Clube do Pai Rico
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#GreveGeral !

Greve ? Não … pra mim isso não é greve.

“É sim, estamos protestando pela perda de direitos causadas pela reforma trabalhista e previdenciária !”

Eu não vejo isso não … Vejo um monte de sindicatos revoltados pela perda da mais bela teta do mundo: o pagamento obrigatório por conta de todo trabalhador, de um dia de trabalho, para os sindicatos. Não é a toa que temos milhares de sindicatos … Uns dizem 15 mil, outros 23 mil … Um pouco exagerado, não é mesmo ?

Além disso, vejo muitos “protestando” contra a possível prisão do sapo barbudo (?!?!) … e isso não tem ligação com o trabalho de ninguém. Tem?

Não … eu não vejo greve …

Só vejo um bando de arruaceiros tomando conta das ruas, impedindo quem quer trabalhar, ou ainda melhor, os que ainda têm trabalho (hoje fomos agraciados pela informação que batemos RECORDE de desempregados, com 14,2 milhões sem emprego …) de ir e vir.

Não … eu não vejo greve …

Só vejo o provável último suspiro de uma raça que por décadas tem nos atrasado e impedido que o Brasil crescesse.

Não … eu não vejo greve …

Só vejo uma luz, fraquinha, surgindo no fim do túnel.

E se você acordasse amanhã …

 

… e percebesse que tudo mudou ? Algo de diferente … Algo de ruim …

 

Um ataque nuclear

 

Uma invasão alienígena

 

O apocalipse zumbi

 

Uma guerra de proporção Global

 
… o que você faria ?

Ficaria em casa, tentando defender suas propriedades ? Sairia em busca de um novo lugar seguro ?

E ao sair, porque invariavelmente haverá um momento em que você precisará sair, o que levaria com você ? Deixaria tudo para traz, fugindo com sua família da forma que pudesse, lutando pela sobrevivência ? O que faria questão de levar junto nesta fuga ? Algo de valor ? Financeiro ou Emocional ?

Acredito que você nem estaria cogitando aquela TV gigante que tem na sua sala, não é mesmo ? Tampouco a sua coleção de bolsas das marcas mais famosas … Certamente passaria a mão em algumas roupas, alguns mantimentos (se é que ainda tem alguma coisa para ser carregada), e sairia correndo enquanto há tempo.

Provavelmente faria questão de carregar um ou outro item de forte valor emocional. Um relógio que ganhou de sua mãe. O anel de formatura que ganhou de seu avô. A aliança que está na sua família há gerações (sei que esta é uma tradição mais dos americanos, mas que também existe por aqui) … Provavelmente coisas leves, pequenas, até mesmo sem valor financeiro aparente, mas que você defenderia com unhas e dentes.
 

E tudo aquilo que era a justificativa para você trabalhar e trabalhar e trabalhar ?

Engraçado que você nem chegou a pensar em nada daquilo que lhe era tão urgente e necessário. Nada daquilo que você alegava ser de fundamental importância para a sua vida, nenhum eletrônico, nenhum sapato, nenhum vestido, nada.

Justamente as coisas que “lhe movem” em busca de uma vida “melhor” ficaram para trás. Você não deve nem ter pestanejado, não pensou duas vezes antes de deixá-las no armário. Nada daquilo terá importância na hora de proteger sua vida e a da sua família.

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Vamos falar sobre o economês ?

Você, leitor assíduo do Clube do Pai Rico, sabe que nestes 14 anos de história abordamos os mais diversos assuntos. Finanças pessoais, Educação Financeira, Investimentos, Ações, Opções, Tesouro Direto … etc etc etc.

Praticamente tudo o que aqui foi apresentado veio do conhecimento que adquiri em minha jornada. Foram anos e anos de experiência sendo compartilhados aqui com vocês. Experiências passadas, novas e até mesmo expectativas em relação a novidades tão novas que ainda não geravam nenhuma opinião formada sobre o assunto.

Foram pouquíssimas as vezes em que algo foi publicado apenas por “necessidade de atender uma demanda específica” de alguém. Arrisco a dizer que 99% do que publiquei surgiu de uma (ou mais) experiência pessoal. Senti na pele o que compartilhei. Aprendi. Ganhei. Perdi. Sofri. Comemorei.

Mas sempre priorizei dividir o que de melhor eu tinha: aquilo que eu “sabia que sabia”. (por mais que às vezes não soubesse tanto assim)

SEMPRE !

E para facilitar esse compartilhamento de conhecimento assumi o compromisso de fazer isso da forma mais simples possível. Da forma que viesse a facilitar ao máximo a compreensão daquilo que estivesse apresentando. Afinal de contas, se eu “sei” do que estou falando, e estou disposto a dividir com outras pessoas, nada mais justo do que ajuda-las, de todas as maneiras possíveis, a compreender aquilo que estava sendo dito.

Sempre ouvi que a melhor forma de se ensinar algo era adotando a seguinte postura: uma criança de 10 anos conseguirá entender aquilo que estava sendo dito ? Se não, você precisaria simplificar ainda mais as coisas.

E se tem uma coisa que complica a vida de quem está lendo/ouvindo/vendo o conteúdo que se propõe a compartilhar um conhecimento é o linguajar. É o uso de um “idioma” específico da área. Em suma …

… o economês

Vai dizer que não é verdade ?

Me diga se uma conversa onde são usados somente termos técnicos, ou “dialetos” específicos da área, não dificulta a compreensão daquilo que está sendo dito ? Por que alguém prefere usar termos bonitos (leia-se técnicos), ao invés de palavras práticas e do dia a dia, na hora de fazer uma apresentação, na hora de explicar alguma coisa para alguém.

É para mostrar que sabe mais do que a pessoa que está lhe “ouvindo” ? É para demonstrar autoridade em relação ao assunto abordado ? Ou é pura e simplesmente para deixar a pessoa sem entender direito aquilo que está sendo debatido, mantendo-se a necessidade de um “interlocutor”, de um “tradutor”, para que ela continue seguindo o seu caminho ?

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Quer operar alavancado ? Primeiro aprenda a usar o STOP !!

Gostaria de poder investir com pouco dinheiro, mas obtendo lucros que beiram à estratosfera ?

Quem não quer … Mas não imagina como ?

Simples ! A palavra mágica é “alavancagem“. (fale 3x, bem rápido, diante do espelho que ele quebra)

Alavancagem é uma ferramenta fantástica que lhe permite justamente o que falei: operar com pouco capital disponível, como se fosse uma quantia MUITO maior, permitindo desta forma obter lucros MUITO acima da média. Falei sobre o tema em um dos posts da série “Como o Zé ganha na Bolsa ?“, onde apresento a ferramenta e compartilho uma experiência nada agradável que me ensinou na base da porrada.

Existem diversas formas de operarmos alavancados no mercado financeiro: opções … contratos futuros … e aquele que chama muita gente para a festa, o bom e velho daytrade. Sim, ~99% dos que operam (e vivem dos resultados) só no daytrade adotam a alavancagem para obter seus resultados.

Quem opera no daytrade, em sua imensa maioria, opera com o que não tem. Compra 100.000 ações ABCD4, para vender em seguida com um ganho de poucos centavos. Só que estes poucos centavos equivalem a 1% do valor da ação, e como ele alavancou, equivalem a 5% … 10% de seu capital. É assim que eles operam. É assim que ganham. É assim que perdem.

Sim, quem opera alavancado ganha alavancado. E não estou mentindo ao dizer que muitos usam níveis de alavancagem que permitem obter ganhos 5x, 10x superior ao capital que dispõe. Só que, da mesma forma que ganham … podem perder na mesma velocidade.

Entendeu por que precisa de STOP ?

Sem STOP, sem alavancagem. Simples assim …

Já errei. Já senti na pele o que é operar alavancado sem usar nenhum tipo de STOP, e é justamente por este motivo que estou falando com você neste momento.

Quer operar alavancado ? Opere. Mas … só o faça depois de aprender a usar o STOP. Por favor. Por mim. Por você. Por sua família.

E quando falo em “aprender” a usar o STOP, não estou me referindo ao posicionamento perfeito do ponto exato para STOP, ou como melhor determinar o tamanho do prejuízo de cada operação mal sucedida … Estou falando sobre literalmente usar uma estratégia que interrompa uma operação que está dando errado.

Não importa qual seja a lógica adotada por você: suporte/resistência … percentual do valor investido … percentual do valor do ativo … tantos centavos de perda (do valor da ação/opção) … tantos pontos (fixo) … Não, o que importa é que você use.

Acredite: a maior dificuldade de se usar um STOP é justamente o ato de acioná-lo. Disparado !!

Se você usa, por pior que seja a sua estratégia de determinação do ponto de encerramento da operação, você já tem uma vantagem GIGANTE ! Esta é a parte mais difícil. Depois de já usar, refinar o método … aperfeiçoar a estratégia … minimizar as perdas … se torna parte do processo evolutivo do trader.

Já o uso em si, envolve o seu lado emocional. O desprendimento e a “frieza” de quem usa, e aceita de boa a perda, é uma barreira que muitos não conseguem transpor. 🙁

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Vídeo ||| A Bovespa é mesmo um cassino ?

Bastou o mercado começar a cair de forma mais … pesada … para que os primeiros reclamantes reclamassem. Já percebeu como aumentou o número de pessoas que passaram a xingar a Bolsa nos últimos dias ?

É líquido e certo: bastaram alguns pregões seguidos de queda mais acentuada para que eles entrem em ação.

Aparentemente eles fazem parte de um grupo que não conseguiu entender completamente as regras do jogo. Jogo ? Viu … é cassino !! 🙄

Convido você a refletir comigo sobre esse assunto: A nossa Bovespa é mesmo um cassino ? Tudo não passa de um jogo de cartas marcadas, cuja a principal intenção é fazer com que os pequenos investidores percam o seu rico dinheiro ?

 

 

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