Clube do Pai Rico
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A Independência Financeira e o fator idade

Pesquisa rápida: você gostaria de obter sua Independência Financeira no dia de hoje ? Sim ou Não ? …

Acho que não preciso fazer uma pesquisa para ver que 100% dos leitores tenham este mesmo desejo. Concorda ? Não importa o nível escolar, classe social, tampouco a idade, TODOS gostariam de responder que sim, que gostariam de ser livres neste momento.

Lembrando que ser livre, de que ser alguém que atingiu a Independência Financeira, não impede que você permaneça fazendo exatamente a mesma coisa que faz hoje (seja estudar, trabalhar, surfar, etc). A IF é justamente isso: é atingir um patamar, um Fluxo de Caixa que lhe permita viver de seus rendimentos, não importando o quanto sua atividade “principal” lhe gere.

Lembrando que o conceito de Independência Financeira dá margem para muitas interpretações. Eu gosto da que diz que a pessoa é independente a partir do momento em que o seu Fluxo de Caixa gera o valor necessário para arcar com as despesas mensais daquela pessoa. Se costuma gastar R$2 mil, e seus ativos lhe geram R$2,5 mil … pronto, você é alguém independente financeiramente falando.

É o que Robert Kiyosaki chamava de sair da corrida dos ratos no primeiro livro da série, o Pai Rico Pai Pobre. Lembra ?

Um conceito simples e que permite a fácil compreensão do tema.

Mas hoje eu gostaria de abordar um ponto mais específico deste assunto. Algo que não me lembro de ter visto em nenhum outro lugar … Algo muito importante para ter sido deixado de lado por tanto tempo … Algo relacionado justamente com o fator tempo …

A importância da idade no processo de Independência Financeira

Você já parou para pensar nisso ? Consegue visualizar algum tipo de barreira, facilidade, ou problema, relacionado à idade da pessoa em relação ao processo de conquista da Independência Financeira ?

Em uma comparação simples, de duas pessoas, sejam elas homem ou mulher, mas com as seguintes características: 1) Jovem de 19 anos, solteira, morando com os pais; 2) Adulto de 34 anos, casada, sem filhos; qual leva algum tipo de vantagem em relação a outra ? A primeira, ou a segunda ?

Alguns apontarão uma vantagem para o segundo perfil, por serem 2 pessoas trabalhando juntas, formando um patrimônio com o “dobro da velocidade” que o primeiro … Outros dirão que é a primeira pessoa, por ser mais jovem, menos responsabilidades, mais flexibilidade em relação as escolhas que a vida nos impõe, por morar com os pais, por não ter praticamente nenhum gasto do tipo que só a vida adulta nos proporciona, que …

Bom, acho que você já sabe qual destes 2 perfis, na minha opinião, acaba levando vantagem em relação ao outro. Não é mesmo ? 😉

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Prontos para turbinar seus orçamentos em 2017 ??

Sim !!! Finalmente é chegada a hora de anunciar os 3 participantes do reality show do Clube do Pai Rico. Preparado ?

Mas antes … eu gostaria de agradecer a todos os que se inscreveram. 🙂

Parabéns e muito obrigado por terem feito isso. Primeiro por demonstrar confiança com o trabalho realizado aqui no Clube. Com quase 14 anos na estrada, vamos pavimentando o nosso caminho juntos. Mas não só por isso, o parabéns é merecido por vocês demonstrarem a verdadeira vontade de mudar. O verdadeiro desejo de tornar as coisas melhores do que já estão.

Gostei bastante também de ver a quantidade de participantes. Foram MUITOS e cada um com um relato mais interessante que o do outro. E justamente isso dificultou bastante a minha “vida“. 😉

Relatos mais leves, com interessados que estão bem, com sobra de caixa, já investindo, com bons salários, e que gostariam de melhorar ainda mais. Relatos mais tensos, onde as dívidas e os problemas relacionados a elas começam a pesar … Solteiros, casados, com filhos, sem filhos, empregados, desempregados …

Mas uma coisa em especial me chamou a atenção: caramba … como foi grande a quantidade de funcionários públicos que entraram em contato !! 😯

[abre parenteses] Eu sempre chamei a atenção para o fato de que não é somente a falta de Educação Financeira a responsável pelo baixo número de investidores – de maneira geral, seja em renda fixa ou variável – no Brasil. Sempre levantei a bola de que o principal motivo para que isso acontecesse era o fato de termos um baixo nível de renda … Se, aparentemente, a maior concentração das pessoas que busca informações sobre finanças está no funcionalismo público, quem “coincidentemente” é o setor que oferece os melhores salários, parece que a minha teoria não está tão furada assim … [fecha parenteses]

Voltando … Relatos variados, necessidades variadas. E claro … muita dúvida para escolher os que participariam do projeto. Sabe, medo de ser “injusto” ao escolher alguém que “não precisaria” tanto quanto um outro interessado.

Li, reli e li de novo. Fiz uma triagem, separei os que mais me chamaram a atenção. Desses fiz um grupo menor. Que virou um grupo menor. Que virou um grupo menor … até chegar aos 3 escolhidos. 🙂

Não, os 3 participantes não foram as histórias mais emocionantes. Não, os 3 participantes não foram os que apresentaram as situações mais complicadas. Não. Os 3 participantes foram escolhidos de forma que todos os tipos de orçamento pudessem ser vistos, que pudéssemos analisar diferentes realidades, diferentes perspectivas.

Os 3 participantes do nosso reality show são:

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Mantenho toda a grana do Colchão de Segurança na poupança ? Será ?

Pergunta:

Olá, boa tarde. Estou desempregado a cerca de uma ano e dois meses. Estou lendo alguns matérias relacionadas a investimentos, negócio próprio etc. Tenho pouco dinheiro na conta poupança, porém o suficiente para pagar contas e dívidas com o cartão de crédito, fato obvio que faz de cada saque realizado, uma diminuição da minha conta poupança. Nunca investi no Tesouro Direto, apesar de saber das inúmeras vantagens em relação a conta poupança. Tenho dinheiro suficiente para pagar minhas dívidas por um período de um ano e meio sem trabalho, gostaria de saber, se nessa situação em especial é válido tirar uma parte da poupança para montar (um novo) ou mesmo reforçar o meu \”colchão de segurança\” existente na poupança (aplicando no TD) enquanto procuro emprego, se sim, qual a melhor opção a ser escolhida por mim no TD, obrigado.

Atc, Emerson

Resposta:

Bom dia Emerson,

Antes de qualquer coisa: meus parabéns ! Possuir um colchão de segurança que suporte um ano e meio fora do mercado de trabalho é para poucos. 🙂

Isso te dá a tranquilidade necessária para colocar a cabeça no lugar e partir em busca de uma nova colocação que realmente lhe agrade. Não precisará aceitar “qualquer proposta”, apenas para manter as contas em dia.

Poupança … Poupança … Poupança … Sempre ela ! Como nós gostamos dessa menina, não é mesmo ? 😉

Indico a leitura de dois textos onde foco as atenções nela:

– Contrariando a tudo e a todos, eu digo: USE a poupança !
– Estão usando a poupança do jeito errado …

Infelizmente preciso lhe dizer que neste caso ela não me parece ser a melhor alternativa. Sim, estou dizendo que nesta situação o colchão de segurança poderia ser direcionado ao Tesouro Direto. Mas fique atento: só vale se for para usar o Tesouro SELIC !! (como falei neste post, usar o TD para o colchão acaba sendo “meio” arriscado)

Por que usar o Tesouro SELIC ? Porque nele você poderá ter a certeza de que não perderá dinheiro, de que não sentirá nenhum tipo de mordida no seu capital original. Enquanto no Tesouro IPCA e no Tesouro Prefixado você precisará se adequar aos preços de mercado. É o lado renda variável do TD.

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