Clube do Pai Rico
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Opções americanas e europeias, qual é a diferença ?

Quem começa a operar com Opções encontra alguns conceitos que fogem do padrão operacional da Bolsa. O mundo da Opções é quase que um universo paralelo, com regras e bases teóricas únicas e que só existem nelas.

Um desses aspectos únicos é o conceito de Opções americanas e europeias. Você já ouviu falar sobre isso ?

Como você já deveria saber – e se ainda não sabe está mais do que na hora de saber … – as opções têm prazo de validade, tem uma data limite onde deixam de existir por conta do exercício de opções, por conta do vencimento delas. Toda terceira segunda-feira do mês acontece o vencimento de opções, dia onde os detentores (aqueles que compraram alguma opção e ainda a possui em sua carteira) precisam decidir se irão ou não exercer o seu direito. É o prazo limite para que o detentor de uma opção tome a sua decisão.

Mas como todo prazo limite, você provavelmente poderia tomar sua decisão de forma antecipada. Correto ? “Sim” … e sim, entre aspas.

É neste momento em que o conceito de opções americanas e opções europeias vem á tona. 😉

A diferença básica entre os dois tipos de opção é a seguinte:

Opções Americanas – o detentor de uma opção do tipo americano poderá exercer o seu direito a qualquer momento até o prazo limite do vencimento daquela opção. (o dia do vencimento da série, às 13h)

Opções Europeias – o detentor de uma opção do tipo europeu só poderá exercer o seu direito no dia do vencimento da série, até às 13h.

Sim, a diferença é simples e define o “quando” uma opção poderá ser exercida. 🙂

Americana, a qualquer momento até seu vencimento; Europeia, somente no dia do vencimento.

Mais simples impossível, não ? 😀

Uma observação importante em relação ao nosso mercado, ao mercado brasileiro de opções é:

As opções de compra (CALL), são em sua maioria do tipo americano. Não, elas não são somente do tipo americano, mas a grande maioria delas é do padrão americano.

As opções de venda (PUT), são por padrão do tipo europeu. NUNCA vi uma PUT do tipo americano …

Esse conceito de opções americanas e europeias já foi abordado em um outro post aqui do Clube, o qual indico a leitura: “Opera com travas ? Abra o olho …“. Justamente a característica “pode ser exercido a qualquer momento” versus “só pode ser exercida no vencimento” pode trazer uma consequência desastrosa para quem opera com a venda travada de opções … 🙄

Como identificar qual o tipo da Opção ?

Existem algumas formas. 🙂

Vou citar 2:

– no site da B3, na listagem das opções disponíveis para aquela ação, é informado se é americana ou europeia. Lá, escolha a empresa que gostaria de operar com as opções. (será mostrado em ordem alfabética, depois virá a listagem completa de opções)

A identificação é feita pelas letras A e E. 😉

– Direto no seu programa de acompanhamento de cotações/gráficos ou no próprio homebroker.

Ao inserir o ticker da opção, aparecerá na descrição dela se é americana ou europeia. Por padrão é americana, então só será informado se ela for europeia, aparecendo a letra “E”. 🙂

O tema te interessa ? Você tem vontade de investir com Opções ? Te convido a conhecer o Double PUT Double CALL, o meu curso de Opções ! Será um prazer lhe ajudar em seu aprendizado !! 😀

Comprar PUT para se proteger da queda. Até onde levá-la ?

Texto originalmente publicado em junho/2018, mas tendo em vista o atual momento do mercado, achei importante trazer o debate de volta à tona. 😉

—–

Pergunta:

Prezado,

Tenho 4000 ações Petr4. Comprei 4000 PetrS14 para proteger as mesmas contra a alta volatilidade negativa.
Pergunta? Devo esperar até o vencimento para vender as opções e com isso proteger as ações até esta data, já que a PetrS14 tem o Striker de 13,96?

Resposta:

Bom dia Olimpio,

A ideia de encontrarmos proteção contra a queda na compra de opções do tipo PUT é algo extremamente reconfortante. Passa tranquilidade ao investidor justamente nos momentos mais conturbados do mercado, como a atual correção que estamos vivenciando.

Mas … será que é isso tudo que falam ? Será que é realmente lucrativo ? Será que realmente nos protege ?

Ok, sim, é algo que nos protege. Mas até onde ? Até quando ?

Vamos ao seu exemplo: você comprou as S14 a quanto ? Quando ? Se foi quando a PETR4 estava perto dos R$17, deve estar rindo à toa. Se foi com ela nos R$15, provavelmente gastou uma bela grana … não ?

Existem dois “problemas” na estratégia de comprarmos PUT para proteger nossa carteira de uma queda:

#1 Qual PUT comprar ?

Na hora de decidirmos qual opção comprar, levantamos dois problemas: qual deve ser o vencimento escolhido ? E o strike ?

Para que a ferramenta tenha real utilidade, para que não paguemos caro demais, para que o fator tempo não destrua nossa operação, precisamos comprar uma PUT que esteja relativamente longe de onde estivermos no momento que fomos comprá-la.

O ideal é comprarmos uma opção que vença somente daqui 2 meses, ou mais. Que tenha como strike um valor distante da cotação atual em 15%, 20% … Neste momento surge mais um problema: existe liquidez para esta opção ? 🙄

Porque comprar em um vencimento “tão longe” ? Para que o theta não detone a opção com cada dia que passar sem que a ação derreta. Porque comprar com um strike “tão distante” ? Para que o custo da opção não pese no nosso bolso.

Quer ver um exemplo ? Hoje a PETR4 está R$14,50 e a S14 R$0,60. Se comprarmos ela agora, precisaremos ver a ação cair abaixo dos R$13,36 para que ela comece a ter validade no dia do vencimento. Se não for naquela direção você simplesmente rasgou 4% do seu patrimônio neste “seguro”. 🙁

Claro, você não precisa esperar o vencimento para vender está opção. A ideia é justamente o oposto disso … É ter a opção para te proteger de uma queda inesperada e rápida. Mas com o vencimento “grudado” é quase como se tivéssemos que pensar desta forma.

Se você comprar hoje a PUT e a PETR4 continuar caindo, a opção irá se valorizar, não precisando ir até os R$13,36 para que você obtenha lucro. Mas … a opção irá se valorizar num ritmo mais lento que o da ação … sempre. (em termos de R$, ok ?)

E isso nos leva à próxima pergunta:

#2 Quando vender a PUT ?

Seguro até o vencimento ? Vendo na primeira arrancada ? Espero encontrar um sinal de fundo ?

Segurar até o vencimento fará com que você precise que a queda seja ainda maior … Pois naquele momento a “gordura da opção” terá atingido seu menor valor. Quanto mais rápida for feita a venda da opção comprada para o seguro, por conta da velocidade da queda, melhor será o seu resultado. (olhando apenas esse ponto …)

O problema (quantos problemas, hein ?) é que neste momento você irá se perguntar: e se cair ainda mais ?

Quer ver um exemplo ? Vi muitos comprando PUTs quando PETR4 estava na região dos R$24, com strikes em R$21, R$22 e já fizeram a venda no primeiro momento de queda, com o papel nos R$19. Te pergunto: como ficou esse investidor ? Ganhou uma bolada naquele momento, protegeu sua compra ao ganhar R$1 ou R$2 naquela opção comprada, mas e agora com a PETR4 nos R$15 … quase R$5 de queda “extra” … sem proteção alguma … ?

Portanto tenho uma má notícia para te dar: você não encontrará proteção perfeita para a sua carteira com a compra de PUTs. Você conseguirá se proteger de parte da queda, mas não há garantia alguma de que conseguirá se proteger de toda a queda. Infelizmente … 🙁

Na minha opinião a venda da PUT que foi comprada como seguro deverá ocorrer na primeira queda mais “exagerada” da ação subjacente. No momento em que o lucro da compra já se mostrar satisfatório para você. Não existe uma técnica que poderá lhe assegurar tirar 100% de proveito da queda que beneficiaria a PUT.

Seria uma proteção extra, seria uma “mordida” no mercado para lhe gerar algum $$$. Mas a proteção completa … infelizmente não existe.

Você pode levar essa PUT até o dia do vencimento para garantir “proteção total” ? Pode. Mas, se você fizer isso todos os meses, as chances de que você só perca dinheiro com este seguro será quase que de 100%. A ideia é comprar uma proteção barata, distante, para aproveitar oscilações rápidas e “inesperadas”. Se for para fazer isso 100% das vezes … não será tão interessante assim.

Como já falei algumas vezes, eu não sou um grande fã da compra de opções … Prefiro fazer esta proteção através da venda de CALLs. É uma lógica diferente, mas que para a minha forma de operar faz total sentido. 😉

Você limita o ganho caso as ações subam ? Limita … Mas se isso ocorrer eu posso fazer uma outra coisa que os alunos do Double PUT Double CALL já sabem o que é. 😀

Espero ter te ajudado. 😉

Abraços !

ps: não conseguiu entender direito o que apresentei neste post ? strike, vencimento, CALL, PUT, lançar opções … tudo parece grego ? Se for o caso, sugiro que você dê uma olhada no curso Double PUT Double CALL, curso criado por mim para permitir que os interessados no investimento em Opções possam dar o seu primeiro passo. Nele falo sobre tudo isso e MUITO mais, além de compartilhar a estratégia que uso em meus próprios investimentos.

Venda coberta é muito mais do que vender e ser exercido

Muita gente ao ouvir sobre as tentações da venda coberta (afinal de contas, quem não quer uma fonte de fluxo de capital “infinito” e de alta rentabilidade ?) acaba achando que o negócio é fácil, simples e sem segredos. E é ai que acaba se decepcionando …

Ela pode ser fácil, simples e sem segredos ? Pode. Isso dá a garantia de que basta vender uma opção, coberta pela carteira, embolsar o lucro e sair para o abraço ? Olha … acho que não. 🙂

A venda pura e simples, na expectativa de ser exercido (isso é, você embolsa o valor da venda da opção, entrega a sua ação e recebe o valor acordado no momento da venda da opção), pode parecer ser um ótimo negócio, ainda mais se for uma venda ATM, a mais “gorda” de todas. Mas acredite, nem tudo são flores quando se trata de opções …

Numa passada de olho rápida é “óbvio” que a venda coberta ATM, torcendo pelo exercício, com recompra das ações após exercido, é o melhor dos mundos: risco zero e lucro alto (é possível de se obter até 5% ao mês desta forma …), mas o negócio não é bem assim …

Em um estudo muito interessante, Paulo Portinho – autor do livro “O Mercado de Ações em 25 Episódios(LEIA !!!) -, fez uma simulação sobre o comportamento de uma carteira formada por PETR4 ou VALE5 (as ações que possuem maior liquidez em bolsa, portanto ideais para estratégias envolvendo opções) adotando estas premissas: venda ATM, nos primeiros momentos do exercício, por um alto prêmio, torcendo pelo exercício, para recomprar as ações, para realizar nova venda e recomeçar o processo. O resultado ? Uma bela surpresa … a estratégia que em teoria é fantástica, e líquida e certa, se mostra uma estratégia “perdedora”.

Não, a venda coberta nestas condições apresentadas não te trará prejuízo, mas pelo estudo foi possível se notar que se você tivesse mantido as ações em carteira, pura e simplesmente, teria obtido um resultado mais interessante … 😯

É … a estratégia que tanto defendo, a venda coberta, se mostrou não sendo o “sonho” que “vendo” para vocês. E acreditem, MUITOS vieram “esfregar” o estudo na minha cara, usando como defesa para atacar o que falo que faço, e que me dá lucro. Conversando com o Paulo, apontei o que acredito ser o Calcanhar de Aquiles da simulação feita por ele: o estudo não leva em consideração uma peça fundamental … o investidor. Não leva em consideração se o investidor adota alguma estratégia diferente da compra no começo, a qualquer preço, em qualquer situação, ou se ele aguarda o momento “certo” para realizar esta venda.

Pense comigo: se você lança a qualquer momento, terá uma probabilidade “x” de ser exercido. Correto ? Mas e se você fica aguardando por alguma sinalização do mercado, daquelas que tanto espero, que me apresentam chances “um pouco maiores” de estar certo ? O número de vendas exercidas é muito menor ! (e isso influencia, e muito, no resultado final)

Pois bem, saibam que a venda coberta é muito mais do que vender e ser exercido. A venda coberta exige do investidor um “pouco” de estudo, uma preparação extra para que consiga ter uma leve vantagem sobre a média do mercado. Afinal de contas, 100% de acerto não existe em lugar nenhum …

Um outro problema para quem entra no mundo do lançamento de opções, o lado psicológico da coisa. Você determina que comprará a ação, lançará a opção dela, embolsará o lucro e comprará as mesmas ações logo após exercido. Certo ? Ok … Mas você estará preparado para vender uma opção de R$20,00, quando o seu preço médio de compra é de R$25,00 ? Acredite, esse ponto, esse minúsculo ponto, impede que muitos investidores levem o plano adiante. São os investidores que enquanto conseguem vender uma opção mais cara do que o seu valor médio de compra, dizem (e fazem) que a estratégia é perfeita. Mas quando a cotação começa a cair e o preço da ação começa a se distanciar do preço da ação em carteira … acabam “deixando de lado”.

Existem muitas formas de se ganhar dinheiro com a venda coberta, até mesmo a “vender a opção, deixar ser exercido e recomprar as ações”, fiz um post onde aponto 3 dessas formas, mas são apenas algumas delas …

Acredite: para se ganhar dinheiro de verdade com a venda coberta de opções, por um longo período, obtendo uma certa vantagem em relação ao mercado – e em especial ao Buy & Hold -, é preciso dedicação e estudo. É preciso estar preparado para um ou outro “acidente de percurso” durante a longa jornada, além de possíveis ajustes de estratégia … Mas, garanto, o resultado é maravilhoso. Justifica cada gota de suor que você precisou exalar durante o processo. 😉

Estude o funcionamento do mercado de opções – o meu curso, o Double PUT Double CALL, é uma ótima alternativa ! -, dedique-se ao estudo da análise técnica – é ela que lhe trará aquela leve vantagem que falei – e mantenha-se nos trilhos. 😀

Boa sorte !

Sell in may and go away ! (v.2024)

Pronto … cá estamos nós, mais uma vez, para falar dele. Acreditado por uns, ignorado por outros, acompanhado por muitos. O nosso já tradicional acompanhamento do Sell in may and go away ! 🙂

(sugiro olhar o artigo para entender um pouco melhor o que é o evento: Sell in may and go away – sim, de 2013)

Antes, deixa eu te atualizar como está o placar: 9 quedas, 10 altas e 5 anos de estabilidade. (desde 2000)

Sim, os últimos anos não favoreceram ela … Foram anos de alta para o período em questão. 🙄

E a pergunta que não quer calar é: 2024 será mais do mesmo ? Ou veremos a estratégia funcionando ?

Bom, no começo de tudo …

… tínhamos a marcação da pontuação inicial, o ponto de partida: 125.924 pontos.

Como você pode conferir no gráfico acima, estamos em um momento em que o índice está em plena tentativa de respirar … Uma tentativa de permanecer – ao menos – dentro do caixote. O Ibovespa está brigando para se manter acima dos 126 mil pontos.

Região importante, que foi o último fundo (duplo !), perdido no início de abril, para tentar recuperar no final do mesmo mês.

O IFR esticado “ajudou” na correção do último pregão … e ainda não aliviou a ponto de ser ignorado.

126k mantém ? Ou é questão de tempo para uma nova visita à média de 200 dias ?

Já no semanal …

As coisas estão um pouco diferentes. Ibovespa mostrando o desejo de brigar pelo fundo recente, com apoio do IFR …

Digamos que o primeiro passo já possa ter sido dado. 😉

E não, não tem nada de errado vermos o diário “dizendo” uma coisa, enquanto o semanal “diz” outra. 😀

Agora, no mensal …

… não temos muitas pistas.

IFR no meio da escala não ajuda em nada …

A única coisa que temos na tela, é um padrão de reversão recente nos candles.

Mas, de novo, sem praticamente nenhuma pista.

Lembrando que o nosso ponto inicial para o acompanhamento é a região dos 126k e que no ano passado o Mercado não foi favorável para ela …

Sobre a estratégia

Mas Zé, de onde vem essa ideia de que é para vender em maio e voltar em outubro ?

Deste gráfico:

Repare como o período maio – outubro é justamente aquele que apresenta o pior desempenho histórico no SP500. (e acredite: é o SP500 quem “manda” no mundo …)

“Zé, muito legal … mas o que tu olhas nestes gráficos que podem te ajudar na análise ?”

Isso:

Os prêmios entrarão nas contas, de forma líquida ou bruta ?

Pergunta:

Oi, Zé! Estimo que esteja bem.

Lendo este post, eu fiquei na dúvida se devo considerar o valor bruto ou líquido do prêmio recebido para fins de IR no futuro.

Se a PUT não fosse exercida, sei que o valor do imposto seria calculado levando em consideração o valor líquido, mas vendo o seu exemplo, fiquei na dúvida se o mesmo também deverá ser feito em caso de exercício.

Para tornar a minha dúvida clara para todos, eu gostaria de expandir o seu exemplo: o strike da PUT é R$ 10,00, o prêmio é R$ 0,30 e a quantidade de opções vendidas é 100. A opção foi exercida. As taxas operacionais já considerando a taxa de exercício foi R$ 5,03 (R$ 0,0503 por opção).

Isto posto, teríamos que o prêmio líquido de cada opção é R$ 0,30 – R$ 0,0503 = R$ 0,2497.

Seguindo o exemplo: no futuro, a venda das ações foi realizada e, para fins de IR, eu gostaria de calcular o lucro auferido. A questão é: qual foi meu custo de aquisição destas ações: R$ 10,00 – R$ 0,30 ou R$ 10,00 – R$ 0,2497?

Muito obrigado pelo espaço e aproveito para parabenizá-lo pelo excelente trabalho que realiza há anos!

Um abraço.

Resposta:

Opa ! Tudo certo Lucas ? 😀

É que eu deixei os custos operacionais de lado para facilitar as contas e a explicação. 😉

Mas esse é um ponto importante: os custos operacionais sempre devem ser levados em consideração na formação do preço. Na compra, aumentando os custos. Na venda, diminuindo o valor recebido.

Sempre !

Portanto, no teu exemplo teríamos um custo de aquisição de R$10 – R$0,2497 = ~R$9,75

(se não houvesse o custo, terias comprado por R$9,70)

Ah ! Além dos custos diretos da negociação propriamente dita, podemos também incluir nas contas outros possíveis (e cada vez mais raros …) custos, como a taxa de manutenção.

Lembrando que os custos normalmente incidem nos “dois lados”. Tanto titulares, quanto lançadores, no momento do exercício, costumam arcar com custos operacionais – e que em algumas corretoras são diferenciados. Isso afetará o valor da compra das ações de um lado, e da venda, do outro. 😉

E só para abordar um ponto atrelado ao tema, e citado na tua questão, os prêmios dos lançamentos anteriores que viraram pó, não entrarão nas contas que formarão o preço médio final. Como tu bem disse, o IR será calculado individualmente, em cada operação bem-sucedida.

(sim, muitos são os que acham que esses prêmios obtidos devem ser somados e usados na formação do preço final)

Espero ter ajudado ! 😀

Leituras indicadas:

Devo considerar meus custos operacionais na formação do preço médio ?
A taxa de custódia pode entrar na formação do preço médio de uma ação ?
Quem paga o exercício de Opções ?
Os prêmios do lançamento coberto de Opções reduzem o meu preço médio ?

Abraços !