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“É possível fazer a rolagem de opções com lucro ou sempre existe perda nessa operação ?”

Pergunta:

Boa noite, Zé.

É possível fazer a rolagem de opções com lucro ou sempre existe perda nessa operação?

Resposta:

Opa ! Tudo certo Diogo ? 🙂

Existem alguns tipos de operação de rolagem com Opções. A minha rolagem costuma gerar lucro em praticamente todas as vezes. 😉

Como disse, existem alguns tipos de rolagem: a rolagem de uma compra de Opções, a rolagem de um lançamento de Opções, e a rolagem de uma trava de Opções.

Como disse, a operação que trabalho, costuma apresentar lucro em praticamente todas as rolagens. Opero com o lançamento de Opções. 🙂

Já a rolagem de uma operação de compra com Opções, “dificilmente” (para não dizer nunca) dará lucro …

Mas qual seria o motivo para essa diferença ? Simples: a forma com que o preço de uma Opção é formado. 😉

Lembra que no preço de uma Opção tem uma parcela de valor intrínseco (VI), e outra de valor extrínseco (VE) ? Sendo o VE o prêmio da Opção propriamente dito ?

Lembra também que o Theta age justamente sobre esse VE ?

Pois então, com o passar do tempo, quanto mais próximo estiver do vencimento desta Opção, menor será o seu VE.

Com isso, sabemos que a série atual terá um VE “pequeno”, enquanto o VE da próxima série será “maior”. Correto ?

Voltando às possíveis operações de rolagem, o que acontece se você for rolar uma compra de Opções da série atual para a seguinte ? Irá revender a Opção que tem hoje em carteira, recebendo um VE pequeno, e comprará a da série seguinte com um VE maior. Sim, olhamos apenas o VE, pois o VI das duas é igual. 😉

E se você recebe um VE pequeno, e desembolsa um VE grande … isso, terá que pagar por essa rolagem. Terá um prejuízo para fazê-la.

Já ao fazermos uma rolagem de um lançamento de uma Opção, precisaremos recomprar a venda atual, e lançar a da próxima série. Com isso, recompraremos um VE “pequeno” e lançaremos um VE “maior”. Gastaremos pouco, e receberemos mais. Ou seja, recebemos dinheiro para fazer isso. Teremos um lucro com esta operação. 🙂

Agora, se for a rolagem de uma operação travada, teremos que rolar as duas coisas: tanto uma compra, quanto uma venda. E neste caso, será possível termos lucro ou perda … Vai depender da condição das Opções a serem roladas. (se são ITM, ATM ou OTM)

Sim, a rolagem de uma trava pode dar lucro, pode trazer perda, ou sair no 0x0. 😀

Importante: estou considerando que esta rolagem está sendo feita no mesmo momento. Você revende/recompra uma e compra/lança a outra no mesmo momento. Não é um “trade” da rolagem, onde você faz primeiro um pedaço da operação, para depois fazer o outro. 😉

Então, de forma resumida e quase que num padrão, se você está rolando uma compra de Opções … terá perdas. Se está rolando uma operação vendida, terá lucro.

Espero ter te ajudado ! 🙂

O tema também te interessa ? Você tem vontade de investir com Opções ? Te convido a conhecer o Double PUT Double CALL, o meu curso de Opções ! Será um prazer lhe ajudar neste processo de aprendizado !! 😀

Abraços !

Zé, o que é esse tal de Long & Short ?

Um tipo de operação “mágica”, onde não há chance de erro … é dessa forma que vejo muitos se referindo ao Long & Short. E isso me dá medo. 😯

Bom, antes de qualquer coisa: o que é o L&S ?

O L&S é uma estratégia simples, que como o próprio nome diz, conta com uma operação de compra (Long) e outra de venda (Short). A ideia é a de vender uma ação com maiores chances de queda, e comprar outra, com chances de subir.

O “diferencial” da coisa é: a compra da ação (o Long) será feita com o dinheiro obtido na venda (o Short). Sim, o L&S é uma operação que em tese não exige que o investidor injete dinheiro na operação. É uma operação de pura alavancagem, onde tudo ocorre com o dinheiro dos outros.

Em tese …

Lembra de um post antiiiigo aqui do Clube, onde falo sobre como se ganhar em um mercado em queda ? Sim, muito antigo … Mas que continua funcionando da mesma forma e obedecendo às mesmas regras. 😉

Para se realizar uma venda, com ações que não são nossas, precisamos alugar o papel de nosso interesse. O papel que acreditamos que venha a cair. (ou que não suba tanto … já vou detalhar essa parte)

Ao se realizar o aluguel, é preciso deixar uma garantia junto à Bolsa. A tal da margem que volta e meia eu cito em meus posts sobre Opções. Lembra ?

No Long & Short a ação que será comprada na estratégia serve como garantia daquela que será vendida e fornecerá o dinheiro a ser usado na compra da ação que será usada na garantia da venda que fornecerá o dinheiro a ser usado na compra da ação que será usada na garantia da venda que fornecerá o dinheiro … Tá, você entendeu. 😀

O Long & Short é uma operação que se auto alimenta. O dinheiro da compra vem da ação ação que terá a compra como garantia.

Como um cobre o outro (a venda é coberta pela compra, e a compra é feita com o dinheiro da venda), a pessoa que realiza o L&S não precisaria injetar nada de dinheiro do próprio bolso na operação.

Mas lembra que falei que em tese seria assim ? Sim … em tese. Para fazermos o aluguel da ação, precisamos deixar uma margem de garantia. Margem essa que será superior ao valor obtido com a venda ! Sim … você precisa deixar 100% (a cotação da ação) + um intervalo de margem, referente à ação escolhida para se vender. E esse intervalo de margem pode chegar a 20%, 30%, 40% do valor da própria ação.

De novo, aquele post antigo detalha isso melhor.

Então, não … o Long & Short não pode ser criado sem que tenhamos algum dinheiro injetado na operação. Você precisará ter ao menos o intervalo de margem em questão. Mas não para por aí …

Quando colocamos uma ação na margem, ela sofre um deságio. O mesmo valor de intervalo de margem que falamos acima, que é acrescentado ao valor a ser depositado na margem, é retirado do “bolo” quando colocamos uma ação para garantir a operação.

Por isso que sempre indico que a garantia, a margem, das operações (especialmente as com Opções que fazem parte do Double PUT Double CALL) sejam feitas com CDB, Tesouro SELIC ou dinheiro vivo.

Sim … acabei com o seu sonho de que não é preciso injetar capital na operação. Até mesmo porquê você precisará fazê-lo duas vezes: a mais na ação a ser vendida, e para cobrir a ação comprada que será usada como garantia da operação.

Ok … De qualquer forma a operação não deixa de ser alavancada. 😀

Qual é a lógica por trás do Long & Short ?

A ideia é a de vender uma ação que tem chances de cair. Ou que pelo menos não suba tanto … (ou mais do que a outra ação) E comprar uma que vá subir. Ou que pelo menos não caia tanto … (ou mais do que a outra ação)

Com essa dinâmica, a ação que compramos, subindo mais do a que foi vendida, nos gera um ganho de capital na hora que formos desmontar a operação como um todo. Se as duas subirem, precisamos que a da compra suba mais. Se as duas caírem, precisamos que a da venda caia mais.

Simples assim. 🙂

Matemática básica. 😉

O lucro virá, como disse, da diferença entre as duas na hora de desmontar a operação.

Exemplo: compra a ação da empresa A por R$10 e vendo a ação da empresa B por R$50. Para deixar a coisa equilibrada, e isso é passo obrigatório na estratégia, precisamos comprar 5x a ação A para cada ação B vendida.

Se vendi 1.000 B, recebi R$50 mil. Com isso preciso comprar 5.000 A, chegando nos mesmos R$50.000. O valor (financeiro) da compra e da venda precisam ser iguais.

Digamos que a ação A suba para R$12, enquanto a B permanece nos mesmos R$50. Desmontando a operação (vende A e recompra B), teremos R$60 mil da venda de A e  -R$50 mil da recompra de B. Sobram R$10 mil e esse é o seu lucro. 🙂

Digamos que A suba para R$13, e B para R$66, na hora de desmontar receberemos R$65 mil com a venda de A e gastaremos R$66 mil com a recompra de B. Perdemos R$1 mil …

Digamos que A permaneça nos R$10 e B caia para R$40. Desmontando a operação, venderemos A por R$50 mil e recompraremos B por R$40 mil. Os mesmos R$10 mil de lucro ! 😀

Viu como é simples ? Precisamos apenas que a parte comprada suba mais do que a parte vendida, ou que a parte vendida caia mais do que a parte comprada. 😉

O que acha da estratégia Zé ?

Interessante.

O problema, a meu ver, é que preciso acertar “duas vezes” … Tenho que escolher uma que suba mais do que a outra, ou uma que caia mais do que a outra.

Vejo mais uma vantagem por conta da alavancagem que ela pode oferecer, do que pela “facilidade” em acertar o desfecho da operação.

Se já fiz ? Não, nunca fiz. 🙂

Quando operava na venda de ações alugadas (aquela operação que me fez quebrar e foi o ponto da minha virada e que me levou a criar o método Double PUT Double CALL), eu usava CDB na margem. E isso me permitia alavancar do mesmo jeito. 😉

Nunca cheguei a cogitar a possibilidade de fazer a coisa “casada” com uma outra compra. Como disse, a necessidade de acertar duas vezes não me parece trazer vantagem …

Mas esse sou eu. Vejo que muitos conseguem obter lucro com a estratégia Long & Short e eles merecem os meus parabéns ! 😀

Agora, me conte: você já fez L&S ? Já pensou em fazer ?

Distorções no Índice de Qualidade das Opções … O que isso significa ?

Existe um “indicador” que uso há anos e que nunca abandonou a minha rotina diária (e matinal) de acompanhamento de dados que servem para me ajudar nas tomadas de decisão na hora de operar. Sim, além dos gráficos e das notícias sobre a Petrobras, eu também olho alguns outros dados mais gerais, internos e externos, todos os dias de manhã. Já falei sobre isso neste post: “Zé, quais informações você olha no começo do dia ? (para a Bolsa)” e quem me acompanha no Twitter sabe o quanto o valorizo. 😉

É o tal do IQ que tanto falo … Se você não sabe do que se trata, informe-se o quanto antes através deste outro post: “O índice de qualidade na venda de opções

O IQ me ajuda a enxergar o comportamento dos grandes, dos Tubarões. O indicador revela como os grandes investidores estão se posicionando nas Opções. E isso ajuda MUITO na hora de tomar determinadas decisões de operação. Especialmente na hora de evitar certas vendas “pré explosão”. 😀

Pois bem … Como todo e qualquer indicador, existem ocasiões onde a informação fica truncada, estranha, para não dizer “errada”. E é sobre isso que eu gostaria de falar com vocês hoje. 🙂

As distorções do IQ

Não, não é toda hora que isso acontece …

Na grande maioria das vezes o indicador trabalha de acordo com as “regras” que regem o seu funcionamento: abaixo de 1, sugere o exercício daquela opção; acima de 1, sugere o pó.

Sim, simples assim. 🙂

Mas em alguns casos surgem números inesperados no “meio do caminho” (literalmente falando). Além de algumas aberrações …

Por exemplo, conforme o tweet de hoje de manhã:

PETRK24 (strike nos R$23,92), uma opção ITM, com IQ de 2,02 … Olhe as que estão ao seu lado: K23 e K25, com 0,35 e 0,50 respectivamente. Qual o motivo para que uma opção “no meio do caminho” esteja sugerindo o pó, enquanto as do seu lado, não ? (o IQ é o número entre parênteses)

É possível ela virar pó  sem que a K25 e a K26 sejam ? Afinal de contas as duas estão apontando que seriam exercidas neste momento. Algo estranho … Não ?

Sim, muito estranho. Mas olhemos com mais cuidado a formação do IQ. Quais são as informações que usamos na criação do indicador ? O número de comprados (titulares) e de vendedores (lançadores). Se o número de titulares aumenta muito, o IQ sobe muito … Já consegue enxergar o motivo da distorção ? 🙂

Isso !! A distorção, no meio do caminho, ocorre quando um elevado número de participantes do mercado se concentra em uma opção específica. Mas … não seria natural vermos o mesmo ocorrendo nas opções ao “seu lado”, afinal se ela é pó, a K25 e a K26 também deveriam. Não é mesmo ?

Sim, deveriam. Em uma situação real e ideal de mercado, era isso que deveria ocorrer. Na verdade, é exatamente isso que ocorre.

Mas então … O que causa a distorção ?

Você provavelmente se surpreenderá com a simplicidade da resposta ! 😀

Houve a indicação de compra daquela opção para um grupo de investidores !! Sim, simples assim. 😉

Pense que um grupo de pessoas decida, ao mesmo tempo comprar uma opção específica, por orientação de um analista, corretora ou casa de análise. Haverá uma concentração em uma opção específica, concorda ? As “do lado” serão ignoradas, mas a que foi indicada, receberá uma procura maior.

E o tamanho da distorção aponta “de onde veio a indicação”. Se foi de uma casa de análise de maior alcance, a distorção será absurdamente grande. Se foi de uma menor, ou de um analista individual, um pouco menor …

Exemplo ? Hoje temos a K24 com IQ de 2,02. Lembra da E56 ? Naquela ocasião a indicação de compra partiu da maior casa de análises do país. Foram 8.174 pessoas comprando a mesma opção. (e sim, isso é MUITA gente para o nosso mercado)

O IQ chegou a incríveis 96,36 !!!! 😯

Quanto maior o alcance de quem faz a indicação … maior é a distorção. 🙂

Hoje temos uma opção de VALE3 com IQ de 24,98 ! Provavelmente, uma nova indicação da mesma fonte. 😀

Qual a conclusão disso Zé ?

Que precisamos estar atentos ao todo, e não somente a o que estamos enxergando. 😉

Se você sabe que o comportamento natural seria um, uma distorção da informação deve te fazer refletir. E ao refletir, você consegue enxergar (na maioria das vezes) os motivos para aquilo estar ocorrendo.

Neste caso, o 2,02 da K24 não significa que ela vá virar pó … Portanto você precisa aprender a “descartar” informações distorcidas. Sim … descartar.

Além disso, não custa lembrar que nunca operamos com base em uma informação isolada, um indicador isolado. É sempre com base em um conjunto de informações, onde uma informação integrada a outras te ajuda na tomada de decisão. 🙂

Mas me diga: você sabia que essa era a origem destas distorções ? Já tinha conseguido chegar a essa conclusão ?

Livros ||| Candlestick

Finalmente !! Finalmente encontrei um livro em português que trate o assunto como ele merece, e o melhor: de forma completa !

Tenho uma admiração especial pelo tema, afinal foi o meu primeiro contato com a análise gráfica no meu início como investidor em ações. Naquela época ou estudávamos através de apostilas ou pela bíblia, que é a obra de Steve Nilson, mas que era um livro caro, em inglês e que só era possível de adquirir direto no exterior.

Até existem outros livros que tratam do assunto, e são muito bons, mas nenhum que abranja tão completamente o tema. Lendo o livro parecia que estava sendo transportado diretamente para o curso que fiz, em 2000 … o que tornou a leitura ainda mais agradável. 🙂

Na minha opinião o livro é leitura obrigatória para os que usar candlestick em seus estudos gráficos. Por apresentar desde as formações mais básicas – Martelos, Dojis, Haramis, Engolfos – até outras que até então desconhecia. (quando operamos candlestick temos que obrigatoriamente conhecer as figuras básicas, as clássicas, já as mais elaboradas nem tanto …)

Forma de apresentação

Por dividir o assunto em padrões reversão de queda, reversão de alta e de continuidade, o livro ajuda muito na compreensão das figuras. Além disso, por detalhar o lado operacional, ou psicológico se preferir, da formação do padrão, o leitor aprender a compreender o porque das figuras terem o “poder” de indicar uma reversão, ou continuidade, do movimento.

Outro ponto positivo são os exemplos adotados para apresentar graficamente cada um dos padrões. Exemplos claros e relativamente atuais.

E para ajudar ainda mais na memorização de cada padrão, o capítulo final, que nada mais é do que um belo resumo de cada padrão.

Este é o tipo de livro que merece um espaço especial no seu cockpit, para consultas constantes. 😉

 

Candlestick

Nota do Site:
5 Moedas

Candlestick
Carlos Alberto Debastiani

Ano: 2007
Edição: 1
Número de páginas: 200
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

Definindo o (“melhor”) intervalo de uma trava com opções

Operar bolsa é um processo que precisa de atualização constante de base teórica e dos procedimentos em si. Precisamos (tentar) buscar, sempre, aprimorar nossas técnicas operacionais bem como os sistemas que adotamos.

As possibilidades são tantas, as alternativas tão amplas, que volta e meia estamos mudando algo em nossos padrões. O Sr Mercado é um ser vivo, e como tal ele evolui … Portanto nada mais natural (e óbvio) que façamos o mesmo. 😉

Mas hoje vamos falar um pouco sobre venda de opções, mais especificamente sobre vendas travadas. Existem diversas formas de você operar com opções, muitas mesmo, por isso insisto tanto para você leia bons livros sobre o assunto. Quer a indicação de algum agora mesmo ? Que tal o “Ganhando Dinheiro com Opções” e o “Fique rico operando opções” ?

A eterna batalha: risco VS retorno

Não importa o que você deseje operar em bolsa, a sua batalha será sempre em busca do melhor retorno com o menor risco. Estes dois itens sempre serão colocados na balança na hora de tomarmos nossas decisões e elas só serão tomadas no momento em que sua consciência disser “pronto, agora você encontrou o equilíbrio perfeito !”. Ou melhor … é desta forma que você deveria agir, é desta forma que os investidores profissionais agem, é desta forma que as coisas deveriam ser.

Infelizmente não haverá uma oportunidade de retorno absurdamente elevado sem risco algum. Por mais instruído que você seja, por mais experiência que tenha adquirido, por mais preparado que você esteja, o risco continuará existindo (sim, um pouco mais baixo do que para aqueles que não apresentarem estas mesmas características) e você precisará lidar com ele.

Mas como isso pode ser trazido para o assunto do post de hoje ? Simples, através do intervalo adotado por você na hora de montar uma venda travada em opções. 🙂

Trava de R$1 ou de R$2 ?

Por exemplo, na hora de montar uma trava, você prefere montar uma trava com 10.000 opções, com intervalo entre strikes de R$1; ou montar uma com 5.000 opções, com intervalo de R$2 ?

No final das contas o risco financeiro (literal) será o mesmo: R$10 mil, porém outros pontos serão afetados dependendo da sua escolha. Leia-se: se escolher a de R$1 terá um determinado lucro possível e um determinado “risco”, se escolher a de R$ terá uma possibilidade de lucro diferente e o risco também mudará. Vamos a um exemplo ?

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