Clube do Pai Rico
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Uma fórmula mágica para o sucesso !

Muita gente começa a partir em busca de mais informações sobre Educação Financeira e Investimentos da forma errada. Eles não buscam conhecimento propriamente dito, querem uma fórmula mágica que lhes permita encontrar um atalho que os leve ao sucesso imediato. De preferência algo tão rápido quanto um piscar de olhos.

Querem algo simples, prático, rápido, sem risco, que não dê trabalho, que possa ser adotado por qualquer pessoa, em qualquer lugar, a qualquer momento.

Querem algo que não seja restrito a apenas um determinado perfil e que, de preferência, não exija nenhum tipo de “pre-requisito” …

Não importa se a resposta já foi apresentada de uma forma mais generalista. Querem algo específico para o caso delas. Não querem que seja preciso “adaptar” algo para a sua realidade. Não importa quão igual tenha sido o exemplo dado que gerou a resposta, querem algo direto e para elas.

E tenho a mais absoluta certeza de que isso não é uma exclusividade para o mundo das finanças. Esse é um mal que acomete a população mundial em todas as áreas de “atuação” e “interesse”. Quanto menos for preciso pensar, melhor. 🙁

Mas tudo bem … se é isso que você quer …

… eu vou lhe entregar a fórmula mágica para o sucesso. Não importa onde você viva, nem a situação que se encontre. O que lhe será revelado é específico para você e para todos ao mesmo tempo. É algo simples, ao seu alcance. É algo que poderá ser feito no “mundo real” ou no “virtual”. A escolha fica ao seu critério.

A fórmula mágica é um segredo que foi revelado a poucas pessoas desde que o mundo é mundo. É algo que permitiu que apenas uma pequena parcela da população mundial chegasse onde chegou. É algo que foi usado pelo topo da pirâmide e que permitiu que quem lá se encontra, lá chegasse.

O pior ? É algo que já foi apresentado aqui no Clube. Sim … é algo que já lhe foi entregue e que talvez você não tenha percebido.

É algo que você precisará ler. São 3 textos de rápida leitura e de fácil compreensão.

Leia os três artigos. De preferência nesta ordem:

1
2
3

O terceiro, provavelmente, será aquele que poucos conseguirão compreender e encontrar o verdadeiro segredo. O problema é que justamente por conta disso é que são poucos os que conseguem alcançar o sucesso … 🙁

Conto com a sua força de vontade e o real desejo de crescer. Leia os 3 textos e depois me diga: não é algo que está ao alcance de todos ?

Vamos falar sobre o economês ?

Você, leitor assíduo do Clube do Pai Rico, sabe que nestes 18 anos de história abordamos os mais diversos assuntos. Finanças pessoais, Educação Financeira, Investimentos, Ações, Opções, Tesouro Direto … etc etc etc.

Praticamente tudo o que aqui foi apresentado veio do conhecimento que adquiri em minha jornada. Foram anos e anos de experiência sendo compartilhados aqui com vocês. Experiências passadas, novas e até mesmo expectativas em relação a novidades tão novas que ainda não geravam nenhuma opinião formada sobre o assunto.

Foram pouquíssimas as vezes em que algo foi publicado apenas por “necessidade de atender uma demanda específica” de alguém. Arrisco a dizer que 99% do que publiquei surgiu de uma (ou mais) experiência pessoal. Senti na pele o que compartilhei. Aprendi. Ganhei. Perdi. Sofri. Comemorei.

Mas sempre priorizei dividir o que de melhor eu tinha: aquilo que eu “sabia que sabia”. (por mais que às vezes não soubesse tanto assim)

SEMPRE !

E para facilitar esse compartilhamento de conhecimento assumi o compromisso de fazer isso da forma mais simples possível. Da forma que viesse a facilitar ao máximo a compreensão daquilo que estivesse apresentando. Afinal de contas, se eu “sei” do que estou falando, e estou disposto a dividir com outras pessoas, nada mais justo do que ajuda-las, de todas as maneiras possíveis, a compreender aquilo que estava sendo dito.

Sempre ouvi que a melhor forma de se ensinar algo era adotando a seguinte postura: uma criança de 10 anos conseguirá entender aquilo que estava sendo dito ? Se não, você precisaria simplificar ainda mais as coisas.

E se tem uma coisa que complica a vida de quem está lendo/ouvindo/vendo o conteúdo que se propõe a compartilhar um conhecimento é o linguajar. É o uso de um “idioma” específico da área. Em suma …

… o economês

Vai dizer que não é verdade ?

Me diga se uma conversa onde são usados somente termos técnicos, ou “dialetos” específicos da área, não dificulta a compreensão daquilo que está sendo dito ? Por que alguém prefere usar termos bonitos (leia-se técnicos), ao invés de palavras práticas e do dia a dia, na hora de fazer uma apresentação, na hora de explicar alguma coisa para alguém.

É para mostrar que sabe mais do que a pessoa que está lhe “ouvindo” ? É para demonstrar autoridade em relação ao assunto abordado ? Ou é pura e simplesmente para deixar a pessoa sem entender direito aquilo que está sendo debatido, mantendo-se a necessidade de um “interlocutor”, de um “tradutor”, para que ela continue seguindo o seu caminho ?

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Operar em bolsa, nossa eterna batalha

Não importa qual seja a escola que você use – fundamentalista ou gráfica – em todos os casos o cotidiano de um investidor se assemelha a um campo de batalha. Em alguns períodos mais calmos, noutros mais turbulentos. Mas sempre pensando no dia de amanhã.

Para quem opera/investe em bolsa existem 3 prioridades:

Não perder dinheiro;

Ganhar dinheiro;

Proteger o ganho enquanto estiver no meio de uma operação.

Sinceramente ? Os três são difíceis e têm suas particularidades, por mais “garantida” que seja a sua forma de análise, o risco está presente e somente um melhoramento contínuo para lhe ajudar a diminuí-lo.

Os dois primeiros, não ganhar e ganhar, são quase como as polaridades de um imã, ou é um ou é outro. Se você se protegeu da perda, virá o ganho. Se marcou bobeira e não ganhou na operação, é porque está perdendo … simples e direto.

Mas é o terceiro item que atrapalha a vida de muita gente: a defesa do que já está ganho em uma operação. Quem nunca viu uma operação que está dando certo, que apresenta resultado positivo, e “do nada” começa a apresentar um vazamento e você vai vendo seu lucro ir embora ? Pode ser que você consiga estancá-lo, evitando o esvaziamento completo do seu “bolso”, pode ser que não, pode ser que você fique congelado e só encerre a posição na hora que o vermelho aparece em sua tela.

Lembra do meu caso com a E20 no ano passado ? É +- sobre isso que estou falando. Aquele caso ilustra perfeitamente o exemplo que quero dar, de uma operação lucrativa que começa a dar errado. Erro único e exclusivo de quem está operando …

No mercado temos 2 formas de stop, o de proteção contra perdas (que encerra a operação caso ela dê errado desde o início) e o stop gain (que serve justamente para proteção do ganho já auferido). Qual dos dois é mais difícil de ser utilizado ? Na minha opinião o que mais “afeta” o psicológico é o de proteção do que já ganhou. Por quê ? Simples …

Pense: você está no meio de uma operação, traçou pontos de entrada, objetivos e afins. Tudo vai dando certo até um momento em que a maré vira e você começa a ver que está entrando água no seu barco. O vazamento vai esvaziando o seu bolso, seu lucro começa a diminuir, e é justamente neste ponto em que o psicológico lhe fala: “bom … a operação estava dando certo até aqui, fiz tudo correto, acertei o ponto de entrada, esta correção logo logo deve terminar e a trajetória inicial, a minha, será retomada e o lucro voltará para mim !”

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Venda coberta é muito mais do que vender e ser exercido

Muita gente ao ouvir sobre as tentações da venda coberta (afinal de contas, quem não quer uma fonte de fluxo de capital “infinito” e de alta rentabilidade ?) acaba achando que o negócio é fácil, simples e sem segredos. E é ai que acaba se decepcionando …

Ela pode ser fácil, simples e sem segredos ? Pode. Isso dá a garantia de que basta vender uma opção, coberta pela carteira, embolsar o lucro e sair para o abraço ? Olha … acho que não. 🙂

A venda pura e simples, na expectativa de ser exercido (isso é, você embolsa o valor da venda da opção, entrega a sua ação e recebe o valor acordado no momento da venda da opção), pode parecer ser um ótimo negócio, ainda mais se for uma venda ATM, a mais “gorda” de todas. Mas acredite, nem tudo são flores quando se trata de opções …

Numa passada de olho rápida é “óbvio” que a venda coberta ATM, torcendo pelo exercício, com recompra das ações após exercido, é o melhor dos mundos: risco zero e lucro alto (é possível de se obter até 5% ao mês desta forma …), mas o negócio não é bem assim …

Em um estudo muito interessante, Paulo Portinho – autor do livro “O Mercado de Ações em 25 Episódios(LEIA !!!) -, fez uma simulação sobre o comportamento de uma carteira formada por PETR4 ou VALE5 (as ações que possuem maior liquidez em bolsa, portanto ideais para estratégias envolvendo opções) adotando estas premissas: venda ATM, nos primeiros momentos do exercício, por um alto prêmio, torcendo pelo exercício, para recomprar as ações, para realizar nova venda e recomeçar o processo. O resultado ? Uma bela surpresa … a estratégia que em teoria é fantástica, e líquida e certa, se mostra uma estratégia “perdedora”.

Não, a venda coberta nestas condições apresentadas não te trará prejuízo, mas pelo estudo foi possível se notar que se você tivesse mantido as ações em carteira, pura e simplesmente, teria obtido um resultado mais interessante … 😯

É … a estratégia que tanto defendo, a venda coberta, se mostrou não sendo o “sonho” que “vendo” para vocês. E acreditem, MUITOS vieram “esfregar” o estudo na minha cara, usando como defesa para atacar o que falo que faço, e que me dá lucro. Conversando com o Paulo, apontei o que acredito ser o Calcanhar de Aquiles da simulação feita por ele: o estudo não leva em consideração uma peça fundamental … o investidor. Não leva em consideração se o investidor adota alguma estratégia diferente da compra no começo, a qualquer preço, em qualquer situação, ou se ele aguarda o momento “certo” para realizar esta venda.

Pense comigo: se você lança a qualquer momento, terá uma probabilidade “x” de ser exercido. Correto ? Mas e se você fica aguardando por alguma sinalização do mercado, daquelas que tanto espero, que me apresentam chances “um pouco maiores” de estar certo ? O número de vendas exercidas é muito menor ! (e isso influencia, e muito, no resultado final)

Pois bem, saibam que a venda coberta é muito mais do que vender e ser exercido. A venda coberta exige do investidor um “pouco” de estudo, uma preparação extra para que consiga ter uma leve vantagem sobre a média do mercado. Afinal de contas, 100% de acerto não existe em lugar nenhum …

Um outro problema para quem entra no mundo do lançamento de opções, o lado psicológico da coisa. Você determina que comprará a ação, lançará a opção dela, embolsará o lucro e comprará as mesmas ações logo após exercido. Certo ? Ok … Mas você estará preparado para vender uma opção de R$20,00, quando o seu preço médio de compra é de R$25,00 ? Acredite, esse ponto, esse minúsculo ponto, impede que muitos investidores levem o plano adiante. São os investidores que enquanto conseguem vender uma opção mais cara do que o seu valor médio de compra, dizem (e fazem) que a estratégia é perfeita. Mas quando a cotação começa a cair e o preço da ação começa a se distanciar do preço da ação em carteira … acabam “deixando de lado”.

Existem muitas formas de se ganhar dinheiro com a venda coberta, até mesmo a “vender a opção, deixar ser exercido e recomprar as ações”, fiz um post onde aponto 3 dessas formas, mas são apenas algumas delas …

Acredite: para se ganhar dinheiro de verdade com a venda coberta de opções, por um longo período, obtendo uma certa vantagem em relação ao mercado – e em especial ao Buy & Hold -, é preciso dedicação e estudo. É preciso estar preparado para um ou outro “acidente de percurso” durante a longa jornada, além de possíveis ajustes de estratégia … Mas, garanto, o resultado é maravilhoso. Justifica cada gota de suor que você precisou exalar durante o processo. 😉

Estude o funcionamento do mercado de opções – o meu curso, o Double PUT Double CALL, é uma ótima alternativa ! -, dedique-se ao estudo da análise técnica – é ela que lhe trará aquela leve vantagem que falei – e mantenha-se nos trilhos. 😀

Boa sorte !

Zé, você não entende quem tem pouco dinheiro para investir …

Um site de Educação Financeira tem, em teoria, o propósito principal de levar informação e conhecimento ao maior número de pessoas possível. Sem priorizar grupo social ou nível de renda. Desde dos que tenham milhões disponíveis para investir, até aqueles que não conseguem poupar um único centavo …

E não podia ser diferente. Para que as finanças de uma nação mudem, de verdade, uma série de fatores são necessários. Dentre eles (para não dizer o principal), a Educação Financeira. Mas uma Educação Financeira amplamente difundida. Que entregue aos envolvidos o conhecimento necessário para lhes ajudar a pensar por conta própria, que possam tirar todas as conclusões necessárias assim que as dúvidas surgirem. Nada de fórmulas prontas ou mágicas que permitam o sucesso com 100% de garantia.

Você conhece o Clube, não é assim que a coisa funciona por aqui. 😉

Sim, durante MUITO tempo foquei (talvez até mesmo exageradamente, minha culpa …) no tema Bolsa de Valores. Falei tanto sobre ela por ser minha área de atuação no mundo dos investimentos, por ser o ramo que mais intimidade tenho, por ser a modalidade que (acredito) tenho mais conhecimento acumulado. Em uma reflexão mais profunda, cheguei à conclusão que realmente estava deixando um pouco de lado o básico da Educação Financeira, e vi que isso fazia falta aos leitores do Clube. Reflexão feita, correção de rota efetuada. 🙂

Hoje cá estamos falando MUITO sobre EF 101 e o resultado disso vem sendo fantástico ! Vejo que realmente errei ao não oferecer – no volume adequado – este tipo de conteúdo aqui no Clube. Erro corrigido e em tentativa de redenção.

Mas você continua sem entender quem tem pouco dinheiro Zé …

Quem me chamou a atenção para esse fato foi o Paulo, em um comentário no post de ontem (Com R$30 é possível atingirmos R$1 milhão ?). Mas será que eu realmente deixo de lado quem tem pouco capital disponível para seus investimentos ? 🙁

Pensei … Pensei … Pensei … E cheguei a conclusão de que não, e que além de não deixar de lado, sou um dos poucos que realmente tenta dar a orientação necessária para este grupo (tão grande, infelizmente) de pessoas que precisam mudar suas vidas financeiras. E mudar para melhor. 😀

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