Clube do Pai Rico
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Pensando em trocar a sua Smart TV por ela ter ficado ultrapassada ?

Sim, vamos falar sobre isso em um site sobre investimento e finanças pessoais. Economia doméstica é muito importante nesse sentido. 😉

Acredito que muitos de vocês já tenham passado pela mesma situação que vivi há alguns meses. Tenho uma TV no quarto, em perfeito estado. Funciona que é uma maravilha. É do tamanho adequado ao ambiente, tem uma boa antena para o Wi-Fi, nenhum pixel queimado, etc etc etc.

Ela me atendia bem, eu assistia o meu bom e velho Netflix de guerra e um Youtube de vez em quando. Tudo ok … Tudo uma maravilha.

Até que surgiram as “concorrentes” … Prime e Disney+ !

Oba ! Deixa eu instalar o app deles aqui na TV !!” Afinal de contas, era uma Smart e bastava instalar os novos aplicativos nela. Ou melhor … deveria ser assim. 🙄

A TV já tem alguns anos. Uns 4 ou 5 … Mas como disse, funcionava perfeitamente.

Ou quase isso. Por ser “velha”, a fabricante deixou de fornecer atualizações para o sistema operacional dela. E junto a isso, a possibilidade de instalar aplicativos mais recentes. 🙁

Sim, a Netflix funcionava, mas a versão do app instalado era da época do EPA ! Mas funcionava.

Pô, eu quero ter acesso às outras plataformas no conforto do meu quarto !“, pensei. A solução ? Trocar a TV …

Será que trocar a TV era realmente a única solução ?

Como bom curioso, comecei a procurar uma alternativa. Pensei que talvez fosse encontrar uma forma de atualizar o sistema operacional da TV e com isso poderia instalar os aplicativos que desejava e com isso ter os outros serviços de streaming nela. Que nada … “impossível”. (ao menos não encontrei nada que me ajudasse a fazer isso)

Massssss … sim, tem um mas. 😀

Mas encontrei outra solução. 😉

Instalar um Fire stick (da Amazon) na TV e ter acesso a isso e muito mais ! 🙂

SIM ! Desta forma a TV permaneceria sendo uma TV (uma tela de TV), e todas as funções smart, passariam a ser de responsabilidade do Fire stick.

E vou dizer que esta foi uma das melhores aquisições dos últimos tempos !! A navegação é simples e rápida ! (bem mais rápido do que o da própria TV …) E o melhor, com acesso a todos os serviços que eu queria. 😉

E o melhor: economizei um bocado !! Ao invés de gastar uns R$2,5 mil em uma TV nova, com perto de R$300 comprei o Fire stick e pronto. 😀

Entendeu o motivo para eu falar sobre isso em um site que aborda investimento e finanças pessoais ? Olha a economia que tive ao fazer isso ! 😉

E como sei que muitas outras pessoas passam pelo mesmo problema que passei, que tinham a mesma dúvida que eu, achei importante compartilhar isso aqui.

Portanto, se quer solucionar o problema da ausência dos outros serviços de streaming na sua TV, sugiro a compra de um Fire stick. 🙂

Depois me conte se não valeu MUITO a pena !! 😉

Por que as coisas que compro duram tão pouco ?

 

Quem nunca ficou revoltado ao comprar aquele equipamento elétrico/eletrônico, ou aquele utensílio doméstico, tão desejado, que quebrou – ou simplesmente parou de funcionar – pouquíssimo tempo após você ter aberto a embalagem e começado a usá-lo ?

Neste momento nos lembramos da casa de nosso avós, onde muitas coisas que lá existem foram compradas no momento em que eles se casaram. Será que alguma coisa mudou de lá pra cá ?

Assista o vídeo abaixo e chore …

E então, no mínimo revoltante, não é mesmo ? Eu já conhecia essa lâmpada “eterna”, mas achava que ela era apenas uma exceção à regra … (a foto abaixo foi tirada há poucos segundos – é uma câmera em tempo real, se der “reload” na página verá que foi atualizada e poderá até mesmo notar a movimentação no ambiente onde ela está instalada)

Já imaginou poder comprar as coisas apenas quando realmente quer e não quando as “circunstâncias” exigem ? Esse é um dos motivos apresentados pelos fabricantes para que o produto tenha uma vida útil já pré-determinada de fábrica, pois desta forma existiria uma garantia de que as pessoas continuariam consumindo seus produtos, caso contrário o sistema entraria em colapso e mais nada seria como estamos acostumados.

Será ? Será que ninguém nunca mais trocaria o celular … porque ficou obsoleto ? Ou a televisão por um modelo maior ? Ou a impressora apenas porque deseja uma com uma resolução melhor, mais rápida ou que o custo da tinta seja mais em conta ? Será mesmo que o que move a economia é somente a reposição dos produtos quebrados e não o interesse dos consumidores na qualidade/novidades dele ?

Poderiam argumentar que desta forma não atingiriam o nível de “economia de escala” e com isso os produtos seriam mais caros e blá blá blá … acho que não, pois se forem produtos bons, muitas pessoas comprarão e o volume atingiria sim o necessário para termos a redução de custos que a economia de escala nos oferece.

Falando sobre impressoras … que sacanagem o esquema da contagem do chip para limitar o número de impressões, hein? Poderia imaginar planos mirabolantes, mas nesse nível … “tiro o chapéu” para quem bolou e para a empresa que aceitou implantar isso em seus produtos … Mas deixe-me contar um caso que ocorre comigo e acredito se encaixar no cenário apresentado. Quem acompanha o Clube no twitter já me viu comentando sobre o que vou falar.

Compramos lá para o escritório uma impressora HP K8600, pois precisamos imprimir em A3 (tamanho de papel maior). De início é show de bola: a qualidade da impressão é ótima, a velocidade é impressionante e tudo ia bem. Até o momento em que um dos tubos de tinta, um dos coloridos, acabou. Achei estranho … pois lá usamos apenas a impressão preta. (a colorida nunca era usada, estava lá, mas sem ser usada …)

Bom … ok … acabou, mas como nós não usamos não teria problema, permaneceria imprimindo em preto e tudo bem. Será ? Não … essa impressora exige que você tenha carga em todos os cartuchos da impressora. (3 coloridos e 1 preto) Isso mesmo, a impressora não funciona caso você não deixe todos os cartuchos em dia … 😯

Ok, fui lá, comprei a tinta que havia acabado (ainda sem entender o motivo disso …) e coloquei na impressora. Voltou a funcionar, maravilha ! Mas … o tempo passou, os outros 2 cartuchos coloridos acabaram (ao mesmo tempo) e a novela se repetiu, o equipamento só voltaria a funcionar caso eu fizesse a troca por cartuchos cheios … Troquei. (desta vez um pouco mais estressado …)

Adiante um pouco o calendário, e 3 meses depois de terem sido trocados os cartuchos estavam vazios mais uma vez. Mas como !?!? A impressão colorida permanecia não sendo usada !!! O cartuchos foram consumidos num passe de mágica ! 😯

Pensei … pensei … pensei … e cheguei a uma conclusão: sabe como a tinta estava sendo usada ? Sempre que a impressora fazia a limpeza dos “bicos injetores” do cartucho um pouco da tinta era jogada fora, naquela esponja apresentada no vídeo. Legal, não é mesmo ? A própria impressora se garantia de que a tinta seria consumida, que você precisaria efetuar a compra de um novo cartucho, e para reforçar essa garantia só aceitaria funcionar se a tinta vazia fosse trocada. MUIIIITOOO bom ! #NOT !!

Infelizmente a troca não está nos planos … pois ela nos custou “apenas” R$ 1.000,00 (e o custo dela ainda está sendo diluído, hehehe) e são poucas as opções que imprimem em A3. O custo de “existência” da impressora é de R$ 50,00/mês! “Sem ser usada !!”

Este é apenas um exemplo da programação de fábrica para que precisemos consumir os produtos, que nos “obriga” a isso, mas como foi o mais atual, foi esse que dividi com você. Agora eu gostaria de ver a opinião de vocês, e se possível um exemplo de obsolescência programada que você tenha presenciado.

Ah ! Mais um pedido ! Não deixe de dividir o post com seus amigos, via facebook e twitter. As ferramentas de compartilhamento estão ai embaixo. Acredito que conhecer isso ajudará – quem sabe – na mudança disso …

(vi no: Ovelho)

A economia é a base da porcaria

Você certamente já ouviu esta frase sendo usada em algumas situações. Possivelmente por pessoas mais velhas da sua família (caso você ainda seja um pequeno gafanhoto). Dizem ser um provérbio português, mas que aqui no Brasil fez escola, se formou na universidade, fez doutorado e mestrado.

A cada dez passos que você der na rua, verá alguns bons exemplos desta “regra” sendo adotada. Tudo mal feito … enjambrado … na coxas … parecendo ser feito desta maneira para que precise ser refeito em seguida. (e provavelmente seja exatamente esse o motivo)

Mas é dentro de casa onde a coisa fala mais alto. 🙁

Em nossa batalha diária, na tentativa de esticarmos ao máximo o nosso orçamento doméstico, precisamos economizar na compra de alimentos, utensílios, eletrodomésticos e na manutenção da infraestrutura. Economizar, faz bem e o seu bolso agradece.

Economizar, nas coisas certas, da forma certa, é item obrigatório para quem deseja criar aquela reserva de caixa que possibilitará a criação de investimentos. Aqui no Clube já demos vários e vários exemplos de como economizar com o nosso orçamento, são pelo menos 50 textos em que tento apontar formas de economizarmos, sem grandes alterações em nossas rotinas e no tipo de coisas que usamos e consumimos.

Indico a você a leitura de cada um de nossos posts da categoria Economia Doméstica. Lhe garanto que valerá cada segundo investido nesta atividade. 😉

Economizar é preciso, e é sobre isso que quero falar hoje com você.

Como economizar da forma correta

Você precisa economizar … O problema é que esta economia deve ocorrer da forma certa. Com as coisas certas. Nas horas certas. Deixe-me tentar desenvolver um pouco melhor …

Lembra que no começo deste texto eu falei sobre os exemplos de coisas feitas de forma errada, aparentemente pensando no retorno e de uma nova prestação de serviço ? Pois bem … Me diga quantas vezes você já viu isso ocorrendo dentro da sua própria casa ?

Sim, dentro da sua casa … 🙁

Seja em relação à compra de algo para sua casa, que não durou tanto quanto deveria, ou em relação a um serviço prestado (de manutenção) que precisou ser refeito. Você tinha uma necessidade, comprou/contratou o que precisava, mas logo em seguida precisou ir atrás daquilo … Vai dizer que isso nunca ocorreu com você ?

Era algo aparentemente “sem importância”, portanto era melhor comprar/contratar algo barato (o mais barato possível !) somente para tapar o buraco. Porém … era tão sem importância que você precisou ir atrás daquilo de novo logo em seguida. O material comprado era de baixa qualidade … O serviço prestado não consertou, de verdade, o problema … Ou até mesmo os dois ao mesmo tempo …

Continue lendo …

Quais foram as mudanças durante a quarentena ?

Passados mais de 6 meses desde que entramos no modo “quarentena”, o que te trouxe mais tempo para se dedicar aos seus planos que estavam “congelados no tempo” (assim espero !!), pergunto: quais foram as mudanças durante a quarentena ?

Que tipo de mudança, Zé ?

Financeiras. Mais especificamente no lado das despesas.

Na semana passada, recebi a fatura de energia elétrica do mês. Olhando e comparando com o consumo do mesmo mês do ano passado (se você não costuma fazer isso, FAÇA !), reforçou aquilo que venho acompanhando nos últimos meses … o consumo aumentou bastante. 🙁

Quanto aumentou ? +- 30% …

E um detalhe: a única mudança que ocorreu aqui em casa, foi o fato de a Helena (minha filha) estar tendo aulas online !

É … 30% de aumento no consumo (e não no R$ propriamente dito, pois nisso temos a influência dos reajustes na tarifa) só por ela estar em casa. Um computador a mais ligado durante a parte da tarde, televisão ligada na hora em que ela não está em aula (mas que estaria no colégio …) … Nada fora do comum, sem nenhum equipamento eletro/eletrônico novo para ajudar nesse aumento. Nem o ar condicionado entrou em ação ainda ! (somente nos últimos dias, mas ainda não entra na fatura em questão)

De resto, as coisas permaneceram iguais. O meu gasto com transporte é pequeno (para não dizer “zero”), pois fazemos 99% das coisas a pé. Ficando o destaque da mudança apenas na energia elétrica mesmo.

Mas pensei: “Como isso estará afetando as outras pessoas ?

Com isso, estou aqui, para te perguntar: como a “quarentena” afetou os teus gastos com o orçamento doméstico ? O que aumentou ? O que diminuiu ? O que mudou ? Mudou ?

Eu sei que muita gente não estava preparada para essa mudança. Foi preciso comprar um computador para que os filhos pudessem assistir às aulas (e em algumas casas, mais do que um …), câmera, microfone, em alguns casos foi preciso melhorar o pacote de internet que existia … E isso não afetou apenas as crianças, muitos foram os que precisaram investir também para poderem trabalhar em casa.

Portanto, reforço a pergunta: O que você sentiu de mudanças no seu orçamento doméstico, por conta da quarentena ?

Mais gastos ? Mais economia ? Ficou tudo igual ?

Me conta ! 😉

Cartão de Crédito e milhagens: como você lida com isso ?

Muita gente usa e abusa das compras no cartão de crédito por conta dos benefícios por ele gerados. Facilidade no controle das contas, parcelamento sem juros, adiamento no pagamento … Mas, a grande maioria justifica seu uso por conta da milhagem ganha com as compras.

E tem como não pensar nisso ? Os pontos que se ganha com cada compra realizada podem ser transformados em produtos e serviços que precisariam ser pagos. Queiramos ou não, é uma economia “cruzada”. 😉

Sim, é uma economia … mas até que ponto ?

Quanto você gasta por esta “economia” ?

Por exemplo: o seu cartão exige o pagamento da taxa de anuidade ?

Isso já foi tema de outros textos aqui no Clube. Sugiro que você dê uma olhada neles. 😉

– Anuidade do Cartão de Crédito, é chegada a hora da renovação …
– Negociação da anuidade do cartão de crédito – 2º ano
– Quem precisa de uma conta VIP do banco ?

Dependendo de quanto você gaste com essa taxa, a sua “economia” acaba deixando de existir. Em alguns casos, o valor que você gasta anualmente com o cartão do que a pontuação acumulada te permite economizar …

Ah, existem cartões que não cobram anuidade e blá blá blá” … Sim, eu sei que eles existem. O problema é que grande parte destes cartões não oferecem nenhum tipo de programa de pontuação. Dizem que não o fazem justamente por oferecer a gratuidade na taxa de anuidade.

É ruim ? É bom ? O que é mais válido ?

Olha … cada caso é um caso. Tudo dependerá de como você usa sua pontuação. Ou ainda mais diretamente: você usa a sua pontuação ?

Sim, saber se você usa a pontuação é fundamental na hora de escolher qual tipo de cartão deverá ser usado. De nada adianta você ter o cartão que mais oferece pontos do mercado, gastando qualquer valor que seja para ter esta comodidade, se você não acumula pontos suficientes para usar em qualquer coisa … Ou ainda pior: até acumula, mas não os gasta. 😯

Sabia que as operadoras dos sistemas de pontuação contam com isso ? É … os pontos que “caducam” são grande fonte de renda para elas … 🙄

Entender que a decisão pelo tipo de cartão, isento de taxa, mas sem pontos; ou com alguma taxa, que entrega pontos, é um ponto importante na hora de se escolher o tipo de cartão, a operadora, etc etc etc, é importante para quem quer estar em dia com seus números. 😉

Por exemplo … Quando foi a última vez que você usou seus pontos para trocar por algo ? Qualquer coisa … grande ou pequena. Quando foi a última vez ?

E perder pontos por terem passado do prazo de validade. Já ocorreu com você ?

Você consegue enxergar a importância deste aspecto em relação à sua tomada de decisão na hora de escolher o cartão de crédito ?

Por exemplo, eu prefiro os que me tragam pontos. Costumo usar “até a última gota”, hehehe. Quando eles estão por vencer, entro no site onde o “cardápio” é apresentado, e vejo o que é possível de ser trocado. Dentre as alternativas, vejo as que realmente valem a pena. (tentando comparar com o preço de mercado)

Mas se você não usa … Pra que escolher um cartão que gera pontos ? Qual a função disso ?

Você costuma pensar nesse tipo de coisa ? Ou é algo que não faz questão … ?