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Colunistas ||| Título de Descapitalização (Parte I)

Você conhece essa modalidade de aplicação financeira? Ela costuma ser oferecida em instituições bancárias, lojas de varejo e até mesmo utilizada como garantia para a locação de imóveis. Primeiramente, no momento da venda, oferece-se ao investidor um “título de capitalização”. Com o passar do tempo, o investidor se dará conta de ter adquirido um “título de descapitalização”, pois passará a perder dinheiro nesse tipo de investimento.

O título de capitalização é uma espécie de poupança na qual o investidor tem como grande atrativo a possibilidade de participar de sorteios e, quem sabe, ganhar um dinheiro extra. Existem dois tipos de títulos de capitalização: os que possuem pagamento único e os que possuem pagamentos mensais. Em ambos, o valor investido é dividido em três partes:

I. Quota de Capitalização (parte do dinheiro que será corrigida pela taxa de juros e pela Taxa Referencial – TR)
II. Quota de Sorteio (parte do dinheiro que será utilizada para compor o montante a ser distribuído em sorteios)
III. Quota de Carregamento (uma espécie de taxa de administração cobrada pelas Sociedades de Capitalização)

A legislação dos títulos de capitalização exige que a remuneração mensal destinada aos investidores seja no mínimo 20% do valor referente à remuneração da poupança mais a TR. Dessa forma, um título poderá remunerar 0,1% ao mês mais a TR e ainda assim estará cumprindo a legislação, com uma remuneração de 0,4% ao mês inferior à remuneração obtida na caderneta de poupança.

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Iniciando seus Investimentos – Parte XII.1.b

Bom dia amigos,

Um outro assunto apresentado em nosso “primeiro” post sobre ações: Como funcionam os lotes de negociação ?

De quanto em quanto eu posso comprar ?
Qual o mínimo a ser comprado ?
O que é fracionário, o que é lote ?

Vamos ver se consigo tirar as dúvidas que restaram sobre o tema. 🙂

Estas dúvidas são bem frequentes, principalmente para quem está iniciando, se você é um dos que têm essa dúvida, nada de sentir vergonha: TODOS já as tiveram. 😉

Vamos lá.
Para operar ações, você tem duas opções:

Negociar em lotes,
Negociar em frações

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Iniciando seus Investimentos – Parte XII.1.a

Após o texto da semana passada, recebi alguns e-mails pedindo, que se possível, eu pudesse detalhar um pouco mais os itens abordados nele. Portanto … seu desejo é uma ordem. 😀

Hoje irei falar um pouco sobre as formas de bonificação para quem tem uma ação. Poderíamos dizer que esta bonificação seria a sua parte do lucro por ter uma parte da empresa. ( poderíamos dizer não … é exatamente isso, hehehe )

Quais são as formas mais comuns de bonificação ?

As que mais costumam acontecer, e que a grande maioria têm mais intimidade, são os Dividendos e os Juros sobre Capital Próprio. Bom … e qual seria a diferença entre eles ?

Basicamente, a diferença seria:

Dividendos: O detentor das ações recebe a sua parcela dos lucros já livre dos impostos.

Juros sobre Capital Próprio: O que o detentor das ações receber nesta forma, será taxado ( Imposto de Renda ) em 15%, já descontados na hora que for depositado na conta do acionista.

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Iniciando seus Investimentos – Parte XII.1

Após ter tentado “abrir os seus olhos”, irei ao assunto propriamente dito: O que são ações ?

Bom, a definição mais tradicional é:

Ações são como que pequenas partes de uma empresa. Imagine a empresa como uma pizza, cada fatia dela é um pedaço da empresa, a pizza inteira é a empresa inteira. Então, uma fatia da pizza, é um pedaço da empresa … então este pedaço da pizza seria como se fosse um lote de ações da empresa. Tendo um lote de ações, você terá um pedaço da empresa.

É uma analogia um tanto quanto simplista … mas acredito que serve para exemplificar bem claramente o que seriam as ações …

A partir do momento que você compra um ou mais lotes de ações você terá um pedaço da empresa, proporcional ao tamanho da “pizza”.

Mas como se ganha dinheiro com ações … ?

Existem duas maneiras ( resumidamente falando … ):

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Colunistas ||| A Deficiência da Matemática 3

A Deficiência da Matemática – A Causa dos Nossos Problemas Financeiros
Fase 3

Dessa vez resolvi falar um pouco de especulação…
No início de minha trajetória de investimentos, ficava imaginando o porquê de algumas operações. Achava um absurdo à cobrança de margem altíssima em determinadas operações de risco e não entendia a eficiência do processo.

Na época, em minha imaginação, se a cobrança de margem era tão alta, então, onde estava a vantagem?

Com o decorrer do tempo, verifiquei que as operações eram válidas e interessantes. Recentemente, estava navegando nesse site fabuloso, que me ajudou muito na minha caminhada de investidor de sucesso e verifiquei uma dúvida de um usuário que me fez lembrar aquela época em que vivia com muitas indagações sobre determinados processos de investimentos.

O usuário não conseguiu entender o processo de aluguel de ações. A cobrança de margem de um determinado ativo, na época, era de 118%. Então, ele perguntava:

– Qual a vantagem nisso?
– Como pode ser vantajoso fazer uma operação, onde “será travado”, mais de 100% do que você operou?

Achei interessante relatar nesse artigo esse tipo de raciocínio do investidor, pois todos nós já passamos por esse processo algum dia.
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