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Programa Falando de Investimentos – Órama

Toda sexta-feira, às 10h15, Sandra Blanco apresenta o programa Falando de Investimentos ao vivo no canal do youtube da Órama. O programa traz os principais acontecimentos macroeconômicos da semana e a sua influência nos investimentos.

Sandra também responde dúvidas durante o programa sobre as melhores opções de investimento, finanças pessoais e planejamento financeiro.

Duas vezes por mês ela recebe o economista da Órama e professor do Ibmec Alexandre Espirito Santo para uma análise quinzenal, em um bate papo descontraído com uma linguagem simples e direta.

Sandra Blanco é consultora de investimentos da Órama e acumula grande experiência no mercado financeiro orientando investidores desde 2004. Formada em matemática, fez MBA em finanças e mestrado em economia. É professora-autora da FGV e criadora do site e do clube de investimento Mulherinvest. Autora dos livros “Mulher inteligente valoriza o dinheiro” (Ed. Qualitymark) e “A Bolsa para mulheres” (Ed. Campus).

Hoje teremos um programa diferente, Sandra está de férias e nosso bate papo será com Alexandre Espirito Santo e Luciana Brafman, jornalista com mais de 15 anos de experiência em jornalismo econômico, bacharel em Economia pela UFRJ, com pós-graduação em petróleo e gás pelo MBP Coppe/UFRJ, professora da PUC-RJ e sócia da consultoria Doze+ Comunicação.

Os principais tópicos do programa de hoje:

– A (controversa) decisão do COPOM que manteve a taxa SELIC inalterada;
– Dólar atinge cotação recorde em relação ao real;
– A crise atual tem ligação com a de 2008 ?;
– A queda nos preços do petróleo;
– Os títulos pré-fixados e atrelados à inflação ganharam espaço com a crise atual ?;
– A CPMF salvará a pátria ?

Aproveite e faça uma simulação com as ofertas em renda fixa disponíveis na plataforma da Órama. 😉

Boa noite investidor, com Álvaro Bandeira

Mercados Derretem

O dia foi de mercados de risco derretendo em todo o mundo. Culpa da China com o tema recorrente de desaceleração e queda das commodities, especialmente o petróleo que já opera com o barril WTI na casa de US$ 26. Permeando todo esse cenário ruim a percepção de que o crescimento global já não é tão visível, exigindo novas ações por parte de muitos governos e certa recuada do FED em aumentar juros e normalizar a política monetária. O quadro danoso começou ainda de madrugada com os mercados asiáticos, se prolongou pela Europa e, atingiu fortemente os mercados nos EUA e, também na Bovespa.

Por aqui situação ainda mais agravada pela inação do governo e expectativa com decisão do Copom sobre os juros. O efeito do comunicado do Bacen por seu presidente se fez ainda mais presente. O dólar disparou, assim como as taxas de juros dos títulos de vencimento mais longo (os curtos ficaram no aguardo da decisão do Copom).

Não bastasse todos os nossos problemas, o IIF ainda anunciou que em 2015 a fuga de capitais de países emergentes foi recorde de US$ 735 bilhões. Diz a prudência que dias difíceis ainda virão para o Brasil através da dificuldade do setor privado fazer a rolagem de empréstimos. Isso sem contar com a produtividade menor e poucas possibilidades de repasse de aumentos de custos. Com isso, queremos dizer que os retornos sobre o patrimônio das empresas serão menores, com alterações nos preços relativos. Podemos acrescentar a isso o fato de outras bolsas estarem também caindo forte e os preços ficando mais atraentes por lá.

Não temos resposta para as questões sobre estarmos próximos do fundo do poço. Tudo fica na dependência de como o governo lidará com a política econômica, além da sabida tentativa de elevar a carga tributária. Além disso, parece fundamental que a credibilidade seja minimamente restaurada, ao ponto de criar ambiente propício para retomada dos investimentos privados e parcerias, e não somente investimentos públicos.

Tudo isso explica o derretimento dos mercados no exterior e no segmento local. O petróleo WTI era transacionado em NY em queda de 6,57%, com o barril cotado a US$ 26,59. O euro era negociado em alta para US$ 1,0908 e os notes americanos de 10 anos com taxa de juros de 1,95%. A queda dos juros nos EUA pode ser parcialmente atribuída à aversão ao risco que acaba dirigindo os recursos para a segurança americana.

No mercado internacional, queda para as bolsas europeias, com Londres perdendo 3,46%, Paris com -3,45% e Frankfurt com -2,82%. Madri e Milão com perdas de respectivamente 3,20% e 4,83%. No mercado americano, queda para o Dow Jones de 2,40% e Nasdaq com -2,32%. Na Bovespa, queda de 1,84%, com índice em 37357 pontos, tendo atingido na mínima 37046 pontos. Petrobras com renovada queda de 7,08%, cotada a R$ 4,33 liderando ranking de perda das ações mais líquidas.

Na agenda de amanhã, teremos decisão do BCE sobre política monetária, confiança do consumidor da zona do euro de janeiro e núcleo do CPI (Inflação do Consumidor) de dezembro. Nos EUA, os pedidos de auxílio desemprego da semana anterior e o índice de atividade do FED de Filadélfia; além dos estoques de petróleo e derivados.

Boa noite.

Alvaro Bandeira
Economista-Chefe Home Broker Modalmais

 

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