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É um bom negócio abrir uma factoring ?

Pergunta:

Abrir uma empresa Factoring, é um bom negócio?

 

Resposta:

Bom dia Cesar,

Se eu acho que abrir uma empresa de factoring é um bom negócio ? Olha … vamos pensar juntos e olhar pelo lado da necessidade do serviço e da oportunidade de negócio ? 😉

Como é bem sabido por todos, o Brasil enfrenta uma grave deficiência na área do crédito praticamente desde sempre. Seja por conta das altas taxas de juros aplicadas por quem oferece as linhas de crédito, ou por causa da “mão fechada” na hora de escolher quem pode ou não pode obter crédito.

É um item de extrema necessidade para qualquer país que deseja (e precisa !) crescer. E como sabemos … não é algo que tenhamos no Brasil. Não ao menos do jeito que gostaríamos que fosse. Não do jeito que precisamos que seja. 🙁

Em muitas situações, conseguir uma linha de crédito é tão difícil quanto ganhar na loteria.

Ok … existem linhas oferecidas por órgãos estatais (leia este livro que pode lhe ajudar com isso) e que deveriam ser de fácil acesso para todos. Mas, que nas mãos do povo lá de cima, acaba sendo usado como ferramenta política. Somente os amigos do rei conseguem acesso. Ou então, através de formas não tão corretas …

Mas voltemos à factoring. A área de atuação deste tipo de negócio não é justamente esse ? Oferecer crédito para empresas que precisam dele ? Se existe uma deficiência no mercado, não seria uma boa oportunidade de negócio ? BINGO ! 😉

Sim, eu acredito que seja uma boa oportunidade. Claro, como toda oportunidade, tem seus riscos. Cabe ao interessado analisar o mercado onde pretende atuar (a região), os potenciais clientes, as formas conhecidas de se proteger contra os golpes que costumam ser aplicados, etc etc etc.

Continue lendo …

Ferramentas que vão mudar a forma como você gerencia sua empresa

 

Gerenciar uma empresa nunca é fácil, entretanto você precisa saber que existem ferramentas capazes de te auxiliar nessa difícil tarefa. As opções são inúmeras, mas separamos alguns modelos para você conhecer e mudar a realidade da sua empresa.

São inúmeras funcionalidades, desde gerenciamento de documentos, até organização e-mails e tarefas, para manter a organização você precisa de um software que guarde, gerencie e mensure tudo que está acontecendo ao seu redor.

Pensando nisso, nossa equipe separou três tipos de software indispensáveis para gerenciamento de empresas.

Software ERP

Um velho conhecido das indústrias de médio e grande porte, agora esse modelo foi adaptado também para as microempresas e empresas individuais. Esses softwares organizam e integram tudo na sua empresa, dados e processos em um único sistema, essa forma de gerenciamento ajuda muito na hora de tomador decisões estratégicas para o futuro da empresa, é possível com ele visualizar a empresa como um todo, facilitando na hora de fazer alterações, corrigir erros e melhorar setores.

Algumas vantagens da utilização do ERP são:

– Redução de custos;
– Otimização dos fluxos de informação;
– Redução do tempo dos processos gerenciais;
– Melhoria do controle das operações da empresa;

Para mais informações acesse: http://sistemaserp.org

Software financeiro

Os softwares financeiros vão aposentar as suas planilhas no excel. Na maioria das vezes o software financeiro está localizado na nuvem, ou seja, pode ser acessado de qualquer dispositivo, como tablete, telefone e até o notebook em qualquer lugar do mundo com acesso à internet, assim a localização não é importante, várias pessoas podem acessar ao mesmo tempo de diferentes lugares. Este tipo de software vai facilitar a visualização de dados financeiros, emissão de notas fiscais e documentos fiscais em geral.

Com uma boa gestão financeira através deste software você vai organizar melhor a sua emprese, desde as datas para pagamento de contas, até separar melhor os custos fixos de custos variáveis e montar um planejamento de metas financeiras geral para o seu negócio.

Software BPM

Tecnologias de gerenciamento de processos estão cada vez mais acessíveis para micro e pequenas empresas. Este tipo de software vai ajudar você a mapear e monitorar o andamento dos processos da sua empresa do início ao fim.

Com esse monitoramento a sua empresa pode alcançar uma melhoria na entrega de tarefas e projetos, desde a qualidade na execução até a data em que ele é finalizado.

Para mais informações acesse: http://www.heflo.com

O uso de softwares para pequenas empresas ainda é algo novo no Brasil, mas garantem facilitar o gerenciamento da sua empresa, vale a pena conferir e testar!

*Daniel Belalian é especialista em Marketing Digital; SEO; Curadoria de conteúdo; Planejamento; Blogs; Métricas e Inbound marketing

Livros ||| Como fazer uma empresa dar certo em um país incerto

Como fazer uma empresa dar certo em um país incerto girado pq
Que momento mais propício para lermos algo com este título, não ? 😉

Com uma crise de grandes proporções – considerada por muitos a maior do último século, e me refiro somente ao ambiente interno !! – as empresas sentem tudo o que acontece e sofrem para manter suas portas abertas. Muitos empresários se perguntam o que fazer para manter seus negócios vivos, crescendo, gerando empregos e ajudando na recuperação das coisas ? Muitos dizem não saber, pois vêem suas portas se fechando conforme os pilares econômicos vão caindo, um seguido do outro.

Mas há um seleto grupo de empresários que conseguiu sobreviver, crescer e “se multiplicar”, mesmo em terreno tão estéril quanto o brasileiro para as empresas. Ervas daninhas, pragas, e um bando de corvos que sempre atacam as plantações, levando parte da produção para si próprios …

Como muitas empresas conseguiram crescer em um cenário tão adverso quanto o nosso ?Sonegando impostos ? Abusando de seus funcionários ? Usando o famoso “jeitinho” brasileiro para pegar atalhos que as levasse ao pote de ouro no final do arco-íris ? Ou trabalhando com afinco, com boas ideias e bons produtos que pudessem destacá-las da concorrência ?

“Nunca vi tanta gente junta !”

No livro “Como fazer uma empresa dar certo em um país incerto” temos um apanhado de entrevistas e histórias, separadas por tema (como nasceu a empresa, como conseguiu se capitalizar, como escolheu os sócios, a parte legal dentro da empresa, como ganhou dinheiro, como se destacou no mercado, etc etc etc), que ajuda o leitor a conhecer um pouco de cada empresa ali apresentada. Mas acima de tudo: que faz com que o leitor encontre um leque de estratégias que deram certo e que podem ser copiadas em seu próprio empreendimento.

Claro ! Copiar o que funciona é válido e está dentro das regras. (só não vale copiar o produto ou serviço, hehehe) Usar uma estratégia que deu certo, que já se mostrou vitoriosa, é o caminho mais seguro (na maioria das vezes …) para que você também encontre o sucesso.

São tantas empresas, dos mais diferentes ramos, que você certamente encontrará um exemplo útil para você. Isso sem contar com fatos e eventos mais do que interessantes, como quando a Mandic publicou um anúncio na capa da Folha de São Paulo para anunciar seu serviço, que era concorrente da própria Folha com o UOL.

Confesso que senti falta de histórias e da participação de exemplos mais antigos. Na grande maioria foram apresentados somente casos mais recentes. Um dos poucos exemplos mais antigos fica por conta do Pão de Açúcar …

Uma leitura bem interessante, daquelas que te prende, e que te faz devorar um livro com mais de 400 páginas em poucos dias. Indico para você que gostaria de ver um pouco de esperança no futuro nacional, e não somente o mar de problemas que nos cerca … 🙁

Como fazer uma empresa dar certo em um país incerto

Nota do Site:
4 Moedas

Como fazer uma empresa dar certo em um país incerto

Editora: Elsevier
Ano: 2005
Edição: 1
Número de páginas: 432
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

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Livros ||| E se colocar pimenta ?

E se colocar pimenta pq girado

Uma boa ideia na cabeça e a vontade de ver a coisa acontecer, essa é a receita para termos um negócio de sucesso. Me parece que a Chilli Beans seguiu ela ao pé da letra. Literalmente. 😉

Quem nunca ouviu falar nesta marca que atire o primeiro óculos escuros ! Impossível que você não a conheça, ou que nunca tenha visto um de seus pontos de venda em algum shopping. Ou ainda, é impossível que você não tenha reparado em uma balada bem no meio de um shopping, com a música eletrônica comendo solta já no começo do dia.

Ok … se você ainda não a conhece, prazer esta é a Chilli Beans. Empresa com crescimento meteórico, e que em poucos anos dominou o mercado nacional deste item tão primordial quanto o de óculos escuros. Sim, primordial ! Afinal de contas proteger seus olhos contra a radiação solar é muito importante. Ainda mais num país tão exposto (solarmente falando) quanto o Brasil.

Mas Chilli Beans é mais que proteção, é moda. É mais que moda, é estilo de vida. E isso se reflete no dia a dia da empresa, no perfil de cada funcionário, de cada aficionado pela pimenta.

A empresa

Conhecer a história da criação de uma empresa que tem uma marca tão grande, uma presença tão forte, e que é 100% brasileira (made in China), nos ajuda a vislumbrar tantas possibilidades, tantas oportunidades que estão ao nosso redor … Que ficamos pensando: “Como foi que ninguém pensou nisso antes ?“.

Sim, as primeiras peças foram “contrabandeadas” dos EUA, compradas literalmente no camelô, enchendo malas. Mas este foi apenas o começo de um grande empreendimento. Hoje quem vem cheio são contêineres e mais contêineres de mercadoria. 🙂

Ver um negócio começando pequeno, com um pequeno grupo de amigos (sim, pois somente assim a situação inicial da empresa poderia ser superada) buscando o sucesso e o crescimento da empresa, é no mínimo uma injeção de ânimo e de incentivo para todos que desejam se aventurar no ramo do empreendedorismo.

Conhecer os primeiros passos, os primeiros erros, os primeiros acertos, as primeiras mancadas, tudo isso ajuda ao leitor, imaginar-se, um dia, criando algo parecido. Tenho certeza que por mais ambição e desejo de ver e acontecer que o Caito tivesse, duvido que ele poderia imaginar chegar onde chegou. Na verdade eu acredito que ele não imaginava ver o forte crescimento já apresentado nos primeiros meses da empresa.

Ver uma loja nascer numa galeria e ganhar o mundo, deve ser muito gratificante. 😀

Conhecer um pouco mais da história da pimenta reforçou um posicionamento que tenho (e que vem sendo reforçado mais e mais) em relação à muitas empresas de sucesso. Planejamento, projeto, estudos, etc etc etc, ficam em 2º plano. O que vale realmente é ter um produto, ou serviço, bom e diferenciado. Ficar planejando e planejando e planejando ? Só isso não adianta ! Tem que meter a cara, com algo que o consumidor vá realmente desejar, e ir à luta !

Outro ponto que me chamou a atenção foi a forma com que os funcionários lidam com a empresa e como a empresa lida com eles. Já reparou como muitas empresas que vêm se destacando nos últimos anos trata sua equipe de forma diferente ? É um clima que contagia, que faz com que a dedicação seja ainda maior ! É a alegria de trabalhar com algo que gosta, com algo que acredita, com algo que te faz bem.

Me deu uma vontade …

Sim, fiquei com muita vontade de cair de cabeça neste universo da pimenta. Eu consegui me ver, claramente, com um ponto de venda deles sob meus cuidados.

Sério ! Acho que o vírus da pimenta me atacou. 😉

Leia o livro e eu duvido que você também não se sinta assim. 😀

E se colocar pimenta ?

Nota do Site:
5 Moedas

E se colocar pimenta ?
Caito Maia | Rodolfo Araújo

Editora: Elsevier
Ano: 2012
Edição: 1
Número de páginas: 224
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

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Livros ||| Marcopolo

Marcopolo girado pq

Marcopolo: empresa brasileira que é a maior produtora mundial de ônibus. Exemplo de empresa, de versatilidade, de produtividade, e, porque não, de como funciona o jeitinho brasileiro. Como não se interessar por esta leitura ? 😉

Gosto tanto de livros que contem a história de pessoas e empresas, onde podemos conhecer seus erros e acertos através do tempo, não poderia deixar passar um que aborda uma empresa brasileira e que tem muita coisa para compartilhar. Não é mesmo ?

Confesso que fiquei um pouco dividido a respeito de quem é o mérito da coisa: do jeitinho brasileiro, que nos permite uma adaptação fora do comum, atendendo as mais variadas necessidades, muitas vezes sem ter a tecnologia necessária para tal; ou se ele é resultado da implantação de sistemas de produção japoneses, com toda a organização, velocidade, limpeza, etc etc etc, que são características deles.

Brasil

Onde tudo pode, onde tudo serve, mesmo que não atenda as normas exigidas. Normas que muitas vezes nem sequer existem …

Sim, foi assim que me senti no começo da história da empresa. Coisa comum de se encontrar, afinal já são tantas as adversidades que precisamos enfrentar no começo de um negócio, que o “se vira nos 30” acaba sendo palavra de ordem e assim a coisa anda. A impressão que tive é de que os ônibus eram feitos meio que no facão no começo da coisa. Se não deu, corta, solda e ajusta para dar. Mesmo que isso comprometa um pouco a estrutura do carro.

A coisa era tão no jeitão que por um bom tempo a empresa não tinha um engenheiro encarregado dos projetos dos ônibus. Algo possível de se imaginar hoje ? Creio que não …

Mas foi justamente esta liberdade de criação que possibilitou à Marcopolo atender a todo e qualquer tipo de necessidade dos clientes. Personalização total, tudo era conforme o gosto do freguês. E isso na hora da venda é um grande diferencial.

Hoje os tempos são outros, a exigência de atendimento às normas é praticamente total, mas aquela sementinha do atender a toda e qualquer vontade do cliente permanece em cada um dos funcionários da empresa. É isso que possibilita a criação de ônibus que são usados em várias partes do mundo, com clientes dos mais variados tipos e necessidades.

Japão

Na década de 80 o Japão foi o queridinho de todos. Seus métodos de produção, com a adoção de sistemas impressionantes (e que muitos consideravam impossíveis de serem copiados), fizeram com que o país crescesse num ritmo alucinante. Claro que isso despertou o interesse de muitas empresas. Livros, cursos e excursões prometiam aos curiosos a possibilidade de aprender o que lá era feito, para que em seguida fosse transportado à terra natal.

Muitos não acreditaram na possibilidade, afinal de contas o povo japonês é famoso por sua disciplina em tudo o que faz. Mas não é que deu certo aqui mesmo no Brasil, nesta empresa do interior do Rio Grande do Sul ? 🙂

A meu ver, o segredo foi terem dado total liberdade aos funcionários em relação a adoção, ou não, dos procedimentos e sistemas. Mas aquela liberdade cutucada, sabe ? Com apresentações, cursos e exemplos que mostravam o que era aquilo, como funcionava e suas vantagens. Acredito que deram muita sorte em ter feito a “experiência” com a mão de obra gaúcha. Educada e trabalhadora, a população daquele estado era o “alvo” ideal para seguir os passos japoneses.

E deu certo ! Galpões limpos e organizados, com pouco espaço destinado à estocagem de material, com os funcionários ajudando e opinando na continua melhoria da empresa.

Educação e Integração com a comunidade

Outra coisa que me chamou a atenção foi o quão interessada foi a empresa em oferecer educação e treinamento aos funcionários e à população local. Isso passa uma imagem junto à equipe de real dedicação dos donos do negócio com quem trabalha na produção.

Estavam com falta de mão de obra para determinada área ? Que tal oferecer um treinamento aberto a todos, sejam concorrentes ou não, para capacitar os interessados ?

Sabe aquele tipo de livro que você lê, conhece mais detalhes sobre uma empresa e fica com vontade de ter ações dela ? Pois então … este foi um exemplo, hehehe. Fiquei interessado em ter ações da Marcopolo, para carteira de longo prazo. Agora é fazer o dever de casa, olhando os números e gráficos, para ver se este é o melhor momento ou não. 😉

Leitura mais do que indicada ! Se você tem estas ações em carteira, ou pretender ter, ela passa a ser obrigatória ! 😀

Marcopolo

Nota do Site:
4 Moedas

Marcopolo

Paulo Bellini
Editora: Elsevier
Ano: 2012
Edição: 1
Número de páginas: 296
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

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