e quantas vezes você já viu um anúncio parecido com esse e ficou sem conseguir entender direito o que estava escrito ?

Quando virá o dinheiro ? Quanto dinheiro receberei ? Tenho a ação, já posso vender ? Até quando preciso comprar para ter direito ao dividendo ? No dia que me derem o dinheiro, já posso vender a ação ? E muitas … muitas outras questões.

É … O nosso mercado é assim, feito de muitas dúvidas e poucas pessoas dispostas a ajudar quem está começando. Como são poucas pessoas que investem em ações, aproximadamente 2,5% da população (apenas), conversar sobre o assunto se torna uma epopeia em alguns casos. Encontrar alguém que te ajude a compreender o básico da coisa então …

Até que você encontra o Zé e vê que existe um porto seguro no meio desse oceano de incertezas. 😀

Vou responder algumas das perguntas que já me fizeram sobre o tema, e isso certamente te ajudará a entender melhor o processo como um todo. Se novas perguntas forem surgindo, eu as incluirei no post. 😉

#1 Quando virá o dinheiro ?

Na maioria das vezes os anúncios incluem a data em que o pagamento será feito. Não … na imensa maioria das vezes (para não dizer todas) o pagamento não ocorre no momento do anúncio.

Em alguns casos, o depósito em conta (sim, a grana do dividendo é depositada diretamente na sua conta da corretora) ocorre vários dias após o anúncio. Em alguns nunca vem … Né dona Eletrobras ?

#2 Quanto dinheiro receberei ?

O anúncio dos dividendos (e JCP) é feito da seguinte forma: “serão distribuídos xxx milhões de reais aos acionistas, equivalente a xx centavos por ação“. Sabendo quantos centavos por ação serão distribuídos, basta que você multiplique o valor pela quantidade de ações que você tiver em carteira.

Exemplo ? Possui 1.000 ações ? Foram distribuídos 35 centavos por ação ? Você receberá R$350 ! 😉

#3 Tenho a ação, já posso vender ?

Não … Para saber se você já pode vender a ação, e garantir o recebimento do valor, precisará saber o dia em que ela se tornará ex dividendos. A venda, garantindo o recebimento do valor distribuído, só poderá ocorrer após a ação ficar ex.

#4 Até quando preciso comprar para ter direito ao dividendo ?

Para garantir o seu direito, você precisará comprar a ação antes dela se tornar ex. Precisará comprar antes de virar ex e manter em carteira no dia em que isso vier a acontecer.

Por exemplo: a ação XYZ passará a ficar ex no dia 11 de dezembro de 2018, terça-feira. A “transformação” em ex ocorrerá na abertura dos negócios. Portanto, para ter direito, você precisará comprar a ação até o final do pregão de segunda, dia 10, e manter em carteira, ao menos, até a abertura do dia 11.

O que te dá direito é a compra propriamente dita, e não a ação em custódia. Vou explicar melhor. 🙂

Muitos têm a seguinte dúvida: se eu comprar no dia 10, segunda-feira, a ação só entrará na minha custódia na quinta-feira, dia 13. Sendo assim não terei direito ?

Terá sim. Como disse, é a compra propriamente dita, que ocorreu no dia 10, que traz o direito. 😉

Portanto, você precisa ter a ação na sua carteira “na noite em que a ação se transforma de normal para ex“, falando de uma maneira bem simples. 😀

#5 No dia que me derem o dinheiro, já posso vender a ação ?

Sim, pode. Na verdade, você já poderá ter feito a venda muito antes dessa data. Lembra que normalmente o crédito em conta do seu dividendo ocorre bem depois da transformação da ação em ex dividendo ?

#6 A ação abriu em queda no dia que virou ex ! Abriu caindo os exatos 35 centavos do dividendo … Por quê ?

Na verdade ela não abriu caindo. Isso é o procedimento padrão das distribuições.

Sempre que ocorre uma distribuição de dividendos, JCP, direito de subscrição, ou algum outro tipo de bonificação, um valor (proporcional ao da bonificação) é retirado da cotação da ação.

Como no exemplo acima, de um dividendo de 35 centavos, digamos que a ação tenha fechado o dia antes de virar ex, nos R$10,55. No dia seguinte, na abertura dos negócios, já sendo ex, ela passará a ser negociada a R$10,20 em uma abertura estável.

Sim, “sumiu” 35 centavos e a ação não está em queda. 🙂

Como disse, o valor é subtraído da cotação da ação.

#7 Se sai do valor da ação, qual é a vantagem de receber dividendos ?

Um deles é fiscal … Os dividendos não são tributados. 😉

Outro é a geração de um fluxo de caixa para quem tem ações como “aposentadoria”, sem precisar se preocupar em vender ações para fazer dinheiro.

Aqui existe uma grande discussão … Será que esse dinheiro que foi distribuído não seria melhor utilizado pela própria empresa, e desta forma veríamos uma maior valorização da ação ?

#8 Distribuíram um JCP da minha ação, mas recebi menos do que tiraram da cotação dela !

É porquê o JCP é tributado (17,5%), enquanto os dividendos não. A tributação do JCP ocorre diretamente na fonte, você não precisa se preocupar com nada. 🙂

Se é anunciado um dividendo de 40 centavos, você recebe 40 centavos, e 40 são retirados da cotação da ação.

Se é anunciado um JCP de 40 centavos, você recebe 33 centavos, e 40 centavos são retirados da cotação da ação.

Por isso a maioria dos acionistas “prefere” um dividendo a um JCP. 😉

Como disse, essas são apenas algumas das questões que rondam o tema. Se você tiver alguma outra, me envie para que eu possa responder e complementar o post ! 😀

Ah ! Se quiser obter esse tipo de informação, o tipo de informação, conhecimento e orientação que mais é preciso na hora de se começar a investir em ações, conheça o Minha 1x na Bolsa, meu curso de ações, criado pensando em quem vai dar seus primeiros passos nesse novo mundo. 🙂

7 razões pelas quais gráficos de candlestick são tão populares

(a sétima é a derradeira)

Se você não começou a investir em ações antes da década de 90, provavelmente nem chegou a ver um gráfico usando um padrão diferente do que o dos gráficos de candles. Inventado no Japão, no século XVII, por pessoas que o usavam para negociar arroz em seus principais Mercados (e fazer dinheiro, muito dinheiro), os gráficos de candles chegaram ao ocidente apenas no final do século XX, nas mãos de Steve Nison.

1 – Principal indicador:

Os gráficos de candles têm a capacidade de mostrar sinais de reversão mais cedo do que as técnicas de gráficos ocidentais. Dessa forma, os gráficos de candles são o verdadeiro indicador principal da ação do Mercado. Eles regularmente identificam movimentos potenciais antes que se tornem aparentes com as ferramentas técnicas ocidentais. Muitos padrões de candles japoneses não são encontrados nas técnicas de gráficos ocidentais. Por exemplo, em muitas situações, os candles superam o indicador de divergência e convergência da média móvel (MACD) em termos de timing de entrada e saída do Mercado.

2 – Pictórico:

Os gráficos de candles são muito pictóricos e descrevem o estado psicológico dos participantes do Mercado em um determinado momento, que pode ser utilizado para tomar decisões de trading significativas. Terminologias como enforcado, estrela cadente, nuvem negra, martelo e bebê abandonado criam imagens indestrutíveis que podem ajudar o trader a lembrar o padrão por meio da imagem de seu nome. A técnica de candles consiste em centenas de grupos de padrões diferentes que identificam com precisão características e tendências específicas.

3 – Versátil:

Os gráficos de candles são versáteis, pois podem ser usados sozinhos ou em combinação com ferramentas técnicas ocidentais. Eles são diferentes dos gráficos de ponto e figura, que não podem ser usados com outros indicadores técnicos. Os candles usam os mesmos dados de preços que os gráficos de barras, mas a técnica de candles aprimora a capacidade de reconhecer grupos de padrões complexos e prever o próximo resultado possível com base neles.

4 – Podem ser aplicados a qualquer dimensão temporal:

As técnicas de gráficos de candles podem ser adaptadas para trading curto ou longo prazo. Os gráficos de candles são excelentes para trading de curto prazo por meio do uso de gráficos intraday, como gráficos de 1 minutos, 5 minutos, 15 minutos, 30 minutos ou 1 hora. Eles também podem ser aplicados à previsão de mais longo prazo por meio do uso de gráficos diários, semanais e mensais.

5 – Flexibilidade e adaptabilidade:

Os gráficos de candles podem ser aplicados para acompanhar quantos Mercados você desejar – sejam ações, futuros, moedas ou commodities. Em outras palavras, um trader pode aplicar os princípios de candles para analisar ou negociar ações no Brasil, índices futuros ou contratos futuros de café. Se os traders quiserem diversificar seu portfólio, eles podem negociar, por exemplo, ações nos EUA, futuros nos EUA, moeda estrangeira, títulos do Tesouro dos EUA ou do Japão e qualquer commodity em qualquer Mercado ao redor do mundo.

6 – Testada pelo tempo, confiável e útil:

A técnica de gráficos de candles foi testada pelo tempo e foi refinada por gerações de uso no Japão. O fato de ainda ser muito usada hoje em dia, após mais de 300 anos desde sua descoberta, é um testemunho de sua utilidade.

7 – (a derradeira, lembra ?) É um caminho sem volta:

Depois que você começa a usar os gráficos de candles para acompanhar o Mercado, você não consegue mais usar outro padrão gráfico. Linhas ? Barras ? Ponto e figura ? Não … Nenhum deles consegue ser usado por quem se acostumou a usar gráficos de candles.

Motivo ? A facilidade de leitura. Você bate o olho no gráfico e consegue compreender por completo aquilo que ocorreu no período em questão. Se for uma única barra, de um período qualquer, você sabe tudo aquilo que aconteceu naquele período. Qual o valor da abertura ? Está lá. Qual o valor do fechamento ? Está lá. Qual foi a mínima naquele período ? Está lá. Qual foi a máxima naquele período ? Está lá. Subiu ou Caiu ? Está lá !

Parafraseando Cypher, em Matrix:

You see, I’m not seeing it. I’m not seeing the code. I see blonde, brunette, redhead.

(Você vê, eu não estou vendo. Eu não estou vendo o código. Eu vejo loira, morena, ruiva.)

A partir do momento que você passa a usar gráficos de candles, você não vê mais as barras em sua tela, mas sim o comportamento do Mercado, e seus participantes, momento a momento. Passo a passo …

O poder dos gráficos de Candlestick

Nota do Site:
5 Moedas

O poder dos gráficos de Candlestick
Fred K. H. Tam

Editora: Novatec
Ano: 2024
Edição: 1
Número de páginas: 352
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

Aprendendo a usar o STOP na base da dor !

Existe uma ferramenta que é fundamental para todo e qualquer investidor que deseja proteger seu capital, não importando qual a estratégia adotada, tampouco a escola (fundamentalista ou gráfica) escolhida … O STOP é obrigatório e ponto final.

Volta e meia falo sobre sua importância aqui no Clube:

– STOP !!! – O que o Zé faz para ganhar dinheiro na Bolsa de Valores ?
– Problemas com o uso do STOP ?

Falo e continuarei falando enquanto for necessário. 😉

E ontem me surgiu um pensamento interessante sobre o tema que preciso compartilhar com você.

Ele surgiu após um tweet enviado por um seguidor do Clube (já nos segue ?) e que dizia o seguinte:

Bah! hoje aprendi na dor a importância do Stop Loss!
 

Ao ler a mensagem direcionada a mim, perguntei:

Mas aprendeu usando, ou vendo que precisaria ter usado ?
 

E é a partir daqui que o pensamento que preciso dividir com você começa …

Existe alguma diferença entre aprender usando ou ver que precisaria ter usado ?

Sim, acredite. Na verdade, existe uma enorme, uma gigantesca diferença.

Ao se aprender algo pelo uso, você sentiu na pele a necessidade de tomar tal atitude, viu como funcionava, quais os efeitos de seu uso no seu patrimônio, na proteção dele.

Ao se aprender vendo que precisaria ter sido usado … Você realmente aprendeu ? Será ? Afinal de contas você ainda não usou, e se não usou algo que precisaria ter sido usado, é porque ainda não compreendeu (e tampouco sentiu seus efeitos) exatamente todas as consequências geradas pelo uso.

Existe uma diferença absurdamente grande entre dizer que aprendemos sobre a importância de algo, especialmente que tem como função proteger, por vermos a falta que fez, ou por termos usado e como ele nos protegeu. Por mais que você admita que entendeu os reais motivos que te exigem usar tal proteção, a lição só se mostrará como tendo sido plenamente compreendida a partir do momento em que você usar a proteção.

Se você vai lá, investe, e perde, para depois dizer “ah se eu tivesse usado o STOP !!”, sem tê-lo usado, quem te garante que usará na próxima oportunidade em que ele for exigido ? No máximo você pode afirmar que vivenciou a importância de seu uso. Mas dizer que aprendeu sobre a necessidade de uso, somente depois que tiver passado pela experiência completa: o STOP se fez necessário e você foi lá e fez uso dele.

A teoria é diferente da prática !!

Para algumas pessoas as duas coisas (usar e ver que precisava usar) têm a mesma importância e resultado …

Não ! Definitivamente NÃO !!!

A teoria é bem diferente da prática. Você ver que algo teria utilidade é importante. Mas você só compreenderá 100% de sua função a partir do momento em que se faz necessário.

Usando um exemplo bem bobo, mas que demonstra a diferença entre prática e teoria. Ok ?

Tenho uma filha de 5 anos, a Helena (que você já conhece se viu a página “Sobre” aqui do Clube). Até pouco tempo nós andávamos com ela no carrinho … E aqui cabe a pergunta: você já chegou à conclusão que a qualidade das nossas calçadas são mais do que péssimas ? Provavelmente … Mas você já sentiu na pele o quão ruins elas são ? Esburacadas, desniveladas, estreitas, com acesso precário (custava fazerem rampas de acesso decentes e não apenas rampas para dizer que existem rampas ?), etc etc.

Sempre achei que elas fossem ruins. Sempre achei que as pessoas que empurravam seus carrinhos de bebê, ou ainda pior … os que são cadeirantes, tinham problemas para usar as nossas belas calçadas. Via que eram ruins, mas só a partir do momento que passei a empurrar o carrinho da Helena senti o quão ruins eram.

Analogia tola … Talvez. Mas garanto que quem empurrou um carrinho (ou usa cadeira de rodas) sabe exatamente sobre o que estou falando. Sabe exatamente qual é a diferença entre ver que são ruins e sentir que são.

A mesma coisa acontece em relação ao STOP. Só no momento em que você usa é que você se dá conta de quão importante e fundamental ele é para a sua estratégia em Bolsa. Só após usar você sente todos os efeitos dele …

… e eles não são só bons não. Você sente na pela um misto de “ufaaaa” com “droga, perdi“.

Mas te garanto: é momentâneo ! Passa ! E depois você se dará conta que ainda está vivo e pronto para a próxima oportunidade. 😉

Acredite: ver a necessidade é diferente de usar e sentir na pele a sua necessidade.

Isso está sendo falado por uma pessoa que em 2005 não usou e que perdeu tudo o que tinha … (e que me levou à criação do método Double PUT Double CALL, mas esse é um papo para outra hora)

Sim, após não usar o STOP eu vi a necessidade. Mas garanto que só aprendi mesmo, depois de usar em uma outra oportunidade em que ele foi necessário e que graças a isso pude permanecer vivo no mercado para uma próxima oportunidade. 😀

Eu só aprendi, de verdade, quando fui lá e usei. Se não tivesse usado … teria falado “é, eu deveria ter usado … de novo“. Isso demonstraria que eu tinha aprendido a importância dele ? Pense, de verdade, sobre isso. 😉

Para encerrar, gostaria de compartilhar com você um pensamento que publiquei há alguns dias nas minhas redes sociais, mais especificamente no meu twitter e no meu instagram:

 

 

Sim, você pode copiar, compartilhar, dividir com quem realmente te importa. No futuro todos eles irão te agradecer. 🙂

Proposta de investimento !

Pergunta: você conseguiria encarar, de forma séria, uma proposta de investimento onde a pessoa te propusesse realizar apostas frequentes na Mega-Sena ?

Compre um bilhete por semana, uma hora você é premiado e fica rico ! Isso compensará todos os jogos que você não ganhou.”

Pois então … Acredita que tem gente que fala isso em relação à Bolsa, mais especificamente sobre Opções, e atrai algumas pessoas com esse papo ? 🙁

Mas Zé, é muito mais fácil lucrar na compra de Opções, do que ganhar na Mega-Sena !

Verdade … é mesmo.

A chance de ser sorteado é de 1 em 50.063.860 ! E sim, isso é uma chance bem pequena. (mas nem por isso tem gente que insista em participar de todos os sorteios)

Já para lucrar na compra de Opções … Bom, não faço ideia de qual seja a probabilidade. Mas você concorda que bem maiores do que ser sorteado. Né ? 😉

E é aí que mora a pegadinha …

Hoje, para fazer um bilhete na Mega-Sena, custa R$4,50. Com ele, você tem a chance de transformar R$4,50 em R$xxx milhões.

1 chance em 50.063.860 de transformar R$4,50 em R$xxx milhões …

E para transformar R$4,50 em R$xxx milhões através da compra de Opções. Qual é a probabilidade de acontecer isso ? 🙂

BINGO ! Multiplicar por 10x é “fácil” (segundo a turma que vende o sonho …), mas isso levaria os teus R$4,50 para R$45. Um ganho de 10x, mas que não mudaria sua vida.

É só colocar mais grana então, Zé !

Colocar mais grana e arriscar mais grana. Né ? 🙄

Ou então, engatar uma longa série de operações bem-sucedidas … O que priora as chances da coisa acontecer. 😉

Falei sobre algo parecido neste post: É possível transformar R$1.500 em R$227.000 somente com opções ?

Entendeu onde quero chegar ?

Se você não concorda que fazer jogos frequentes na Mega-Sena é um bom investimento, por que acredita que seja ao fazer a mesma coisa comprando Opções ?

Não, isso não é investimento ! É pura e simples aposta !!

Você está apostando que “os números escolhidos funcionarão” (o strike da Opção comprada, no caso), “e você ganhará uma bolada”. De novo: só se arriscar um valor mais alto …

Sim, de forma controlada, com objetivos mais realistas, sem sonhar alto, é uma alternativa de alavancar um pedaço da carteira. (e com risco elevados !) Agora … a promessa de ficar milionário desta forma ? 🙄 …

Não se iluda … Investimento é Investimento. Aposta … é aposta. 🙂

Como se iniciar um novo tipo de investimento e superar o medo do desconhecido ?

Se existe algo que nos impede de seguir adiante é o medo do desconhecido. Não importa em relação ao que este “desconhecido” seja … Ele é motivo de pânico, e na maioria dos casos de congelamento.

Natural. Instintivo. Básico. Foi justamente esta nossa característica de respeitar o que não entendemos, o que não conhecemos, que nos manteve vivos nas mais adversas situações.

Claro que este mesmo desconhecido despertou a nossa curiosidade, nos fez ir atrás de informações e de conhecimento que nos permitissem irmos em frente. Sempre respeitando nossos limites, mas ampliando-os ao mesmo tempo.

O medo nos paralisa. Mas o conhecimento nos leva adiante.

Dúbio, mas realista. Algo que está entre nós há alguns milhões de anos … Vai saber. E se é assim que vem sendo, e funcionando, é porque deve nos ser útil de alguma forma. 😉

Tudo muito bom … Tudo muito bem … Mas … e quando você está municiado das informações e conhecimento necessários para ir em frente … Já fez a lição de casa … Viu as vantagens e desvantagens de uma certa decisão … E mesmo tendo tudo planejado, ainda permanece congelado, sem conseguir agir, sem conseguir sair do lugar ?

Vida = Investimentos

Sim, tudo isso que nos trouxe até aqui serve também para os nossos investimentos.

Quantas foram as vezes em que você fez todas as análises necessárias para a entrada em um determinado tipo de investimento, mas sentiu-se desconfortável com isso ? Mesmo tendo as informações necessárias, conhecendo (e estabelecendo) os riscos, as vantagens, etc etc etc, permaneceu lá … imóvel … ?

Você já passou por isso ? Já sentiu isso na pele ?

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