Capital Externo na Bolsa
Dia 28 de outubro de 2013:
Entrada de R$ 58,298 milhões
Acumulado do mês de outubro de 2013 (até o dia 28):
+ R$ 608,922 milhões
No ano de 2013, o saldo está positivo em de R$ 11,266 bilhões.
(Fonte: Broadcast)
Dia 28 de outubro de 2013:
Entrada de R$ 58,298 milhões
Acumulado do mês de outubro de 2013 (até o dia 28):
+ R$ 608,922 milhões
No ano de 2013, o saldo está positivo em de R$ 11,266 bilhões.
(Fonte: Broadcast)

Existe um consenso de que a cópia é errada, que não devemos nos apropriar da criação alheia em benefício próprio, que devemos respeitar a propriedade intelectual do concorrente (atual ou futuro), que devemos pensar individualmente e criarmos nossos produtos e serviços a partir do nada, do zero. Mas … será isso possível ?
Sim, concordo plenamente que os direitos individuais (pessoais e empresariais) devam ser plenamente respeitados, mas … será que esta é a natureza do ser humano ? Pense por um instante, pense em como seriam nossas vidas, se os homens das cavernas tivessem pensado “não, mim não poder usar pedra na ponta desta vareta para caçar, afinal a tribo vizinha já desenvolveu o conceito e agora só me resta desenvolver algo completamente diferente … Quanto tempo leva para inventarem a pólvora ?” Ou então … se após inventarem a roda não tivessem adotado a criação para construir a biga, e depois a carroça, e depois o automóvel ?
Para e pense no mundo que nos cerca e veja tudo com um olhar mais analítico. O que conseguiu ver ? Sim … a grande maioria das coisas que hoje nos trazem conforto e prazer foram criadas a partir de algo que já existia. Foram melhoradas e aperfeiçoadas, mas em suma são “cópias” de algo que já existia.
Em “A arte de imitar” (Elsevier, 2011) o autor, David Kord Murray, tenta nos mostrar o quão importante é o uso da cópia para o crescimento e desenvolvimento da raça humana. Como ideias, aparentemente, desconexas, nos proporcionaram teorias e tecnologias que tornam possível o nosso modo de vida.
Sim, desde a observação do comportamento natural das coisas (não, não vou usar o clássico exemplo do velcro, onde o criador viu como pequenas plantas grudavam em suas calças para depois criar o produto), até mesmo a partir da observação de áreas diferentes – como por exemplo Darwin demonstrar interesse sobre geologia criando analogias, para depois de muitas observações criar a Teoria da Evolução das Espécies. Existe ligação entre a transformação do planeta e a evolução apresentada pelo seres vivos ?
O autor alega que até a época da Renascença era comum a prática da cópia. Tudo era compartilhado, todo o conhecimento humano era dividido por todos e de livre acesso e uso. Mas a partir do momento em que começaram a surgir as obras assinadas, onde o valor de muitos itens dependiam mais da marca do que do produto em si (uma obra de arte de um grande mestre, por exemplo), surgiu a “necessidade” da criação do direito da propriedade intelectual. A partir disso tudo passou a ser “fiscalizado” e o uso de tecnologias já existentes, para a criação de novos itens, passou a ser considerado cópia.
Obs: hoje enfrentamos um grave problema em relação ao assunto propriedade intelectual, a ponto de vermos o Google tentando registrar o “coraçãozinho com as mãos” como sendo de sua propriedade … 😯
O ser humano se desenvolve desta forma: olhando o que existe ao seu redor, sempre tentando melhorar o que vê, é da nossa natureza. Este é um dos motivos que me leva a ler tanto sobre tantos assuntos “diferentes” (já falei sobre este assunto em outras oportunidades). Conceitos adotados em certas áreas podem ter utilidade em problemas que tenho em assuntos completamente diferentes e sem ligação.
Mas como criar, desenvolver, inventar, se diferenciar, adotando esta prática nos dias de hoje ?
Se você faz uso da criação ou o desenvolvimento faz parte do seu dia a dia, a leitura deste livro é muito bem-vinda e certamente trará belos frutos. Leitura agradável e tranquila, recheada de exemplos da história humana, para mostrar que além de criativos imitamos uns aos outros desde sempre. 🙂
![]() Nota do Site: | A arte de imitar David Kord Murray Editora: Elsevier |
O estudo acompanhará o desempenho da Vale5 e da Petr4 – carros chefe do Ibovespa. Esta informação poderá ser usada tanto por quem opera na ponta de compra quanto para quem opera na ponta de venda … 😉
Este é um dado que acompanho diariamente, serve para que eu veja o “peso” extra que existe sobre estas ações. Normalmente – veja bem, normalmente … – um aumento na posição alugada pode significar um movimento de queda no papel. E o contrário também é verdadeiro, uma cobertura pode significar um movimento de alta.
Vamos lá !


Comentário: Achei que ontem veríamos o mercado pendendo pro lado da “realidade”; o que de certa forma aconteceu, mas não tão real quanto deveria ser.
A Petro escorregou bem, chegando na região de suporte dos R$19,30 (chegou a R$19,33), para depois repicar e fechar nos R$19,70. Isso deu 1% de queda, mas imaginei que depois do oba-oba de segunda um fechamento de 2% negativos seria mais … “justo”.
Erro meu, fazer o quê ? 😀
A posição vendida em opções não sofreu alteração, a venda na segunda foi forte na k20 e “existiu” na k19. Aparentemente não sou o único a não acreditar 100% nesta fórmula mágica que tirará o poder do governo de ditar o preço dos combustíveis – e consequentemente os rumos da inflação.
O fechamento de ontem foi um belo Doji, que se bem interpretado forma um padrão Harami com a explosão da segunda. Mas para que haja uma confirmação deste padrão, duplo, de reversão, precisamos do rompimento dos mesmos R$19,30 de ontem. Se não consegue identificar o motivo para que esta região seja o atual suporte, dê uma olhada no gráfico diário, mais especificamente na barra do dia 19/09/13. Isso, essa foi a máxima daquele dia, o último topo antes da região em que estamos.
Não adianta ficar tentando caçar topos e fundos agora, apenas operar o que o mercado for fazendo durante o pregão. Mas que na hora que romper estes R$19,30 teremos o pessoal da venda usando muita munição para garantir a escorregada, teremos. 😉
Para ajudar você na compreensão do que falo aqui o post, indico um texto sobre suportes e resistências e outro sobre candlestick. Mais informação e conhecimento para suas operações. 😀
Dia 25 de outubro de 2013:
Saída de R$ 249,975 milhões
Acumulado do mês de outubro de 2013 (até o dia 25):
+ R$ 550,624 milhões
No ano de 2013, o saldo está positivo em de R$ 11,208 bilhões.
(Fonte: Broadcast)
Desde a época do colégio sou apaixonado por história e geografia, e acredito que isto tenha me ajudado (muito) a entender um pouco melhor o mundo que me cerca. A geografia para entender o que ocorre agora e a história para entender o que ocorreu no passado, projetando o que poderá acontecer logo mais à frente.
Esse “gosto especial” por história pode ser “misturado”, muitas vezes, com outro prazer, que é o mercado financeiro. Que tal poder ler sobre os bastidores da crise de 1929, e finalmente entender o que aconteceu e com isso tomar uma decisão final: 2008 foi pior, ou não, que a de 1929 ?
Em “Os donos do dinheiro” (Elsevier, 2009), conhecemos os principais players do mercado, os presidentes dos Banco Centrais da Inglaterra, França, Alemanha e EUA (na figura do representante do FED de NY), e quais foram suas contribuições para a criação da Grande Depressão.
Confira a resenha da editora:
Esta história do colapso econômico mundial no fim da década de 1920 apresenta retratos dos quatro homens cujas ações pessoais e profissionais mudaram o rumo do século XX.
Em Os donos do dinheiro, encontramos o neurótico e enigmático Montagu Norman, do Bank of England; o xenófobo e desconfiado Émile Moreau, do Banque de France; o arrogante, mas habilíssimo, Hjalmar Schacht, do Reichsbank; e Benjamin Strong, do Federal Reserve Bank of New York, cuja fachada de energia e determinação escondia um homem com feridas profundas e sobrecarregado de trabalho.Apresentando uma nova visão da natureza global das crises financeiras, Os donos do dinheiro mostra com clareza o enorme impacto que podem ter as decisões dos banqueiros centrais, sua falibilidade e as terríveis consequências humanas que podem sobrevir quando eles erram. Compreender esse decisivo período da história ajudará o leitor a entender as origens do mundo econômico em que vive.
Este é, certamente, um livro que virá a acrescentar muito conteúdo à minha formação. Querendo ou não, 29 é um acontecimento que todos conhecem, porém com muita superficialidade … Acredito que um livro parrudo, com mais de 500 páginas possa me ajudar a preencher esta lacuna. 😉
Como acontece em todas as promoções semanais aqui do Clube do Pai Rico, você precisa apenas deixar um comentário aqui no post indicando seu desejo de participar do sorteio. Ele será realizado no próximo dia 4, segunda-feira, próximo ao meio-dia. Sua inscrição poderá ser feita até esse horário. (o livro será enviado gratuitamente para qualquer parte do país)
Boa sorte a todos !
![]() | Os donos do dinheiro Liaquat Ahamed Editora: Elsevier |
Você quer ficar por dentro de tudo que acontece aqui no Clube ? Quer ser um dos primeiros a saber de nossos sorteios ? Quer ter a comodidade de receber em seu e-mail todos os artigos que são postados aqui no Clube ? Fácil ! ![]()
Para tanto você só precisa assinar nossa newsletter. Simples, prático e rápido. Está vendo o espaço (formulário) abaixo ? Basta que você escreva seu endereço de e-mail, confirme seu cadastro e pronto ! Receberá diariamente no conforto de seu lar (ou escritório, ou universidade, ou praia, ou campo, ou onde quer que seja, hehehe) tudo o que for publicado aqui no site.
Fique tranquilo, o sistema é feito para que você receba somente nossos textos, seu endereço não será divulgado (muito menos compartilhado) para ninguém. Garantia Clube do Pai Rico de qualidade. ![]()
Ah ! E não precisa se preocupar com uma possível “enxurrada” de mensagens em sua caixa de entrada, os posts são agrupados por dia, você receberá somente um e-mail diário. ![]()