Clube do Pai Rico
Solicite o seu agora mesmo!

Todos contra os rentistas !!!

Agora você entende o problema que é o rentismo. Imagine que nesse grupo aí, um resolvesse cobrar juros (cobrar sem ter produzido)? O ciclo parava no meio e embananava tudo. Temos de combater o rentismo, o Brasil é para de quem trabalha.

 

(esta foi uma mensagem deixada em um comentário de um post aqui do Clube)

Então ninguém poderia se aposentar ?

Não conte pra ninguém, mas as aposentadorias são pagas desta forma … A pessoa acumula um determinado capital durante sua vida de trabalho (seja de forma particular ou através do INSS), essa grana fica lá acumulando e rendendo, até chegar o momento da aposentadoria, onde a pessoa vai sobreviver com a grana originada dos rendimentos do que foi acumulado …

É … TODOS os aposentados sobrevivem como rentistas. Legal né ?

Ops … quer dizer … deveriam sobreviver. Não é o que vem acontecendo na pirâmide que forma o sistema previdenciário brasileiro.

Quer você queira acreditar, ou não, mas aqui no Brasil, as aposentadorias são pagas com a grana obtida com as contribuições de quem ainda está na ativa. É … quem está trabalhando está custeando quem está aposentado.

Pior: além de serem os da ativa que custeiam os aposentados, o sistema previdenciário brasileiro tem um déficit aproximado de R$300 bilhões anuais. Então, todos juntos cobrimos o rombo das aposentadorias …

É um discurso muito bonito esse de “malditos rentistas que apenas mamam nas tetas do governo !!“. Na verdade, é o (des)governo que mama nas tetas dos rentistas, que colocam seu dinheiro, suas poupanças, suas economias, em títulos do tesouro, na expectativa de rendimentos futuros, para bancar os gastos (exagerados …) do governo.

Sabia que se não houvessem “rentistas” o governo não teria como arcar com os gastos ? É … ele precisa recorrer aos empréstimos (que é o que acontece na hora em que alguém troca um título do tesouro por dinheiro) para “fechar as contas”.

Quer acabar com a “vida fácil dos rentistas” ? Comecemos então pela racionalização dos gastos governamentais !!

Mas voltando ao papo “fora rentistas”, qual seria a tua sugestão para que as aposentadorias fossem pagas então ? Como disse, num sistema previdenciário sério, as aposentadorias são pagas com os rendimentos do que o trabalhador acumulou durante sua etapa “produtiva”. Todos os meses ele deposita um determinado valor (seja em uma conta própria, seja através do INSS), onde o valor vai aumentando e rendendo. Lááá na hora de se aposentar, a pessoa para de contribuir e passa a “comer” parte do bolo todos os meses.

O ideal é que retire apenas o rendimento real daquele bolo, deixando o original lá, rendendo. Ops … não pode render, eu me esqueci disso …

Sabe o que aconteceria neste caso ? Sabe o que aconteceria se essa “utopia” sugerida existisse ? Ninguém mais poderia se aposentar. Todos precisariam trabalhar eternamente, afinal de contas o Brasil é para quem trabalha. Não é mesmo ?

O que as pessoas que defendem essa ideia maluca de “fora rentistas” precisam entender, de uma vez por todas, é que TODOS NÓS somos rentistas. TODOS !

Esqueça aquela ideia idiota que te falaram, que quem come os recursos do “governo” (que não é do governo, é seu e meu) são os bancos. Não, não são os bancos !! Quem recebe essa grana somos todos nós que temos algum tipo de aplicação, e sim … a tua aposentadoria é uma destas aplicações.

Ou, como disse, deveria ser …

Todo fundo de pensão aplica o dinheiro de seus integrantes em títulos do tesouro, para poder pagar suas aposentadorias. Estes aposentados são os rentistas demoníacos que você se refere ?

Ou existem os maus rentistas e os bons ?

Sério … esqueça esse papinho de que os rentistas são o problema do país. Quem eles são ? São os que mamam nas tetas do governo … os que têm regalias mil …

De novo: se o Brasil é para quem trabalha, abaixo os rentistas, devemos apoiar a ideia de que ninguém mais deva se aposentar e todos deveriam trabalhar até o último dia de suas vidas ?

Zé, desistiu de montar o COE do Clube ?

Não, não desisti. 🙂

COE ? Se você não lembra, ou simplesmente não sabe do que estou falando, sugiro dar uma olhada no post onde falei sobre a nossa proposta de criarmos um COE, extremamente simples, para sentirmos na pele os efeitos reais de uma operação de risco zero. Falei sobre ele aqui: “Vamos fazer um COE do Clube ?

A ideia é termos em mãos uma operação que não apresenta risco de perdas para o capital originalmente aplicado nela, tendo apenas a chance de colhermos os possíveis frutos por ela gerados. 😉

Uma ideia excelente, não é mesmo ? 😀

Sim, é possível. Plenamente possível por sinal … E é justamente isso que eu quero demonstrar com o exercício em questão. Sem precisarmos recorrer a um produto de uma instituição bancária, montando o nosso próprio COE. 🙂

No post onde fiz a proposta, pedi para que vocês enviassem sugestões de como trabalharíamos o nosso COE. Além disso, falei sobre o uso do Tesouro Direto como item base da operação.

Seria uma forma de vermos na prática alguns instrumentos de investimento (renda fixa e variável), com o uso de um Tesouro SELIC, e de opções para obtermos o ganho da operação. Como falei no post, o problema do Tesouro SELIC seria o tamanho mínimo da movimentação …

Mas vendo os comentários de vocês, e pensando um pouco melhor, posso ter encontrado uma “solução” para o “problema”: resgatamos o valor a ser aplicado nas opções de “meses em meses” (até o rendimento atingir o necessário para o resgate no TD), e esse valor resgatado ser dividido em “4, 5, 6 vezes”, dividir pelo tempo que foi preciso para obtê-lo.

O que acham ?

Isso permitiria que montássemos o COE com um valor relativamente pequeno. Pois se não agirmos desta forma, precisaremos partir para um CDB de bancos específicos (que permitem baixos valores de aplicação), ou precisaremos aumentar o montante a ser investido para ter um retorno grande o suficiente para que a valorização mensal atinja o mínimo do Tesouro SELIC.

Claro … Não podemos nos esquecer também do peso das taxas operacionais envolvidas na criação das operações com opções. Seria preciso usarmos uma corretora que ofereça taxas BEM amigáveis. 😉

Então, como se trata de um exercício em grupo, colaborativo, lhes pergunto: concordam ? 😀

Tesouro SELIC, acessível a todos, resgatando o valor de meses em meses (assim que o rendimento chegar nos ~R$90 necessários), para um valor inicial de R$5 mil ?

Posso bater o martelo ? 🙂

Por que as coisas não melhoraram com a queda dos juros ?

Lembra do post que publiquei na semana passada, com a pergunta do Moisés ?

A taxa de juros já caiu, cadê a melhora na economia que tanto falavam que ocorreria ?

Nele eu pedi para que vocês deixassem sua opinião sobre a dúvida, sobre o motivo para aquilo ainda não ter acontecido. Agora é a minha vez. 🙂

Por que os preços não caíram com o corte na taxa de juros ?

Simples: uma coisa não está diretamente ligada a outra. A taxa de juros não “orienta” os preços. Ela normalmente ajuda no consumo, o que dependendo da dose se traduz em inflação. E inflação … é aumento nos preços.

Por isso que falei que não influencia diretamente. Mas de uma forma mais abrangente, altas taxas de juros ajudariam a conter o aumento de preços, por inibir o consumo.

É, a lógica seria mais ou menos a seguinte: quando temos uma inflação galopante, precisamos elevar os juros para tentarmos segurar o avanço dos preços. Essa elevação freia o crescimento da economia e as coisas tendem a “parar”. Com o consumo caindo a pressão nos preços também diminui e isso ajuda a segurar (um pouco) a inflação.

Os produtos que o Moisés apresentou são bem específicos e eles sofrem influência de inúmeros fatores … Combustíveis e gás de cozinha, por exemplo. Cotação do petróleo batendo recorde, com câmbio beijando os R$4. Sim, se isso acontece lá fora, acontece aqui dentro. É um produto negociado mundialmente, e é natural que se sobe lá fora, suba aqui dentro.

“Ah, mas a Petrobras é uma empresa pública, ela não deveria visar o lucro !”

Pode ser que muitas pessoas pensem desta forma. O que eu mais queria é que ela não fosse pública e com isso tivesse reais condições de competir com as grandes lá de fora. Gastaria MUITO menos com a folha (e desmandos governamentais) e isso poderia se traduzir sim em redução dos preços.

A última vez que tentaram segurar na marra, no (des)governo da dilmãe, a empresa teve perdas de bilhões e bilhões de reais. Alguns dizem que foi na casa dos R$40 bilhões … 😯

Alimentos sofrem por conta do período de safra e entressafra. Mais recentemente tivemos a grande colaboração da greve dos caminhoneiros que ajudou a subir ainda mais os preços … 🙁

Mas voltando, não é a taxa de juros que vai fazer isso cair. Ao menos não de imediato …

Pra que serve uma taxa baixa então ?

Como o próprio Moisés falou, ele não viu a queda dos preços, apenas no rendimento das aplicações em renda fixa. Elas caíram para menos da metade do que tínhamos há pouco mais de um ano.

E não, ele não se referia ao seu investimento pessoa física. Era a grana da empresa que estava aplicada na renda fixa. 😉

E aqui encontramos uma outra função da queda dos juros: incentivar as empresas a investirem em produção.

Você consegue enxergar, do ponto de vista de uma empresa, quão cômodo era pegar o dinheiro e aplicar na renda fixa e ganhar 14% ao ano de lucro, sem precisar fazer absolutamente nada ? Só precisava deixar o tempo passar e depois de 12 meses recolher os ganhos da aplicação.

Certamente que você consegue fazer isso … Não era isso que você fazia ? Não fazia nada e o dinheiro caia magicamente na sua conta.

Com muitas empresas acontecia o mesmo. Pegavam o capital disponível e investiam na segurança e tranquilidade da renda fixa. 14% ao ano. Por que se incomodar em investir no aumento de produção ? Pra que contratar novos funcionários ? Por que pensar em expandir a área de abrangência ?

Que nada … muito mais fácil deixar lá, no papai com mamãe da renda fixa. Não é mesmo ?

Claro que é ! De novo: não era exatamente isso que você fazia até agora ? (se é que ainda não faz … e se faz, está perdendo tempo por não dar uma olhada na migração de parte de sua carteira para a Bolsa !)

A queda de juros ajuda nisso. E é por isso que temos aquele aumento da atividade econômica que falei antes. Passa a valer a pena investir no negócio, fazer ele crescer. Isso gera mais empregos, aumenta a lucratividade e a arrecadação.

Um outro lado das taxas mais baixas é que elas permitem que as empresas obtenham crédito por preços mais acessíveis. Falei antes de quem tinha dinheiro para investir na empresa, mas preferia colocar na renda fixa. Quem não tem, e gostaria de investir no crescimento, fazia como ?

Na maioria das vezes não fazia … 🙁

Agora, com as taxas mais baixas, muitas empresas vão em busca de linhas de crédito mais acessíveis que permitirão que elas cresçam. Cresçam, gerem emprego, aumentem a lucratividade, aumentem a arrecadação … 😉

Indo um pouco mais além, esse crescimento, muitas vezes, permite também que as empresas possam fazer uma coisa que tanto queremos … Ele permite que a produção cresça, e muitas vezes esse aumento de produção permite que elas cortem custos, e ao cortar custos … elas podem oferecer produtos mais baratos aos consumidores. 😀

É … a taxa de juros em queda, no nível mais baixo de nossa história, ainda não fez com que tudo isso que eu falei acontecesse. Mas estamos dando os primeiros passos nesta direção. Estamos tentando sair de uma crise sem igual. Foi a maior crise da nossa história. Eu com meus quase 40 anos, NUNCA vi nada parecido. E conversando com os mais velhos, eles também dizem o mesmo.

Mas a taxa mais baixa nos permite ao menos tentar pavimentar essa estrada. Permite com que pensemos na possibilidade de crescer. Nos traz esperança de que isso um dia pode vir a ocorrer.

Se o (des)governo fizer a parte dele, usando o nosso dinheiro do jeito certo, a coisa ganha velocidade e, quem sabe, aquele Brasil, o país do futuro, que tanto ouvimos falar, venha a se tornar real. 🙂

Moisés, obrigado por trazer o tema para ser discutido ! Eu gostaria de te perguntar: essa grana que hoje está na renda fixa, se investida no teu negócio, não poderia trazer uma rentabilidade maior do que a obtida com o investimento ?

A taxa de juros já caiu, cadê a melhora na economia que tanto falavam que ocorreria ?

Hoje faremos (sim, faremos) um post diferente do habitual.

Recebi o comentário/pergunta abaixo e já tenho posição formada sobre o assunto. Mas eu gostaria de saber o que você responderia. Topa participar do exercício ?

O comentário/pergunta foi enviado pelo Moisés:

Eu aplico em CDB. Hoje, recebo menos da metade de rendimento, que recebia no início de 2017. Todos comentam que o juros estando mais baixo, melhora a economia do País, bem como para a população. Até o momento, além de estar recebendo 50% menos, não vi nenhuma redução nos preços de alimentos, imóveis, convênio médico, Gás, combustível, entre outros. Me explica a vantagem de juros baixo, por favor. Sou leigo no assunto sobre investimentos. Obrigado

O que você pensa sobre isso ? Qual seria a sua resposta ? Você concorda ? Discorda ? Dá corda ?

Alguns pontos importantes:

– Até outubro de 2016 a SELIC estava em 14,25% ao ano;

– Hoje, aproximadamente 1 ano e meio depois, estamos em 6,5%;

– Estamos “saindo(mesmo eu achando que ainda não, ainda estamos vivenciando) da maior crise econômica da história do país;

– Os juros não influenciam diretamente nos preços dos produtos e serviços;

– Os bancos, fornecedores de crédito imobiliário, voltaram a cortar as taxas oferecidas aos seus clientes;

– A inflação (ao menos o IPCA), vem ficando abaixo da meta há alguns bons meses;

– O déficit fiscal só piora a cada dia que passa …

Vamos lá: o espaço é de vocês. Deixe o seu comentário aqui no Post e participemos da discussão em conjunto. 😉

Antes de se tornar um piloto da Fórmula 1, você precisa aprender a … ?

Pense numa criança que adora assistir às corridas da Fórmula 1. Ela ama aquilo ! Ama tanto, que ao perguntarem para ela o que ela será quando crescer, a resposta que surge imediatamente é “Serei um piloto da Fórmula 1 !!!

A criança vai crescendo e a vontade aumentando, até o ponto em que os pais começam a incentivar aquele sonho.

Neste momento aquela criança começa o processo de preparação para se tornar um piloto profissional de corrida. Começa pelo kart, aprende a pilotar, se destaca, ganha algumas provas, passa a ganhar todas, começa a correr na Fórmula Ford, passa a correr provas da Fórmula 3, se destaca, ganha as provas, migra para a Fórmula 1 e vira ídolo.

Aquela criança saiu do zero, transformando um simples desejo em realidade. Ela evoluiu, aprendeu o que precisava para se tornar um piloto profissional, um ídolo na modalidade.

Ela se destaca tanto que faz com que outras crianças passem a desejar o mesmo, passem a almejar uma carreira de piloto de Fórmula 1.

E nesse momento surge uma pergunta …

O que é preciso fazer para se tornar um piloto de Fórmula 1 ?

Você partiria direto para um carro de uma das grandes equipes, “giraria a chave” e sairia correndo ?

Ou você começaria devagar, evoluindo aos poucos, adicionando um pouco mais de potência e um pouco mais de velocidade aos poucos ?

Indo ainda mais longe: você, sem saber absolutamente nada sobre como pilotar um carro (quanto mais um de Fórmula 1 …), o que faria ? Pegaria uma Ferrari para dar umas voltas a 350km/h ? Ou começaria mais devagar ?

Sim, você começar devagar. Bem devagar …

Na verdade, você começaria parado. Você antes de tudo aprenderia como ligar o carro. Aprenderia para o que serve um volante, qual a função de cada um dos pedais (freio, acelerador e embreagem). Aprenderia sobre os efeitos da velocidade sobre o carro, sobre como ele se comporta no momento da freada se estivermos rápidos demais. Aprenderia que para o carro andar ele precisa de combustível, que sem ele não haveria como ele sair do lugar.

Em suma: você começaria pelo básico do básico. Antes de se tornar um piloto profissional, você precisaria aprender a dirigir um carro. Você precisaria aprender o que faz um carro se mover, como fazer ele se mover.

Depois disso sim, você passaria a injetar mais potência no motor, pisar mais fundo no acelerador, deixar para frear mais perto da curva.

Não é mesmo ?

E neste momento eu te pergunto …

Por que seria diferente na hora de se investir na Bolsa ?

É … Vejo muitas e muitas pessoas que desejam começar a investir na Bolsa. Querem investir, graças as oportunidades que viu, das que ouviu falar. Quer começar, mas já quer começar voando baixo. Quer começar diretamente no cockpit de um carro da Fórmula 1. Quem sabe até mesmo de um mais rápido, para já ir diretamente aos 500km/h !

Infelizmente vejo isso acontecer. E vejo muito.

Muitos interessados em investir em Bolsa querem pular etapas. Querem sair do zero, querem deixar de ser um investidor da Caderneta de Poupança e migrar diretamente para o investimento em Bolsa, operando no daytrade com alavancagem de 1:100 … 🙄

Se isso ocorresse com o exemplo da Fórmula 1, pegando a pessoa que ainda não sabe ligar um carro comum, e a colocando para acelerar uma McLaren a toda, numa reta gigante, antes “daquela” curva. O que provavelmente aconteceria? …

Isso mesmo: um acidente.

A mesma coisa acontece na Bolsa ! A pessoa que entra, sem ter formado a base realmente necessária para se investir com segurança e conhecendo como aquilo funciona, corre um grande risco de se acidentar no primeiro “imprevisto” que surgir.

Se você não parte diretamente para um carro de Fórmula 1, porquê faria isso na hora de investir na Bolsa !!?

Agora você entendeu o motivo para eu ter criado o curso Minha 1x na Bolsa, que fornece aos alunos todo o conhecimento de base, apresentando os detalhes sobre o funcionamento do investimento em ações, desde o mais básico “o que é uma ação”, “o que é a Bolsa”, passando pela abertura de uma conta na corretora, mostrando como se realizar uma compra de uma ação na prática, para em seguida apresentar uma estratégia simples de investimento, que não requer muito tempo, ou uma análise mais aprofundada, permitindo a ele investir de uma forma diversificada e um pouco mais segura ?

O Minha 1x na Bolsa é ideal para você que hoje investe apenas nas formas mais tradicionais de investimento (poupança, CDB, Tesouro Direto, Fundos …) e deseja sentir o gostinho da velocidade que a Bolsa pode proporcionar. Com o equipamento correto, com a segurança necessária, com o conhecimento que te permitirá desfrutar de uma prova oficial. 😉

Com o conhecimento adquirido lá, você poderá evoluir aos poucos. Poderá partir para o investimento em Opções, no índice futuro, no dólar, no daytrade … Pois terá obtido todo o conhecimento necessário para isso, para seguir adiante.

Me diga: por que se arriscar a correr um acidente desnecessário ? Qual o motivo para você querer ir diretamente aos 500 km/h sem ao menos saber como ligar o seu carro ? 😀

Aproveito para avisar que as vagas que dão direito ao livro de brinde (livro de verdade, de papel, com cheirinho de livro novo) estão acabando ! Restam apenas 43

É uma oferta especial para os primeiros alunos: para lhe ajudar a aprofundar ainda mais seus estudos, será oferecido aos primeiros 200 alunos do Minha 1x na Bolsa um livro de uma das duas principais escolas de análise. Você poderá escolher entre o livro “Manual de Análise Técnica(R$59) e o livro “Avaliando Empresas, Investindo em Ações(R$49), que representam as escolas de análise gráfica e fundamentalista, respectivamente. Um presente para fortalecer seu aprendizado e lhe ajudar a dar os primeiros passos nesta nova era para os seus investimentos. 😉

 

 

Será um prazer “sentar ao seu lado” e lhe orientar em suas aulas de direção. 😉