Capital Externo na Bolsa
Dia 23 de setembro de 2010:
Entrada de R$ 97,611 milhões
Acumulado do mês de setembro de 2010 ( até o dia 23 ) :
+ R$ 490,485 milhões
No ano de 2010, o saldo está positivo em de R$ 455,877 milhões.
(Fonte: Broadcast)
Dia 23 de setembro de 2010:
Entrada de R$ 97,611 milhões
Acumulado do mês de setembro de 2010 ( até o dia 23 ) :
+ R$ 490,485 milhões
No ano de 2010, o saldo está positivo em de R$ 455,877 milhões.
(Fonte: Broadcast)
O estudo acompanhará o desempenho da Vale5 e da Petr4 – carros chefe do Ibovespa. Esta informação poderá ser usada tanto por quem opera na ponta de compra quanto para quem opera na ponta de venda … 😉
Este é um dado que acompanho diariamente, serve para que eu veja o “peso” extra que existe sobre estas ações. Normalmente – veja bem, normalmente … – um aumento na posição alugada pode significar um movimento de queda no papel. E o contrário também é verdadeiro, uma cobertura pode significar um movimento de alta.
Vamos lá !


Comentário: E ai, gostaram do comportamento da Petro na sexta ? Acredito que muitos esperavam outra direção, não é mesmo ? Mas pensem comigo … se a oferta foi a R$ 26,30 … nada mais natural, para muitos, do que embolsar os quase 2% de lucro não ? Só não imaginava que fosse fechar exatamente nos R$ 26,30. 🙂
Foi impressionante ! Teve um momento, poucos minutos antes de iniciar o leilão, que existiam várias ordens de compra nesse valor, aproximadamente 1,5 milhões de ações !! Enfiaram tudo, quando ia acabar, começou o leilão !! 🙂
Quanto ao restante do mercado … não sei não. Não gostei dos gráficos … :/
O problema é que o diário diz uma coisa, enquanto o intraday diz outra. Confusão pra minha cabeça. 😉
Acho que vamos ficar num certo “lenga-lenga” durante algum tempo …
Dia 22 de setembro de 2010:
Entrada de R$ 147,772 milhões
Acumulado do mês de setembro de 2010 ( até o dia 22 ) :
+ R$ 392,874 milhões
No ano de 2010, o saldo está positivo em de R$ 358,266 milhões.
(Fonte: Broadcast)
Dia 21 de setembro de 2010:
Saída de R$ 98,515 milhões
Acumulado do mês de setembro de 2010 ( até o dia 21 ) :
+ R$ 245,102 milhões
No ano de 2010, o saldo está positivo em de R$ 210,494 milhões.
(Fonte: Broadcast)
Uma resposta possível para esta pergunta é “NUNCA”! Digamos que você tenha comprado ações de uma empresa excelente, recebeu bons dividendos durante o período em que ela esteve em sua carteira e os reinveste para adquirir novas ações. Além disso, já tem a ação em sua carteira de investimentos por um bom tempo e lucros fantásticos com a valorização da ação. É natural que você comece a pensar em vendê-las. Um pensamento de “acho que ela já deu o que tinha que dar” pode passar pela sua cabeça.
Vejamos a questão por outro lado: a empresa continua lucrativa, seus lucros continuam a crescer constantemente e não há nada que indique uma mudança nessa situação. Examine se as taxas de crescimento do lucro por ação (LPA) dos últimos 10 anos mantém-se nos últimos 5 anos. Às vezes pode acontecer de, após um período fantástico de crescimento ao longo dos últimos 10 anos, essa taxa estar ainda melhor nos últimos 5 anos! Se isso ocorrer e os preços das ações não estão excessivamente sobrevalorizados, não há razão para vendê-la.
Mas é verdade que existem algumas situações em que vender uma ação pode ser interessante. Uma delas é um índice Preço por Lucro (P/L) muito alto sem razões aparentes. Uma empresa que nos últimos 10 anos teve um índice P/L médio de 10 e está sendo negociada a um índice P/L médio de 50 indica que os preços podem estar inflados. Mas não utilize apenas esse indicador para avaliar a situação: verifique se não há outros motivos para isso ter acontecido. A empresa pode ter passado por uma crise pontual e seus lucros despencaram em um determinado ano, desvirtuando a equação, mas não há nada que indique que isso acontecerá no futuro. Isso aconteceu com algumas empresas durante a crise de 2008. Quando os lucros retornarem ao normal novamente, é possível que esse índice retorne a um padrão mais baixo.
Mas o investidor deve observar se ocorreu valorização extrema do ativo, sem razão aparente. Isso ocorre em períodos de euforia no mercado, quando os preços sobem sem qualquer motivo. Sobem porque sobem. Preços muito altos sem justificativa só têm um destino certo: a queda brusca. Nesse caso, é melhor vender as ações, mesmo que seja para recomprá-las em um momento posterior, quando o mercado recobrar o juízo.