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Livros ||| Júlio César CEO

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Não é de hoje que livros de especialistas na arte da guerra são usados por empresários, investidores, empreendedores, etc. É uma tentativa de poder aproveitar algum evento, tendo algum insight, das batalhas de grandes nomes, em suas decisões do dia a dia. Quem nunca leu o livro “A arte da Guerra“, do General chinês Sun Tzu ?

Durante muitos e muitos anos, as famosas frases do famoso General foram adotadas por executivos dos mais elevados escalões de empresas das mais variadas áreas de atuação. Toda e qualquer situação justificava uma comparação do momento atual com alguma passagem do livro. Virou uma febre na literatura empresarial. 🙂

Me espantava termos um exemplo tão usado, de uma cultura tão diferente quanto a nossa – a ocidental, sendo que tínhamos um tão grande quanto (ou até mesmo maior em diversos níveis de comparação) para estudarmos. O que Júlio César fez não foi pouca coisa não ! Foram várias as conquistas militares, que culminaram com a sua transformação em Imperador de Roma.

Na hora do tudo ou nada, é vida ou morte

Ok … Alguns dos eventos (e consequentemente exemplos) que poderíamos estudar e nos basearmos, são casos isolados e que não poderiam (ao menos não deveriam) ser transportados para a nossa realidade. Por quê ? Simples: numa guerra, é tudo uma questão de ficar vivo ou morrer. Você, na maioria das vezes, não encontra um meio termo.

Quer ver ? Em uma batalha, acuado, onde tudo apontava para a derrota de seu exército, houve uma última tentativa de atacar, com todas as forças, tentando sobreviver. Não havia alternativa. Se parassem de lutar, morriam. Se tentassem “tirar o time de campo”, morriam. Se fossem para cima do inimigo, talvez morreriam … Nesta situação, do tudo ou nada, obtiveram a vitória, numa virada impressionante.

Mas e se fosse uma empresa ? Se é identificado um evento que pode vir a trazer a quebra dela, existe a alternativa de cancelar o processo que vem criando tal possibilidade. A empresa não é obrigada a forçar a estratégia, a todo custo, para que aquilo dê certo – não importando o que seja feito. Há a alternativa do “recuar”, que em muitos casos de guerra não existe.

Este é o meu único “será que podemos adotar, tudo o que é falado, na vida real ?”.

De resto, a grande maioria dos acontecimentos podem ser trazidos para a vida empresarial, e até mesmo para o campo do Mercado Financeiro. Por que não ? (já pensou alguém usar a estratégia do “tudo ou nada” em uma estratégia que começa a dar errado ? Usar pode, e pode até dar certo … Mas é preferível garantir a sua sobrevivência, com algumas perdas, do que um full atack e sair do mercado, quebrado.)

Muitos paralelos com o Mercado Financeiro

O pior é que enquanto lia, muitas das passagens refletiam coisas que já vi acontecer no Mercado.

O treinamento do exército, a criação de estratégias de combate, a repetição até o ponto de que aquela estratégia surge naturalmente, durante a batalha, quando a necessidade exigir … Me fizeram lembrar de muita coisa que já aconteceu comigo na Bolsa. 🙂

Sei que o foco do livro é no meio empresarial, e acredito que a maioria dos exemplos sirva somente para isso. Mas me impressionei com os exemplos que se encaixavam perfeitamente à vida do investidor. 😉

Uma leitura que me agradou bastante, com fatos históricos e estratégicos, que certamente trouxe bastante conteúdo e conhecimento para mim. Se não trouxe conhecimento em certas ocasiões, serviu para reforçar coisas que “já sabia” e que muitas vezes nos passam desapercebidas.

 

Júlio César CEO

Nota do Site:
5 Moedas

Júlio César CEO
Alan Axelrod

Editora: Elsevier
Ano: 2013
Edição: 1
Número de páginas: 232
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

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Aluguel de ações

O estudo acompanhará o desempenho da ITUB4, BBDC4, PETR4 e da VALE5 – carros chefe do Ibovespa. Esta informação poderá ser usada tanto por quem opera na ponta de compra quanto para quem opera na ponta de venda … 😉

Este é um dado que acompanho diariamente, serve para que eu veja o “peso” extra que existe sobre estas ações. Normalmente – veja bem, normalmente … – um aumento na posição alugada pode significar um movimento de queda no papel. E o contrário também é verdadeiro, uma cobertura pode significar um movimento de alta.

Vamos lá !

Comentário: Que começo de ano ! Que começo de ano !! Não consigo me lembrar de um início de ano tão conturbado quanto o de 2016. Com o tamanho das quedas, com a sequência de quedas, com a generalização das quedas ? Não … Não me lembro …

Veja só:

ibovespa diario 13012016

São praticamente 11 pregões seguidos de queda. O único que se salvou foi o do dia 5, e mesmo assim foi com uma pequena recuperação em relação ao tombo do dia anterior. Quem gosta de candlesticks provavelmente conhece o padrão “8 to 10 new price low“, que é exatamente a configuração apresentada na tela. (de novo, o do dia 5 “praticamente” se encaixa no padrão, a mínima é a mesma do dia anterior)

Só que o padrão é de 8 a 10 dias com preços mais baixos. Estamos no décimo primeiro ! 😯

Mas o Sr Mercado continua insistindo em não dar bola pra nada … Continua a passar por cima de todas as teorias. Sabe aquela história do “ah, mas ele nunca fez isso !!” ? Pois então, ele agora está fazendo. 🙂

É impressionante a destruição de valor que temos visto nos últimos tempos. E o aluguel da PETR4 ? Atingiu o recorde (excluindo os períodos da finada distorção JCP): 248 milhões de ações alugadas.

Ontem parecia que teríamos um dia mais tranquilo … Até que vieram dados americanos sobre o estoque de petróleo e seus derivados, que fizeram com que a cotação do petróleo, que subia 3%, invertesse a direção e passasse a cair perto de 1%. Tudo e todos sentiram a mudança e vieram ladeira abaixo.

Mercado americano, que também subia, fechou com mais de 2% de queda. Petro, que também subia, fechou no poço das almas.

A coisa está feia amigos … Mas como se arriscar na venda no nível que estamos ? Quem opera tendência está feliz. Quem opera reversão está só olhando … ou indo contra seus princípios. O que é pior ? 🙁

Mas vamos em frente, pois daqui a pouco teremos um alívio nessa pressão maluca. 🙂

Capital Externo na Bolsa

Dia 11 de janeiro de 2016:
Saída de R$ 263,241 milhões

Acumulado do mês de janeiro de 2016 (até o dia 11):
– R$ 1,082 bilhão

No ano de 2016, o saldo está negativo em de R$ 1,082 bilhão.

Boa noite investidor, com Álvaro Bandeira

Sexto Pregão de Queda

A Bovespa incorporou o sexto pregão seguido de baixa. Em 2016 só subiu em uma sessão (05/01). Com isso, duas das ações líderes do mercado já tiveram quedas inusitadas. A Vale perde mais de 30% em 2016, enquanto Petrobras está pouco abaixo de perda de 20%. Só isso já dá a dimensão dos estragos nesse início de ano e, teoricamente, o Legislativo e o Judiciário estão em recesso até fevereiro.

Claro que uma parte se refere ao exterior, trazido pela China e quedas acentuadas de algumas commodities, mas boa parte se refere às nossa idiossincrasias locais. Petrobras assolada por reduções em seu programa de investimentos, redução da produção esperada para os próximos anos e o maior endividamento do setor no mundo. Vale, além do preço do minério já abaixo de US$ 40 por tonelada, ainda tem o evento relacionado com a Samarco, que traz dúvidas sobre seu comprometimento futuro.

Do lado macroeconômico, assim como terminamos o ano de 2015, as previsões das variáveis econômicas só fazem piorar. Agora mesmo já surgiram instituições projetando queda do PIB em 2016 entre 3,5% e 4,4%, dependendo do nível de estresse. E isso não pode ser descartado com os lances da Lava Jato, impeachment e envolvimento cada vez maior de próceres de nossa república.

Tanto isso é verdade que começamos 2016 bem pior que os mercados de outros países. Estamos naquela situação de que o ruim é pior para o Brasil, e o bom não agrega efeitos positivos. Na sessão de hoje, o mercado acabou absorvendo os efeitos de queda do mercado americano, depois de tentar alguma recuperação no início da sessão. As vendas no varejo de novembro cresceram 1,5%, mas no acumulado do ano mostram queda de 4,0%. No varejo, ampliada a queda até novembro foi de 8,4%. Já no comparativo com novembro do ano anterior, a contração foi de 13,2%, o pior desempenho desde março de 2003.

No exterior, destacamos declarações de presidentes de FEDs regionais, todos declarando alta gradual dos juros e na dependência do desempenho da economia. Também declaram que o FED está monitorando as mudanças na economia global (especialmente China), mas que não devem reagir a flutuações temporárias dos mercados. Os dados do Livro Bege, uma síntese da economia vieram mistos, com crescimento modesto da economia e gastos dos consumidores, indústria e setor agrícola enfraquecendo, imobiliário e mercado de trabalho mais fortes.

Na Alemanha, o superávit orçamentário de 2015 foi de 12,1 bilhões de euros e deveriam dar cursos para o Brasil sobre o tema. Já a taxa de desemprego dos países membros da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) ficou estável em 6,6% em novembro, 15 pontos abaixo do pico.

Na sequência dos mercados, o petróleo WTI negociado em NY ainda conseguia manter alguma alta subindo 0,10%, com o barril cotado a US$ 30,47, depois de ter conseguido alta de mais de 3,0%. O euro era transacionado em queda para 1,0855 e os notes americanos de 10 anos com taxa de juros em queda para 2,08%. O ouro e a prata nesse ambiente de aversão a risco tiveram altas na Comex de respectivamente 0,17 e 2,90%.

Deixamos de apresentar os fechamentos da Bovespa e do mercado americano em função de ainda estarem operando, mas a Bovespa tinha queda de 1,15%, muito próxima da mínima e o mercado americano pelo Dow Jones e Nasdaq também perto das mínimas. Os DIs tiveram dia de queda dos juros para quase todos os vencimentos e o dólar fechando em queda de 0,83%, cotado a R$ 4,0102.

Na agenda de amanhã, teremos a decisão do BOE sobre política monetária, discurso do FED de St. Louis (Bullard) e pedidos de auxílio desemprego. Por aqui, o IBGE anuncia o volume de serviços no mês de novembro.

Boa Noite.

Alvaro Bandeira
Economista-Chefe Home Broker Modalmais

 

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Somente até amanhã, dia 14/01/2016 – CDB Pré-fixado do Banco Modal. Taxa de juros de 18,5% ao ano*, equivalente a 1,42% ao mês. Aplicação mínima a partir de R$1.000 e prazo de 5 anos.

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Estratégia envolvendo opções para surfar na tendência. É possível ?

Pergunta:

Zé, acompanho seu trabalho há mais de 5 anos. Parabéns pelo material. Pouca gente está interessada em passar informações de forma realmente isenta, como você o faz.

Gostaria que analisasse a viabilidade de uma estratégia: após a pessoa ter formado o colchão de liquidez, manter o dinheiro em CDB, escolher algumas ações de empresas com bons fundamentos (daquelas que vale a pena manter em carteira) e com puts líquidas e fazer vendas bem OTM em um cenário de queda (como o atual), até chegar o momento em que se é exercido, depois de ser exercido fazer vendas de call OTM e rolando, com o objetivo de rentabilizar a carteira até chegar o momento em que se percebe que as ações ficaram caras e assim começar o processo novamente.

Resposta:

Bom dia William,

Muito obrigado ! O trabalho que desenvolvo aqui no Clube tem justamente esse propósito: compartilhar informação. 🙂

Sobre a estratégia proposta por você, posso dizer que a considero bem interessante. E que na verdade muito se assemelha a minha, hehehe. 😀

O roteiro proposto por ti é praticamente o ideal:

– Forma-se um colchão de segurança parrudo, que te garanta pelo menos 6 meses de imprevistos e que tenha a liquidez necessária para comportar esta demanda;

– A partir deste momento você passa a investir seu capital em CDBs que paguem algo próximo de 100% do CDI; (se conseguir algo acima disso, melhor ainda)

– Escolher ações que gostaria de ter em sua carteira e que apresentem liquidez em suas opções, tanto as CALL quanto as PUT;

– Realizar venda de PUT bem OTM, enquanto tivermos um cenário de queda;

– Após ser exercido inverter a mão, passando a atuar na venda de CALL bem OTM, coberta por suas ações recém adquiridas, no cenário de alta.

– Ficar realizando o processo enquanto o mercado permitir que isso aconteça e que você se sinta confortável ao fazer isso. 😉

Te garanto que muitos irão argumentar, indicando que o ideal seria fazer o inverso, vendendo PUT quando estiver subindo e CALL quando estiver caindo. O problema é que enquanto estiver caindo você não gostaria de ter as ações (para cobrir as vendas de CALL) em carteira, não é mesmo ? Bem como enquanto estiver subindo, você não gostaria de ficar de fora do mercado, somente com o dinheiro livre para cobrir a venda das PUT.

Ok … É possível que você use suas ações para cobrir o lançamento das PUT e dinheiro vivo para garantir a venda das CALL (desde que seja uma venda travada). E agora ? 😯

Mas e se eu te disser que é possível de se ganhar dinheiro das duas formas ? Sim, é possível ! Uns se dão melhor da primeira maneira, outros da segunda. O que realmente importa é que você adote a estratégia que mais te deixar confortável. Aquela que te deixa “tranquilo” enquanto te traz lucro. 😉

Em teoria, a primeira sugestão (a tua) é a mais tranquila de todas. Em teoria (mais uma vez …) é a que apresenta menos chance de perdas, entre as duas. Mas de novo: pode funcionar para uma pessoa, enquanto para a outra não. Sim, esta é a “graça” do mercado. Estratégias semelhantes funcionam de forma diferente para pessoas diferentes. Seja financeiramente falando ou no lado emocional atrelado a elas.

Eu só daria uma sugestão … Tentar sempre manter uma distância “segura” entre o strike escolhido para a venda e a cotação da ação. Por exemplo … Algo como 20% de “margem de segurança”, para que se o papel andar na direção contrária à da tua operação, você ainda tenha um espaço de manobra em que a venda não seja exercida.

E claro, quando for fazer a “rolagem” do mês seguinte, estudar a possibilidade de fazê-la para uma opção que mantenha está margem de segurança ativa. Isso lhe ajudará a não ser exercido e te permitirá permanecer mais tempo na estratégia. Só complica um pouco na parte do “deixar ser exercido na PUT quando for pego pelo preço”. Mas talvez, neste caso, a decisão de compra surja da mesma forma que surgiria a de venda com o cenário caro, apontado por ti.

Espero ter ajudado ! 🙂

Abraços !

 

O tema opções te interessa ?

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… compartilhasse com você TUDO o que sei sobre o investimento em opções e que me permite obter ganhos ACIMA DA MÉDIA ?

E se eu dividisse com você TODA a base teórica que me proporcionou colocar em PRÁTICA as estratégias que adoto em meus investimentos em Bolsa ? Sempre priorizando um linguajar simples sem precisar fazer uso do economês que você normalmente encontra fora do Clube.

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Além disso tudo, mostrarei a você alguns detalhes operacionais e determinadas informações que NINGUÉM divulga, segredos guardados a sete chaves …

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Mas já aviso de antemão que serão oferecidas poucas vagas … Isso tem um motivo justo e que serve somente para lhe beneficiar: isso ocorrerá para facilitar o atendimento aos participantes, impedindo que fique qualquer dúvida referente ao assunto.

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