Clube do Pai Rico
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Opera opções ? Cuidado com o último pregão negociável . . .

Texto originalmente publicado no dia 21 de setembro de 2015, e que merece sua atenção no dia de HOJE !

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Deixe-me contar uma história real para você:

Sexta-feira, dia 18 de setembro de 2015, perto das 17h. Um investidor, com mais de 30 anos de experiência em bolsa, liga para sua corretora para ver como fechou sua posição no último dia em que é possível haver negociação de opções das séries I e U. Atitude já adotada há anos, visando se precaver de imprevistos.

Sua carteira lhe é dita e no meio dela aparece algo inesperado: algumas PETRU10 vendidas. (portanto ele estaria diante da obrigação de comprar a mesma quantidade de PETR4 no dia do exercício por R$10,00)

Mas já era tarde … A notícia chegou com o pregão já fechado e portanto a negociação não era possível. O que aconteceu ? Como poderia haver alguma U10 vendida em sua carteira ? A única ordem que havia sido dada era a de venda de PETRV10 …

Sim, um erro de digitação ! A ordem que foi passada à corretora foi de venda de V10, mas a que foi digitada foi a de U10 ! 😯

E agora ? O que fazer ? Como solucionar esse problema ? Não existe mais a possibilidade de negociar as U10, é proibido de se operar a série que está vencendo no seu dia de exercício.

Não priemos cânico !

Ainda bem que a solução é mais simples que o imaginado: basta que você aguarde a abertura do mercado, faça a venda das PETR4 adquiridas via exercício, e a venda das PETRV10 que eram para ter sido vendidas. Pronto, simples assim. 🙂

Você irá pagar R$10 pelo exercício das suas U10 vendidas, receberá (digamos) R$7,60 pelas PETR4 que irá vender e outros R$2,47 pela venda das V10. Terminará a operação da mesma forma que terminaria se tivesse feito a venda de forma correta no pregão anterior, pois recebeu também pela venda das U10. (desconsiderando apenas os custos de corretagem)

Não é o fim do mundo, não é motivo para desespero, não é nada disso. É apenas um motivo para que você fique ainda mais ligado no último dia negociável do exercício de opções. Antigamente podíamos negociar na própria segunda-feira do exercício.

O ideal mesmo é não fazer nenhuma negociação na última sexta-feira antes do exercício. Deixe este dia somente para realizar ajustes em suas operações e para ter certeza de que tudo está certo com a sua posição/carteira.

O erro deste investidor foi ter recebido a informação já nos instantes finais do pregão. Se tivesse visto isso algumas horas antes (ou até mesmo alguns minutos …), estaria livre da necessidade de fazer um certo “malabarismo” no dia de hoje. 🙂

Erros acontecem, o tempo todo

Sim, infelizmente precisamos conviver com os erros, das mais variadas formas e origens. O que precisamos é saber como proceder no momento em que ele é detectado. 😉

Quer ver o problema que poderia ser criado se o investidor não soubesse desta venda e o exercício ocorresse ? Ele “não estava” vendido em U10, correto ? E se ele fosse viajar ? O exercício ocorreria e ele só ficaria sabendo disso na quinta-feira, quando o débito do exercício aparecesse em sua conta … 😯

Às vezes pode parecer um pouco de neura, eu chamo isso de precaução. Já vi muita coisa parecida acontecendo nas mais diversas áreas. E graças a isso, me tornei um chato de carteirinha, hehehe.

Não custa nada: imponha um limite de horário para se informar de que tudo está ok com a sua carteira no último dia negociável das opções. E caso precise fazer qualquer tipo de operação depois deste horário, tenha a certeza de que o que foi feito, foi feito da forma correta.

Ps: o investidor em questão é o meu pai … !!

Ao comprar uma ação viramos sócios da empresa. Mas até onde somos responsáveis por ela ?

Pergunta:

Boa tarde Zé.

Tenho vontade de começar a investir em ações, mas não tenho ainda o conhecimento necessário nem o capital. Como muitos outros busco informações aqui com você, e tenho uma duvida que com certeza deve ser de iniciante. A partir do momento que se compra ações de uma empresa, você se torna sócio da mesma, correto? E com a compra dessas ações você espera que essa empresa suba de valor na bolsa e também tenha lucros pra poder receber os dividendos, estou correto? Mas se essa empresa tiver prejuízo, os acionistas também tem que arcar com essa divida? É logico proporcionalmente ao seu número de ações.

Obrigado

Resposta:

Bom dia Leonardo,

Não sei se é uma dúvida tão de iniciante assim … Sabia ? 🙂

Sim, sua descrição está correta: compramos ações na esperança de que as empresas cresçam, obtenham lucro, distribuam entre os acionistas, e por consequência apresentem uma boa valorização no preço das ações.

Alguns compram com o intuito de ficar com as ações para sempre. Gostariam de viver apenas com os dividendos gerados por elas …

Outros compram na expectativa da valorização, preferindo vendê-las assim que o ganho de capital oferecido pela ação for condizente com o imaginado.

Isso é o que Robert Kiyosaki chama de ganho de capital vs fluxo de caixa. Nos livros ele costuma exemplificar com imóveis, mas no fundo é a mesma coisa. Algumas pessoas compram casas para revenda, assim que apresentam valorização. Outras compram para viver com o aluguel gerado pelo imóvel.

Os dois estão certos, pois em ambas as situações o ganho pode ser obtido. São estratégias diferentes, com expectativas e horizontes diferentes. 😉

Como você bem disse, a empresa precisa lucrar para que haja a distribuição de dividendos. Sem lucros … de onde sairá o dinheiro a ser dividido entre os sócios ? Estamos vivenciando um exemplo muito claro dessa situação com a Petrobras. Até pouco tempo, apresenta lucros pomposos … mas por causa da bela administração do governo petista (que priorizou o petrolão, alavancando exageradamente a empresa, para inflar ainda mais os contratos dela) a coisa desandou.

Passou a ter prejuízos seguidos, e com isso houve a interrupção da distribuição de dividendos. Sem lucro, sem dividendo. Simples assim …

Claro … nada impede que o setor contábil das empresas adotem artifícios “criativos” para “gerar” lucro, proporcionando desta forma dividendos que não deveriam existir. E sim, isso aconteceu/acontece …

Sobre a tua preocupação em específico, tenho uma boa notícia. Ao comprar uma ação de uma empresa, através da Bolsa de Valores, você se torna “sócio” da empresa, porém um “sócio especial”. Esta sociedade nos blinda através da chamada responsabilidade limitada, que nada mais é do que proteger o investidor contra eventuais problemas na empresa. O limite de responsabilidade do acionista é o valor de suas ações. Nada de colocar em risco o patrimônio pessoal. 😀

De novo: graças à responsabilidade limitada, um investidor põe em risco apenas o valor apresentado por suas ações. Não há risco algum para o patrimônio dele. Você nunca arriscará mais do que a perda integral do valor da ação.

Por exemplo: a ação custa R$10. Você tem 1.000 ações, consequentemente o seu patrimônio total investido nesta ação é de R$10 mil. Sua perda máxima, haja o que houver, será de R$10 mil e ponto final.

A empresa dá lucro ? Você recebe dividendos. A empresa tem prejuízo, você não recebe nada e provavelmente verá a cotação da ação minguar … minguar … minguar … até virar .

Veja que o prejuízo da empresa não será “debitado” do valor da ação. Ao menos não diretamente … Pode até ser que o mercado a puna através das cotações. Mas simplesmente chegar lá e descontar do valor da ação (da mesma forma que o faz quando há um dividendo), não ocorre …

É um lado do mercado acionário que existe para trazer um pouco de tranquilidade ao investidor, que já sabe de antemão o risco máximo de perdas que tem em seu portfólio. Qual ? Isso: o valor investido na ação. 😉

Se quiser saber mais sobre o investimento em Bolsa, convido a dar uma olhada no meu curso, o Minha 1x na Bolsa !!

Espero ter lhe ajudado ! 😀

Abraços !

Fui exercido em uma opção CALL que vendi, como fica o cálculo do imposto ?

Há algum tempo, recebi uma pergunta relacionada ao exercício de Opções (PUT):

Olá Zé. Tudo bem?

Será que você pode me ajudar com uma dúvida a respeito do imposto de renda em opções?

Minha dúvida é a seguinte, se eu fizer a venda de uma Put e no vencimento ela \”virar pó\” pagarei 15% de imposto (operação não day trade) sobre o valor recebido menos os custos da operação, estou certo?

Caso eu seja exercido na data de vencimento pelo valor do strike da opção como fica o calculo do imposto?

Você poderia me ajudar com esta questão?

Abraços,
Kelson

Essa dúvida foi respondida no post: “Fui exercido em uma opção PUT que vendi, como fica o cálculo do imposto ?“. 🙂

Agora, chegou a “mesma” pergunta, mas sobre um exercício de Opções do tipo CALL. Sim, a resposta é basicamente a mesma, só mudando os nomes e a ordem das coisas. Portanto, não custa nada eu responder “de novo”, mas com as substituições necessárias. Tudo para facilitar a sua compreensão. 😉

A parte referente ao pó, não muda: Se você vender uma opção, seja ela CALL ou PUT, e ela acabar virando pó (não der exercício nela), você deverá pagar 15% de IR sobre o lucro da operação: valor recebido pela venda – custos operacionais. (corretagem, emolumentos …)

O que precisa dos ajustes é a parte referente ao exercício. 🙂

Existem duas possibilidades:

#1 Você ser exercido e vender as ações da carteira

As ações vendidas via exercício das CALLs terão como valor de venda: preço de exercício da opção – custos operacionais + valor do prêmio da opção (o valor obtido com a venda das opções no início da operação)

Portanto, o prêmio recebido no lançamento da CALL deverá ser somado ao ganho obtido entre a diferença do strike e do seu valor de compra da ação. E o mais … inusitado: todo este resultado deverá entrar na sua declaração de Imposto de Renda como sendo um ganho de Opções. 🙂

Não será um ganho ação + um ganho opção … Será apenas um ganho: Opção !

E isso te leva a uma conclusão: venda de ação via exercício de opções não tem o benefício da isenção dos R$20k ! 😉

(afinal de contas, foi uma operação de Opções, e elas não entram nas contas da isenção)

#2 Você ser exercido, vender as ações via exercício e recomprá-las no mesmo dia

(um caso típico de exercício de uma venda descoberta)

Neste caso, o cálculo do ganho líquido será: valor obtido com a venda das ações via exercício + valor do prêmio da opção – preço de compra da ação.

E sim, a mesma conta é válida para o caso de você fazer a venda no mesmo dia com prejuízo. 🙂

Ah !! Não se esqueça: compra as ações exercidas no vencimento de opções CALL não é considerado daytrade.

E só lembrando: quer se aprofundar no estudo sobre o tema Opções ? Conheça o Double PUT Double CALL, meu curso sobre Opções onde apresento a estratégia que uso em meus próprios investimentos em Bolsa. 😉

Espero ter ajudado quem tinha esta dúvida. 🙂

Abraços !

Venda de opções (CALL e PUT) cobertas por ações

O tema “venda coberta de opções” não é uma grande novidade, você já leu bastante coisa sobre o assunto aqui no Clube – e quem sabe fora dele também … Mas já percebeu que só falam na venda coberta da CALL ? Por que nunca falam sobre a venda coberta de PUT ?

Opa … já falamos sobre isso ! Lembra ? Sim, falamos sobre a venda de PUT, mas não a venda coberta delas … Por quê?

Por um simples motivo: não existe venda coberta (literalmente falando) de opções do tipo PUT. Elas têm como característica básica serem operações de venda descobertas em que há a necessidade de depositarmos alguma garantia para levar adiante a operação.

Teoricamente falando não é bem assim … Poderíamos dizer que uma venda de PUT é coberta pelo próprio dinheiro, não? Afinal a contraparte da operação, o que deve ser entregue em caso de exercício, é o dinheiro, o cash, a bufunfa, o faz me rir … ou como você preferir chamá-lo.

Mas isso é uma definição que a própria Bovespa adota: a venda de PUT é descoberta e ponto final.

Tá mas e o título deste post ?

Calma pequeno gafanhoto … 🙂

A operação de venda de CALL quando se tem ações em carteira, que servirão de cobertura, de garantia, de margem, para ela é considerada trivial, não é mesmo ? Você vende a opção, tem suas ações em carteira e pronto: as ações servirão para garantir a operação e no caso de exercício elas irão para o detentor das opções. Simples assim.

E na venda de PUT, o que precisamos colocar na carteira para garantir a operação enquanto ela está “viva” ? Qualquer coisa que a bolsa aceite como garantia: dinheiro, CDB, títulos do Tesouro, ações … Opa, ações ? Opa, venda coberta de opções por ações ? Opa, onde foi que li isso mesmo … 😉

Sim, é possível realizar uma venda “coberta” de opções do tipo PUT com a cobertura sendo feita por ações. O pior é que algumas corretoras consideram esta forma mais “correta” do que a coberta por dinheiro … mas tudo bem.

É um bom negócio ? Olha …

Lembra que quando colocamos uma ação como garantia em uma venda (seja de opções ou de ações alugadas) ela sofre um desconto (tabelado pela bovespa) e seu valor bruto – bem como o líquido … – irá oscilar conforme a ação for oscilando ? Pois bem, pense comigo:

1) Quando você está vendido em uma CALL e o papel sobe, levando para a área de exercício, o valor da chamada de margem também sobe. Se a margem é feita por ações, o valor delas sobe junto e não existe problema algum com isso. Você sempre terá o valor necessário para garantir sua operação, desde que o número de opções vendidas seja limitado ao número de ações – considerando que estamos falando de mãe e filha – em carteira.

2) Quando você está vendido em uma PUT e o papel cai, levando para a área de exercício, o valor da chamada de margem sobe. Se a margem é feita por ações, o valor vai na direção oposta do tamanho da chamada de margem … E agora ?

Sim, poderá chegar um momento onde você tem um valor de chamada de margem (o total) maior do que o valor que suas ações podem oferecer. E não importa se o número de opções vendidas é igual ao de ações na carteira.

Sentiu o drama ? É possível usar ações para cobrir uma venda de PUT ? Sim, é. É o ideal ? Não, longe disso !

Para garantir sua venda de opções do tipo PUT, o ideal é ter $$ em conta. Sim, o CDB e o título do Tesouro são tão bons quanto o dinheiro vivo. Mas quando usamos ações … a coisa complica um pouco.

Mas me diga: você já passou por uma experiência do tipo ? 🙂

BOVA11 ou PIBB11 ? Qual dos dois é melhor para se investir ?

Um amigo, pensando em investir diretamente em ETFs, para com isso facilitar sua vida na hora de diversificar a formação de sua carteira de ações, me perguntou se valeria mais a pena investir em BOVA11 ou no PIBB11. Falei que os dois era “diferentes”, mas parecidos … Pois o BOVA11 é um ETF que se baseia no Ibovespa, enquanto o PIBB11 se baseia no IBrX-50

Seriam dois ETFs diferentes, que se baseiam em índices de ações diferentes (veja aqui a composição do Ibovespa e a do IBrX-50), mas que vêm apresentando resultados bem parecidos nos últimos tempos. Em 2017 o BOVA11 se valoriza 23,45% enquanto o PIBB1, 23,86%.

Pouca diferença, pesando um pouco a favor para o PIBB11.

Ao falar isso, ele argumentou que não era especificamente sobre esse ponto que a sua pergunta se referia. Ele gostaria de saber qual dos dois eu investiria por conta da taxa de administração do fundo. Sim, se você não sabia, num ETF existe a cobrança de uma taxa de administração igual à que é cobrada pelos fundos de investimento dos bancos. A principal diferença é que um ETF pode ser comprado e vendido diretamente na Bolsa, enquanto o fundo do banco, só através do próprio Banco. Além disso, um ETF pode ser usado em estratégias mais “complexas” e que podem te proporcionar um rendimento extra (alguém falou em Double PUT Double CALL ?), enquanto o fundo do banco não …

Além disso, a taxa de administração em si, cobrada pelos bancos é bem superior à de um ETF.

Então, voltando ao meu amigo, ele reforçou sua pergunta, agora focando na taxa de administração: “Vale mais a pena eu investir no PIBB11 que me cobra só 0,059% a.a. ou no BOVA11 que me cobra 0,54% a.a. ?“. É … a taxa de administração do BOVA11 é 9x superior ao do PIBB11 !!

E isso é algo que acaba assustando/chamando a atenção. Não é mesmo ?

Pô … um custo 9x superior. É claro que o mais barato vai ser o mais indicado. Concorda ? Não existe a menor sombra de dúvida sobre isso !!

Será ?

Vamos olhar com um pouco mais de cuidado …

Se estivéssemos comparando dois fundos de investimentos, de bancos, onde um me cobrasse uma taxa de administração de 0,059% ao ano, enquanto o outro me cobrasse 0,54%. Onde o primeiro me exigisse um aporte mínimo de R$127,82 e o outro R$71,90 (valores próximos e relativamente baixos). Que estivessem apresentando um retorno semelhante nos últimos tempos. Que tivessem como “alvos” coisas parecidas, etc etc etc … É claro a preferência seria pelo fundo que me cobrasse a menor taxa. Concorda ?

Afinal de contas eu colocaria o meu dinheiro no fundo daquele banco, ele renderia durante um determinado período, e depois de algum tempo eu simplesmente solicitaria o resgate e pronto !

E é justamente aqui que entra um ponto MUITO importante e que deve ser priorizado nesta situação:

A liquidez do ativo !

Diferentemente do fundo do banco, onde eu invisto e resgato quando bem entender, e o meu dinheiro entrará/sairá  do investimento naquela hora, um ETF está sujeito às condições de mercado !! Se for um ativo com baixa liquidez … dê adeus aos seus planos, pois a coisa pode não sair exatamente da forma que você esperava.

De nada adianta dizer que os dois apresentam retorno semelhante, que o BOVA11 cobra uma taxa 9x maior que a do PIBB11, se a liquidez dos dois for algo muito diferente. Spoiler: e é BEM diferente.

Está sentado ? Pergunto isso pois a diferença é brutal. Enquanto o PIBB11 vem tendo uma movimentação (diária) média de R$10 milhões nos últimos dias, o BOVA11 vem movimentando, diariamente, perto de R$175 milhões …

É … Gigante, não é mesmo ? 😯

E sim, isso se traduz em liquidez … É muito mais fácil entrar/sair de um investimento em BOVA11 do que um no PIBB11.

Do que adianta pagar menos de taxa, se você corre o risco de ter problemas para entrar ou sair do investimento na hora que precisar ?

Ok … Com R$10 milhões por dia é bem provável que tenha a liquidez para que você faça a sua operação. Mas e o preço disso ? Como a liquidez é menor, as ofertas de compra e de venda acabam estando mais distantes do “preço certo”, o spread entre estas ofertas é maior e se você está com pressa pode acabar pagando por isso.

Você provavelmente já tenha visto isso em alguma oportunidade. O último negócio ocorreu nos R$71,90, mas a melhor oferta de compra está nos R$71,40, enquanto a melhor oferta de venda está nos R$72,40 … Você corre atrás, ou coloca a ordem no mercado pelo preço do último negócio ? Ficará lá esperando que alguém esteja disposto a “casar” sua oferta ?

Só nisso, de precisar ir atrás das ofertas que estão disponíveis, você já acabou gastando mais dinheiro do que gastaria com a diferença existente na taxa de administração.

Conclusão:

Num ETF, ao contrário do que vemos em um fundo de banco, a taxa de administração não é o principal ponto a ser levado em consideração na hora de tomarmos a nossa decisão. A liquidez tem GRANDE importância e precisa ser seriamente considerada.

O que eu faria ? Daria preferência pelo BOVA11 e sua liquidez. 😉

Aproveitando … Caso você não tenha conseguido entender algo do que foi dito neste post, convido-o a conhecer o “Minha primeira vez na Bolsa“, um curso criado por mim, e que tem como objetivo permitir que toda e qualquer pessoa inicie um investimento em Bolsa partindo do absoluto zero. Será um prazer te ajudar em sua jornada. 😀