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Aluguel de ações

O estudo acompanhará o desempenho da ITUB4, BBDC4, PETR4 e da VALE5 – carros chefe do Ibovespa. Esta informação poderá ser usada tanto por quem opera na ponta de compra quanto para quem opera na ponta de venda … 😉

Este é um dado que acompanho diariamente, serve para que eu veja o “peso” extra que existe sobre estas ações. Normalmente – veja bem, normalmente … – um aumento na posição alugada pode significar um movimento de queda no papel. E o contrário também é verdadeiro, uma cobertura pode significar um movimento de alta.

Vamos lá !

Comentário: De novo bateu lá e segurou …

62.500 ! Esse é o número importante do momento. Claro … sempre acompanhado dos 63 mil. 😉

Mas já vimos que a região dos 62.500 está apresentando força de região decisória. Portanto, fiquemos atentos !!

Ontem foi dia de queda forte no mundo inteiro. Dow Jones caiu -0,78%. Alemanha quase 2%. Inglaterra outro tanto … E nós, milagrosamente, subimos. 🙂

Talvez a decisão esteja próxima.

Aguardemos um novo teste nos 62.500 !! 😀

Sim, curto e “grosso“. Não tem mais nada que precise ser dito, hehehe. 😉

Notícia: CMN baixa meta central de inflação para 4,25% em 2019 e 4% em 2020

O conselho Monetário Nacional (CMN) anunciou nesta quinta-feira (29), após reunião em Brasília, que a meta central de inflação será de 4,25% em 2019 e de 4% em 2020.

A decisão significa a primeira redução na meta central de inflação desde 2005. De lá para cá, a meta, que tem que ser perseguida pelo Banco Central, permaneceu em 4,5% ao ano – índice considerado alto para padrões internacionais. A meta de 4,5% vai vigorar até 2018.

Além da meta central, o sistema brasileiro de meta de inflação prevê um intervalo de tolerância, para cima e para baixo, que foi mantido pelo CMN nesta quinta em 1,5 ponto percentual.

Com isso, o Banco Central cumprirá a meta se a inflação oscilar entre 2,75% e 5,75%, em 2019, e entre 2,5% e 5,5%, em 2020.

Definição dos juros básicos

A meta central de inflação é o objetivo que terá de ser buscado pelo Banco Central, cujo principal instrumento é a taxa básica de juros da economia brasileira, atualmente em 10,25% ao ano.

Quando a inflação está alta e foge da meta, o BC sobe a Selic para tornar o crédito mais caro e inibir o consumo, o que tende a fazer os preços baixarem. Quando a inflação está em linha com as metas de inflação, o BC pode reduzir os juros.

Deste modo, metas de inflação menores podem significar, no caso de uma alta da inflação no futuro, que o BC pode ser obrigado a subir mais os juros, ou a reduzir menos a taxa básica da economia, para tentar cumprir os objetivos fixados – o que pode impactar para baixo o nível de atividade e o emprego.

Na semana passada, segundo pesquisa conduzida pela autoridade monetária com mais de 100 instituições financeiras, o mercado estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, ficará em 3,48% neste ano, em 4,3% em 2018 e em 4,25% em 2019 e 2020.

Segundo o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, as expectativas de inflação do mercado para 2019 já estão ancoradas nos 4,25%, valor da meta central. “Temos uma convergência natural da formação de preços para esses patamares. A indexação é uma das razões que justificam essa convergência gradual. A montagem é ótima pois assegura convergência da inflação, crescimento potencial e assegurando a manutenção do poder de compra da população”, disse ele.

O presidente do BC, Ilan Goldfajn, a fixação de uma meta de inflação menor para 2019 e 2020 vai levar a juros mais longos, no mercado futuro, menores desde que as metas sejam criveis. “Temos observado que as expectativas estejam ancoradas nas metas. A expectativa para 2019 já está em 4,25% e isso provavelmente vai levar a taxa de juros longa menor”, acrescentou.

Dificuldades em atingir a meta

Números oficiais mostram que a inflação ficou bem acima da meta central do governo em 11 dos 18 anos completos de existência do sistema de metas. A inflação ficou abaixo da meta central somente em quatro anos: 2000, 2006, 2007 e 2009.

Entre 1999 e 2016, a inflação média do país foi de 6,83%, enquanto a meta central “média” foi de 4,72%. Ou seja, o IPCA ficou, pela média, 45% acima da meta central desde a início do sistema de metas.

Nos últimos cinco anos, o IPCA tem ficado bem distante do centro da meta de 4,5% e mais próximo ao teto de 6,5%. Entre 2012 e 2016, a inflação variou de 5,84% a 10,67%.

Meta de inflação do Brasil é alta

Para padrões internacionais, a meta de inflação brasileira, de 4,5% até 2018, pode ser considera elevada, de acordo com levantamento do site Central Banking News, especializado sobre o assunto.

Os sistemas, porém, não são iguais em todos os lugares. A grande maioria dos países adota um sistema igual ao do Brasil (meta central e intervalo de tolerância para cima e para baixo), mas parte das nações indica apenas a meta na qual a autoridade monetária do país está mirando ao fixar os juros básicos. Outros estabelecem um intervalo de tolerância, sem meta central.

Dos 64 países que adotam o sistema de metas de inflação, 20 possuem metas mais altas do que a brasileira, entre elas Argentina, Belarus, Gana, Geórgia, Cazaquistão, Quênia, Kirguistão, Malawi, Mongólia, Moçambique, Paquistão, Ucrânia, Zambia.

Outros 40 país possuem metas mais baixas, entre eles Estados Unidos, Chile, China, Canadá, República Tcheca, Hungria, Islândia, Israel, Japão, México, Peru, Rússia, Reino Unido, Tailândia, Suíça e Coreia do Sul. Nestes casos, o teto também é menor do que o brasileiro, que é de 6%.

Três nações têm, neste ano, uma meta central igual à do Brasil: Paraguai, Jamaica e Honduras.

(Fonte: G1)

Se já era importante mudarmos nossa acomodação em relação aos nossos investimentos, graças às benesses da renda fixa, agora a coisa acelerou um pouco mais … 🙂

Indico a leitura do artigo publicado em fevereiro de 2017:
Os juros caíram para 12,25%, como fica o meu plano de aposentadoria ?

Aluguel de ações

O estudo acompanhará o desempenho da ITUB4, BBDC4, PETR4 e da VALE5 – carros chefe do Ibovespa. Esta informação poderá ser usada tanto por quem opera na ponta de compra quanto para quem opera na ponta de venda … 😉

Este é um dado que acompanho diariamente, serve para que eu veja o “peso” extra que existe sobre estas ações. Normalmente – veja bem, normalmente … – um aumento na posição alugada pode significar um movimento de queda no papel. E o contrário também é verdadeiro, uma cobertura pode significar um movimento de alta.

Vamos lá !

Comentário: 62.018 … Um dia de recuperação … 62.500 ali na esquina …

É hora de aquecermos os motores ? 😯

Não sei … Só sei que estarei com os olhos grudados na região dos 62.500 e na dos 63 mil. A mudança, obrigatoriamente, passa por estes números. Antes disso, nada feito.

Será que a votação na CCJ (15 a 9) ajudará ? Ou o possível anúncio de redução da meta de inflação para 2019 ? (se vier, permite que os juros caíam ainda mais)

Ou alguma outra picuinha política vai roubar a cena ?

Como eu disse, não sei. Estou de olho pra cima. Mas cuidando para não tirarem o chão debaixo dos meus pés … 😉

Portanto, os 60.500 continuam sendo o suporte a ser distanciado. 🙂

Se tivermos forças para irmos até os 63 mil, a briga promete ser das boas. A região já mostrou que tem poder de fogo e que é ali que saberemos o nosso próximo destino.

Resta aguardar o desfecho da novela. 😀