Clube do Pai Rico
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Questionário 2 – Certificação ANBID CPA-20

Como proposto anteriormente, a cada dia teremos, aqui no Clube, algumas perguntas retiradas do excelente livro Certificação ANBID CPA-20 – 400 Questões de prova com gabarito comentado, e no dia seguinte a publicação de suas respostas, em alguns casos comentadas. Vamos lá !

Coloque suas respostas nos comentários, de preferência, somente número da questão e letra escolhida. Deixe para fazer os comentários amanhã quando as respostas forem publicadas, ok ? 😉
 

1- Em um fundo de ações ativo, para superar o benchmark, o gestor pode-se utilizar de diversas estratégias. Quando optar por expor mais a carteira ao mercado de ações, por achar que o mercado é favorável, estará utilizando-se de:

a) Market Timing

b) Stock Picking

c) Arbitragem

d) Gestão alavancada
 

2- Um investidor avesso a risco, ao lhe ser recomendado um fundo referenciado DI, questionou a informação constante no prospecto de que o fundo utiliza instrumentos de derivativos. O gerente argumentou que a frase do prospecto é padrão, exigência do código de autorregulação da ANBID, e o fundo não apresenta risco, pois não utiliza instrumento de derivativos. O esclarecimento do gerente está:

a) Correto, pois é vedado o uso de derivativos em fundos referenciados

b) Incorreto, pois fundos referenciados DI podem utilizar derivativos para alavancagem da carteira

c) Incorreta, pois fundos referenciados DI podem utilizar derivativos para proteção da carteira

d) Correto, pois os prospectos são padronizados pela ANBID e podem não refletir a realidade de cada fundo
 

3- Um investidor extremamente conservador decidiu aplicar R$ 10 mil em um fundo de renda fixa que está apresentando excelente rendimento este ano. Esse investidor:

a) Tomou uma decisão correta, visto que esse tipo de fundo não apresenta risco

b) Decidiu corretamente porque observou a rentabilidade passada do fundo

c) Deverá ser informado que o tipo de fundo não possui fundo garantidor de crédito (FGC) e qualquer fundo possui risco, por mais conservador que seja

d) Não correrá risco, pois esse tipo de fundo tem a garantia do FGC
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Questionário 1 – Certificação ANBID CPA-20

Como proposto anteriormente, a cada dia teremos, aqui no Clube, algumas perguntas retiradas do excelente livro Certificação ANBID CPA-20 – 400 Questões de prova com gabarito comentado, e no dia seguinte a publicação de suas respostas, em alguns casos comentadas. Vamos lá !

Coloque suas respostas nos comentários, de preferência, somente número da questão e letra escolhida. Deixe para fazer os comentários amanhã quando as respostas forem publicadas, ok ? 😉
 

1- Uma aplicação financeira obteve um ganho aparente de 15%. Se considerarmos que nesse período a inflação acumulada foi de 5%, poderemos concluir que a taxa real será:

a) Igual a 10%

b) Igual a 20%

c) Superior a 10%

d) Inferior a 10%
 

2- Um investidor obteve, em uma aplicação financeira durante 1 ano, um ganho nominal de 14%. Sabendo que o ganho real no período também foi de 14%, podemos concluir que:

a) O Imposto de Renda (IR) no período foi igual a zero

b) A inflação no período foi igual a zero

c) A rentabilidade líquida no período foi igual a zero

d) O risco dessa aplicação é igual a zero

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Certificação ANBID CPA-20

Seguindo o exemplo da série de posts referentes à certificação ANBID CPA-10, farei uma nova série para a CPA-20. Serão posts ( ainda estou em dúvida de quantos exatamente ) ao estilo perguntas e respostas. A cada dia serão dadas as perguntas, com as alternativas, e no post seguinte, onde serão apresentadas novas perguntas, teremos as respostas do anterior. Portanto as respostas de terça estarão disponíveis na quarta e assim por diante.

Hoje, para uma “introdução” à série, colocarei algumas perguntas e respostas – retiradas do livro “Certificação Anbid CPA-20” –  que dizem o que é e para o que serve o CPA-20. O “jogo” em si começará amanhã.

1- A que se destina a certificação CPA-20 ?

A CPA-20 destina-se à certificação de profissionais que desempenham atividades de comercialização e distribuição de produtos de investimento diretamente aos investidores qualificados, bem como pode aos gerentes de agências que atendam aos segmentos private, corporate, investidores institucionais e a profissionais que atendam aos mesmos segmentos em centrais de atendimento.

2- O que se entende por investidores qualificados ?

Segundo a instrução da Comissão de Valores Imobiliários (CVM) nº 409, em seu artigo 109, o conceito de investidor qualificado abrange instituições financeiras; companhias seguradoras e sociedades de capitalização; entidades abertas e fechadas de previdência complementar; pessoas físicas ou jurídicas que possuam investimentos financeiros de valor superior a R$ 300 mil e atestem por escrito sua condição de investidor qualificados; fundos de investimento destinados exclusivamente a investidores qualificados; administradores de carteira e consultores de valores imobiliários autorizados pela CVM.

Com a instrução 405, passaram a ser considerados investidores qualificados os regimes próprios de previdência social instituídos pela União, pelos estados, pelo DF ou por municípios.

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O custo de uma Copa do Mundo

É amanhã, aquele período aguardado por 99% da população brasileira está chegando. É somente de 4 em 4 anos, e o desespero (e da programação da tv também …) tomou conta. Mas você já parou para pensar no real custo de uma Copa do Mundo ?

Não, não estou falando sobre o custo para a sociedade ou diretamente para as empresas, afinal como tudo para na hora do jogo (e algumas antes e depois dele) o prejuízo é gigante. Já parou para pensar nisso ? Mas como disse, o custo a que me refiro não é este, é o custo para o seu bolso !

É coisa que não acaba mais …

Tomemos como exemplo uma família de 4 pessoas (pai, mãe e dois filhos), no que eles gastarão ? Sem pensar muito … 4 camisas oficiais, bebida e comida para acompanhar as partidas, bandeiras, faixas, corneta, um sofá novo, uma tv nova … 😯

Achou estranho alguns dos itens apresentados, já sei, mais especificamente o sofá não é mesmo ? Pois acredite … até propaganda vendendo sofá “para os jogos da Copa” eu vi sendo anunciada. O restante já é tradicional, e a TV, de LCD, Plasma ou LED é “obrigatória”, afinal você não quer perder nenhum detalhe da partida, concorda ?

Isso se o jogo for visto em casa … pois se você inventar de assistir em restaurantes, bares ou clubes a facada será ainda maior. “Consumo livre”, mas o custo disso …

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Colunistas ||| A onda da Educação Financeira

O tema Educação Financeira está na moda. A cada dia vemos mais e mais pessoas interessadas em literatura, palestras, eventos e encontros sobre finanças pessoais. Recentemente participei da segunda edição do Investcamp, em São Paulo, um evento descontraído onde as pessoas podem opinar e debater abertamente sobre investimentos e finanças pessoais.

Percebi, no evento, um interesse muito grande por esse tema, principalmente entre o pessoal mais jovem, embora não faltasse, também, gente madura procurando por orientação e dicas sobre administração financeira.

Até mesmo os bancos estão lançando cartilhas e material digital orientando clientes (e também o público em geral) sobre o bom uso do dinheiro, certamente de olho na queda dos índices de inadimplência. Sim, porque o fomento à utilização descontrolada do crédito (cada vez mais fácil), que inicialmente gerava vultosos lucros pela rolagem das dívidas, agora começa a pesar contra as próprias instituições financeiras, sob a silhueta tenebrosa dos altos índices de inadimplência. Tenta-se traçar como que um caminho de volta, volta ao equilíbrio e ao bom senso no gasto daquele dinheiro “tão suado”!

Recentemente, lancei um livro intitulado “Pare de Viver na Corda Bamba”, em que trato desse assunto. O livro é um resumo de minha experiência na administração de minhas próprias finanças e no bom uso de produtos financeiros, que existem em profusão no mercado. O uso de tais produtos pode ser benéfico, mas precisa ser comedido e sempre carece de um bom planejamento.

Dias atrás eu conversava com um amigo, que é professor na rede pública de ensino, e ele me dizia que o governo do estado (de São Paulo) já planeja incluir a disciplina Educação Financeira como matéria obrigatória no ensino médio. Acho louvável a iniciativa de incluir a nova disciplina cuja falta, na grade atual, critico já nos primeiros capítulos do meu novo livro, por sentir que realmente nos falta esse preparo técnico para administrar nossa vida financeira pessoal.

Um dos fatores que vem preocupando economistas e autoridades internacionais a respeito do crescimento econômico que o Brasil apresenta é, justamente, o despreparo da população para transformar esse crescimento econômico em desenvolvimento sustentável. Se consumirmos, em bens perecíveis, todo o excedente de receita que viermos a produzir, não construiremos riqueza, apenas desperdiçaremos nosso potencial de desenvolvimento. E isso vale também para os gastos do governo.

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