Clube do Pai Rico
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Suporte compra, Resistência vende. Isso tá certo mesmo Zé ??!!

Pergunta:

Professor, bom dia

Lendo e relendo seu Ebook eu fiquei com uma dúvida, de suportes e resistência… Essa frase abaixo (Pag 29):

“Sim, operava usando só isso e nada mais. “Tá num suporte, deu sinal, compra !” ou “Tá na resistência, deu sinal, vende !”

De início, entendi que a resistência é a linha de cima e suporte a linha de baixo, ok?
Logo, entendo que quando um gráfico se aproxima de uma resistência e quebra essa barreira, quer dizer que o mesmo vai se valorizar, não? O gráfico não vai subir?
E vice versa para um suporte, na linha abaixo, certo?

Me parece que eu to entendendo o contrário do que você explica rsrs

Poderia me sanar essa dúvida por favor?

Att

Kaique Salles

Resposta:

Bom dia Kaique, tudo certo ? 🙂

Existem duas “escolas” de análise em relação a forma como se encarar os suportes e resistências. Uma é a que você citou: se romper, segue a trilha. Mas existe outra, e é essa a que mais me agrada. 😉

Pense comigo: suporte e resistência. O que, exatamente, estas palavras significam ?

Suporte: algo que segura, que ampara, faz força de baixo pra cima.

Resistência: algo que segura, que impede que sigamos em frente, que faz força de cima para baixo.

E é exatamente assim que eu enxergo …

Olhe suportes e resistências como eventos passados, o que ocorreu nas ocasiões em que eles foram formados ?

Um suporte é formado quando uma boa parte do mercado (seja em número de participantes ou força de capital) achou que naquele momento os preços estavam interessantes, que o ativo estava barato, e que a compra era justificada. Um grupo de participantes “decidiu” que dali não poderia passar, não poderia cair mais.

Uma resistência é formada na situação oposta, quando uma boa parte do mercado achou que naquele momento os preços estavam altos, que o ativo estava caro, e que era hora de vender para embolsar os lucros. Um grupo de participantes “decidiu” que dali não poderia passar, não poderia mais subir.

Um suporte e uma resistência nada mais são do que a principal e única força que move os mercados: a decisão de seus participantes de comprar ou vender um ativo naquele momento.

Conhecendo o ser humano, de hábitos e costumes padronizados, o que podemos esperar que ocorra em um momento futuro, quando os preços voltarem à mesma região ? Sim … é esperado que tudo se repita. Se compraram ali por ser barato, comprarão de novo. Se venderam ali por ser caro, venderão de novo.

É a natureza humana !! Somos ratos treinados, com polegares opositores. 😀

Tendemos a repetir e repetir e repetir o que fizemos e sempre fazemos. Fazer o quê … ? 🙄

Com isso, eu te pergunto: num suporte que se aproxima, você tenderá a fazer o quê ? E numa resistência ? Isso, comprar no suporte, pois foi ali que a “maioria” comprou, e vender na resistência, pois foi ali que a “maioria” vendeu.

Mas Zé, e se dessa vez for diferente e a regra for quebrada ?” Simples !!! Ao comprar em um suporte, ou vender em uma resistência, você tem a chance de saber o que fizeram naquela região. Se desta vez acontecer de forma diferente, você sabe que um STOP curtinho será bem-vindo. Sim, comprando num suporte e vendendo numa resistência você atua em uma região “mais fácil de identificar o comportamento”, e se der errado, sai fora com uma pequena perda. 😉

Desta forma, se o mercado resolver seguir adiante, você encerra a operação e aguarda uma nova oportunidade. SIMPLES assim. 🙂

Comprar em um suporte e vender em uma resistência nada mais é do que agir segundo os nossos instintos mais básicos de sobrevivência, seguindo o que os outros fizeram e foram bem-sucedidos ao fazer isso. 😀

Espero ter te ajudado !! 😉

Abraços !!

Opções: O que é melhor, rendimento modesto e constante ou uma rara explosão ?

Quando falamos sobre o investimento em Opções, surgem dois “times” distintos: aqueles que defendem o uso de suas características explosivas e os que estão realmente de olho em seu potencial de geração de fluxo de caixa.

E eu te pergunto: em qual deles você se encaixa ?

Opções são uma das ferramentas mais poderosas do mercado financeiro. Seu poder de proteção, atrelado ao de alavancagem, atraem inúmeros investidores de todas as tribos. Como não poderia deixar de ser, a grande maioria foca sua atenção ao lado “explosivo” delas. As oportunidades de transformarmos centavos em reais é aquilo que muitos querem ouvir e aquilo que tanto gostariam de ter acesso.

Fale a verdade … Quem não gostaria disso ? Investir uma pequena soma e depois de algum tempo conseguir sair com os bolsos cheios !! Um sonho ! Certamente é o desejo de todos os investidores. Quanto a isso não temos o que discordar. Concorda ?

O problema … (sim, como sempre tem um problema … aqui também existe um) é que a ideia em si é tão boa que parece ser mentira. Algo tão difícil de acontecer que até parece um bilhete de loteria premiado. 🙄

E é justamente sobre isso que eu gostaria de falar com você. Não estaríamos focando no alvo errado ?

Repetirei a pergunta que dá título a esse post: “Opções: O que é melhor, rendimento modesto e constante ou uma rara explosão ?“. Qual é a sua opinião ?

Sei que haverá uma divisão entre os leitores. Gostaria que a maioria pendesse para um lado … Mas acredito que penderão para o outro. Vamos ver se consigo ajudar a passar o meu ponto de vista. 😉

Eu sou do time que prefere “rendimentos modestos e constantes”. Por quê ? Simplesmente porque é mais fácil obtermos esse resultado ! Quem já fez o Double PUT Double CALL sabe exatamente do que estou falando. As chances de quem foca em retornos “menores” (e mesmo assim, algumas vezes superior ao da renda fixa) são maiores do que os que focam em resultados exagerados.

Você conseguirá manter-se vitorioso por uma longa sequência de operações se der preferência a resultados mais modestos. 2% ou 3% não estariam longe desse “alvo”. Com um nível de risco bem inferior ao das tradicionais estratégias que envolvem opções, você conseguiria acumular um resultado bem interessante após um período mais longo adotando o método.

Sem chance de perda ? Claro que não ! Isso não existe no mercado !! Mas um risco controlado e que não afetaria seu resultado como um todo. 🙂

Agora … e quem prioriza o retorno explosivo a cada operação ?

Por conta das características que formas as opções, para que você obtenha um resultado expressivo, será necessário o uso de uma estratégia específica. E essa estratégia exige que você seja um gênio das análises, ou então tão sortudo quanto o Gastão … Pois você precisará pegar o momento exato em que uma forte alta se inicia.

Como você pode imaginar, não é toda hora que vemos o mercado arrancar com força. Na maioria das vezes ele apenas fica oscilando, um pouco pra cima … um pouco pra baixo. Mas ir, com força, numa única direção é coisa rara.

Além de acertar o momento exato desta arrancada, você precisará torcer para que ela ocorra em um momento específico do vencimento de opções. Quanto mais perto do final for esta arrancada, maior será o resultado desta operação.

Se a arrancada era algo raro de acontecer, num exato momento então … complica ainda mais.

Ok … Ok … Ok … Não precisa ser exatamente num momento exato. Mas se não for assim, a alta precisará ser ainda maior para trazer o resultado esperado.

Digamos que tudo deu certo. Que você conseguiu incríveis 500% nesta operação. Fantástico !! Não é mesmo ? Mas qual foi o capital envolvido nesta operação ? Você provavelmente não arriscará mais do que 1% ou 2% do seu capital … Então, sobre o seu patrimônio isso pode acabar não fazendo muita diferença.

Mas ok. 500% sobre 2% dá 10% do capital integral !! Sensacional !! 😀

O problema é: lembra que é um evento raro ? Então … É aquele evento raro que provavelmente será visto a cada 6 ou 7 tentativas. Se não forem mais …

Mas o problema não acaba por ai … Para que você consiga obter o máximo de retorno possível, terá que aceitar perder o valor integralmente investido em cada tentativa. É … você coloca pouco justamente por conta do risco de perda total em cada operação mal-sucedida.

E agora, fazendo as contas você já começa a ver que tem algo de errado com elas. Não ? É … os incríveis 500% obtidos na operação que deu certo não são suficientes para recuperar as perdas geradas pelas que deram errado … 🙁

Resumindo: as chances estão contra você ao adotar uma estratégia que vise obter retornos explosivos com opções.

Claro … Quando tudo dá certo, é uma maravilha. É aquele tipo de história que precisa ser contada para o máximo possível de pessoas, que precisa ser compartilhada e se pudesse até virar quadro para pendurar na parede.

Você consegue enxergar quão difícil é se tornar bem-sucedido no mercado com esse tipo de estratégia ? Você precisaria ter um trading system excepcional para que ela pudesse lhe garantir retorno no longo prazo. Algo do tipo 1 acerto para cada 3 erros. E dadas as condições que citei acima, te garanto que é algo MUITO difícil de se encontrar …

Indo além, alguém conseguiria se manter fiel a uma estratégia que apresenta tantos erros ? Em que tantas entradas se transformam em perda ? Você conseguiria insistir em algo onde erra 6 ou 7 vezes para obter um acerto ?

Infelizmente muitos preferem ignorar isso e partem para a adoção de estratégias desse tipo, deixando de lado estratégias que parecem render pouco, mas que no longo prazo geram ganhos de capital impressionantes.

De novo: 2% ou 3% poderiam ser considerados pouco ? O que você acha ?

Se você gostaria de dar um passo de cada vez, pavimentando sua trilha com cuidado, dedicação e regularidade, faço um convite: conheça o Double PUT Double CALL.

 

O tema opções te interessa ?

E se eu …

… compartilhasse com você TUDO o que sei sobre o investimento em opções e que me permite obter ganhos ACIMA DA MÉDIA ?

E se eu dividisse com você TODA a base teórica que me proporcionou colocar em PRÁTICA as estratégias que adoto em meus investimentos em Bolsa ? Sempre priorizando um linguajar simples sem precisar fazer uso do economês que você normalmente encontra fora do Clube.

Além disso tudo, mostrarei a você alguns detalhes operacionais e determinadas informações que NINGUÉM divulga, segredos guardados a sete chaves …

A forma de apresentação deste conteúdo ? Vídeos, textos, áudio, LIVES, e-mail … o que for melhor para lhe entregar de forma SIMPLES e DIRETA todo o conhecimento que acumulei nos meus últimos 20 anos de mercado.

Ficou interessado ? Cadastre-se através do formulário abaixo e receba, em breve, mais detalhes sobre esta oportunidade. 😀

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Mas já aviso de antemão que serão oferecidas poucas vagas … Isso tem um motivo justo e que serve somente para lhe beneficiar: isso ocorrerá para facilitar o atendimento aos participantes, impedindo que fique qualquer dúvida referente ao assunto.

Este curso não é para quem deseja obter 100% de ganho em uma única operação envolvendo opções … Mas sim para aqueles que desejam obter ganhos modestos e constantes com estratégias de baixo risco com elas. Se é isso que você quer, preencha o formulário. Se não, continue se arriscando sem necessidade … 🙂

ps: se você não receber o e-mail de confirmação, não deixe de me avisar !! Ele será enviado para você imediatamente após o cadastro. (você pode usar os comentários, o formulário de contato, etc)

Como saber se tenho direito a um dividendo ou JCP ?

A empresa XYZ vai distribuir os seus dividendos, ficando ex no dia 31 de fevereiro, e seus acionistas receberão 35 centavos por ação“.

Quantas e quantas vezes você já viu um anúncio parecido com esse e ficou sem conseguir entender direito o que estava escrito ?

Quando virá o dinheiro ? Quanto dinheiro receberei ? Tenho a ação, já posso vender ? Até quando preciso comprar para ter direito ao dividendo ? No dia que me derem o dinheiro, já posso vender a ação ? E muitas … muitas outras questões.

É … O nosso mercado é assim, feito de muitas dúvidas e poucas pessoas dispostas a ajudar quem está começando. Como são poucas pessoas que investem em ações, aproximadamente 2,5% da população (apenas), conversar sobre o assunto se torna uma epopeia em alguns casos. Encontrar alguém que te ajude a compreender o básico da coisa então …

Até que você encontra o Zé e vê que existe um porto seguro no meio desse oceano de incertezas. 😀

Vou responder algumas das perguntas que já me fizeram sobre o tema, e isso certamente te ajudará a entender melhor o processo como um todo. Se novas perguntas forem surgindo, eu as incluirei no post. 😉

#1 Quando virá o dinheiro ?

Na maioria das vezes os anúncios incluem a data em que o pagamento será feito. Não … na imensa maioria das vezes (para não dizer todas) o pagamento não ocorre no momento do anúncio.

Em alguns casos, o depósito em conta (sim, a grana do dividendo é depositada diretamente na sua conta da corretora) ocorre vários dias após o anúncio. Em alguns nunca vem … Né dona Eletrobras ?

#2 Quanto dinheiro receberei ?

O anúncio dos dividendos (e JCP) é feito da seguinte forma: “serão distribuídos xxx milhões de reais aos acionistas, equivalente a xx centavos por ação“. Sabendo quantos centavos por ação serão distribuídos, basta que você multiplique o valor pela quantidade de ações que você tiver em carteira.

Exemplo ? Possui 1.000 ações ? Foram distribuídos 35 centavos por ação ? Você receberá R$350 ! 😉

#3 Tenho a ação, já posso vender ?

Não … Para saber se você já pode vender a ação, e garantir o recebimento do valor, precisará saber o dia em que ela se tornará ex dividendos. A venda, garantindo o recebimento do valor distribuído, só poderá ocorrer após a ação ficar ex.

#4 Até quando preciso comprar para ter direito ao dividendo ?

Para garantir o seu direito, você precisará comprar a ação antes dela se tornar ex. Precisará comprar antes de virar ex e manter em carteira no dia em que isso vier a acontecer.

Por exemplo: a ação XYZ passará a ficar ex no dia 11 de dezembro de 2018, terça-feira. A “transformação” em ex ocorrerá na abertura dos negócios. Portanto, para ter direito, você precisará comprar a ação até o final do pregão de segunda, dia 10, e manter em carteira, ao menos, até a abertura do dia 11.

O que te dá direito é a compra propriamente dita, e não a ação em custódia. Vou explicar melhor. 🙂

Muitos têm a seguinte dúvida: se eu comprar no dia 10, segunda-feira, a ação só entrará na minha custódia na quinta-feira, dia 13. Sendo assim não terei direito ?

Terá sim. Como disse, é a compra propriamente dita, que ocorreu no dia 10, que traz o direito. 😉

Portanto, você precisa ter a ação na sua carteira “na noite em que a ação se transforma de normal para ex“, falando de uma maneira bem simples. 😀

#5 No dia que me derem o dinheiro, já posso vender a ação ?

Sim, pode. Na verdade, você já poderá ter feito a venda muito antes dessa data. Lembra que normalmente o crédito em conta do seu dividendo ocorre bem depois da transformação da ação em ex dividendo ?

#6 A ação abriu em queda no dia que virou ex ! Abriu caindo os exatos 35 centavos do dividendo … Por quê ?

Na verdade ela não abriu caindo. Isso é o procedimento padrão das distribuições.

Sempre que ocorre uma distribuição de dividendos, JCP, direito de subscrição, ou algum outro tipo de bonificação, um valor (proporcional ao da bonificação) é retirado da cotação da ação.

Como no exemplo acima, de um dividendo de 35 centavos, digamos que a ação tenha fechado o dia antes de virar ex, nos R$10,55. No dia seguinte, na abertura dos negócios, já sendo ex, ela passará a ser negociada a R$10,20 em uma abertura estável.

Sim, “sumiu” 35 centavos e a ação não está em queda. 🙂

Como disse, o valor é subtraído da cotação da ação.

#7 Se sai do valor da ação, qual é a vantagem de receber dividendos ?

Um deles é fiscal … Os dividendos não são tributados. 😉

Outro é a geração de um fluxo de caixa para quem tem ações como “aposentadoria”, sem precisar se preocupar em vender ações para fazer dinheiro.

Aqui existe uma grande discussão … Será que esse dinheiro que foi distribuído não seria melhor utilizado pela própria empresa, e desta forma veríamos uma maior valorização da ação ?

#8 Distribuíram um JCP da minha ação, mas recebi menos do que tiraram da cotação dela !

É porquê o JCP é tributado (17,5%), enquanto os dividendos não. A tributação do JCP ocorre diretamente na fonte, você não precisa se preocupar com nada. 🙂

Se é anunciado um dividendo de 40 centavos, você recebe 40 centavos, e 40 são retirados da cotação da ação.

Se é anunciado um JCP de 40 centavos, você recebe 33 centavos, e 40 centavos são retirados da cotação da ação.

Por isso a maioria dos acionistas “prefere” um dividendo a um JCP. 😉

Como disse, essas são apenas algumas das questões que rondam o tema. Se você tiver alguma outra, me envie para que eu possa responder e complementar o post ! 😀

Ah ! Se quiser obter esse tipo de informação, o tipo de informação, conhecimento e orientação que mais é preciso na hora de se começar a investir em ações, conheça o Minha 1x na Bolsa, meu curso de ações, criado pensando em quem vai dar seus primeiros passos nesse novo mundo. 🙂

7 razões pelas quais gráficos de candlestick são tão populares

(a sétima é a derradeira)

Se você não começou a investir em ações antes da década de 90, provavelmente nem chegou a ver um gráfico usando um padrão diferente do que o dos gráficos de candles. Inventado no Japão, no século XVII, por pessoas que o usavam para negociar arroz em seus principais Mercados (e fazer dinheiro, muito dinheiro), os gráficos de candles chegaram ao ocidente apenas no final do século XX, nas mãos de Steve Nison.

1 – Principal indicador:

Os gráficos de candles têm a capacidade de mostrar sinais de reversão mais cedo do que as técnicas de gráficos ocidentais. Dessa forma, os gráficos de candles são o verdadeiro indicador principal da ação do Mercado. Eles regularmente identificam movimentos potenciais antes que se tornem aparentes com as ferramentas técnicas ocidentais. Muitos padrões de candles japoneses não são encontrados nas técnicas de gráficos ocidentais. Por exemplo, em muitas situações, os candles superam o indicador de divergência e convergência da média móvel (MACD) em termos de timing de entrada e saída do Mercado.

2 – Pictórico:

Os gráficos de candles são muito pictóricos e descrevem o estado psicológico dos participantes do Mercado em um determinado momento, que pode ser utilizado para tomar decisões de trading significativas. Terminologias como enforcado, estrela cadente, nuvem negra, martelo e bebê abandonado criam imagens indestrutíveis que podem ajudar o trader a lembrar o padrão por meio da imagem de seu nome. A técnica de candles consiste em centenas de grupos de padrões diferentes que identificam com precisão características e tendências específicas.

3 – Versátil:

Os gráficos de candles são versáteis, pois podem ser usados sozinhos ou em combinação com ferramentas técnicas ocidentais. Eles são diferentes dos gráficos de ponto e figura, que não podem ser usados com outros indicadores técnicos. Os candles usam os mesmos dados de preços que os gráficos de barras, mas a técnica de candles aprimora a capacidade de reconhecer grupos de padrões complexos e prever o próximo resultado possível com base neles.

4 – Podem ser aplicados a qualquer dimensão temporal:

As técnicas de gráficos de candles podem ser adaptadas para trading curto ou longo prazo. Os gráficos de candles são excelentes para trading de curto prazo por meio do uso de gráficos intraday, como gráficos de 1 minutos, 5 minutos, 15 minutos, 30 minutos ou 1 hora. Eles também podem ser aplicados à previsão de mais longo prazo por meio do uso de gráficos diários, semanais e mensais.

5 – Flexibilidade e adaptabilidade:

Os gráficos de candles podem ser aplicados para acompanhar quantos Mercados você desejar – sejam ações, futuros, moedas ou commodities. Em outras palavras, um trader pode aplicar os princípios de candles para analisar ou negociar ações no Brasil, índices futuros ou contratos futuros de café. Se os traders quiserem diversificar seu portfólio, eles podem negociar, por exemplo, ações nos EUA, futuros nos EUA, moeda estrangeira, títulos do Tesouro dos EUA ou do Japão e qualquer commodity em qualquer Mercado ao redor do mundo.

6 – Testada pelo tempo, confiável e útil:

A técnica de gráficos de candles foi testada pelo tempo e foi refinada por gerações de uso no Japão. O fato de ainda ser muito usada hoje em dia, após mais de 300 anos desde sua descoberta, é um testemunho de sua utilidade.

7 – (a derradeira, lembra ?) É um caminho sem volta:

Depois que você começa a usar os gráficos de candles para acompanhar o Mercado, você não consegue mais usar outro padrão gráfico. Linhas ? Barras ? Ponto e figura ? Não … Nenhum deles consegue ser usado por quem se acostumou a usar gráficos de candles.

Motivo ? A facilidade de leitura. Você bate o olho no gráfico e consegue compreender por completo aquilo que ocorreu no período em questão. Se for uma única barra, de um período qualquer, você sabe tudo aquilo que aconteceu naquele período. Qual o valor da abertura ? Está lá. Qual o valor do fechamento ? Está lá. Qual foi a mínima naquele período ? Está lá. Qual foi a máxima naquele período ? Está lá. Subiu ou Caiu ? Está lá !

Parafraseando Cypher, em Matrix:

You see, I’m not seeing it. I’m not seeing the code. I see blonde, brunette, redhead.

(Você vê, eu não estou vendo. Eu não estou vendo o código. Eu vejo loira, morena, ruiva.)

A partir do momento que você passa a usar gráficos de candles, você não vê mais as barras em sua tela, mas sim o comportamento do Mercado, e seus participantes, momento a momento. Passo a passo …

O poder dos gráficos de Candlestick

Nota do Site:
5 Moedas

O poder dos gráficos de Candlestick
Fred K. H. Tam

Editora: Novatec
Ano: 2024
Edição: 1
Número de páginas: 352
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

Aprendendo a usar o STOP na base da dor !

Existe uma ferramenta que é fundamental para todo e qualquer investidor que deseja proteger seu capital, não importando qual a estratégia adotada, tampouco a escola (fundamentalista ou gráfica) escolhida … O STOP é obrigatório e ponto final.

Volta e meia falo sobre sua importância aqui no Clube:

– STOP !!! – O que o Zé faz para ganhar dinheiro na Bolsa de Valores ?
– Problemas com o uso do STOP ?

Falo e continuarei falando enquanto for necessário. 😉

E ontem me surgiu um pensamento interessante sobre o tema que preciso compartilhar com você.

Ele surgiu após um tweet enviado por um seguidor do Clube (já nos segue ?) e que dizia o seguinte:

Bah! hoje aprendi na dor a importância do Stop Loss!
 

Ao ler a mensagem direcionada a mim, perguntei:

Mas aprendeu usando, ou vendo que precisaria ter usado ?
 

E é a partir daqui que o pensamento que preciso dividir com você começa …

Existe alguma diferença entre aprender usando ou ver que precisaria ter usado ?

Sim, acredite. Na verdade, existe uma enorme, uma gigantesca diferença.

Ao se aprender algo pelo uso, você sentiu na pele a necessidade de tomar tal atitude, viu como funcionava, quais os efeitos de seu uso no seu patrimônio, na proteção dele.

Ao se aprender vendo que precisaria ter sido usado … Você realmente aprendeu ? Será ? Afinal de contas você ainda não usou, e se não usou algo que precisaria ter sido usado, é porque ainda não compreendeu (e tampouco sentiu seus efeitos) exatamente todas as consequências geradas pelo uso.

Existe uma diferença absurdamente grande entre dizer que aprendemos sobre a importância de algo, especialmente que tem como função proteger, por vermos a falta que fez, ou por termos usado e como ele nos protegeu. Por mais que você admita que entendeu os reais motivos que te exigem usar tal proteção, a lição só se mostrará como tendo sido plenamente compreendida a partir do momento em que você usar a proteção.

Se você vai lá, investe, e perde, para depois dizer “ah se eu tivesse usado o STOP !!”, sem tê-lo usado, quem te garante que usará na próxima oportunidade em que ele for exigido ? No máximo você pode afirmar que vivenciou a importância de seu uso. Mas dizer que aprendeu sobre a necessidade de uso, somente depois que tiver passado pela experiência completa: o STOP se fez necessário e você foi lá e fez uso dele.

A teoria é diferente da prática !!

Para algumas pessoas as duas coisas (usar e ver que precisava usar) têm a mesma importância e resultado …

Não ! Definitivamente NÃO !!!

A teoria é bem diferente da prática. Você ver que algo teria utilidade é importante. Mas você só compreenderá 100% de sua função a partir do momento em que se faz necessário.

Usando um exemplo bem bobo, mas que demonstra a diferença entre prática e teoria. Ok ?

Tenho uma filha de 5 anos, a Helena (que você já conhece se viu a página “Sobre” aqui do Clube). Até pouco tempo nós andávamos com ela no carrinho … E aqui cabe a pergunta: você já chegou à conclusão que a qualidade das nossas calçadas são mais do que péssimas ? Provavelmente … Mas você já sentiu na pele o quão ruins elas são ? Esburacadas, desniveladas, estreitas, com acesso precário (custava fazerem rampas de acesso decentes e não apenas rampas para dizer que existem rampas ?), etc etc.

Sempre achei que elas fossem ruins. Sempre achei que as pessoas que empurravam seus carrinhos de bebê, ou ainda pior … os que são cadeirantes, tinham problemas para usar as nossas belas calçadas. Via que eram ruins, mas só a partir do momento que passei a empurrar o carrinho da Helena senti o quão ruins eram.

Analogia tola … Talvez. Mas garanto que quem empurrou um carrinho (ou usa cadeira de rodas) sabe exatamente sobre o que estou falando. Sabe exatamente qual é a diferença entre ver que são ruins e sentir que são.

A mesma coisa acontece em relação ao STOP. Só no momento em que você usa é que você se dá conta de quão importante e fundamental ele é para a sua estratégia em Bolsa. Só após usar você sente todos os efeitos dele …

… e eles não são só bons não. Você sente na pela um misto de “ufaaaa” com “droga, perdi“.

Mas te garanto: é momentâneo ! Passa ! E depois você se dará conta que ainda está vivo e pronto para a próxima oportunidade. 😉

Acredite: ver a necessidade é diferente de usar e sentir na pele a sua necessidade.

Isso está sendo falado por uma pessoa que em 2005 não usou e que perdeu tudo o que tinha … (e que me levou à criação do método Double PUT Double CALL, mas esse é um papo para outra hora)

Sim, após não usar o STOP eu vi a necessidade. Mas garanto que só aprendi mesmo, depois de usar em uma outra oportunidade em que ele foi necessário e que graças a isso pude permanecer vivo no mercado para uma próxima oportunidade. 😀

Eu só aprendi, de verdade, quando fui lá e usei. Se não tivesse usado … teria falado “é, eu deveria ter usado … de novo“. Isso demonstraria que eu tinha aprendido a importância dele ? Pense, de verdade, sobre isso. 😉

Para encerrar, gostaria de compartilhar com você um pensamento que publiquei há alguns dias nas minhas redes sociais, mais especificamente no meu twitter e no meu instagram:

 

 

Sim, você pode copiar, compartilhar, dividir com quem realmente te importa. No futuro todos eles irão te agradecer. 🙂