Capital Externo na Bolsa
Dia 3 de agosto de 2015:
Saída de R$ 128,707 milhões
Acumulado do mês de agosto de 2015 (até o dia 3):
– R$ 128,707 milhões
No ano de 2015, o saldo está positivo em de R$ 20,844 bilhões.
Dia 3 de agosto de 2015:
Saída de R$ 128,707 milhões
Acumulado do mês de agosto de 2015 (até o dia 3):
– R$ 128,707 milhões
No ano de 2015, o saldo está positivo em de R$ 20,844 bilhões.
Marcopolo: empresa brasileira que é a maior produtora mundial de ônibus. Exemplo de empresa, de versatilidade, de produtividade, e, porque não, de como funciona o jeitinho brasileiro. Como não se interessar por esta leitura ? 😉
Gosto tanto de livros que contem a história de pessoas e empresas, onde podemos conhecer seus erros e acertos através do tempo, não poderia deixar passar um que aborda uma empresa brasileira e que tem muita coisa para compartilhar. Não é mesmo ?
Confesso que fiquei um pouco dividido a respeito de quem é o mérito da coisa: do jeitinho brasileiro, que nos permite uma adaptação fora do comum, atendendo as mais variadas necessidades, muitas vezes sem ter a tecnologia necessária para tal; ou se ele é resultado da implantação de sistemas de produção japoneses, com toda a organização, velocidade, limpeza, etc etc etc, que são características deles.
Onde tudo pode, onde tudo serve, mesmo que não atenda as normas exigidas. Normas que muitas vezes nem sequer existem …
Sim, foi assim que me senti no começo da história da empresa. Coisa comum de se encontrar, afinal já são tantas as adversidades que precisamos enfrentar no começo de um negócio, que o “se vira nos 30” acaba sendo palavra de ordem e assim a coisa anda. A impressão que tive é de que os ônibus eram feitos meio que no facão no começo da coisa. Se não deu, corta, solda e ajusta para dar. Mesmo que isso comprometa um pouco a estrutura do carro.
A coisa era tão no jeitão que por um bom tempo a empresa não tinha um engenheiro encarregado dos projetos dos ônibus. Algo possível de se imaginar hoje ? Creio que não …
Mas foi justamente esta liberdade de criação que possibilitou à Marcopolo atender a todo e qualquer tipo de necessidade dos clientes. Personalização total, tudo era conforme o gosto do freguês. E isso na hora da venda é um grande diferencial.
Hoje os tempos são outros, a exigência de atendimento às normas é praticamente total, mas aquela sementinha do atender a toda e qualquer vontade do cliente permanece em cada um dos funcionários da empresa. É isso que possibilita a criação de ônibus que são usados em várias partes do mundo, com clientes dos mais variados tipos e necessidades.
Na década de 80 o Japão foi o queridinho de todos. Seus métodos de produção, com a adoção de sistemas impressionantes (e que muitos consideravam impossíveis de serem copiados), fizeram com que o país crescesse num ritmo alucinante. Claro que isso despertou o interesse de muitas empresas. Livros, cursos e excursões prometiam aos curiosos a possibilidade de aprender o que lá era feito, para que em seguida fosse transportado à terra natal.
Muitos não acreditaram na possibilidade, afinal de contas o povo japonês é famoso por sua disciplina em tudo o que faz. Mas não é que deu certo aqui mesmo no Brasil, nesta empresa do interior do Rio Grande do Sul ? 🙂
A meu ver, o segredo foi terem dado total liberdade aos funcionários em relação a adoção, ou não, dos procedimentos e sistemas. Mas aquela liberdade cutucada, sabe ? Com apresentações, cursos e exemplos que mostravam o que era aquilo, como funcionava e suas vantagens. Acredito que deram muita sorte em ter feito a “experiência” com a mão de obra gaúcha. Educada e trabalhadora, a população daquele estado era o “alvo” ideal para seguir os passos japoneses.
E deu certo ! Galpões limpos e organizados, com pouco espaço destinado à estocagem de material, com os funcionários ajudando e opinando na continua melhoria da empresa.
Outra coisa que me chamou a atenção foi o quão interessada foi a empresa em oferecer educação e treinamento aos funcionários e à população local. Isso passa uma imagem junto à equipe de real dedicação dos donos do negócio com quem trabalha na produção.
Estavam com falta de mão de obra para determinada área ? Que tal oferecer um treinamento aberto a todos, sejam concorrentes ou não, para capacitar os interessados ?
Sabe aquele tipo de livro que você lê, conhece mais detalhes sobre uma empresa e fica com vontade de ter ações dela ? Pois então … este foi um exemplo, hehehe. Fiquei interessado em ter ações da Marcopolo, para carteira de longo prazo. Agora é fazer o dever de casa, olhando os números e gráficos, para ver se este é o melhor momento ou não. 😉
Leitura mais do que indicada ! Se você tem estas ações em carteira, ou pretender ter, ela passa a ser obrigatória ! 😀
![]() Nota do Site: | Marcopolo Paulo Bellini |
O estudo acompanhará o desempenho da ITUB4, BBDC4, PETR4 e da VALE5 – carros chefe do Ibovespa. Esta informação poderá ser usada tanto por quem opera na ponta de compra quanto para quem opera na ponta de venda … 😉
Este é um dado que acompanho diariamente, serve para que eu veja o “peso” extra que existe sobre estas ações. Normalmente – veja bem, normalmente … – um aumento na posição alugada pode significar um movimento de queda no papel. E o contrário também é verdadeiro, uma cobertura pode significar um movimento de alta.
Vamos lá !




Comentário: E foi lá ! PETR4 buscando os R$10,25, fechando o GAP que havia deixado na sexta-feira, para fechar o pregão próximo da resistência. A pena é que foi abaixo dela … =/
Outro que ficou namorando a resistência foi o índice futuro. Foi lá nos 50.600, mas pesou e fechou “um pouco” abaixo disso, nos 50.245 pontos.
As coisas na Europa estão um pouco mais calmas e isso pode ajudar numa nova tentativa de recuperação aqui dentro. Será ?
O mundo inteiro está de olho no FED, para ver se dão alguma pista sobre o aumento na taxa agora em setembro. É a nova novela das 8, pessoal …
O fechamento de ontem da PETR4 dá chances de que o sonho não seja tão delirante assim não … um harami que pode ajudar bastante. Precisa “apenas” romper os R$10,40 ~R$10,45. (máximas de segunda e terça)

Fiquemos de olho ! 😉
Dia 31 de julho de 2015:
Entrada de R$ 441,695 milhões
Acumulado do mês de julho de 2015 (até o dia 31):
– R$ 567,860 milhões
No ano de 2015, o saldo está positivo em de R$ 20,972 bilhões.
Venho reparando, nas conversas que tenho com amigos, que uma dúvida frequentemente surge quando o assunto abordado gira em torno dos investimentos em renda fixa: “O que vale mais a pena, pré ou pós fixado?”
Para muitos, algo simples e trivial. Mas para a grande maioria uma dúvida que os impede de obter retornos um pouco mais interessantes e que provavelmente acaba direcionando-os à poupança. Sim, você acha que a poupança “atrai tanta gente” por causa do belo rendimento que apresenta ?
Claro que não ! A poupança continua sendo a queridinha de muita gente, apenas pela facilidade que apresenta na hora da aplicação. Não existem opções diferentes, a poupança é a poupança com seus 0,5% + TR ao mês e ponto final.
Como o próprio nome já indica, os investimentos diferem apenas pela forma que a aplicação irá render. Nos pré-fixados, o rendimento é conhecido desde o início da aplicação. Nos pós-fixados, o rendimento é atrelado a um índice/indicador (normalmente o CDI), e um percentual (deste índice/indicador) é determinado no momento da aplicação.
Nos pré-fixados você sabe que receberá 1% ao mês, durante o tempo em que o investimento estiver lá. (apenas um exemplo …) Não importa como se comporte a taxa básica de juros, por exemplo, o valor “contratado” será respeitado e seu patrimônio crescerá baseado naquela taxa.
Nos pós-fixados você sabe apenas qual percentual do CDI (por exemplo) o seu capital será rentabilizado. Você sentirá as variações na taxa básica de juros, seja para cima ou par baixo.
Isso depende muito da tendência da taxa de juros. Enquanto as taxas estão subindo, o mais interessante é que adotemos um investimento do tipo pós-fixado, pois nossa rentabilidade crescerá a cada novo aumento na SELIC. Quando a tendência passa a ser de queda, o pré-fixado passa a ser a melhor opção. Você garantirá uma rentabilidade “mais alta”, mesmo quando a taxa for menor.
Os momentos de estabilidade é que podem trazer um pouco de dúvida para o investidor. Mas nada impede que mantenhamos a escolha da tendência anterior até que surja um sinal de reversão nela, mudando neste momento o tipo de aplicação.
Por exemplo, hoje estamos com a SELIC nos 14,25%, após sairmos dos 7,25% no início de 2013. Quase 100% de alta de lá pra cá, e o COPOM começa a sinalizar que chegamos no topo, ou perto dele. De 2013 até hoje, o ideal seria você ter aplicado em algum investimento pós-fixado, pois desta forma teria surfado a onda de alta na taxa.
Mas se já existe uma sinalização que chegamos no topo, ou próximo disso, não seria a hora de migrarmos para um investimento pré-fixado, para garantirmos a taxa de 14,25% ao ano e seus quase 1% ao mês ? Sim, a meu ver (e para uma grande parcela do mercado) o momento atual se mostra mais vantajoso para os pré.
Na maioria dos casos, sim. Eles lhe serão oferecidos ou com um percentual do CDI, ou diretamente com a taxa de correção. Nos CDBs vemos isso de forma bem clara, por exemplo. Já nos fundos de renda fixa a coisa é um pouco mais discreta.
Nos fundos temos (normalmente) os do tipo DI e os de Renda Fixa. Os DI seriam o equivalente ao nosso pós-fixado e os de Renda Fixa aos pré-fixados. Perguntar ao seu gerente qual deles é mais “parecido” com o pós-fixado e com o pré-fixado não fará mal algum. 😉
Viu, simples e fácil ! Não tem como errar e seu bolso só lhe agradecerá. 😀