Capital Externo na Bolsa
Dia 8 de abril de 2016:
Entrada de R$ 358,463 milhões
Acumulado do mês de abril de 2016 (até o dia 8):
+ R$ 540,158 milhões
No ano de 2016, o saldo está positivo em de R$ 11,097 bilhões.
Dia 8 de abril de 2016:
Entrada de R$ 358,463 milhões
Acumulado do mês de abril de 2016 (até o dia 8):
+ R$ 540,158 milhões
No ano de 2016, o saldo está positivo em de R$ 11,097 bilhões.
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Pergunta:
Bom dia Zé,
Antes de mais nada deixe-me contextualizar o que aconteceu.
Minha tia faleceu recentemente e deixou minha mãe como única herdeira. Todo o valor em dinheiro que minha mãe recebeu, foi aplicado de forma conservadora (cdbs, di e Titulos do tesouro), não insisto por conta da idade dela (e por que ela tem um certo trauma, que ela e o irmão perderam dinheiro na bolsa quando eram mais novos).
No entanto, minha tia possuía uma afilhada de 4 anos de idade, e minha mãe quer usar parte desse dinheiro para criar um investimento pra pirralha. Aqui entra o problema, que tipo de investimento é possível de fazer para ela com essa idade?
Meu pensamento inicial foi criar uma carteira de ações e comprar títulos do tesouro, mas acredito que ambos não são possíveis para uma criança tão pequena.
Não queremos deixar esse dinheiro numa poupança ou previdência privada e a garota só sair perdendo quando puder finalmente usar o dinheiro.
Tem alguma sugestão?
Muito obrigado
Resposta:
Bom dia Thiago,
Uma boa notícia: sim, é possível que uma criança, de qualquer idade, possua uma conta em corretora para investir em ações e no tesouro direto. 🙂
Para abrir a conta, basta levar alguns documentos da criança (certidão de nascimento e CPF), e do pai, ou responsável. Até atingir a maioridade, será o adulto que fará as negociações e que será o responsável pelas movimentações financeiras. Infelizmente são poucas as crianças que têm esse cadastro, aproximadamente 2.000 …
Então não será esse o problema para investir este capital destinado à menina. 😉
Já o lado “receio”, por causa das experiências passadas, pode atrapalhar um pouco (para não dizer bastante). Mas nem por isso o destino final do dinheiro deverá ser a poupança. Como visaremos o longo prazo, a perda real (levando-se em conta a inflação) pode ser grande … O ideal, neste caso, é fugir dela.
O que eu faria ?
Escolheria como destino da grana um título do Tesouro Direto. De preferência, escolheria um Tesouro IPCA, para garantir uma rentabilidade superior à inflação do período, e miraria, como data de vencimento, um ano próximo ao que ela completasse a maioridade. Temos dois títulos interessantes vencendo em 2035 (daqui 19 anos, quando ela terá 23 anos): um tradicional, com retirada no vencimento do título, e outro com juros semestrais. Ambos apresentam (hoje) a rentabilidade de IPCA + 6,37% ao ano. Algo bem interessante. 😀
Qual dos dois escolher ?
Se a ideia é de proporcionar a garantia de acesso ($$$) a um bom curso universitário, o com resgate apenas no vencimento poderia “complicar” um pouco as coisas, pois seria preciso vender alguns títulos antes do vencimento, precisando se adequar às ofertas disponíveis no mercado. Isso traz o lado variável do Tesouro Direto (como falei neste post). Do outro lado, o com juros semestrais, exigiria um maior envolvimento, pois seria preciso um reinvestimento de tudo o que fosse gerado pela aplicação, para não haver perdas na rentabilidade, até o vencimento. É um título que precisaria mais participação dos envolvidos.
Portanto, mesmo com o “problema” de precisarmos da venda antecipada de alguns títulos da NTNB Principal, esta seria a escolha que traria mais conforto e tranquilidade para ela. 😉
Veja que se adotássemos o título com juros semestrais, além do “trabalho” necessário para reinvestirmos semestralmente o dinheiro, teríamos também o lado “controle” financeiro (e emocional) com o dinheiro liberado constantemente. Seria preciso ter um maior controle sobre este dinheiro, para não cair na vontade de gastá-lo. 🙂
Espero ter lhe ajudado. 😀
Abraços !
O estudo acompanhará o desempenho da ITUB4, BBDC4, PETR4 e da VALE5 – carros chefe do Ibovespa. Esta informação poderá ser usada tanto por quem opera na ponta de compra quanto para quem opera na ponta de venda … 😉
Este é um dado que acompanho diariamente, serve para que eu veja o “peso” extra que existe sobre estas ações. Normalmente – veja bem, normalmente … – um aumento na posição alugada pode significar um movimento de queda no papel. E o contrário também é verdadeiro, uma cobertura pode significar um movimento de alta.
Vamos lá !




Comentário: Mercado começou bem, empolgado, com força suficiente para irmos testar os 51.000 pontos. Mas apenas para testar mesmo …

Foi lá, bateu nos 51k e voltou. Se você olhar para o gráfico acima, verá que o candle de ontem é muito semelhante ao de uns dias atrás. E o que houve após aquele candle ? É … Normalmente é isso que acontece. Se vai acontecer de novo ? Só o tempo dirá …
Mas para começo de conversa, precisaremos ver o índice perdendo os 50.000 pontos hoje. É a mínima daquela barra.
Mas … com todos os pontos positivos, pró impeachment, teremos a oportunidade de vermos isso acontecendo ? Será ? Mesmo após a aprovação de ontem ?
“Presos” entre os 50k e os 51k.
Para muita gente, se houver a perda dos 50k, aciona uma 3ª onda, que se superar os 48k, nos leva de volta aos 45.000 pontos. E olha … isso não estaria tããão longe daquele meu “pedido” de outros dias. (que era o de ver um teste nos 46.500)
Mas como disse, a situação é diferente do “normal”. O evento do impeachment ainda pode nos afetar MUITO. Falta uma semana inteira até a (provável) data da votação: domingo, dia 17.
Números importantes para acompanharmos: para cima, 51k e os 52k. Para baixo, 50k e os 48k.