Clube do Pai Rico
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O que precisaria acontecer para você mudar sua forma de agir ?

Fazemos sempre as mesmas coisas, seguimos a “ditadura da moda”, gastamos rios de dinheiro para nos mantermos atualizados em relação aos últimos gadgets do mercado. (você viu aquele estudo que aponta que gastamos U$300 mil ao longo da vida para sempre termos o último modelo de smartphones ?)

Faça tudo o que o seu mestre mandar, parece ser o mantra de muitos. Concorda ?

E assim vamos vivendo (ou seria sobrevivendo ?)

Até que um dia, nos tocamos de quão horríveis foram nossas decisões. Nos arrependemos de ter feito, ou deixado de fazer, algo. De ter se dedicado, ou deixado de se dedicar, a uma tarefa. De ter batalhado, com unhas e dentes, por algo ou alguém.

Normalmente essa sensação de “ter deixado para trás” ocorre tarde demais … Quando já estamos “velhos”, sem energia ou tempo para pôr em prática o que nos trouxe arrependimento.

Mas por que agimos assim ? Por mais que vejamos conselhos por todos os lados, por mais liberdade que tenhamos hoje, em relação a nossas escolhas e decisões, por mais informação que esteja disponível. Continuamos seguindo a trilha deixada por outros, continuamos fazendo parte de um rebanho …

Continuamos temendo o desconhecido, mas não nos esforçamos para descobrir “quem” ele é.

É algo nosso, do ser humano. Provavelmente tenha sido isso que nos possibilitou crescer e dominar o mundo, como espécie. Mas com tanta liberdade, e tantas escolhas, é o que vem trazendo graves problemas de saúde para uma grande parte da população.

Stress … Depressão … etc etc etc

Nos deparamos com tantas escolhas, tantas possibilidades, mas insistimos em permanecer fazendo mais do mesmo. 🙁

Por isso a pergunta: “O que precisaria acontecer para você mudar sua forma de agir ?

Usarei o exemplo dos investimentos. Tínhamos uma taxa de juros de 14% ao ano até pouco tempo atrás. Retornos garantidos de 1% ao mês. Uma fábula. Um absurdo … Por que ir atrás de outra coisa se tenho isso garantido ?

Mas … tudo mudou, e hoje o mesmo investimento seguro paga apenas 4,25% ao ano. Menos de 0,35% ao mês … É o suficiente pra você ?

Não, não é !! Agora preciso ir atrás de algo novo, diferente !! Qual é o investimento de renda fixa que me paga os 1% ao mês de outrora Zé !!?

É … A maioria “quer mudar”, sem mudar. Na verdade que voltar ao que tinha antes, permanecendo tudo da mesma forma … Quer mudar, mas mudar para o que tinha antes, sem mudar o que tem hoje. (deu pra entender ? hehehe)

Quer o que tinha antes, que não existe mais nos dias de hoje, fazendo a mesma coisa que fazia antes … 🙄

Ah, preciso estudar outros tipos de investimento ? Preciso me dedicar ? Preciso me arriscar ? Preciso deixar de não fazer nada e me mexer ? Então é melhor deixar pra lá … esquece.” Sim, muitos respondem isso quando me fazem a pergunta de como melhorar o atual rendimento, e como resposta aponto a necessidade de migrar parte do capital disponível para investimentos para a renda variável.

É muito arriscado“, “dá muito trabalho !“, “ouvi histórias de gente que perdeu tudo, casa, carro … tudo por causa da Bolsa” …

Continuar fazendo mais do mesmo, por quê ? Se não está dando certo, como esperar que passe a dar ? Um passe de mágica ?

SIM, investir em Bolsa pode ser arriscado. Especialmente se você tentar investir sem saber o que é, como funciona, quais as formas mais seguras para se investir … Experimente brincar de roleta russa, ou tente pilotar um carro de Fórmula 1 sem ter os conhecimentos necessários, para ver o que acontece. Se você parar para pensar, até mesmo sair de casa pode ser muito arriscado …

🙁

O que precisa acontecer para que você mude ? O precisa acontecer para que você deixe de fazer o que está fazendo, o que seus pais fizeram, seus avós, o seu vizinho, o seu primo, os seus amigos, e passe a fazer algo que enxerga como sendo necessário ?

O que precisa acontecer para que você faça o que é preciso, e que você quer fazer, e deixar de lado os “conselhos” que todos dão ?

Eu não estou dizendo para você mergulhar de cabeça num mundo novo e inexplorado. Estou falando para você ir atrás de conhecimento, de informação, de apoio. E você sabe que aqui no Clube existe tudo isso. 😀

Seja através dos textos que publico diariamente, seja através dos livros que indico, seja através dos meus cursos, o Minha 1x na Bolsa, ou o Double PUT Double CALL, seja através de um e-mail enviado com uma dúvida

Aqui falei apenas sobre o lado investimento da coisa … mas você consegue enxergar que isso serve para praticamente todas as áreas de nossas vidas ? Tentamos manter tudo na mesma, tudo igual, tudo como sempre fizemos, até que algo aconteça e nos obrigue a mudar. E é isso que estou te perguntando: o que precisa acontecer para que você mude ? O que precisa acontecer para te obrigar a fazer uma mudança ?

As lições sobre dinheiro que só uma mesada nos traz

Muitos de nossos problemas financeiros começam já na infância. Seja por falta de conhecimento dos pais, ou por causa da realidade em que a criança está inserida. Mas se os pais soubessem como uma pequena atitude poderia ajudar seus filhos … 🙁

São muitas as famílias onde não existe o uso da ferramenta, popularmente conhecida como mesada, que poderia ajudar bastante nos primeiros – e fundamentais – passos de uma Educação Financeira de qualidade. Algumas por não ter a condição financeira ideal para fornecer uma quantia mensal a seus filhos. Outras por não ter a mínima noção do dinheiro e da importância que um orçamento (controlado e “restrito”) tem nesta etapa de crescimento e aprendizado das crianças.

Não ter uma mesada …

Sim, é “errado” você não criar uma mesada para seus filhos, dando preferência por dar o dinheiro necessário a cada nova necessidade deles. No momento em que você cria um valor mensal, definido e recorrente, você estará proporcionando ao seu filho um pouco da realidade que encontrará na vida adulta. Lá existirá o salário, que deverá ser usado (da melhor forma possível) para viabilizar o orçamento da pessoa.

A partir do momento que você não cria a “instituição” mesada, e entrega dinheiro à criança a cada solicitação, a cada nova necessidade dela, você passa uma imagem errada do que ela (provavelmente) encontrará na vida adulta: a de que o dinheiro é infinito e que basta você querer que ele estará lá. (podendo até mesmo ser prolongado o assistencialismo dos pais)

Mas o mais provável é que veremos a criança substituir os pais pela figura do banco, através do cheque especial e do cartão de crédito. Lembre-se: ela não teve acesso a um treinamento muito importante que toda a criança deveria ter desde pequena. Não ter que lidar com um orçamento limitado faz com que conceitos básicos de Educação Financeira sejam desconhecidos para ela. As chances de vermos um adulto que não tem controle algum sobre seus gastos, parecendo que ganha pouco (por maior que seja seu salário), são grandes.

Uma situação diferente é vivida pelo adulto que não teve mesada quando criança, mas por falta de condições financeiras da família. Ela provavelmente tenha tido uma infância com acesso restrito a determinados produtos e serviços. Não ganhava a mesada, mas também não ganhava o dinheiro que “precisava” (ou queria) quando pedia. Ela não terá a experiência (real, pois quem precisava se virar nos 30 eram os pais) de um orçamento limitado. Um adulto com este tipo de experiência corre o risco de se perder nos gastos a partir do momento que passa a receber um salário.

E isso é muito comum !! Por não ter tido acesso às coisas que tinha vontade quando mais jovem, a partir do momento que passa a ganhar o seu próprio dinheiro, através do trabalho, a pessoa gasta “à vontade”. Porém as chances de que o erro seja repetido por um prazo mais longo são menores do que as da pessoa que foi criada ganhando tudo que queria ao pedir.

Mas como calcular o valor da mesada ?

Uma pergunta importante e que terá uma resposta: varia de criança para criança. 🙂

As crianças têm necessidades diferentes, elas têm interesses diferentes. Portanto cada criança apresentará um “orçamento” diferente. É com base neste orçamento que você deverá calcular o quanto deve ser pago mensalmente à criança. Não existe uma fórmula mágica que indique um valor único para uma criança só ao sabermos a idade dela, por exemplo. Dependerá do meio em que ela vive, das condições financeiras dos pais, da idade dela, etc etc etc.

Alguns pais acham que os gastos com educação também devem fazer parte do orçamento, da mesada. Outros não … Por exemplo, gastos com fotocópias, material de apoio – lápis, caneta, caderno, borracha – e merenda. Ao incluir estes itens no valor da mesada, você estará passando o recado que todo e qualquer gasto que ela venha a ter é de responsabilidade dela, e que o dinheiro que ela tem atende a essa necessidade. Ao deixar de fora, talvez passe o recado de que “ah, algumas coisas você pode deixar que o pai te ajuda“, sabe ?

Acredito que o ideal seja incluir realmente todos os gastos que fazem parte do orçamento da criança nas contas que apontarão o valor da mesada. Afinal de contas é você que vai pagar mesmo … 😉

Uma coisa é importante: um acompanhamento de como a criança vem gastando o dinheiro. Ver se ela está direcionando os valores que você lhe entregou para as devidas finalidades. Ou você nunca deixou de comprar algo que precisava para ir num bar com os amigos, ou para comprar uma roupa nova ?

Vou dar um exemplo: nas contas da mesada existiam os gastos com merenda, um misto-quente e um refrigerante. Esse valor se repetiria os 5 dias da semana, as 4 semanas do mês. Certo ? Mas e se a criança deixasse de comer o lanche durante alguns dias … O valor deve ser “apreendido” ou deve ser mantido pela criança ? Ela deixou de comer porque não tinha fome, ou porque queria economizar ? Ela aprendeu a economizar, ou forçou uma economia para acumular um trocado extra ?

O assunto te interessa ?

Se sim – e tenho a certeza de que a sua resposta foi sim – lhe indico a leitura do livro “Mesada não é só dinheiro” de Reinaldo Domingos. Nele o tema é amplamente discutido, apresentando diversas formas de mesada que uma criança pode receber, com importantes lições em cada uma delas.

Uma leitura tranquila e agradável, obrigatória para todo e qualquer pai que se preocupa com o futuro financeiro de seus filhos.

 

Mesada não é só dinheiro

Nota do Site:
5 Moedas

Mesada não é só dinheiro
Reinaldo Domingos

Editora: DSOP
Ano: 2015
Edição: 1
Número de páginas: 150
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

 

Mas me diga … como você lida com este tema em sua casa ? Como funciona a mesada de seus filhos ?

Devo quitar minhas dívidas ou formar meu colchão de segurança ?

A bola foi levantada pelos amigos Rodrigo Alcimar nos comentários do excelente artigo de Silvia Soares: tendo alguma dívida, devo quitá-la ou formar meu colchão de segurança ?

Dê uma olhada nos comentários em questão:

Olá,

O texto está excelente, porém uma dúvida apareceu: Tempos atrás fiz um curso de finanças/investimentos onde uma das regras do palestrante era a de guardar os 10% do salário independente da minha situação atual, ou seja, mesmo que eu estivesse devendo cheque especial por exemplo, deveria guardar o dinheiro antes de pagar as contas, pois ele serviria mais tarde para me livrar das dívidas.

Só que sempre ficou a dúvida, se eu guardar na poupança (até se ter suficiente para outra aplicação) 10% de meu rendimento, mesmo que isto signifique ficar devendo cheque especial, no final das contas, o meu rendimento será muito menor do que os juros do cheque. Então, qual é o método mais recomendado?

Abraços e parabéns!
Rodrigo

Não concordo com a ideia de que não se poder guardar ou investir nada enquanto se está endividado, em uma fase ruim, guardei 10% de tudo que ganhava, mesmo deixando de pagar alguma conta no mês, e isso me salvou, quando tive um problema de saúde e precisei de grana, ao invés de me enrolar mais ainda com minhas dividas pude utilizar o dinheiro que estava guardado. Além do mais com dinheiro faltando você consegue diminuir gastos, porque só te resta isso.

As dividas devem ser negociadas, nunca enroladas. Acredito no pagamento das dividas o mais rápido possível, mas sem nunca esquecer de guardar pelo menos 10% para que em caso de emergência não ter que voltar com dividas que já foram pagas ficando num eterno endividamento.

Alcimar

E ai, concorda, discorda ? Ou dá corda ? 🙂

Será que ao destinar 10% para o colchão a pessoa está agindo da melhor maneira ? Está agindo de uma maneira financeiramente inteligente ou apenas criando um escudo “moral” contra problemas de grana futuros ?

Vamos às contas !

Uma pessoa ganha R$ 2.000,00 – portanto “deve” separar R$ 200,00 todos os meses. O dinheiro que é separado vai para um fundo de renda fixa que rende algo perto de 1% ao mês (sim, é um valor alto e raro, mas é um exemplo … ok ?) para formar o colchão de segurança dela. Mas de outro lado ela tem uma dívida de R$ 1.000,00 que cresce numa proporção de 10% ao mês. Vale a pena destinar os R$ 200,00 para o colchão deixando a dívida de lado ? Claro que não ! A dívida crescerá ~R$ 100/mês enquanto o colchão cresce apenas R$ 2,00. A dívida crescerá numa velocidade muito superior ao colchão …

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A Independência Financeira e o fator idade

Pesquisa rápida: você gostaria de obter sua Independência Financeira no dia de hoje ? Sim ou Não ? …

Acho que não preciso fazer uma pesquisa para ver que 100% dos leitores tenham este mesmo desejo. Concorda ? Não importa o nível escolar, classe social, tampouco a idade, TODOS gostariam de responder que sim, que gostariam de ser livres neste momento.

Lembrando que ser livre, de que ser alguém que atingiu a Independência Financeira, não impede que você permaneça fazendo exatamente a mesma coisa que faz hoje (seja estudar, trabalhar, surfar, etc). A IF é justamente isso: é atingir um patamar, um Fluxo de Caixa que lhe permita viver de seus rendimentos, não importando o quanto sua atividade “principal” lhe gere.

Lembrando que o conceito de Independência Financeira dá margem para muitas interpretações. Eu gosto da que diz que a pessoa é independente a partir do momento em que o seu Fluxo de Caixa gera o valor necessário para arcar com as despesas mensais daquela pessoa. Se costuma gastar R$2 mil, e seus ativos lhe geram R$2,5 mil … pronto, você é alguém independente financeiramente falando.

É o que Robert Kiyosaki chamava de sair da corrida dos ratos no primeiro livro da série, o Pai Rico Pai Pobre. Lembra ?

Um conceito simples e que permite a fácil compreensão do tema.

Mas hoje eu gostaria de abordar um ponto mais específico deste assunto. Algo que não me lembro de ter visto em nenhum outro lugar … Algo muito importante para ter sido deixado de lado por tanto tempo … Algo relacionado justamente com o fator tempo …

A importância da idade no processo de Independência Financeira

Você já parou para pensar nisso ? Consegue visualizar algum tipo de barreira, facilidade, ou problema, relacionado à idade da pessoa em relação ao processo de conquista da Independência Financeira ?

Em uma comparação simples, de duas pessoas, sejam elas homem ou mulher, mas com as seguintes características: 1) Jovem de 19 anos, solteira, morando com os pais; 2) Adulto de 34 anos, casada, sem filhos; qual leva algum tipo de vantagem em relação a outra ? A primeira, ou a segunda ?

Alguns apontarão uma vantagem para o segundo perfil, por serem 2 pessoas trabalhando juntas, formando um patrimônio com o “dobro da velocidade” que o primeiro … Outros dirão que é a primeira pessoa, por ser mais jovem, menos responsabilidades, mais flexibilidade em relação as escolhas que a vida nos impõe, por morar com os pais, por não ter praticamente nenhum gasto do tipo que só a vida adulta nos proporciona, que …

Bom, acho que você já sabe qual destes 2 perfis, na minha opinião, acaba levando vantagem em relação ao outro. Não é mesmo ? 😉

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Livros ||| Manual de Análise Técnica

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Você opera no “jeitão” ou segue as orientações do Clube e tem métodos e estratégias operacionais quando o assunto é investir em ações ? Qualquer que seja a sua forma de operar, o livro “Manual de Análise Técnica“, de Marcos Abe, é uma excelente opção de aprendizado. E no meu caso uma ótima opção de refinamento. 🙂

Enganam-se os que pensam que já sabem tudo sobre análise técnica. Sendo mais específico, enganam-se aqueles que acham que conhecem uma ferramenta operacional por completo. Você pode ter certeza, sempre existe um detalhe, ou uma nova interpretação para aquilo que você vem usando.

O “Manual de Análise Técnica” é sem dúvida alguma um dos mais completos sobre o assunto. Falando, entre outras coisas, sobre:

– Ferramentas Operacionais;
– Estratégias Operacionais;
– Conceitos básicos sobre a bolsa;
– Candlesticks

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