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Livros ||| Aprenda a se comunicar com habilidade e clareza

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Mais um ótimo livro da coleção Você s/a, com conselhos e orientações que visam melhorar seu desenvolvimento profissional. 🙂

Desta vez, o assunto abordado é um de fundamental importância: comunicação. Algo que muitos simplesmente ignoram, acreditando não ter função para a vida de um profissional. Normalmente são aqueles “bons” profissionais que pensam desta forma … 😉

Uma boa comunicação é a base para qualquer pessoa que almeje o sucesso. E olha que agora não estou falando somente do lado profissional de nossas vidas. Seja por um tom de voz “errado”, ou o uso de termos não adequados àquele momento. Ou então aquela pessoa que adora falar tudo nos míííínimos detalhes, ocultando a informação que realmente importa. Sabe ? Se fazer entender, claramente, sem deixar a menor sombra de dúvidas sobre o que está sendo falado, em uma conversa agradável (tanto em relação ao assunto quanto à forma com que a conversa flui) é muitas vezes um diferencial em um mercado cada vez mais competitivo.

Não custa lembrar que uma boa comunicação vai muito além da conversa propriamente dita. Os gestos, a postura, tudo isso conta. Entendeu o motivo para aquele rolo todo que se criou por causa daquele e-mail que você mandou para aquele amigo/cliente/pessoa que trabalha com você ? Ali constavam apenas as palavras que faziam parte do diálogo. O tom de voz, indicando a importância de um ponto específico, ou diferenciando aquele sarcasmo que você usou, estava ausente.

O conteúdo do livro

Como dito, o autor focou em temas mais relacionados ao lado profissional da coisa. Como se portar em uma reunião, como fazer uma apresentação, como lidar com os diferentes tipos de perfis de interlocutores. Tudo de forma clara e objetiva, sem enrolação. Do jeito que eu gosto. 🙂

Leitura agradável, com 75 páginas de orientações realmente eficazes.

Uma parte interessante: é completamente “generalista” do ponto de vista da função do leitor. Os pontos abordados são facilmente adotados por funcionários do alto escalão e do chão da fábrica. Não há diferenciação nem discriminação neste ponto. 😉

Mas além de tudo isso há um ponto muito interessante em relação a esse livro … o preço dele. Apenas R$7,28 !! Se preferir, a coleção com 5 títulos – mais detalhes aqui, também ligados ao tema crescimento profissional, está em promoção por apenas R$16,90 !!

Sim, eu indico que você faça essa leitura. 😀

 

Aprenda a se comunicar com habilidade e clareza

Nota do Site:
5 Moedas

Aprenda a se comunicar com habilidade e clareza
Lani Arredondo

Ano: 2007
Edição: 1
Número de páginas: 80
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

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Livros ||| Mara Luquet: o meu guia de finanças pessoais

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O livro começa falando de viagens de compras … Um livro sobre Educação Financeira falando sobre isso ? Mas como ?! 😯

É … confesso que me assustei com as primeiras páginas. Mas com o passar do tempo, conforme a leitura foi fluindo, vi que este era apenas um dos aspectos deste livro. Mara Luquet fez um livro, onde apresenta um guia de finanças pessoais que foca em uma questão: Por que você quer investir ? Qual é o motivo disso ? Por que você abrirá mão de seus confortos e desejos o presente, para ter uma quantia maior no futuro ?

Ela gosta de viajar e de fazer compras, portanto é nisso que ela usa seu dinheiro. Mas e você, qual será o destino do dinheiro acumulado/conquistado ?

Uma viagem para o Butão

Meio “estranho” uma viagem ao Butão, com todos os seus templos e monges, servir como cenário para o desenvolvimento da história que faz o background do conteúdo em si. Ainda mais para uma pessoa que confessa sua paixão por compras. 🙂

Ou não ? Não seria interessante justamente este contraste entre os paraísos das compras (Nova York, Londres, Paris …) e a vida simples encontrada em uma região como essa ? Sem cartão de crédito … Sem shoppings … Mal e mal sem internet. 😉

Não seria interessante usar um cenário onde o dinheiro “não tem valor algum” para demonstrar justamente o quão importante é o dinheiro que você ganha, o dinheiro que você investe, o dinheiro que você acumula ? Não seria interessante usar a realidade de um povo que não precisa do dinheiro, para que você reflita sobre a forma com que usa o seu ?

Como disse, no começo estranhei … Depois fui refletindo (e possivelmente digerindo as informações) e passei a encarar desta forma.

Se foi este o propósito, parabéns Mara, ótima sacada ! 😀

Um pequeno guia sobre finanças

Sim, um pequeno guia. Muitos aspectos relacionados ao mundo das finanças são abordados no livro. Alguns de forma muito superficial. Outros dentro do necessário. Algo como “olha, existe isso … funciona mais ou menos desse jeito … se te interessou, aprofunde-se em seus estudos”. Sabe ?

Algo que muitas vezes é interessante, principalmente quando o púbico alvo é formado por pessoas sem qualquer intimidade com o assunto. Pessoas que muitas vezes têm verdadeiro pavor sobre o tema. Pessoas que quando veem alguém falando sobre finanças trocam de calçada e vão para o outra lado da rua.

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Livros ||| O poder dos modelos replicáveis

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Confesso que esta foi uma das leituras mais complicadas dos últimos tempos … Acredito que o principal motivo para tal situação tenha surgido de uma conclusão precipitada, de minha parte, sobre o real conteúdo deste livro. Sabe quando você vai pronto para uma leitura, esperando aprender sobre uma coisa, e na verdade não é exatamente aquilo … ? Pois bem, foi exatamente isso que aconteceu.

Como criar uma franquia ?

Quando comecei esta leitura, tinha em mente que tinha em mãos um livro que ajudasse a criar um negócio facilmente copiado. Algo que permitisse a criação de um empreendimento facilmente transformável em franquia, sabe ? Sim … na minha cabeça era esse o conteúdo do livro: um manual de como se criar uma franquia.

Já nas primeiras páginas eu vi que a coisa não iria nesta direção. Ao invés de ser um manual de como criar um pequeno negócio, que permitisse a expansão da rede através da replicação do modelo (que é o que uma franquia faz), vi que o universo contido no livro era um pouco maior …

O livro abordava empreendimentos “um pouco” maiores. Coisa pouca … na casa dos bilhões de dólares. Empresas como Apple, Louis Vuitton, NIKE, LEGO, Procter & Gamble, entre outras, eram os modelos que iríamos replicar. 😯

O que estava em discussão não era o lado “ctrl + C/ctrl + V” dos empreendimentos, mas sim uma profunda análise dos principais motivos que faziam com que as empresas fossem o sucesso que são. O que estaríamos copiando não seria o negócio em si, mas sim os fundamentos que moviam estas empresas gigantescas.

Que tipo de fundamentos ?

Coisas como “se ater ao negócio central da empresa” (vimos no livro “Peça por peça“, onde conhecemos a história da LEGO, que o desvio do foco acabou fazendo com que a empresa entrasse em parafuso e se passasse a gerar prejuízos, só voltando ao normal quando voltou às origens), “ter regras não negociáveis” (algo do tipo: é isso que fazemos e não abrimos mão por nada neste mundo), “feedback” (usando, de verdade, as informações obtidas junto aos clientes, ouvindo-os e trazendo para os produtos, e para a empresa, o que eles realmente precisam, o que realmente querem).

Parece que são coisas básicas ? Se parecem porque são realmente ! Mas, no decorrer dos anos, as empresas acabam abrindo mão de um ou outro destes fundamentos, por acreditar que já são “donas” daquele nicho de mercado, pelo desejo de inovar por inovar, ou apenas por discussões entre os membros da direção da empresa, onde um tenta impor sua visão em determinados aspectos do negócio.

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Livros ||| 30 dicas úteis para evitar a crise de caixa e recuperar sua empresa

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Não encontrei forma diferente para começar os meus comentários sobre o livro “30 dicas úteis  para evitar a crise de caixa e recuperar sua empresa“, de Luiz Kehrig: os paralelos que podemos traçar entre os problemas financeiros enfrentados por uma empresa, e os enfrentados por nós, pessoas físicas. Os primeiros capítulos/dicas, onde são apresentados os processos de “checkup“, onde a pessoa começa a identificar os problemas financeiros da empresa são exatamente os mesmos que os que usamos em nossas finanças pessoais. A descrição dos eventos e “efeitos” das origens dos problemas são impressionantemente idênticos.

Mas … será mesmo que é algo tão surpreendente ? Não ! Pense em sua vida pessoal e familiar como se fosse uma empresa. Agora expanda isso, aumente a proporção dos gastos, dos investimentos (aquisição de bens), dos seus eventos diários. Fez isso ? Não começam a se assemelhar aos de uma empresa de pequeno porte ? Aumente um pouco mais e o tamanho da sua empresa também acompanhará.

Sim, finanças são finanças e ponto final. Erros são erros e podem acontecer tanto no lado profissional, quanto no pessoal. Excessos acontecem dos dois lados. Por que não ?

Mas por que falar sobre isso ?

Simples: a leitura de um livro como este poderá lhe ajudar a colocar em ordem suas finanças pessoais também ! 😀

É um processo conjunto, especialmente quando tratamos de nossas empresas. Para sanarmos os problemas de cunho econômico de uma empresa, passaremos por mudanças para seus proprietários, especialmente em relação ao uso do dinheiro dela. Quem não conhece alguém que tenha um pequeno negócio, e que trate o dinheiro do caixa como se fosse uma expansão direta da sua carteira ? (e vice-versa)

Exageros de um lado certamente afetarão o outro. Dificilmente fugiremos disso.

Se você for mais atento, certamente perceberá que as grandes empresas, que normalmente não apresentam nenhum problema de ordem financeira, têm em seus altos níveis gerenciais, pessoas com uma forte base educacional financeira. E elas nada mais fazem do que trazer para o dia a dia da empresa suas “regras” e conceitos em relação às finanças.

Claro … ninguém está isento de chances de precisar enfrentar uma crise econômica (como a que vemos atualmente), mas normalmente, são as empresas que têm estas pessoas na gerência que conseguem encontrar uma “saída” de maneira mais rápida e eficaz.

E o livro ?

Muito interessante, especialmente pela forma direta com que os problemas (e sugestões de solução) são apresentados. Do jeito que eu gosto, sem enrolação, hehehe. 😉

São 30 aspectos importantes e que se bem observados, e respeitados, certamente lhe ajudarão a manter a saúde financeira da sua empresa em dia. Possivelmente sem nem mesmo precisarmos entrar na fase “crise”. 🙂

Definição correta dos pró-labores dos proprietários, a distinção entre o que é despesa pessoal e da empresa, práticas saudáveis em relação ao uso do dinheiro faturado por ela, etc etc etc. Coisas aparentemente simples, mas que muitos deixam de lado. Deixam de lado … por quê ? Normalmente o descontrole acontece quando as coisas começam a ir bem, muito bem. O dinheiro parece surgir “do nada”, e determinados gastos parecem ser tão pequenos em relação ao tamanho da empresa que acredita-se não influenciarem em suas atividades. De grão em grão a galinha enche o papo, mas basta um pequeno furo no saco da ração para vermos ela sumir ao longo do caminho com certa facilidade. 😀

 

30 dicas úteis  para evitar a crise de caixa e recuperar sua empresa

Nota do Site:
5 Moedas

30 dicas úteis para evitar a crise de caixa e recuperar sua empresa
Luiz Kehrig

Editora: Qualitymark
Ano: 2015
Edição: 1
Número de páginas: 102
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

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Livros ||| O debate sobre a desigualdade de renda no Brasil

O debate sobre a desilgualdade de renda no Brasil girado pq

Dizer que o Brasil é um país que apresenta enormes desigualdades não é novidade alguma. Como pode, um dos países mais ricos do mundo não ter a capacidade de proporcionar à sua população uma qualidade de vida aceitável, uma distribuição mais “igualitária” dos recursos ? Por que não pode o Brasil distribuir de maneira uniforme tudo aquilo que a sua economia gera ?

Por um motivo muito simples: o Brasil é um pais capitalista, e que por isso tem em suas “configurações básicas” o conceito de que a igualdade não existe. As pessoas têm que ser beneficiadas por suas conquistas, por seu empenho, por se diferenciarem. “Maldito capitalismo !!” … muitos pensariam. Mas você sabe que até mesmo os países que se consideram socialistas/comunistas apresentam uma diferenciação entre os “iguais” ? Em Cuba, por exemplo, médicos e atletas recebem um punhado a mais da ração diária do que os outros habitantes da ilha. (sim, estou exagerando …)

Não preciso nem comparar a população com os integrantes da cúpula do governo, que têm vida de rei … Não é mesmo ?

Mas não é sobre isso que vamos falar. Falaremos sobre os motivos que levaram o país a ter uma das distribuições de renda mais desiguais do mundo. Eles são vários e não há consenso sobre eles. Não existe um que possa se dizer como sendo o principal. Por mais que a Educação (assunto abordado em um artigo anterior) tenha papel fundamental na história, somente ela não seria capaz de criar a situação que vivemos.

Tudo começou no governo militar …

Este é um dos pontos levantados pelo livro, que por falta de dados mais antigos, será aceita como “verdade”. Infelizmente não tenho dados que provem, ou que rebatam essa afirmação … mas ao lembrarmos das características brasileiras, da época da colonia, do Brasil império … fica difícil afirmarmos que a desigualdade já não era presente naquela época.

Será que não vimos uma melhora nas condições mundiais de desigualdade durante o século XX, enquanto nós (possivelmente) tenhamos piorado ?

Segundo os estudos apresentados no livro “O debate sobre a desigualdade de renda no Brasil“, de Rodrigo Gandra, foi durante o governo militar que o processo de desigualdade de distribuição da renda piorou. Numa tentativa de segurar a inflação, que já nos incomodava naquele momento, estancaram os reajustes salariais, muitas vezes trazendo perdas reais (a inflação era superior ao reajuste, quando ele existia) aos empregados. Enquanto isso, empresários, industriais e outros poucos profissionais (normalmente cargos de gerência), mantinham o ritmo de aumento em seus ganhos.

Foi neste momento, também, que um setor começou a apresentar ainda mais diferenciação entre os outros trabalhadores. Diferenciação que existe até hoje … Estou falando dos funcionários públicos. Apresentando rendimentos muito superiores à média, ganhando salários mas elevados do que os apresentados na iniciativa privada (comparando-se profissionais que exercem a mesma função), o grupo foi se distanciando e elevando ainda mais a distorção entre o topo e a base da pirâmide.

Muitos, muitos outros motivos

Distribuição das terras, com muitos latifúndios improdutivos (ou com produtividade muito abaixo da apresentada por propriedades de proporção menor); dificuldade de acesso e a baixa qualidade do ensino (especialmente o público, onde muito se investe no ensino superior, deixando a base de lado); as altas taxas de juros, que desincentivam o empresário a investir em novos empreendimentos, que viriam a gerar novos empregos, trazendo competitividade salarial entre os interessados disponíveis; o processo do êxodo rural, com milhões de pessoas saindo do campo em direção às cidades (onde não tinham emprego, puxando para baixo a média da distribuição)

Acredito que cada um destes itens tenha parcela de culpa e não tenhamos como apontar um único alvo. O combate se dará ao atacarmos todas as frentes, não será possível escolhermos apenas um destes itens e tentarmos “exterminá-lo”. Talvez uns sejam mais fáceis do que os outros, como dizem ser o problema da educação … Mas apenas “dizer” não nos levará a lugar nenhum.

Muitos apontam o Bolsa Família como uma ótima forma de aliviar a desigualdade. Até seria … Se houvessem mais contrapartidas do beneficiado … Apenas receber o dinheiro não trará uma melhora para o quadro geral. É mais dinheiro na mão de quem ganha menos ? É. Mas olhando friamente … é apenas isso. É apenas um volume de dinheiro “jogado” nas contas para trazer a média um pouco mais para cima.

Mas este já é um outro papo … para outra hora. 🙂

A leitura me ajudou bastante na compreensão do problema da distribuição, suas origens e “aceleradores”. E como conhecer o problema é o primeiro passo na busca por uma solução … 😉

Indico a leitura a todos que tenham o interesse de se engajar nesta luta ! 😀

 

O debate sobre a desigualdade de renda no Brasil

Nota do Site:
5 Moedas

O debate sobre a desigualdade de renda no Brasil
Rodrigo Gandra

Editora: Luminária Academia
Ano: 2015
Edição: 1
Número de páginas: 334
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

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