Clube do Pai Rico
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Triste é o país que maltrata suas moedas …

pilha de moedas

Existem algumas coisas que eu sinceramente não consigo entender … A forma com que a população e o Estado brasileiro tratam suas moedas é uma delas. Já falei um pouco sobre esse tema em outra oportunidade (De que forma você cuida de suas moedas ?), expondo um pouco as características das pessoas em relação às moedas e o reflexo disso em sua situação econômica de uma forma geral.

Mas hoje o papo será um pouco diferente …

Me diga: você consegue entender um país que faz questão de impor à população uma política de desvalorização das moedas ? Consegue entender um país que fale para o seu povo “olha, a partir de agora pararemos de fabricar moedas de 1 centavo, pois o custo é alto e vocês não dão bola para elas” … Consegue ?

Será que não passa na cabeça dos nossos dirigentes que essa atitude faz com que a população valorize ainda menos o seu dinheiro ? Sem contar que aumenta os preços, de uma forma geral, pois o comerciante que não pode mais oferecer os produtos com centavos no valor (apenas múltiplos de 5¢) irá fazer o arredondamento para cima ? Claro … você chegou a cogitar que o arredondamento viria para baixo ? 🙁

Mas a culpa não é só da população ou dos comerciantes. É de todos, de uma forma geral. Enquanto as moedas de 1¢ ainda circulavam, você fazia questão de exigir elas no troco ? Ah, você é do “time” que diz que estas moedas não valem nada, não servem para nada … Já teve a oportunidade de viajar para os Estados Unidos ? Já viu o valor que dão para cada moeda de 1¢ ? Experimente não entregar uma … seja na hora de pagar ou na de dar o troco. O outro lado da negociação não gostará nada disso.

Mas aqui não … fazemos questão de deixar de lado. Somos todos ricos, milionários. Que falta me fará 1¢ ? E 5¢ ? Sim … porque muitas vezes as moedas de 5 centavos também estão raras e os comerciantes são impossibilitados de entregar o troco exato.

E isso nos leva ao outro lado da moeda

A culpa é de quem ? População que guarda as moedas em casa e não as põe em circulação ? Governo/casa da moeda/banco central que disponibilizou um lote “pequeno” para a população ? Qual é o motivo para termos tantos problemas de disponibilidade de moedas para o troco ? 🙁

Você provavelmente já deva ter visto algum estabelecimento comercial fazendo alguma promoção do tipo “traga moedas e ganhe um desconto de x%“, ou “traga moedas e ganhe um xyz a cada R$xx trocados” e por ai vai …

Não foi uma, nem duas vezes que vi isso. Quando ainda estava na universidade troquei muita moeda na lanchonete do campus. A troca era “a cada R$10 em moedas você ganha um suco”. Sem precisar consumir nem nada, apenas a troca para ajudar no troco. Ontem vi de novo em um restaurante “pague sua conta (acima de R$20) em moedas e ganhe 10% de desconto”

Um detalhe: estou formado há 12 anos …

Isso significa que em 12 anos o Banco Central não conseguiu estabilizar a oferta de moedas … Legal, não é mesmo ? Será que é tão difícil assim ? Será que não foi tempo suficiente para entender o motivo da falta ? Se é produção, produza mais … Se é educação (para que o povo coloque em circulação), que eduque …

Mas não tem cabimento as coisas continuarem exatamente como eram há tanto tempo …

O Tesouro Direto e sua aposentadoria

Já falamos em outras oportunidades, aqui no Clube, sobre a utilidade, ou não, do Tesouro Direto para ser usado no colchão de segurança. Vimos que graças ao seu comportamento de renda variável, para o resgate do título fora da data de vencimento, o instrumento não é o mais indicado para essa finalidade. Existem outras mais interessantes e indicadas em outros posts.

Mas existe uma função para o Tesouro Direto, onde seu desempenho é excepcional: sua aposentadoria. 🙂

Para o colchão de segurança precisamos ter acesso imediato, a qualquer momento, do valor investido. Afinal de contas as emergências surgem do nada, nos pegando de surpresa. Já no caso da aposentadoria, o evento tem “hora e local” marcado. Desta forma podemos nos organizar e programar com antecedência todo o processo de resgate das aplicações.

Você só precisará do $$ na hora que se aposentar !

Sim, você sabe que não precisará usar aquele dinheiro aplicado antes do vencimento. Com isso já sabe de antemão quanto terá direito de receber naquela data, não correndo o risco de receber um valor menor do que o programado.

O interessante é justamente que você se programe para que o vencimento dos títulos ocorra em momentos diferentes, comprando títulos com vencimentos diferentes. Alguns pré-fixados quando as taxas estiverem atrativas, outros atrelados ao IPCA para evitar a perda do poder de compra, outros atrelados diretamente à SELIC  nos momentos onde a taxa apresentar crescimento.

Claro que você não tem como saber como estará se comportando a taxa de juros em 2035 (a data de vencimento de um dos títulos disponíveis, por exemplo), mas consegue observar o comportamento de curto prazo deste título, efetuando a compra do tipo de título mais interessante naquele momento. Neste caso a “diversificação” é interessante e salutar. (por mais que eu não goste dela, hehehe)

Por que o Tesouro Direto ?

Por que não um fundo ou um CDB ? O principal motivo para escolhermos o tesouro direto, neste caso, é que você tem acesso a taxas muito atrativas até mesmo para valores mais baixos. Você consegue um CDB próximo dos 100% do CDI em muitos bancos, mas na imensa maioria deles precisará fazer um aporte inicial muito alto.

No tesouro direto não, seja pouco, ou seja muito, todos têm acesso as mesmas taxas.

Coisa parecida ocorre nos fundos. Os que apresentam taxas administrativas mais baixas, são justamente os que exigem aportes mais parrudos.

Como você excluiu o risco de flutuação no valor do resgate, o uso do tesouro direto se mostra mais eficiente neste caso. Você sabe muito bem o que 1% extra, ao ano, em 10, 15 anos, pode significar. Não é mesmo ? 😉

A pena é que a grande maioria dos bancos ainda dificulta muito o acesso de seus clientes a esta modalidade. É muito mais interessante para eles indicar um fundo que cobre 3%, 4% em taxas de administração, ou então aquele título de capitalização esperto. 🙁

Se você ainda não estiver familiarizado com esta modalidade de investimento, indico a leitura do livro: Títulos Públicos sem Segredos. Infelizmente não é facilmente encontrado … mas vai que você tem sorte ?

Pergunte ao Pai Rico ||| 375

Pergunta:

Venho estudando algum tempo a possibilidade de quando sobrasse algum dinheiro colocar no tesouro direto. Mas nunca encontro uma resposta para a seguinte pergunta, qual dos títulos é a melhor opção para o famoso colchão. A minha ideia é iniciar com um valor de R$3k, e depois aportes mensais de R$500.

Hoje não tenho mais colchão e herdei uma divida com a morte do meu pai, usei o colchão para diminuir, mas ainda resta um valor muito alto. 🙁

E não consigo negociar com o banco um valor justo para pagar esse valor, principalmente com o cenário atual.

Resumindo: a ideia é montar um colchão no TD, caso consiga negociar uma valor mais justo da divida, usar ele. Eu sei que isso não é o correto, mas no atual momento da minha vida não tenho muita escolha. 🙁

Forte abraço, e parabéns pelo ótimo conteúdo.

Resposta:

Bom dia José,

Realmente, momento complicado, onde, além do problema financeiro, você precisa lidar com a perda de seu pai. Tentarei lhe ajudar no que me for possível, ok ?

Inicialmente, sobre usar o Tesouro Direto como colchão de segurança … Eu não gosto desta ideia, pois a liquidez do investimento não é plena. Sem contar que você poderá precisar se desfazer do investimento com perda de capital. Leia o post onde falei justamente sobre isso:

Usar títulos do Tesouro Direto para o colchão de segurança é válido ?

Acredito que seja mais interessante você deixar seu colchão protegido em um fundo de renda fixa ou CDB, pois nessas modalidades a liquidez é total. 😉

Claro, um fundo de renda fixa que tenha uma taxa de administração inferior a 1% ao ano, ou um CDB que ofereça algo próximo a 100% do CDI. (9x% …) No caso do CDB, fuja dos que impõe tempo mínimo para resgate, pois você acabaria encarando um problema parecido com o que fez eu não indicar o Tesouro Direto.

Até mesmo a poupança acaba sendo uma “boa opção” em alguns casos. Se a quantia é pequena, impossibilitando o uso de um fundo de renda fixa de baixo custo, ou um CDB de maior rendimento, manter a grana na poupança acaba sendo a “melhor” estratégia. Ao menos até que o volume acumulado atinja o valor necessário para adotar estas outras modalidades. Indico a leitura deste post que aborda esse tema:

– Estão usando a poupança do jeito errado …

Bem, já falamos sobre qual a melhor forma de aplicar a grana do colchão de segurança, agora vamos falar sobre a situação que você enfrenta. Como falei para a Maíza, no último “Pergunte ao Pai Rico“, na imensa maioria das vezes o melhor a ser feito é quitar as dívidas, ao invés de investir o dinheiro. A correção da dívida tem uma velocidade mais alta do que o rendimento da maioria das aplicações.

Escrevi um post falando sobre isso há algum tempo:

Devo quitar minhas dívidas ou formar meu colchão de segurança ?

Não sei se justifica deixar a grana aplicada enquanto você tenta negociar um valor mais em conta para a quitação da dívida … 🙁

Sobre não ter mais o seu colchão formado, não fique triste com isso. A função dele é justamente te proteger em momentos inesperados como o que você passa atualmente. Quando tudo estiver resolvido, você vai lá e começa a recriá-lo. 😉

Abraços e boa sorte !

Investimentos PRÉ ou PÓS fixados ?

Venho reparando, nas conversas que tenho com amigos, que uma dúvida frequentemente surge quando o assunto abordado gira em torno dos investimentos em renda fixa: “O que vale mais a pena, pré ou pós fixado?

Para muitos, algo simples e trivial. Mas para a grande maioria uma dúvida que os impede de obter retornos um pouco mais interessantes e que provavelmente acaba direcionando-os à poupança. Sim, você acha que a poupança “atrai tanta gente” por causa do belo rendimento que apresenta ?

Claro que não ! A poupança continua sendo a queridinha de muita gente, apenas pela facilidade que apresenta na hora da aplicação. Não existem opções diferentes, a poupança é a poupança com seus 0,5% + TR ao mês e ponto final.

Qual seria a diferença entre pré e pós fixados ?

Como o próprio nome já indica, os investimentos diferem apenas pela forma que a aplicação irá render. Nos pré-fixados, o rendimento é conhecido desde o início da aplicação. Nos pós-fixados, o rendimento é atrelado a um índice/indicador (normalmente o CDI), e um percentual (deste índice/indicador) é determinado no momento da aplicação.

Nos pré-fixados você sabe que receberá 1% ao mês, durante o tempo em que o investimento estiver lá. (apenas um exemplo …) Não importa como se comporte a taxa básica de juros, por exemplo, o valor “contratado” será respeitado e seu patrimônio crescerá baseado naquela taxa.

Nos pós-fixados você sabe apenas qual percentual do CDI (por exemplo) o seu capital será rentabilizado. Você sentirá as variações na taxa básica de juros, seja para cima ou par baixo.

Mas qual devo escolher, pré ou pós ?

Isso depende muito da tendência da taxa de juros. Enquanto as taxas estão subindo, o mais interessante é que adotemos um investimento do tipo pós-fixado, pois nossa rentabilidade crescerá a cada novo aumento na SELIC. Quando a tendência passa a ser de queda, o pré-fixado passa a ser a melhor opção. Você garantirá uma rentabilidade “mais alta”, mesmo quando a taxa for menor.

Os momentos de estabilidade é que podem trazer um pouco de dúvida para o investidor. Mas nada impede que mantenhamos a escolha da tendência anterior até que surja um sinal de reversão nela, mudando neste momento o tipo de aplicação.

Por exemplo, hoje estamos com a SELIC nos 14,25%, após sairmos dos 7,25% no início de 2013. Quase 100% de alta de lá pra cá, e o COPOM começa a sinalizar que chegamos no topo, ou perto dele. De 2013 até hoje, o ideal seria você ter aplicado em algum investimento pós-fixado, pois desta forma teria surfado a onda de alta na taxa.

Mas se já existe uma sinalização que chegamos no topo, ou próximo disso, não seria a hora de migrarmos para um investimento pré-fixado, para  garantirmos a taxa de 14,25% ao ano e seus quase 1% ao mês ? Sim, a meu ver (e para uma grande parcela do mercado) o momento atual se mostra mais vantajoso para os pré.

A apresentação dos pré e pós fixados é clara ?

Na maioria dos casos, sim. Eles lhe serão oferecidos ou com um percentual do CDI, ou diretamente com a taxa de correção. Nos CDBs vemos isso de forma bem clara, por exemplo. Já nos fundos de renda fixa a coisa é um pouco mais discreta.

Nos fundos temos (normalmente) os do tipo DI e os de Renda Fixa. Os DI seriam o equivalente ao nosso pós-fixado e os de Renda Fixa aos pré-fixados. Perguntar ao seu gerente qual deles é mais “parecido” com o pós-fixado e com o pré-fixado não fará mal algum. 😉

Viu, simples e fácil ! Não tem como errar e seu bolso só lhe agradecerá. 😀

Previdência: Você ainda acha que tem jeito ?

idosa pq

A minha opinião já é conhecida por muitos de vocês: sou totalmente contra a ideia de que temos que deixar a tarefa de administrar nosso dinheiro com o governo. A previdência (pública e privada) é uma furada e cada um devia cuidar do seu próprio dinheiro. E ponto final.

São tantos os motivos para eu pensar desta forma que fica “um pouco” complicado listá-los aqui …

Mas um deles (provavelmente um dos principais) está fortemente relacionado a esse caso do Postalis:

FUNCIONÁRIOS PAGAM ROMBO DE FUNDO DE PENSÃO DOS CORREIOS

Brasília, 23/03/2015 – Funcionários dos Correios tentam evitar por meio de uma batalha judicial e de greves que os participantes do Postalis, fundo de pensão da estatal, tenham redução de um quarto nos seus salários a partir de abril de 2015 pelo período de 15 anos e meio.

A conta é resultado de um déficit atuarial de R$ 5,6 bilhões no Postalis, controlado pelo PT e PMDB, provocado por investimentos suspeitos, pouco rentáveis ou que não tiveram ainda rendimento repassado ao fundo. Também sob influência dos dois partidos políticos, o Funcef, dos empregados da Caixa Econômica Federal (CEF), e a Petros, da Petrobras, contabilizam prejuízos bilionários.

Partiu do conselho deliberativo do Postalis a decisão de impor aos funcionários a contribuição extra que terá forte impacto sobre os salários. No primeiro momento, ficou definido um corte de 25,98% nos contracheques. O déficit será reavaliado a cada ano a partir do retorno dos investimentos e da expectativa de vida dos participantes.

Um funcionário que tem salário de R$ 10 mil, por exemplo, receberá R$ 2.598,00 a menos no final do mês apenas para cobrir o déficit, além o valor da contribuição definida. Vão pagar o porcentual extra os funcionários mais antigos, aqueles que entraram nos Correios até 2008. Isso equivale a 75% do pessoal da empresa.

Integrantes do fundo argumentam que o déficit bilionário é resultado da má administração dos investimentos dos últimos anos. Também acusam os Correios de não terem pago a dívida que têm com o Postalis. Por isso, a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect) entrará nesta segunda-feira com duas ações na Justiça Federal. A primeira contra a ECT para que a empresa reconheça que deve R$ 1,150 bilhão ao fundo e abata esse valor do cálculo do déficit que precisa ser equacionado. No outro processo, a federação quer que a estatal assuma o pagamento do déficit integralmente por entender que a responsabilidade pela má gestão dos ativos do fundo é da patrocinadora.

“Esse novo reajuste repassa para nós a culpa da má administração do fundo”, afirmou José Rodrigues dos Santos Neto, presidente da Fentect. Ligada à Central Única dos Trabalhadores (CUT), a federação diz reunir 30 sindicatos, que representam 74 mil trabalhadores dos 120 mil dos Correios.

Na semana passada, carteiros de ao menos dez Estados brasileiros fizeram paralisação para protestar contra a contribuição extra definida pelo conselho deliberativo do Postalis.

A Adcap (Associação Nacional dos Profissionais dos Correios) também irá ingressar com medida judicial. “Entendemos que os Correios deixaram de pagar essa dívida com o Postalis para maquiar o balanço e apresentar resultado positivo no ano passado”, afirmou Luiz Alberto Menezes Barreto, presidente da entidade, que representa os profissionais de nível médio, técnico e superior.

Extras

Os funcionários dos Correios e a empresa já fazem contribuições extras ao plano desde 2013 para cobrir o déficit de R$ 1 bilhão dos dois anos anteriores. Nesse período, foi descontado mensalmente do contracheque 3,94% do valor da aposentadoria, da pensão ou do valor previsto para o benefício – no caso dos servidores da ativa.

As contribuições extras, que subiram de 3,94% para 25,98%, são para equacionar o plano de benefício definido do Postalis, sob o risco de o banco e os dirigentes do fundo serem punidos pelo órgão regulador. Na conta foi incluída uma dívida dos Correios com o Postalis de 2008, da época em que o plano de benefício definido foi saldado.

Os Correios fizeram o pagamento dessa dívida, em parcelas, de 2001 até março de 2014, mas interrompeu o pagamento por determinação do Ministério do Planejamento e do Tesouro Nacional. Os órgãos de controle concluíram que a estatal saldou integralmente sua parte com o término do plano definido. O R$ 1,150 bilhão restante, segundo o governo, constitui déficit atuarial e deve ser dividido a patrocinadora (Correios) e os funcionários.

Ação

O Postalis tem um entendimento diferente. O fundo entrou com ação com pedido de tutela antecipada (liminar) contra os Correios para cobrança desse montante relativo às obrigações sobre o tempo de trabalho dos participantes antes da criação do plano.

Os Correios informaram, por meio de nota, que contrataram consultoria especializada para avaliar se o Postalis ou o governo tem razão.

Esse tipo de coisa não é uma exclusividade dos fundos de pensão das estatais como você pode estar pensando … Acontece, sim, em situações similares em instituições privadas. O conflito de interesses e os altos volumes envolvidos “atrapalham” um pouco …

“Mas nem todos sabem cuidar do seu próprio dinheiro …”

Isso mesmo … Continue colocando a culpa dos seus problemas nos outros

É muito mais fácil do que assumir a responsabilidade, do que partir em busca do conhecimento necessário, do que e educar … Não é mesmo ? 🙁