Clube do Pai Rico
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Livros ||| Pare de viver na Corda Bamba

Viver na corda bamba: Infelizmente é a realidade de muitos brasileiros … e isso ficou ainda mais destacado após a realização do sorteio do livro junto aos visitantes do Clube, foi a promoção com o maior número de participantes até hoje …

Uma realidade nada agradável diga-se de passagem … pois além de sempre estar com a pressão de quitar suas dívidas, a pessoa vê muito do que ganha indo somente para o pagamento dos juros das dívidas adquiridas. Falta de uma Educação Financeira quando jovem ? Falta de exemplo dos pais ? Falta uma maior fiscalização por parte das autoridades para evitar o que está acontecendo ? Aposto numa junção disso tudo e mais um pouco …

E é justamente isso que tenta fazer o autor em “Pare de viver na corda bamba“, apresentar o conhecimento que ele adquiriu durante toda uma vida na área de Educação Financeira para que o leitor possa melhorar, ou melhor, consertar o que vem fazendo de errado.

A realidade na maioria das vezes dói

Em “Pare de viver na corda bamba“, Carlos Alberto Debastiani dá um choque de realidade, em alguns momentos até mesmo forte demais, mas que em muitos casos se faz necessário. Debastiani apresenta, de início, um breve relato de sua vida financeira, mostrando como e porque hoje não vive na situação título do livro.

Uma coisa que gostei, e que ele tenta deixar bem clara, é a diferença existente entre prosperidade e riqueza. De nada adianta ser rico sem prosperidade, e normalmente, quem é prospero acaba tendo tudo o que precisa. Pode até não ser rico milionário, mas fica bem perto disso.

Exemplo ? Quem ganha em loteria, já viram o número de pessoas que ganhou prêmios gigantescos e depois de algum tempo perderam tudo ? Há poucas semanas li uma notícia sobre um inglês, que antes de ganhar na loteria era gari, e agora ( não lembro se foram 5 ou 10 anos depois ) ele deseja retomar sua função, pois gastou tudo o que ganhou. Foram festas, carros, viagens … ele gastava por dia muito mais do que muitas pessoas conseguem acumular anualmente com empregos muito bem remunerados. Do que adiantou ganhar uma fortuna sem ter a mínima noção de Educação Financeira ? Tudo pelo ralo …

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A bondade da operadora de cartão de crédito

Na última segunda feira recebi uma ligação do meu banco, mais especificamente do departamento responsável pelos cartões de crédito. Quando recebo esse tipo de ligação já fico pensando: “O que será que vão me oferecer … ?” hehehe. E claro eu não estava enganado, o contato era motivado por algo muito especial, a fatura que está por vencer, a fatura onde os gastos da minha viagem de férias serão pagos.

– “Sr Carlos, tudo bem ? O motivo do meu contato é referente a sua fatura que vence no próximo dia 7, no valor de R$ xxx. O banco está lhe oferecendo a possibilidade de parcelar em 3x de yyy, 5 de zzz e blá blá blá …”

Parei de ouvir na hora em que ela falou o “3x de yyy” pois comecei a fazer as contas de quanto cobram, o restante ficou um “nublado” que não consegui entender. Fiz os cálculos rapidamente, ofereciam a “incrível” oportunidade de parcelar em 3x com 15% de juros ! Sim, comparando com a taxa tradicional era uma grande oportunidade mas de qualquer forma uma fortuna.

Assim que ela terminou de falar as opções oferecidas falei que não tinha interesse, que iria pagar a fatura completa no dia do vencimento. Em menos de 1 segundo ela agradece e se despede. 😯

Não adianta insistir

Com a experiência adquirida por eles, já sabem que quando a pessoa fala qualquer coisa diferente do “sim”, é porque não deseja ajudar na rentabilidade do banco. E foi o que aconteceu comigo. Por que, se a pessoa estivesse pensando em deixar de pagar a fatura completa, ela se agarraria com unhas e dentes em alguma das propostas feita por eles.

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Uma herança vem na hora certa ?

No post de hoje vou propor um exercício de reflexão. Ok ?

Responda à pergunta: Na sua opinião, a herança – passada de pais, avós, tios … de quem quer que seja – é passada na hora correta ?

Pense. Interrompa por alguns minutos a leitura deste texto e reflita, de verdade, sobre este questionamento.

Eu já tenho opinião formada sobre este tema, já penso sobre ele faz muito tempo, e neste final de semana fui mais uma vez “lembrado” sobre ele. Durante a leitura do último livro de Dan Brown, O Símbolo Perdido, um dos personagens fala a respeito da tradição de sua família sobre a cessão do patrimônio aos membros mais novos. No caso daquela família, todo membro ao completar 18 anos recebe uma parte do que viria a receber na forma de herança quando o pai viesse a falecer. A justificativa ? Recebendo o dinheiro ainda nova, a pessoa teria energia suficiente, além de muita vontade, para multiplicar e manter o patrimônio familiar crescendo cada vez mais.

Não falarei mais nada sobre o livro para não tirar o gosto de quem vai lê-lo. Sim, se você ainda não leu, leia. Um ótimo livro, perfeito para afundar a mente em mistérios intrigantes que nos faz parar para pensar.

Voltando, e é justamente essa a forma que eu penso. A pessoa quando vem a receber sua parte na herança, acaba recebendo num momento onde ela “não é mais necessária”. Se fez tudo da forma correta, como vem sendo feita pelos seus antecessores, terá situação financeira confortável, e quem sabe muito mais do que viria a receber de seus pais. Mas o que acha de pensarmos nos prós e nos contras dessa estratégia ?

Os prós

Vamos lá, tenho certeza que você já pensou em milhares de razões para que isso seja uma coisa boa a se fazer. No início da vida adulta é quando mais precisamos de dinheiro, para comprar moradia, para formar família, para investir nos estudos, para criar um novo negócio …

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Gadget para controle de gastos

Está cansado de usar um bloquinho para anotar seus gastos diários ? Ou então de ter de lembrar de tudo o que gastou para quando chegar em casa poder passar para uma planilha do excel ? Ou se é como eu e não tem um iPhone com um aplicativo específico para isso … ?

Seus problemas acabaram!

Não, não é nenhum produto das Organizações Tabajara, hehehe, mas … 😉

O que achou deste aparelho ? Feiinho neh … ? Lembra um pouco aquelas primeiras calculadoras ( lááá da década de 70 … ), totalmente retrô, mas o que vale é a intenção. 🙂

O aparelho conta com a possibilidade de separar os gastos por área: Alimentação, Roupas, Transporte, Diversão, Saúde e Cuidados Pessoais e “de tudo um pouco”. Você já pré estipula um valor limite a ser gasto no mês e o aparelho vai informando a quantas anda o seu orçamento em cada uma das áreas.

A ideia é boa, agora resta saber: Você andará/andaria com um trambolho desses no bolso ? 😀

Caso queira comprar … por apenas U$ 19.98

( vi no Digital Drops )

Colunistas ||| Quanto vale seu passe ?

Sim, sim, estou me referindo a você mesmo. Não quero me referir a algum jogador de futebol por engano. Gostaria de falar hoje, em nosso segundo post, sobre como somos avaliados e o que estamos fazendo com o valor de nossas vidas.

Por mais que fiquemos tentados a não admitir, nós valemos dinheiro. Todo e qualquer minuto de nossas vidas valem reais. Apesar de um pouco calculista, será que esse ponto de vista não pode melhorar sua vida ?

Pense comigo. Como você está gastando os reais que você vale ? Você sua a camisa todos os dias para pagar as contas, adquirir seus bens, investir no seu futuro e muitas vezes desperdiça. Sim, desperdiça.

Desperdiça quando realiza uma compra impulsiva, de um bem desnecessário, que te deixa meses ou anos pagando uma prestação com juros pra lá de salgados. Desperdiça quando fica com preguiça de avaliar melhor aquele “belíssimo” investimento que o gerente do banco traz para você, junto com um cafezinho, uma cara de cachorro sem dono e cujo nome soa elegante (título de capitalização, fundo small caps (inglês é muito mais chique!)).

Será que estamos investindo nossa vida e nosso dinheiro no que é importante ? Pensemos que a cada compra que realizamos e a cada centavo gasto um pouco de nossas vidas está se esvaindo. Daí pode ser que comecemos a avaliar se realmente precisamos daquele celular de última geração, do carro mais chique do bairro, da maior casa da redondeza. Pode ser que comecemos a avaliar que aquele dinheiro outrora investido no carro podia ser colocado num fundo de “viagens com a família/esposa(o)/namorada(o)” e vir a se transformar em algo muito mais importante: momentos.

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