Capital Externo na Bolsa
Dia 26 de janeiro de 2012:
Entrada de R$ 835,649 milhões
Acumulado do mês de janeiro de 2012 ( até o dia 26 ) :
+ R$ 6,254 bilhões
No ano de 2012, o saldo está positivo em de R$ 6,254 bilhões.
(Fonte: Broadcast)
Dia 26 de janeiro de 2012:
Entrada de R$ 835,649 milhões
Acumulado do mês de janeiro de 2012 ( até o dia 26 ) :
+ R$ 6,254 bilhões
No ano de 2012, o saldo está positivo em de R$ 6,254 bilhões.
(Fonte: Broadcast)
Pergunta:
Olá Zé,
Será que estou sofrendo da síndrome da pão-duragem? Conheci a educação financeira em 2010, de lá para cá venho seguindo a cartilha: estudar sobre investimentos, ter uma planilha com orçamento, gastar menos do que ganho, ter um colchão de segurança, investir antes de pagar os outros, pesquisar os preços, comprar o necessário (evitar extravagâncias), porém hoje estou entre a cruz e a espada… rs Preciso comprar um novo PC, só que não está tão fácil. Sempre tive máquinas montadas, ou seja, escolhia as peças na loja e esta montava a meu gosto, dai meu PC não era tão comum, uma plaquinha de vídeo melhorzinha, processador mais potente (gosto de jogos), não chegava a ser uma supermáquina, mas também não era aquela que você compra em loja de departamento.
Hoje com o conhecimento da educação financeira, surgiu o questionamento, será que tenho mesmo que comprar uma máquina desse tipo? Sei que não vou usar todos os recursos diariamente, uma vez ou outra (não estou jogando muito), mas dai surgiu novo questionamento: todas as máquinas que eu tive duraram mais (não ficaram obsoletas rapidamente), sendo substituídas quando alguma coisa queimava ou parava de funcionar (4 a 5 anos de uso), então se eu comprar uma máquina, não tão simples, posso ficar novamente esse período sem precisar atualizá-la ou comprar uma nova, assim rodo alguns programas e jogos mais pesados por um bom tempo.
Para complicar a história, o dinheiro (R$ 2.000,00) que pretendo usar na compra do PC foi um bônus da empresa que eu trabalho. Resolvi esperar janeiro de 2012 para ver se consigo negociar melhor a compra (não tive papai noel rs). A minha dúvida é: compro o PC da forma como sempre comprei? ou compro um PC simples e invisto o restante do dinheiro? Será que só estou pensando em economizar, economizar…?
É isso Zé! Parabenizo pelo site que acompanho desde 2010.. Ele tem colaborado e muito para meu aprendizado sobre educação financeira…
Abraço,
Rafael D.
E então, ansiosos pelo resultado ? Foram 298 participantes, muito obrigado a todos !! 😀
Sabe quem foi o vencedor ?

48 – Luciano
Parabéns !! Já respondeu ao nosso e-mail com as orientações de como proceder para receber o seu livro ? 😉
Mais uma vez, muito obrigado a todos os participantes e … até amanhã !! 😀
(ao menos em relação ao próximo sorteio, hehehe; afinal logo mais sai um novo post aqui no Clube do Pai Rico !)
…a maioria me ataca com umas 3 pedras na mão. A bolha imobiliária não estourou em 3 meses, mas…
“Minha Casa Minha Vida” está inviável, alertam empresários
Brasília, 30 – O programa “Minha Casa, Minha Vida” praticamente não existiu em 2011 para as famílias de baixa renda e seguirá o mesmo destino em 2012 se o governo não elevar os valores das unidades atendidas. A avaliação é do empresário Eduardo Aroeira Almeida, sócio-diretor da Apex Engenharia, que atua no segmento popular no Distrito Federal. “Acho que essa é a avaliação geral, pelo que tenho conversado com empresários de outros Estados.”
Para empresários da construção civil, a alta dos preços dos imóveis, associada ao aumento das exigências como adequações para idosos e deficientes físicos inviabiliza a construção de unidades. Paradoxalmente, segundo Almeida, o próprio lançamento do Minha Casa Minha Vida provocou a especulação imobiliária. “Apartamento que eu vendia por R$ 90 mil no início hoje está por R$ 170 mil.” O preço médio da moradia destinada a esse público subiu de R$ 42 mil para R$ 55,2 mil. Nos municípios da região metropolitana do Estado de São Paulo e Distrito Federal, o limite é de R$ 65 mil.
No caso da capital federal, em particular, o preço dos terrenos é tão elevado que não foi construída nenhuma unidade destinada às famílias com renda de até três salários mínimos. “O Distrito Federal é limitado na oferta de terrenos, pois há grande dificuldade na legalização de terras”, explica o vice-presidente do Sinduscon-DF, Paulo Muniz.
Um microempresário que não quis ser identificado conta que construiu três unidades na periferia de Formosa, já fora dos limites do DF, em Goiás, com o intuito de vendê-las por meio do programa. Não teve sucesso porque a rua não era asfaltada, como exige a Caixa Econômica Federal. Depois disso, desistiu da carreira de empreiteiro. “Hoje, um lote em área não muito boa aqui em Formosa não sai por menos de R$ 80 mil, então não dá para enquadrar”, explica.
O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, concorda que construir para o Minha Casa Minha Vida tornou-se inviável em alguns locais. “Mas depende da região”, diz. “Em algumas cidades, os limites do Minha Casa Minha Vida são suficientes.” Ele informa que o aumento do valor das unidades está em discussão com o Ministério das Cidades, responsável pelo programa.
“Mas não dá para ficar 100% em cima do governo federal”, defende. “Os Estados e as prefeituras têm de entrar.” Isso já ocorreu em São Paulo, onde o governador Geraldo Alckmin e a presidente Dilma Rousseff assinaram este mês um convênio no valor de R$ 8 bilhões para construir em parceria 97 mil casas e apartamentos para famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil.
O governo paulista vai doar R$ 20 mil por unidade, em adição aos R$ 65 mil alocados pela União, de forma a viabilizar a construção dessas habitações. Segundo Simão, processo semelhante ocorre em Belo Horizonte (MG), onde a prefeitura vai entrar com os terrenos.