Clube do Pai Rico
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Você sabe com quem está falando ?

Como você já deve saber, minha leitura atual fala sobre babacas. Mais especificamente sobre as consequências de você ter um babaca em sua empresa, como evitar a contração de um babaca e, o mais importante, como não se tornar um babaca.

Agora me diga, existe atitude mais digna de um babaca do que a situação onde o sujeito vira para você e diz: “Você sabe com quem está falando ?“. Pois bem, se você é como eu e não suporta esse tipo de “gente” (entre aspas pois não sei se podem ser realmente classificados dessa maneira …), fica aqui a dica de um vídeo que nos auxilia no tratamento a ser dado a eles.

Duas notícias para ficarmos, no mínimo, preocupados …

Leia as duas notícias abaixo e tire suas próprias conclusões. Depois use o espaço para comentários para iniciarmos a discussão.

Aversão ao risco leva Alemanha a pagar yield negativo pela 1ª vez

Frankfurt, 9 – A Alemanha pagou hoje, pela primeira vez na história, um yield negativo aos investidores num leilão primário de dívida, ressaltando o apelo da dívida alemã como porto seguro em meio à crise de dívida na Europa.

Em contraste, os yields pagos pelas notas do Tesouro da França no leilão de hoje subiram em relação ao leilão anterior, indicando que os investidores estão mais desconfortáveis com a dívida francesa diante dos temores crescentes de que a segunda maior economia da zona do euro possa perder seu rating AAA em breve.

Enquanto isso, os yields dos bônus da Itália e Espanha registravam queda após o recente sell-off dos títulos desses países, mas traders ainda manifestavam cautela antes da venda de bônus prevista para o fim desta semana e que poderá ser um teste para o apetite dos investidores pela dívida das economias da periferia.

A Alemanha se juntou hoje à Suíça e à Holanda ao registrar yields negativos no seu leilão de dívida. A lista de ativos considerados seguros está encolhendo e os investidores estão tão nervosos com a perda potencial de capital que estão dispostos a pagar uma taxa de juro apenas para proteger seus recursos nos poucos ativos ainda percebidos como seguros, como os Bunds do Tesouro alemão.

O Bundesbank, que é responsável pela condução dos leilões de dívida federal da Alemanha, vendeu 3,9 bilhões de euros em T-Bills com prazo de seis meses a um yield médio de -0,0122%, abaixo da taxa de 0,0005% paga no leilão anterior com prazo semelhante, em 5 de dezembro passado. A oferta de 4 bilhões de euros em T-Bills de seis meses teve demanda total de 7,08 bilhões de euros pelos investidores.

“O yield negativo reflete a precificação no mercado secundário, indicando forte demanda pelos títulos alemães, que são considerados os ativos mais seguros na atual situação de elevada incerteza”, disse o estrategista Giuseppe Maraffino, do Barclays Capital. No mercado secundário, os yields dos Bunds com prazo de um ano tornaram-se negativos hoje pela primeira vez desde 30 de novembro de 2011, com a aversão ao risco alimentando a compra de dívida alemã pelos investidores.

Desde um desastroso leilão de Bunds de 10 anos, em novembro de 2011, quando a dívida alemã refletiu os temores na Europa pagando yields mais elevados, os bônus da Alemanha vêm registrando uma boa performance, com os yields em alguns vencimentos sendo negociados perto dos menores níveis já registrados.

Serasa Experian: Inadimplência do consumidor cresceu 21,5% em 2011

São Paulo, 10 – A inadimplência do consumidor brasileiro cresceu 21,5% em 2011 na comparação com 2010, informou hoje a Serasa Experian. Esse é o maior nível de aumento da inadimplência desde 2002, quando o Indicador de Inadimplência do Consumidor cresceu 24,7% em relação a 2001.

Considerando-se apenas o desempenho em dezembro, a alta da inadimplência foi de 13,1% em relação a um ano antes, mas houve queda de 2,5% na comparação com novembro.

Em nota divulgada à imprensa, a Serasa Experian atribui a ampliação da inadimplência em 2011 ao aumento da inflação, que reduziu o rendimento do trabalhador, e aos juros elevados mantidos durante a maior parte do ano passado e que reduziram a capacidade de pagamento das dívidas pelo consumidor. “Cabe destacar que o acúmulo de dívidas, de médio e longo prazos, vem desde 2010, ano em que as condições de crédito e do orçamento do consumidor foram mais favoráveis do que em 2011”, afirma a entidade.

No resultado de dezembro ante novembro, a maior contribuição para a queda de 2,5% veio das dívidas com bancos, que caíram 2% – esse tipo de dívida corresponde a 49,3% do peso do indicador. O valor médio das dívidas com bancos nos 12 meses de 2011 foi de R$ 1.302,12, redução de 0,7% ante o mesmo período de 2010.

A maior queda em dezembro ante novembro foi verificada nos protestos, que encolheram 11,5%. O valor médio dos títulos protestados, no entanto, cresceu 16% em 2011 na comparação com 2010 e atingiu o valor de R$ 1.372,86.

O valor médio das dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços) em 2011 ficou em R$ 320,63, queda de 17,3% na comparação com 2010. Os cheques sem fundo, por sua vez, apresentaram aumento de 8,4% sobre 2010, atingindo o valor médio de R$ 1.359,19. Na comparação de dezembro ante novembro, dívidas não bancárias e cheques sem fundo tiveram queda de, respectivamente, 1,2% e 8,3%.

E então, foi bom para você ? 😯

Um verdadeiro balde de água fria …

Você certamente já conhece o texto abaixo, atribuído a Max Gehringer:

Recebi uma mensagem muito interessante de um ouvinte da CBN e peço licença para lê-la na íntegra, porque ela nem precisa dos meus comentários. Lá vai:

“Prezado Max meu nome é Sérgio, tenho 61 anos, e pertenço a uma geração azarada. Quando eu era jovem as pessoas diziam em escutar os mais velhos, que eram mais sábios. Agora me dizem que tenho de escutar os jovens porque são mais inteligentes.

Na semana passada eu li numa revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. E eu aprendi muita coisa. Aprendi por exemplo, que se eu tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, durante os últimos 40 anos, eu teria economizado R$ 30.000,00. Se eu tivesse deixado de comer uma pizza por mês teria economizado R$ 12.000,00 e assim por diante. Impressionado peguei um papel e comecei a fazer contas, e descobri para minha surpresa que hoje eu poderia estar milionário.

Bastava eu não ter tomado as caipirinhas que eu tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que eu comprei, e principalmente não ter desperdiçado meu dinheiro, em itens supérfluos e descartáveis.

Ao concluir os cálculos percebi que hoje eu poderia ter quase R$ 500.000,00 na conta bancária. É claro que eu não tenho este dinheiro. Mas se tivesse sabe o que este dinheiro me permitiria fazer? Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que eu quisesse e tomar cafezinhos à vontade. Por isso acho que me sinto feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer, porque hoje com 61 anos não tenho mais o mesmo pique de jovem, nem a mesma saúde, portanto viajar, comer pizzas e cafés não fazem bem na minha idade e roupas hoje não vão melhorar muito o meu visual.

E recomendo aos jovens e brilhantes executivos, que façam a mesma coisa que eu fiz. Caso contrário eles chegarão aos 61 anos com um monte de dinheiro, mas sem ter vivido a vida”.

“Não eduque o seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas, não o seu preço”

Se você fosse uma pessoa que se dedica ao tema Educação Financeira, qual seria a sua reação ao fazer essa leitura ? Decepção completa ? Ao menos um balde de água fria … ?

Na minha opinião o foco está errado … estão comparando economia com pão durismo. O que seria o “certo” ? Indicar que a pessoa tivesse um espaço em seu orçamento mensal destinado a estes extras, você já tem que ter determinado o valor que o seu orçamento permite gastar mensalmente com restaurantes, com roupas, com extras completamente “fora do padrão” (como o cafézinho, por exemplo). Dizer “pare de onda, gaste à vontade” é a pior das orientações que uma pessoa sem muito controle financeiro poderia receber …

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Desempenho do Projeto 52 em 2011

Sempre que falo sobre o Projeto 52 a pergunta surge: Quanto é que estes sites geram ? Querendo ou não esta é a pergunta mais importante sobre o projeto, é ela que define se o esforço destinado à criação dos sites é justificado. Portanto hoje irei apresentar o resultado individual de cada site no ano passado. 🙂

O desempenho financeiro e o motivo para isso ter ocorrido. Vamos lá ?

Cerca Concertina – U$182,90

Foi o primeiro dos meus sites de nicho, já está no ar há 2 anos. Ocupa a primeira página de resultados para o termo procurado, mais precisamente a segunda posição.

Alarmes para Carros – U$ 122,89

Também ocupa a primeira página de resultados, porém um pouco mais abaixo, na sétima posição.

Aluguel de Computadores – U$ 53,04

Este já desaba para a sétima página … (antes estava na segunda !!)

Provedor de Internet Banda Larga – U$ 14,05

Na pesquisa manual eu nem consigo identificar a posição dele … 🙁

Seguros para Carros – U$ 42,32

Este foi o primeiro da “nova leva” de sites de nicho, ocupa a terceira página de um nicho bem concorrido.

Quer Crédito Fácil ? – U$ 32,99

Ocupa a quinta página dos resultados de busca. Outro nicho bem concorrido …

Pisos Baratos – U$ 31,68

Na primeira página, na sexta posição. Porém não apresenta resultados tão bons quanto a sua posição …

Lentes de Contato com Grau – U$ 14,72

Na segunda página de resultados.

Lentes de Contato ACUVUE – U$ 19,74

Na primeira página, porém os concorrentes que estão na frente tiram as chances de obter mais visitas. 🙂

Lentes de Contato Coloridas – U$ 0,00

Mais um site que se perde nos resultados … não consegui encontrá-lo. Foi o último site do projeto a ser criado, não fiz nenhum pedaço da minha lição de casa em relação a divulgação dele … e isso aparece no seu resultado financeiro. 😯

Ao total foram U$ 514,34, e você decide se vale a pena ou não. 😉

Tirando o “lentes de contato coloridas”, todos os sites se pagaram. O custo anual deles é de R$ 30,00 (que é o custo de manutenção anual do domínio), só o “lentes de contato com grau” e o “provedor de internet banda larga” que ficaram no limite de se pagar, todos os outros ficaram com folga.

Conseguiu ver como o posicionamento nos resultados de busca influência diretamente no resultado ? E porquê  isso precisa fazer parte da tarefa de criação dos sites ?

Não custa nada lembrar que o único trabalho que tive foi o de criar os sites – que como poderá ser visto não foi tanto assim … -, e algum tempo destinado à suas divulgações.

Me responda: para quem deseja criar uma nova fonte de renda, uma pequena, para começar, para sair do “nada”, é ou não é uma boa pedida ? 😀

Se você acha que não, quanto conseguiu criar em alguma atividade fora de seu trabalho ? (investimentos não contam … somente “atividades extras”)

Abraços !

Qual curso superior é o mais indicado para um Investidor em Bolsa ?

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Antes de mais nada, a minha proposta com este post é iniciarmos uma discussão sobre o assunto que volta e meia surge em questionamentos enviados a mim. Claro, não sou e nunca serei o dono da verdade, apenas apresentarei a minha opinião e o meu ponto de vista, tentando mostrar o porquê de encarar desta forma.

Ainda mais importante: não existe nenhum curso superior que poderá te preparar para se tornar um Investidor em Bolsa “perfeito”, tudo dependerá de seu esforço, dedicação, estudo, além é claro de um controle emocional acima da média. Alguns cursos já oferecem especialização em Mercado Financeiro – em bolsa, especificamente, não tenho conhecimento de nenhum … -, mas somente o lado teórico não te transformará em Warren Buffett. Na verdade nem toda a dedicação e estudo existentes no mundo te garantirão tal título.

Convido todos a deixarem sua opinião, aqui mesmo neste post. O espaço para comentários é de vocês !

Definir qual a escola a seguir

O primeiro passo, antes de escolher o curso mais indicado para o investidor em ações profissional (e não um profissional do mercado de ações, ok ?), é definir qual será a escola de análise técnica a ser usada em seus investimentos. Você seguirá os gráficos ou os números ? Será grafista ou fundamentalista ? Não entraremos na discussão “Qual é a melhor”, apenas indico que a pessoa deve definir qual das duas é a sua praia.

Isso na maioria das vezes é imediato, a pessoa bate o olho e descobre qual das duas mais se identifica. Tenho a mais absoluta certeza de que o fato de uma ser visual, enquanto a outra é mais … “numeral”, tem grande influência nessa decisão. São poucos os casos onde um investidor mude de “time” no meio da “partida”, normalmente as pessoas começam numa das duas escolas e vão assim até o fim.

Claro … nada impede que um fundamentalista use gráficos para otimizar suas operações, ou então um grafista que se baseie nos fundamentos das empresas na hora de escolher quais ações deverá acompanhar. Mas uma das duas escolas sempre fala mais alto, sempre tem prioridade.

Já decidiu ?

Com a decisão tomada é chegada a hora de escolher o curso universitário que te auxiliará em sua vida de investidor. Mas antes uma observação: neste caso específico estou deixando de lado toda e qualquer outra “utilidade” que o curso escolhido terá a lhe oferecer. Seja em termos financeiros, seja em termos de empregabilidade. Estou focando única e exclusivamente no lado “auxílio no investimento em ações”, ok ?

Como dito anteriormente cada uma das duas escolas têm um ponto que fala mais alto: na gráfica … os gráficos, e na fundamentalista os números e balanços. Sabedores disso a decisão está próxima.

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