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Imóvel ||| Alugar ou Comprar ? – Complemento

Ah ! Esqueci de falar uma coisa no texto … 🙂

Antes precisávamos vir de carro para o centro, o que em média ( dias sem trânsito ) levava 35 minutos. Ok, isso eu falei.

Aqui no centro, gastamos uns 5 minutos para chegar no escritório. Só um detalhe: isso é a pé ! 😀

Então, outra coisa que entrou nas minhas contas, e que acabei esquecendo de falar, foi a “economia” em combustível que tivemos. Aproximadamente R$ 400,00/mês. ( usei “economia” pois este valor acabou sendo usado para pagar parte do aluguel ou o condomínio … )

Economia no bolso e na cabeça. O nível de stress, ao menos com o trânsito, sumiu !!! 🙂

Poder ir a pé para onde se quer não tem preço. 😉

Iniciando seus Investimentos – Parte XIX

De olho nas dicas !

Este é um tema que falo, sempre falei, e nunca cansarei de falar: Dicas. Cuidado com as Dicas. Esqueça das Dicas. Não vá atrás de Dicas. Opere sem seguir Dicas. Quer uma Dica ? Fuja delas !

Isso mesmo, parece meio radical, mas é um dos melhores conselhos que alguém pode te dar. Se quiser, você poderá encarar isso como uma Dica, hehehe.

Por que gosto de insistir tanto neste ponto ? Porque já vi, e vejo, muitas pessoas que se viciam nelas. Muitas pessoas que só conseguem operar após receber uma “Dica”. Pessoas que até hoje esperam “a” Dica. Pessoas que não se perdoam por não ter seguido uma Dica. Pessoas que confiam demais em Dicas. Você acha que uma pessoa que opera desta forma é realmente um operador ? Ou ele é apenas um mero seguidor de Dicas ?

Uma pequena relação de motivos para não seguir Dicas:

– Você não sabe qual é a real intenção da pessoa ao te passar esta dica;

– Você não sabe se a dica é realmente “quente” ou é apenas um chute, ou alguma coisa muito pior;

– Você fica viciado nelas, fica sempre querendo mais;

– Você não aprende a operar, fica sempre esperando que mais uma dica seja passada, para que ai sim você opere …

Posso dizer que conheço muitas e muitas pessoas que se encaixam perfeitamente neste perfil. Muitas. Pessoas que já falei inúmeras vezes para esquecerem isso, que deviam aprender a operar por si próprias, confiar no seu método, no seu feeling, nas suas operações.

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Novas notas do Real

novas-notas-de-realComo você já deve ter visto na tv, ou na internet, ou no jornal –  ou em qualquer outro lugar ( hehehe ) – o BC lançou uma nova família de notas de real. Foram mantidos os mesmos temas – a figura da república e os animais –  e os mesmos valores – 2, 5, 10, 20, 50 e 100 reais. Mas tirando isso mudou muita coisa. 🙂

1 – Qualidade do desenho

Como você pode notar nas imagens abaixo, a qualidade do desenho e especialmente a riqueza de detalhes deles, aumentou bastante. Quanto mais detalhada for a nota, quanto maior for a qualidade, mais difícil será a falsificação. Além disso, podemos perceber nas notas de 50 e 100 que novas cores foram incluídas no verso da nota, no desenho onde aparecem os animais.

2- Faixa holográfica

Foram inseridas, nas notas de 50 e 100, faixas holográficas – no mesmo estilo da que temos atualmente na nota de 20 – que são atualmente um dos melhores itens de segurança para papel moeda.

3 – Tamanho das notas

A meu ver, este é o item de segurança mais importante de todos. Cada nota terá um tamanho diferente da outra, sendo que a de R$ 2 será a menor e a de R$ 100 a maior.

Por que isto traz segurança ? Pois atualmente, uma das formas de falsificação mais comum é o uso de notas de valor menor para a criação da nota falsificada. Por exemplo, eles pegam uma nota de R$ 2 “limpam” ( passam produtos químicos que tiram toda a impressão da nota ) e imprimem as imagens da nota desejada – normalmente de 50 ou 100. Com esse processo eles têm o papel moeda e até mesmo uma marca d’água. ( o detalhe é que a marca d’água da nota de R$ 2 é diferente das demais … mas poucos percebem isso … )

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Formando o seu colchão de segurança

Amigos, um dos principais pontos para quem deseja ter tranquilidade na hora de investir é a formação de um colchão de segurança.

Mas o que é o colchão de segurança ?

Nada mais é do que uma reserva que todos devem ter para casos de emergência: Perda do emprego, alguma doença inesperada (que venha a trazer mais gastos do que o plano de saúde – para quem tem – possa cobrir) … são emergências reais, ok ? Nada de achar que aquela promoção de fim de estação é uma emergência …

Bom, o dinheiro reservado para isto deve ser o equivalente ao que você gasta mensalmente num período de 3 ou 6 meses. Sim, você pega o seu gasto mensal médio e multiplica por 3 ou 6. Por que 3 ou 6 ? Isso vai de cada um … Eu aconselho a todos que me perguntam a formação de um colchão que seja suficiente para te garantir 6 meses de tranquilidade, mas existem outras pessoas que indicam somente 3 meses.

Um outro detalhe: Viu que é o quanto você gasta, e não o quanto você ganha ? 🙂

Uma coisa é bem diferente da outra, e se você costuma fazer a lição de casa, o seu gasto é bem menor do que o que recebe mensalmente. 😉

Como guardar este dinheiro ?

Infelizmente tem gente que defende que seja dinheiro parado na conta corrente (não sei porque … mas tem), mas o mais indicado é que você aplique este dinheiro em algum investimento seguro – poupança ou renda fixa – para que ele não se desvalorize e ainda vá crescendo um pouco com o passar do tempo. Sempre que o valor reservado for superior ao seu gasto em 6 meses, você poderá sacar o excedente e destinar a algum outro investimento.

O “problema” é que a tranquilidade que este recurso te traz é tão grande que você não irá tirar o dinheiro. Deixará lá para que ele te traga cada vez mais segurança, ampliando aos poucos o tempo que te cobre todos os gastos.

“Mas já tenho pouco para investir … se colocar dinheiro nisso não terei nada !”

Sim, sei que parece difícil … mas e se você começar seus investimentos sem ter nenhuma reserva … o que acontecerá caso a sua fonte de renda seque ? Irá tirar o dinheiro aplicado em ações, por exemplo, mesmo perdendo ?

Dinheiro de investimento é dinheiro de investimento. Ele deve ficar lá enquanto o que foi planejado estiver acontecendo. Você não pode interromper um investimento por um caso emergencial …

Mas o pior mesmo não seria nem isso … a pior coisa que a falta de uma reserva te traz é o medo de perder dinheiro. Sim, todos temos este medo, mas quando você não tem mais de onde tirar dinheiro, ganhar com o investimento se torna uma “obrigação” e isso põe uma pressão extra – como se já não existisse nada … – em cima do investidor.

Uma estratégia para quem está começando a investir, e consequentemente montar seu colchão de segurança, é primeiramente montar o colchão – disto você não pode escapar; mas um colchão menor … Se é difícil para você ter uma sobra de caixa para montar sua carteira de investimentos, inicie montando um colchão de 3 meses. Depois vá destinando 50% do excesso para o colchão e os outros 50% para o investimento escolhido.

Com isso você estará se protegendo e iniciando seus investimentos ! 🙂

Mas veja que você não deixou de montar seu colchão de segurança … você já tem ao menos um colchonete, hehehe. 😉

E quando eu precisar do dinheiro ?

O bom de deixar o dinheiro em poupança ou em um investimento de renda fixa (CDB, fundo …) é que ele é rapidamente transformado em dinheiro. Em outros investimentos você corre o risco de não ter como pegar o dinheiro quando realmente precisar …

O dinheiro do colchão está lá para ser usado ! Mas somente em casos de emergência ! Nunca se esqueça disso !

Você deve usa-lo enquanto for necessário, e a partir do momento que as coisas melhorarem não deixe de devolver o dinheiro dele … 😉

Neste ponto existem duas alternativas: Devolver o dinheiro que foi usado ou devolver o dinheiro que foi usado reajustado. Acredito que para quem venha a usa-lo em emergências reais a devolução reajustada não seja necessária … mas isso vai de cada um.

Uma dúvida muito frequente:

Irei destinar 100% do meu capital para investimento em renda fixa, ainda preciso do colchão de segurança ?

Eu indico que sim. Não importa qual seja o tipo de investimento que você escolha, o uso do colchão é indicado. Lembre-se ele está lá para te trazer tranquilidade … e isso não tem preço. 😉

Para quem está começando, o colchão tem outra função: Ele dá tempo para que o iniciante vá aprofundando seus estudos. Acontece com muitos que estão começando de ouvir uma dica “quente” de um “super” investimento … Para quem está começando isso pode ser sedutor. Mas se você tem o compromisso de montar primeiro seu colchão de segurança, você terá tempo para estudar as diferentes opções de investimento, e certamente já terá aprendido que não existem estas “dicas” … 😉

Amigos, sintam-se a vontade para deixar seus comentários, dúvidas e questionamentos, ok ? O espaço é de vocês. 🙂

Leia também:

Colchão de Segurança – Quem precisa de um ?
Devo quitar minhas dívidas ou formar meu colchão de segurança ?
Usar títulos do Tesouro Direto para o colchão de segurança é válido ?

Olha o governo dando mais um incentivo para você abrir a sua empresa!

Vou te contar … não sei se é a pressão pela proximidade das eleições … não sei se é a pressão de ver que a pré candidata não está emplacando como eles gostariam – e olha que estão usando a máquina a todo vapor para empurrar ela … – mas nos últimos meses estamos vendo o governo tirar “algumas cartas das mangas” … já perceberam ?

A última é uma lei que obrigaria as empresas a destinarem 5% do lucro para ser divido entre os funcionários. Que incentivo para uma empresa ser constituida, hein ? Que incentivo para uma empresa estrangeira vir para cá gerar mais empregos …

Bom, leia a notícia e veja …

Governo estuda lei que obriga empresa a partilhar lucro
GRACILIANO ROCHA
da Agência Folha, em Porto Alegre
LARISSA GUIMARÃES
da Folha de S.Paulo, em Brasília

O governo federal estuda a criação de um mecanismo para obrigar empresas a dividir parte de seus lucros com os funcionários. De acordo com o estudo, 5% do lucro líquido de cada empresa seria destinado para o pagamento de participação nos lucros e resultados e a atualização da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas).

O ministro da Justiça, Tarso Genro, disse, no entanto, que a ideia ainda não está fechada.

“Não há nenhum projeto no Ministério da Justiça sobre isso. O que há é um grupo de trabalho que eu formei aqui no ministério a pedido do ministro [Carlos] Lupi [Trabalho] para discutir uma série de projetos para reorganizar algumas tutelas”, afirmou Tarso.

Segundo ele, não há “posição fechada” sobre o assunto no Ministério da Justiça nem no próprio governo federal. “Isso é um processo de discussão e normalmente é demorado.”

Ontem, no Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, Lupi e o secretário de Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça, Rogério Favreto, defenderam a proposta.

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