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Livros ||| Incrivelmente Simples

Você já percebeu como, muitas vezes, é difícil simplificar as coisas ?

Pode reparar … Quando uma pessoa não sabe exatamente o que fazer, ou como fazer, ela costuma “complicar” mais do que o necessário. Peça uma orientação de caminho a ser seguido para alguém que não conhece a cidade como a palma de sua mão, e ela provavelmente te indicará um caminho muito mais complicado (e longo) do que o que seria indicado por alguém que realmente conhece a cidade.

Ou então, peça para quem alguém te explique algo, seja história, geografia, química, biologia … tanto faz a área. Quem não sabe realmente a resposta, te “enrolará” um bocado até dar a resposta. Pode até chegar perto da resposta final, mas provavelmente precisará dar uma vollllllllta enorme até chegar lá.

Não, elas não fazem isso por mal. Elas estão realmente tentando te ajudar, te responder. Mas como elas não são experts no assunto, não te darão a melhor resposta.

Acredite: quando você fizer uma pergunta, e a resposta for simples e direta, que venha a te fazer pensar “caramba, era tão fácil assim ?!”, é porque você (provavelmente) está falando com alguém que realmente entende do assunto.

Conseguir simplificar as coisas não é tarefa simples. É preciso muito estudo e muita experiência. É preciso muita dedicação e gasto de massa cinzenta. 😉

Ao pensar nos seus tempos de escola ou de universidade, você se lembrará de professores de que conseguiam te fazer entender um determinado assunto com uma facilidade absurda. Pode ter certeza que ele só conseguiu fazer isso por entender o assunto e por ter dedicado horas e horas na confecção do material que te apresentou. Enquanto isso … outros professores podiam falar por horas e horas, que você continuava sem entender uma vírgula do que ele falava. Não é verdade ?

Steve Jobs

Na atualidade, quando pensamos na palavra “simplicidade“, uma imagem vem na mente da maioria das pessoas: Apple !

Pode reparar, é tudo simples, direto, prático e direto, quando pensamos/usamos um produto deles. Veja as embalagens deles  ! Brancas com a imagem do produto e nome. Só ! Veja os produtos deles ! Poucos botões e completamente intuitivos. Veja o sistema operacional deles ! O que é o sistema de atualização de aplicativos ??  (pense em quão complicado é atualizar o windows, ou aplicado do PC …)

Sim, Steve Jobs é o culpado disso. Seja por ter relação direta com o desenvolvimento, ou pela cobrança em cima da equipe.

Ok … Ok … Ok … Muitas histórias sobre ele mostram que “às vezes” ele exagerava um pouco na dose. Mas o resultado final é inegavelmente fantástico ! Ele literalmente brigava para que as coisas fossem mais … simples.

É justamente esse o tema do livro “Incrivelmente Simples” (Campus, 2012), de Ken Segall. Segall trabalhou em estreito contato com Steve Jobs como diretor de criação da agência publicitária da NeXT e da Apple. Participou da equipe que criou a lendária campanha Pense diferente da Apple e é responsável pelo pequeno “i” adotado no nome dos produtos mais populares da empresa. Então imagine as histórias que são compartilhadas no livro. 🙂

As reuniões, os exercícios criativos, as broncas, as brigas, as demissões, os eventos onde ele foi “curto e grosso”, onde foi genial, onde a mágica rolou solta !! 😉

Para quem é fã da marca, acho que é uma leitura bem interessante para entender o que rolava nos “bastidores”. Para quem gosta do jeito simples de levar a vida, e de fazer as coisas, é uma bela aula !!

Sou suspeito para falar … sou do time que tenta, sempre, simplificar as coisas ao máximo ! Me esforço, me dedico pra isso. Não é a toa que este é o slide final da aula onde o Double PUT Double CALL é apresentado aos alunos:

Simplicidade é algo a ser buscado. Simplicidade é algo a ser conquistado !! E sim, te garanto que vale a pena lutar por isso !! 😉

 

Incrivelmente simples

Nota do Site:
5 Moedas

Incrivelmente simples
Ken Segall

Editora: Elsevier
Ano: 2012
Edição: 1
Número de páginas: 223
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

Devo quitar minhas dívidas ou formar meu colchão de segurança ?

A bola foi levantada pelos amigos Rodrigo Alcimar nos comentários do excelente artigo de Silvia Soares: tendo alguma dívida, devo quitá-la ou formar meu colchão de segurança ?

Dê uma olhada nos comentários em questão:

Olá,

O texto está excelente, porém uma dúvida apareceu: Tempos atrás fiz um curso de finanças/investimentos onde uma das regras do palestrante era a de guardar os 10% do salário independente da minha situação atual, ou seja, mesmo que eu estivesse devendo cheque especial por exemplo, deveria guardar o dinheiro antes de pagar as contas, pois ele serviria mais tarde para me livrar das dívidas.

Só que sempre ficou a dúvida, se eu guardar na poupança (até se ter suficiente para outra aplicação) 10% de meu rendimento, mesmo que isto signifique ficar devendo cheque especial, no final das contas, o meu rendimento será muito menor do que os juros do cheque. Então, qual é o método mais recomendado?

Abraços e parabéns!
Rodrigo

Não concordo com a ideia de que não se poder guardar ou investir nada enquanto se está endividado, em uma fase ruim, guardei 10% de tudo que ganhava, mesmo deixando de pagar alguma conta no mês, e isso me salvou, quando tive um problema de saúde e precisei de grana, ao invés de me enrolar mais ainda com minhas dividas pude utilizar o dinheiro que estava guardado. Além do mais com dinheiro faltando você consegue diminuir gastos, porque só te resta isso.

As dividas devem ser negociadas, nunca enroladas. Acredito no pagamento das dividas o mais rápido possível, mas sem nunca esquecer de guardar pelo menos 10% para que em caso de emergência não ter que voltar com dividas que já foram pagas ficando num eterno endividamento.

Alcimar

E ai, concorda, discorda ? Ou dá corda ? 🙂

Será que ao destinar 10% para o colchão a pessoa está agindo da melhor maneira ? Está agindo de uma maneira financeiramente inteligente ou apenas criando um escudo “moral” contra problemas de grana futuros ?

Vamos às contas !

Uma pessoa ganha R$ 2.000,00 – portanto “deve” separar R$ 200,00 todos os meses. O dinheiro que é separado vai para um fundo de renda fixa que rende algo perto de 1% ao mês (sim, é um valor alto e raro, mas é um exemplo … ok ?) para formar o colchão de segurança dela. Mas de outro lado ela tem uma dívida de R$ 1.000,00 que cresce numa proporção de 10% ao mês. Vale a pena destinar os R$ 200,00 para o colchão deixando a dívida de lado ? Claro que não ! A dívida crescerá ~R$ 100/mês enquanto o colchão cresce apenas R$ 2,00. A dívida crescerá numa velocidade muito superior ao colchão …

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Livros ||| Os donos do dinheiro

Publiquei este comentário em 11 de dezembro de 2014. Algo do que foi dito ainda faz sentido ? 😯

Sim, acho MUITO importante lembrarmos os eventos passados para usarmos as lições no presente e futuro. E você ?

—–

Quando se fala na crise de 1929, imediatamente lembramos dos problemas que ocorreram na bolsa de Nova York, gerados pela “exuberância irracional” e um excesso de liquidez sem precedentes. Mas focamos muito no lado Bolsa de Nova York da coisa … Sabia que esta foi uma crise mundial é apontada por muitos com um dos gatilhos da Segunda Guerra Mundial ? E que um dos motivos para ela ter ocorrido foi a Primeira Guerra Mundial ?

O livro “Os donos do dinheiro(2010, Campus) abre mão do foco nos fatos ocorridos na bolsa e amplia “um pouco” nosso ângulo de visão. Ele nos mostra a perspectiva de 4 das figuras mais importantes (para a criação/combate da crise) da época: os presidentes dos bancos centrais da Alemanha, da Inglaterra, dos EUA e da França.

Vemos como a Primeira Guerra Mundial “deu início” à crise de 1929, através das multas aplicadas à Alemanha, após sua derrota, com valores absurdos a serem entregues aos vencedores, bem como a luta entre os aliados para quitar suas dívidas de Guerra. Um dos motivos para as multas tão elevadas foi justamente este, permitir que os aliados pudessem devolver o dinheiro (muito dinheiro) aos financiadores da guerra.

Desde o início muitos apontaram que o valor imposto à Alemanha beirava ao absurdo e que o país não teria condições de arcar com a despesa, o que, muito provavelmente, a levaria a uma crise econômica.

Lembra das aulas de história do 2º grau ?

Está lembrado, quando ouvimos as histórias da hiperinflação na Alemanha, pré Segunda Guerra ? Quando as pessoas precisavam levar carrinhos de mão com um montanha de dinheiro para comprar pão ? E que, em caso de assalto, o ladrão levava apenas o carrinho e não o dinheiro, pois o valor dele era corroído rapidamente. Enquanto o carrinho de mão …

Aqui no Brasil tivemos um período de inflação muito elevada, mas não chegava aos pés desta crise Alemã …

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“Tô sem tempo, irmão … Valeu !!”

Quando foi a última vez que você usou essa desculpa para não fazer algo ? E sim, eu sei que volta e meia você a usa …

A correria diária nos impõe um ritmo que nos impede de fazer a maioria das coisas que gostaríamos de fazer. A vida de muitos de nós se resume a acordar – ir para o trabalho – voltar para casa – dormir. Se isso não for o mais parecido com a vida de um zumbi, eu não sei o que mais é. 🙁

Falei sobre isso no post “Somos todos Zumbis !“, onde apresento a rotina da grande maioria dos brasileiros.

Me diga, quando foi a última vez que você alegou falta de tempo para ler um livro, brincar com seus filhos ou aprender algo novo ? Eu sei que esse é um dos principais motivos para você não fazer essas coisas, pois vocês próprios me dizem isso o tempo todo. Sim, a falta de tempo é um dos principais motivos que vejo os interessados em fazer um de meus cursos, usarem. E eu acredito em cada um de vocês.

De novo: dê uma olhada no post que indiquei acima. Nele, você verá na rotina “padrão”, as pessoas costumam gastar MUITO tempo apenas com o item deslocamento: “2/3h para o deslocamento entre casa e o trabalho; (me assustei quando vi um estudo, na semana passada, apontando que essa é a média de tempo que o brasileiro passa no carro diariamente)

Duas ou Três horas apenas com deslocamento !!

É muito tempo … Imagine quantas coisas você poderia fazer com 2/3 horas a mais por dia.

Muitas e muitas coisas. Não é mesmo ?

Mas aonde você quer chegar, Zé ?

Ao dia de hoje.

No início da semana, fiz uma pesquisa sobre como estava a questão do home office entre os meus seguidores do Twitter. Graças a epidemia do coronavírus, muitas cidades já estão começando a obrigar as empresas a fecharem suas portas. E como as atividades não podem parar 100%, muitas empresas começam a direcionar seus funcionários para o trabalho em casa. O bom e novo home office. 🙂

Na pesquisa, 33% dos participantes já estavam trabalhando em casa por conta do coronavírus. Eles passaram a trabalhar em casa neste momento. É bastante gente, mas ainda estávamos no começo das medidas protetivas aqui no Brasil.

Hoje estou fazendo uma nova pesquisa, para saber se houve alguma mudança nos números. Até o momento, está tudo muito bem dividido: 50% passou a trabalhar em casa.

Você pode me ajudar nesta nova etapa da pesquisa. Basta respondê-la abaixo, e indicar o post a seus amigos e parentes. 😉

Você já está trabalhando em casa por conta do Coronavírus ? (se você já trabalhava em casa, coloque não, por favor ...)

Ver resultados

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Mas não, não quero apenas te convidar para a pesquisa. Quero falar sobre a falta de tempo e uma GRANDE mudança que o home office pode vir a te proporcionar. 😀

Primeiro de tudo: esteja preparado para uma mudança radical do seu jeito de trabalhar. No começo você pode estranhar um pouco, pois poderá achar difícil distinguir estar em casa e precisar trabalhar. Esta é a principal barreira que muitos enfrentam. Gerenciar o seu horário é algo complicado para muitos que experimentam a novidade. Mas fique tranquilo … Em pouco tempo você se acostuma. 🙂

E depois de se acostumar, você verá que se tornou ainda mais produtivo do que quando estava no escritório. Motivo ? As interrupções são menos frequentes. (a não ser que seus filhos sejam pequenos e eles estejam em casa com você, hehehe)

Já sei Zé ! Você vai falar que graças ao aumento de produtividade, terei mais tempo para fazer outras tarefas !!” Não, não vou falar isso. Até mesmo porque isso pode não vir a acontecer …

O que vou falar, é justamente o que destaquei no início do texto: 2/3 horas por dia com deslocamento … Lembra ?

SIM !!!! Com você trabalhando agora em casa, você GANHA 2/3 horas por dia !! Você não precisa mais enfrentar o trânsito, o metrô ou o ônibus lotado. Você ganhará o tempo que levava para ir de casa para o trabalho, e ainda por cima “economizará” a dose de stress que recebia diariamente por conta do caos que é o nosso sistema de transporte.

Você consegue pensar no que é possível de se fazer com 2 ou 3 horas a mais por dia ? Muitas e muitas coisas … 😀

Com 2 ou 3 horas a mais por dia, você não terá mais motivo para não conseguir ler pelo menos um bom livro por mês. Ou então participar daquele curso de aperfeiçoamento, ou daquele sobre Opções, que tanto deseja fazer. Você terá tempo para se exercitar ! Brincar com seus filhos ! Ver um filme ou série com a esposa/marido …

Neste momento, a nova experiência do home office, que muitos sempre desejaram, mas as empresas nunca nem cogitaram, é uma realidade. Você poderá colher os frutos dela. Claro … Enfrentará algumas “barreiras” nos primeiros dias. Mas em seguida, quando entrar nos eixos, verá que é algo simplesmente sensacional !

Quando tudo passar … precisaremos torcer para que as empresas percebam as vantagens desta nova forma de trabalho, e que a partir disso, tornem hábito entre seus funcionários.

Mas me diga: o que você fará com as horas extras que você terá a partir de agora ?

Tenha seus próprios axiomas

O post de hoje foi originalmente publicado em 6 de abril de 2011. É interessante perceber que de lá pra cá, praticamente tudo permanece igual !! MUITA coisa mudou, mas as bases, os meus Axiomas, permanecem lá.

Evoluir sempre ! Mas manter seus princípios em primeiro lugar … 😉

—–

Na semana passada, conversando com um grupo de amigos, indiquei que cada um tivesse os seus próprios Axiomas. Que seria muito interessante ver os Axiomas dos outros, mas no final, o melhor é que cada um confeccionasse os seus próprios.

Na ocasião apresentei alguns dos Axiomas que “fiz” pra mim. São as regrinhas básicas que obedeço na hora de investir.
Eles são:

– Realizar lucros o mais rápido possível;
– Comprar do vendedor e Vender no comprador;
– Vender caro e Comprar barato;
– Lucro bom é lucro no bolso;
– Operar o mínimo possível de ações ao mesmo tempo, de preferência 1 só;

E falei que caso tivessem interesse, eu poderia tentar detalhar um pouco melhor o que são, e como funcionam. Portanto vamos lá !

1 – Realizar lucros o mais rápido possível

Esse é tradicional para mim. Prefiro sair com um lucro pequeno, mas sair com lucro, do que ficar esperando lucros astronômicos, e acabar ficando no prejuízo.

Eu prefiro entrar no mercado, fazer minha operação e sair com 3% e estar pronto para outra oportunidade, do que ficar com a mesma posição durante um longo período de tempo, esperando lucros de 30% ~ 40% e acabar perdendo outras oportunidades. Outro problema, no momento que você se viu “ganhando” 20% e o mercado começa a cair um pouco, você pensa: “Ah, está caindo somente um pouco, para mais tarde voltar a subir ainda mais …”. E cai mais … E mais … Quando você vê, uma operação que dava um lucro enorme pode estar no prejuízo.

É muito mais fácil realizar 10 operações que te darão 3% cada do que uma única que te gere 30% …

Como me disse uma vez o mestre Nathal:

Pense que a bolsa é um buraco cheio de cobras, e você cada vez que começa uma operação está lá dentro. Com certeza você irá querer sair o mais rápido possível do buraco. Quanto menos tempo você ficar dentro do buraco, menor será a chance de ser picado.

2 – Comprar do vendedor e Vender no comprador

Esse é um daqueles ensinamentos que só aprendemos errando. Na ânsia de ganhar mais, acabava sendo “fominha”, tentava formar um novo preço em relação ao mercado. Por exemplo, na hora de comprar o papel estava R$ 10,00, eu colocava uma ordem a R$ 9,90 (por exemplo). As vezes o papel até caia, e eu levava nos R$ 9,90, mas na maioria das vezes começava a subir dali mesmo, nunca mais voltando ao meu preço, e eu ficava congelado na frente do monitor, pois via a operação que eu havia pensado dar certo.

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