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Livros ||| 30 dicas úteis para evitar a crise de caixa e recuperar sua empresa

30 dicas uteis para evitar a crise de caixa e recuperar sua empresa pq girado

Não encontrei forma diferente para começar os meus comentários sobre o livro “30 dicas úteis  para evitar a crise de caixa e recuperar sua empresa“, de Luiz Kehrig: os paralelos que podemos traçar entre os problemas financeiros enfrentados por uma empresa, e os enfrentados por nós, pessoas físicas. Os primeiros capítulos/dicas, onde são apresentados os processos de “checkup“, onde a pessoa começa a identificar os problemas financeiros da empresa são exatamente os mesmos que os que usamos em nossas finanças pessoais. A descrição dos eventos e “efeitos” das origens dos problemas são impressionantemente idênticos.

Mas … será mesmo que é algo tão surpreendente ? Não ! Pense em sua vida pessoal e familiar como se fosse uma empresa. Agora expanda isso, aumente a proporção dos gastos, dos investimentos (aquisição de bens), dos seus eventos diários. Fez isso ? Não começam a se assemelhar aos de uma empresa de pequeno porte ? Aumente um pouco mais e o tamanho da sua empresa também acompanhará.

Sim, finanças são finanças e ponto final. Erros são erros e podem acontecer tanto no lado profissional, quanto no pessoal. Excessos acontecem dos dois lados. Por que não ?

Mas por que falar sobre isso ?

Simples: a leitura de um livro como este poderá lhe ajudar a colocar em ordem suas finanças pessoais também ! 😀

É um processo conjunto, especialmente quando tratamos de nossas empresas. Para sanarmos os problemas de cunho econômico de uma empresa, passaremos por mudanças para seus proprietários, especialmente em relação ao uso do dinheiro dela. Quem não conhece alguém que tenha um pequeno negócio, e que trate o dinheiro do caixa como se fosse uma expansão direta da sua carteira ? (e vice-versa)

Exageros de um lado certamente afetarão o outro. Dificilmente fugiremos disso.

Se você for mais atento, certamente perceberá que as grandes empresas, que normalmente não apresentam nenhum problema de ordem financeira, têm em seus altos níveis gerenciais, pessoas com uma forte base educacional financeira. E elas nada mais fazem do que trazer para o dia a dia da empresa suas “regras” e conceitos em relação às finanças.

Claro … ninguém está isento de chances de precisar enfrentar uma crise econômica (como a que vemos atualmente), mas normalmente, são as empresas que têm estas pessoas na gerência que conseguem encontrar uma “saída” de maneira mais rápida e eficaz.

E o livro ?

Muito interessante, especialmente pela forma direta com que os problemas (e sugestões de solução) são apresentados. Do jeito que eu gosto, sem enrolação, hehehe. 😉

São 30 aspectos importantes e que se bem observados, e respeitados, certamente lhe ajudarão a manter a saúde financeira da sua empresa em dia. Possivelmente sem nem mesmo precisarmos entrar na fase “crise”. 🙂

Definição correta dos pró-labores dos proprietários, a distinção entre o que é despesa pessoal e da empresa, práticas saudáveis em relação ao uso do dinheiro faturado por ela, etc etc etc. Coisas aparentemente simples, mas que muitos deixam de lado. Deixam de lado … por quê ? Normalmente o descontrole acontece quando as coisas começam a ir bem, muito bem. O dinheiro parece surgir “do nada”, e determinados gastos parecem ser tão pequenos em relação ao tamanho da empresa que acredita-se não influenciarem em suas atividades. De grão em grão a galinha enche o papo, mas basta um pequeno furo no saco da ração para vermos ela sumir ao longo do caminho com certa facilidade. 😀

 

30 dicas úteis  para evitar a crise de caixa e recuperar sua empresa

Nota do Site:
5 Moedas

30 dicas úteis para evitar a crise de caixa e recuperar sua empresa
Luiz Kehrig

Editora: Qualitymark
Ano: 2015
Edição: 1
Número de páginas: 102
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

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Aluguel de ações

O estudo acompanhará o desempenho da ITUB4, BBDC4, PETR4 e da VALE5 – carros chefe do Ibovespa. Esta informação poderá ser usada tanto por quem opera na ponta de compra quanto para quem opera na ponta de venda … 😉

Este é um dado que acompanho diariamente, serve para que eu veja o “peso” extra que existe sobre estas ações. Normalmente – veja bem, normalmente … – um aumento na posição alugada pode significar um movimento de queda no papel. E o contrário também é verdadeiro, uma cobertura pode significar um movimento de alta.

Vamos lá !

Comentário: E a queda continua companheiros ! Foi o 4º pregão seguido de queda e aquela região dos 52.000 pontos parece não estar mais tão distante assim …

ibovespa diario 03052016

Fechamos aos 52.260 pontos, na mínima do dia. A poucos pontos do suporte. A região é a dos 52k, mas a marca “exata” fica nos 51.748. Portanto, temos 500 pontos de distância até o suporte dos suportes. Aproximadamente 1% de queda. Testaremos hoje ? Indicadores de curto prazo ainda bem deprimidos e a proximidade de uma definição do impeachment podem influenciar o mercado no dia de hoje.

Ok … lá fora cai, de novo. Mas é difícil mensurarmos quanto isso nos influenciará.

Nós manteremos o foco na região dos 52k e uma possível definição do cenário para as próximas “semanas”.

Veremos o que ele nos reserva … 😉

Capital Externo na Bolsa

Dia 29 de abril de 2016:
Saída de R$ 392,455 milhões

Acumulado do mês de abril de 2016 (até o dia 29):
+ R$ 2,733 bilhões

No ano de 2016, o saldo está positivo em de R$ 13,290 bilhões.

O que entra no limite de isenção de R$20k para o IR da Bolsa ?

Pergunta:

Vendi R$ 19.000,00 em ações no mês passado com lucro de R$ 1.500,00. No entanto, acreditando que vendas em operações Long & Short não seriam consideradas para a totalização da posição vendida no mês, realizei \”vendas\” neste mercado com valores acima de R$ 1.000,00.

Meu questionamento é o seguinte: Sei que no caso do somatório das vendas de ações abaixo de R$ 20.000,00 em determinado mês estou isento do pagamento de imposto, porém, como vendi ações em operações Long & Short neste mesmo mês, não sei se essas \”vendas\” devem ser consideradas com na totalização do valor vendido.

Vendas no mercado à vista = R$ 19.500,00
Transações Long & Short = Compra de R$ 40.000,00 e \”Venda\” de R$ 40.000,00. Essa posição ainda não foi desfeita até o presente mês.

Devo pagar imposto sobre o lucro obtido?

Grato!

Resposta:

Bom dia Adriano,

Sim, deve.

Acredito que você (e não somente você) possa confundir a natureza da operação Long & Short. E isto deve estar acontecendo mais por causa do uso dos termos, do que por qualquer outro motivo. 😉

A isenção de imposto de renda para o lucro em Bolsa, obtidos via venda inferior a R$20.000,00, já foi entendida por grande parte dos investidores. Acredite, muita gente ainda considera como limite para a isenção R$20.000,00 de lucro nas operações mensais. Mas não é esse o seu caso …

Você está se confundindo na hora de usar o termo “operação”.

Existem duas operações em Bolsa: a compra e a venda. Ponto. O resto das coisas que fazemos nela são estratégias, ou estratégias … operacionais. E provavelmente venha dai a confusão. 🙂

Veja que você precisa realizar duas operações básicas na hora de montar uma estratégia Long & Short: uma de compra e outra de venda. Você comprará determinada quantidade de ações da empresa A e venderá determinada quantidade da empresa B. Uma compra e uma venda.

Se você pegar o seu boleto de operações, verá que é exatamente isso que aparecerá nele: uma compra e uma venda. E já que temos uma compra e uma venda, esta venda deverá ser somada às outras que você porventura vier a realizar.

No seu caso: você realizou “2” vendas, uma de R$19.500,00 e outra de R$40.000,00, totalizando R$59.500,00; e uma compra, de R$40.000,00. Ponto.

Veja que ao detalhar as operações realizadas no mês, você usou o termo compra na estratégia Long & Short, enquanto a venda usou o termo \”venda”\. Você, “inconscientemente“, já sabia a resposta. 😉

Algumas vezes o erro surge do desejo de encaixarmos nossas situações ao cenário que mais nos agrada. E este parece ter sido o caso. 😀

Você deve somar todas as operações de venda realizadas no mês, e só estará isento caso o somatório delas seja inferior ao limite de R$20.000,00. Não importa o nome que utilizemos para elas.

Espero ter lhe ajudado. 🙂

Abraços !