Clube do Pai Rico
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Investir: quanto mais simples, melhor

Você acha que investir é complicado e que somente pessoas com grande conhecimento técnico e financeiro podem ser bem sucedidas como investidores?

Para muita gente, essa é uma verdade absoluta. Para ganhar dinheiro no mercado – pensam -, é preciso ser um grande gênio, dominar fórmulas matemáticas complexas, ter programas de computador sofisticados e capazes de mostrar tudo o que está acontecendo no mercado em um determinado instante. A imagem que vem a mente é algo mais ou menos assim:

mil monitores

Se você não tem conhecimento, tecnologia e tempo suficientes para investir no mercado, só resta uma alternativa: ter dinheiro o bastante para contratar quem tenha o conhecimento, a capacidade técnica e os instrumentos tecnológicos necessários para o sucesso no mercado financeiro.

Ou você é Gordon Gekko, dono de uma empresa financeira capaz de contratar os melhores operadores do mercado, ou você é um nerd capaz de entender toda a complexidade do mercado e obter lucro a partir desse conhecimento.

Gordon Gekko

Só quem usa estratégias complexas vence no mercado?

Será que as coisas são assim mesmo? Eu acredito que não. É verdade que os grandes barões do mercado, como o eterno Gekko, têm a sua disposição algo que nós mortais não temos: muito dinheiro para contratar os melhores técnicos do mercado financeiro. E é verdade também que isso dá a eles uma grande vantagem competitiva na hora de investir.

Mas… e é esse o meu ponto… será que o pequeno investidor está condenado a ter rendimentos medíocres por causa disso? Não. E é aí que a imagem popular de que só enriquece no mercado financeiro quem tem muito dinheiro ou conhecimento técnico extremamente sofisticado se torna uma ilusão.

Você, eu, e qualquer outro investidor temos muitas informações que podemos utilizar no nosso dia-a-dia para conseguir bons resultados. Talvez não tão bons quanto esses perfis podem acabar obtendo, mas hoje qualquer um com acesso a um computador com internet tem a sua disposição mais informação do que Warren Buffett tinha no início de sua carreira.

Além disso, não há nada que garanta que adotar uma estratégia sofisticada demais pode dar bons resultados. Lembram da crise de 2008? A do subprime dos Estados Unidos, que culminou em uma bolha imobiliária estupenda? Pois é. A crise chegou onde chegou porque vários fundos de investimento resolveram investir em ativos podres. E boa parte desses fundos de investimento eram geridos por empresas trilhardárias, capazes de contratar os melhores nerds do pedaço. E boa parte deles acabou entrando pelo cano na história, comprando alguns dos piores investimentos da história de Wall Street.

Já quem estava fazendo o trivial, comprando ações e outros investimentos aos poucos, diversificando, fazendo um bom preço médio na sua carteira, pode nem ter sofrido tanto com aquele momento. E pode até ter tido um excelente lucro.

Há um acrônimo, nos Estados Unidos, que se aplica perfeitamente ao mundo dos investimentos: KISS – Keep It Simple, Stupid! Ou seja, “Faça o Simples, Estúpido”! Eu adoro esse acrônimo: de partida, ele assume que nós somos estúpidos, idiotas mesmo. Ou seja, não adianta inventar moda, você (eu também, nada pessoal) é um estúpido que não vai conseguir desenvolver nada muito complicado. Faça o fácil, faça o simples. Não invente!

É claro que alguns investidores sofisticados terão resultados espetaculares, muito acima do mercado. Mas eles não são a maioria nem entre os fundos de investimento de investidores milionários! Mesmo eles têm dificuldade de performar muito acima do mercado. É claro, óbvio, que têm a disposição investimentos diferentes, que rendem mais do que os produtos a disposição do pequeno investidor. Mas, ainda assim, são raros os que conseguem obter performance muito acima do mercado.

Tanto é assim que Buffett conseguiu toda sua fortuna com um rendimento de 21% ao ano no mercado de ações. Nada muito espetacular, certo? Não é nada como 4%, 5% ao mês.

Quando eu digo “não invente”, “faça o simples”, quero dizer com isso que o pequeno investidor deve aprender a utilizar as ferramentas que tem a sua disposição, e não sair de seu círculo de competência para utilizar ferramentas novas que não domina. Muita gente gosta de brincar com opções, no mercado de ações, sem saber. E aí se ferra. Ou quer investir em ações, sem ter o menor domínio de nada. Resultado? Toma ferro e depois sai chorando que o mercado de ações não presta.

Keep it simple, stupid.

Temos bons instrumentos a disposição do pequeno investidor. Há bons fundos de investimento relativamente baratos e bem rentáveis. É possível ganhar muito dinheiro no mercado de ações – no longo prazo! – com estratégias simples como a Buy and Hold e o dollar cost averaging (fazer preço médio). Temos a renda fixa pagando juros estratosféricos. E pagando mais ainda em debêntures. Pra que complicar, se você não sabe?

Outra coisa: não tente comparar seus rendimentos com o de 1% dos milionários que conseguem auferir muito mais do que a média do mercado. Sim, eles são mais ricos, têm a disposição ferramentas que você não tem e, além disso – esse é o ponto importante! – são exceções mesmo entre os muito ricos. Tentar obter o mesmo resultado é, para a maior parte dos mortais, quase impossível.

E a boa notícia é que ficar na média, ou um pouco acima dela, já pode ser ótimo! Você não corre grandes riscos, protege seu capital e ainda obtém uma boa rentabilidade.

Quer ver um exemplo?

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Pega aí o tesouro direto. Já tô ficando chato com isso, mas olha aí. Tem título pagando 7,15% + IPCA até 2050. Bota aí na calculadora o quanto renderia um investimento de R$ 50.000 num título desses:

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Mais de R$ 4 milhões. Aí vem o sujeito e me diz pra descontar a inflação (que considerei ser de 6% ao ano). Fazendo as contas, daria bem menos: em torno de R$ 500 mil (em poder de compra atual). Mas pensa só: você multiplicou por DEZ VEZES seu capital em 35 anos. E isso porque eu considerei apenas UM investimento de R$ 50 mil. Se você investisse R$ 200 mil, por exemplo, teria mais de R$ 2 milhões. E imagine que ao longo de toda a sua vida produtiva você pode conseguir acumular até mais do que isso.

E estou falando só do tesouro direto. Olhando no site da minha corretora, a XP Investimentos, eu encontrei uma debênture pagando NOVE POR CENTO + IPCA. Sim, 9% + IPCA até 2022. Fica melhor: como é debênture incentivada, não tem imposto de renda.

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Fiz as contas e, considerando inflação de 6% ao ano e desconsiderando o fato de que haverá amortizações, o investimento poderia transformar R$ 50 mil em R$ 132.029,00. Quase triplicou o valor do investimento em apenas 7 anos.

E tudo isso é investimento à disposição do pequeno investidor. Basta ter coragem, abrir a conta numa corretora e estudar as opções.

É óbvio que esse investimento tem risco. A emissora, Companhia do Saneamento do Tocantins, pode não pagar os juros prometidos.

E aí chega outro ponto no qual quero tocar. Não deixe o medo apavorar você e impedi-lo de tomar atitude. Esse é outro problema que impede muitos investidores de tomarem boas decisões. Enxergam o risco e, ao invés de manejá-lo, resolvem ficar paralisados e não fazer nada – ou fazer o que sempre fazem, que é investir na poupança.

Mas risco não é algo a ser evitado, e sim, manejado. Você deve ter uma carteira equilibrada, fazendo alocação de ativos. Não deve evitar riscos, mas desenvolver uma carteira em que você possa usufruir do melhor de cada tipo de risco enfrentado, sem sucumbir caso o evento potencialmente mais drástico ocorra. Então, se as debêntures podem não vir a ser pagas, não enfie todo seu dinheiro nelas, oras! Distribua a parte destinada a debêntures em vários títulos, e não deixe de ter outros tipos de investimento.

Tudo isso é simples. Simples, mas não fácil. Porque o ser humano tem a mania de querer complicar as coisas.

Keep it simple, stupid!

Fábio Portela L. Almeida é mestre em direito constitucional e mestrando em filosofia pela Universidade de Brasília e é um investidor desde 2006. Desde então, tem estudado sobre temas relacionados ao mercado como autodidata. As dificuldades encontradas para obter informações simplificadas e corretas sobre investimentos o levou a escrever o blog O pequeno investidor, que tem por objetivo ensinar a pequenos investidores, com uma linguagem clara e descomplicada, como funciona o mundo dos investimentos.

Será que o dólar alto realmente favorece a exportação ?

Naturalmente, pensamos que o dólar apreciado favorece a exportação. Ok, favorece, esse é o raciocínio básico.

Mas a gente esquece de colocar nessa conta alguns fatores importantes que se adicionados em um “liquidificador” alteram bastante a receita.

Os maiores exportadores do Brasil, exportam commodities agrícola e minério. Essas empresas fazem contratos com empresas de fora, porém esses contratos são futuros, com dólar pré-fixado. Partindo por essa lógica, o reajuste somente será feito em novos contratos.

(Por exemplo, a empresa fechou um contrato a 3 reais e o dólar está sendo negociado na casa dos 3,50, essa diferença seria vantajosa, mas ele só conseguirá fixar o dólar a 3,50 quando um novo contrato for realizado. Com isso, as empresas que exportam acabam arriscando muito alto, porque assim como o dólar sobe, ele também pode cair. Aconselha-se sempre, que a especulação seja a menor possível, para que não aconteça casos como o da Sadia em 2008.

Quando o novo contrato for realizado, poderá ter havido uma mudança na política de preços e para compensar o dólar alto e não afetar os contratos, diminui-se o preço do produto, e é aí que mora o perigo. Como as commodities são precificadas por um mercado aonde respeita-se sazonalidades e cenário internacional, essa conta acaba trazendo alterações de estratégia, armazenagem, negociação e caixa para as empresas. Podendo a empresa, por exemplo, ganhar o mesmo valor produzindo menos ou vendendo a mesma quantidade anterior e tendo uma margem menor, essa é a expectativa do mercado e são muitas as variáveis.)

Muitos insumos, fertilizantes e matérias primas são importadas, os contratos de compra são feitos a curto prazo e têm impacto imediato no caixa da empresa. (Paga-se mais, aumenta-se o custo e consequentemente aumentam os preços, no caso desse mercado, diminui a margem.)

Em muitos casos, torna-se inviável a compra de insumos fora. São os casos de indústrias de eletrônicos, as peças encarecem consideravelmente e o produto final acaba ficando muito acima dos concorrentes. Prejudicando o mercado interno que é onde essas empresas tem uma maior concentração de clientes (governo, atendendo outras empresas).

Infelizmente, não somos competitivos na maioria dos produtos de eletrônicos, o que atrai poucos contratos para a exportação.

A China mostra sinais de desaceleração, sendo esse um dos países que mais afeta os contratos brasileiros, seja por importação direta ou por influência de países importadores, este é um cenário capaz de acender qualquer sinal amarelo de empresas que tem a China como seu destino de produto final.

O que tendemos sempre a nos equivocar é sobre o prazo que uma mudança na China traz para os acordos comerciais. Apesar das bolsas de valores do mundo inteiro reagirem instantaneamente às notícias do mercado, o impacto real nos contratos serão sentidos conforme as reduções forem acontecendo.

Uma forma de se precaver, é tentar polarizar os clientes em diferentes mercados, evitando vender para uma região só. Mas sabemos muito bem que esses planejamentos geralmente são travados por quem tem a Prata quente no momento, neste caso, a China.

O consumo interno também está sofrendo alterações. No caso das commodities demora mais para diminuir o consumo interno em um cenário de crise, mas essa alteração provoca uma relação direta com o preço. Principalmente, quando falamos de combustíveis e produtos que tem disputa constante de demanda interna e externa, como é o caso do Frango.

Com a redução de grau de investimento brasileiro e com a taxa Selic quase alcançando a marca de 15%, os investimentos acabam sendo retraídos e fica bem mais caro captar dinheiro com os bancos. Por isso nesse período de instabilidade econômica, muitas empresas acabam se fundindo ou até mesmo adquirindo umas às outras.

Mas o que isso afeta no cenário de exportação?

Se o dólar continuar apreciando e os contratos diminuírem, atrelado ao consumo interno também diminuir e os recursos para empréstimos e investimentos ficarem mais restritos, a crise que ‘não existia’ aos olhos do mero mortal brasileiro começará a mostrar sua força.

O processo de exportação ainda é muito burocrático para casos de B2B, (Business to Business) e nos casos de B2C (Business to Constumer), o país oferece poucas opções de transporte e estrutura. Os portos estão em constante desenvolvimento, apesar da crise não gerar esses problemas, ela atenua as dificuldades, impedindo uma expansão maior da exportação. No caso de empresas que vendem diretamente para seus consumidores finais, você ainda tem um agravante da conquista de mercado. Leva-se um tempo muito maior e um custo elevado para adquirir clientes fora do país.

Honestamente, essa é a grande oportunidade que governo e empresas encontram num cenário como este. Investimentos em desenvolvimento logístico, no fortalecimento de empresas de manufatura e no estímulo para a importação das PME (Pequena e Média empresa) mudariam consideravelmente o ambiente para a exportação.

Agora uma pergunta séria, será mesmo que o dólar apreciado beneficia um país primariamente exportador de commodities? É possível essas empresas utilizarem o aumento do dólar para favorecerem seus contratos e diminuírem o impacto da crise?

É possível, mas não sem dor. O Brasil vem apresentando crescimento na exportação de produtos manufaturados, que possuem maior valor agregado e que não dependem tanto de precificação do mercado.

Além disso, toda e qualquer empresa pode e deve desenhar alguns cenários projetando o que pode acontecer e como reagir em cada desenrolar do mercado, com isso é possível diminuir os riscos envolvidos e ajudar na preparação para o futuro. Muito mais do que estar preparado para enfrentar os cenários otimistas é preciso, principalmente, estar disposto e prevenido para enfrentar os cenários pessimistas.

Obs.: Essa é uma análise superficial sobre o cenário deste mercado. Alguns fatores que não foram relacionados podem afetar diretamente o andamento do processo, respeitando sempre a área e mercado em que se atua.


Brunna Paese é consultora de negócios e estratégias e empreende na Vicky & Bardot, Formada em Administração pela Unioeste com MBA em Gestão Estratégica na ISAE/FGV

Mercado às avessas

Os mercados acionários, em tese, seguem os indicadores econômicos e as notícias das empresas que compõem os principais benchmarks. Na teoria. A prática mostra que as bolsas têm seus meios de contrariar a lógica se movendo em sentido contrário aos dos fundamentos econômicos e corporativos.

Quando os investidores se conscientizam que a situação econômica é grave e requer sucessivas intervenções das autoridades no sentido de reverter essa condição é possível se ver movimentos extremamente curiosos.

O leitor minimamente interessado no que se passa no mundo sabe que os Estados Unidos estão se recuperando de forma lenta e dolorosa da crise de 2008; a Europa tem grandes desafios pela frente e o pior não aconteceu, ainda, porque Ângela Merkel teme uma tragédia de proporções inimagináveis caso a problemática e diminuta Grécia deixe a Zona do Euro; por fim, a China dá claros sinais de desaceleração.

O cenário colocado indica que intervenções das autoridades monetárias, especialmente nas regiões mais problemáticas – e que são também as grandes impulsionadoras do crescimento global – são muito bem vindas. Porém, no caso americano, o presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, relutou bastante em agir com o pretexto que apesar de lenta, havia uma recuperação econômica em curso nos Estados Unidos. Assim, como persuadi-lo a agir?

Os investidores passam a agir às avessas: torcem para que os indicadores econômicos venham abaixo do esperado pelo consenso do mercado no sentido de fortalecer o argumento que é preciso agir imediatamente. Caso um resultado de ordem econômica supere positivamente as expectativas, se torna mais difícil argumentar sobre o caráter emergencial da intervenção; nesse caso o Federal Reserve tem a seu favor o discurso que, apesar de vagarosa, a recuperação está ocorrendo.

E seguindo essa lógica invertida foi possível se ver em Junho e Julho desse ano – quando a crise europeia alcançou seu ápice e a pressão sobre o Federal Reserve no sentido de estimular a economia americana atingiu níveis insuportáveis – os mercados acionários apresentando rallies fantásticos. A motivação: quanto pior, melhor, porque assim a probabilidade de uma terceira rodada de afrouxamento monetário mediante compra massiva de títulos lastreados em hipotecas era consideravelmente maior.

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Colunistas ||| Vamos começar ?

Não deixe para mais tarde! Pequenos e jovens investidores devem começar agora para um futuro tranquilo.

É muito importante ter metas financeiras a alcançar, na direção de seus sonhos. Muita gente confunde sonhos com metas. Na verdade, sonhos são movidos pelos sentimentos e metas são objetivos racionais, que dirigem suas ações movidas pelos sonhos. Sonhos estão incorporados ao subconsciente e objetivos dirigem ações conscientes e bem planejadas. Por isso é tão fundamental ter sonhos, quanto ter metas financeiras concretas.

Existem algumas dicas que especialistas sugerem para conseguir realizar objetivos financeiros. Aqui vão algumas que podem ajudar:

1. Para uma aposentadoria tranquila comece a investir agora

Este não é um simples conselho, mas um ponto que merece ser enfatizado e repetido. Se você conseguir acumular 1 milhão de reais até os 65 anos, poderá conseguir retirar 6% de remuneração ao ano, que é o rendimento médio de um investimento em renda fixa. Fazendo os cálculos, você verá que isso significa 60 mil reais ao ano, o que mensalmente pagará 5 mil reais, o que seria uma aposentadoria razoável, mas não exatamente rica. Quanto mais cedo se começar a investir, menor será a quantia a ser depositada anualmente. Se você começar a investir aos 25 anos, a quantia anual a ser reservada para a aposentadoria será muito menor do que se você começar a fazer isso aos 45 anos. Adiar esse investimento traz um grande preço a ser pago no futuro.

2. Acabe com o pagamento de juros

Se você quer começar a investir agora, acabe com aqueles 13% que costuma pagar de juros no seu cartão de crédito ou 11% de juros que paga com uso do limite em seu cheque especial. Isso é o que os bancos e financeiras brasileiras veem cobrando ao mês, mesmo com a redução da taxa de juros. Pagando todo o seu saldo negativo, você já começa a ganhar, pois a poupança e os rendimentos estão pagando bem menos do que isso.

3. Não confunda economizar com investir

Você com certeza deve estar economizando para o financiamento da sua casa, a compra do seu carro, pagar um curso na faculdade ou outra coisa que considera importante. Continue economizando por todos os meios possíveis, mas não coloque suas economias em fundos de curto prazo ou ações. Os investimentos podem fazer maravilhas por você, mas é preciso colocar o tempo a seu favor. Investimentos com prazo menor do que cinco anos não vão remunerar de forma suficiente para recuperar as variações do mercado. O mercado de ações costuma ter variações para baixo e isso vem acontecendo frequentemente. Já imaginou se for preciso resgatar o dinheiro em um momento de baixa?

4. Você não precisa de grandes quantidades de dinheiro para investir

Um grande número de pequenos investidores inicia com investimentos mínimos de R$200,00. Há muitas opções para quem quer começar com pouco. E se você se comprometer com investimentos mensais em um programa regular, muitos fundos aceitam valores ainda menores, principalmente se o seu banco fizer o depósito mensal automático. Esses investimentos automáticos costumam ser ideais por favorecer a disciplina do investidor, debitando na conta antes que o dinheiro seja gasto.

Portanto, comece a administrar seu dinheiro agora e agradeça a si mesmo no futuro.

Este texto foi enviado exclusivamente para o Clube do Pai Rico por Guilherme da Luz, editor dos site Emprestimo.org e Seguro de Saúde.

Colunistas ||| Os cosméticos e seu bolso

Diariamente somos “bombardeados” com as mais variadas ofertas de produtos cosméticos e dermocosméticos que prometem a “cura” dos mais variados dilemas que perturbam a nossa vaidade.

Até aí tudo bem. Mas quando esse apelo da mídia leva ao consumo inconsciente e impulsivo, encontramos um problema o qual afetará o seu orçamento, seu bolso e sua paz de espírito.

Você parou para pensar que o valor de:

– aquele creme que promete reduzir a celulite, do de secar as espinhas;
– aquele óleo que promete milagres nos cabelos;
– o xampu TAL, de marca famosa;
– entre outros produtos;

podem custar bem mais em conta? E se você parar para pensar na real necessidade deles para sua saúde e beleza? E se procurar outras alternativas de compra?

Veja, a soma do valor de diversos produtos cosméticos e dermocosméticos anunciados na mídia é, na maioria das vezes, igual ao valor de uma consulta a um(a) dermatologista – isso se for consulta particular, se você possuir convênio a consulta sai mais em conta, provavelmente. Você sairá de lá com a orientação de um profissional acerca dos produtos mais compatíveis para sua pele, para sanar aquelas espinhas na idade adulta, a celulite, queda de cabelo, etc, etc, etc.

Ainda, um bom médico vai te orientar acerca da composição química dos produtos, podendo te aconselhar, inclusive, a optar por produtos manipulados em boas farmácias de manipulação.

Após tal consulta, você saberá que aquela loção/creme hidratante de R$ 50 famosérrima possui o mesmo efeito daquela que custa R$ 5,00*. Ou ainda, que aquele creme firmador para o rosto ou aquele creme redutor e “exterminador” ou qualquer outro produto anunciado que prometa ser a fonte da juventude para a pele, unhas e cabelo, podem ser manipulados custando 50% ou 20% menos de que a celebridade cosmética/dermocosmética vendida nas farmácias ou lojas de artigos cosméticos.
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