Clube do Pai Rico
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Livros ||| Pai Rico: o Guia de Investimentos

Neste livro RK nos apresenta vários tipos de investimentos, para os que tem pouco dinheiro e para os que tem muito dinheiro.

Nos introduz também um novo problema, onde investir quando se tem muito dinheiro. É o melhor tipo de problema, porém é difícil solução, já que grandes volumes financeiros dificultam as operações.

Nos mostra também as regras básicas de investimentos do Pai Rico, além de demonstrar formas de reduzir o risco em nossos investimentos.

Além disso, nos mostra os diferentes níveis de riqueza.

Leia a sinopse do Submarino:

Sinopse:
Investir tem significados diferentes para pessoas diferentes. Na verdade há investimentos diferentes para ricos, pobres e classe média. Dos mesmos autores do best-seller Pai Rico, Pai Pobre, Guia de Investimentos é um guia de longo prazo para quem deseja tornar-se um investidor rico e investir naquilo em que os ricos investem.

Pai Rico: o Guia de Investimentos
ROBERT T. KIYOSAKI, SHARON L. LECHTER

Editora: Campus
Ano: 2002
Edição: 1
Número de páginas: 456
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

Anuidade do Cartão de Crédito, é chegada a hora da renovação …

Acabei de entrar em contato com a minha operadora de cartão de crédito. Motivo ? A renovação dele, o pagamento da anuidade …

Sim, eu sei que já existem milhaaares de opções: Cartões sem anuidade, cartões com anuidade extremamente baixa mas sem benefício algum, cartões que dão dinheiro ao invés de pontos … tem de tudo. O meu (in)felizmente é um dos que dão muiiitos pontos, e portanto tem um valor de anuidade bem salgado: 4x de R$ 55,00 !!

Então, o que deve ser feito ? Entrar em contato com a central de atendimento para negociar a minha renovação. =)

Mas … perala, num texto anterior eu não tinha falado sobre a incoerência de se renegociar as taxas de juros, que já haviam sido acertadas e blá blá blá ? Portanto eu não deveria entrar em contato com eles para negociar … correto ? ERRADO !

Eu não estou negociando um contrato já vigente, estou negociando a renovação do meu contrato, estou negociando com o banco a possibilidade de eu continuar usando o cartão deles, podendo – caso a negociação não seja favorável a mim – cancelar o cartão. Então não tem nada de contraditório com o que havia dito anteriormente …

Voltando ao caso. Com a fatura em mãos vejo que a renovação de contrato me traria um custo de 4x R$ 55,00 … valor bemmm salgadinho, afinal de contas estou pagando para usar um serviço onde eles já ganham um percentual de toda compra que faço. Entrei em contato com o 0800, e solicitei uma abertura de negociação para o valor da anuidade.

1a Proposta: Trocar a anuidade total – 4x de R$ 55,00 – por pontos acumulados no cartão.

Proposta rejeitada. Motivo ? Pediram 10.000 pontos para isso ! Essa quantidade de pontos paga uma passagem aérea para qualquer lugar da américa do sul !! Portanto bem mais do que os R$ 220,00 da anuidade. =)

Solicitei uma nova proposta …

2a Proposta: Ao invés de 4x de R$ 55,00 apenas 2x …

Novamente proposta rejeita. Por quê ? Porque eu já estava de olha em outro cartão, que tinha uma anuidade de apenas 4x de R$ 12,00 …

Então fiz a 3a Proposta: “Ao invés de 2x, é possível termos apenas uma parcela ?” =)

Proposta aceita ! Nem fiquei feliz nem nada neh … hehehe. Afinal de contas foi uma economia de 75% em relação ao valor inicialmente proposto.

Sei que não foi nenhuma conquista, pois como já falei há algum tempo aqui mesmo no Diário, a redução do valor da anuidade é praxe das operadoras, eles apenas apostam que uma grande parcela dos usuários nem ao menos tentará uma negociação. E tenho certeza que eles obtém um grande lucro somente nesta “jogada”.

Não é pecado. Não é errado. Não é vergonha.

Está na hora de renovação do cartão ? Entre em contato. Solicite uma redução no valor da anuidade. Converse, proponha, ouça. Caso não dê em nada … existem milhares de opções diferentes, com diferentes valores de anuidade, diferentes benefícios, diferentes vantagens.

E você, costuma negociar na hora da renovação ? E qual costuma ser o resultado ?

Abraços !

Colunistas ||| Educação Financeira não é uma onda

Recentemente, ao participar de um debate em um evento aberto ao público, acompanhei uma discussão sobre a onda da Educação Financeira, que vem crescendo como um tsunami entre as mais diversas instituições de nossa sociedade. A certa altura, um dos debatedores propôs que essa onda aparentemente vem substituindo a ampla atenção dada, nos últimos anos, ao assunto Empreendedorismo. Como acredito que a interpretação está equivocada, trago a esta coluna meu ponto de vista, estendendo o debate a um público muito maior.

Em algumas áreas de gestão, principalmente em Marketing e Gestão de Pessoas, podemos dizer que há certos modismos que ganham grande força quando surgem, mas que vão perdendo força à medida que se popularizam e deixam de gerar efeito diferenciador. Alguns exemplos são o marketing de guerra, a gestão por objetivos, a avaliação 360 graus e a reengenharia. Porém, não se pode confundir modismos, necessários à renovação da gestão de empresas, com movimentos de esclarecimento sobre importantes áreas do conhecimento.

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Colunistas ||| A escola e a vida

Esses dias eu estava lembrando quanta coisa aprendemos em uma escola. E um acontecimento que recordo até hoje foi uma pergunta que caiu na minha prova, quando eu tinha uns dez anos: quem inventou o barômetro? Por sorte (ou estudo) eu me recordava do nome, era Torricelli. Porém, à época, errei a forma como se escrevia o nome do famoso inventor e ganhei um “meio certo”. Creio que a professora foi muito boazinha, pois deve ser um absurdo uma criança de dez anos errar um nome tão comum!

E esses tristes exemplos são encontrados aos montes. Somos obrigados a decorar datas, nomes de pessoas e locais, fórmulas, classificações etc. Nunca fui brilhante na escola e também não era dos piores, mas uma pergunta que sempre me intrigou foi: para que precisava aprender tudo aquilo? Hoje fico pensando naquelas crianças e jovens que não conseguem absorver esses conhecimentos pouco úteis. Isso os desanima, além de, muitas vezes, serem chamados de “burros”.

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Colunistas ||| Como enriquecer unindo amor e trabalho

Muitas pessoas não acreditam que é possível unir amor e trabalho. São freqüentes os casos de casais que se separam após uma mal-sucedida empreitada a dois no negócio próprio. Realmente, quando um casal decide tocar juntos o negócio da família, as chances de dificuldades são grandes. Ao trabalharem juntos, passam a compartilhar mais problemas além daqueles que fazem parte da rotina familiar. Se não houver uma relação muito transparente em relação às finanças pessoais e dos negócios, as divergências podem começar a afetar tanto a empresa quanto o relacionamento.

O conflito começa na dificuldade de separação entre assuntos de família e assuntos de trabalho, típica em empresas familiares. É quando, por exemplo, surgem conversas sobre problemas com fornecedores em um almoço de domingo, ou quando a desculpa para não participar de uma reunião é o desentendimento em relação à viagem do final de semana. É difícil também chegar a consenso sobre a retirada de lucros, o uso dos recursos da empresa, as estratégias e também sobre quem manda em quem. Some a essas dificuldades a rotineira limitação técnica da gestão, resultante da existência de uma pessoa de confiança no lugar de uma pessoa capaz (o que não aconteceria em uma empresa com gestão profissional). O ideal é separar completamente a vida pessoal da empresarial. Isso inclui as contas, jamais fazendo compras ou pagamentos pessoais ou familiares com cheques da empresa, mas sim após transferir recursos para a conta pessoal – apesar do infeliz custo da CPMF. É fundamental, também, definir rigorosamente as funções de cada um na empresa e respeitar essas regras e a hierarquia.

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