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Aluguel de ações

O estudo acompanhará o desempenho da Vale5 e da Petr4 – carros chefe do Ibovespa. Esta informação poderá ser usada tanto por quem opera na ponta de compra quanto para quem opera na ponta de venda … 😉

Este é um dado que acompanho diariamente, serve para que eu veja o “peso” extra que existe sobre estas ações. Normalmente – veja bem, normalmente … – um aumento na posição alugada pode significar um movimento de queda no papel. E o contrário também é verdadeiro, uma cobertura pode significar um movimento de alta.

Vamos lá !

Comentário: Pronto, passou … futuro acima do à vista novamente. Sensação estranha e que acredito levará muito tempo para acontecer de novo. 🙂

O engraçado deste episódio foi perceber que o assunto ficou muito tempo na surdina … ninguém comentava publicamente o que estava acontecendo (o futuro valer muito menos que o à vista), e quem publicava muitas vezes era ignorado. Sabem onde vi coisa assim ? Com o caso do JCP … Sério ! Essa informação – que fui um dos primeiros, e únicos, a divulgar – é “segredo de estado”, daquele tipo que se o público passa a conhecer faz com que um pedaço do mercado perca a graça, sabe ?

Uma pena … na minha opinião, quanto mais transparente e simples for o mercado, maior será o número de participantes. Porém … é claro … com os envolvidos mais intruidos, fica mais difícil de vermos episódios do tipo X.

É … mercado é doido. 😉

E a querida e amada Petro ? Em seu caminho rumo “às estrelas” … Com próxima parada – visível – apenas nos R$20,80 … vai até onde ? Os gringos permaneceram vendendo o papel … de forma pesada, como há muito não se via no mercado. E mesmo assim ele subiu … subiu … subiu … e continua subindo. 😯

Sexta-feira na área … final de semana pintando … quem sabe um pouco de descanso para uma cabeça que começa a cansar um pouco dessa última arrancada do papel.

A pergunta que fica é: o GAP “sempre” fecha. Correto ? Mesmo se for GAP de fuga para dar início a um novo movimento ?

O que levou à pergunta acima ? Dê uma olhada no gráfico abaixo e tente encontrar alguma relação entre as marcações:

OGX em recuperação judicial …

Não … este não é um posto do tipo “viu, falei … não falei ?”, mas certamente acabará pendendo para este lado.

Falei muito sobre o nosso grande amigo, o, agora, ex-bilionário Eike Batista. (a primeira vez que vi o termo ex-bilionário senti um forte impacto … e acredito que esta tenha sido uma das primeiras vezes que isso ocorreu de maneira tão pública …)

Falei muito sobre o grande sonho, as amizades, o momento, as facilidades, as “estranhezas” … falei sobre muita coisa. Mas acima de tudo, falei para alertar quem pudesse estar sendo enfeitiçado por ele, pelo incrível papo de vendedor que ele tinha. (ele e a turma que estava junto dele)

Falei … fui xingado, alegaram que era apenas uma questão de ciúmes … Que era questão de “torcer contra um brasileiro que estava fazendo diferente, que estava transformando a realidade nacional, que … blá blá blá …”

Pronto:

OGX PEDE RECUPERAÇÃO JUDICIAL, NO MAIOR ‘CALOTE’ EMPRESARIAL DA AMÉRICA LATINA

Rio e Nova York, 31/10/2013 – A petroleira OGX, empresa âncora do grupo de Eike Batista, entrou ontem (30) com pedido de recuperação judicial. A decisão foi tomada após 16 meses de agonia, com Eike tentando emergir da crise de confiança na qual se embrenhara desde que teve de reconhecer publicamente o fiasco da campanha exploratória do campo de Tubarão Azul.

Apresentado aos investidores como uma grande descoberta petrolífera, o campo começou a produzir em janeiro de 2012 e, cinco meses depois, revelava que seu potencial era uma fração mínima do anunciado.

O pedido de recuperação judicial visa proteger a empresa, que tem uma dívida sem garantias que chega a US$ 5,1 bilhões, enquanto soluções são buscadas. Com essa dívida, o processo da OGX é considerado o maior “calote” corporativo da história da América Latina.

A recuperação judicial inclui, além da OGX Petróleo e Gás Participações, a OGX Petróleo e Gás, a OGX International GMBH e a OGX Áustria GMBH. Esta última foi a rubrica usada pelo grupo para captar no exterior a maior parte dos US$ 3,6 bilhões aportados por investidores estrangeiros em títulos.

“Acredito que há possibilidade de os credores compreenderem que a recuperação da OGX é viável”, disse o advogado Sérgio Bermudes, que deu entrada ontem (30) no processo, que correrá na 4ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio. As ações ordinárias da petroleira perderam 26,09% de seu valor e fecharam o pregão de ontem (30) cotadas a apenas R$ 0,17.

Plano

Em meio às negociações com centenas de credores – entre detentores de títulos, bancos e fornecedores -, a OGX trabalhará em duas outras frentes durante o processo de recuperação: a busca de dinheiro novo que, para este ano, teria de corresponder ao mínimo de US$ 75 milhões, e a tentativa de convencer a Petronas, da Malásia, a manter o acordo de compra de 40% dos blocos BM-C-39 e BM-C-40, na área de Tubarão Martelo, na Bacia de Campos.

Todas as tarefas são muito difíceis de serem atingidas e o próprio grupo responsável pela operação considera possível o pedido de rescisão de acordo pela Petronas no meio do processo de recuperação. Caso isso ocorra, o litígio judicial é dado como certo.

A OGX estuda pedir na Justiça indenização, sob a alegação de que a Petronas não cumpriu a condição de aportar US$ 250 milhões na empresa para o desenvolvimento da produção de Tubarão Martelo, o que teria, na avaliação da empresa de Eike, contribuído para detonar o processo de recuperação judicial. Nesse caminho, Eike também não honrou o compromisso de aportar US$ 1 bilhão na companhia.

O processo de reestruturação da empresa está sendo conduzido pelo escritório da advocacia Mattos Filho. De acordo com o advogado Eduardo Secchi Munhoz, a mesma proposta de acordo feita ao grupo que representava pouco mais de 50% dos detentores de títulos será estendida a todos os credores para avaliação. As negociações devem se prolongar por até seis meses, quando uma assembleia de credores vai decidir se aceita ou não os termos.

Do total de US$ 5,1 bilhões em dívidas sem garanti da empresa, há os US$ 3,6 bilhões de detentores de títulos de dívida emitidos no exterior, US$ 546 milhões em dívidas com fornecedores e pelo menos US$ 900 milhões com a OSX, braço de construção naval do grupo EBX – a companhia alega que o montante chegaria a US$ 2,6 bilhões. Além delas, há também dívidas de cerca de R$ 600 milhões com bancos – mas no caso das instituições financeiras, os débitos contam com garantias.

Repercussão

A decisão teve repercussão internacional. Ontem (30), foi destaque nos dois maiores jornais americanos, onde estão sediados alguns dos maiores credores estrangeiros da empresa. O New York Times publicou ampla reportagem sobre a história em sua página na internet. O Wall Street Journal citava o interesse do grupo de buscar uma reestruturação das finanças, ressaltando que a OGX levantou “bilhões de dólares” nos últimos sete anos no mercado.

O britânico Financial Times na edição impressa de quarta-feira destacou que “a dramática queda em desgraça do magnata brasileiro Eike Batista entrou em sua fase final”. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Que fique a lição … Que o caso seja estudado … Que a esperança tenha chance, mas que a desconfiança sempre esteja junto dela. 🙂

Aproveito para listar alguns dos posts onde citei as peripécias do nosso amigo:

O X da questão
Se tem algo que não consigo engolir …
O que é isso Mister X ??
Falar sobre as empresas X … Falar o quê ?
Piadas sobre a queda de Eike. Onde mora o perigo ?
O poder da esperança

Aluguel de ações

O estudo acompanhará o desempenho da Vale5 e da Petr4 – carros chefe do Ibovespa. Esta informação poderá ser usada tanto por quem opera na ponta de compra quanto para quem opera na ponta de venda … 😉

Este é um dado que acompanho diariamente, serve para que eu veja o “peso” extra que existe sobre estas ações. Normalmente – veja bem, normalmente … – um aumento na posição alugada pode significar um movimento de queda no papel. E o contrário também é verdadeiro, uma cobertura pode significar um movimento de alta.

Vamos lá !

Comentário: É … que bela armadilha. 🙂

Furou os R$19,30, foi até os R$19,16 … e explodiu, para ir até os R$20,00 !! 😯

Coisa de doido !! Houve o rompimento necessário, fez um teste dos R$19,30 por baixo, voltou a cair, tudo seguindo o script … para depois esquecer tudo, apagar tudo e voltar a subir, subir, subir …

Alguns participantes do mercado justificaram a alta por causa dos números do petróleo no mercado americano (o estoque veio mais alto que o esperado e as cotações caíram), pois isso baratearia o custo do oil importado para a empresa. Mas … 4% de alta, da mínima até a máxima, por causa disso ? Acho um pouco forçado demais …

Eu sinceramente achei todo esse movimento pós resultado meio forçado demais … e não gosto nem um pouco quando isso acontece. Ou melhor … gosto, pois opero mais vendido que comprado … mas você entendeu a minha observação.

Fica parecendo uma criação de condições para que carteiras muito grandes possam ser desmontadas, sabe ?

Bom, sobre o índice, repararam que a diferença entre futuro e à vista virou coisa do passado ? 😀

Pois então … durante boa parte do pregão os dois andaram praticamente juntos. O motivo – na minha opinião ? OGX ! Como a novela “se encerrou” a diferença, que nada mais era para criar uma proteção em caso de problemas com a empresa, acabou.

A Europa e os futuros americanos cedem um pouco … a ata do FED não trouxe muitas surpresas, o programa de recompra foi mantido e as taxas de juros também. Vamos ver como o mercado interpreta isso no pregão de hoje. Ontem, após o anúncio, as coisas escorregaram lá nos EUA …

Então é isso, vamo que vamo que o negócio tá começando ! 😉

Livros ||| A arte de imitar

Existe um consenso de que a cópia é errada, que não devemos nos apropriar da criação alheia em benefício próprio, que devemos respeitar a propriedade intelectual do concorrente (atual ou futuro), que devemos pensar individualmente e criarmos nossos produtos e serviços a partir do nada, do zero. Mas … será isso possível ?

Sim, concordo plenamente que os direitos individuais (pessoais e empresariais) devam ser plenamente respeitados, mas … será que esta é a natureza do ser humano ? Pense por um instante, pense em como seriam nossas vidas, se os homens das cavernas tivessem pensado “não, mim não poder usar pedra na ponta desta vareta para caçar, afinal a tribo vizinha já desenvolveu o conceito e agora só me resta desenvolver algo completamente diferente … Quanto tempo leva para inventarem a pólvora ?” Ou então … se após inventarem a roda não tivessem adotado a criação para construir a biga, e depois a carroça, e depois o automóvel ?

Para e pense no mundo que nos cerca e veja tudo com um olhar mais analítico. O que conseguiu ver ? Sim … a grande maioria das coisas que hoje nos trazem conforto e prazer foram criadas a partir de algo que já existia. Foram melhoradas e aperfeiçoadas, mas em suma são “cópias” de algo que já existia.

O padrão “cópia” está em tudo e em todos

Em “A arte de imitar” (Elsevier, 2011) o autor, David Kord Murray, tenta nos mostrar o quão importante é o uso da cópia para o crescimento e desenvolvimento da raça humana. Como ideias, aparentemente, desconexas, nos proporcionaram teorias e tecnologias que tornam possível o nosso modo de vida.

Sim, desde a observação do comportamento natural das coisas (não, não vou usar o clássico exemplo do velcro, onde o criador viu como pequenas plantas grudavam em suas calças para depois criar o produto), até mesmo a partir da observação de áreas diferentes – como por exemplo Darwin demonstrar interesse sobre geologia criando analogias, para depois de muitas observações criar a Teoria da Evolução das Espécies. Existe ligação entre a transformação do planeta e a evolução apresentada pelo seres vivos ?

O autor alega que até a época da Renascença era comum a prática da cópia. Tudo era compartilhado, todo o conhecimento humano era dividido por todos e de livre acesso e uso. Mas a partir do momento em que começaram a surgir as obras assinadas, onde o valor de muitos itens dependiam mais da marca do que do produto em si (uma obra de arte de um grande mestre, por exemplo), surgiu a “necessidade” da criação do direito da propriedade intelectual. A partir disso tudo passou a ser “fiscalizado” e o uso de tecnologias já existentes, para a criação de novos itens, passou a ser considerado cópia.

Obs: hoje enfrentamos um grave problema em relação ao assunto propriedade intelectual, a ponto de vermos o Google tentando registrar o “coraçãozinho com as mãos” como sendo de sua propriedade … 😯

O ser humano se desenvolve desta forma: olhando o que existe ao seu redor, sempre tentando melhorar o que vê, é da nossa natureza. Este é um dos motivos que me leva a ler tanto sobre tantos assuntos “diferentes” (já falei sobre este assunto em outras oportunidades). Conceitos adotados em certas áreas podem ter utilidade em problemas que tenho em assuntos completamente diferentes e sem ligação.

Mas como criar, desenvolver, inventar, se diferenciar, adotando esta prática nos dias de hoje ?

Se você faz uso da criação ou o desenvolvimento faz parte do seu dia a dia, a leitura deste livro é muito bem-vinda e certamente trará belos frutos. Leitura agradável e tranquila, recheada de exemplos da história humana, para mostrar que além de criativos imitamos uns aos outros desde sempre. 🙂

A arte de imitar
Nota do Site:
5 Moedas
A arte de imitar
David Kord Murray

Editora: Elsevier
Ano: 2011
Edição: 1
Número de páginas: 264
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

Aluguel de ações

O estudo acompanhará o desempenho da Vale5 e da Petr4 – carros chefe do Ibovespa. Esta informação poderá ser usada tanto por quem opera na ponta de compra quanto para quem opera na ponta de venda … 😉

Este é um dado que acompanho diariamente, serve para que eu veja o “peso” extra que existe sobre estas ações. Normalmente – veja bem, normalmente … – um aumento na posição alugada pode significar um movimento de queda no papel. E o contrário também é verdadeiro, uma cobertura pode significar um movimento de alta.

Vamos lá !

Comentário: Achei que ontem veríamos o mercado pendendo pro lado da “realidade”; o que de certa forma aconteceu, mas não tão real quanto deveria ser.

A Petro escorregou bem, chegando na região de suporte dos R$19,30 (chegou a R$19,33), para depois repicar e fechar nos R$19,70. Isso deu 1% de queda, mas imaginei que depois do oba-oba de segunda um fechamento de 2% negativos seria mais … “justo”.

Erro meu, fazer o quê ? 😀

A posição vendida em opções não sofreu alteração, a venda na segunda foi forte na k20 e “existiu” na k19. Aparentemente não sou o único a não acreditar 100% nesta fórmula mágica que tirará o poder do governo de ditar o preço dos combustíveis – e consequentemente os rumos da inflação.

O fechamento de ontem foi um belo Doji, que se bem interpretado forma um padrão Harami com a explosão da segunda. Mas para que haja uma confirmação deste padrão, duplo, de reversão, precisamos do rompimento dos mesmos R$19,30 de ontem. Se não consegue identificar o motivo para que esta região seja o atual suporte, dê uma olhada no gráfico diário, mais especificamente na barra do dia 19/09/13. Isso, essa foi a máxima daquele dia, o último topo antes da região em que estamos.

Não adianta ficar tentando caçar topos e fundos agora, apenas operar o que o mercado for fazendo durante o pregão. Mas que na hora que romper estes R$19,30 teremos o pessoal da venda usando muita munição para garantir a escorregada, teremos. 😉

Para ajudar você na compreensão do que falo aqui o post, indico um texto sobre suportes e resistências e outro sobre candlestick. Mais informação e conhecimento para suas operações. 😀